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Calcule quanto você recebe se sua empresa reduzir salário ou jornada

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) lançou uma calculadora de perda de rendimento que mostra quando o trabalhador receberá em caso de redução de salário e jornada ou de suspensão de contratos de trabalho, permitido na Medida Provisória 936. A calculadora está disponível aqui. 

Em caso de redução de jornada e de salário, a calculadora aponta três cenários: redução de 25%, de 50% e de 70%, segundo o acordo firmado entre o trabalhador e a empresa.

No caso da suspensão de trabalho, são dois cenários. O primeiro se o trabalhador era contratado por uma pequena empresa (que tem receita anual de até 4,8 milhões de reais) ou se trabalha em uma empresa maior (com receita anual superior a 4,8 milhões de reais).

A MP assinada pelo governo permite reduzir jornada de trabalho e salário por até 90 dias ou suspender contrato de trabalho por até 60 dias, em acordo individual escrito ou negociação coletiva.

Segundo o Ministério da Economia, mais de um milhão de trabalhadores já firmaram acordos da MP 936, que instaurou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Sindicato 

O Dieese orienta ao trabalhador que a participação do sindicato na negociação dos acordos é obrigatória em casos em que o salário seja acima de 3.135,00 reais (3 salários mínimos) e abaixo de  12.202,00 reais. Quem estiver em outras faixas salariais também podem ter acordos realizados por meio de negociação com o sindicato. 

O Dieese acrescenta ainda que o sindicato não participe da negociação, a entidade precisa ser informada sobre todo acordo individual firmado entre empregador e empregado.

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C6 Bank reduz juros para parcelamento de fatura do cartão 

O C6 Bank reduziu a taxa de juros do cartão de crédito neste período da pandemia do novo coronavírus. A instituição financeira oferece agora a possibilidade de o cliente parcelar sua fatura, em até 12 vezes, pagando juros de 2% ao mês.

A condição da redução vale para faturas com data de vencimento a partir de 1º de abril de 2020 e permanecerá em vigor até 31 de maio de 2020.

Economia em cada parcela

Na comparação com os juros anteriores, o parcelamento da fatura a uma taxa de 2% ao mês resulta em economia para o cliente que precisar recorrer a essa medida.

No caso de uma fatura de R$ 1 mil do cartão de crédito C6 (a modalidade de cartão isenta de anuidade), a economia no pagamento das 12 parcelas é de cerca de R$ 39 por parcela.

Já no caso de uma fatura de R$ 1 mil do cartão C6 Carbon ou do C6 Business a economia é de cerca de R$ 25 por parcela, considerando um parcelamento em 12 vezes.

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Essa simulação já considera que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) foi suspenso pelo governo neste período de pandemia.

Para pedir o parcelamento da fatura do cartão de crédito do C6 Bank, basta entrar em contato com o banco pelo chat disponível no app.

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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Indústria de fundos de crédito no Brasil tem resgates recordes

(Bloomberg) — O setor de fundos de crédito do Brasil está sofrendo com resgates recordes que forçam a venda de títulos em um mercado com poucos compradores, distorcendo preços e custos de empréstimos para empresas.

Os investidores, em busca de caixa em resposta à crise do coronavírus, tiraram R$ 9,6 bilhões desses fundos em março, após os resgates de R$ 1,5 bilhão em fevereiro, segundo estimativas da JGP Gestão de Recursos. As retiradas representam cerca de 12% do total de ativos sob gestão pela indústria de fundos de crédito independentes.

As medidas anunciadas pelo governo até agora, incluindo a possibilidade de o Banco Central comprar títulos de empresas, não foram suficientes para reduzir a “disfuncionalidade” de preços, disse Jean-Pierre Cote Gil, responsável pela área de crédito da family office Julius Baer no Brasil. A indústria de fundos calcula que o Banco Central precisaria comprar cerca de R$ 20 bilhões em títulos de empresas diretamente, em um mercado de cerca de R$ 250 bilhões, para trazer a liquidez e os custos do crédito de volta ao normal, disse Cote Gil.

