As estratégias de investimento da Ibiuna e da Bahia Asset em meio à crise

SÃO PAULO – Em um ambiente bastante atípico para o mercado financeiro e que pegou os investidores de surpresa, dado o tamanho e a rapidez do impacto do coronavírus sobre as economias, gestores de fundos de investimento tiveram que se movimentar ainda mais para evitar maiores perdas em março.

Em cartas aos cotistas, os gestores da Bahia Asset e Ibiuna Investimentos abordaram o cenário de incerteza nos mercados e contaram como estão posicionados os portfólios. Enquanto na Bahia Asset a busca é por liquidez, de forma a aproveitar oportunidades na Bolsa via empresas com receitas mais resilientes, na Ibiuna, a preferência segue em juros, com a expectativa de ganhos gerados pelas políticas monetárias ao redor do mundo.

Nos fundos multimercado da Bahia Asset, a opção para março foi por reduzir as posições compradas em empresas cíclicas dos setores de petróleo e consumo discricionário. A posição short (aposta na queda) no setor de telecomunicações foi praticamente encerrada, enquanto posições compradas (com aposta na alta) no setor de farmácia foram ampliadas.

Além disso, a gestora trocou a parte direcional comprada em bolsa no Brasil para o mercado acionário americano. A expectativa é de que as empresas do S&P 500 consigam reagir primeiramente à retomada no pós-crise.

Em março, o Bahia AM FIC FIM recuou 5,02%, ante variação de 0,34% do CDI e queda da ordem de 30% do Ibovespa.

A Ibiuna, por sua vez, começou a migrar as carteiras para empresas que não devem apresentar problemas de dívida e fluxo de caixa no médio prazo.

No fundo long biased, a gestora aumentou as posições em Cesp (CESP6), Totvs (TOTS3), e Locamerica (LCAM3) por terem uma fração relevante de suas receitas com característica recorrente e potenciais atrativos. Também foram ampliadas as posições em Yduqs (YDUQ3) e Ultrapar (UGPA3).

Ao mesmo tempo, os gestores reduziram as posições em incorporadoras de média e alta renda, por serem muito impactadas pela taxa de desemprego e confiança, bem como em seguradoras de saúde e shopping centers. Em março, o fundo Ibiuna Long Biased FIC FIM teve queda de 32,21%.

Com relação à estratégia do multimercado Ibiuna Hedge FIC FIM, a gestora reduziu as posições mais arriscadas em renda variável direcional, assim como a exposição a moedas emergentes. Foram ampliados, contudo, os hedges (proteções) contra cenários extremos, via aumento da posição aplicada em títulos do Tesouro americano e na compra de dólar contra real.

A visão é de que ainda que haja oportunidades atrativas na renda variável, a elevada volatilidade dessa classe de ativos somada às incertezas, demandam prudência na alocação de risco. “Neste momento, preferimos observar de fora a correr o risco de ‘queimar a largada’ nesta que pode ser uma ótima oportunidade mais à frente”, escreve a gestora.

Juros e Selic

De acordo com a Ibiuna, a principal estratégia do multimercado e que contribuiu para os ganhos de 2% do fundo no último mês foi a alocação na curva de juros de países que devem se beneficiar de políticas monetárias, como Estados Unidos, México, Chile, Brasil e Inglaterra.

Em Brasil, por exemplo, o fundo possui posições aplicadas na parte curta e intermediária da curva de juros. A justificativa é que o ambiente é “extremamente benigno de inflação” e que há perspectivas de novos cortes da Selic.

Juros mais baixos também são esperados pela equipe da Garde, que vê o Banco Central cortando a Selic para 2,75% ao ano nos próximos meses, com espaço adicional para novas baixas.

“Dada a rápida deterioração do cenário de atividade e a excepcionalidade da crise atual, não devemos descartar a possibilidade de realização de uma reunião extraordinária para cortes de juros”, escreveu a gestora em relatório intitulado “O mês em que a Terra parou”.

