Fundos têm captação líquida de R$ 11,9 bilhões em março até o dia 20, diz Anbima

Os fundos de investimento estão registrando entrada líquida de recursos, a despeito da crise provocada pela pandemia do coronavírus. No acumulado do mês até a última sexta-feira, dia 20, a indústria de fundos anotou captação líquida de R$ 11,9 bilhões, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Entre as modalidades, o destaque ficou com os fundos de ações, com a captação superando os resgates em R$ 5,8 bilhões no período.

No ano, a captação líquida acumulada da indústria de fundos chega a R$ 49,6 bilhões, de acordo com a entidade.

A maior saída no mês ocorreu nos fundos de renda fixa, com saída líquida de R$ 5,34 bilhões. Uma das classes dessa modalidade que vem sofrendo com a crise são os fundos de crédito privado, por exemplo. No ano, os resgates líquidos dos fundos de renda fixa chegam a R$ 15,3 bilhões.

Outra classe que registrou resgate líquido de 1º a 20 de março foi a dos fundos multimercados, que são aqueles que podem investir em diversas classes de ativos, com saída líquida de R$ 3,6 bilhões em março. No acumulado do ano, contudo, os multimercados ainda registram entrada líquida, com R$ 15,5 bilhões.

Além dos fundos de ações, que estão registrando entrada de recursos, os fundos de índices (ETF, na sigla em inglês), que são passivos, registraram no mês captação líquida de R$ 6,49 bilhões e no ano de R$ 10,5 bilhões.

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Financeiras pausam financiamento do carro e casa por 60 dias

Assim como os grandes, as financeiras também aderiram à determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e estão renegociando dívidas de clientes por causa da crise provocada pelo coronavírus.

Assim como Santander, Bradesco, Itaú e Caixa, essas instituições financeiras também oferecem a pausa de 60 dias para dívidas, como financiamentos de imóveis e carros.

A taxa de juros inicialmente contratada será mantida e haverá a cobrança proporcional dos juros, considerando a carência solicitada, para o período restante da operação. Não há cobrança de multa ou IOF, e nem encavalamento das parcelas.

A BV Financeira afirma que já aderiu à flexibilização da renegociação de compromissos de pessoas afetadas pela crise e ao plano de prorrogação do vencimento de dívidas para os contratos vigentes e em dia por 60 dias.

Os clientes pessoas físicas que estão com contrato em dia podem solicitar a prorrogação das duas próximas parcelas contratadas – limitadas aos valores já utilizados.

As condições valem para todos os produtos de crédito do banco BV, como financiamento de veículos, motos e caminhões; crédito com veículo e imóvel em garantia; crédito pessoal; financiamento para energia solar, saúde e turismo.

Para pedir a prorrogação, os clientes devem entrar em contato nos canais do BV.

Já a Losango que faz parte do grupo Bradesco, está atendendo aos pedidos de prorrogação de seus clientes por meio de seus canais de atendimento remotos (Central de Relacionamento, email do Fale Conosco e Chat).

Podem prorrogar o financiamento, por até 60 dias todos os clientes que estiverem em dia com os seus pagamentos.

Em relação ao Bradesco Financiamentos, que opera com CDC Veículos, haverá também uma condição de prorrogação dos vencimentos que estará disponível a partir de segunda-feira (30), período necessário para promover os ajustes no sistema da Financeira.

A Omni Financeira também irá oferecer a pausa nos próximos dias. “Para os clientes que têm nos procurado iniciamos um cadastro para, assim que o sistema estiver pronto, possamos entrar em contato e seguir a análise dos pedidos”, diz Marcio Luppi, diretor Comercial e de marketing da financeira.

“Nós aderimos à resolução 4782 do Conselho Monetário Nacional. Estamos adequando nossos sistemas para acatar essa negociação com nossos clientes”. A financeira afirma que também está entrando em contato com todos os clientes através de canais digitais e físicos, espalhados por todo o Brasil, para entender a situação de cada um.

Por enquanto, a Aymoré Financiamentos, do Santander, não oferece a pausa de 60 dias para clientes que contrataram financiamentos fora da rede de agências.

