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Safra lança programa próprio de recompensa no cartão de crédito

O Safra lançou nesta segunda-feira, 6, um programa de recompensas dos cartões de crédito, denominado de Safra Rewards.

O programa proporciona recompensas sob medida para o perfil dos clientes banco. Entre as opções possíveis estão os cruzeiros, hotéis ou spas. Além dessas experiências disponíveis na plataforma, é também possível comprar obras de arte, bebidas, produtos de tecnologia e acessórios de primeira linha.

As recompensas são divididas entre mais de 20 categorias como beleza e bem-estar, casa e decoração, celulares e cruzeiros.

Anteriormente, para utilizar os pontos do cartão de crédito, o cliente do Safra só tinha a opção de transferi-los para companhias aéreas. Com a plataforma, o Safra priorizou a experiência para seus clientes, com acesso exclusivo via aplicativo Safra. Não há pontuação mínima para resgatar recompensas e, se faltarem pontos, o cliente pode completar o valor com dinheiro usando os próprios cartões Safra.

Os clientes Safra passam a fazer parte do programa e acumulam pontos automaticamente na contratação do cartão. Ou seja, não é preciso fazer um cadastro. Para realizar o resgate, basta acessar o aplicativo do Safra, buscar no menu superior pela parte de cartões e, nela, clicar em Safra Rewards. 

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Estudantes já podem suspender parcelas do FIES no BB e Caixa

Estudantes que contrataram financiamento estudantil – FIES – por meio do Banco do Brasil (BB) e da Caixa podem requerer a suspensão do pagamento de até quatro parcelas a partir desta segunda (6).

As condições para a suspensão obedecem ao estabelecido na Lei nº 13.998/2020 e na Resolução nº 38/2020, ambas publicadas em maio pelo Ministério da Educação. O pedido pode abranger até quatro parcelas, observada a fase do contrato de cada estudante financiado.

Para contratos em fase de utilização ou carência a suspensão será de até duas parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Essa medida é válida para contratos formalizados até o 2º semestre de 2017.

No caso de contratos em fase de amortização a suspensão pode incluir até quatro parcelas. Nesse caso, o período das parcelas suspensas será acrescentado ao vencimento final do contrato.

Está prevista a incidência de juros contratuais sobre as parcelas suspensas, os quais serão contabilizados no saldo devedor do contrato do estudante.

A solicitação será efetivada sem a necessidade de assinatura de termo aditivo e presença do fiador. No entanto, são obrigatórias a ciência e a concordância do estudante para as condições de pausa e, consequentemente, para os reflexos no contrato de financiamento.

Como pedir a pausa

No Banco do Brasil a manifestação pode ser feita pelo app BB. A medida vale para clientes em situação de adimplência com seus contratos antes do dia 20 de março, data em que foi decretado o estado de calamidade pública no país.

Para isso, basta que o cliente acesse sua conta (efetue login), clique no “Menu”, em seguida em “Solução de Dívidas” e selecione “Suspensão FIES”.

Caso o estudante não tenha acesso ao celular, ele pode solicitar a suspensão nas agências do BB. Para o atendimento presencial, deve ser observado o contingenciamento adotado por conta da pandemia.  

Estudantes que contrataram o FIES pela Caixa podem requerer a suspensão pela página SIFES-Web. Basta fazer o login e acessar a opção, selecionar “Pausar Contrato”, aceitar o temo de compromisso e clicar em “Solicitar Pausa”.

A suspensão retroagirá às parcelas vencidas não quitadas após a vigência do estado de calamidade pública. A adesão às novas condições pode ser registrada até o dia 31 de dezembro deste ano.

Para eventuais dúvidas, os clientes podem acessar as diversas soluções digitais do BB, como o próprio aplicativo BB (smartphone), o site, além do WhatsApp (61) 4004-0001, da Central de Atendimento BB (0800-729-0001) e das redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin).

Na Caixa, os estudantes podem acessar o site ou ligar para a central 3004-1104, para capitais, e demais regiões pelo 0800 726 0104.

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O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?

O mercado imobiliário comercial tem pela frente não apenas o desafio de evitar o contágio dos ocupantes pelo novo coronavírus, mas trazer de volta empresas e trabalhadores que se acostumaram a evitar trânsito e o transporte público lotado, além de ter adequado a equipe e o trabalho ao home office.