Com relação à inflação, a casa estima que o IPCA tenha alta de apenas 1,5% neste ano, mesmo com o câmbio acima de R$ 5,00. Isso aconteceria, segundo a Garde, devido à forte abertura do hiato do PIB, que deve encerrar o ano com queda de 3%, e ao choque desinflacionário dos preços de petróleo.

“Acreditamos que o ritmo de avanço da epidemia nos EUA, as mensagens dos líderes políticos a respeito da duração das medidas de contenção e a continuidade das medidas econômicas em resposta ao choque serão cruciais para ditar o ritmo dos mercados nas próximas semanas”, escrevem os gestores.

Em março, o multimercado D’Artagnan recuou 3,08%, enquanto o fundo long biased da casa teve queda de 21,55%.

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Bancos recebem 2 mi de pedidos de pausa de dívida; total chega a R$ 200 bi

Os cinco maiores bancos do país já receberam mais de 2 milhões de pedidos de renegociação de dívidas de pessoas físicas e de micro e pequenas empresas de linhas como crédito pessoal, imobiliário (com e sem garantia de imóveis), financiamento para aquisição de veículos e capital de giro. A iniciativa que foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), no dia 16 de março, permite pausar as parcelas devidas por dois ou três meses, dependendo do banco. Ao todo, os valores já chegam a 200 bilhões reais, de acordo com levantamentos feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O intuito é dar fôlego financeiro aos trabalhadores em meio à pandemia do coronavírus.

Deste total, a Caixa recebeu mais da metade das solicitações. Mais especificamente, foram 1 milhão de pedidos de carência em contratos habitacionais, com oferta de 111 bilhões de reais em créditos e pausa de até 90 dias. O Bradesco, por sua vez, já recebeu 635 mil pedidos e o Banco do Brasil teve 200 mil pedidos, equivalentes a 60 bilhões de reais. Por sua vez, o Santander recebeu 80,9 mil pedidos, equivalentes a 11 bilhões de reais e Itaú, 302,3 mil pedidos, com saldo de 12,1 bilhões de reais e parcelas já prorrogadas de 679 milhões de reais.

A medida vale para todos que tenham financiamentos de imóveis e carros nos bancos, e também outros tipos de dívida. A única exigência é que as prestações do crédito estejam em dia. A exceção é na Caixa, onde financiamentos com até duas prestações em atraso também podem ser pausados.

Durante o período de pausa será mantida a mesma taxa de juro, sem a cobrança de multa. As parcelas não serão encavaladas: o cliente fica dois (ou três, no caso da Caixa) meses sem pagar e depois o pagamento da prestação volta ao normal, com a adição dos meses que não foram pagos no final do financiamento.

O pedido não precisa ser feito nas agências dos bancos, como forma de segurança contra a disseminação do vírus. A recomendação é que o cliente dê preferência a canais eletrônicos, como o internet banking e a central de atendimento telefônica.

Como congelar as parcelas em cada banco

Veja abaixo as instruções dos bancos para pausar o pagamento de financiamentos e empréstimos.

Caixa

A Caixa informa que a pausa vale para contratos habitacionais pessoa física e pessoa jurídica. Se o cliente estiver utilizando o FGTS para o pagamento das prestações mensais, não será possível solicitar a pausa.

Após a solicitação, o banco vai efetivar-o pedido em até 48 horas, com a data retroativa. Ou seja, quem tem prestações que vencem nesta semana conseguirá pausá-las.

As mesmas condições são oferecidas a clientes que possuam operação de Home Equity – Crédito Imóvel Próprio. Nesse caso, é necessário já ter pago pelo menos 11 parcelas.

