Veja o resultado do concurso 2.247 da Mega-Sena

RIO — Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.247 da Mega-Sena, realizado neste sábado em São Paulo. O  próximo concurso poderá pagar até R$ 4,8 milhões no dia 1 de abril.

As dezenas sorteadas foram: 01 – 42 – 44 – 47 – 48 – 53.

A quina teve 10 acertadores; cada um receberá R$ 86.553,24. A quadra teve 908 apostas vencedoras; cada uma ganhará  R$ 1.361,75.

 

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Com foco em minimizar riscos, Xavier, da SPX, recomenda cautela: “não dá para ser incisivo em nenhuma posição agora”

SÃO PAULO – Com um tom cauteloso e deixando claro que o cenário segue incerto para as economias e o mercado financeiro, Rogério Xavier, fundador da gestora SPX, recomendou aos investidores tomarem cuidado, terem pouco risco, e sinalizou que o melhor, por ora, é aguardar.

“Temos evitado ter posições direcionais muito expressivas, porque achamos que o mais importante neste momento é cruzar o rio. Achamos que, se chegarmos vivos do outro lado da margem, as oportunidades que vão surgir após uma estabilização do mercado vão continuar lá e vão nos dar muito mais segurança para entrar no mercado e tentar ganhar dinheiro, do que entrar agora sem saber se ele chegou ao fundo do poço ou não”, disse Xavier, em live feita na noite desta quinta-feira com Beny Podlubny, head da XP Private.

Segundo Xavier, o portfólio da SPX está tentando evitar riscos, com foco na preservação de capital. Dessa forma, a gestora não tem posições direcionais em Bolsa ou em juros, o que não quer dizer que os preços não possam estar convidativos.

O fundador da gestora chamou a atenção para as taxas de dois dígitos de títulos prefixados de cinco ou dez anos, assim como para o juro real de 4,5% visto recentemente nos papéis indexados à inflação. Para aqueles com caixa, Xavier assinalou que estaria olhando mais para a parte de renda fixa do que de renda variável neste momento.

“Embora a alavancagem da renda variável seja maior, hoje o mundo oferece retornos muito atrativos na renda fixa”, observou o gestor, ressaltando que enxerga muita coisa boa no mercado de crédito privado.

O ponto é que, com tamanha incerteza no horizonte, Xavier acredita que não dá para ser incisivo em nenhuma posição neste momento. E enxerga como um aspecto potencialmente positivo o processo de aprendizado na crise, que pode ajudar a conter um pouco da euforia nos mercados.

Hora de ação grande e incisiva

Na transmissão, Xavier também comentou sobre a atuação dos governos e disse ser precipitado traçar qualquer cenário para a economia brasileira, cuja situação vai depender do tamanho da ajuda federal, assim como seu alcance e sua velocidade.

“É prematuro dizer qualquer coisa, porque, se não acontecer nada, a economia brasileira tem um risco grande de colapsar”, afirmou. “Acho que é hora de ação, e uma ação grande e incisiva.”

Em sua avaliação, o Banco Central brasileiro precisa atuar em quatro blocos: crédito, liquidez, capital dos bancos e preços de mercado.

Para Xavier, o sistema está irrigado em termos de liquidez, mas, na parte de crédito, é preciso aliviar o risco que as instituições financeiras carregam.

“Minha sugestão ao BC é que ele ou o Tesouro Nacional criem um fundo em que compartilhem risco, porque, de alguma maneira, você vai ter que aliviar o setor financeiro”, comentou o gestor, indicando que ações como essa têm sido adotadas nos pacotes anunciados nos Estados Unidos e na Alemanha.

Xavier ainda defendeu que o governo, via Tesouro, faça intervenções no mercado de taxa de juros de longo prazo para que os prêmios caiam, com o objetivo de reduzir o custo do crédito, e que o BNDES também seja um instrumento utilizado neste momento.

“Acho que há um estigma de que os bancos públicos foram usados no governo passado irresponsavelmente e de maneira indevida. Acho que esse é justamente o momento de usar esses bancos”, defendeu Xavier.

Com relação ao pacote de estímulo trilionário americano, o fundador da SPX também ponderou que é preciso avaliar ainda a extensão da crise para julgar sua eficácia.

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Dez gestores contam quais ações estão comprando na crise do coronavírus

SÃO PAULO — A escalada do coronavírus derrubou os mercados de ações globais. Diante das perdas, os investidores pessoas físicas — muitos deles enfrentam sua primeira crise na Bolsa — ficaram em dúvida se deveriam aproveitar o mergulho do Ibovespa para ir atrás de oportunidades.