Diversas empresas já anunciaram planos de tornar o home office uma política permanente. Essa mudança de mentalidade sobre a organização do trabalho dentro do escritório e o trabalho remoto pode gerar um baque no mercado imobiliário. É o que acredita a consultoria imobiliária Building, especializada no segmento corporativo.

Para o final do ano, a empresa espera que sejam devolvidos 63,5 mil metros quadrados, e a taxa de vacância em imóveis classe A seja de 13%. Hoje, a vacância está em 11,7%. “Já existe um grande volume de devoluções, de 500 metros quadrados a 11 mil metros quadrados”, avalia Fernando Didziakas, sócio da Buildings.

 

A expectativa é que os dados do segundo trimestre ainda não sejam tão impactados pelas devoluções, pois diversas delas acontecerão no terceiro trimestre em diante, já que o processo de devolução também é um processo um pouco demorado, dependendo do período restante e condições estabelecidas no contrato.

Na visão dos consultores, contudo, a devolução dos escritórios é muito norteada pela crise econômica. Ainda que permaneça no pós-pandemia, a mudança não será massiva.

Segundo a Buildings, atualmente apenas 4,5% dos espaços de 48 prédios classe A na região da Nova Faria Lima, próxima ao cruzamento da Avenida Brigadeiro Faria Lima e a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em São Paulo, estão vagos. Ou seja, existem apenas 43 mil metros quadrados disponíveis na região que possui estoque total próximo dos 1 milhão de metros quadrados, avalia Didziakas.

“A vacância na região estava em 2,7% no primeiro trimestre de 2020 e apesar de ter subido para 4,5% por conta da entrega de um novo empreendimento e algumas readequações de empresas, continua em um patamar muito baixo, longe de qualquer crise de excesso de oferta”.

Levantamento sobre aluguéis comerciais feito pela Buildings: preços no topoBuildings/Reprodução

A pandemia afeta cidades de forma diferente. São Paulo é uma cidade com diversos setores econômicos. O Rio, onde a vacância do segmento corporativo atingiu 50% no ápice da crise do setor de óleo e gás e excesso de oferta na cidade, e ainda está em 38%, tende a sofrer mais por conta de uma aceleração do trabalho remoto.

O mercado imobiliário corporativo é, portanto, mais impactado nas grandes capitais, nas quais existem os bolsões corporativos. Outras capitais menores, como as do Nordeste, não têm uma grande concentração desse segmento.

De olho na sustentabilidade de áreas nobres corporativas, há anos a BR Properties, incorporadora especializada em prédios comerciais, vem se especializando nos prédios triple A nessas regiões, os quais administra diretamente.

Mais do que ter boas características técnicas, esses empreendimentos costumam estar próximos a vias de transporte público e regiões com infraestrutura para acolher funcionários, com ampla rede de serviços, diz Martín Andrés Jaco, presidente da incorporadora.

“Crescemos muito ao longo do tempo a área de serviços dentro dos prédios corporativos, com lojas, manicures, restaurantes e cafés. Fazemos retrofit para modernizar. Mas ainda tem laje de 5 mil metros quadrados. Esses edifícios oferecem aluguéis estáveis. Como é difícil recria-los na cidade, pois faltam espaços para novas construções, a empresa toma a decisão de sair com mais cautela”.

Setor resiliente

Representantes do setor são firmes no argumento de que o mercado de imóveis pode passar relativamente ileso a uma mudança de hábito.

Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), ressalta que a tendência do trabalho remoto não é nova: acontece há pelo menos 10 anos no país. E o mercado imobiliário vem se adaptando a ela, reduzindo espaços para locação entre 30% a 40% ao longo do período. “Os escritórios continuam a existir, mas de forma diferente. Os escritórios brasileiros já são otimizados, e diante da necessidade de mais espaços compartilhados, não vemos grandes mudanças”.

O engenheiro civil Luiz Antônio França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), diz que a transformação no mercado imobiliário corporativo irá ocorrer, mas não será imediata. “Além disso, cada segmento terá a sua adaptação”.

Segundo ele, regiões com infraestrutura para o segmento corporativo, com avenidas mais largas, prédios modernos com piso elevado para acomodar cabeamento e infraestrutura de internet, vão continuar sendo demandadas. “O que pode ocorrer é uma reacomodação da área. Não vejo vacância ou uma desocupação desordenada. Além disso, se a demanda futura cair, os novos empreendimentos se adaptarão a esse cenário como forma de reduzir espaços ociosos”.

