Seguradoras flexibilizam e passam a cobrir morte por coronavírus

Mundialmente os seguros de vida e prestamista (que garantem o pagamento de financiamentos e dívidas em caso de morte e invalidez) não costumam cobrir pandemias como a do novo coronavírus. Isso porque o risco desses cenários costuma ser alto. Mas, diante da comoção atual, algumas seguradoras estão passando a cobrir mortes pelo vírus. É o caso da Itaú Seguros, Zurich Santander e BB Seguros.

O Itaú Unibanco decidiu, em um primeiro momento e por liberalidade, não aplicar a exclusão da COVID-19 da cobertura de morte em seus seguros de vida. A medida vale para os clientes com contratos em dia e que cumpram as demais condições contratuais, mesmo após a doença ter sido declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O Itaú reforça que a medida pode ser revista a qualquer momento e que está à disposição dos clientes para eventuais dúvidas.

A Zurich Santander também decidiu indenizar as possíveis ocorrências relacionadas à pandemia para os clientes com apólices vigentes dos Seguros de Vida, Habitacional, Prestamista, Acidentes Pessoais e Viagem, embora os produtos excluam a cobertura para eventos desta natureza. “Os sinistros serão analisados de acordo com os procedimentos já existentes, observando as regulações do setor e também o momento atípico que estamos vivendo”, diz a seguradora, em nota.

A BB Seguros decidiu que garantirá, excepcionalmente, o pagamento integral das indenizações de seguro de vida (individual e em grupo) e de seguros prestamista para o caso de mortes confirmadas por COVID-19. As indenizações serão garantidas tanto para apólices vigentes quanto para novas contratações desde que os novos clientes não possuam doenças pré-existentes.

O banco digital Agibank lançou, em parceria com a seguradora Generali, um seguro de vida cobertura contempla morte natural e acidental, o que também inclui ocorrências de óbito por Covid-19. A proteção tem baixo custo de aquisição e oferece, sem carência, o valor de 150 reais para compra de medicamentos em farmácias para cada consulta de emergência realizada.

Pandemia é risco incalculável

O seguro tem como objetivo cobrir riscos previsíveis. É a partir dessa previsibilidade que é possível precificar o seguro e cobrar um prêmio. Portanto, pandemia e catástrofes naturais são coberturas geralmente excluídas de apólices, diz Márcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Mas em alguns momentos as cláusulas são revistas como forma de dar conforto à população. “Contudo isso pode variar conforme o contrato e é uma decisão de cada seguradora, que tem de arcar com o aumento dos riscos e fiscalização”.

 

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Por que agora não é a hora de vender suas cotas

índices gráfico bolsa mercado alta baixa coronavírus covid-19

Atualização e esclarecimento: Mudamos o título deste texto e do episódio. Embora muitos tenham concordado com a ideia, também houve quem não gostasse. Nosso intuito é e sempre foi promover educação financeira e estimular o debate de maneira saudável, por isso decidimos que essa era a melhor decisão. Ressaltamos que o conteúdo do episódio permanece o mesmo e não acreditamos que vender suas cotas agora seja uma boa decisão. Paz.

Com o mercado passando por uma crise que já fez o Ibovespa perder 37% do valor desde seu início, será que podemos ter “raiva” dos nossos gestores de fundos? Essa discussão está rolando solta do Twitter, com direito aos haters mal-educados de sempre. Por isso, neste segundo episódio em home studio do Stock Pickers, trouxemos dois fund pickers para opinar.

Samuel Oliveira, chefe da área de análise de fundos da XP Investimento, e Guilherme Anversa, gestor responsável pelas carteiras de fundos da XP Advisory, dois verdadeiros “sommeliers” deram suas opiniões. E ela pode ser resumida assim: depende se o gestor respeitou ou não o mandato do fundo.

E sobre o mercado como um todo? É hora de abandonar esses gestores? Não. Grandes nomes como: Warren Buffet, Ray Dalio, Howard Marks, Jim Simons, todos estão perdendo dinheiro neste momento, mas é passageiro e não muda a qualidade destes gestores.