O InfoMoney conversou com 10 grandes gestoras para saber quais ações elas estão comprando nesse período de tensão nos mercados e por quê. Os especialistas também fizeram análises sobre o que esperar daqui para frente. Veja os relatos abaixo.

Mauá Capital

Em entrevista ao InfoMoney, Renato Ometto, gestor de renda variável da Mauá Capital, disse que o patrimônio do fundo de ações da casa está 99% investido. Segundo ele, mesmo diante da perda de cerca de 40% com a crise, o fundo tem encontrado boas opções para investir e adequar sua carteira ao novo cenário.

“A Bolsa pode não ter visto ainda o fundo do poço, mas existe muito valor nos ativos que estamos investindo. Quem tiver estômago, paciência e condição, é um bom mercado para risco e retorno. Agora, se você não entende, não aguenta perdas e depende desse dinheiro, não coloque na renda variável. Tem que ter essa educação financeira muito regrada”, disse.

“Começamos o ano com o portfólio sem grandes bancos, sem empresas de commodities, com a exceção da Suzano (SUZB3), que é exposta ao dólar e estava descontada. Nossa carteira estava focada no mercado doméstico, com a diminuição do desemprego, o aumento da renda e o começo de melhora do PIB, além da taxa de juros super convidativa para as pessoas redimensionarem os níveis de risco.”

Com o coronavírus, o gestor contou que promoveu adaptações em seu portfólio, se desfazendo de posições em alguns papéis e reduzindo a exposição em outros para comprar ações que acabaram ficando baratas com a queda generalizada causada pelo avanço da Covid-19 no mundo.

A Mauá desfez suas posições em Gol (GOLL4), Usiminas (USIM5) e Via Varejo (VVAR3), e reduziu sua exposição a algumas empresas do setor de varejo, que deve sentir um impacto negativo com as medidas de isolamento social adotadas para combater o avanço do vírus no país. Com o dinheiro, a gestora comprou papéis de CPFL (CPFE3), Raia Drogasil (RADL3), Itaú (ITUB4), Vale (VALE3) e Rumo (RAIL3).

“Tivemos a epidemia do vírus e o choque do petróleo. Nos últimos 45 dias, a gente passou a enxergar muito valor em algumas empresas que até então o valuation não nos permitia comprar porque estavam caras”, disse. “Entramos em empresas com tranquilidade de caixa/balanço e situação financeira para aguentar esse período adverso que a gente não sabe quanto tempo vai durar.”

“A gente comprou Itaú, pagando 6% a 7% de dividendos. Os bancos grandes passaram a ter um valuation até menor que em 2008 [na crise do subprime]. A gente julgou ser um risco/retorno muito mais seguro do que uma empresa mais dependente da economia de curto prazo”, explicou o gestor da Mauá.

Ometto falou que a gestora reduziu sua exposição ao setor de varejo, já que as pessoas vão reduzir o consumo de bens supérfluos. “Mesmo assim, a Magazine Luiza (MGLU3) segue sendo a principal exposição da nossa carteira. Ela sofreu bastante. O preço da ação saiu de R$ 68 para quase R$ 30. Acreditamos que ela vai se beneficiar do e-commerce durante a crise do coronavírus.”

As maiores exposições da carteira da Mauá, por ordem, são Magazine Luiza (MGLU3), Eztec (EZTC3), JBS (JBSS3), NotreDame Intermédica (GNDI3), CCR (CCRO3), Raia Drogasil (RADL3), Vale (VALE3), Itaú (ITUB4), Lojas Renner (LREN3) e CPFL (CPFE3). “Todas têm uma posição de caixa confortável”, concluiu o gestor.

Gauss Capital

Em entrevista ao InfoMoney, Jorge Junqueira, sócio da Gauss Capital, disse que a casa está posicionada em três papéis principais neste período adverso ao mercado. O primeiro deles é a Via Varejo (VVAR3). “É um case que acompanhamos há bastante tempo e que no início das preocupações com o fechamento de lojas e shoppings fez o papel retornar a próximo de R$ 4 por ação”, disse.

“Estressando os nossos números e projeções, mesmo avaliando um cenário negativo de maior período de lojas fechadas, mesmo a dinâmica das vendas online se reduzindo e a economia mais fraca, a companhia ainda apresentava um balanço forte o suficiente para honrar com seus vencimentos e capital de giro. Adicionalmente, mesmo nesse caso a companhia estava negociando a múltiplos abaixo de seus históricos. Dessa forma, voltamos a montar posição relevante na empresa”, completou.

