Tesouro Direto: taxas de títulos públicos encerram operações desta sexta-feira em queda

SÃO PAULO – Em mais um dia de suspensões no mercado, os títulos públicos negociados via Tesouro Direto encerraram esta sexta-feira (13) em queda em relação ao último fechamento.

O dia foi de recuperação dos mercados acionários. As Bolsas dos Estados Unidos subiram mais de 9% e registraram seu melhor pregão desde 2008, após o discurso do presidente americano, Donald Trump, que declarou estado de emergência nacional por conta do coronavírus e liberou US$ 50 bilhões para combater os impactos da Covid-19.

No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 13,91% nesta sexta-feira (13), em seu maior ganho diário em 11 anos. Ainda assim, o principal índice da B3 não conseguiu evitar uma nova queda semanal, de 15,63%, a pior desde 2008.

No Tesouro Direto, o Tesouro IPCA+2035 fechou as negociações com uma taxa de 4,13% ao ano, abaixo do prêmio de 4,78% de ontem, mas acima do juro real de 3,37% a.a. na sexta-feira (6).

O Tesouro IPCA+ com vencimento em 2026, por sua vez, oferecia, no fim do dia, um prêmio anual de 3,52%. Ontem, a taxa era de 4,25% ao ano, enquanto, na última sexta-feira, correspondia a 2,57% ao ano.

O mesmo acontecia com os papéis prefixados, que chegaram a oferecer prêmios superiores a 9% ao ano e agora pagam um juro em torno de 8%, caso do Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 2031, com prêmio de 8,19% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis hoje:

Entenda a suspensão

As suspensões das operações no Tesouro Direto têm como objetivo garantir que as transações sejam sempre realizadas a taxas justas, segundo o Tesouro Nacional, alinhadas às taxas praticadas no mercado secundário.

Quando se verifica forte volatilidade no mercado, com aumentos ou quedas bruscas nos preços dos títulos públicos, o Tesouro Direto suspende temporariamente as vendas e compras para evitar que o investidor feche transações a um preço que possa ficar rapidamente defasado.

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As dicas e lições de Florian Bartunek sobre os últimos pregões de pânico nos mercados mundiais

SÃO PAULO – O investidor que está em pânico com a semana caótica do mercado pode ter uma certeza: ele não está sozinho. Este foi o recado dado por Florian Bartunek, sócio-fundador e gestor da Constellation Asset Management e co-autor do livro Fora da Curva durante a live especial com Thiago Salomão, apresentador do podcast Stock Pickers e analista da Rico.

Durante cerca de meia hora de conversa, Florian ressaltou que o investidor ou gestor que está alavancado é o que mais se machuca neste momento. E isso é algo que outras crises já mostraram.

O gestor destacou que estas situações são realmente complicadas e praticamente ninguém consegue se defender muito bem. Segundo ele, existem poucas chances até para vender, já que em dias como hoje, algumas ações já abrem caindo 20%. “A Bolsa entra em circuit breaker e tem ação que nem abriu ainda”.

Com vivência de outras crises, Florian disse que nem tudo dá para se aprender. “As crises vão mudando”, destacou ele, reforçando que fica difícil estar sempre preparado ou se proteger.

Questionado sobre os motivos para tanto pânico, o gestor disse que não existe uma resposta. “A gente tenta achar explicações, mas os mercados são modelos muito complexos e dinâmicos”, explica ele apontando que não há um fator específico.

“Quando tem incerteza, eu não sei o que pode acontecer e as pessoas começam a criar cenários na cabeça. Fica no ‘e se’. A gente está na fase aguda da incerteza”, afirmou.

Olhe para as empresas

Uma das maiores dicas que Florian deu na conversa é para o investidor tentar olhar para cada empresa, “voltar aos fundamentos”.

Neste momento ele diz não preferir comprar o índice, mas ações específicas. Citando o caso da RD (antiga Raia Drogasil), o gestor disse não ver uma grande chance do negócio da companhia ser afetado pelo que está acontecendo. “Podemos até falar de queda no lucro por causa de uma quarentena, por exemplo, mas a ação caiu muito”, disse.

