Receita adia pagamento da restituição do Imposto de Renda; veja nova data

A Receita Federal adiou a data de pagamento da primeira cota do Imposto de Renda da Pessoa Física e retirou a exigência de informar o número do recibo de entrega da última declaração.

As medidas são em decorrência do adiamento do prazo final para entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, do dia 30 de abril para o dia 30 de junho de 2020, anunciada nessa quarta-feira (1º).

“Como consequência, a data do débito automático da 1ª cota passa de 10 de abril para o dia 10 de junho e as datas permitidas para o débito automático das demais cotas passam a ser aquelas compreendidas entre 11 de junho (originalmente era 11 de abril) e o último dia do prazo, agora, dia 30 de junho de 2020”, informou hoje (2) a Receita, em nota.

Sobre o recibo do ano anterior, a Receita informou que, historicamente, há contribuintes que se dirigem às unidades de atendimento do órgão para pegar o número do recibo da última declaração, seja porque perderam a versão impressa ou não têm mais acesso à mídia ou ao computador em que estava armazenado o recibo.

“Com a alteração do prazo e a retirada da exigência da informação do número do recibo, objetiva-se evitar eventuais aglomerações de contribuintes no atendimento da Receita Federal, bem como em empresas ou instituições financeiras, na busca de informes de rendimentos, e em escritórios de profissionais ou em entidades que prestem auxílio no preenchimento das declarações, de modo a contribuir com o esforço governamental de diminuir a propagação do novo coronavírus”, disse a Receita.

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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Contratos futuros de moedas por dólares batem recorde

Há pouco mais de um ano, a B3 lançou 16 pares de moedas estrangeiras diretamente contra dólares. Antes disso acontecer, os contratos futuros de moedas já existiam, mas as negociações em pares tinham como referência o real. “O investidor tinha de operar dois contratos: o da moeda desejada contra reais, e o contrato futuro de dólar contra reais para obter a exposição desejada. Isso gerava riscos de execução e maiores custos para os investidores”, explica Marcos Skistymas, superintendente de juros e moedas da B3.

Outro incentivo da B3 veio com o credenciamento, no fim do ano passado, de três formadores de mercado para os contratos futuros de moedas (USD). São dois bancos e a Infinox Capital, corretora inglesa que atua como formadora de mercado há mais de 11 anos. “Por meio da atuação desses formadores, os investidores têm a tranquilidade de negociar os contratos de moedas estrangeiras contra dólares sabendo que podem entrar e sair de suas posições a qualquer momento de forma rápida e a preços justos”, explica Skistymas.

Regulamentada pela Financial Conduct Authority (FCA), agência que controla os serviços financeiros na Inglaterra, a Infinox diz que sua matriz deixou de aceitar clientes domiciliados no Brasil para incentivá-los a buscar as corretoras locais. Enquanto isso, ela se concentra em seu papel de manter as ordens de compra e venda regulares e contínuas durante o pregão, facilitando as transações, principalmente de pequenos investidores. “Faremos o possível para conectar os brasileiros ao mercado mais líquido do mundo”, afirma Robert Berkeley, CEO da Infinox.

Recordes de negociação

Os esforços da B3 para incentivar o mercado de contratos futuros (USD) vêm surtindo efeito. Em fevereiro deste ano, foram abertos mais de 154.000 contratos; um crescimento de 309% em relação à média de 2019. Esse tipo de produto representa, segundo a B3, 74% do volume operado no mercado em fevereiro, tornando os contratos futuros por dólar mais representativos do que os contratos futuros por reais.

Embora a busca por exposição de ativos estrangeiros seja um movimento recente no mercado brasileiro, ela tem se tornado cada vez mais recorrente por parte de investidores. Os contratos futuros podem ser usados tanto como forma de proteção, para evitar que variações em taxas de câmbio impactem negativamente os negócios, quanto de especulação sobre o preço de uma determinada moeda em data futura.