O serviço de pausa estendida, que está sendo oferecido em caráter emergencial, pode ser acessado por meio do Aplicativo Habitação Caixa, pelo WhatsApp (telefone 0800-726 8068) ou ainda pelo Telesserviço (telefones 3004-1105 para capitais ou 0800-726 0505 para demais cidades, opção 7 da URA), de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas, exclusivamente para contratos com pessoas físicas. No caso do app, é necessário atualização da versão na loja de aplicativos.

Já para os contratos habitacionais com pessoas jurídicas o cliente deverá entrar em contato com seu gerente para formalizar a solicitação.

Passo a passo para acessar o serviço no aplicativo da Caixa:

• Acessar o aplicativo Habitação Caixa;
• Efetuar login;
• Acessar a aba Serviços;
• Clicar na opção Solicitar Pausa Emergencial;
• Ler as orientações e clicar em Próximo;
• Informar o número do celular e autorizar o banco a enviar SMS sobre a solicitação;
• Clicar em Solicitar Pausa.

Itaú

No Itaú, o pedido pode ser feito por meio das centrais de atendimento. Para veículos, em capitais e regiões metropolitanas o número é 4002-0234, enquanto nas demais localidades basta ligar para 0800-729-0234. No caso de financiamento imobiliário, o atendimento é de segunda a sexta, das 8 às 21 horas pelo 4004-7051, para capitais e regiões metropolitanas, e 0300-789-7051, para as demais localidades.

Santander

O Santander lançou um hotsite para orientar os clientes interessados em solicitar a prorrogação do vencimento de dívidas, em linha com a determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Veículos e bens financiados pela Santander Financiamentos fora da rede de agências não foram, neste momento, incluídos na medida.

Veja abaixo como fazer a pausa de duas parcelas para cada tipo de empréstimo no banco:

Produtos Pessoa Física

Medida Quem pode solicitar O que muda / O que permanece Como solicitar 
Crédito Pessoal, Crédito Unificado ou Reorganização

Prorrogação por 60 dias do pagamento da parcela

Clientes que estão com as parcelas em dia de contratos feitos na agência até o dia 13/3/2020 – Novos valores de parcela e data de vencimento em função da prorrogação da próxima parcela– O valor da taxa permanece o mesmo Central de Atendimento– 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas

– 0800-702-3535 (demais localidades)

– 0800-723-5007 (pessoas com deficiência auditiva e de fala)

Crédito Imobiliário

Prorrogação por 60 dias do pagamento da parcela

Clientes que estão com as parcelas em dia – Não há alteração da data de vencimento do contrato, apenas será postergado o vencimento da próxima parcela– A taxa de juro do contrato será mantida e não haverá cobrança de multa

– São pagos apenas os seguros obrigatórios e a tarifa de serviços administrativos (TSA), quando aplicáveis

Central de Atendimento– 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas

– 0800-702-3535 (demais localidades)

– 0800-723-5007 (pessoas com deficiência auditiva e de fala)

Financiamento de Bens: Auto, Solar, Graduação e outros Clientes que estão com as parcelas em dia

 

– A taxa de juro do contrato será mantida e não haverá cobrança de multa

– Haverá novos valores de parcela e data de vencimento, em função da prorrogação da próxima parcela

 

Central de Atendimento– 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas

– 0800-702-3535 (demais localidades)

– 0800-723-5007 (pessoas com deficiência auditiva e de fala)

Pessoa Jurídica

Medida Quem pode solicitar O que muda / O que permanece Como solicitar 
Produtos Capital de Giro (Parcelado, Final, Modular) e CDC

Prorrogação por 60 dias do pagamento da parcela

Clientes com contratos em dia – O prazo final do contrato será postergado para contemplar o período de prorrogação das parcelas Cliente deve procurar seu gerente

Bradesco

O Bradesco afirma, em nota, que está à disposição para prorrogar por 60 dias as dívidas de operações em dia.

Em financiamentos imobiliários, o banco pede ao cliente que preencha um formulário disponível pelo internet banking, assine e envie por e-mail à agência onde tem conta. Não é necessário ir à agência. O valor postergado será diluído nas prestações restantes.