A autoridade monetária não informou quanto planeja comprar ou que tipo de títulos, e as compras precisam da aprovação do Senado.

“O mercado ainda tem muitas dúvidas sobre como isso será executado no Brasil”, disse Cote Gil.

Os fundos de crédito corporativo de gestores independentes estão entre os investimentos que mais cresceram no Brasil nos últimos anos, oferecendo rendimentos relativamente altos, à medida que as taxas de juros de referência caíram para recordes de baixa. Os ativos sob gestão no segmento aumentaram para quase R$ 100 bilhões em junho passado, de cerca de R$ 15 bilhões em 2014, segundo o JGP. O total caiu para cerca de R$ 90 bilhões no início deste ano.

Para atrair brasileiros exigindo liquidez diária, cerca de metade dos fundos de crédito promete aos investidores que eles podem sacar seu dinheiro no dia da solicitação de resgate ou um ou dois dias depois.

Com essa promessa esse tipo de fundo se tornou uma fonte de caixa imediato, difícil de resistir, para indivíduos e investidores institucionais que enfrentam as consequências da crise do coronavírus. Os resgates trazem liquidez para navegar no período de quarentena e cumprir chamadas de margem, realizar pagamentos de dívidas e salários ou encarar receitas menores.

Em apenas um exemplo, os ativos sob gestão do fundo Iridium Apollo FI RF CP Lp, que permite saques um dia após a solicitação, caíram 43%, para R$ 1,45 bilhão, de 23 de janeiro a 7 de abril, segundo dados compilados pela Bloomberg. O retorno foi de 4,8% negativos nos últimos 30 dias.

A concorrência com fundos de ações também pesa sobre os fundos de crédito corporativo, que já haviam sofrido resgates de R$ 10 bilhões no último trimestre de 2019, com a queda das taxas de juros básicas e o estreitamento dos spreads de crédito corporativo, reduzindo o retorno. À medida que os preços das ações caíam nas últimas semanas, os investidores viram oportunidades nos fundos de ações, que tiveram ingressos líquidos de R$ 8,5 bilhões em março, segundo a Anbima, a associação do mercado de capitais.

A venda forçada dos fundos de crédito elevou as negociações do mercado secundário local de títulos para um recorde de R$ 20 bilhões em março, quase o dobro da média mensal de R$ 12 bilhões. Os compradores são quase unicamente bancos, disse Cote Gil.

O Itaú Unibanco Holding SA, o maior banco da América Latina em valor de mercado, afirmou em 6 de abril que havia adquirido R$ 2 bilhões em ativos de clientes institucionais desde o início de março.

“A maioria dos fundos foi forçada a vender títulos de dívida das principais empresas que estavam em suas carteiras, porque eles têm mais liquidez, elevando os custos de empréstimos para essas empresas a um nível disfuncionalmente alto”, disse Cote Gil, acrescentando que a dinâmica afetou toda a “cadeia de crédito”, incluindo pequenas e médias empresas. “Por que bancos ou outros investidores emprestariam dinheiro a uma empresa com juros mais baixos se podem comprar títulos de empresas AAA no mercado secundário que pagam muito mais?”

Taxas crescentes

Antes da crise do coronavírus, um crédito de menor risco possível, com classificação AAA, pagava no Brasil a taxa interbancária DI mais 1% ou 1,5% para títulos de três a quatro anos de vencimento, dependendo do setor, disse Cote Gil.

O Banco Bradesco SA chegou a pagar DI mais 0,3% em determinado momento. Atualmente, os títulos para essas empresas são negociados a DI mais 4% ou 5%, quase sem diferenciação pelo risco de crédito.

A crise é um revés para um mercado local de títulos que vinha lutando para acabar com sua reputação de falta de transparência. Antes do crescimento nos fundos de crédito, a maioria dos títulos de dívida locais era tradicionalmente comprada pelos bancos, que os mantinham em seus balanços até o vencimento. Eles eram uma espécie de empréstimo bancário disfarçado, contabilizado como título, para que as empresas não pagassem alguns impostos.