Sócio da V8 Capital Gestão de Investimentos, Alex Lima afirma que o mercado de futuros de moedas é uma alternativa estratégica para investidores brasileiros, mesmo em tempos de crise como a que vem sendo causada pela pandemia de covid-19. “Ativos nacionais, como Risco Brasil, juros e dólar ficam muito correlacionados e a liquidez de diversos instrumentos, bastante prejudicada. Além disso, momentos de pânico ativam circuit breakers em diversos instrumentos, deixando os investidores sem reação e com grandes prejuízos”, diz ele. “Portanto, ter liquidez em moedas ajuda muito, tanto em termos de diversificação como de proteção.”  

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XP Asset reduz participação no capital da Via Varejo

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SÃO PAULO – A XP Asset diminuiu a participação da Via Varejo (VVAR3) nos fundos de investimentos geridos por ela, informou a varejista, dona das Casas Bahia e Ponto Frio, em comunicado ao mercado na noite da última terça-feira (31).

A informação pública mais recente, de 13 de março, apontava para uma participação de 5,4% da gestora no capital da companhia, que foi reduzida para 2,9%.

De acordo com a XP Asset, a movimentação das ações não tem o propósito de alterar a composição do controle acionário ou a estrutura administrativa da companhia.

Nesta sessão, os papéis VVAR3 caíam 12,12%, a R$ 4,64, às 13h48 (horário de Brasília). No ano, a baixa acumulada é de 58%.

João Braga, sócio-gestor da XP Asset, afirmou pelo Twitter que, no momento, não faz sentido concentrar a carteira como há dois meses, “quando era difícil encontrar ativos baratos na Bolsa”.

E completou: “A posição era muito grande, muito maior que as outras”, destacando que a XP Asset continua gostando do papel.

Ao InfoMoney, Braga destacou ainda que segue confiante na nova gestão da varejista, ressaltando que reduziu recentemente a participação na Qualicorp (QUAL3) também de modo a diminuir a concentração da carteira.

Apontando gestão de portfólio, Braga ainda afirmou que a XP Asset comprou ações de empresas com receitas dolarizadas e que sofreram muito, como Vale (VALE3) e Suzano (SUZB3). “E várias outras que caíram muito”, completou.

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Benefício de R$ 600: “Não procurem os bancos ainda”, pede ministro

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter aprovado o benefício de R$ 600 para apoiar trabalhadores  durante a crise do coronavírus, a operação para pagamento do valor a trabalhadores informais, microempreendedores individuais e trabalhadores com contrato intermitente inativo ainda está sendo articulada pelo governo.

Nesse cenário, as instruções do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, continuam valendo. O ministro pediu, em evento na segunda-feira (30), para que as pessoas não procurem bancos e lotéricas até que os detalhes sobre o pagamento sejam divulgados. “Não se dirijam nesse momento nem às agências da Caixa Econômica Federal nem às agências do Banco do Brasil. O sistema ainda não está implantado. Vamos anunciar brevemente como será a implementação.”

O objetivo do governo é que todas as pessoas elegíveis possam receber os recursos a que têm direito de forma segura, evitando a propagação do vírus e sem fraudes. Além disso, a ideia é fazer com que o dinheiro chegue rapidamente às mãos de quem efetivamente necessita.

O ministro reforçou que o repasse dos recursos será feito a partir dos bancos federais, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Basa e BNB. Redes conectadas a esses braços financeiros, como lotéricas e Correios, também servirão de suporte.

Onyx também comentou que mesmo as pessoas que não fazem parte do Cadastro Único do Governo Federal receberão o benefício, a partir de um sistema digital que está em fase de implementação.

Lorenzoni também citou a importância de os contribuintes terem cuidado com sites falsos que surgiram nos últimos dias para se aproveitar da situação. “Por favor, tenham um pouco de calma, não passem os seus dados para qualquer pessoa ou site que diga que por lá você vai receber o benefício.”