Ou seja, você pode até estar com “raiva” desses gestores, mas dentre as suas três opções – aportar mais, manter ou vender – sem sombra de dúvidas a terceira é a pior opção. E por favor, não xingue ninguém no Twitter.

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Tesouro Direto: aumento das taxas abre oportunidades em papéis prefixados e atrelados à inflação

Notas de 100 e 50 reais

SÃO PAULO – Em um cenário de crise, quem tem sangue frio e consegue analisar com racionalidade os preços dos ativos e manter o foco no longo prazo, pode sair mais forte do que entrou. Ainda que a realização de perdas em momentos como o atual seja tentadora para parte dos investidores, receosos de que a extensão dos problemas seja ainda maior, tem sempre um grupo com mais apetite a risco, atento ao que comprar em baixa.

Nesta seara, para quem tem recurso em caixa, não é só a Bolsa que pode estar atrativa. Na renda fixa, que há algum tempo vinha deixando a desejar por conta da queda da taxa Selic, o estresse dos mercados levou a uma forte reprecificação de riscos.

As taxas pagas por títulos públicos com retornos nominais (sem descontar a inflação) chegaram à casa dos 9% ao ano, enquanto papéis com rendimentos indexados à inflação alcançaram juros reais de 5% ao ano.

Destaque para o papel Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031, com um prêmio que chegou a 9,57% neste mês, o mais alto desde dezembro de 2018, quando o título com vencimento em 2029 pagou 9,61%.

No grupo dos pós-fixados, o papel Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 atingiu uma taxa máxima de 5,17% ao ano em março, de volta ao patamar de novembro de 2018 (5,20%), registrado pelo título de mais longo vencimento na época.

 

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Luiz Nazareth, diretor de investimentos da Azimut Brasil Wealth Management, conta que a gestora de patrimônio tem orientado clientes com recursos disponíveis em caixa ou com possibilidade de fazer novos aportes a buscarem papéis com juros reais e prefixados com visão de médio e longo prazo. Ainda que a estabilização da curva de juros futuros demore, o carrego das posições até o vencimento se coloca como atrativo.

A preferência de Nazareth recai sobre papéis com retornos atrelados à inflação com vencimentos entre 2026 e 2030, mas papéis prefixados com taxas próximas de 9% ao ano também podem fazer sentido ao portfólio, especialmente em meio ao cenário de uma inflação benigna.

Desde o início, a diretriz da Azimut tem sido enfatizar a necessidade de caixa dos investidores. A orientação ainda segue de manutenção das posições principalmente na parcela de risco direcional, em fundos multimercados e ações.

“Dada a irracionalidade dos mercados e a perda de parâmetros de preços, se fizermos qualquer movimento, ele poderá cristalizar um prejuízo que dificilmente conseguimos recuperar”, diz o diretor, enfatizando a falta de visibilidade.

Rogério Xavier, fundador da gestora SPX, chamou atenção em live realizada nesta quinta-feira (26) para as taxas de dois dígitos de títulos prefixados de cinco ou dez anos, assim como para o juro real de 4,5% visto recentemente nos papéis indexados à inflação. Para aqueles com caixa, Xavier assinalou que estaria olhando mais para a parte de renda fixa do que de renda variável neste momento.

“Embora a alavancagem da renda variável seja maior, hoje o mundo oferece retornos muito atrativos na renda fixa”, observou o gestor, ressaltando que enxerga muita coisa boa no mercado de crédito privado.

Otávio Vieira, sócio gestor da Taler, conta que a gestora de patrimônio também não tem recomendado aos clientes assumirem novos riscos na carteira neste momento. A casa tem sugerido a alocação em papéis de renda fixa, como Tesouro IPCA+ com vencimentos entre 2025 e 2028, com juros reais a partir de 4% ao ano.

“A aplicação e o momento de entrada são excelentes”, afirma Flavio Byron, sócio do escritório Guelt Investimentos. Ele lembra que há menos de um mês, no dia 6 de março, os papéis atrelados à inflação de vencimentos mais curtos pagavam juros anuais em torno de 2,5% e hoje os retornos estão na faixa dos 4% ao ano.