Outra empresa que a Gauss possui em sua carteira é a Azul (AZUL4). “Consideramos a Azul a companhia aérea brasileira com melhor execução operacional. Adicionalmente, sua malha incorpora trajetos de lazer e executivos, o que mostra a necessidade da empresa.”

“Analisando o balanço da empresa e as ações tomadas pela diretoria, sentíamos confiança de que as medidas necessárias estavam sendo tomadas para superar os problemas de curto prazo. A crise afetou o setor aéreo como um todo e entendemos que, por essa razão, medidas de apoio deveriam ser tomadas pelo governo. Por isso, vimos uma boa oportunidade de investimento na ação”, afirmou Junqueira.

Já a terceira aposta da Gauss no momento de crise é a Sulamérica (SULA11). “A empresa começou a nos chamar a atenção quando desinvestiu do negócio de seguro de veículos e decidiu se concentrar no segmento de seguros de saúde.”

“Porém, o coronavírus levou a uma grande preocupação com o setor de saúde e o potencial aumento da sinistralidade. Olhando o histórico de surtos de gripe, vimos que o setor de saúde demonstrava a recuperação mais rápida, além de haver sempre uma reação excessiva negativa no primeiro momento com o setor. Percebemos assim um bom momento de entrada como acionistas da empresa”, concluiu Junqueira.

Forpus Capital

Em entrevista ao InfoMoney, o gestor da Forpus Capital Luiz Nunes apontou duas posições long (compradas) e uma posição short (vendida) da casa. Uma das posições long é a ação da Cosan (CSAN3), “que é um player de crescimento interno sem estatais”, segundo Nunes.

“As estatais vão acabar sendo usadas como subsídio para a retomada da economia”, explicou o gestor. “Eventualmente, as utilities vão ser usadas para isso. Vão promover descontos ou isenções nas contas de energia, por exemplo.”

Segundo Nunes, a Cosan hoje em dia é uma empresa mais globalizada, não somente uma usina, que consegue se beneficiar da retomada local sem ter intervenção do governo em suas operações, o que prejudicaria muito.

“A gente gosta também de banco Itaú (ITUB4), que está bastante descontado. Com o potencial aumento de juros no médio e longo prazos, já que o atual patamar logo vai ter peso sobre a inflação, os bancos tendem a se beneficiar”, disse.

Já a posição short da casa é o papel do Pão de Açúcar (PCAR3). “Foi uma ação que não sofreu com o coronavírus, muito pelo contrário, acabou se desempenhando bem porque os supermercados ficaram abertos. Não tem uma parte online tão relevante, mas tem. Acabou tendo uma explosão de demanda porque algumas pessoas estavam fazendo estoques e isso beneficiou a ação que, agora, deve devolver um pouco.”

Alaska Asset

Em transmissão ao vivo via Instagram na quinta-feira (12), o gestor do fundo Alaska Black Henrique Bredda, ao lado dos sócios Ney Miyamoto e Luiz Alves Paes de Barros, afirmou que segue confiante com os fundamentos das empresas, especialmente nas expostas ao mercado doméstico.

Segundo Bredda, as carteiras estão com posições 100% compradas em ações e a asset tem aproveitando o momento atual apenas para fazer um pouco de rebalanceamento. Posições como Magazine Luiza (MGLU3), Aliansce Sonae (ALSO3) e Cogna (COGN3) têm sido privilegiadas nos fundos de ações, com certa diluição de papéis ligados a commodities.

Nos fundos long only e de BDRs, as carteiras também estão constituídas apenas com ações, sendo as principais posições ainda em Klabin (KLBN4), Magazine Luiza (MGLU3), Cogna (COGN3), Aliansce (ALSO3), Braskem (BRKM5) e Rumo (RAIL3).

De acordo com os sócios da Alaska, as posições em papéis menos líquidos, como Valid (VLID3), Marcopolo (POMO4) e São Carlos (SCAR3), respondem por uma fatia entre 12% e 15% dos fundos.

Brasil Capital

André Ribeiro, sócio e gestor da Brasil Capital, contou em entrevista ao InfoMoney que a casa tem feito mudanças pontuais em seu portfólio, que segue com as ações de Petrobras (PETR4 ; PETR3), Rumo (RAIL3) e Cosan (CSAN3) entre as maiores posições do fundo.

Na sequência aparecem nomes como Aliansce (ALSO3), Alupar (ALUP4), B3 (B3SA3), Yduqs (YDUQ3) e SulAmérica (SULA11) que, segundo ele, teriam condições de, no pior cenário, passar seis meses sem receita por conta da crise.

