Como investir em Ouro? Guia completo

Como investir em ouro - Guia Completo - Barras de ouro

O ouro está com tudo, mas você sabe como investir em ouro de forma segura?

Entre 2000 e 2019, o ouro acumulou valorização 240%, praticamente cinco vezes o retorno do Ibovespa no mesmo período.

Em 2020, investir em ouro oferecia rentabilidade próxima de 40% até junho. Os investidores costumam comprar ouro para se proteger em tempos de incerteza.

O ouro é um metal precioso muito valorizado desde que foi descoberto e passou a ser usado como reserva de valor.

Períodos de guerras, crises econômicas e de saúde (pandemia em 2020) elevam o interesse pelo ouro como parte da carteira de investimentos.

Em geral, investidores alocam entre 5% e 10% do patrimônio líquido em ouro.

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Vale a pena investir em ouro?

Considerando o histórico da rentabilidade do ouro nos últimos anos, é cada vez mais comum a dúvida sobre como investir em ouro.

Será que essa decisão faz sentido para todo tipo de investidor? Por que comprar ouro?

Porque o ouro é um ativo físico e uma reserva de valor, além de ainda lastrear a reserva monetária de inúmeros países e suas economias.

Os especialistas confirmam que o ouro é um ativo muito seguro e com demanda praticamente garantida, além de boa facilidade de ser convertido em dinheiro (liquidez).

Quando as coisas ficam nebulosas, o ouro é uma das poucas “certezas” que o investidor conhece. Pense na história do ouro e sua utilização ao longo do tempo.

Trata-se de um dos ativos mais antigos do mundo, sempre com oferta, demanda e valor. Quem tem ouro, tem patrimônio e reserva de valor.

É seguro comprar ouro?

Pense em uma carteira de investimento composta por 60% em renda fixa e 40% em renda variável.

Com a queda brusca tanto dos juros quanto do Ibovespa ocorrida no primeiro semestre de 2020, a rentabilidade da carteira seria duramente afetada.

Agora imagine que a carteira tivesse 60% em renda fixa, 30% em renda variável e 10% em ouro. A queda total do patrimônio seria atenuada porque os 10% em ouro subiriam 40% ou mais no mesmo período.

Gestores profissionais reiteram que o papel do ouro não é o de um investimento clássico, por isso recomendam que o percentual a ele destinado seja menor.

Seu papel é proteger o patrimônio – daí se diz que ouro é sinônimo de hegde (proteção, em inglês).

Quando devo comprar ouro?

Sempre e de acordo com o percentual que você definiu em termos de alocação de ativos na sua carteira de investimentos.

No exemplo que usamos acima, o ouro deve representar 10% do total do patrimônio e provavelmente extrapolou esse valor com a alta súbita.

Quando o percentual for excedido, você deve vender parte do ouro e realocar em outra classe de ativos que tenha ficado abaixo da meta percentual (renda variável, por exemplo).

O oposto também vale, caso a situação mude no futuro. Ou seja, o ideal é investir em ouro aos poucos, comprando com frequência e de acordo com sua estratégia.

Nada de querer adivinhar o momento para conseguir a melhor cotação da grama de ouro, afinal estamos falando de um ativo de proteção e presença constante no seu portfólio.

Quais os riscos de investir em ouro?

Se você comprar ouro de forma não especulativa, você não terá grande sustos ou problemas. Lembre-se do ouro como ativo de proteção.

O mais importante para sua sanidade mental (e seu patrimônio) é não se ater à rentabilidade do ouro como um fator primordial para tê-lo em carteira.

O objetivo não é ganhar dinheiro comprando e vendendo ouro, mas minimizar o risco de perda de toda a carteira.

A alta volatilidade no preço do ouro hoje e sua liquidez no mercado secundário não pode se transformar em uma neurose.

Controle seu ímpeto: a variação na cotação tampouco deve ser encarada como uma oportunidade para especular.

Seu foco deve ser a proteção do patrimônio. Compreenda melhor o que costuma mexer com a cotação do ouro mundo afora:

  • Situação econômica dos principais países do mundo (política monetária, taxa de juros, consumo, recessão ou não, mercado de renda variável em geral e etc.);
  • Oferta e demanda. Quanto mais gente procura ouro como investimento e proteção, mais sua cotação aumenta (e vice-versa);
  • Aspectos naturais que envolvam extração do ouro, o que afeta pode diminuir ou aumentar a oferta.

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Como investir em ouro na XP (ou em outra corretora)?

Para investir em ouro através de uma corretora, você pode negociar contratos futuros de ouro ou se tornar um investidor de um fundo de investimentos em ouro.

Contratos futuros de ouro

Com a conta aberta na corretora de sua preferência, você precisará usar a plataforma de negociação oferecida por ela – também chamada de home broker.

É através do home broker que você negocia os contratos futuros de ouro de maior liquidez, cujos códigos são os seguintes:

  • Lote Padrão de 250g: código OZ1D;
  • Lote Fracionário de 10g: código OZ2D.

Neste caso, você compra e vende o contrato, não o ouro físico em si.

Como a negociação acontece via bolsa de valores, você tem isenção de Imposto de Renda em operações com lucro de até R$ 20 mil dentro do mês.

Recomenda-se que investir em ouro através de contratos futuros seja uma escolha do investidor mais experiente e que tenha parte de sua estratégia voltada para o curto e médio prazo.

Se você é um investidor iniciante, prefira fundos de investimento em ouro.

Fundo de investimento em ouro vale a pena?

O fundo de investimento em ouro é a porta de entrada para o investidor que deseja começar sua proteção de patrimônio.

Com o fundo, não há a necessidade de tê-lo fisicamente em casa ou em algum outro lugar.

Quando você é cotista de um fundo de investimento em ouro, você apenas se preocupa com aportar mais no fundo (ou reduzir sua posição).

Esqueça a necessidade de saber códigos específicos ou entender do mercado de mercadorias e futuros.

O gestor profissional que administra o fundo de investimento em ouro é o responsável pelas operações. Os fundos aqui podem ser:

  • Passivos, em que o gestor busca apenas acompanhar a flutuação da cotação da grama do ouro no mercado;
  • Ativos, em que o gestor busca também negociar o ouro em busca de rentabilidade superior.

Alguns exemplos de fundos de investimento em ouro:

  • Órama Ouro FIM: investimento mínimo inicial de R$ 100,00, com taxa de administração máxima de 0,6% ao ano;
  • XP Trend Ouro FIM: investimento mínimo inicial de R$ 500,00, com taxa de administração de 0,5% ao ano;
  • Caixa FI Ouro: investimento mínimo inicial de R$ 5.000,00, com taxa de administração de 1,5% ao ano.

Como investir em ouro físico?

A compra de ouro em barras já foi um pouco mais complicada, mas hoje está mais simples graças à Internet.

Instituições credenciadas usam a Internet para oferecer seus serviços e a entrega acontece direto em sua casa.

A escolha por comprar ouro online precisa levar em conta a segurança e solidez da instituição escolhida.

Pesquise se a distribuidora de valor (DTVM) escolhida está devidamente credenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Banco Central (BC).

No primeiro acesso, você terá que realizar um cadastro, conforme exigência do BC.

Ao acessar o site da empresa depois disso, você vai se deparar com a possibilidade de comprar diferentes quantidades de ouro.

Você pode comprar de 1g até múltiplos de 1 onça (28g), ou até mesmo formatos e pesos específicos, tais como:

  • Barras de ouro;
  • Pirâmides de ouro;
  • Lâminas de ouro;
  • Cartões com uma barra/lâmina de ouro.

A entrega em casa através dos Correios acontece com valor assegurado até R$ 50 mil, sempre de forma discreta e segura.

Você deve se certificar de que será capaz de receber o próprio pedido ou então terá que preencher um termo de autorização para outra pessoa receber em seu nome.

Como neste caso o ouro físico será entregue em sua casa, é importante ter um local seguro para guardá-lo. Um cofre é o mínimo necessário.

Você também pode contratar um banco para guardar seu ouro, mediante pagamento de custódia mensal que varia de acordo com o volume financeiro envolvido.

Ourominas é confiável?

Segundo informações que constam no site da empresa, o negócio existe e oferece metais preciosos e moedas há mais de 30 anos.

A empresa diz contar com mais de 80 lojas espalhadas pelo Brasil, entre próprias e credenciadas. A Ourominas é uma marca da O.M. D.T.V.M Ltda.

Parmetal é confiável?

Segundo o site oficial da empresa, a PARMETAL D.T.V.M é uma instituição financeira credenciada pelo BC, com o Número de Instituição 37637 e pela CVM.

Sua matriz está registrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) com o Número 20.155.248/0001-39.

Como comprar ouro online de forma segura?

Como consumidor, você deve dar preferência para a compra direto com a empresa e suas lojas próprias.

Caso encontre-se em uma cidade em que só existe loja credenciada, antes de fechar negócio faça contato com a matriz.

Sempre confirme se o local continua credenciado e apto a negociar em nome deles.

Toda e qualquer negociação precisa ter comprovantes que especifiquem claramente os parâmetros utilizados, bem como detalhe a empresa envolvida e o cliente.

Na dúvida, não faça negócio e informe-se mais sobre a empresa também procurando sobre sua reputação em sites como Reclame Aqui, entre outros.