Independentemente do objetivo e do prazo de investimento, Byron destaca que há oportunidade para todos. “Tem um cardápio para todos os gostos. Quem tem menos sensibilidade À volatilidade, vai na parte curta da curva de juros; quem gosta de longo prazo e não se importa com a oscilação das taxas, vai nas mais longas”, diz.

A opinião é compartilhada por Carlo Moratelli, diretor da gestora de patrimônio More Invest, que vê os títulos públicos como uma ótima alternativa no cenário atual. “Se tem juro de sete anos pagando em torno de 9%, por que se arriscar na Bolsa?”, questiona.

Inflação benigna incentiva

Um cenário de inflação baixa e possibilidade de novos cortes da taxa básica de juros estimula a preferência de algumas gestoras por títulos prefixado, com espaço para valorização mais no curto prazo.

“Estamos aumentando o risco em juro nominal na parte curta e média da curva de juros”, afirmou Eduardo Carvalho, sócio fundador e gestor da Pacífico Gestão de Recursos, durante teleconferência realizada na terça-feira (24) pelo escritório de agentes autônomos InvestSmart.

Moratelli, da More Invest, passou a incluir nesta semana títulos prefixados na carteira da gestora de patrimônio, com preferência por papéis com vencimentos curtos e médios, até 2027.

Além dos retornos atrativos, em torno de 9% ao ano, o gestor destaca o risco de crédito praticamente nulo do Tesouro Nacional, bem como a alta liquidez dos títulos.

Caso o investidor decida vender o papel antes do vencimento, contudo, ele deve estar ciente de que os títulos estarão sujeitos às taxas do mercado no dia – o que pode garantir ganhos, no caso de queda das taxas, ou perdas, caso os juros subam. Há ainda muita volatilidade, com uma série de interrupções no Tesouro Direto desde o início da crise.

Um investidor mais conservador que não quiser ficar exposto a um papel mais longo por conta das oscilações até o vencimento, diz Moratelli, pode optar pelo Tesouro Prefixado 2023, que também paga um juro interessante, em torno de 7% ao ano.

Títulos atrelados à inflação são igualmente atraentes nesse momento, defende Damont Carvalho, gestor de fundos macro da Claritas Investimentos, por serem mais defensivos. São interessantes para os investidores que queiram manter o investimento na carteira até o vencimento.

No portfólio da Claritas, no entanto, as principais apostas de renda fixa atualmente são em papéis prefixados com vencimento no curto prazo. A intenção, de acordo com o gestor, é se beneficiar dos prováveis novos cortes de juros que o Banco Central deve ter de fazer – o que tende a valorizar títulos comprados quando as taxas ainda estavam mais altas. “Eles têm um retorno mais imediato”, sugere.

Na Verde Asset, Luis Parreiras, gestor das estratégias multimercado e previdência, contou em live realizada nesta sexta-feira (27) que tem visto bons prêmios nos títulos públicos.

Em seu fundo Verde AM Icatu Previdência FIM, a gestora possui posição comprada em NTN-Bs (Tesouro IPCA+) no meio da curva de juros, com prazos de seis a dez anos, caso dos papéis com vencimentos entre 2026 e 2028.

Há ainda posições aplicadas em juro nominal mais curto, como 2022 e 2023, exposição que o fundo carrega já há algum tempo e que, segundo Parreiras, tem se mostrado ganhadora. “O mercado de renda fixa tem muito prêmio de risco em qualquer ponto da curva [de juro] para além de seis meses”, afirma.

Alocação gradual

Por mais que haja oportunidades tanto em indexados à inflação quanto prefixados, a alocação não deve ser feita toda de uma vez, mas de forma gradual, dado o cenário ainda incerto, destaca Ana Paola Guetta, sócia-fundadora do escritório Guelt Investments.

“Se a crise se aprofundar, essas taxas podem abrir mais. Então, para entrar nesse nível que está, eu montaria a posição aos poucos, mas não deixaria de surfar essa oportunidade”, diz. Segundo ela, o investidor pode montar metade da posição para aproveitar as taxas atuais e esperar um pouco mais para comprar o restante. “É uma oportunidade ímpar.”