Por outro lado, ele mostrou a situação de companhias aéreas ou de turismo. “A Azul, que é uma empresa que eu admiro, vai sofrer muito mais [neste cenário]”, destacou.

Por fim, Florian deixou um recado para os investidores, lembrando que “nenhum mal dura para sempre”. Ele lembrou que é possível que a Bolsa caia ainda mais, mas que a tendência é que “as coisas se ajustem”.

“Você fala para as pessoas se segurarem, mas a gente entende a aflição”, afirmou ele reforçando que o investidor não deve ficar alavancado e precisa diversificar a carteira.

“Não existe isso de ficar calmo, tranquilo. Tem que ficar preocupado, estudar e ver se sua posição está adequada”, concluiu Florian.

A primeira parte da entrevista está no Instagram do Stock Pickers e a segunda parte no Instagram do InfoMoney e ficará disponível até esta sexta-feira à noite.

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Em live com 6 mil pessoas, Alaska diz seguir confiante com a Bolsa e afirma que captações têm superado os resgates

Henrique Bredda, sócio da gestora Alaska, fala ao microfone

SÃO PAULO – Com mais de 120 mil cotistas apenas em seu fundo de ações Alaska Black Institucional FIA, o gestor e sócio da Alaska Henrique Bredda fez, ao lado dos sócios Ney Miyamoto e Luiz Alves Paes de Barros, uma transmissão ao vivo via Instagram que contou com a participação de cerca de 6 mil pessoas nesta quinta-feira.

Com o intuito de acalmar os ânimos de seus cotistas, Bredda destacou que segue confiante nos fundamentos das empresas, especialmente as do mercado doméstico, e afirmou que as carteiras estão com posições 100% compradas em ações, ainda que a Bolsa possa estar exposta a novas quedas.

Em um movimento tido como tático, a gestora zerou entre quarta (11) e quinta-feira (12) as posições do Alaska Black BDR em operações de juros e dólar, no qual estava “vendido” (posicionado para a queda da moeda), e pretende retomá-las quando identificar uma pequena normalização dos mercados.

“Quando o mercado fica disfuncional, a gente sai, fica extremamente líquido com essas operações e vai voltando ao longo do tempo aos poucos”, afirmou Bredda.

Segundo os sócios do Alaska, os fundos têm tido mais captações que resgates, o que, segundo Miyamoto, mostra uma maturidade muito grande do investidor. “Seguimos muito confiantes”, afirmou.

Confira a seguir os principais trechos da live.

Quebra do fundo

Segundo os gestores do Alaska, muitos cotistas têm questionado sobre uma eventual quebra dos fundos, especialmente em meio às perdas do fundo Ponta Azul, também administrado pelo BTG Pactual, e com posições em Magazine Luiza, uma das mais conhecidas apostas da Alaska. “Podem ficar tranquilos que é muito improvável a gente poder quebrar”, afirmou Miyamoto.

Comparação com crise de 2008

“Quando você compara a magnitude da queda, é menor que em outras crises”, afirmou Bredda, em referência a 2008 e ao período de 1997 a 2002. “O que tem de mais intenso? A velocidade da queda.”

Segundo Bredda, quando o Ibovespa operava próximos aos 115 mil pontos, a gestora já enxergava ativos baratos no Brasil e está aproveitando o momento atual apenas para fazer um pouco de rebalanceamento.

“De forma geral, a gente acredita que a recuperação cíclica no Brasil vai continuar. A diferença é que, com o mundo desacelerando, deixa o Brasil como uma oportunidade para os outros”, disse Bredda, ressaltando que o país tende a ficar cada vez mais atrativo.

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Posições mais vinculadas à cena doméstica têm sido privilegiadas nos fundos de ações, caso de Magazine Luiza, Aliansce Sonae e Cogna, com certa diluição de papéis ligados a commodities.