Distribuição do pagamento dos R$ 600

Segundo o ministro, há um esforço das equipes do Ministério da Economia, da Casa Civil e do Ministério da Cidadania para ajustar essa operacionalização do pagamento dos R$ 600.

Após a sanção presidencial,  realizada nesta quarta-feira (1º), terá de haver depois um decreto regulamentador e uma Medida Provisória de crédito extraordinário para permitir que o recurso seja distribuído.

Como funcionará

O governo vai levar em conta requisitos da lei aprovada pelo Congresso Nacional, a base de dados do Cadastro Único, além de informações que serão recebidas por um sistema digital ainda em formulação para atender os beneficiários que não estão em cadastros federais.

No caso do Bolsa Família, a ideia inicial é haver uma folha de pagamento suplementar para os beneficiários que tiverem direito aos R$ 600. “Pagaremos as 14 milhões de pessoas do Bolsa Família agora em abril. Aqueles que estão no Bolsa Família e têm pela lei direito aos R$ 600, seguramente vamos pedir para que a Caixa Econômica Federal faça um esforço para agilizar o pagamento do benefício”, disse Onyx.

Também haverá especificidades voltadas para microempreendedores individuais (MEI), contribuintes individuais do INSS e para informais. “Estamos falando com o Ministério da Economia, que está aprontando essa base de dados do MEI. Eles vão transferir para o Ministério da Cidadania e para o Cadastro Único para que a gente possa estabelecer com clareza os critérios. Os contribuintes individuais estão fora do MEI, mas recolhem INSS. Os informais estão à margem de qualquer cruzamento de dados, mas para eles haverá uma solução tecnológica, ainda em desenvolvimento”, disse o ministro.

 

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BlackRock, Bradesco, GIC: Quem está buscando barganhas na bolsa

(Bloomberg) — A BlackRock está entre os fundos e magnatas em busca de pechinchas na bolsa brasileira.

A empresa de investimento global aumentou posições em quatro companhias brasileiras acima de 5% no mês passado, segundo análise de mais de 40 documentos na CVM. O GIC, fundo soberano de Cingapura, o Banco Bradesco e uma gestora que tem o bilionário Jorge Paulo Lemann entre os acionistas minoritários também foram às compras com participações relevantes desde o fim de fevereiro.

Com queda acumulada de 54%, o Ibovespa tem o pior desempenho entre os principais pares globais neste ano em dólar. Mas, como investidores em busca de pechinchas ainda são poucos e estrategistas de Wall Street permanecem pessimistas em relação aos mercados emergentes, a tendência é de cautela.

“A verdade é que tem muita coisa barata. É como pescar no aquário”, disse Bruno Garcia, diretor de investimentos da Truxt. “Só é necessário escolher as empresas que não vão quebrar.”

Ed Kuczma, que administra fundos de ações da América Latina na BlackRock, disse que ele e sua equipe têm conversado com várias empresas que estão se posicionando para sair da crise do coronavírus mais fortes para competir no mercado.

“Há muitas barganhas surgindo”, disse Kuczma. A empresa tem apostado em setores como o financeiro, consumo discricionário e imobiliário. “Estamos confiantes de que as ações brasileiras devem se beneficiar de uma redução sustentada da volatilidade.”

Algumas das recentes apostas da BlackRock como um todo incluem Taesa, GPA, Notre Dame Intermédica, Qualicorp e Iochpe Maxion, segundo documentos enviados à CVM.

A BlackRock não comenta posições específicas. E, embora a CVM exija que as empresas divulguem informações sobre qualquer acionista com participação de 5% ou mais, elas nem sempre informam quantas ações foram compradas ou se o comprador tinha participação anterior.

Desde o começo da crise, o fundo GIC comprou ações da Locaweb. A Tarpon Asset Management aumentou a fatia na Kepler Weber. E o Bradesco elevou a participação no Fleury por meio da unidade de seguros.

Magnatas brasileiros também aproveitam a turbulência recente para comprar ações. A família Molina, fundadora da gigante de carne Marfrig, aumentou a participação na empresa para 45%.