À medida que os fundos de crédito independentes cresceram, a participação desses empréstimos caiu para cerca de um terço do mercado primário total. Desde a pandemia, no entanto, a prática aumentou novamente e agora com mais força: todos os novos títulos emitidos em março ou abril foram vendidos aos bancos, segundo executivos do setor.

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Bancos leiloam mais de 150 imóveis com descontos de até 70%

Os bancos Santander Brasil e Itaú Unibanco vão leiloar mais de 150 imóveis residenciais e comerciais com descontos de até 70% a partir desta quarta-feira (15). Os certames vão até o dia 29 e serão realizados em parceria com a Mega Leilões e a Frazão Leilões.

O leilão online do Santander Brasil acontecerá em duas datas – 15 e 24 de abril. São cerca de 140 imóveis localizados em Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Goiás, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Estão disponíveis casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais. Além da quitação à vista, o banco oferece a opção de financiamento de 80% do imóvel em até 420 vezes (taxa a partir de 7,99% a.a.) e também aceita outro imóvel como parte de pagamento. As negociações serão por meio de uma plataforma. Os itens comerciais possuem condições diferenciadas que podem ser acessadas no site oficial da leiloeira.

O leilão do Itaú Unibanco acontecerá no dia 29 de abril e conta com 47 imóveis residenciais em sua carteira. O banco oferecerá desconto de 10% para pagamento à vista e parcelamento do lance em até 78 vezes. São diversos imóveis espalhados por todo o Brasil, com destaque para os apartamentos localizados na Bahia, no Espírito Santo e Paraná.

No dia 24, a Frazão Leilões também será a responsável por leiloar imóveis do Santander localizados em mais de 60 cidades brasileiras

Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo são os nove estados brasileiros que contam com 90 lotes que devem ser leiloados, no próximo dia 24, às 11hs. Os imóveis contam com lances iniciais que vão de R$ 7.560,00 a R$ 1.463.805,00.

Na capital mineira, a casa localizada na rua Itapemirim é um dos destaques. O imóvel conta com dois dormitórios, uma vaga de garagem, um banheiro e 380m² de área de terreno. O lance inicial é de 699.300,00. Já no Rio de Janeiro, o apartamento que fica no bairro de Freguesia de Jacarepaguá está em evidência. O local conta com três vagas de garagem e 219 m² de área. Ele tem valor avaliado em R$ 2.170.000,00, mas o Banco Santander oferece lance inicial a partir de R$ 1.463.805,00.

Em São Paulo, um apartamento localizado no bairro Oratório e outro no Brás são bem interessantes pelo valor dos lances mínimos e, também, pelo tamanho dos imóveis. O lote que fica localizado na rua das Águias Reais, no Conjunto Residencial Sitio Oratório conta com 78m² de área total e tem lance inicial de R$ 133.245,00. Já o apartamento da avenida Celso Garcia tem 87m² e tem um valor avaliado em mais de R$ 300 mil, no qual o Banco Santander está leiloando com lance inicial de R$ 218.790,00.

Por medidas de segurança e seguindo as orientações do Ministério da Saúde, os leilões estão acontecendo de forma online.

Serviço

Evento: Leilão de Imóveis Santander Brasil
Data de início: 15/04 e 24/04
Horário: 15 horas
Quantidade de imóveis: 140
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Leilão de Imóveis Itaú Unibanco
Data de início: 29/04
Horário: 15 horas
Quantidade de imóveis: 47
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Covid-19: Serasa ensina com gerar renda extra durante a quarentena

A orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para que as pessoas façam o isolamento social para evitar a propagação do novo coronavírus (covid-19) impactou financeiramente a vida de milhões de brasileiros. 

O governo já iniciou o pagamento do auxílio emergencial no valor de 600 reais para os trabalhadores informais, microempreendedores individuais e mães chefe de família. A expectativa é que 70 milhões sejam beneficiadas. 