Bogari Capital

Com um caixa aproximado de 10% no início do ano, a Bogari Capital aproveitou a queda das ações para realizar alocações graduais, reduzindo a posição mais líquida para algo em torno de 4%.

“Achamos hoje que os preços estão muito bons, adoraríamos estar com mais caixa para fazer alocações relevantes neste momento”, afirmou Felipe de Luca, sócio e gestor da Bogari Capital, em entrevista ao InfoMoney.

Segundo ele, a casa tem optado por aumentar a exposição em ações já presentes no portfólio, que têm probabilidade de entregar resultados altos aos acionistas no atual nível de preço.

Entre as principais posições, de Luca cita NotreDame Intermédica (GNDI3) como maior destaque, seguida de Alpargatas (ALPA4), Cosan (CSAN3), Eneva (ENEV3) e Pão de Açúcar (PCAR3).

Em meio à forte queda da Bolsa no ano, os fundos Bogari Value FIC FIA e Bogari Value Q FIC FIA foram reabertos para captações na última quinta-feira (19). Os dois estavam fechados desde o início de janeiro.

Dynamo

A Dynamo, uma das gestoras de fundos de ações mais antigas do Brasil, também tem aproveitado para ir às compras. “Não sabemos dizer se as ações vão cair mais ou não, mas os preços começam a chegar em patamares que julgamos bastante interessantes”, afirmou a gestora à Bloomberg.

Ao longo das últimas semanas, a Dynamo ampliou a sua posição em Natura (NTCO3), Alpargatas (ALPA4), Localiza (RENT3), Ultrapar (UGPA3) e Vale (VALE3). “Entendemos que são bons investimentos a médio prazo. São companhias capitalizadas e bem administradas, que nos permitem navegar quase que em qualquer cenário.”

HIX Capital

“Estamos praticamente 99% investidos e creio que este seja o maior nível desde quando a HIX começou”, afirmou Gustavo Heilberg, gestor da HIX Capital durante teleconferência realizada pelo Stock Pickers, na quarta-feira (25).

Entre as principais apostas, o gestor cita as elétricas Eneva (ENEV3) e AES Tietê (TIET4), as duas maiores posições do fundo HIX FIA atualmente.

“O impacto do coronavírus sobre a Eneva é praticamente zero. O único impacto que poderiam argumentar é custo de capital, o risco país e a mudança na taxa de desconto, porque ela tem receita contratada com volume e preço definido. Mas é um negócio resistente a crises”, justifica.

Com a terceira maior posição, a fabricante de alimentos Camil (CAML3) também foi ampliada nos últimos dias. “As pessoas vão continuar comendo. Talvez comam menos fora e mais em casa, o que as levará mais aos supermercados. E a Camil está conseguindo operar superbem. Conversamos com a companhia esses dias, e estamos muito tranquilos”, afirma.

Apesar de o impacto da crise já ser sentido em nomes como Centauro (CNTO3), Burger King (BKBR3), Jereissati e Iguatemi (IGTA3), Heilberg destaca a posição confortável das companhias, que passaram a integrar a carteira do fundo recentemente.

“Sobre o Burger King, as pessoas vão voltar a comer hambúrguer no dia em que a crise acabar. Jereissati e Iguatemi são outros. Se os shoppings ficam fechados por um ano, o impacto nos papéis deveria ser da ordem de 5%, mas eles caíram 50%, 60%”, diz.

Com um cenário mais desafiador, contudo, Heilberg destaca que o fundo tem diversificado mais do que o costume, abrigando cerca de 30 nomes no portfólio, com participação individual máxima de 10%, ante 20% anteriormente.

“Tem muita coisa atrativa. Está mais fácil achar o que você quer comprar do que o que não quer comprar. É o inverso do que tínhamos em janeiro. Não à toa, tínhamos mais caixa naquele momento”, diz o gestor da HIX.

NCH Capital

Utilizando-se de um caixa de 30% por conta das alterações feitas na carteira no fim do ano, a NCH Capital tem aumentado a posição em papéis já presentes no portfólio. É o caso de nomes como B3 (B3SA3), Banco do Brasil (BBAS3), Weg (WEGE3), Totvs (TOTS3), BB Seguridade (BBSE3) e JBS (JBSS3).

“Estamos ativamente comprando ações desde quinta-feira, aumentamos nossa exposição novamente”, contou James Gulbrandsen, CIO da NCH Capital.

Versa

Para aproveitar as “pechinchas” do mercado, a Versa consumiu boa parte do caixa aumentando as posições em papéis nos quais já eram acionistas, como Banco do Brasil (BBAS3) e BR Properties (BRPR3).