É o que aconteceu com a migração do segmento corporativo da Avenida Paulista para a Avenida Brigadeiro Faria Lima, conta. “Os prédios na Faria Lima atraíram empresas por serem mais modernos. Mas nem por isso a Paulista deixou de ter escritórios. Só mudou o uso para pequenas salas comerciais, call centers e até coworkings”.

Falta de mobilidade acelera mudanças

Uma das influências para a aceleração da demanda por trabalho remoto é causada pelo descompasso histórico entre a produção imobiliária das grandes cidades e o desenvolvimento do transporte de alta capacidade, aponta Eduardo Alberto Cuscé Nobre, urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

“A implantação do Metrô é muito lenta em São Paulo. Estamos chegando nos 100 km, enquanto outras metrópoles, como a Cidade do México, têm o dobro. O Rio de Janeiro também sofre com a falta de mobilidade. Por conta disso muita gente, desde a década de 80, já busca o interior dos estados para ter maior qualidade de vida, e isso deve continuar acontecendo”.

Nobre aponta que estamos criando macrometrópoles, que abrangem toda a região metropolitana e cidades próximas. “Já existe mais gente saindo do que entrando na cidade”. Em sua visão, o trabalho que puder ser feito remotamente pós-pandemia, será.

“De um lado as empresas locatárias querem ampliar o trabalho remoto e reduzir custos, e de outro o mercado imobiliário deseja que o cenário permaneça. Não tem jeito. O mercado imobiliário vai sofrer um baque. Mas o setor, além de importante para o PIB, é resiliente. Irá surgir novas tecnologias que podem mudar novamente o ambiente de trabalho, e abrir frente para novos empreendimentos. Em último caso, os empreendimentos podem se transformar em prédios residenciais, como já aconteceu em outros países. É uma mudança complexa, mas possível”.

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Plano de previdência para quem é corajoso: imóveis e fundos imobiliários

Audrey Smith sabe como é plantar uma semente e esperar pelos frutos. Nascida em uma família de onze irmãos, ela cuidava da fazenda dos pais, em Texarkana, no Arkansas, e comia os vegetais que plantava.

Mas Smith não queria viver da terra. Por isso, fez faculdade e se mudou para a Califórnia, onde se pós-graduou e se tornou nutricionista. Trabalhou durante 41 anos na Watts Healthcare, uma organização de saúde, até que se aposentou há quase três anos como diretora de serviços de saúde preventiva.

Ao longo do caminho, ela formou família, tornou-se agente imobiliária e começou a planejar a aposentadoria quando tinha 30 e poucos anos, investindo principalmente em imóveis e optando por caminhos menos comuns para construir sua poupança.

Em vez de recorrer a assessores financeiros ou às opções de sempre em Wall Street, alguns investidores preferem criar seus próprios portfólios de investimento. A fonte de renda principal pode vir de imóveis residenciais ou comerciais, empresas ou mesmo metais preciosos. Não é incomum que esses investidores apliquem algum dinheiro em fundos mútuos, ações ou títulos, mas são investimentos secundários.

Mesmo na época das vacas gordas, investimentos alternativos exigem coragem, fôlego e botar a mão na massa. Ainda assim, qualquer coisa pode perder valor. Até a crise financeira de 2008, os donos de imóveis e investidores achavam que os preços jamais cairiam – mas o mercado implodiu. Durante a pandemia do coronavírus, com um mercado de ações volátil e a economia norte-americana em profunda recessão, as pessoas continuam preocupadas com suas estratégias de investimento de longo prazo e alguns pressupostos podem ajudá-las.

“Costumava dizer aos meus pais e à minha família que eu não seria pobre quando crescesse. Isso me motivou a investir em casas de aluguel e ações”, contou Smith, de 72 anos, que vive em Inglewood, na Califórnia.

Nas últimas quatro décadas, ela criou portfólios de aposentadoria que incluem sete prédios com 15 apartamentos cada. Cerca de metade dessas unidades é reservada a famílias de baixa renda que têm os aluguéis subsidiados pelo governo dos EUA. Isso garante alguma renda fixa e ajuda a mitigar as perdas de outros locatários afetados pela pandemia.