Procurada, a Porto Seguro Financiamentos e a Crefisa não confirmaram se vão oferecer a pausa dos financiamentos aos clientes até a publicação dessa matéria.

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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JPMorgan reduz projeções para bolsas da América Latina; Ibovespa deve encerrar ano aos 80.500 pontos

gráfico de ações e índices em queda

(Bloomberg) — O JPMorgan Chase reduziu as expectativas para os mercados acionários na América Latina diante do impacto econômico decorrente do surto de coronavírus sobre o lucro das empresas da região.

O banco cortou as estimativas para índices locais no fim do ano e espera que o MSCI Emerging Markets Latin America encerre 2020 em 1.700 pontos, disseram estrategistas liderados por Emy Shayo em relatório de 24 de março. A estimativa anterior era de 3.000 pontos.

A projeção para o Ibovespa foi reduzida em 36%, de 126.000 para 80.500 pontos. O índice acumula queda de 38% desde o pico no fim de janeiro, em meio a dúvidas sobre a sustentabilidade da agenda de reformas, cortes de previsões para o crescimento econômico e queda dos preços do petróleo.

O índice Merval da Argentina, que tem tido desempenho mais fraco desde a vitória do então candidato Alberto Fernández nas primárias de agosto, deve terminar 2020 em 26.800 pontos, segundo o JPMorgan.

A estimativa para o IPSA do Chile foi reduzida de 5.300 para 3.300 pontos, enquanto o Mexbol do México deve encerrar o ano em 34.200.

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Parcela mais baixa: a startup que ajuda a reduzir o valor das contas

A quarentena enfrentada pelos brasileiros, devido à pandemia de coronavírus (Covid-19), pode ser uma oportunidade para avaliar o orçamento financeiro. Algumas contas mensais, como telefone celular, tv a cabo e até mesmo seguro, podem ser renegociados com empresa prestadora do serviço.

Mas antes de imaginar o tempo que você ficará ao telefone com as centrais de atendimentos saiba que existe uma plataforma que faz essa intermediação, a startup Parcela Mais Baixa.

O processo é gratuito para o consumidor. Basta inserir no site (www.parcelamaisbaixa.com.br) o valor da mensalidade e as contas que deseja alterar. Depois, a pessoa coloca o nome ou até mesmo apelido e um número de whatsapp ou e-mail.

Por fim, os fornecedores parceiros da startup avaliam os novos valores mensais e as propostas são enviadas diretamente pelos corretores e consultores ao consumidor.

Entre as contas possíveis de redução estão as de pacotes de internet, tanto para celular quanto banda larga, TV por assinatura e telefone fixo, planos de saúde, odontológicos e para pets, seguros de casa, carro e vida. Também é possível reduzir financiamentos, empréstimos e taxas de bancos.

Sobre os prazos de recebimento das novas propostas, depende do serviço solicitado, que variam de um dia até duas semanas, sendo as contas de telefonia e planos de saúde mais rápidas e financiamento com o prazo um pouco maior.

O contato pode ser feito por até três parceiros da startup e o consumidor pode encerrar a negociação na hora que desejar, evitando ligações indesejadas.

A startup surgiu da necessidade do fundador, Marcelo Bertolini, ao ficar desempregado em 2016. “Eu precisei reduzir meus custos. Ficava ‘pendurado’ ao telefone e sempre que eu cogitava em cancelar o serviço, me ofereciam mais benefícios por um valor menor. Era impressionante.”

O negócio foi pensado junto com Roberto Calderón, especialista em estruturação de negócios digitais. Calderón afirma que a startup é inovadora no país, já que não existe em outros países algo parecido. “O Brasil tem essa particularidade. Em qualquer lugar do mundo, se você quiser aderir a portabilidade entre empresas telefonias é fácil. Aqui, não.”

Desde 2018, a empresa já conseguiu reduzir cerca de quatro mil parcelas, que somam mais de 1,2 milhão de reais. “O nosso pico de atendimento é em janeiro, época em que o brasileiro tem muita conta para pagar”, acrescenta Calderón. Nas últimas semanas, a startup teve um crescimento de 20% de acesso impactado pela pandemia de coronavírus no país.