“As ações começaram a ficar ridiculamente baratas, estamos numa baita promoção”, afirmou Luiz Fernando Alves Junior, gestor da Versa.

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Clientes enfrentam dificuldade para solicitar pausa de prestação em bancos

Para ajudar as pessoas a enfrentar o atual momento econômico, os cinco maiores instituições do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – anunciaram a suspensão de parcelas de algumas linhas de financiamento. A medida entra em vigor a pedido dos clientes, e muitos deles têm tido dificuldade para fazer essa solicitação em seus respectivos bancos.

Exame entrou em contato pela central de atendimento das instituições para ter orientações – como fariam os correntistas – e o resultado foram informações desencontradas quando as chamadas foram atendidas. Mas, na maior parte das vezes, no entanto, foram minutos de espera sem sucesso.

A cabeleireira Letícia Souza (nome foi trocado a pedido da entrevistada) também teve essa dificuldade. Ela solicitou pausa no financiamento imobiliário da Caixa pelo aplicativo Habitação e a resposta é que o banco entraria em contato em 48 horas.

Já uma leitora da Exame disse que ligou para o banco Santander e que foi informada que ela terá que fazer a solicitação de pausa no financiamento em sete dias úteis antes do vencimentos. Falou ainda que tentou ligar para 4004-3535, mas que pela demora acabou desistindo.

No site do Reclame aqui, existem algumas reclamações sobre o Bradesco. Um cliente do banco afirmou que demorou mais de um dia tentando falar com o banco na linha  4004-4433. Depois que conseguiu, ele não teve a solicitação atendida. Outro cliente reclamou que o atendente do BB disse que não existe prorrogação. E ainda um correntista do Itaú disse que tentou entrar em contato há dias pela central de atendimento para pausar o financiamento e, como ninguém atendeu, foi à agência. Mesmo assim, não teve solução.

Era de se esperar que houvesse dificuldades iniciais. Afinal, a demanda por atendimento aumentou consideravelmente, já que a pausa nas prestações é importante para boa parcela da população. Mas não é só isso. O tema é novo, existem dúvidas com relação às regras e condições e muitos atendentes de centrais de atendimento estão trabalhando a distância pela primeira vez.

Em nota, o Bradesco disse que está atendendo a todas as solicitações para prorrogação dos prazos dos contratos de financiamento. “As condições estão sendo mantidas. Eventuais manifestações são casos pontuais e o banco permanece à disposição para resolver.”

É bom frisar que as instituições têm regras diferentes. No Itaú Unibanco, por exemplo, as linhas de financiamento que permitem a pausa das parcelas são de imóvel e veículo. Apenas os clientes com pagamento em dia podem requerer a postergação por 60 dias, por meio das centrais de atendimento do Itaú. Durante este período, é mantida a mesma taxa de juros, sem a cobrança de multa. As parcelas não serão encavaladas: o cliente fica dois meses sem pagar e depois volta ao normal, com a adição dos meses que não foram pagos ao final do financiamento.

Já no caso da Caixa, é possível pausar parcelas habitacionais, desde que estejam adimplentes ou com até dois encargos em atraso. O período de carência pode chegar a 90 dias. Os encargos pausados serão incorporados ao saldo devedor. No entanto, não está disponível para clientes que utilizam o FGTS para pagamento das prestações mensais. As mesmas condições estão sendo oferecidas para clientes que possuem operação de home equity (empréstimo com garantia de imóvel) e que já possuam ao menos 11 parcelas pagas. Até quinta-feira (26), foram solicitados 722 mil pedidos de pausa no financiamento imobiliário. 

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Dynamo está comprando “todos os dias”, de Vale à Natura

(Bloomberg) — A Dynamo, uma das gestoras de fundos de ações mais antigas e respeitadas do Brasil, está aproveitando para ir às compras em meio a uma turbulência que levou o mercado acionário local ao menor nível em quase três anos.

“Temos comprado ações todos os dias”, disse a Dynamo, em comentários enviados por e-mail. “Não sabemos dizer se as ações vão cair mais ou não, mas os preços começam a chegar em patamares que julgamos bastante interessantes.”

Ao longo das últimas semanas, a gestora ampliou a sua posição em Natura, Alpargatas, Localiza, Ultrapar e Vale. “Entendemos que são bons investimentos a médio prazo. São companhias capitalizadas e bem administradas, que nos permitem navegar quase que em qualquer cenário.”

Com cerca de R$ 11 bilhões sob gestão, a Dynamo reabriu o Dynamo Cougar para captação pela primeira vez em cerca de nove anos neste mês. A gestora conseguiu levantar R$ 1 bilhão por parte dos investidores em menos de 24 horas.