A força do mercado imobiliário em Los Angeles ajudou a proteger o ganha-pão de Smith. Nos últimos 30 anos, o valor dos imóveis cresceu 194 por cento em Los Angeles, enquanto a média de valorização foi de 180 por cento no resto do país, de acordo com o Índice S&P CoreLogic Case-Shiller.

Segundo Smith, historicamente o valor de suas propriedades de aluguel se manteve, devido à escassez de imóveis disponíveis para locação. “Na Califórnia, as pessoas sempre estão à procura de um lugar para ficar. Se você toma conta de sua propriedade e é correto com os locatários, eles não vão embora”, comentou.

Smith estruturou seu portfólio previdenciário de acordo com essa realidade: os imóveis representam 90 por cento do portfólio. O restante está investido em um plano de previdência comum, criado quando era funcionária registrada em uma empresa.

Para alguns poupadores, os investimentos previdenciários são uma espécie de passatempo. Gary Glein, de Gig Harbor, em Washington, foi jogador profissional de boliche durante boa parte da vida e combinou sua paixão pelo esporte com uma oportunidade de recuperar empresas com dificuldades econômicas: ele e a esposa, Linda, se tornaram os principais proprietários de duas pistas de boliche na região de Tacoma.

Glein se referiu à compra como “boa oportunidade”. Porém, desde que o casal teve de fechar as pistas devido à pandemia, a Tower Lanes e a Paradise Lanes começaram a dar prejuízo de até US$ 60 mil cada.

“Os investimentos em empresas são muito mais voláteis do que os de renda fixa ou em ações. Não servem para quem tem o coração fraco”, comentou Gary Glein, de 76 anos, que se aposentou de sua fábrica, a Norcore Plastics, em 1998, depois de vendê-la para poder financiar futuras aquisições.

O casal começou a investir em propriedades de aluguel nos anos 1970 e, nas últimas duas décadas, diversificou seus portfólios com investimentos na região de Tacoma, incluindo um restaurante, um prédio de escritórios e uma pequena marina. Imóveis e empresas representam quase 42 por cento dos investimentos do casal.

Para equilibrar sua estratégia, ambos também investem em ações e fundos indexados, que correspondem a 25 por cento dos investimentos; em planos de previdência tradicionais; e um bom dinheiro em certificados de depósitos bancários e ações. Mesmo assim, Linda Glein conta que as perdas estão começando a causar problemas. “A cada semana, ficamos um pouco mais assustados com o rumo das coisas”, disse.

Economistas e especialistas em investimento dizem que o investimento imobiliário têm um papel importante na diversificação de portfólios, pois “gera um fluxo de caixa maior que o mercado de ações e se comporta de maneira diferente de outras classes de títulos e ações, além de ser uma das poucas áreas vantajosas do ponto de vista fiscal para os investidores individuais”, explicou Douglas Abbey, que dá aulas sobre o mercado imobiliário no curso de pós-graduação em negócios da Universidade Stanford.

Abbey, que tem décadas de experiência como investidor imobiliário, conta que a principal regra é comprar propriedades que “vão durar para sempre” por conta da localização. “Como uma boa garrafa de cabernet, seus imóveis devem melhorar após vinte anos, em vez de virarem vinagre”, acrescentou.

Outra forma de investir é por meio de fundos imobiliários – empresas que adquirem, gerenciam ou financiam imóveis geradores de renda –, adquirindo ações na bolsa de valores, em fundos mútuos ou em câmbios de fundo comercial. Os REITs (fundos de investimentos imobiliários) de capital geralmente geram retornos “maiores que os de títulos e menores que os do mercado de ações”, disse Abbey. O retorno total no horizonte de cinco a 40 anos vai de 5,2 a 11,5 por cento. Até maio deste ano, os REITs de capital haviam perdido 15,3 por cento do valor, enquanto as ações da S&P 500 haviam caído cinco por cento. Entretanto, os rendimentos de dividendos foram de 4,2 por cento – mais que o dobro do rendimento no S&P 500, de acordo com o Nareit, um grupo comercial de REITs de capital aberto.

Enquanto os REITs são vistos como uma ferramenta para tornar portfólios diversificados menos voláteis, alguns analistas são cautelosos, pois essa classe de ativos é sensível a mudanças na taxa de juros.