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Saiba como antecipar a restituição do imposto de renda 2020

Quem está precisando de dinheiro nesse momento devido às dificuldades trazidas pela pandemia de covid-19 (coronavírus) pode antecipar o pagamento da restituição do imposto de renda 2020. Para pegar o empréstimo no banco é necessário já ter enviado a declaração do IR neste ano.  

A vantagem de antecipar o pagamento é que as linhas oferecidas pelos bancos podem se atrativas, com taxas de juro mais baixas do que as do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito.

Os quatro maiores bancos do país (Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander) oferecem taxas que variam de 1,69% a 1,90% ao mês. A Caixa foi o único banco que não informou sobre a taxa de juro mensal nessa linha de crédito. 

Veja tabela abaixo: 

Banco Taxa de Juro Valor do empréstimo Percentual antecipado da restituição
Banco do Brasil 1,49% ao mês até R$ 20 mil 100%
Itaú Unibanco 1,90% ao mês de R$ 200 a R$ 5 mil (para os clientes do varejo e Uniclass) 100%
Santander 1,69% ao mês Não informado 100%
Bradesco 1,79% ao mês De R$ 200 até R$ 50 mil reais 100%

Como antecipar o dinheiro

Para contratar a linha de crédito, é necessário ser correntista do banco, ter o valor do crédito aprovado e receber o valor da restituição pelo banco no qual será tomado o empréstimo. Dessa forma, o banco tem a garantia de que irá receber o dinheiro e consegue cobrar taxas de juro menores.

Ao antecipar a restituição, os bancos geralmente exigem o recibo de entrega da declaração, que comprova que o contribuinte informou sua conta no banco para receber o dinheiro.

O saldo da restituição pode ser consultado antes do envio dos dados à Receita Federal. Após o preenchimento do documento, o programa gerador da declaração faz o cálculo automaticamente e mostra se o contribuinte terá imposto a pagar ou a restituir.

Além das taxas de juro cobradas no adiantamento da restituição, é necessário verificar o Custo Efetivo Total (CET) do crédito, que inclui taxas e outros encargos cobrados pelo banco.

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Localiza, Magalu, BR Distribuidora: as ações que a Verde está comprando em meio à crise

SÃO PAULO – Com a queda dos mercados mundiais por conta dos fortes impactos econômicos da pandemia de coronavírus, a Verde Asset tem aproveitado para ir às compras de ações.

Com parcimônia, mas sem perder oportunidades, a gestora do lendário Luis Stuhlberger tem optado por aumentar as posições na bolsa americana, por meio do índice S&P 500, bem como em papéis descontados da Bolsa brasileira.

Durante teleconferência realizada pela Icatu Seguros nesta sexta-feira (27), Luiz Parreiras, gestor das estratégias multimercado e previdência, e Pedro Sales, gestor da estratégia de ações Brasil, disseram que, no Verde AM Icatu Previdência FIM, por exemplo, a posição em bolsa global, que em meados de fevereiro estava em cerca de 2%, hoje está perto dos 10%. Já o Verde AM Long Bias 70 Icatu Previdência FIM está com a exposição limite à classe de ações: 70%.

Ações preferidas

No fundo Long Bias, Sales destacou que a seleção de ativos do portfólio não sofre muitas mudanças; há, porém, um rebalanceamento com nomes que a casa gosta, de forma a aproveitar portas de entrada.

Uma das grandes posições do fundo está no segmento de varejo, que não está concentrado em uma empresa específica, mas diluído entre nomes que a Verde considera “excelentes oportunidades”, buscando captar a recuperação nos próximos meses. Entre os papéis, Sales citou Vivara, Hering, C&A, Magazine Luiza e Mercado Livre.

O fundo também possui uma posição relevante em companhias de aluguel de carro, com grande participação de Localiza e menor em Locamerica. Há ainda BR Distribuidora que, na visão de Sales, oferece uma oportunidade “excepcional”. “Para voltar para o preço anterior, o papel teria que subir 100%. Então dá para ter uma alta muito relevante”, diz.