O fundo registra um retorno anualizado de cerca de 46% desde a sua criação em 1993, contra um retorno anualizado de 28% do Ibovespa no mesmo período, de acordo com dados compilados pela gestora.

Para a Dynamo, os preços dos ativos não estão racionais e devem ficar assim por mais um tempo.

“Temos convicção de que não vamos acertar o timing do bottom”, disse a gestora. “Mas os preços já estão ficando interessantes e no longo prazo algumas companhias devem sair até mais fortalecidas da crise.”

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Baseados em algorítimos, fundos quantitativos se destacam em meio à turbulência

SÃO PAULO – A pandemia do coronavírus, e a incerteza econômica a ela atrelada, abalou mercados em todo o mundo e causou perdas expressivas aos investidores. Nesse momento em que os nervos estão à flor da pele, alguns fundos de investimentos se destacam. São os quantitativos, que tomam as decisões de compra e venda dos ativos baseados em complexos modelos matemáticos.

Esse tipo de fundo, que ainda engatinha no Brasil, faz parte da categoria de multimercados, ou seja, podem investir em diferentes ativos (juros, índices de bolsa locais ou estrangeiros, moedas, commodities).

Em sua maioria, os multimercados registram rentabilidade negativa no acumulado do ano, segundo dados Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Entre os que se salvam, estão justamente os quantitativos, que costumam ter melhores desempenhos em períodos de alta volatilidade – uma dessas carteiras está com ganhos em torno de 24% no ano.

 

Fundos quantitativos Retorno desde 21/02/20* Retorno em 2020* Retorno em 12 meses*
Seival FGS Agressivo 29,08% 23,87% 21,34%
Murano FIC FIM 1,89% -1,10% -18,59%
Giant Darius -0,05% 2,82% 11,18%
Giant Zarathustra II -0,06% 4,32% 18,15%
Kadima II -1,55% 0,71% 4,12%
Pandhora Master -8,11% -5,34% 5,51%
CDI 0,33% 0,95% 5,48%
Ibovespa -34,07% -35,18% -19,97%

*Até o dia 25/03/2020

Fonte: Economatica

Em um fundo tradicional, os gestores recebem as informações, avaliam e tomam a decisão. Nos quantitativos, essas informações podem ser processadas em maior volume com base em fórmulas matemáticas e estatísticas preestabelecidas (também conhecidas como algoritmos). Um algoritmo consegue identificar padrões de alta ou baixa e assim definir o ativo que deve ser comprado ou vendido e o peso de cada um deles na carteira.

“Cada fundo quantitativo tem o seu modelo matemático. Ao longo do tempo, ele vai recebendo mais informações e tendo uma evolução constante”, explica Marcelo Lara Nogueira, planejador financeiro com certificação CFP.

Nogueira lembra, no entanto, que a escolha de um fundo quantitativo não pode ficar restrita à sua rentabilidade. “O investidor deve colocar nesses fundos uma parte dos seus recursos destinado a investimentos de maior risco”, diz, acrescentando que é preciso que o investidor avalie com quais ativos esse fundo opera (alguns possuem maior exposição ao exterior, o que pode aumentar o risco).

Na avaliação de Guilherme Anversa, sócio e gestor da XP Advisory, esse tipo de fundo deve ser levado em conta na hora de fazer a diversificação do patrimônio. Nesse caso, uma fatia entre 7,5% a 10% do total de recursos pode ser alocada em carteiras quantitativas.

“Quando o cenário está mais estável, os quantitativos não costumam ter muita variação. Mas é bom lembrar que um fundo desse não se compra pensando em um período de 12 meses. Tem que ter um horizonte mínimo de três a cinco anos. Aí, sim, o investidor vai colher o benefício da diversificação”, observa.

Em sua avaliação, esses fundos tendem a ganhar maior relevância no mercado brasileiro. Atualmente, cerca de uma dezena de gestoras oferece carteiras puramente quantitativas e os volumes não são expressivos.

Mercado mais desenvolvido nos EUA

Nos Estados Unidos, por sua vez, os maiores multimercados já são baseados em algoritmos. “No mundo do ‘big data’, fica difícil o ser humano absorver tanta informação. As máquinas tiram o efeito comportamental e, por isso, a tendência é que essa estratégia cresça no Brasil”, aponta Anversa.

Entre os fundos quantitativos que apresentam destaque nesse ano está o Seival FGS Agressivo, da Seival Investimentos, e que aplica em moedas, índices de ações, commodities e taxas de juros. A carteira acumula rentabilidade de 24% no ano. Desde a intensificação da turbulência causada pelo coronavírus, no dia 21 de fevereiro, os ganhos são de 29%.