O interessante no caso de empresas credenciadas é que a recompra do ouro é garantida, ainda que em uma cotação inferior.

Isso é importante porque o ouro é certificado, o que dá segurança de que não se trata de um produto adulterado. Você será capaz de vender com facilidade.

Ter joias também é investir em ouro?

Se você tem joias, elas podem ser consideradas parte do patrimônio, mas não as coloque como fator de proteção da carteira.

Não custa lembrar que a proteção é o papel principal do ouro, como aprendemos um pouco mais no texto de hoje.

Embora você possa negociar diretamente com outras pessoas ou através de lojas de penhor, prefira outras modalidades.

O que são aqueles vendedores de ouro nas ruas?

Existe um mercado informal de negociação de ouro e muitos dos vendedores de rua que observamos fazem parte dele.

Você pode notar que o preço do ouro praticado é mais atraente, mas é importante se certificar de cuidados.

  • Estamos mesmo falando de ouro puro?
  • Há uma empresa credenciada certificando o ouro vendido?
  • Ao tentar vender o ouro, será que haverá liquidez? Mas a que preço?
  • Qual é a procedência do ouro vendido nas ruas?

Em finanças e investimentos, existe uma regra simples que evita muitos arrependimentos: “sempre que o negócio parecer bom demais para ser verdade, desconfie”;

Assim, é provável que seja mesmo muito bom para ser verdade, ou seja, seja uma mentira, um golpe.

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Conclusão

Para investir em ouro de uma forma segura e responsável você deve primeiro entender o papel do ouro em sua carteira de investimentos.

O ouro é um ativo de proteção, não uma fonte pura e simples de rentabilidade.

Você compra ouro para fazer hedge, ou seja, amenizar o efeito de crises e situações inesperadas em sua carteira.

Como um dos ativos mais valiosos do mundo há séculos, o ouro segue sendo muito procurado e é reconhecido como uma reserva de valor.

Hoje em dia você já consegue comprar ouro online de forma segura ou até mesmo investir em outro na bolsa de valores ou através de um fundo de investimento em ouro.

Aproveite que você aprendeu mais sobre ouro e comece hoje mesmo a melhorar a diversificação de seus investimentos.

—— Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

MARAVILHAS DA TERRA (MDT MUNDI) – SAIBA TUDO AQUI!

MARAVILHAS DA TERRA –  A melhor Oportunidade de Negócios da Atualidade!

Nesta página você saberá tudo sobre a Maravilhas da Terra! Esta é uma página explicativa e não se trata do site oficial da empresa.

Se você gostaria de ganhar dinheiro, viajar com tudo pago, ganhar carros e comercializar produtos de saúde e bem estar de alta qualidade, você está no local certo!

O que é Maravilhas da Terra – MDT MUNDI

imagem com a logomarca da maravilhas da terra

Fundada em Jundiaí-SP no ano de 2017, a Maravilhas da Terra ( MDT Mundi ), é uma empresa que comercializa produtos de Saúde e Bem-Estar com altíssima qualidade, em pouco tempo já ganhou espaço no Brasil e tem sido preferencia.

Visando sua expansão a nível mundial, a Maravilhas da Terra passou a se chamar MDT Mundi também.

A MDT Maravilhas da Terra possui Centros de Distribuição espalhados pelo pais e esta iniciando sua expansão internacional por meio de seus milhares de empreendedores posicionados no bilionario mercado de saúde e bem estar.

Criada por Neil e Lorena Campos Com apenas um chá, ajudaram milhares de pessoas a viverem com mais saúde, autoestima, alegria e felizes com o seu corpo. Ouvi-se muitos relatos de transformação de vida graças aos Produtos da Maravilhas da Terra.

Em 2019, com a chegada do nosso CEO Martinelly Santos, a empresa ingressou oficialmente no mercado      de Marketing de Relacionamento (MMN), permitindo a todas essas pessoas transformarem suas vidas de forma muito mais rápida. A empresa cresceu 1.250% em 2019, devido a qualidade e portfólio de produtos.

Visando o crescimento e alavancagem, a empresa decidiu avançar por todos os cantos do país. Criaram, então, a oportunidade de pessoas terem o seu negócio próprio, oferecendo os chás aos seus amigos, familiares e clientes, por meio da Venda Direta. Deu MUITO certo.

Produtos MDT Maravilhas da Terra

Imagem com todos os produtos da Maravilhas da Terra

Os Produtos da Maravilha da Terra possuem alto padrão de qualidade, são produtos voltados para saúde e bem-estar. A empresa vem crescendo muito no país devido aos seus produtos estarem dando muito resultados.

O Super Chá SB (seca barriga) MDTea da MDT Maravilhas da Terra teve a sua formulação potencializada para potencializar os resultados e entregar ainda mais bem-estar para os consultores e consumidores final visando otimizar sua ação com base nas premissas técnico-regulatórias.

Além disso, todos os chás evoluíram para a nova linha MDTea, que marca um novo momento no posicionamento mundial da companhia – MDT Mundi.

Isso porque os chás SB, Linfachá, Sbeltchá, Sonobom, Santé e Glycontrol passam a contar com o selo Kosher, com ervas selecionadas e rastreadas desde o plantio até a produção. Com isso, a absorção pelo organismo ocorre de maneira ainda mais natural e rápida.

O selo Kosher é uma certificação reconhecida internacionalmente e fortalece o comprometimento com a qualidade, com base em sua expansão para outros países.

QUER COMPRAR PRODUTOS MARAVILHAS DA TERRA?

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imagem com produtos da maravilhas da terra

Como Funciona a Maravilhas da Terra

A MDT Mundi possui várias formas de ganhos onde você poderá comercializar produtos ou montar sua equipe e ter ganhos sobre a produção de toda sua rede de relacionamento dentro da Maravilhas da Terra.

Como funciona a Maravilhas da Terra: para ter direito a comprar produtos a preço de custo e participar das formas de ganhos da empresa, é preciso adquirir seu Kit inicial MDT BOX.

kit da maravilhas da terra com varios produtosCom apenas R$297,90 você inicia o negócio e leva:

– 10 chás para revenda com até 100% de lucro

– 3 Guias do Sistema de Treinamento Freedom

– Loja virtual exclusiva pra vender produtos Online sem sair de casa e terá

– Direito de representar a marca.

 

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Formas de Ganhos Maravilhas da Terra

Ao todo são 12 formas de ganhos da Maravilhas da Terra MDT incluindo vendas diretas, bônus de incentivo, bônus de viagem, bônus de rede e bônus carro.

Veja abaixo quais são as formas de ganhos:

1. Bônus de Comercialização

Ganhe até 100% de margem de lucro sobre a revenda dos produtos MDT.
Exemplo: Compre um chá por: R$ 20,00 Venda por: R$ 40,00
Venda 5 chás por dia durante 30 dias e lucre: R$ 3.000,00

2. Bônus de Primeiro Pedido

segunda forma de ganho da mdt mundi

Ao cadastrar uma nova pessoa na Maravilhas da Terra, você faz 100 pontos de Volume de Conexão.

Ganha um percentual em cima desses pontos nas seguintes proporções:

25% no primeiro nível
5% no segundo e
5% no terceiro

Ao se tornar Elite ou acima, passa a ter ganhos também sobre as suas gerações*. Você pode ganhar 5% sobre até 5 gerações de acordo com a sua graduação, com compressão dinâmica geracional.

3. Bônus de Equipe

Preencha as 14 posições de sua Matriz Educacional e habilite sua Matriz Profissional, que paga um bônus diferenciado.

Entenda como funciona:

bonus de equipe mdt

Para preencher essas 14 posições da Educacional, basta você cadastrar dois Consultores que cadastrem mais dois, e cada um também cadastre mais 2. Caso um desses Consultores da Matriz não faça essas duas conexões, caberá a você cadastrar alguém para preencher o espaço vazio.

Quando você conecta alguém, o preenchimento dos espaços vazios é automático, na direção da esquerda para a direita. Importante: enquanto não preencher exatamente essas 14 posições da Matriz Educacional, não é possível abrir a Profissional.

O principal sistema de remuneração é Unilevel.

O Bônus de Equipe é uma remuneração diferenciada baseada na montagem de duas equipes chamadas de Educacional e Profissional.

 

4. Bônus Infinity

Receba um percentual sobre as compras de produtos de seus indicados diretos e dos descendentes deles de acordo com sua graduação. Os percentuais são calculados em cima do Volume Pessoal de cada um.

Para ter acesso a esse bônus você precisa estar ativo.

Este bônus é pago com compressão dinâmica geracional por graduação. Ou seja, quanto maior a sua graduação, mais você ganhará na profundidade. Você também aumenta os níveis e gerações de ganhos, se for o maior líder graduado de sua equipe:

4ª forma de ganho maravilhas da terra
5. Bônus Produtividade

Esse bônus também é pago sobre as compras dos seus diretos e descendentes, soma-se ao Bônus Infinity.

Para estar apto a receber o bônus de produtividade você precisa estar ativo e graduado como Elite, Safira, Rubi, Esmeralda, Diamante ou acima.

É um bônus de emancipação gradativa para que você possa acompanhar no Escritório virtual, basta calcular a porcentagem de 3% sobre VG (volume de grupo), VG-S, VG-R, VG-E e VG-D, de acordo com sua graduação.