Abbey descreveu os REITs de capital como “veículos chatos e lentos”, no geral, mas que podem ser bons para aposentados, graças à mistura de “dividendos que ajudam a pagar as contas com valorização de longo prazo”.

Além dos imóveis, outra classe de ativos que atrai investidores há séculos é o ouro. Os investidores compram moedas ou barras, títulos de mineradoras e ETFs que investem em ações dessas empresas ou em ouro.

“O preço do ouro aumentou nas últimas semanas e isso ajudou a estabilizar os portfólios”, afirmou Michele Gambera, uma das diretoras de alocação estratégica da UBS Asset Management. Contudo, o preço do ouro pode variar mesmo quando não há mudanças nos ânimos do mercado e, portanto, ele não está completamente a salvo.

Mesmo assim, o desempenho do ouro desde o fim de fevereiro foi similar ao de um “portfólio de títulos de alta qualidade. O ouro tem desempenhado seu papel tradicional de porto seguro em meio aos problemas mais recentes no mercado”, disse Ben Johnson, diretor de pesquisa em ETF global da Morningstar.

Johnson comentou que os fundos que detêm reservas de ouro, como o iShares Gold Trust e o SPDR Gold Trust, fornecem a “exposição mais pura” aos investidores. Fundos que investem em mineração têm desempenho mais parecido com o de ações e tendem a ser “extremamente voláteis”, de acordo com ele.

A família Glein tem confiança em que seu portfólio diversificado e suas reservas em dinheiro serão suficientes para resistir à recessão, mesmo que algumas das empresas para as quais alugam imóveis não sobrevivam.

O plano deles é reabrir as pistas de boliche em Tacoma. Mas antes precisam garantir que funcionários e clientes se sintam seguros para voltar.

Apesar dos riscos, Linda Glein conta que seu envolvimento com as empresas e com a comunidade é como um “jogo de xadrez” que a faz se sentir “muito mais viva e ativa que muitos de meus amigos aposentados”.

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Auxílio emergencial começa a ser pago para nascidos em novembro e dezembro

A Caixa começa a pagar neste sábado (4) o auxílio emergencial para trabalhadores nascidos em novembro e dezembro incluídos no primeiro, segundo e quarto lote do benefício.

O banco está pagando a primeira parcela do auxílio para o 4º lote de trabalhadores, a 3º parcela para o 1º lote de trabalhadores e a 2º parcela para o 2º lote de trabalhadores.

No pagamento da terceira parcela do auxílio ao lote 1, beneficiários que receberam a primeira parcela até o dia 30 de abril e não fazem parte do calendário do Bolsa Família, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas.

Já o pagamento da segunda parcela do auxílio para o lote 2 de trabalhadores (crédito da parcela 1 realizado entre 16/5 e 29/5) irá atingir 8,7 milhões de beneficiários, que receberão um montante de R$ 5,5 bilhões em benefícios.

O banco creditará o quarto lote da parcela 1 do auxílio emergencial para 1,1 milhão de beneficiários. No total, a Caixa disponibilizará, no lote 4, cerca de  R$ 700 milhões.

Veja abaixo o calendário de crédito em conta digital:

Calendário do auxílio – Crédito digital lote 1, 2 e 4Caixa/Reprodução

Mesmo para quem indicou contas em outros bancos o recebimento inicial do valor será pela conta poupança social digital. Foi uma forma de o banco evitar aglomerações nas agências antes do período para saques, pois muitas pessoas mandavam dinheiro para contas da Caixa e sacavam no banco. 

O beneficiário que recebe pela poupança social digital pode emitir o cartão de débito virtual para compras pela internet em sites e aplicativos que aceitam débito. A emissão do cartão é gratuita e a compra é debitada diretamente da conta, sem precisar sair de casa.

Veja agora o calendário para saque do dinheiro e redirecionamento para a conta no banco indicada no momento do cadastro:

Calendário consolidado Auxílio Lotes 1,2 e 4Caixa/Reprodução

Nas datas indicadas acima, havendo eventual saldo existente, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou, sendo poupança da Caixa ou conta em outro banco.

O calendário de crédito e saque termina no dia 19 de setembro e não inclui apenas a segunda parcela para o lote 3 (trabalhadores que já receberam a primeira parcela no mês de junho), mas logo esse lote também será adicionado ao grupo.