No entanto, embora a onda de compras seja um bom sinal de que algumas ações podem ter caído demais, a incerteza permanece – muitas das ações caíram mais desde que os compradores entraram. Além disso, grandes investidores e estrategistas, como Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Franklin Templeton, têm recomendado aos clientes adiar a caça às pechinchas em mercados emergentes. O temor é de que o coronavírus possa devastar países como Índia e Brasil, onde só agora os casos começam a aumentar.

Florian Bartunek, veterano de renda variável na Constellation Investimentos & Participações, que tem Lemann entre os sócios minoritários, disse que sua estratégia está focada em empresas que são líderes indiscutíveis em seus setores. A Constellation comprou ações da Totvs, de acordo com documento da CVM.

“Se você deseja comprar ações de empresas exóticas apenas porque estão muito baratas, a chance de errar é maior”, disse Bartunek durante uma live realizada pelo Banco BTG Pactual na semana passada. “Eu focaria nas empresas óbvias.”

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Por que o ouro pode ser seu melhor investimento, mas não para aplicar dinheiro agora

ouro

Em meio ao surto do coronavírus, os investidores estão se deparando com um momento de pânico nos mercados.

Foram seis circuit breakers em oito pregões – algo inédito na história da bolsa brasileira.

Dada a situação, os investidores estão buscando formas de se blindar na tentativa de mitigar as perdas.

Nesse cenário, o ouro aparece como uma das formas mais populares de fazer o hedge, transação que visa proteger o investidor de prejuízos.

Ouro

O metal precioso é um ativo negociado mundialmente e é tido como uma opção muito segura de diversificação.

Ele é um recurso natural finito e sua escassez não tem como ser compensada, por isso, seu valor não está sujeito a intervenções econômicas e estratégicas o que torna sua cotação é mais estável.

Assim, na prática, o investidor que aplica em ouro não busca uma valorização rápida, mas uma estabilidade do valor investido e um potencial de valorização no longo prazo.

No acumulado dos últimos 12 meses, o ouro tem alta de quase 17% – algo bastante significativo no mercado financeiro atualmente.

Precificação de catástrofe

Mas por que o investidor precisa ficar atento ao aplicar em ouro durante essa crise que o país enfrenta?

Lucas Collazo, analista de fundos e estrategista de alocação da Rico Investimentos, explica que o ouro não é uma boa opção para o investidor agora.

“O ouro foi uma ótima oportunidade, mas como toda proteção de carteira funciona como um seguro de carro. Não adianta comprar depois de bater o veículo. É isso que aconteceu com o ouro, já foi o timing. O investidor tinha que ter comprado antes da crise estourar”, afirma.

Segundo ele, considerando a situação do mercado, o valuation do ouro “precifica catástrofe” e não é uma boa hora para apostar nele.

Mesmo com o ouro, que é considerado um ótimo ativo para hedge, se o investidor não vender na hora certa pode sair no prejuízo.

“Deixa de ter o porto seguro e passa a ter uma commodity. Por isso, ao diversificar o investidor precisa tomar cuidado com os ativos que vai adquirir, ainda mais nesse momento que não sabemos o que vai acontecer”, explica Collazo.

Outro ponto muito importante neste momento é a correlação de ativos que o investidor tem na carteira.

Correlação de ativos

Nesse sentido, vale explicar relação entre ouro e o Treasury Americano, uma espécie de Tesouro Direto dos EUA. “O tesouro americano e o ouro tem geralmente uma correlação negativa um com o outro.

Quando a curva de juros futuros baixa o ouro se valoriza, e quando sobe ele deprecia – sempre de acordo com a expectativa do mercado.

Neste momento, o tesouro americano está pagando juros baixos porque a demanda foi muito alta dado o pânico no mercado e o ouro fica caro. Não é o momento de comprar”, explica.

Ainda, Collazo ressalta a crise de liquidez que estamos vivendo e o impacto na correlação de ativos nesse momento.