Banco do Brasil

O Banco do Brasil não permite suspender financiamentos de imóveis e carros.

O banco prorrogou o prazo de parcelas que vencem nos próximos 60 dias apenas para algumas de suas linhas de crédito da pessoa jurídica. Os clientes podem prorrogar essas parcelas a vencer para o final do cronograma, com juros diluídos ao longo de todo o cronograma de pagamento.

Para os clientes pessoa física, foi disponibilizada a possibilidade de carência diferenciada de 60 a 180 dias para o pagamento da próxima parcela da renovação das operações em dia de CDC Automático, CDC Salário e CDC Consignado (conforme condição de cada convênio).

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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Pessoa física desafia turbulência do coronavírus e B3 tem novo recorde de CPFs cadastrados

Home Broker

(Bloomberg) — Seis circuit breakers em pouco mais de uma semana — em meio a fortes perdas que apagaram quase três anos de ganhos — não foram suficientes para afastar os investidores de varejo da bolsa brasileira.

O número de investidores pessoa física no Brasil aumentou para cerca de 2,2 milhões em março, segundo dados da B3. O dado aponta para mais de 300 mil CPFs novos na bolsa no mês passado, quando o Ibovespa registrou sua maior queda mensal desde 1998.

Os brasileiros têm migrado cada vez mais para produtos de renda variável em busca de retornos mais atrativos, em resposta à queda da Selic de 14,25% para a mínima histórica de 3,75% ao longo dos últimos anos. Nos anos recentes, a entrada de investidores de varejo e de fundos locais mais do que compensou os investidores estrangeiros, que mostraram maior cautela.

O timing da turbulência recente foi “infeliz” para os investidores de varejo, que vinham migrando para a bolsa, disse Will Landers, chefe de ações para a América Latina da BTG Pactual Asset Management. “Eles viram que a bolsa não é poupança — é um investimento de risco.”

A bolsa brasileira acumula queda de 42% desde o pico no fim de janeiro, diante do impacto da pandemia de coronavírus, que reduziu as perspectivas para o crescimento econômico global e atrasou a agenda de reformas do governo.

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Investidores de títulos do Equador podem sofrer uma redução de 70% na dívida

(Bloomberg) — O Equador deve se tornar inadimplente no prazo de um ano como consequência da pandemia de coronavírus, que devasta a cidade portuária de Guayaquil e agrava os problemas econômicos do país, segundo pesquisa realizada pelo Citigroup.

O Equador está entre os principais candidatos a default nos mercados emergentes, juntamente com Argentina e Angola. Cerca de 55% dos entrevistados acreditam que o governo equatoriano não terá condições de pagar suas obrigações nos próximos 12 meses. Os credores de títulos provavelmente recuperariam entre 30 e 40 centavos de dólar após uma reestruturação e 35% dos entrevistados disseram esperar uma recuperação abaixo de 30 centavos de dólar.

Depois de pagar um bond apenas pela segunda vez em sua história, o Equador é empurrado para outro default diante da crise econômica causada pela pandemia de coronavírus. A queda neste ano dos preços do petróleo, principal produto de exportação do país, a fragilidade das contas públicas e subsequentes cortes da nota de crédito deixaram os títulos do Equador em níveis distressed. Agora, autoridades tentam conter o aumento da taxa de mortalidade em Guayaquil.

“Os riscos de default parecem estar aumentando, com a Argentina e o Equador na vanguarda”, escreveram estrategistas do Citigroup liderados por Ayoti Mittra na pesquisa, que entrevistou 30 gestores que administram cerca de US$ 120 bilhões.