A Caixa realizou parcerias com prefeituras de 1280 cidades para a sinalização e organização das filas para facilitar a triagem fora das agências.

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Clientes do PagSeguro podem antecipar o saque do FGTS emergencial

O PagSeguro PagBank possibilita a clientes a antecipação do saque do FGTS emergencial por meio da transferência do dinheiro para a conta PagBank, em duas opções: com o cartão de débito virtual da Caixa ou boleto bancário. A conta digital é gratuita e não cobra taxas de manutenção, transferências e mensalidade.

Assim como ocorreu com o auxílio emergencial, a liberação do saldo do FGTS será através da conta poupança digital da Caixa, acessada pelo cidadão via app Caixa Tem. No entanto, caso mantenha o dinheiro nesta conta, o beneficiário só poderá efetuar o saque após carência de 30 dias estabelecida pela Caixa.

Os beneficiários podem transferir os valores online e sem custo: é só criar o cartão de débito virtual no aplicativo Caixa Tem ou no aplicativo de correntistas da Caixa e então cadastrá-lo no app PagBank, clicando no botão “Adicionar Dinheiro” e escolhendo a opção de adicionar via cartão de débito virtual da Caixa. O saldo é liberado na hora.

 

Outra alternativa é fazer a transferência através do boleto bancário. Para isso, o cliente deve acessar o app Pagbank, clicar no botão “Adicionar Dinheiro”, selecionar a opção boleto e digitar o valor que será transferido para a conta PagBank. Depois o usuário deve acessar o aplicativo Caixa Tem e escolher a opção “Realizar Pagamentos”. Basta escolher pela leitura do código de barra ou digitar os números do código para realizar o pagamento. O dinheiro será encaminhado para a conta PagBank em até 3 dias úteis.

No PagBank, é possível fazer e receber TEDs e transferências ilimitadas e gratuitas para qualquer banco, pagar contas, recarregar celular e receber 2% do valor de volta na sua conta, fazer pagamentos via QR Code em maquininhas e ganhar 10% do valor de volta. A fintech também oferece um cartão internacional grátis que pode ser utilizado para compras em lojas e na internet, para pagar aplicativos e serviços como Uber, Spotify e Google Play e ter acesso a saques grátis na rede Banco 24horas.

No PagBank também é possível fazer aplicação no CDB, com rendimentos de até 30% a mais que a poupança (120% do CDI) e com garantia FGC. Todos os clientes que aplicarem nos CDBs podem também pedir um cartão de crédito VISA internacional, grátis, sem anuidade e com limite de crédito igual ao valor investido no CDB.

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INSS prorroga antecipação do BPC e auxílio-doença até 31 de outubro

O governo federal publicou um decreto autorizando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a pagar antecipações do auxílio-doença e do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida, publicada em seção extra do Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira, 2, determina que as antecipações serão pagas até o dia 31 de outubro.

A Lei nº 13.982, que trata da autorização para antecipar o pagamento, estabeleceu o prazo de três meses, a partir de abril, para o pagamento de um salário-mínimo por mês para beneficiários do BPC e do auxílio-doença. A prorrogação publicada ontem tem por objetivo evitar a aglomeração de pessoas para atendimento presencial nas agências do INSS, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

De acordo com o decreto, a concessão da antecipação do auxílio-doença no valor de um salário mínimo (1.045,00 reais) se dará sem a realização de perícia médica. Para solicitar o benefício, o segurado deve anexar atestado médico junto ao requerimento, mediante declaração de responsabilidade pelo documento apresentado, por meio do portal ou aplicativo Meu INSS.

“O atestado médico deverá ser legível e sem rasuras e conter as seguintes informações: assinatura e carimbo do médico, com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM); informações sobre a doença ou a respectiva numeração da Classificação Internacional de Doenças (CID); e prazo estimado do repouso necessário”, informou o INSS.

O INSS informou ainda que a concessão do auxílio-doença continuará considerando os requisitos necessários, como carência, para que o segurado tenha direito ao benefício. Caso o valor do auxílio-doença devido ao segurado ultrapasse um salário-mínimo, a diferença será paga posteriormente em uma única parcela.