As carteiras dos fundos long only e de BDRs estão, portanto, praticamente idênticas, apenas com ações, com as principais posições ainda em Klabin, Magazine Luizza, Cogna, Aliansce, Braskem e Rumo.

Os sócios da Alaska disseram ainda que as posições em papéis menos líquidos, como Valid, Marcopolo e São Carlos, respondem por uma fatia entre 12% e 15% dos fundos.

Aportes maiores que os resgates

Na transmissão, os sócios da Alaska ainda disseram que estão registrando mais aportes que resgates de recursos, com uma “reciclagem de cotistas”. Apenas nesses dias de “circuit breaker”, a entrada líquida teria sido de R$ 26 milhões.

“Outros gestores estão sentindo a mesma coisa, principalmente pelos investidores que vêm de plataformas. Então eu não compacto com aquela ideia de que, daqui a 30 dias, a indústria vai sofrer, que vai ser necessário vender pra dar conta dos resgates”, disse Bredda.

A gestora tem hoje cerca de R$ 12 bilhões, dos quais algo em torno de 30% apenas dos sócios, que poderiam ser utilizados para liquidez, se necessário.

O sono do príncipe

Conhecido como um dos maiores investidores da Bolsa e detentor do fundo exclusivo Poland, Luiz Alves disse que, em meio ao pânico visto nos mercados, as ações ficaram ainda mais baratas do que já estavam, e que pessoalmente acelerou suas posições, mencionando discrepâncias de preços vistas em papéis como os da Petrobras, da Vale e da Braskem. “Mas, infelizmente, pode piorar antes de melhorar. O objetivo é comprar ação barata.”

Ele ainda destacou que cotistas sem necessidade de liquidez devem permanecer investidos, dado que situações como esta já aconteceram em sua vida “dezenas de vezes”, porém com sinais diferentes agora. “Tenho dormido feito um príncipe”, brincou.

“A torcida é de todos nós, o momento é excelente, mas todo mundo tem que deixar dinheiro para suas necessidades prementes e não arriscar tudo na Bolsa, porque pode acontecer algum drama. Aprendi com o doutor Aloysio Faria [banqueiro, domo do grupo Alfa]: piorar é fácil, melhorar que é difícil.”

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Fundo de ações Dynamo Cougar encerra recebimento de intenções de investidores em apenas um dia

SÃO PAULO – A gestora Dynamo anunciou na tarde desta quinta-feira (12) que encerrou o recebimento de manifestações de intenção de investir no fundo de ações Dynamo Cougar no mesmo dia da abertura para novas aplicações. O fundo estava fechado para captações desde 2011.

“O Dynamo Cougar recebeu manifestações de investidores que completaram o montante previsto para as duas primeiras aberturas no valor de R$ 300.000.000 (trezentos milhões de reais, respectivamente”, diz o fato relevante publicado no fim da tarde pela gestora.

Será realizada uma terceira abertura, de R$ 400 milhões, para atender às manifestações já recebidas que não foram contempladas pelas duas primeiras. As janelas estão marcadas para 19 e 20 de março, 30 e 31 do mesmo mês e 14 e 15 de abril.

Criado em 1993, o Cougar é um dos mais rentáveis fundos do mercado financeiro brasileiro. Segundo dados da gestora, desde sua criação, o fundo acumulava um retorno anualizado de 47,4% até esta quarta-feira (11), ante alta de 28,82% do Ibovespa.

Apenas investidores qualificados puderam participar da rodada, ou seja, aqueles com pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras. O valor mínimo a ser aplicado era de R$ 300 mil, para novos investidores, e de R$ 30 mil, para cotistas atuais. O valor máximo foi de R$ 25 milhões por investidor.

Neste ano até quarta-feira (11), o fundo Cougar acumulava queda de 18,87%, ante uma baixa da ordem de 26% do Ibovespa. Em 12 meses, o Cougar tem valorização de 14,10% (ante queda de 13,11% do principal índice da Bolsa) e, em 36 meses, de 62,23%, em 60 meses, acima da alta de 31,69% do Ibovespa.