“Nos circuit breakers da bolsa americana o treasury e ouro apresentaram quedas, mas um efeito lógico era que esses ativos subissem. Isso prova que o mercado está irracional e contradiz o que era esperado”, diz.

“E isso impacta justamente a correlação. Algo que deveria se comportar de maneira X está na verdade se comportando de maneira y por conta de uma situação de liquidez que deixa as coisas imprevisíveis e irracionais dado a pandemia. Comprar ouro como proteção agora pode ser um risco, já que o ativo não está se comportando da maneira esperada. Além disso, é ativo difícil: não paga dividendo, não paga juros, não tem fluxo de caixa é muito complicado achar um valor justo para ele”, explica.

Índice do medo

O Vix, conhecido como índice do medo, mede as expectativas dos investidores, para os próximos 30 dias, sobre as ações que compõem o S&P, índice que concentra as empresas listadas mais relevantes dos Estados Unidos.

Nas últimas semanas, o índice teve alta valorização comprovando a incerteza dos investidores para o momento.

Ou seja, não quer dizer que não vale a pena investir em ouro, pelo contrário, o ativo já ofereceu boas oportunidades, mas o contexto global não é favorável.

Por fim, Collazo explica que o ideal neste momento o investidor que pensa no médio longo prazo e não precisa de dinheiro imediatamente deve fazer administração de caixa.

“Um ditado famoso no mercado financeiro é ‘cash is king’, quem tem caixa consegue se proteger mais no fim do dia. Pode eventualmente comprar ativo que está barato”, diz.

Mas fica o alerta do especialista para quem tem caixa também no sentido de correlação de ativos.

“Ao comprar posições para cobrir outras pode correr o risco de trocar os pés pelas mãos e perder dinheiro nas duas pontas, porque os ativos não estão se comportando de forma padrão devido ao cenário”.

Mas se o investidor não tem caixa, a recomendação é aguardar.

“É estatisticamente comprovado que se a pessoa vender as ações na baixa, no médio e longo prazo pode ter prejuízo. Tenha paciência”, diz.

Então, o que fazer?

Em resumo, para Collazo o cenário sobre o ouro pode ser analisado assim.

“O curto prazo, com o VIX em alta de 70/80% é impossível de acertar. Agora é fazer uma boa gestão de caixa, não vender bons ativos em baixa (caso os fundamentos não tenham mudado) e ter paciência. Se for alocar algum recurso, invista naquilo que é para longo prazo e que você tenha estômago para aguentar eventuais quedas e lembre que antes de melhorar pode piorar mais”, conclui.

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Disclaimer: CONTEÚDO PATROCINADO. Este material foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”), e tem caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como sendo material promocional, solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Os prazos, taxas e condições aqui contidas são meramente indicativas. As informações contidas neste relatório foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis. A Rico não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Este relatório também não tem a intenção de ser uma relação completa ou resumida dos mercados ou desdobramentos nele abordados. Os instrumentos financeiros discutidos neste material podem não ser adequados para todos os investidores. Este material não leva em consideração os objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades específicas de qualquer investidor. Os investidores devem obter orientação financeira independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar uma decisão de investimento. A Rico não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas e se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste material ou seu conteúdo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. RENTABILIDADE PASSADA NÃO É GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A Rico se coloca à disposição para clientes que desejam obter informações, tirar dúvidas ou fazer reclamações por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). O contato do SAC é o telefone 0800 774 0402. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. Para maiores informações sobre produtos, tabelas de custos operacionais e política de cobrança, favor acessar o nosso site: http://www.rico.com.vc.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos têm alta nesta quarta-feira

SÃO PAULO – Em um dia de maior aversão a risco por conta do aumento do número de casos e de mortes associados ao coronavírus no mundo, os títulos públicos negociados via Tesouro Direto apresentaram alta nesta quarta-feira (1).