“Nossos algoritmos buscam identificar tendências. No fim de janeiro, nosso modelo percebeu que os preços do petróleo e de índices de ações começariam a cair. Conseguimos surfar nessa janela. Aceitamos a volatilidade elevada como algo normal no nosso processo”, explicou Carlos Chaves, sócio da Seival Investimentos.

Chaves, no entanto, explica que o fato de operar com base em algoritmos não garante que o fundo sempre dará um bom resultado. Em 2019, quando as ações ficaram entre os destaques de alta, o Seival FGS não teve um desempenho tão bom, com queda da ordem de 5%.

“É um fundo para uma estratégia de diversificação, para ter um investimento que possa estar descorrelacionado de outros índices e evitar perdas maiores na carteira total”, diz.

Rodrigo Terni, sócio fundador da gestora Giant Steps, avalia que os fundos quantitativos são uma evolução do mercado, uma vez que os modelos matemáticos podem dar maior eficiência às decisões.

“Há uma quantidade enorme de dados disponíveis e não há razão para não utilizá-los. No Brasil, isso ainda é visto com certa resistência, uma vez que há certo culto ao papel do gestor. Nos Estados Unidos, as maiores gestoras já possuem fundos inteiramente baseados em modelos matemáticos”, afirma Terni.

Um dos maiores multimercados dos Estados Unidos é o Medallion, com mais de US$ 20 bilhões de patrimônio líquido. Ele pertence à gestora Renaissance e foi um dos pioneiros no uso de algoritmos para a tomada de decisões. No Brasil, dificilmente um fundo quantitativo passa do patrimônio de R$ 1 bilhão.

No caso da Giant Steps, o Zarathustra II acumula, no ano, uma rentabilidade de 4,3% e de 18,15%, no acumulado de 12 meses. O fundo investe em juros, moedas, ações e commodities. Outra carteira quantitativa da gestora é a Darius, que tem maior exposição ao mercado externo e acumula ganhos de, respectivamente, 2,8% e 11,2%, nos períodos mencionados.

Segundo Terni, em dezembro os modelos criados na gestora já apontavam para um cenário mais pessimista para o Brasil e, por isso, os fundos zeraram a exposição em ações. Isso foi feito no momento em que o Ibovespa, principal índice de ações local, caminhava para patamares recordes.

“Nosso algoritmo é testado em uma espécie de laboratório. É quase um teste de air bag para ver se a carteira sobrevive em diferentes cenários. Não questionamos essas escolhas [do algoritmo], porque elas foram feitas com base em modelos que nós desenvolvemos”, explica.

Outros fundos quantitativos também apresentam desempenho positivo no ano, embora de forma menos expressiva, caso do Kadima 2, com alta de 0,71%. O Murano, por sua vez, cai 1,1% em 2020, mas com uma alta de 1,9% desde a intensificação das turbulências. Já o Pandhora perde 5,3% no ano.

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Como investir em renda fixa e dólar em meio à crise

SÃO PAULO – A maioria dos assessores financeiros recomenda ter parte do patrimônio investida em aplicações no exterior, ou mesmo em fundos cambiais, como forma de proteção e também para diversificar a carteira. É possível fazer isso por meio de fundos disponíveis no Brasil.

Mas vale a pena fazer isso agora, depois da disparada do dólar?

O economista Alan Ghani, professor e colunista do InfoMoney, aborda esse tema e também fala sobre as melhores alternativas na renda fixa atualmente e responde dúvidas. Confira o vídeo acima.

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Tesouro Direto: Taxas de títulos públicos têm queda nesta quinta-feira

SÃO PAULO – Em mais um dia marcado pela divulgação de indicadores fracos da economia brasileira, somado ao corte na projeção de crescimento do PIB em 2020 pelo Banco Central, os títulos do Tesouro Direto operam sem direção definida na tarde desta quinta-feira (26). Mais cedo, o programa teve duas paralisações.

Entre os papéis indexados à inflação, o com vencimento em 2026 pagava um juro real de 3,85% ao ano, ante 4,02% a.a. na tarde de quarta-feira (25).

Os prêmios oferecidos pelos títulos com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, cediam de 4,52% para 4,41% ao ano.

Com relação aos papéis prefixados, o juro do título com vencimento em 2023 recuava de 5,89% para 5,63% ao ano. Já o Tesouro Prefixado 2026 pagava 7,43%, ante 7,92% a.a. ontem.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta quinta-feira (26):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Um dia após a divulgação de dados da inflação abaixo do esperado em março, hoje, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, mostrou um crescimento de 0,24% em janeiro na comparação com o mês anterior. O resultado ficou abaixo da expectativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para um avanço de 0,40%.