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Fundos imobiliários de shoppings suspendem pagamentos de dividendos

SÃO PAULO – Além do reflexo sobre as cotas dos fundos imobiliários negociados em Bolsa, a epidemia de coronavírus começa a surtir efeito negativo no pagamento de rendimento aos cotistas, inicialmente de fundos de shoppings como XP Malls, Grand Plaza Shopping e Shopping Pátio Higienópolis.

Isso porque, com uma circulação limitada de pessoas e fechamento do comércio não essencial para conter uma maior disseminação do vírus, gestoras de fundos de shopping centers têm se preparado para uma forte queda na receita, em um contexto marcado por acordos com lojistas no pagamento de aluguel.

Em comunicado ao mercado, a XP afirmou que o XP Malls (XPML11) não irá distribuir rendimentos mensalmente aos cotistas até que se tenha maior visibilidade quanto aos impactos no resultado dos shoppings do portfólio. No mês, o fundo tem queda de 41%.

“Esta medida visa proteger o patrimônio do fundo, uma vez que, neste momento, é difícil estimar o tamanho do impacto negativo no resultado do fundo nos próximos meses”, escreveu a gestora.

Segundo a XP, a depender do resultado dos ativos da carteira nos próximos meses, o fundo poderá fazer uma distribuição única de rendimentos quando encerrado o semestre vigente.

A decisão também foi tomada pela Rio Bravo Investimentos, que não fará a distribuição de dividendos referente a março dos fundos Grand Plaza Shopping (ABCP11) e Shopping Pátio Higienópolis (SHPH11), que recuam 32% e 24,4%, respectivamente, no mês até o dia 24.

Em fato relevante, a gestora explicou que as receitas provêm de aluguéis fixos e variáveis firmados com os lojistas, do estacionamento e do merchandising – que estão sendo diretamente afetados pela queda de fluxo.

A Rio Bravo reforça, contudo, que, conforme a legislação vigente, a distribuição de 95% do resultado do fundo dentro do semestre será cumprida.

No mesmo segmento, o Vinci Shopping Centers (VISC11) divulgou comunicado em que destaca o dinheiro em caixa do fundo para atuar durante a crise, evitando suspensões na distribuição por ora.

“O fundo dispõe de um resultado acumulado não-distribuído, que, somado ao caixa do mês de março (referente ao resultado de fevereiro), constituirá uma reserva que poderá ser utilizada para a distribuição de rendimentos no momento mais agudo da crise”, escreveram os gestores da Vinci.

O documento ainda assinala que, em termos de liquidez, o fundo apresenta uma “situação extremamente confortável”, com mais caixa do que vencimentos em até um ano.

Fundos como o Vinci Shopping Centers e o XP Malls estão entre os mais descontados do Ifix, índice de referência do segmento. Segundo levantamento feito pelo InfoMoney com base em dados da Economatica, os FIIs possuíam, em 20 de março, uma relação entre preço e valor patrimonial de 0,64 e 0,72 vez, respectivamente. No fim do ano passado, a métrica P/VPA correspondia a 1,14 e 1,32 vez. Confira a reportagem completa aqui.

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Riconnect: Reconectando o que importa

Temos passado por momentos difíceis e de muitas incertezas nos últimos dias.

A grande maioria das pessoas está isolada em suas casas, trabalhando de maneira remota e saindo no máximo para ir ao mercado ou à farmácia, e ainda assim com uma certa desconfiança e preocupação.

São nessas horas que a gente percebe o valor das coisas simples, como por exemplo a liberdade de estar onde a gente quiser e com quem a gente ama.

Mas esse isolamento nos fez questionar sobre como passar por tudo isso. E acreditamos que com a tecnologia que temos hoje, podemos encurtar essa distância.

Hoje, somos uma rede com mais de 500 mil pessoas separadas fisicamente, mas que não precisam estar desconectadas uma das outras.

E pensando nisso, a gente criou um ambiente onde todos nós vamos estar conectados, recebendo e passando informação de qualidade e assim ajudando uns aos outros.