Alta do petróleo

A avaliação do próprio Citi é que credores do Equador sofram um haircut (redução da dívida) de cerca de 56%, assumindo que o país possa pagar um cupom de 4,2% ao ano, com crescimento de 2% e um superávit primário de 0,5% do PIB. O rendimento de saída seria de 11% e a reestruturação incluiria novos títulos de longo prazo com um período de carência de dois anos.

“Esperamos que as autoridades iniciem negociações com os detentores de dívida em breve”, disse Anders Faergemann, gestor da Pinebridge, em Londres. “O ideal é que o Equador busque uma reestruturação amigável da dívida, no entanto, os detentores de títulos podem relutar em negociar antes das próximas eleições, o que pode levar à posse de um novo governo em 2021.”

Medidas de austeridade

Outros são mais otimistas. Siobhan Morden, da Amherst Pierpont, espera que os preços dos títulos se recuperem para 65 a 75 centavos de dólar se os credores permitirem que o Equador adie os pagamentos dos cupons deste ano por 12 meses. Isso resultaria em rendimentos de saída de 15% a 20%.

“O Equador está em uma posição mais forte para solicitar alívio temporário” do que a Argentina, escreveu Morden em nota na sexta-feira. “É possível que o Equador seja talvez o único país atualmente a adotar medidas pró-cíclicas de austeridade, além de se beneficiar de um forte apoio financeiro multilateral.”

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Começa o cadastro de trabalhadores informais para receber R$ 600

Enquanto a equipe comandada pelo ministro Luiz Henrique Mandetta corre para tentar evitar uma catástrofe na saúde pública brasileira por conta da pandemia do novo coronavírus, que causa a infecção respiratória covid-19, a do ministro Paulo Guedes corre para tentar evitar uma tragédia econômica e social.

Começa, nesta semana, o cadastro de potenciais beneficiários do programa de renda emergencial para trabalhadores que não são protegidos por vínculos formais de emprego.

O governo federal deve informar hoje mais detalhes do programa, como o calendário de pagamento e as formas de saque. Os trabalhadores autônomos e informais que não constam do Cadastro Único para Benefícios Sociais do governo federal – como diaristas, taxistas e ambulantes –, contribuintes individuais do INSS, funcionários intermitentes que não estejam sendo demandados pelo empregador e microempreendedores individuais (MEIs) devem se cadastrar a partir de amanhã em um aplicativo elaborado em parceria com a Caixa para solicitar o benefício.

Serão pagos 600 reais por mês, durante três meses, para diminuir a perda de renda desses trabalhadores com a súbita paralisação da atividade econômica no país por conta das iniciativas de distanciamento social que visam a reduzir o contágio pelo novo coronavírus. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse na sexta-feira, 3, esperar que os depósitos comecem a ser realizados antes da Páscoa.

Até 100 milhões de trabalhadores devem ser elegíveis à renda emergencial, mas a eficácia do benefício pode ser limitada por uma questão prática: o governo não sabe quem são e onde estão os informais e autônomos que não fazem parte do Cadastro Único, o qual serve de base para o pagamento do Bolsa Família.

Trabalhadores que não se enquadravam no critério de pobreza para obter os benefícios sociais tradicionais do governo federal não tinham por que se cadastrar. Agora, na pressa de socorrer famílias que estão sob risco de passar fome, quem não tem direito ao benefício pode acabar sendo contemplado. Existe ainda a chance de que idosos e cidadãos desbancarizados não consigam acessar o aplicativo.

O programa emergencial de renda dará ao governo uma visão muito mais clara da precariedade do trabalho no país. Se bem usado, pode ser o começo de uma nova estratégia de enfrentamento da informalidade, muito necessária para impulsionar o desenvolvimento do país – não só funcionando como paliativo em momentos de crise.

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3 perguntas que o investidor deve fazer antes de resgatar seus investimentos em meio à crise

SÃO PAULO – A forte volatilidade do mercado por conta da epidemia de coronavírus tem tirado o sono de investidores, até dos mais disciplinados, que amargam perdas expressivas especialmente em suas aplicações de maior risco, de renda variável.