Entre os papéis indexados à inflação, o Tesouro IPCA+2026 pagava um juro real de 3,70% ao ano, ante 3,63% a.a. na tarde de terça-feira (31). O título com vencimento em 2035, por sua vez, pagava 4,56% ao ano, ante 4,44% a.a. anteriormente.

Com relação aos títulos prefixados, o juro do título com vencimento em 2023 subia de 5,30% para 5,52% ao ano, enquanto o Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 2031 pagava 8,09% ao ano, ante 7,80% a.a. ontem.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta quarta-feira (1):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Na agenda de indicadores domésticos, os dados de atividade divulgados superaram as expectativas. A produção industrial cresceu 0,5% em fevereiro, na comparação mensal. O resultado ficou acima da estimativa dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para uma retração de 0,4%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação anual, houve queda de 0,4%.

No exterior, investidores acompanham o relatório de emprego ADP do setor privado nos Estados Unidos, que mostrou a eliminação de 27 mil postos de trabalho em março, também melhor que o esperado pelos economistas consultados pela Bloomberg, que viam uma destruição de 150 mil vagas.

Ainda assim, os dados contrastam com os apresentados em fevereiro, quando a maior economia do mundo criou 183 mil vagas de empregos no setor privado.

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Com pressão generalizada sobre os preços, títulos públicos chegam a cair 24% em março

Pesa ainda sobre os mercados nesta quarta-feira a afirmação do presidente americano Donald Trump de que o país terá “duas, três semanas muito duras” pela frente, por conta do coronavírus. Segundo a Casa Branca, os EUA poderão ter entre 100 mil e 240 mil mortes pela doença.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro moderou o tom sobre o coronavírus em discurso na noite de ontem e classificou a crise como o “maior desafio da nossa geração”. Bolsonaro trocou ainda as provocações por uma lista de medidas do governo na saúde e na economia. “Temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos”, afirmou.

No mundo, o número de pessoas contaminadas pela Covid-19 superou 861 mil, enquanto as mortes ultrapassaram 42,3 mil. Apenas no Brasil, são mais de 5,8 mil casos confirmados e 203 mortes.

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Abono salarial 2020 será antecipado até junho por coronavírus

O Ministério do Trabalho anunciou nesta quarta-feira (1º) que todos os pagamentos do abono salarial do PIS/Pasep serão adiantados para até junho deste ano.

O secretário do trabalho disse, em entrevista coletiva para anunciar um pacote de benefícios, que o Ministério está na fase final, em parceria com o Codefat, para fazer a antecipação de todos os pagamentos desse ano no mês de junho.

Portanto, o calendário que se estenderia até dezembro passará a se encerrar em junho. Com um volume expressivo de recursos aos trabalhadores na ordem de R$ 12 bilhões.

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Receita prorroga prazo de entrega da declaração do IR para 30 de junho

A Receita Federal do Brasil anunciou na noite desta quinta-feira, 1, a prorrogação para 30 de junho do prazo final para a entrega das declarações do imposto de renda das pessoas físicas referentes ao ano-base de 2019.

O prazo anterior era 30 de abril. Segundo José Tostes, secretário especial da Receita Federal, a decisão foi tomada por causa das restrições à circulação necessária ao combate ao novo coronavírus, que causa a infecção respiratória covid-19. “As pessoas não estão conseguindo sair para pegar os documentos necessários”, disse Tostes em entrevista coletiva à imprensa em Brasília.

O secretário não informou como fica o calendário das restituições do imposto de renda, que começaria, com o primeiro lote, em maio. A autarquia espera receber 32 milhões de declarações neste ano.

As últimas notícias sobre o Imposto de Renda 2020:

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O que é Lastro do Bitcoin?

Afinal, o que é o lastro do bitcoin?

A sua definição literal é: um peso que é colocado no porão de um navio, para a sua estabilidade ou equilíbrio sobre as águas.