No setor financeiro, a preferência da Verde é pela ação da Bolsa brasileira, a B3, que, segundo Sales, tem navegado muito bem neste cenário de crise, com aumento no volume negociado. Demais posições no segmento incluem XP Inc., Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco.

Em commodities, as blue chips Vale e Petrobras são as escolhidas, enquanto, no setor de planos de saúde, Sales mencionou NotreDame Intermedica, SulAmerica e Hapvida – ações que apresentaram uma queda relevante e nas quais a Verde aproveitou para ampliar as posições.

Sem detalhar nomes, Sales citou o setor elétrico, visto como mais defensivo no atual cenário.

Há oportunidades ainda no segmento de shopping centers, em papéis como BR Malls e Iguatemi, que oferecem um retorno de 10% ao ano acima da inflação, comprando a ação no momento atual, diz.

Multimercados

Na estratégia multimercado, Parreiras assinala que a preferência por ações americanas nos fundos multimercado da casa se deve ao espaço que os EUA ainda têm para fazer tanto políticas de taxas de juros quanto fiscais. Além disso, permite a compra das melhores empresas do mundo, aquelas com mais resiliência e geração de caixa que vão se sair melhor da crise, diz.

Em renda fixa, o fundo tem uma posição comprada em NTN-Bs (Tesouro IPCA+) no meio da curva de juros, com prazos de seis a dez anos, caso dos papéis com vencimentos em 2026 e 2028.

Há ainda posições aplicadas em juro nominal mais curto, como 2022 e 2023, exposição que o fundo carrega já um tempo e, segundo Parreiras, tem se mostrado ganhadora. “O mercado de renda fixa tem muito prêmio de risco em qualquer ponto da curva [de juro] para além de seis meses”, afirma.

O hedge (proteção) do fundo se dá por uma posição de 2% comprada em dólar. Esta, contanto, não é aumentada pela visão da Verde de que a moeda americana já está muito cara. “Prefiro alocar mais risco onde vejo mais potencial de ganho, e é no mercado acionário e, de alguma medida, no mercado de juros”, argumenta.

Aprendizados em tempos de crise: uma série especial do Stock Pickers com as lições dos principais nomes do mercado de ações. Assista – é de graça!

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Latitud: Um empreendimento “padrão Barra”

Latitud

Um bairro abençoado pela natureza, seguro, com vida cultural em alta, um bom sistema de transporte público e localizado em uma das maiores metrópoles do país.

O encontro feliz destes atributos ocorre na charmosa Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Longe do burburinho de pontos turísticos tradicionais, como Leblon e Ipanema, a Barra nos últimos anos passou por uma intensa transformação e é hoje umas regiões mais cobiçadas do Rio de Janeiro tanto para lazer quanto moradia.

De uma intensa programação ao ar livre, com belas praias e parques, a espaços culturais importantes, como a Cidade das Artes, a Barra vem se consolidando como um dos pontos mais valorizados do Rio de Janeiro.

Os marcos desta mudança, potencializada com a Olimpíada de 2016, foram a inauguração da linha quatro do Metrô, que vai até a zona sul carioca, novas linhas do BRT, além de melhorias na malha viária com largas e modernas avenidas.

A Barra, que já era conhecida pelos condomínios de alto padrão e pelos shoppings fechados, atraiu espaços culturais e gastronômicos importantes agora com a maior facilidade de acesso ao bairro.

Localizada entre dois maciços de montanhas e o Oceano Atlântico, que tornam a Barra bonita de qualquer ângulo, o lazer mais óbvio do local são suas praias que atendem aos gostos mais variados.

Ela conta com 18 km de extensão com trechos calmos, tipo família e mar tranquilo, e outros de intensa badalação, como o Pepê.

Com tantas atrações, a Barra é considerada uma espécie de “Miami Brasileira”, objeto de desejo não apenas nos momentos de férias e lazer, mas também como residência.

A mais nova oportunidade de fincar os pés no bairro, iniciativa da RJZ Cyrela, une localização privilegiada e um projeto moderno.