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O que está acontecendo com o Bitcoin? Quais as oportunidades em momentos instáveis?

O mercado de criptomoedas tem ficado instável nos últimos dias, após uma queda de 50% em dólar e chegando a R$21 mil no Brasil, o criptoativo se recuperou levemente hoje. 

Mas o que você deve saber para operar nesse mercado tão instável e o que está acontecendo com o Bitcoin?  Confira algumas dicas e oportunidades.

O que está acontecendo com o Bitcoin?

Primeiramente, para contextualizar quem não estava atento ao mercado financeiro nos últimos dias, as bolsas de valores de todo o mundo caíram. Conforme mostrado no Cointimes, a Bovespa chegou a parar várias vezes devido a quedas enormes de preço.

O cenário internacional é de muita instabilidade, isso devido aos possíveis impactos do coronavírus e das mudanças recentes no preço de ativos importantes como o petróleo.

Esse receio afetou todos os mercados, até o ouro caiu nesses dias. Os investidores estavam buscando a liquidez do dólar enquanto retiravam dinheiro de outros ativos. Esta situação foi o que causou quedas de -15% no Ibovespa (principal índice do mercado).

Para remediar esse problema de liquidez, o FED (Banco Central dos Estados Unidos) começou a injetar mais de 1,5 trilhão de dólares para compra de títulos. Isso acalmou o mercado, mas não sabemos se isso surtirá efeito a longo prazo.

E onde está o bitcoin nesse meio? Bom, o bitcoin é um ativo como qualquer outro e pode sofrer grandes oscilações como as últimas que aconteceram nessa semana.

Os especialistas divergem sobre o que causou a queda no criptoativo. Alguns acham que a busca por liquidez também afetou o Bitcoin, outros crêem que algumas baleias do bitcoin (investidores com muitas moedas) venderam e colocaram o mercado em queda.

De qualquer forma, é importante notar que esse cenário instável cria muitos riscos e oportunidades.

Como assim, Foxbit?

Em menos de 48 horas o bitcoin alcançou R$21.332,74, agora ele está sendo negociado a R$26.840,94. Ou seja, uma alta de 25,82%! 

Quem comprou na baixa e conseguiu vender agora pode ter lucrado até 25% em uma operação.  Isso significa que se você tivesse comprado R$1.000,00, agora teria cerca de R$1.250,00 em questão de algumas horas.

Claro, há grandes riscos, contudo, as recompensas são maiores. É sempre recomendado que você aposte apenas o que pode suportar perder. 

*valores de cotação do bitcoin analisados do dia 12/03/2020 a 13/03/2020.

E aí, você vai se arriscar nesse mercado cheio de oportunidades e riscos ou prefere esperar mais estabilidade? Não esqueça de seguir a Foxbit nas redes sociais – Facebook, Twitter e Instagram.

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Em breve abertura, taxas de títulos do Tesouro Direto disparam; prefixados pagam até 9%

SÃO PAULO – Em meio ao aumento das tensões nos mercados mundiais, o Tesouro Direto suspendeu a negociação dos títulos públicos nesta quinta-feira, após apresentarem forte alta no dia anterior. O programa, que ficou fechado praticamente o dia inteiro, abriu rapidamente por volta das 17h40, mas foi suspenso novamente, logo em seguida.

Ao InfoMoney, o Tesouro informou que o programa reabriu para as operações de investimento e resgate no final da tarde com novos preços e taxas referenciados no mercado secundário. Mas que suspendeu as operações alguns minutos após a reabertura, dada a volatilidade do mercado.

Antes da interrupção, as taxas dos títulos indexados à inflação estavam em alta e voltavam a oferecer prêmios nos mesmos patamares encontrados em janeiro de 2019. É o caso do Tesouro IPCA+ 2035, que pagava 4,78% ao ano, ante 3,94% a.a. anteriormente.