Veja a tabela de emancipação gradativa sobre o VG:

bonus de produtividade maravilhas da terra
6. Bônus Celebrity (Incentivo Fidelidade)

Ao chegar a Diamante ou acima, você se torna uma celebridade e passa a ser percebido como referência de sucesso na Maravilhas da Terra.

Para estimular o seu crescimento e seguir formando novos Diamantes, a MDT Mundi criou o Bônus Celebrity, que é um bônus pago sobre o resultado financeiro gerado por um Diamante ou graduação acima e que seja primeira geração em sua linha descendente.

Gradue-se como Diamante ou mais e ajude a formar novos Diamantes ou acima e receba um percentual sobre os ganhos deles.

Você receberá um percentual do Bônus de Produtividade da sua primeira geração de Diamante ou acima, de acordo com a tabela:

Sexta forma de ganho da maravilhas da terra
7. Bônus de Liderança (Incentivo Fidelidade)

O Bônus de Liderança da Maravilhas da Terra é pago para Blue Diamond ou graduados acima.

Você receberá 2% sobre o seu VG-B ao se tornar Blue Diamond, e ao se tornar um distribuidor Red Diamond, passe a receber 2% de todos os seus Blue Diamond e acima. Quanto maior a sua graduação, maior os seus níveis de ganho em profundidade de Blue Diamonds e acima, conforme tabela:

setima forma de ganho da mdt mundi

8. Bônus de Participação (Incentivo Fidelidade)

O bônus de participação da Maravilhas da Terra é destinado aos Elite e acima, a MDT separa 3% do total de pontos gerados pela venda de produtos durante o mês.

Requisitos para receber este bônus:

  • O consultor necessita ter graduado durante 3 meses consecutivos;
  • estar ativo com 200 pontos;
  • estar habilitado a receber o bônus de equipe;
  • Ser Construtor de Sucesso e estar recebendo no mínimo 10 Bônus Treinador;
  • Ter pelo menos 1 novo consultor direto cadastrado no mês;
  • Estar inscrito e habilitado no app Freedom ( com o pagamento em dia);
  • Participar das Opens e Seminários.

8 bonus maravilhas da terra

9. Bônus Treinador

Ganhe 15% do Volume de Conexão (VC) a cada novo consultor que você ajuda a se cadastrar à Maravilhas da Terra, sendo esta pessoa da sua rede ou em qualquer outra equipe da MDT Mundi.

O próprio Consultor que se cadastrou no negócio com sua ajuda, deve indicar você como Treinador na página de cadastro.

10. Bônus Construtor de Sucesso

Ganhe 5% todo mês sobre o Volume Pessoal gerado nas Matrizes Educacionais de suas Matrizes Profissionais.

11. Travel Points (Incentivo Fidelidade)

Os Travel Points é mais uma forma da empresa bonificar aqueles que tem comprometimento e estão trabalhando da forma correta.

Troque seus Travel Points por viagens!

Toda ativação mensal com 200 pontos de Volume Pessoal que você fizer irá acumular os Travel Points.

A cada novo cadastro que você faz, também soma Travel Points com 100 pontos de volume, ou seja, os pontos considerados para Travel Points é igual as somas dos VP e dos VC seu e de suas equipes, cada equipe poderá somar para você no máximo 25% dos Travel Points necessários para a sua premiação.

Exemplo: suponhamos que seja necessários 100 mil pontos para você ir a uma viagem, o máximo que cada uma de suas equipes poderá somar de Travel Points para você é de 25.000 (25%).

12. Premiações e Viagens (Incentivo Fidelidade)

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Troque seus Travel Points por viagens inesquecíveis. O seu Escritório Virtual lhe fornecerá automaticamente os seus Travel Points para que você possa se programar

Veja as campanhas em vigor no Guia de Incentivos.

Cadastro Maravilhas da Terra

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Saiba como se cadastrar na MDT Maravilhas da Terra, seja um consultor MDT e ganhe muito dinheiro levando saúde e bem-estar para as pessoas.

Faça o seu Cadastro Maravilhas da Terra e comece a empreender o mais rápido possível!

O cadastro consiste no preenchimento dos seus dados e a compra do MDT BOX no valor de R$297.

Este Kit vem 10 chás que poderão ser comercializados por você e assim você recupera o valor do empreendimento.

Para preencher o cadastro e COMPRAR o MDT BOX Clique no botão:

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Como aprender a investir: 3 lições que mudaram minha vida

Como aprender a investir: lições para mudar sua vida

Como aprender a investir? Será que existe uma lógica ideal para se tornar um investidor? Algumas pistas sobre isso aqui.

Nunca tivemos tanto conteúdo sobre educação financeira à nossa disposição, não é mesmo? Como aprender a investir, no entanto, não é exatamente um aprendizado que depende tanto desse mar de informação sobre finanças pessoais e investimentos.

Não se trata de uma crítica ao excesso de conteúdo, mas ao fato de que nós atribuímos a ele muito mais responsabilidade do que deveríamos. Conteúdo e informação sempre serão importantes, mas as escolhas seguirão sendo individuais.

O que eu escuto com frequência é que “agora guardar dinheiro ficou muito mais fácil e posso aprender a investir quando quiser”. A ilusão do controle somada ao cada vez maior repertório de educação financeira nos coloca como alguém capaz de resolver a situação a qualquer momento. A realidade? Bem, você sabe que não é assim.

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Como aprender a investir: 3 lições que mudaram minha vida

Interpretar e transformar o conteúdo a que temos contato em prática não é simples e depende tanto de atitude, interesse quanto de capacidade e formação. Eu sei que ainda temos um longo caminho a percorrer neste sentido, então para não ficar divagando sobre isso, melhor falar do que eu consegui fazer e testar.

Em 2020, completarei 20 anos investindo no mercado financeiro. Sinto-me muito como uma frase famosa de Nassim Taleb: “São 5 anos aprendendo a ganhar dinheiro e 15 aprendendo a não perder”. Permita-me compartilhar algumas lições simples (porém profundas) que mudaram a minha vida.

Lição 1: Mais prática que expectativa

Vivemos tempos cada vez mais interessantes, mas carregados de apelos de todos os lados. A possibilidade de se conectar com tanta gente ao mesmo tempo nos deixa mais ansiosos; e acompanhar suas vidas de maneira praticamente instantânea eleva nossas expectativas.

O “guru que você precisa” está a poucos cliques do mouse ou rolar dos dedos no celular. A mensagem que fala “exatamente o que você precisa ouvir” pode ser facilmente encontrada nas redes sociais.

Sem perceber, você passa mais tempo preocupado com o que você não tem (e não faz) do que com o que você já conseguiu (e fez). Analisando o mundo financeiro, temos passado muito tempo consumindo conteúdo sobre como aprender a investir, mas sem começar a guardar de fato.

“Comece com o que você tem agora”. Eu ouvi isso cedo e, para minha felicidade, tentei seguir o conselho. Comprei ações de empresas no mercado fracionário, entrei e sai de diferentes fundos de investimento e comecei uma previdência complementar na primeira oportunidade possível, ainda com 20 anos.

Não se engane ou pense que isso faz de mim alguém diferente. Não se trata de virtude, mas escolhas. As quantias guardadas eram modestas e o foco era mesmo tentar fazer algum investimento (e aprender fazendo) do que esperar que alguma coisa mudasse por simples capricho.

Com o hábito, ficou mais fácil investir, mas não menos desafiador lidar com realidade de investimentos. Mudança de cenários, escolha das empresas, carteira de investimentos, como diversificar, abrir ou não negócio próprio, risco, tudo isso segue relevante. Mas quando você já começou, a motivação é diferente.

Leia também: Obsolescência Programada: só o que é novo é bom? Cuidado

Lição 2: Mais networking que leitura

A leitura segue uma trajetória semelhante à da expectativa, embora tenha aspectos positivos muito interessantes e efeitos colaterais valiosos. O ponto é não se deixar levar pela cada vez mais presente simplificação de conceitos, como se resultados incríveis fossem apenas uma questão de “seguir uma receita”.

Como aprender a investir é uma parte essencial de uma jornada que deverá acompanhá-lo para o resto de sua vida. As biografias de grandes investidores mostram isso com clareza, mas muitas obras comerciais baseadas nelas fazem parecer fácil se tornar uma nova e atualizada versão deles.

Se fosse tão fácil repetir as lições de livros de investimentos, por que alguém trabalharia no mercado financeiro, por exemplo? Ou em qualquer outra coisa? A retórica polêmica destas perguntas serve para provocá-lo a pensar mais em relacionamentos que lições – e isso inclui ler esse próprio texto com muito cuidado.

Leia bastante, isso é importante, mas procure conhecer pessoas capazes de compartilhar histórias reais sobre escolhas, consequências e aprendizados envolvendo finanças pessoais e investimentos.

Encontros e networking neste sentido oferecerão uma visão mais prática e menos “glamourizada” sobre como as coisas realmente acontecem na vida real. Uma pessoa sincera sempre contará a verdade sobre sua história, mas isso nem sempre estará nos livros sobre ela (ou que ela escreveria). Por quê? Porque ninguém iria quer comprá-los.