“O empreendimento de alto padrão que estamos lançando é um produto premium em um local premium e desejado, conta com diferenciais que conferem valor ao produto”, comenta Aloisio Carlos, coordenador de e-business da RJZ Cyrela.

O Latitud

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O Latitud Condominium Design, em fase de lançamento, fica na Avenida das Américas, um ponto privilegiado do bairro.

Com apartamentos de 3 e 4 quartos, de 120m² a 187m² de área nos apartamentos, 180m² a 372m² nas coberturas lineares e foco nas famílias de alta renda, a escolha da localização do Latitud foi cuidadosa.

No entorno, com uma caminhada de apenas seis minutos, estão colégios importantes como o Santo Agostinho e a Escola Americana, o Campo Olímpico de Golfe e a Escola de Futebol do PSG.

“A concepção interna do Latitud inclui ainda serviços facilitadores do dia a dia como concièrge e central de encomendas cada vez mais demandados pelas famílias”, acrescenta o executivo.

Dentro da tendência de uso compartilhado de produtos e serviços, o Latitud oferece uma central de ferramentas, um shuttle exclusivo para levar os moradores até a estação de metrô e outro de balsas, que conduzem os moradores à praia da Barra, passando pela Lagoa de Marapendi.

No bicicletário, há compressor, tomada para recarga de bikes elétricas e bancada para consertos.

Nos 12 mil m² de área de lazer (indoor e outdoor), o Latitud vai além dos espaços tradicionais, como piscina, salão de jogos e festas, incluindo pool house, um Mega Aqua Play na piscina infantil, quadra recreativa e de areia, coworking e espaço pet.

Aliar, portanto, um novo estilo de vida ao já conhecido padrão Barra de alta qualidade.

Quer saber mais sobre o Empreendimento Latitud? Clique aqui! 



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Startup permite parcelamento do aluguel em meio à pandemia de coronavírus

A Credpago, startup do setor imobiliário, irá parcelar em até seis vezes o aluguel dos clientes. A iniciativa surgiu devido à pandemia do coronavírus (Covid-19) e deve beneficiar cerca de seis mil famílias em todo país.

Para o parcelamento do aluguel em três vezes, referente aos meses de abril, maio e junho, não há cobrança de juros. Já para o parcelamento de quatro a seis vezes, há uma cobrança de cerca de 7% sobre o valor total.

Os interessados em parcelar o aluguel devem acessar a ferramenta de simulação no site da startup que está disponível a partir desta segunda-feira, 30.

Após a simulação, os dados são direcionados para a imobiliária parceira que administra o contrato de locação, e após checar as condições e concordar com a operação, envia por meio de um aceite virtual os termos da proposta. A imobiliária gera um link de pagamento que é enviado automaticamente para o inquilino preencher com os dados do cartão de crédito e concluir o pagamento parcelado do aluguel. Assim que o locatário concluir a operação, a imobiliária recebe o valor integral do aluguel em até três dias úteis.

O parcelamento é possível devido ao aporte de 10 milhões de reais disponibilizado pela startup, que deve atender cerca de três mil contratos de locação imobiliária.

Em entrevista a exame, Jardel Cardoso, CEO da Credpago, ressaltou que existe um limite financeiro para atender os contratos de aluguel, por isso o parcelamento deve ser usado por quem, realmente, teve suas finanças afetadas durante a quarentena.

“Não estamos fazendo uma operação de crédito. Não vamos ganhar com isso. É importante que a pessoa tenha consciência se ela precisa mesmo do parcelamento, mas não tirar a oportunidade de quem precisa.”

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Tesouro Direto: confira os preços e as taxas dos títulos públicos nesta sexta-feira

notas de 100 e 50 reais

SÃO PAULO – Com investidores avaliando o impacto das medidas de socorro dos governos e o aumento da extensão da pandemia do coronavírus, com o novo epicentro nos Estados Unidos, as taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto operavam sem movimento definido na tarde desta sexta-feira (27).

Ao contrário dos dias anteriores, em que o programa atravessou diversas paralisações, hoje, a plataforma foi suspensa apenas uma vez, por volta das 12h20.