O Tesouro IPCA+com juros semestrais e prazo em 2055, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 5,17%, ante 4,11% ao ano ontem.

O mesmo acontecia com os papéis prefixados, que chegavam a oferecer prêmios superiores a 9% ao ano, caso do Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 2031, cujo retorno subia de 7,99% para 9,24% ao ano.

Já o prêmio oferecido pelo Tesouro Prefixado 2023 avançava de 5,82% para 7,25% ao ano.

Na continuação da crise, o Ibovespa acionou duas vezes nesta quinta-feira o “circuit breaker“, após quedas de mais de 10% durante o pregão. A Bolsa encerrou os negócios com queda de 14,8%, aos 72.582 pontos, na maior baixa desde setembro de 1998. Já o dólar teve alta de 1,4%, a R$ 4,784.

Nos EUA, o pregão também foi de recordes negativos. A queda de 9,99% do índice Dow Jones foi a maior desde 1987, quando houve a famosa “Black Monday”. Já as bolsas europeias tiveram o pior pregão da história.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos antes da suspensão das negociações:

Fonte: Tesouro Direto

Entenda a suspensão

As suspensões das operações no Tesouro Direto têm como objetivo garantir que as transações sejam sempre realizadas a taxas justas, segundo o Tesouro Nacional, alinhadas às taxas praticadas no mercado secundário.

Quando se verifica forte volatilidade no mercado, com aumentos ou quedas bruscas nos preços dos títulos públicos, o Tesouro Direto suspende temporariamente as vendas e compras para evitar que o investidor feche transações a um preço que possa ficar rapidamente defasado.

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Dynamo reabre captação de fundo de ações Cougar; aplicação mínima será de R$ 300 mil para novo investidor

SÃO PAULO – Em meio à forte queda dos mercados, a renomada gestora Dynamo informou hoje que vai reabrir seu fundo de ações Dynamo Cougar para novas aplicações em até três curtos períodos.

Um dos mais antigos e rentáveis fundos do mercado financeiro, o Cougar foi criado em setembro de 1993, pouco antes do lançamento do Plano Real. Segundo dados da gestora, desde sua criação, o fundo acumulava um retorno anualizado de 47,4% até esta quarta-feira (11), ante alta de 28,82% do Ibovespa. O fundo está fechado para captações desde 2011.

O valor mínimo a ser aplicado será de R$ 300 mil, para novos investidores, e de R$ 30 mil, para cotistas atuais. O valor máximo será de R$ 25 milhões por investidor.

Qualquer pessoa, desde que investidora qualificada, isto é, com pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras, poderá investir no fundo. Para tanto, deverá manifestar sua intenção de investir no Cougar por meio do endereço de e-mail admin@dynamo.com.br.

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A administradora indicará a cada interessado que tenha se manifestado a possibilidade de realização do investimento. “Referida indicação será feita através de e-mail em reposta àquele enviado pelo interessado, respeitada a ordem temporal de recebimento destes e-mails”, informou a Dynamo, em comunicado.

A gestora ressalta, contudo, que a manifestação da intenção de investimento não representa garantia aos interessados de que haverá possibilidade para aplicar os recursos pretendidos.

Se atendidos todos os critérios, a seleção será feita por ordem de chegada, segundo informou a Dynamo ao InfoMoney.

Janelas de abertura

A primeira janela de abertura será nos dias 19 e 20 de março, e a segunda será nos dias 30 e 31 do mesmo mês, ambas com possibilidade de captação de até R$ 300 milhões.

Na terceira janela, agendada para 14 e 15 de abril, a Dynamo informou que o fundo poderá realizar nova captação em valor a ser definido diretamente pela casa, ressaltando que se reserva o direito de, eventualmente, não realizar a abertura.

“Tal escalonamento visa permitir uma melhor gestão da carteira do fundo, inclusive no que tange à capacidade de absorção dos novos recursos no mercado, especialmente em relação a preço e liquidez das ações”, afirmou a gestora.