Quem precisa aumentar a renda pode encontrar algumas soluções dentro de casa. O Serasa Ensina, braço do Serasa Consumidor, listou o que é possível fazer. Veja abaixo: 

Venda de objetos 

Separe objetos que você não utiliza e que estejam em bom estado. Anuncie em sites de vendas online, nas redes sociais (Facebook, Instagram e Whatsapp) e para os amigos próximos. 

Cozinhe e venda

Quem não sabe cozinhar ou não tem tempo devido ao ritmo puxado de trabalho mesmo dentro de casa acaba optando por pedir comida pelos aplicativos de delivery ou direto no restaurante. É uma opção que pode sair cara para o bolso e aí quem está precisando dinheiro pode entrar.  Veja qual é a sua especialidade gastronômica (doces, tortas, comida do dia a dia, bolos, pratos típicos). 

A ideia é produzir as refeições e vendê-las. Divulgue novamente nas redes sociais, grupos do condomínio, para amigos e família. É importante começar com uma quantidade mínima, conforme os pedidos forem chegando, para evitar o desperdício e prejuízo. E procure entregar perto de onde mora para não ter custos com a entrega e cobrar mais barato. Tenha cuidado ao sair de casa e cuide da sua saúde, como não entrar com sapato que foi para a rua dentro de casa, trocar a roupa ao chegar, lavar as mãos e usar máscara de proteção. Vale destacar que se na sua casa tiver caso confirmado ou suspeito de contaminação do novo coronavírus não prepare alimentos que serão consumidos por outras pessoas.

Trabalho à distância 

O período de isolamento social pode aumentar a demanda por trabalhos feitos à distância. Aproveite esse período e ocupe seu tempo para ganhar algum. Não precisa ter uma formação específica. Apenas seja bom naquilo que faz. E claro, procure oferecer algo que possa ser realizado diretamente da sua casa. Entre as possibilidades estão: artesanato; costura; elaboração de convites; aulas de idiomas aulas de reforço para as crianças que estão em férias antecipadas; edição de fotos e produção gráfica. 

Cuide do seu orçamento 

Independente da situação financeira é fundamental ter o orçamento na ponta do lápis. Corte gastos gastos desnecessários e saiba exatamente o valor que faltará para fechar as contas ao final do mês.

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Tesouro Direto: Taxas de títulos públicos ampliam queda nesta terça-feira

SÃO PAULO – Em um dia de maior alívio no cenário externo, com dados acima do esperado de comércio exterior na China e flexibilização das medidas de isolamento social em países da Europa, bem como com a “prévia” do PIB melhor que o projetado no Brasil, as taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto seguiram em trajetória de queda na tarde desta terça-feira (14).

Entre os títulos indexados à inflação, o papel com vencimento em 2026 pagava uma taxa anual de 3,32%, ante 3,40% a.a. na tarde de segunda-feira (13). Os papéis com vencimentos em 2035 e 2045, por sua vez, pagavam nesta manhã um prêmio de 4,52% ao ano, ante 4,59% a.a. anteriormente.

Com relação aos papéis com retorno prefixado, o juro do título com prazo em 2023 cedia de 4,95% para 4,81% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado com juros semestrais 2031 pagava 7,72% ao ano, ante 7,86% a.a. ontem.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta terça-feira (14):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Entre os destaques do dia, a prévia do PIB brasileiro, medida pelo Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), teve um crescimento de 0,35% em fevereiro na comparação com janeiro. O resultado, anterior ao coronavírus no país, ficou acima da expectativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para um avanço de 0,2%.

Já na base anual, o indicador teve uma expansão de 0,60%, enquanto a estimativa era de um avanço de 0,70%.

Outros dados divulgados que chamaram a atenção dos investidores nesta terça-feira (14) foram os referentes ao comércio exterior da China, setor que apresentou números melhores que os esperados em março. As exportações caíram 6,6% e as importações recuaram “apenas” 0,9%, diante de projeções da Reuters de baixas de 14% e 9,5%, respectivamente.