Imagine uma livraria com títulos como “Fique rico em 20 anos (ou mais): isso se você fizer as coisas direito” ou “Você não vai ganhar dinheiro investindo, mas trabalhando muito” e por aí vai. Pois é, as vendas seriam um desastre. Em um café, você pode falar sobre tudo isso. Nas suas leituras, não será tão fácil achar capítulos honestos assim.

Lição 3: Mais interpretação que redes sociais

Se por um lado a leitura deve ser feita de mais cuidadosa, ela precisa ser frequente e cada vez mais incentivada. Existem excelentes livros, repletos de boas sugestões, histórias e ideias – e até mesmo as ideias têm consequências, como temos aprendido com a realidade atual do Brasil e do mundo.

Eu disse que pode ser um pouco mais difícil do que você pensa encontrar, em um livro, várias dicas realmente práticas sobre como aprender a investir. Achá-las nas redes sociais é ainda mais complicado, por mais paradoxal que isso possa parecer.

O mundo totalmente conectado permite que amigos sejam a voz de amigos através de vídeos no Youtube ou postagens em seus perfis. Compartilhar o que você tem feito, como tem feito e que resultados tem alcançado nunca foi tão fácil. Verdade. Mas mentir também nunca deu resultados tão “interessantes” e vantajosos.

Popularidade. Alcance. Autoridade. Convites para eventos. Publicidade. Reconhecimento público. Uma mensagem de conteúdo duvidoso (ou mesmo impreciso, errado) pode alcançar e impactar milhões de pessoas em pouco tempo. Comentei mais sobre isso nos conselhos de educação financeira que recebi.

O efeito viral de uma falsa história virtual de sucesso nos investimentos pode arruinar centenas, milhares de vidas. De forma real e duradoura. Você deve ser mais cuidadoso com o conteúdo que consome, o que significa aprender a interpretá-lo e validá-lo antes de simplesmente tentar replicá-lo.

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Conclusão

O principal convite deste texto é direto e objetivo: viva o mais próximo da realidade possível. Isso não significa deixar de sonhar ou querer crescer na vida, o que quer que isso signifique pra você, mas saber que o caminho requer escolhas, trabalho, bons relacionamentos e responsabilidade, não mágica e ressentimento.

Foto: Pexels.

—— Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

Comprar casa própria ou alugar: simular é fácil, mas como se decidir?

Comprar casa própria ou alugar: como se decidir?

Entre amigos, nos papos com a família e na Internet, você sempre vai encontrar calorosas discussões envolvendo a decisão de comprar casa própria ou alugar.

Você com certeza já ouviu a expressão “Quem casa, quer casa”. Pois é, comprar a casa própria ou alugar um imóvel é uma decisão que sempre “atormenta” casais jovens, mas que existe também como dúvida entre quem está formando patrimônio.

A discussão costuma girar em torno da dúvida sobre as vantagens entre comprar a casa própria e alugar. Alguns benefícios da casa própria não fazem sentido para quem prefere alugar e os dois grupos são ferrenhos defensores de seus pontos de vista.

Minha visão é bastante pragmática e simples: a polêmica é muito interessante para abrir a cabeça para novas perspectivas, mas as escolhas precisam ser tomadas de acordo com o perfil, necessidades e prioridades de cada um.

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Comprar casa própria ou alugar? O lado financeiro da coisa

Os principais argumentos de quem defende que você deve fugir da compra da casa própria são financeiros, principalmente quando a família defende empatar muito dinheiro em um imóvel ou financiar em muitos anos.

A tese de quem prefere alugar a comprar a casa própria defende que o dinheiro bem aplicado, mais a disciplina de seguir investindo mês a mês fará seu patrimônio líquido final ser maior do que aquele com a casa própria (mesmo com sua potencial valorização).

De forma simplificada, pense que você pode dar uma entrada de R$ 100 mil para comprar um imóvel de R$ 400 mil. O financiamento dos R$ 300 mil hoje em 20 anos, a uma taxa anual de 7% ao ano considerando a Tabela SAC geraria parcelas iniciais de R$ 3 mil, caindo até R$ 2 mil ao longo de 10 anos. E depois até R$ 1.300 ao longo dos 10 anos finais.

Caso você consiga alugar um imóvel semelhante por R$ 1.500,00, digamos, você deveria ter de R$ 1.500,00 a R$ 500,00 por mês, pelo menos durante 10 anos, para investir – estes valores são a diferença entre o que você pagaria de parcela para o valor do aluguel. Para efeitos didáticos, estou excluindo a inflação deste exercício.

Mas será que você teria disciplina para guardar e investir este valor todo mês? Talvez. Provavelmente não, se considerarmos como a maioria dos brasileiros lida com o seu dinheiro. Com a parcela do imóvel chegando todo mês, você teria uma conta para pagar. É diferente, eu sei, embora não devesse ser se pensarmos na educação financeira.

Quanto esse dinheiro guardado por mês cresceria em 10 anos, se você fosse capaz de guardá-lo enquanto paga aluguel? Algo próximo de R$ 220 mil considerando um retorno moderado. E você ainda teria os R$ 100 mil da entrada porque não teria comprado a casa própria, que investidos seriam R$ 130 mil. Em 10 anos, você teria então R$ 350 mil e estaria pagando aluguel.

Nos próximos 10 anos, você teria menos capacidade de guardar porque as parcelas decrescentes ficariam mais próximas do valor do aluguel, mas ainda seria capaz de juntar aproximadamente R$ 50 mil. Chegaria ao final com R$ 400 mil guardados, pagando aluguel. Deu empate. E agora? O que faria mais sentido?

Leia também: Financiamento: quanto maior a entrada, melhor (comprove com números)

Comprar casa própria ou alugar? O perigo das simulações

Pode parecer que ter uma casa de R$ 400 mil ao final de 20 anos é melhor que ter os R$ 400 mil guardados e continuar vivendo de aluguel. Calma. Tenha em mente que se esse exercício fosse feito há 5 anos, a matemática do guardar e investir seria muito mais vantajosa. Toda simulação requer cuidado porque:

  • Usa indicadores e taxas do presente para estimar o futuro: considerei um retorno de pouco mais de 2% ao ano para as aplicações (a Selic está em 2% enquanto escrevo este texto, em agosto de 2020) e uma taxa de juros no financiamento de 7% ao ano, que também era maior algum tempo atrás. Uma combinação de retorno maior e juros mais elevados faria o aluguel ficar muito mais interessante;
  • Considera um período longo sem mudanças: se você considerar que o Plano Real tem menos de 30 anos, não parece arriscado fazer um planejamento financeiro contando com a simulação para os próximos 20 anos e agarrar-se fielmente a ele? Como vai se comportar a economia do Brasil no longo prazo? Difícil dizer.

O ponto aqui é que precisamos decidir hoje, agora, mas aprender a lidar com as mudanças ao longo do tempo. O exemplo que mostrei no texto de hoje seria completamente diferente em uma simulação 5 anos atrás. Há 10 anos, seria ainda mais drástica a mudança e a vantagem de alugar para quem tivesse disciplina.

Mas quem, 10, 20 anos atrás decidiu alugar e passou a guardar dinheiro todo mês? E quem comprou a casa própria, está com ela até hoje ou já a vendeu e fez outra coisa com o dinheiro? Perceba que são as decisões e nossa capacidade de manter o curso dos objetivos que fazem diferença. Simular é fácil.

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Comprar casa ou alugar? O que fazer?

Decida em paz, sem alimentar a (infundada) necessidade de provar aos outros que você estava certo. Você não vai “esfregar” seu extrato financeiro na cara de ninguém porque conseguiu ficar mais rico pagando aluguel. Ou comprando a casa. Isso não faz sentido.

O mais importante é tomar a decisão coerente com o seu momento, perfil, prioridades e levando em conta tanto os aspectos práticos/matemáticos quanto os subjetivos. O bem-estar da família no longo prazo não está apenas no dinheiro investido, mas nos momentos e nas experiências vividas.

Na boa, não interessa a ninguém saber a razão da sua escolha. Você deve lealdade à sua família e precisa honrá-la. Para fazer isso, é essencial tomar decisões coerentes com a sua realidade financeira, mesmo que elas não sejam necessariamente as escolhas que renderão mais tapinhas nas costas e “likes” nas redes sociais.

O interessante disso tudo é que a polêmica só existe porque tanto comprar a casa própria como alugar são alternativas interessantes e que merecem ser analisadas com cuidado e muita calma. Muitas vezes, como diz o escritor e amigo Jacob Petry, ficamos diante do “óbvio que ignoramos”.

Foto: Pixabay.

—— Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

Histórias de superação na pandemia: inspire-se para vencer seus desafios

Histórias de superação na pandemia: aprenda, mude e vença desafios

Superação na pandemia: conheça histórias que mostram que os desafios podem ser vencidos com criatividade e trabalho.

A rotina anda pesada, os dias estão passando como se fossem um borrão. Uma eterna quinta-feira, em que o fim de semana não chega nunca. Sem escola, muitos trabalhando em casa. O que no início do distanciamento social era novidade, há muito se apagou e perdeu a graça.

Dizem que até o número de pedidos de divórcio aumentou, porque os casais não se suportam convivendo mais horas sob o mesmo teto.

Muitos perceberam que não estão satisfeitos em seu trabalho, ou que poderiam trabalhar de forma diferente, tendo mais tempo e sendo mais produtivos. Ou então, pela necessidade, descobriram novas formas de ganhar dinheiro. Como inspiração sempre é bem-vinda, hoje trago histórias de quem se reinventou quando tudo parecia perdido.