Esse ambiente é o Riconnect , e já para o lançamento a gente preparou uma Super Live. Vão ser dois dias de muito aprendizado em que a gente quer conectar essas 500 mil pessoas que fazem parte da Rico.

Vem com a gente?

Nomes como Primo Rico, Evaristo Costa, André Moraes e Thiago Salomão estarão presentes nessa Super Live.

Dá uma olhada na agenda completa aqui embaixo.

DIA 1 (26.03) – quinta-feira

13h – Vida Financeira: Como está a sua? Primo Rico e Evaristo Costa

13h30 – Fundos Imobiliários: Quais expectativas para esse mercado? Primo Rico e Renan Manda

15h30 – Tesouro + Renda Fixa: Ainda faz sentido? Roberto Indech e Laio Santos

16h – Diversificação de Carteira: Vale a pena começar agora? Lucas Collazo e Juzão

17h30 – Fechamento de Mercado: Saiba o que rolou no dia. Thiago Salomão e André Moraes

 

DIA 2 (27.03) – sexta-feira

09h30 – Rico Matinal: Vamos tomar um café? Thiago Salomão e Matheus Soares (relatório)

10h30 – Fundos de Investimento: Amá-los ou evitá-los? Lucas Collazo e Guilherme Anversa

11h – Renda Variável no momento atual: Vale a pena investir? Evandro Lima e Antônio Sanches

11h30 – Análise de Papéis: Dicas para esse momento

Para acessar, entre aqui.

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Disclaimer: CONTEÚDO PATROCINADO. Este material foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”), e tem caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como sendo material promocional, solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Os prazos, taxas e condições aqui contidas são meramente indicativas. As informações contidas neste relatório foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis. A Rico não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Este relatório também não tem a intenção de ser uma relação completa ou resumida dos mercados ou desdobramentos nele abordados. Os instrumentos financeiros discutidos neste material podem não ser adequados para todos os investidores. Este material não leva em consideração os objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades específicas de qualquer investidor. Os investidores devem obter orientação financeira independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar uma decisão de investimento. A Rico não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas e se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste material ou seu conteúdo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. RENTABILIDADE PASSADA NÃO É GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A Rico se coloca à disposição para clientes que desejam obter informações, tirar dúvidas ou fazer reclamações por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). O contato do SAC é o telefone 0800 774 0402. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. Para maiores informações sobre produtos, tabelas de custos operacionais e política de cobrança, favor acessar o nosso site: http://www.rico.com.vc.

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Prazo para declarações do Simples Nacional e MEI é adiado

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) prorrogou para 30 de junho deste ano o prazo de apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) e da Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei), as duas referentes ao ano calendário de 2019.

A decisão consta de resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira e tem como objetivo diminuir os impactos econômicos causados pela pandemia da covid-19 no Brasil.

Na semana passada, o CGSN também aprovou resolução prorrogando o prazo para pagamento dos tributos federais para as empresas optantes pelo Simples Nacional.

Com isso, tributos federais com apuração em março deste ano e vencimento original em abril ficaram com vencimento para outubro.

Para aqueles com apuração em abril e vencimento em maio, o novo prazo de vencimento será em novembro. Para os tributos federais com apuração em maio e vencimento em junho, o pagamento agora poderá ser feito em dezembro.

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XP promove “Super Live de Fundos Imobiliários” nesta quinta-feira

Em meio ao impacto do coronavírus na economia, os fundos imobiliários apresentam uma queda de cotas menor do que das ações e, por isso, entraram na mira de muitos investidores.

Soma-se o fato de que em 20 de março, 87% dos fundos que compõem o Ifix estavam abaixo do seu valor patrimonial.

No entanto, o período de incerteza do mercado financeiro deixa o investidor com várias dúvidas.

Será que esse é o momento de investir em Fundos Imobiliários? Como devo montar a minha carteira de Fundos Imobiliários? Como viver de renda com imóveis?

Para responder essas e outras questões, a Assessoria Live da XP promove a “Super Live FII”, nesta quinta-feira (26), com gestores, assessores e executivas do setor.