Abrir o portfólio e ver um desempenho negativo no mês e no ano não é fácil. Mas resgatar seus investimentos e sair de uma vez do mercado também pode não ser a melhor saída.

Pensando nisso, a gestora americana Vanguard, com mais de US$ 6,2 trilhões em ativos sob gestão e conhecida por seus fundos de índice de baixo custo, publicou em seu site três pontos que podem ajudar o investidor na tomada de decisão. Confira:

1. Se você resgatar seus investimentos quando o mercado estiver em baixa, irá efetivamente amargar as perdas

Embora seja difícil controlar os ânimos em momentos de fortes oscilações, como o atual, a Vanguard destaca que é preciso ter em mente que uma vez que você liquidar o seu portfólio, isso não poderá ser mudado nem cancelado, mesmo se as condições de mercado melhorarem imediatamente. Dessa forma, você irá realizar as perdas e impedir que o montante seja recuperado com a volta dos ativos.

Se você é aposentado e depende do seu portfólio para renda, terá que fazer resgates independentemente das altas e baixas da Bolsa. Mas, segundo a Vanguard, não tem problema, uma vez que estará retirando apenas uma pequena fatia. É importante, contudo, que a carteira de investimentos seja construída de forma a suportar as flutuações do mercado, com ativos diversificados.

2. Você pode perder a retomada do mercado

Quando a economia começar a se recuperar da crise, esse movimento já vai estar no preço dos ativos. Então é preciso ficar atento às oportunidades, ou você perderá a porta de entrada.

Em teoria e no melhor dos cenários, diz a Vanguard, o investidor deveria vender quando a Bolsa sobe e comprar quando ela cai. Mas ninguém consegue prever o mercado, nem mesmo os gestores mais experientes.

3. Você pode comprometer os seus objetivos

Pelo fato de não haver uma bola de cristal, se o investidor resgatar seus investimentos em meio à crise, ele poderá perder a retomada do mercado e quiçá os melhores dias para a Bolsa, comprometendo seus objetivos de longo prazo.

Para ilustrar isso, a Vanguard criou um exemplo hipotético, considerando a média anual de retornos do S&P 500 de 2000 a 2019.

Se o investidor tivesse aplicado US$ 100 mil em uma carteira de ações (nos Estados Unidos) por cerca de 20 anos, por exemplo, teria recebido um retorno anual médio pouco acima de 6%.

Caso decidisse resgatar o montante aplicado durante esse período, perdendo no caso, os 25 melhores dias de performance do mercado, seu portfólio teria sido reduzido para algo em torno de US$ 91 mil ao fim de 2019.

Por outro lado, destaca a gestora americana, se o investidor tivesse seguido o planejamento inicial e mantido uma carteira diversificada ao longo desses 20 anos, mesmo durante as oscilações da Bolsa, teria um portfólio valendo US$ 320 mil em dezembro de 2019.

Isso não significa que o investidor nunca deva resgatar pequenas quantias da carteira. Mas sacar fatias menores do portfólio de maneira planejada não é a mesma coisa que deixar totalmente o mercado, destaca a Vanguard.

Qual é a recomendação?

Segundo a gestora americana, embora o momento seja de forte volatilidade, o ideal é que o investidor troque o mínimo possível de ativos na carteira. Isso porque, se os planos de investimento ou para a aposentadoria permanecem os mesmos, a carteira não deveria sofrer alterações.

Caso haja uma mudança de 5% ou mais dos ativos, a recomendação da Vanguard é de que o investidor faça um rebalanceamento do portfólio para que continue no caminho certo rumo a seus objetivos de longo prazo.

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MP 936: trabalhador com contrato suspenso deve contribuir sozinho ao INSS

Devido à pandemia do coronavírus, o governo brasileiro autorizou, por meio da Medida Provisória 936/20, a suspensão de contratos de trabalho por até 60 dias. Nesse caso, sem o pagamento do salário, a empresa fica desobrigada durante esse período a recolher para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e o tempo deixa de valer para a aposentadoria.