Entre os papéis indexados à inflação, o título com vencimento em 2026 pagava um juro real de 3,83% ao ano, ante 3,85% a.a. na tarde de quinta-feira (26). Já o prêmio do Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2055 avançava de 4,42% para 4,48% ao ano.

Com relação aos papéis prefixados, o juro do título com vencimento em 2023 avançava de 5,63% para 5,69% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado 2026 pagava 7,38% ao ano, ante 7,43% a.a. ontem.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta sexta-feira (27):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Hoje, investidores monitoraram os efeitos dos estímulos anunciados por governos, bem como o avanço do número de casos da doença, que segue em forte escalada. No mundo, já são cerca de 530 mil pessoas infectadas pela Covid-19..

Nos Estados Unidos, a Câmara dos Deputados aprovou hoje um pacote de ajuda de US$ 2,2 trilhões – o maior da história americana– para ajudar indivíduos e empresas a lidar com a crise econômica causada pelo coronavírus, bem como fornecer suprimentos médicos a hospitais. Agora, o pacote segue para a sanção do presidente americano Donald Trump.

Com o número de infectados pela Covid-19 superando os 85 mil nos EUA nesta manhã, o país se tornou o novo epicentro da doença, superando o número de casos de coronavírus na China.

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou um repasse mensal de R$ 600 a trabalhadores informais e pessoas com deficiência que ainda aguardam na fila de espera do INSS até a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para começar a valer, o texto precisa ser apreciado pelo Senado Federal.

Outra medida foi anunciada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que ampliou o escopo das fintechs para enfrentar o impacto do vírus, permitindo que operem como Sociedades de Crédito Direto (SDC), podendo emitir cartões de crédito.

Já a Caixa Econômica Federal reduziu a taxa de juros do parcelado do cartão de crédito de 4,9% para 2,9% ao mês. Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, instituição avalia “reduzir ainda mais a taxa”.

Até a tarde desta sexta-feira (27), o Brasil registrava 92 mortes e 3.417 casos de Covid-19.

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Prazo para saque imediato de até R$ 998 do FGTS acaba nesta terça

O trabalhador que não fez o saque imediato de até R$ 998 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tem até terça (31) para retirar o dinheiro. Na quarta-feira (1º), todo o dinheiro não sacado retornará à conta original.

Desde setembro do ano passado, a Caixa Econômica Federal está distribuindo dinheiro de contas ativas ou inativas do FGTS. Os recursos foram liberados de forma escalonada até dezembro, num cronograma baseado no mês de nascimento do trabalhador. Ao todo, foram distribuídos cerca de R$ 40 bilhões, que serviram para estimular a economia no fim do ano passado.

O valor usado como referência para o saque imediato é o saldo de cada conta – ativa ou inativa – em 24 de julho do ano passado. Os trabalhadores com saldo acima de R$ 998 nessa data só podem sacar até R$ 500 por conta de FGTS. Quem tinha contas com até R$ 998 – montante equivalente ao salário mínimo no ano passado – pode sacar até esse valor.

Numa simulação, um trabalhador que tinha R$ 998 numa conta do FGTS e R$ 1 mil em outra conta em 24 de julho do ano passado só pode retirar R$ 998 da primeira conta e R$ 500 da segunda.

A retirada também pode ser feita por quem tinha sacado os R$ 500 da conta no ano passado e não retirou a diferença entre R$ 500 e R$ 998 em dezembro. Inicialmente, o governo permitiria apenas a retirada de até R$ 500 por conta, mas o Congresso Nacional ampliou o saque para R$ 998 para contas com saldo igual ou inferior ao salário mínimo.

Como sacar

O saque poderá ser feito pelos mesmos canais de pagamento da primeira etapa do saque imediato. Por causa da pandemia de coronavírus, a Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS, disponível para tablets e smartphones dos sistemas Android e iOS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco. A operação não tem custo.

Os saques de até R$ 998 podem ser feitos nas casas lotéricas, caso esses estabelecimentos estejam abertos, e terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem Cartão Cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir. Basta apresentar documento de identificação.