Em dezembro, o IBC-Br registrou uma contração de 0,27%. Já na base anual, o índice teve uma expansão de 0,69%, ante expectativa de avanço de 1,05%.

Em meio ao impacto econômico da pandemia de coronavírus, o Banco Central cortou sua projeção para o PIB brasileiro a zero em 2020, ante expectativa de crescimento de 2,2%, calculada em dezembro. A mudança consta do Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta quinta-feira (26).

No documento, a autoridade monetária voltou a reiterar que vê como adequada a manutenção da taxa Selic em seu novo patamar, de 3,75% ao ano, mas ponderando que a maior variância de riscos e novas informações sobre a conjuntura econômica serão essenciais para definir seus próximos passos.

Dados americanos

Nos Estados Unidos, a atenção hoje recaiu sobre os dados de pedidos de seguro-desemprego semanal e do PIB do quarto trimestre de 2019.

De acordo com o Departamento do Trabalho dos EUA, o número de pedidos de auxílio-desemprego no país disparou, de 282 mil, na semana encerrada no dia 13 de março, para 3,28 milhões na semana passada. O resultado veio acima da expectativa do consenso Bloomberg, que apontava para um aumento a 1,7 milhão de pedidos.

Já o PIB da maior economia do mundo cresceu à taxa anualizada de 2,1% no quarto trimestre de 2019, de acordo com o Departamento do Comércio americano, em linha com as expectativas do mercado.

Em 2019, a economia americana teve um avanço de 2,3%, o menor ritmo em três anos; em 2018 ,o crescimento foi de 2,9% e, em 2017, a alta foi de 2,4%.

Mais cedo, o presidente do Federal Reserve (o banco central americano), Jerome Powell, afirmou que os Estados Unidos já podem estar em uma recessão por causa dos efeitos da pandemia de coronavírus, mas ressaltou que o país atravessa uma “situação única” e que “não há nada de errado” com sua economia do ponto de vista dos fundamentos.

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Fundos imobiliários: confira as respostas às dez principais dúvidas sobre este mercado

SÃO PAULO – O investimento mínimo para começar a atuar no mercado de fundos imobiliários, a tributação que incide sobre os ativos, a possibilidade de suspensão da distribuição de dividendos e a recomendação para o segmento no atual contexto de crise estão entre as principais dúvidas de investidores respondidas em uma super live da XP nesta quinta-feira, às 11h.

A iniciativa, promovida pela Assessoria Live da XP, faz parte da “Super Live FII”, com 12 horas de conteúdo com gestores, assessores e executivas do setor.

O painel “TOP 10 dúvidas sobre Fundos Imobiliários” conta com a participação de Giancarlo Gentiluomo, head de distribuição da XP, e a mediação de Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney.

A Super Live FII ocorre das 08h às 20h.

Confira a programação completa a seguir:

08:00  Como montar uma carteira de fundo imobiliário?
09:00 Quais as principais diferenças entre fundos imobiliários e ações?
10:00   Por que investir em fundo imobiliário ao invés de comprar imóveis?
11:00  TOP 10 dúvidas sobre fundos imobiliários
12:00
Imóveis como complemento de renda
13:00  Até onde a indústria de fundos imobiliários pode chegar?
14:00  Impactos do Covid-19 sobre os fundos imobiliários
15:00  O mercado imobiliário brasileiro e perspectivas para o setor
 16:00  Conhecendo os tipos de fundos imobiliários: fundos de shopping e fundos de laje
17:00  Conhecendo os tipos de fundos imobiliários: fundos de desenvolvimento e fundos de galpões
18:00  Conhecendo os Tipos de fundos imobiliários: fundos de papel e fundos de fundos
19:00  Como saber a melhor hora para trocar os FIIs da sua carteira?

Aprendizados em tempos de crise: uma série especial do Stock Pickers com as lições dos principais nomes do mercado de ações. Assista – é de graça!

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Caixa anuncia redução de juros de cheque especial e cartão de crédito

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta quinta-feira que o banco reduziu taxas de juros do cheque especial e do cartão do crédito.

Durante transmissão semanal do presidente Jair Bolsonaro no Facebook, Guimarães afirmou que os juros do cheque especial foram reduzidos de 4,9% para 2,9% ao mês.

A taxa para o cartão de crédito também foi reduzida, de 7,7% para também 2,9% ao mês.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

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