No caso do BPC, o INSS disse que a antecipação do benefício será paga com base nos dados de inscrição no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) e no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

“Além disso, para ter direito à antecipação, o requerente deve se enquadrar nas regras de renda relacionadas ao grupo familiar, que pode ser de até um quarto do salário-mínimo. Vale destacar que a antecipação do valor acima mencionado se encerrará tão logo seja feita a avaliação definitiva do requerimento de BPC”, informou o INSS.

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Queda de juros e crise empurram brasileiro para aplicações no exterior

Com a Selic (a taxa básica de juros) em 2,25% ao ano, o menor patamar histórico, e o Brasil atravessando uma forte crise econômica, os investidores se movimentam para encontrar aplicações que ofereçam ganhos reais (acima da inflação), e o caminho escolhido por muitos deles tem sido tentar a sorte no exterior. Dados do Banco Central mostram forte crescimento de aplicação de recursos em fundos e em ações em outros países desde o início do ano.

De janeiro a maio, investidores brasileiros destinaram US$ 3,452 bilhões para fundos no exterior, ante US$ 791 milhões durante o mesmo período de 2019. As aplicações em ações deram um salto ainda maior – somaram até maio US$ 707 milhões, quase dez vezes mais do que há um ano (US$ 74 milhões). Essas transferências são monitoradas pelo BC e incluídas no balanço de pagamentos do País.

“Os próprios brasileiros estão procurando oportunidades no exterior”, disse ogestor e sócio da Leste Global Investiments, Emmanuel Hermann, em evento virtual do BTG Pactual. Segundo ele, as remessas de recursos ao exterior começaram a crescer na mesma medida da queda dos juros nos últimos meses.

Os investimentos no exterior também começaram a ganhar mais visibilidade com o aumento do número de empresas brasileiras abrindo o capital lá fora. No fim do ano passado, a XP, por exemplo, movimentou US$ 2,25 bilhões em seu IPO (sigla em inglês para oferta inicial de ações) na Bolsa americana Nasdaq.

Boa parte desse dinheiro foi de brasileiros, via fundos de investimento. Também cresceram as possibilidades para que pessoas físicas, mesmo sem tantos recursos assim, fizessem esse movimento, com o surgimento de mais instrumentos como os Certificados de Operações Estruturadas (COEs), oferecidos por várias instituições financeiras (leia mais na página B3).

Com a Selic a 2,25%, o Brasil entrou no mundo do juro real negativo, o que favorece a busca por esses ativos no exterior. Cálculos do site MoneYou e da Infinity Asset Management indicaram que, com a taxa básica nesse patamar, o juro real brasileiro passou a ser de -0,78% ao ano. Considerando o conjunto das 40 economias mais relevantes do mundo, o País ficou em 14.º lugar no ranking – que tem Taiwan na dianteira.

Efeitos

Para especialistas, a manutenção das atuais taxas de juros tende a acelerar ainda mais esse processo. Mas isso pode também ter um efeito negativo para o País. Uma saída maior de moeda para o exterior pode gerar mais pressão tanto sobre a taxa de câmbio local como sobre a rolagem da dívida pública do governo.

“O Brasil mudou de regime”, disse o gestor da Canvas Capital, Eduardo Bodra, durante o mesmo evento do BTG, ao falar sobre o diferencial historicamente baixo de juros com o resto do mundo. O reflexo, disse, é o real com o pior desempenho entre as principais moedas. “É o brasileiro que está mandando dinheiro para fora”, disse.

Como resultado, esse quadro cria uma maior escassez de dólares no mercado doméstico. O fato de o País também não estar atraindo tanto investidores estrangeiros como antes ajuda a pressionar o câmbio.

Ex-diretor do BC e hoje pesquisador na Universidade de Columbia, em Nova York, Daniel Gleizer afirma que, historicamente, investidores brasileiros sempre costumaram comprar mais ativos domésticos, por conta da dívida indexada, que assegurava rendimento real positivo elevado. Essa tendência difere de outros países da região, como a Argentina, onde houve fuga importante de capital do investidor local.

O sócio da Ibiuna Investimentos Rodrigo Azevedo, chamou a atenção para o risco de a queda da Selic levar a um ambiente de “desancoragem do real”, ou seja, uma situação em que os brasileiros preferem investir em ativos no exterior. A dúvida, disse, é se nesse ambiente os investidores ainda terão interesse por título público indexado à Selic.