Atendimento

Desde a última terça-feira (24), as agências da Caixa estão funcionando em horário reduzido, das 10h às 14h. O atendimento está restrito a quem não puder resolver o problema por canais eletrônicos. As dúvidas sobre valores e a data do saque podem ser consultadas no aplicativo do FGTS, pelo site da Caixa ou pelo telefone de atendimento exclusivo 0800-724-2019, disponível 24 horas.

A Caixa destaca que o saque imediato não altera o direito de sacar todo o saldo da conta do FGTS, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa ou em outras hipóteses previstas em lei.

Essa modalidade de saque não significa que houve adesão ao saque aniversário, que é uma nova opção oferecida ao trabalhador a partir de abril, em alternativa ao saque por rescisão do contrato de trabalho. Por meio do saque aniversário, o trabalhador poderá retirar parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, de acordo com o mês de aniversário.

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Profissionais autônomos buscam saída para crise do coronavírus

Quando a professora de ioga Valéria Serafim, de 35 anos, começou a dar aulas em seu estúdio e na casa dos alunos, há 12 anos, jamais imaginou que enfrentaria um confinamento como agora, por conta da pandemia do novo coronavírus. Dona de um espaço na zona sul da capital paulista, ela disse ter se preocupado quando alguns alunos avisaram que não poderiam manter as aulas durante a quarentena.

“É uma mudança que mexe com todo o nosso planejamento, mas é preciso ser flexível. Ofereci um desconto para o mês em que o aluno quiser voltar a ter aulas presenciais, quando toda essa confusão passar.” Até lá, ela decidiu que não ficaria parada: montou aulas pela internet para os alunos que quisessem continuar com os exercícios. “O que não dá para fazer é esperar as contas começarem a se acumular.”

A quarentena imposta a milhões de brasileiros na última semana mudou a rotina das cidades e afetou diretamente os trabalhadores autônomos e informais, um grupo que só cresceu desde a recessão de 2015 e 2016 e que geralmente está ligado a serviços que não são considerados de primeira necessidade – que são deixados de lado pelo consumidor ou até impedidos de continuar funcionando.

O professor de educação física Renato Costa, de 31 anos, também precisou se adaptar. Quando a academia em que é sócio na Grande São Paulo teve de interromper as atividades, ele aproveitou o grupo de alunos no WhatsApp para montar aulas de zumba por Skype. “As pessoas têm de ficar em casa agora, isso não se discute, mas a demanda existe e minha família conta com esse dinheiro.”

Dados de emprego, detalhados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostram que o fluxo de trabalhadores que migraram da informalidade para a formalidade, que havia caído de 17% para 13,1% entre 2014 e 2018 (antes e depois da recessão), voltou a subir no ano passado, para 13,7%.

O crescimento no número de trabalhadores por conta própria, no entanto, foi de 2% ao ano nos últimos quatro anos.

Para o sociólogo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, a tendência é que os trabalhadores autônomos e informais sejam profundamente afetados pela paralisação da economia. Na última semana, a Câmara aprovou um auxílio de R$ 600 para os informais – valor maior que os R$ 200 propostos inicialmente pelo governo.

“O momento é grave e é preciso pensar em mecanismos de proteção universal, para os formais, com extensão do seguro-desemprego, e renda universal para todos os informais e para quem está no Bolsa Família.”

Mudança. No caso das empresas, algumas também precisaram mudar para enfrentar os efeitos da pandemia. O aplicativo de mobilidade Garupa é um exemplo. Vendo o número de passageiros cair drasticamente desde o início da quarentena, a empresa resolveu adiantar o lançamento do serviço de entrega de produtos que só começaria a funcionar em seis meses.

Agora, eles entregam de carro e moto a compras de supermercados. Os motoristas, que antes levavam passageiros, passaram a receber os pedidos de compras e vão buscar os produtos nos supermercados.

“Com muita gente trabalhando de casa, tivemos uma queda de quase 80% no número de corridas de passageiros”, diz Marcondes Trindade, do Garupa. “Tivemos de acelerar o lançamento do serviço de delivery e o investimento em outras áreas, de cerca de R$ 300 mil, acabou transferido para esse projeto.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

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