Neste ano até quarta-feira (11), o fundo Cougar acumulava queda de 18,87%, ante uma baixa da ordem de 26% do Ibovespa. Em 12 meses, o Cougar tem valorização de 14,10% (ante queda de 13,11% do principal índice da Bolsa) e, em 36 meses, de 62,23%, em 60 meses, acima da alta de 31,69% do Ibovespa.

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SPX reduz projeção para PIB brasileiro em 2020 e vê recessão pela frente

SÃO PAULO – Com um olho nos impactos do coronavírus sobre a economia mundial e outro nas eleições presidenciais americanas, a SPX começa o mês de março avaliando a real possibilidade de uma recessão, pesando o quão profunda e duradoura ela seria.

Refletindo as revisões feitas pelo mercado de crescimento na China e na Europa, bem como a queda do preço do petróleo e a piora das condições financeiras, a renomada gestora de Rogério Xavier revisou sua projeção de crescimento para o PIB brasileiro de 2,5% para 0,9% em 2020.

Em carta aos cotistas, a equipe de gestão destaca o cenário conturbado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), dado o choque externo no crescimento econômico, ao mesmo tempo em que o Banco Central tenta frear a disparada do câmbio no país com a venda diária de dólares no mercado futuro.

Diferentemente da carta de janeiro, em que reforçava que o Copom já havia dado “estímulos suficientes para uma aceleração do crédito bancário” e na qual previa até um cenário de alta para a Selic em 2020, a SPX vê agora um aumento na disposição da autoridade monetária em seguir cortando os juros. Com isso, estima um corte de 0,25 ponto percentual na Selic neste mês, cenário que, segundo a gestora, já está no preço do mercado.

“Estamos ainda cautelosos em relação aos juros locais, uma vez que afrouxamentos adicionais tendem a pressionar ainda mais o dólar e, possivelmente, gerar uma desancoragem nas expectativas de inflação”, escreve a gestora, que permanece com pequenas posições direcionais em juros.

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Em fevereiro, a casa optou por reduzir as alocações compradas (apostando na alta) em dólar e encerrou a posição vendida (apostando na queda) no euro.

As posições vendidas em moedas de países emergentes – maior contribuição do retorno para o fundo Nimitz em 2020 –, contudo, foram mantidas.

Em fevereiro, o Nimitz teve um desempenho positivo de 1,19%, ante variação de 0,29% do CDI. No ano, a alta até o mês passado era de 1,34%, ante um CDI de 0,67%.

Por avaliar que o impacto do vírus será forte, porém passageiro, e de que os bancos centrais irão responder de maneira mais agressiva, tanto do lado monetário quanto do fiscal, a SPX segue com uma posição levemente comprada em bolsas internacionais. No Brasil, a preferência é por empresas dos setores financeiro, de utilities e consumo.

Em commodities, a gestora de Xavier tem alocações vendidas em metais industriais, mas segue comprada em metais preciosos.

Cenário Internacional

Por conta da escalada do coronavírus, o cenário-base da SPX já contempla um crescimento zero para os países europeus em 2020. O relatório destaca que efeitos adicionais, como o risco pandêmico do vírus e seu impacto em parceiros comerciais, apontam para maiores riscos de uma recessão na região. “Com o Banco Central Europeu já no limite de atuação monetária, esperamos maior ação no campo fiscal, que tende a ter implementação mais lenta”, assinala.

Nos Estados Unidos, o ano eleitoral fica ainda mais incerto com os impactos do vírus, destaca a gestora. A carta lembra que Joe Biden saiu vitorioso na Super Terça e se tornou o favorito na corrida pela nominação como candidato Democrata, tornando a disputa pela Casa Branca ainda mais acirrada.