Ainda no cenário externo, mercados acompanharam as medidas de isolamento social ao redor do mundo em meio à pandemia de coronavírus, que já ultrapassa 1,92 milhão de casos, dos quais 582 mil nos Estados Unidos. O número de mortos pela doença, por sua vez, passa de 119 mil no mundo.

Na Europa, a Itália começou hoje a abrir algumas atividades proibidas durante o período mais crítico, como livrarias, papelarias e lojas de roupas infantis, além de algumas indústrias. Já a Espanha liberou o trabalho de pessoas que não podem fazer home office, mas apenas sob critérios rigorosos de segurança.

Enquanto isso, no Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o plano de auxílio a Estados e municípios em meio à escalada da pandemia. Foi retirada do texto a possibilidade de endividamento de 8% da Receita Corrente Líquida para Estados com garantia da União. Mas a recomposição de perdas de arrecadação com ICMS e ISS pelo governo federal foi ampliada para seis meses.

Agora, o texto segue para o Senado Federal, onde precisa de pelo menos 41 dos 81 votos totais para ser aprovado.

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Leadr lança simulador para usuários operarem na bolsa de valores em tempo real

Leadr - simulador para usuários operarem na bolsa de valores

A Leadr, uma rede social de investimentos, tem mais uma novidade para seus usuários.

É um simulador em que é possível operar ações na bolsa de valores e criptomoedas em tempo real.

A ferramenta também permite com que o investidor compartilhe a sua carteira – dentro ou fora da Leadr – e veja as dos demais participantes da rede.

“O usuário recebe R$ 100 mil virtuais para montar a carteira, que fica visível no perfil dele. Com essa funcionalidade, quem está na Leadr, além de experimentar e, com isso, aprender mais sobre investimentos, também pode acompanhar a estratégias dos outros”, conta Murilo Gomes, CEO da Leadr.

Outras funcionalidades

Em funcionamento há mais de um ano, a Leadr foi criada com o objetivo de democratizar o acesso a informações do mercado financeiro.

“É uma rede social para todo os tipos de investidores”, explica Murilo.

O usuário da Leadr consome conteúdo de acordo com seus tópicos de maior interesse do mercado, selecionados na criação do perfil.

Também é possível usar a $moneytag, em que ele marca ações de bolsa/criptomoedas/índices e indicadores nas próprias publicações.

Página do ativo

Outra função interessante é a página do ativo.

Em um mesmo local, o investidor consegue acompanhar tudo que está sendo publicado sobre um determinado ativo na rede.

Dentro dessa página, ele ainda consegue ver análises de especialistas sobre os ativos da Bolsa de Valores, distribuídas por corretoras parceiras e pela Refinitiv, a maior empresa de Market Data do mundo.

Além de inúmeras ferramentas, a Leadr tem mais um benefício: é totalmente gratuita e pode ser baixada tanto por IOS como por Android.

Baixe o app totalmente grátis e experimente o simulador de investimentos.

Para ativar a sua carteira virtual na Leadr, basta entrar na aba $ e ativar o código CF22FB. Corre lá que o número de convites é limitado!

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STF suspende cobrança por cheque especial não utilizado

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes acolheu ação do Podemos e suspendeu a cobrança por cheque especial não utilizado.

Em novembro, o governo decidiu limitar a 8% ao mês os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, mas permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal para oferecer o produto a seus clientes. A decisão leva em consideração a pandemia do coronavírus.

O ministro anota que estão presentes requisitos para conceder a liminar, “tendo em vista que a cobrança da tarifa, para os novos contratos, está em curso desde 6.1.2020 e, para os contratos antigos, entrará em vigor em 1º.6.2020 (perigo da demora)”.