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Começando por um amigo que é professor de dança no interior do Rio Grande do Sul. Pessoa muito ativa e motivada, se viu sem renda e sem atividade nenhuma quando a pandemia começou. Afinal, quem iria querer aulas de dança?

O desespero bateu por alguns dias, mas a mente seguiu buscando soluções. Conversando com amigos, vendo vídeos, aproveitando o conteúdo abundante e grátis que existe na internet, ele montou coreografias em vídeo e vendeu por um preço simbólico.

A pessoa recebia o link e aprendia a dançar em casa. Com o avanço das lives de shows, veio a ideia de vender combos de caipirinhas e drinks. Ele já fazia renda extra como barman em festas (outro segmento que foi totalmente paralisado com a pandemia, e não tem previsão de retorno tão cedo), e ao menos as receitas já estavam aprovadas.

Divulgou, ainda com receio, mas com muita energia e humildade nas redes sociais, e o resultado você já imagina. Muitas vendas! As pessoas amaram a novidade e surgiu aí um novo negócio. Ponto pro @ssidyy (se você quiser conferir no Instagram), que não ficou esperando os boletos se acumularem e partiu pra ação com as armas que tinha.

Quem imaginaria uma diarista ganhando dinheiro à distância, na quarentena? Parece até piada, né? Ah, a diarista vai abrir uma chamada de vídeo e colocar a patroa para trabalhar. Isso que disseram, mas a Suellen – @diario.da.diarista – usou a cabeça e viu uma oportunidade onde todos viam problema.

Por que não ensinar e ajudar pessoas que não têm experiência em cuidar da casa e se viram obrigadas a fazê-lo? Surgiu então uma mentoria em grupo. Custa baratinho e ela dá dicas, revela os produtos que funcionam melhor, as estratégias que usa para que a limpeza da casa seja mais produtiva e organizada.

Ela foi chamada até no programa da Fátima Bernardes pra dar entrevista. No início, todo mundo ri e faz chacota. Depois ficam pensando: que ideia genial! É assim mesmo.

A área de eventos presenciais é outra que está parada. A @anatex, através de quem conheci o perfil da Suellen, é uma empreendedora muito generosa e criativa. O conteúdo e os cursos que ela disponibiliza são práticos e considero essenciais para o período que vivemos, pois trabalhar em casa nunca foi tão importante.

Motivar pequenos empreendedores a transformar seus negócios rapidamente em empreendimentos online é vital. Não só motivar, mas mostrar que é possível e dar ferramentas práticas, rápidas e acessíveis é importantíssimo para a economia.

A Ana é amante de viagens e uma nômade digital, mas neste período está em uma área rural, sem previsão de retorno às viagens, eventos presenciais e palestras. Os eventos à distância estão mais fortes do que nunca, e acredito que são uma tendência que veio para ficar.

Poder participar de um evento com vários palestrantes sem cair de casa diminui muito os gastos tanto de quem organiza quanto de quem quer participar. Conhecimento que se espalha e vai mais longe, transformando vidas.

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Volto agora ao interior do Rio Grande do Sul, em uma cidade com pouco mais de trinta mil habitantes, a mesma onde mora o professor de dança. Um casal que dependia basicamente da venda de verduras para empresas viu sua renda despencar enquanto todos trabalham em home office.

Se o refeitório da empresa está fechado, nada de alimentação para os funcionários. E as verduras não esperam; elas estragam. Grávida e vendo seu marido jogar fora a produção diariamente, ela não se conformou.

Divulgação nas redes sociais, kits com alimentos frescos, humildade para explicar a situação, disposição para fazer as entregas em domicilio   e, com paciência, surgiu um novo negócio e uma renda para a família. Quando as empresas retornarem, eles estarão fortalecidos e faturando mais do que antes.

Leia também: Não consigo guardar dinheiro: o problema sou eu?

Sei que o período não é fácil, principalmente para muitos que perderam seus empregos. O ponto em comum entre as histórias que contei é o que se costuma chamar de antifragilidade. Expressão que foi criada e se popularizou com o livro “Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos”, de Nassim  Taleb.

Histórias de pessoas simples, em situações reais são sempre inspiradoras e mostram a potência do ser humano em ação. Pessoas se conectam com outras pessoas e com suas histórias. Se está difícil sair da depressão em que a quarentena te colocou, busca inspiração. Ela pode estar aí, bem perto de você.

Foto: Pexels.

—— Este artigo foi escrito por Cristina Pizarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

A revolução das sardinhas na bolsa de valores

A revolução das sardinhas na bolsa de valores

Antes de qualquer coisa, um pouco de contexto para aqueles “não iniciados” no mundo da bolsa de valores: “Sardinha” é o nome que se dá, no jargão dos participantes do mercado financeiro, ao pequeno investidor, em oposição ao que seria o “tubarão” (que representa o grande investidor).

“Sardinha” deveria significar, apenas, um pequeno investidor (e, daqui a pouco, vamos tentar definir o que é “pequeno”). Mas é comum, também, se usar a expressão “sardinha” de forma depreciativa, para designar o investidor ou trader iniciante, iludido, incauto e desavisado. Enfim, aquele investidor meio “mané”.

A propósito, leia aqui: Como não ser uma “sardinha” na bolsa

Mas vamos fazer justiça a esses pequenos peixes! Afinal, ser menor não é sinônimo de ser inferior e é possível (porque não?) ser uma sardinha esperta!

Leia também: Vale a pena ter conta digital? Quais as vantagens?

A tal “recuperação em V” da bolsa

No momento em que escrevo estas palavras, o índice principal da nossa bolsa (o Índice Bovespa) já ensaia se aproximar de sua máxima histórica, cravada antes da “pancadaria” nos mercados financeiros, desencadeada pela pandemia do coronavírus.

Nos EUA, acontece a mesma coisa e os índices principais estão próximos de uma recuperação total. E o mais notável é que, tanto lá quanto aqui, esse movimento está sendo impulsionado com uma providencial ajuda dos investidores individuais… As sardinhas!

Parece que, desta vez, são as sardinhas que estão botando os tubarões para correr (ou nadar…).

Por que os investidores sardinhas partiram para o ataque?

O que motiva esse grande cardume, aqui no Brasil, são as taxas de juros. Se elas já estavam pouco atrativas antes da pandemia, agora ficaram pior ainda. E jogaram um balde de água fria definitivo nos retornos fartos e seguros da renda fixa.

Os investidores brasileiros estão tentando obter, na renda variável, os mesmos retornos (ou mesmo superiores) aos que tinham na renda fixa “de antigamente”.

Já nos EUA, o que está servindo de combustível para as sardinhas são os grandes estímulos do governo. Além das intervenções diretas que o governo tem feito no mercado, tem o fato de que, nos EUA, o auxílio emergencial à população é mais amplo e menos restritivo que aqui. E uma boa parte desse dinheiro tem ido para a bolsa, especialmente em operações especulativas de curto prazo (como o day trade) e com alavancagem.

As sardinhas estão ficando agressivas!

Leia também: Como sair do Endividamento ao Investimento?

O que define um investidor sardinha?

A definição mais óbvia (e que deveria ser a única) é o patrimônio. O predador das sardinhas é o tubarão, que é o animal usado para representar os investidores institucionais, como grandes fundos, e as tesourarias das instituições financeiras.

Então, é difícil um investidor individual não ser uma sardinha, pois estamos falando de volumes de dinheiro REALMENTE grandes. Uma pessoa com patrimônio de dezenas (ou mesmo centenas) de milhões de reais é, ainda assim, uma sardinha (ainda que uma “sardinha gorda”), pois aqui, o parâmetro de comparação são os tubarões, com bilhões (ou dezenas de bilhões) de reais.

Mas existe aquela definição pejorativa, que não é associada ao patrimônio (dessa a gente não escapa!), mas sim a um “estado de espírito”. É o investidor iniciante e despreparado que, com grande probabilidade, vai acabar virando comida de tubarão.

É a sardinha “no mau sentido”.

Ouça: Podcast da Grão: Quebre a Caixa, fure a bolha

Como não ser uma sardinha (no mau sentido)

Assumindo que você, leitor, seja uma pessoa dentro de uma “faixa de normalidade patrimonial”, eu diria, sem muito medo de errar, que você é uma sardinha, e sempre será. Mas é a sardinha “no bom sentido”, de investidor que tem menos volume de dinheiro (inclusive, isso pode ter vantagens, mas fica para um outro artigo).

A questão aqui é como não ser sardinha no mau sentido – no sentido de ser um investidor incauto.

Então, algumas dicas:

Investidor sardinha, valorize a educação:

A dica mais óbvia e “batida” de todas: estude, aprenda, leia e se informe.

Procure entender os conceitos fundamentais do mercado, e não apenas as ferramentas e técnicas. Ferramentas e técnicas são importantes, mas, quando elas falham, você precisa entender o funcionamento básico do mercado para sair de enrascadas.

Investidor sardinha, não ande em bando:

O fato de ser uma sardinha não significa que você deva andar com o resto do cardume.

Lembre-se que o mundo da renda variável é apoiado na falta de consenso. Em toda transação, na bolsa de valores, temos alguém que vai ficar feliz e alguém que vai se frustrar.