Especialistas

Entre os participantes está Carol Burg, founding partner da JFL Realty, Eduardo Malheiros, diretor da Habitat Capital Partners, Alexandre Alfer, da área de Produtos FII da XP Investimentos, entre outros.

A Super Live FII começa às 08h e segue até as 20h. Confira a programação.

Para participar, clique aqui.

08:00 Como montar uma carteira de Fundo Imobiliário?
09:00 Quais as principais diferenças entre Fundos Imobiliários e Ações?
10:00 Por que investir em Fundo Imobiliário ao invés de comprar imóveis?
11:00 TOP 10 dúvidas sobre Fundos Imobiliários
12:00 Imóveis como complemento de renda
13:00 Até onde a indústria de fundos imobiliários pode chegar?
14:00 Impactos do COVID-19 sobre os Fundos Imobiliários.
15:00 O mercado imobiliário brasileiro e perspectivas para o setor
16:00 Conhecendo os tipos de Fundos Imobiliários: Fundos de Shopping e Fundos de Laje
17:00 Conhecendo os tipos de Fundos Imobiliários: Fundos de Desenvolvimento e Fundos de Galpões
18:00 Conhecendo os Tipos de Fundos Imobiliários: Fundos de Papel e Fundos de Fundos
19:00 Como saber a melhor hora para trocar os FIIs da sua carteira?

 

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Em meio a coronavírus, Kapitalo reduz posição na Bolsa brasileira e aposta em juros nominais

SÃO PAULO – Com o agravamento da pandemia de coronavírus e o consequente impacto sobre os ativos mundiais, a Kapitalo optou por reduzir de forma expressiva as posições do fundo K10, mantendo o foco em oportunidades táticas de curto prazo.

“Acreditamos que esse processo de venda forçada dos ativos e as respostas firmes de política monetária e fiscal nos principais países do mundo devem gerar uma safra de oportunidades bastante fértil adiante”, escreveu a gestora em carta aos cotistas.

Em um cenário ainda incerto, a Kapitalo optou por zerar, no início de março, a posição comprada (aposta na alta) em ações do Japão e reduzir a posição na Bolsa brasileira.

No último mês, as apostas foram as principais detratoras do resultado do multimercado, que voltou a apresentar desempenho negativo, com queda de 1,65%, ante variação de 0,29% do CDI.

Em moedas, o fundo manteve uma posição comprada no iene contra o dólar e reduziu as posições compradas de dólar australiano, libra esterlina e peso mexicano contra a moeda americana.

As posições compradas em moedas de países emergentes como Rússia e África do Sul também foram reduzidas.

Já no mercado de juros doméstico, a escolha foi por “imunizar” o risco aplicado em juros reais com uma posição tomada em papéis nominais.

Desempenho

No relatório, a gestora reconhece que a estratégia de aumentar proteções em janeiro não foi suficiente para minimizar as perdas provocadas pelos impactos do coronavírus sobre os ativos mundiais.

“O aumento expressivo dos prêmios de risco veio seguido de uma deterioração abrupta da liquidez dos mercados, causando deslocamentos de preços inesperados — alguns não justificados pelos fundamentos”, escreve a asset.

No ano, o multimercado K10 cai 3,72%, enquanto o CDI tem variação de 0,67%.

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Ninguém acerta as seis dezenas e Mega-Sena acumula

Ninguém acertou as seis dezenas do jogo da Mega-Sena sorteado pela Caixa nesta quarta-feira (25). Os números sorteados no concurso 2.246 foram: 05 09 24 27 33 46.

Mesmo sem um ganhador do prêmio principal, 51 apostas acertaram os números da quina e vão receber R$ 13.197,43 cada uma. Além disso, a quadra também foi sorteada para 2227 apostas, que vão levar R$ 431,75 cada.

O sorteio foi realizado no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O sorteio do próximo concurso (2.247) acontece no sábado (28) e tem como estimativa pagar R$ 2,5 milhões a quem acertar os seis números.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, pela internet e também pelo aplicativo Loterias Caixa, para iPhone. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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