“Por fim, considerando o atual cenário de pandemia, considero oportuno registrar que o Banco Central poderia atuar estrategicamente, seguindo a linha adotada por inúmeros países, mediante intervenção na economia, para estimular as transações bancárias e, de outro lado, desincentivar a circulação de dinheiro em papel físico, evitando propagação do “Covid-19″ (Sars-CoV-2), de forma a isentar temporariamente algumas tarifas de transferências e/ou pagamentos durante o período em que perdurarem as consequências socioeconômicas da moléstia”, escreve.

Na ação, o Podemos alega que o argumento utilizado pelo CMN de que a tarifa favoreceria a melhor concessão de limite pelas instituições financeiras e a utilização racional do cheque especial pelos clientes parte do pressuposto de que o poder público teria legitimidade para tutelar as escolhas individuais dos cidadãos, o que fere a dignidade da pessoa humana, o exercício da cidadania e o princípio da isonomia, pois não alcança as pessoas jurídicas.

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Acabou o dinheiro e já está negativado? Veja como tirar a corda do pescoço

Não é fácil pegar empréstimo durante uma recessão econômica. A situação fica ainda mais complicada quando se está negativado, ou seja, com nome sujo na praça por não ter quitado boletos ou dívidas até a data do vencimento. As soluções “mais fáceis” vêm atreladas a juros de quase 900% ao ano, e o resultado disso pode ser uma bola de neve sem fim. Para não cair nessa cilada, EXAME consultou Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e autor do livro “Nome sujo pode ser a solução” para elaborar um passo a passo de como tirar a corda do pescoço.

A primeira dica é identificar por que você chegou ao ponto de ter que pegar mais um financiamento se já está com dívidas em atraso. É um problema pontual ou tem se repetido com certa frequência? A resposta a essa pergunta tem de vir acompanhada de um raio-x de todas as contas da família. Sim, é importante envolver as finanças dos membros mais próximos da família nesse processo.

Coloque no papel – ou na tela do celular – quanto vocês gastam com luz, telefone (celular inclusive), moradia (aqui inclui aluguel, condomínio, rateio de despesas do prédio), educação, saúde e alimentação. Também é importante identificar tudo o que é pago no cartão de crédito, no de débito e no dinheiro.

Feito isso, é hora de cortar gastos. O que não for essencial tem de ser eliminado ou, no mínimo, reduzido para conseguir sair da espiral de dívidas. Outro passo importante é renegociar valores. Por causa da redução de salários, demissões ou rescisão de contratos, muitos inquilinos têm conversado com os locadores a possibilidade de reduzir o valor dos alugueis. Há quem esteja conversando também com as escolas para tentar reduzir a mensalidade. O ideal é conseguir ajustar as contas à nova realidade mais apertada.

Os cinco maiores bancos têm oferecido a possibilidade de pausar duas ou três parcelas de financiamentos imobiliários ou da compra de carro, em alguns casos. Até o momento, Itaú Unibanco, Banco do Brasil Bradesco, Caixa e Santander renegociaram algo entre 140 bilhões e 150 bilhões de reais de um total de 200 bilhões de reais, em pedidos feitos com a crise da pandemia da covid-19Veja aqui como pausar a sua dívida.

O porcentual de famílias com dívidas em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 66,6% em abril, ante 66,2% em março, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Se mesmo assim você ainda precisa pegar um financiamento, há dois cenários. O primeiro é se o crédito é para quitar uma dívida anterior. Neste caso, Domingos diz que isso não é recomendável. “Simplesmente não pague. Suspenda os pagamentos e espere o melhor momento para renegociar, quando bancos e financeiras fazem feirões e dão desconto de 70% a 90%.”

Agora, se a dívida for com um agiota, o especialista recomenda procurá-lo para explicar a situação e pedir mais prazo para pagar. “Também pode pedir redução dos juros, afinal, a taxa de juros básica do país caiu”, diz. “O agiota não quer quebrar, então, para ele, faz mais sentido receber menos do que não receber.” Então, se entrar em acordo, o melhor a fazer é poupar para honrar a dívida.