Em finanças esse termo é utilizado para descrever mecanismos que representam uma unidade física, por exemplo, um título que equivale a 100 gramas de ouro.

No passado os governos só podiam emitir mais dinheiro caso aumentassem a quantidade de ouro nas reservas. Cada Dólar, Libra Esterlina ou Franco Suíço podia ser trocado por sua quantidade equivalente em ouro, um lastro perfeito. Isso desapareceu em 1971, quando as moedas perderam essa conversibilidade. Após o fim do lastro, passaram a ditar o valor das moedas apenas a oferta e demanda do mercado.

O dinheiro possui lastro?

Ouro: Não. O bem físico é onde está contido o valor. É possível negociar direitos ou contratos futuros em bolsa de valores, e estes sim podem ser lastreados em ouro.

Ações: Parcial. Representam uma fatia de uma empresa que possui ativos, por exemplo, imóveis, recebíveis, patentes ou marcas. No entanto, nada impede das dívidas serem maiores que o próprio valor de venda destes ativos. Neste caso o patrimônio líquido é negativo.

Tesouro Direto: Sim. Títulos de renda fixa emitidos pelo governo são assegurados pelo Tesouro Nacional. Embora tenham algum tipo de carência, prazo para resgate, contabilmente são equivalentes ao próprio dinheiro. O mesmo vale para o LCA agrário e o LCI imobiliário.

Imóveis: Não. O próprio terreno e/ou propriedade é que representa o valor. Isto independe se há algum tipo de aluguel, cultivo ou produção no local.

Fundos diversos: Sim. Você adquire a cota de um investimento que está lastreado em outros ativos: ações, títulos de dívida, moedas, contratos futuros, participações em outros fundos, etc.

Fundos diversos: Sim. Você adquire a cota de um investimento que está lastreado em outros ativos: ações, títulos de dívida, moedas, contratos futuros, participações em outros fundos, etc.

O que confere valor  ao R$ ou Euro?

Você pode achar que as reservas internacionais do país são o lastro da moeda local, mas isto não é verdade. Em primeiro lugar, não é possível converter seu bilhete de papel (ou saldo na conta) por uma fatia equivalente destas reservas. Em segundo lugar, as reservas internacionais do Brasil, por exemplo, não cobrem nem 30% da dívida do governo.

Certo! Mas e o Bitcoin nessa história?

Assim como o ouro, diamantes e imóveis, o Bitcoin não possui lastro. Apesar de não ser um ativo físico, trata-se de um bem escasso. Você pode investir milhões de Dólares em mineração, mas ainda assim a quantidade emitida de novos Bitcoins ao longo do ano será a mesma.

Se não tem lastro, de onde vem o valor?

Da dificuldade de se criar um novo Bitcoin, da segurança que existe protegendo a rede, do grande número de usuários conferindo se as regras estão sendo cumpridas pelos mineradores, dos diversos ataques mal sucedidos, da impossibilidade de um governo ou conjunto de entidades tomar controle da moeda, etc. Da mesma forma que as moedas convencionais, é a oferta e demanda do mercado que dita o preço.

Para minerar Bitcoin é necessário gastar tempo de processamento para encontrar uma senha criptografada. O problema é que esta senha depende da última transação (bloco) registrado na rede, logo é uma corrida contra o relógio. Se algum outro minerador conseguir a resposta antes, seu trabalho foi em vão. Este processamento exige uma grande quantidade de energia elétrica.

Em países onde há alta inflação, controle de remessas para o exterior ou forte interferência do governo, especialmente por regimes ditatoriais, o cidadão comum é quem mais sofre. Coréia do Norte, Irã, Argentina e Venezuela são exemplos da necessidade de uma moeda independente. As pessoas deveriam ter o direto à escolha, e isto é algo que acreditamos fortemente aqui na Foxbit.

A melhor maneira de aprender algo é na prática. Comece com um depósito pequeno, faça sua primeira compra, experimente os diferentes tipos de carteiras (wallets), faça transferências entre elas até pegar confiança.

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