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5 ações recomendadas por Luiz Barsi para você comprar agora

São Paulo – Em meio a crise da bolsa brasileira na última semana, Luiz Barsi, um dos maiores investidores pessoa física do Brasil recomenda a compra de cinco ações neste momento: Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) Cemig (CMIG4), Itaúsa (ITSA4) e Braskem (BRKM5).

Para o bilionário muitos papéis caíram acima da expectativa, como é o caso da Petrobras e da Braskem. Sobre a petroquímica, Barsi afirma que a perspectiva é positiva com a possibilidade da companhia converter todas as ações em ordinárias e migrar para o novo mercado, o que seria atrativo para os fundos soberanos internacionais. 

Ele acrescenta ainda que essas ações, que têm boa liquidez tem sido impactadas, além da pandemia de coronavírus e dos preços do petróleo, pela locação de ações, o que tem empurrado o preço ainda mais para baixo. 

“A Petrobras tem 132 milhões de ações locadas. Se os locatários tivessem que devolver essas ações de uma vez, com certeza o preço não estaria ‘minguado’ como está. Pelo menos teria uma postura compradora que conduziria os preços das ações mais equilibrado que está hoje”, afirmou durante uma live realizada pelo canal Ações Garantem o futuro.

Por fim, Barsi se diz tranquilo em relação a queda da bolsa brasileira e acredita que a situação irá melhorar e os preços das ações voltarão a subir. 

“Tenho absoluta segurança de que o mercado não ficará nesses patamares de preços. A minha recomendação é manter calma. Não é por causa dessa pressão vendedora que o mercado de ações passou a ser algo ruim. Ele demonstrou que é um mercado de oportunidades.” Assista ao vídeo completo abaixo: 

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Tesouro Direto: negociações seguem suspensas, sem previsão de retorno

SÃO PAULO – As operações do Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos por investidores pessoas físicas pela internet, seguem suspensas nesta quinta-feira (12), sem previsão de retorno.

O dia segue de tensões elevadas, depois de duas interrupções do sistema vistas na quarta-feira (11).

Em um contexto em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou a pandemia do coronavírus, o pessimismo foi ampliado com o discurso feito ontem à noite pelo presidente americano Donald Trump e pela derrota do governo brasileiro no Congresso, que pode gerar um impacto de R$ 217 bilhões aos cofres públicos em dez anos, segundo contas do governo.

Após ser acionado na segunda e na quarta-feira, o mecanismo de “circuit breaker” voltou a ser utilizado duas vezes hoje, depois de quedas maiores de 10% do Ibovespa.

Nesta tarde, o Federal Reserve, o banco central americano, anunciou que oferecerá mais de US$ 1 trilhão em liquidez ao mercado monetário através de duas operações de recompra reversa. A primeira operação acontece nesta quinta, com a oferta de US$ 500 bilhões em operações “repo”, isto é, de acordo de recompra.

O anúncio aliviou parte da queda acentuada das bolsas americanas e respingou no Brasil. Mas os efeitos não duraram. Por volta das 15h50, o principal benchmark brasileiro de renda variável operava com queda de 14,2%, aos 73.073 pontos.

Na última atualização de preços do Tesouro Direto na noite de quarta-feira, os prêmios pagos pelos títulos públicos estavam em forte alta em relação ao dia anterior.

Entre os papéis com retornos indexados à inflação, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2026 pagavam um juro real de 3,29% ao ano, enquanto os com vencimentos em 2035 e 2045 tinham retornos de 3,94%, mais a variação do IPCA.

No grupo dos prefixados, os papéis com prazo em 2023 tinham retornos nominais de 5,82% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado 2026 pagava uma taxa de 7,20% a.a.

As suspensões das operações no Tesouro Direto têm como objetivo garantir que as transações sejam sempre realizadas a taxas justas, alinhadas às taxas praticadas no mercado secundário.

Quando se verifica forte volatilidade no mercado, com aumentos ou quedas bruscas nos preços dos títulos públicos, o Tesouro Direto suspende temporariamente as vendas e compras para evitar que o investidor feche transações a um preço que possa ficar rapidamente defasado.

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