Agora, se o cenário é que você ficou desempregado e precisa pegar dinheiro emprestado para montar um pequeno negócio para ter renda, então, Domingos é a favor de tomar o empréstimo. Mas recomenda fazer a conta de quanto vai pagar de juros e comparar com o potencial de vendas do novo negócio.

O problema é que, em geral, as financeiras que costumam emprestar para negativados cobram juros exorbitantes, que chegam a quase 900% ao ano. Por isso, pegar dinheiro com amigos e parentes pode sair mais barato – desde que você pague, é claro, caso contrário, pode custar uma amizade. Se nenhum tiver condições de ajudar, a indicação é procurar financeiras e bancos que oferecem as melhores condições. “Se você tiver um bem para dar de garantia [e ele não estiver alienado], as condições do financiamento, em geral, são melhores”, explica Domingos.

Existem várias financeiras e startups hoje que oferecem crédito pessoal para pessoas que já estão negativadas. Mas, para não cair em uma operação fraudulenta, uma opção é usar a plataforma do birô de crédito Serasa eCred. Basta se cadastrar e enviar os dados pedidos. Em seguida, o pedido será avaliado pela empresa que você solicitar crédito conforme as políticas para aprovar ou não o pedido.

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Conheça o scalping, técnica que permite ganhar dinheiro na bolsa em segundos

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SÃO PAULO – Quais são os princípios básicos para se tornar um trader? Como funciona a análise técnica e quais as principais vantagens dela? Operar com scalping vale a pena?

Com o objetivo de ajudar quem deseja começar a operar na bolsa de valores, mas não saber por onde começar, o analista Aliakyn Pereira de Sá, da XP Investimentos, fará uma série de 5 dias de mentoria ao vivo sobre análise técnica, com foco em scalping. O conteúdo é 100% gratuito e pode ser acessado neste link.

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“Vamos partir de conceitos básicos da análise técnica e, ao longo da semana, nos aprofundaremos um pouco mais no scalping e nas estratégias operacionais que costumo usar no meu dia-a-dia”, conta Aliakyn.

O scalping é uma estratégia de operação na qual os investidores (ou traders, como são conhecidos pelo mercado) iniciam e encerram operações muito rapidamente, aproveitando as oportunidades para comprar ou vender ativos assim que eles começam a registrar ganhos.

Segundo Aliakyn, uma das vantagens de operar usando scalping é justamente não depender da direção do mercado para alcançar sua meta diária, já que a estratégia é baseada nas pequenas variações que acontecem no intraday.

“É uma metodologia bastante baseada em preço, o que te deixa sempre a favor do movimento diário do mercado, independente da direção dele. Ela também combina questões como gerenciamento de risco e uma técnica apurada para identificar os pontos de entrada e saída”, explica o analista.

Conhecimento de longo prazo

Aliakyn Pereira de Sá, analista da XP Investimentos

Aliakyn trabalha operando com scalping desde 2012, mas sua trajetória no mercado financeiro começou bem antes, em 2005.

“Eu sempre gostei do mercado financeiro e, desde o início, dediquei todo meu tempo para estudar mais sobre o assunto e melhorar minhas habilidades de trader. Quando descobri o scalping, minha vida mudou. Comecei a bater minhas metas operando por poucas horas do dia e a ter mais tempo para os outros aspectos da minha vida”, conta.

Segundo o analista, o objetivo de fazer uma semana inteira de mentoria é nivelar o conhecimento de todos sobre análise técnica e passar à frente os aprendizados que acumulou ao longo de sua trajetória como trader.

“Quero ajudar as pessoas a aprenderem tudo aquilo que eu demorei anos para entender. Penso que, ainda mais em um momento complicado como esse de crise, precisamos passar para frente nosso conhecimento e colaborar da melhor forma que pudermos”, afirma.

As lives da mentoria acontecerão todos os dias até sexta-feira (17), às 20h00 (horário de Brasília). Para garantir seu acesso gratuito, clique aqui.

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