Se você quer ter sucesso no mundo da renda variável, terá que ir contra a maioria e, às vezes, fazer coisas contraintuitivas. Não se junte a bandos e nem siga líderes. Faça seu próprio caminho.

Presente: Planilha de controle financeiro: Baixe a sua gratuitamente agora!

Investidor sardinha: Não seja reativo

Um grande problema do investidor sardinha “no mau sentido” é não ter uma estratégia ou um método de investimento. O investidor sardinha típico é aquele que busca dicas e tenta se orientar por notícias que, quando são publicadas, já são velhas…

Ele está sempre reagindo aos movimentos do mercado e mudando de posição a cada nova dica ou a cada nova notícia. O investidor sardinha é aquele que pula de galho em galho (como assim?!? Um peixe?!?) e é inconsistente.

E a consistência é uma das características do investidor de sucesso.

Foto de energepic.com no Pexels

—— Este artigo foi escrito por André Massaro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

7 Perguntas para descobrir se tem uma boa ideia de negócio

7 Perguntas para descobrir se tem uma boa ideia de negócio

Uma Boa ideia de negócio é algo simple? Chegou a hora de você descobrir o potencial da sua ideia. 

Pode ter dinheiro na sua cabeça, mesmo que não tenha no seu bolso…

Com 7 perguntas você vai verificar se a ideia que pensou tem chance de ser um bom negócio ou não. 

Ah situação financeira está difícil – eu to sem grana. 

Mais importante ainda saber avaliar sua ideia. 

Esse material vai dar um nocaute em muitas duvidas que você tem sobre as oportunidades que percebe no seu dia-a-dia. 

E claro, você poderá ajudar amigos quando lhe perguntam se a ideia deles é bom, terá uma maneira mais certeira de dar uma opinião valiosa. 

Todas as dicas aqui tem uma pegada para empreender com pouco recurso, a qual é minha especialidade, tem uma area no blog apenas sobre isso – veja aqui. 

Se você acha estranho o jeito que escrevo – descubra o pq

Leia também: Bilionários brasileiros: Patrimônio dos super ricos avança na pandemia

QUANTAS VEZES VOCÊ FICOU EM DUVIDA SOBRE SUA IDEIA SER BOA OU NÃO?

Quantas vezes você pensou uma ideia, ficou empolgado com ela, mas em pouco tempo veio a dúvida – Será que isso é bom mesmo?

Ali no insta (@brunomrperin) seguido falam comigo sobre isso. 

Quase todo mundo tem ideias, mas a duvida é o quanto elas têm potencial? 

Pessoas com intenção de empreender, sempre se perguntam isso.

Pessoas que não tem noção nenhuma de empreendedorismo, tem ideias e acham que elas são maravilhosas e pronto.

Só ficar milionário agora, mundo pode depositar a grana

Eis uma frase chocante, mas você deveria nunca mais esquecer: 

IDEIAS INCRÍVEIS NÃO SIGNIFICAM NEGÓCIOS INCRÍVEIS.

Duro não é?

Mas eis uma verdade imutável.

Ter uma ideia maravilhosa e ela ser um negócio maravilhoso existe uma galaxia de distancia. Tweet

É tão longa essa jornada, que não faz nem sentido considerar que uma ideia muito boa vai ser um negócio muito bom.

Leia também: Empreendedorismo: 10 frases para refletir a respeito

COMO VOCÊ VAI DESCOBRIR O POTENCIAL DA SUA IDEIA MESMO SEM DINHEIRO?

A primeira coisa é entender que você deve mesmo fazer essas perguntas: 

  1. Essa ideia é boa mesmo? 
  2. A minha ideia pode virar um negócio? 
  3. Vale a pena o esforço investir na minha ideia?  

Essas perguntas já eliminam o primeiro grande problema – achar que sua ideia é extraordinária sem coloca-la a teste. 

Você nem questionar se ao menos tem sentido, é insanidade. 

A chance de se dar mal beira o 101%. 

Ok, agora que você desligou o botão sou o Bill Gates, vamos falar sério como empreendedores…

7 PERGUNTAS PARA DESCOBRIR O POTENCIAL DA SUA IDEIA COM POUCO DINHEIRO

Existem 7 questionamentos que ao fazer você vai desvendar o quanto a sua ideia tem potencial e ao final poderá tomar uma decisão muito mais coerente sobre seguir ou não com ela. 

Lembre-se que quem vai decidir o negócio ser um sucesso ou fracasso é o mercado, você não pode controlar ele. 

Mas, você pode:

  1. cortar as ideias que dariam errado com certeza,
  2. eliminar partes que causariam problema
  3. direcionar os esforços onde tem mais potencial de dar certo

Com esses 3 benefícios, wowww as suas chances de sucesso começam a saltitar como pipoca. 

Para avaliar sua ideia é sempre melhor ter ela no papel. 

Tem um artigo de como escrever sua ideia no estilo velozes e furiosos – jogo rápido em apenas 5 passos começando do zero. >Veja aqui <

#1 – Boa ideia de negócio: Tem mercado?

É claro que essa é a primeira pergunta… 

Você já resolveu que um dia queria sair para se divertir e foi na primeira boate que apareceu? 

Claro que você pegou referências, falou com as pessoas se elas também iriam. 

Você quer saber se tem gente lá, se vai ter uma vibe legal. 

Qual seria a graça de ir numa festa basicamente vazia. 

A mesma coisa é com o mercado… 

Não adianta nada você criar algo e não ter um público para consumir, jamais será um negócio se não tiver os pagantes.

Portanto, avalie qual é o potencial desse mercado que você iria atacar?

Quanto mais aquecido, fervendo mesmo tiver esse mercado, mais dinheiro tem por lá.

O que significa? Que as pessoas tem mais disposição de pagar por soluções. 

Elas consideram essa área importante. 

Não é que mercados com pouca gente não tem chance, mas é muito mais difícil.

Requer muito mais investimento, para quem está com pouca grana. 

Encontrar mercados aquecidos é aumentar as chances de retorno.

Ok, achei um mercado grande, isso já basta? 

Leia também: Desemprego: como controlar as finanças e dar a volta por cima

#2 – ESTÁ CRESCENDO?

Essa questão é tão mais esquecida quanto aniversario do primeiro beijo. 

As pessoas até consideram o mercado que querem entrar. 

Não com tanta veemência como falamos antes, mas elas olham de leve.

Agora se o mercado é crescente – Ai meu amigo, é um terror! 

É tão importante quanto questionar se o mercado é grande, a tendência dele. 

Às vezes o mercado é grande, mas está saturado e em queda.

O que é um problema entrar com um negócio no ambiente que já tem muita gente comendo o bolo e as fatias ficam cada vez menores.

Você quer mesmo entrar em uma disputa onde já tem gente se matando pelos pedaços que estão cada vez menores? 

Quer dizer que é impossível? Não. 

Mas quer dizer que é bem mais difícil e não vale a pena, ainda mais para quem tem pouca grana. 

Prefira mercados aquecidos e crescendo.

Suas chances ficam bem maiores de ter retorno. 

#3 – Boa ideia de negócio: Como seria para as pessoas comprarem?

Depois de tanto te incomodar, espero que você tenha entendido que a ideia de negócio é só uma parte da história. 

O simples fato de como as pessoas compram já pode inibir muitos possíveis negócios. 

Como as pessoas vão fazer a transação com você?

Como elas vão pagar e receber essa sua solução?

As vezes existem questões complicadoras nessa negociação que inviabilizam a forma de fazer o negócio ou não é atraente no momento.

Você pode considerar oferecer um serviço que fica muito difícil comprar da maneira que pensou no inicio. 

Ou o mais comum, a forma de entregar esse produto ou serviço torna muito caro ou complexo de fazer. 

E isso acarreta em menos chance do cliente querer. 

Tão importante quanto o que você oferece é por quanto e como entregará. 

Você deve avaliar com a frieza de um matador de aluguel dos filmes o quanto esse formato que imaginou é justo para o mercado. 

Pense quantas vezes você adquiriu algo só pq foi muito fácil comprar e receber? 

Ouça: DinheiramaCast – Educação Financeira para empresas

#4 – E usarem?

E você achou que era só vender e pronto? kkkk 

Brincadeiras a parte, é o que muitas pessoas apenas consideram na hora de avaliar sua ideia. 

Você precisa considerar que o negócio não termina na venda. 

Mais importante que a venda é o cliente conseguir usufruir do seu produto ou serviço.

Como você vai dizer que um livro é bom ou ruim sem ler? 

Mais importante do que eu ter vendido mais de 25000 copias do livro Sem Dinheiro – Como criar uma Startup com pouca grana” são as pessoas que leram o livro. 

Pois isso é elas usarem o produto, assim elas recomendam, criamos vinculos e etc… 

Imagine você contratar uma faxineira, mas por algum motivo você precisou viajar.

A sua família continuou a rotina normal e 4 dias depois quando você volta. 

Mal consegue  perceber o cheirinho de limpa da casa, tá menos pior. 

Mas não aproveita aqueles primeiros dias deliciosos de casa limpinha. 

O uso do produto/serviço faz você refletir bem sobre o quão bom ele é.

O quão necessário e também tudo que abrangerá para você construir e entregar essa solução.