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Auxílio emergencial começa a ser pago para nascidos em setembro e outubro

A Caixa começa a pagar nesta sexta (3) o auxílio emergencial para trabalhadores nascidos em setembro e outubro incluídos no primeiro, segundo e quarto lote do benefício.

O banco está pagando a primeira parcela do auxílio para o 4º lote de trabalhadores, a 3º parcela para o 1º lote de trabalhadores e a 2º parcela para o 2º lote de trabalhadores.

No pagamento da terceira parcela do auxílio ao lote 1, beneficiários que receberam a primeira parcela até o dia 30 de abril e não fazem parte do calendário do Bolsa Família, a Caixa disponibilizará mais R$ 19,7 bilhões para 31 milhões de pessoas.

Já o pagamento da segunda parcela do auxílio para o lote 2 de trabalhadores (crédito da parcela 1 realizado entre 16/5 e 29/5) irá atingir 8,7 milhões de beneficiários, que receberão um montante de R$ 5,5 bilhões em benefícios.

O banco creditará o quarto lote da parcela 1 do auxílio emergencial para 1,1 milhão de beneficiários. No total, a Caixa disponibilizará, no lote 4, cerca de  R$ 700 milhões.

Veja abaixo o calendário de crédito em conta digital:

Calendário do auxílio – Crédito digital lote 1, 2 e 4Caixa/Reprodução

O calendário de crédito e saque termina no dia 19 de setembro e não inclui apenas a segunda parcela para o lote 3 (trabalhadores que já receberam a primeira parcela no mês de junho), mas logo esse lote também será adicionado ao grupo. A expectativa é que estes trabalhadores recebam o pagamento nesta semana.

Mesmo para quem indicou contas em outros bancos o recebimento inicial do valor será pela conta poupança social digital. Foi uma forma de o banco evitar aglomerações nas agências antes do período para saques, pois muitas pessoas mandavam dinheiro para contas da Caixa e sacavam no banco. 

O beneficiário que recebe pela poupança social digital pode emitir o cartão de débito virtual para compras pela internet em sites e aplicativos que aceitam débito. A emissão do cartão é gratuita e a compra é debitada diretamente da conta, sem precisar sair de casa.

Veja agora o calendário para saque do dinheiro e redirecionamento para a conta no banco indicada no momento do cadastro:

Calendário consolidado Auxílio Lotes 1,2 e 4Caixa/Reprodução

Nas datas indicadas acima, havendo eventual saldo existente, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou, sendo poupança da Caixa ou conta em outro banco.

A Caixa realizou parcerias com prefeituras de 1280 cidades para a sinalização e organização das filas para facilitar a triagem fora das agências.

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Golpe que promete saque de R$ 1.045 do FGTS faz mais de cem mil vítimas

Golpistas estão se aproveitando do início do novo saque emergencial de R$ 1.045 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para enganar beneficiários, prometendo facilitar o recebimento do valor, que é creditado pela Caixa Econômica Federal, de acordo com o mês de nascimento, em contas poupanças sociais digitais abertas em nome dos trabalhadores. Até o momento, mais de cem mil pessoas já foram vítimas do golpe.

O laboratório especializado em segurança digital da PSafe (dfndr lab) identificou novos links do golpe que promete o saque do FGTS. Em geral, na página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, pedem o compartilhamento do link falso com seus contatos, como uma suposta garantia para o recebimento de R$ 1.045.

Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, explica os criminosos podem usar os dados das vítimas para abrir contas em banco e fazer assinatura de serviços:

“Quando a vítima informa seus dados no link malicioso, fica vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados. Outro problema é que, quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação do golpe, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado dos ataques”.

O dinâmica desta ação já havia sido observada anteriormente em outros ciberataques, como o que prometia o cadastramento no programa de auxílio emergencial do governo federal. No entanto, diferentemente do primeiro golpe identificado, este ainda redireciona a vítima para uma página que solicita permissão para o envio de notificações (push notifications).

Uma tela solicita permissão para envio de notificações.

“Quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem se utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes”, alerta Simoni.

Confira dicas para evitar cair em golpes

  • 1 – Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular, como o dfndr security, que oferecem proteção em tempo real contra links maliciosos compartilhados por meio de WhatsApp, Facebook Messenger e SMS e no navegador.
  • 2 – Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável.
  • 3 – Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro.

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