É importante pensar em como as pessoas vão usar seu produto ou serviço para ver:

  • se vai ser muito complexo o cliente usar sozinho
  • se acredita mesmo que ele vai resolver o problema em questão 
  • se vai precisar de muito apoio ao cliente

Cada um desses pontos envolve custos que podem inviabilizar o negócio. 

Considere-os para avaliar o potencial da sua ideia. 

#5 – Boa ideia de negócio: É um produto / serviço fim ou contínuo?

Essa é uma questão um pouco mais avançada, mas que vale muito a pena considerar.

Ela ajuda você a perceber o potencial futuro da sua ideia de negócio e a viabilidade dele. 

Muito triste, mas é comum as pessoas não considerarem o quanto vão ter que gerar de entrada e como farão isso para analisar se vale a pena ou não. 

Você pode querer vender um produto na área de gastronomia e tem uma pequena margem sobre ele. 

Mas para manter tudo a pleno vapor, terá que vender várias unidades todo mês. 

Só que o seu produto não é de consumo tão comum, mais para momentos especiais. 

Então, a probabilidade dos clientes comprarem seguido é menor, o que significa…

Ter que encontrar novos clientes toda hora. 

Quanto mais fácil for conseguir novos entrantes ou manter as pessoas comprando no seu negócio, maior é o potencial dele. 

Você pode analisar essa parte da sua ideia com as seguintes perguntas; 

  1. A pessoa vai comprar uma vez e deu?
  2. Você terá que ficar despertando a necessidade dela novamente?
  3. Ou será uma compra em que ela continuará com você através de uma mensalidade, semestralidade, anuidade?

Bem na real você está analisando a quantidade de clientes a entrar e manter com relação aos custos para conseguir funcionar. 

Claro que você quer crescer, mas primeiro precisa ficar de pé, para depois pensar em caminhar. 

Leia também: Empreendedorismo: saindo do papel e “colocando para funcionar”

#6 – Boa ideia de negócio: o que você vai gastar pra isso?

Essa questão tem relação direta com a de cima. 

Pois ajuda a verificar a força de venda que você vai ter que fazer…

Só que você apenas descobre isso se souber quanto custa. 

Claro que as pessoas consideram o gasto do negócio, mas elas fazem isso de um jeito porco. 

Sim, eu sei que é forte falar assim, mas é desleixado como as pessoas avaliam os custos. 

Seguido quando me apresentam ideias eu pergunto – E como você vai lidar com tal custo? 

E a pessoa faz aquela cara de surpresa – tp atrasou a mestruação – e fala mansinho: 

Nossa, eu nem tinha considerado isso…

Bom, sinal que não pensou o suficiente na ideia né, estava ali na cara. 

Coloque custos, pelo menos o que você acredita no inicio que será para avaliar se a ideia tem potencial ou não. 

Só assim você tem chance de decidir se deve ou não seguir adiante. 

Ainda mais quem tem pouco dinheiro, não se pode dar ao luxo de não ter certeza dos gastos envolvidos. 

Quem não sabe o quanto gasta, jamais vai saber o quanto ganha. 

Ver os principais valores envolvidos para o negócio operar, vai dar uma perspectiva mais real do potencial negócio que tem em mãos. 

E por fim, com custos e a maneira que imaginou ganhar dinheiro lá no ponto 3 vai fazer a pergunta matadora:

Vai sobrar dinheiro?

Nunca esqueça, que se não tem essa perspectiva, vai ser difícil criar um negócio… Você pode criar uma ONG, mas uma empresa precisa de lucro.  

#7 – É um bom negócio

Chega o momento de encarar a verdade né? 

E é esse o critério mais importante – ser honesto. 

Depois de todas essas questões, você considera um bom negócio?

O mercado que existe, para onde está indo, a forma de uso, venda, o que gasta e ganha… Com toda a honestidade, parece algo promissor?

As pessoas se crucificam por colocarem o selo – essa ideia não vai ser um bom negócio. 

Calma lá…

A maior parte das ideias não serão bons negócios. 

E mesmo as que parecem ser um bom negócio, ainda muitas vão dar errado. 

Então é normal perceber que não é um bom negócio. 

Só não ache que isso quer dizer – Jogue no lixo. 

Toda ideia para se tornar um negócio precisa de ajustes. 

Entenda que até agora, o que pensou pode não parecer promissor. 

Cabe ajustar, analisar mais, encontrar outras alternativas. 

E se você chegou a conclusão que tem potencial – que sim é bom negócio. 

Fico muito feliz, pois depois de todos esses filtros, ainda parece ter potencial. 

Você deve considerar dar os próximos passos. 

Afinal a ideia aqui era fazer você analisar isso – tenho uma ideia para seguir adiante? 

Boa ideia de negócio: Não confunda confiança com esperança

Se você percebeu que tem potencial e confia nisso, ótimo é o necessário para encarar os próximos passos, mas muita gente olhando bem, não quer ser honesto e dizer – não me parece tão bom.

E prefere simplesmente ligar o botão da esperança que vai dar certo…

Isso é muito perigoso.

Também lembre-se que esse é um jeito de ver com mais velocidade se vale a pena ou não continuar pensando. 

Você pode e deve avaliar mais coisas quando for partir para a execução. 

O objetivo aqui era você definir – será que essa ideia merece minha atenção? 

Ter uma boa ideia é um ótimo primeiro passo,
Mas está longe de ser a caminhada inteira.

Bruno Perin

Ter esperança e acreditar é o que levaram todos os empreendedores seguir adiante. 

Escrevi um artigo que mostrava isso – o normal é não acreditarem em você – leia aqui

No entanto, fazer essa analise completa com as 7 perguntas vai dar confiança a você: 

  1. Tem mercado?
  2. Tá crescendo?
  3. Como você vai ganhar dinheiro?
  4. Como as pessoas vão adquirir o produto ou serviço?
  5. É um produto/serviço fim ou continuo?
  6. O q você vai gastar pra isso?
  7. É um bom negócio?

Quando passar por essa prova de fogo e ver que tem algo bacana, e naturalmente fez alguns ajustes ao longo dele. 

Seus pulmões vão encher de motivação. 

Você conhece alguém com boas ideias? 

Ajude essa pessoa, quem sabe ela nunca seguiu adiante ou quebrou a cara por não saber avaliar. Compartilhe esse artigo com pessoas que podem estar precisando exatamente disso. 

Foto de Loe Moshkovska no Pexels

—— Este artigo foi escrito por Bruno Perin. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

Conta digital: combina com educação financeira e você vai ter uma

Conta digital: combina com educação financeira e você vai ter uma

Uma boa conta digital oferece serviços financeiros, segurança e usabilidade na medida certa.

Um dos principais pilares da educação financeira que funciona é manter o orçamento familiar organizado de uma forma simples, direta e objetiva. Uma conta digital independente é uma ótima maneira de administrar transações financeiras sem correr o risco de cair em tentações (armadilhas) bancárias.

Limites cada vez maiores no cheque especial, oferta de cartão de crédito com limite também elevado, propagandas ostensivas de crédito e empréstimos, venda casada (disfarçada, afinal de contas isso é proibido) e produtos de investimento ruins são parte do dia a dia de quem está nas mãos de um “bancão” tradicional.

Com educação financeira, lidar com essa realidade é relativamente fácil, mas precisamos pensar agora nos milhões de brasileiros que até alguns meses estavam à margem do sistema bancário e que foram “forçados” a lidar com uma conta digital na Caixa ou no Banco do Brasil, bancos com exclusividade para pagamento dos benefícios emergenciais.

Abra conta grátis: Grão, sua poupança 2.0 (clique e conheça)

Conta digital: um fenômeno que veio para ficar

Imagine que 40 milhões de brasileiros simplesmente nunca usaram sequer um banco para realizar suas operações financeiras. Além deste enorme contingente, muitas outras pessoas também precisaram abrir conta para receber os benefícios do governo. No total, a Caixa abriu 53,6 milhões de contas digitais entre abril e junho.

Antes da pandemia, o sonho da Caixa era atingir 1 milhão de clientes no ano com o aplicativo Caixa Tem. A realidade é totalmente diferente. De repente, milhões de brasileiros passaram a ter uma conta digital e, neste sentido, precisaram aprender a lidar com esta realidade – muitos ainda não conseguiram.

Em entrevista recente ao jornal Valor Econômico, Geraldo Rodrigues, do Santander Brasil, disse que o banco havia levado 3 anos para alcançar 2 milhões de clientes da conta digital, mas deverá fechar 2020 com outros 2 milhões de novos clientes. O que havia sido alcançado em três anos agora será cumprido em apenas um.

Dados do Itaú também confirmam o boom na procura por contas digitais: mais de 340 mil contas foram abertas através do seu aplicativo apenas no primeiro trimestre de 2020, uma alta de 54% na comparação com o mesmo período de 2019.

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Conta digital: movimentar todo o dinheiro pelo celular é realidade

Quando observamos a situação das transações financeiras das principais instituições financeiras privadas, a soma de pandemia, isolamento social e necessidade é impressionante: de 70% a 95% de todas as operações já são feitas através dos aplicativos ou por meio eletrônico.

A conta digital oferece a possibilidade de guardar dinheiro e pagar contas de um jeito simples e fácil, além de permitir que ao cliente maior autonomia na resolução de problemas e interação com serviços oferecidos pela instituição.

A questão não é tanto se a conta digital pode substituir o dinheiro em espécie, algo que certamente parece viável e perfeitamente possível já nos dias de hoje, mas se ela será capaz de fidelizar o cliente. Pensando na educação financeira, o ideal é usar os serviços mais objetivos e sem ofertas mirabolantes de produtos/serviços.

A questão da usabilidade e da oferta de serviços adicionais é importante porque a facilidade e o baixo custo na abertura da conta digital são um convite para que muitos brasileiros saiam por aí abrindo contas em diferentes instituições, o que pode ser perigoso.

Conta digital: organização e foco para não se perder

À primeira vista, ter muitas contas digitais gratuitas pode fazer sentido considerando a necessidade de experimentar e ver qual delas será mais interessante, mas esta decisão requer disciplina para definir e respeitar o plano de usar apenas uma ou duas no dia a dia (no máximo). É importante encerrar as contas digitais sem uso.

A importância deste tópico pode parecer superestimada, mas sugiro que considere a realidade de ter muitas contas correntes como uma analogia à decisão de manter muitas contas digitais (ou contas de pagamento) de forma simultânea. Você terá que ter um controle financeiro muito rígido e bem feito para não se perder diante de tantas possíveis transações.

Em algum momento, mesmo as instituições e fintechs que hoje não oferecem tantas opções de serviços, como cartão de débito ou crédito, empréstimos, programas de cashback etc., também terão novidades. E se você já usa outros serviços, de outras contas, pode aderir a novas alternativas e confundir seu planejamento financeiro.

A grande vantagem da conta digital para a educação financeira é justamente sua facilidade de uso e, principalmente, como pode ser aberta e encerrada. O planejamento financeiro precisa vir sempre em primeiro lugar, portanto é essencial que você tenha um número mínimo de contas, administre bem o que paga através delas e como guarda seu dinheiro.

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Conta digital: ela ainda vai ser sua conta principal

Para muitos brasileiros, uma conta digital ainda é sinônimo de uma segunda, quem sabe terceira conta no dia a dia, com a principal ainda sendo a “clássica” conta corrente aberta em uma agência bancária. Isso pode ser a realidade de quem tem mais de 30, 35 anos, mas não é o que se vê entre os mais jovens.

Muitos brasileiros que estão estudando ou nos seus primeiros trabalhos já aderiram a opções de conta digital sem relação com um dos cinco principais bancos brasileiros. Seja a conta digital aberta em um banco pequeno/médio ou fintech, o fato é que a concorrência já é muito maior – e foi absurdamente acelerada com a situação da pandemia.

Alguns foram forçados a aderir ao digital como principal meio de movimentação financeira, mas o movimento já era evidente desde pelo menos 2017. O que mudou é que para milhões de brasileiros, o digital passou a ser a única saída para lidar com a ajuda emergencial. O dinheiro veio para ser usado, o aprendizado certamente vai continuar e será aproveitado.

Eu já tenho conta digital, embora ainda não a movimente tanto quanto devo fazê-lo a partir de agora. Há quem só tenha conta digital desde o ano passado. Retrasado. A corrida pelos clientes já é realidade, mas chegou a hora de ver quais empresas fidelizarão o brasileiro. Arrisco dizer que serão as que acreditarem na união entre educação financeira e rica experiência do usuário.

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Conclusão

Não é loucura imaginar que o brasileiro comum ainda vai ter uma conta digital como uma de suas principais contas para transferir dinheiro, pagar contas e realizar investimentos. Se você já é uma dessas pessoas, deixe seus comentários por aqui para explicar melhor as razões para já ter feito este movimento.

Foto: Pexels.

—— Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

Tecnologia é oportunidade: pare de desperdiçar tempo nas redes sociais

Tecnologia é oportunidade: pare de desperdiçar seu tempo nas redes sociais

Quanto melhor sabemos usar a tecnologia, mais fácil atravessar este momento.

O isolamento social trouxe tempo e oportunidades de reflexão. Recebo em minhas redes sociais várias mensagens de amigos dizendo que só agora perceberam o ritmo frenético em que andavam trabalhando e vivendo. E a tecnologia em meio a tudo isso?

Foi preciso parar por muitos dias para desintoxicar-se do que estávamos acostumados e que nem sempre era bom ou necessário. Durante a leitura de “O ócio criativo”, de Domenico de Masi, me deparei com as seguintes frases:

“Estamos em uma fase de transição, como sempre.” As coisas no mundo são assim, cíclicas e em constante mutação. Os mais velhos já viveram guerras, outras epidemias e parecem aceitar as transições de forma mais calma.

A geração mais jovem, acostumada a Sucrilhos com leite e Internet disponível em qualquer lugar, a qualquer hora, acaba sofrendo mais. Foram criados supondo que tudo podia ser comprado e controlado pela tecnologia. E, bem, isso não é verdade. Nuvens de gafanhotos, ventanias e pandemias estão aí desde que o mundo é mundo.

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Em entrevista à revista Veja, Cid Moreira disse, do alto de seus 92 anos: “Estou isolado em um sítio no interior do RJ. Sentir falta do que? De aeroportos abarrotados? Do trânsito? De festas? Sempre fui reservado, gosto mesmo é de ficar em casa. A esta altura, só quero conversas sadias e construtivas. Faço Pilates, caminho, tudo o que preciso tenho aqui. O que falta, peço pela internet.”

Questionado sobre o momento político, disse: “Neste momento polarizado, prefiro não me envolver. Passei por inúmeras reinvenções do mundo. Tudo é cíclico.” Infelizmente, poucos idosos têm as oportunidades que Cid tem, mas é interessante observar a fala lúcida de uma pessoa que já viveu quase um século. A experiência acalma e traz paz.

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Voltando à leitura de Domenico de Masi: “Trabalhando, vendo um filme ou discutindo, deve haver sempre a criação de um valor, e junto com isso, divertimento e formação.” Nem lembro se o autor concorda ou não com a afirmação, mas acredito que é possível aprender de forma prazerosa, e que existem muitas oportunidades para isso atualmente.

Nada contra a diversão por si só, mas dá para rir, passar o tempo, trabalhar enquanto aprendemos e desenvolvemos pensamento crítico. Não se trata de virarmos robôs sempre em busca de conhecimento formal em tudo o que fazemos, mas de selecionar as discussões, as amizades, os filmes, os livros e tornar nosso ambiente naturalmente mais rico.

Assim, teremos menos sabichões de Facebook e mais pessoas reais agindo positivamente por aí. Nunca subestime o que dá para ser feito ao seu redor. Tente escolher o próximo filme, a próxima leitura, a próxima conversa de forma consciente, para o seu bem. É alimento para a mente, sempre sedenta por novidades. O que nos leva à próxima frase.

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“A tecnologia é uma oportunidade, não uma obrigação.” Tenho observado que os pequenos empreendedores que já eram ativos nas redes sociais e marketplaces se adaptaram com facilidade ao período que estamos vivendo. Tecnologia é oportunidade, mas isso foi um dom divino que receberam? Já nasceram sabendo? Posso afirmar que não.

Enquanto a maioria prefere estar nas calçadas batendo papos infinitos sobre nada, fumando, falando sobre futebol, reclamando do governo (seja ele qual for, eleito por nós mesmos), outros estavam fazendo um dos inúmeros cursos grátis que existem ensinando a vender online, a posicionar sua empresa (por menor que seja) nas redes sociais, a vender pelo WhatsApp, nos grupos de Facebook e uma infinidade de oportunidades sempre ao alcance das mãos.

Não deixo de me assustar sempre que vejo uma pessoa que não sabe pagar um boleto online, não sabe utilizar um aplicativo de banco, não sabe sequer colocar créditos sozinha no seu celular, mas sabe usar com destreza as redes sociais e joguinhos diversos.

Sabe clicar no famigerado botão encaminhar e espalhar por aí alertas sobre cosméticos grátis, livrinhos grátis, colocar seus dados pessoais em qualquer link que diga ser de benefícios do governo. Cair em golpes financeiros variados, espalhar vírus antigos e novos com habilidade. Tecnologia, você sabe usar?

Quando é para o seu desenvolvimento pessoal, tem “medinho”. Medo de um banco digital, medo de uma corretora, medo de tudo. Não faz sentido. E mostra as prioridades de cada um.

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É triste ver tantas oportunidades serem desperdiçadas. Tanto conhecimento à nossa disposição. Nossas mentes sedentas por conteúdo de qualidade e nós aqui, murmurando com os vizinhos, acreditando em tudo, clicando como autômatos em busca de recompensas.

Ou discutindo, dando holofote para quem não merece. Enchendo as redes sociais de lixo. Deixando nossos filhos e cônjuges de lado. Esnobando quem se importa conosco. Deixando nossas empresas morrerem.

A tecnologia não é uma obrigação. É oportunidade, e que oportunidade! Filmes, vídeos, livros, aulas, grupinhos de amigos, colegas e vizinhos. O que andamos escolhendo?

Que a transição que vivemos hoje possa ser positiva. Esqueça os planos mirabolantes e grandiosos. Acalme o ego e faça o que for possível, agora. Se tiver sugestões de conteúdo construtivo, não deixe de comentar.

Foto: Pixabay.

—— Este artigo foi escrito por Cristina Pizarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

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