A fim de não afetar a contagem, o trabalhador deve fazer a contribuição para o INSS sozinho. O advogado previdenciário Sinésio Cyrino, sócio do escritório Pessoa & Pessoa, explica que a melhor maneira é contribuir como segurado facultativo, cuja única condição é ser maior de 16 anos: “Essa é a mesma modalidade na qual os estudantes e as donas de casa contribuem. Ao contrário dos autônomos, não é preciso comprovar o exercício de uma tarefa por conta própria. Basta usar o próprio CPF para recolher sob o código 1406.”

É possível escolher contribuir com base no salário mínimo ou sobre qualquer outro valor até o teto do INSS, de R$ 6101,06. A alíquota para o cálculo é de 20%, porém há exceções.

“Existe um programa de inclusão previdenciária que permite pessoas de baixa renda pagarem alíquotas correspondentes a 5% ou 11% do salário mínimo. Nesses casos, a contribuição facultativa é feita sob os códigos 1830 e 1473, respectivamente. No entanto, nessa modalidade, o beneficiário só poderá se aposentar por idade — esclarece Cyrino.”

Valor da contribuição

Na modalidade de empregado com carteira assinada, o trabalhador contribui da seguinte forma:

  • Salário de contribuição até 1.045,00 — 7,5%
  • Salário de contribuição de 1.045,01 até 2.089,60 — 9%
  • Salário de contribuição de 2.089,61 até 3.134,40 — 12%
  • Salário de contribuição de 3.134,41 até 6.101,06 — 14%

Já como segurados individuais e facultativos, os interessados passarão a contribuir nas seguintes alíquotas:

  • Salário de contribuição de R$ 1.045,00, alíquota de 5%* — R$ 52,25
  • Salário de contribuição de R$ 1.045,00, alíquota de 11%* — R$ 114,95
  • Salário de contribuição de R$ 1.045,00 até R$ 6.101,06, alíquota de 20% — de R$ 209,00 a R$ 1.220,21

*Para contribuição de 5% ou 11% do salário mínimo, o segurado fica impedido de se aposentar por tempo de contribuição. Dessa forma, só poderá se aposentar por idade.

Como fazer a contribuição facultativa?

O interessado deve preencher uma Guia de Previdência Social (GPS), que pode ser gerada através do site da Receita Federal ou comprar um carnê em papelaria e preencher manualmente. O código para recolhimento de Contribuinte Facultativo Mensal é 1406;

No site, o contribuinte deve escolher uma das opções Contribuintes Filiados antes de 29/11/1999 e Contribuintes Filiados a partir de 29/11/1999. Ao escolher, deverá inserir o nº do seu PIS e seguir preenchendo as demais solicitações. Depois só é preciso fazer o pagamento.

Como vai funcionar a suspensão?

A advogada trabalhista Ludimila Bravin, do escritório Bravin Advogados, explica que a suspensão do contrato de trabalho deverá ser negociada entre o empregador e o funcionário por meio de um acordo individual, sem a participação dos sindicatos, nos casos de trabalhadores com remuneração de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou com salário equivalente a duas vezes o teto do INSS (R$ 12.202,12). Já os contratos relativos a salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só podem ser negociados por meio de acordo coletivo.

“Durante esse período de suspensão do contrato, o trabalhador poderá receber a ajuda emergencial, sem desconto do INSS. Além disso, os empregadores não poderão demitir, a menos que paguem uma indenização estipulada na própria MP.”

Suspensão não afeta direito previdenciário

Para ter direito a benefícios previdenciários, por exemplo o auxílio doença, a condição é ter contribuído por no mínimo 12 meses com o INSS. Dessa forma, mesmo que o trabalhador seja demitido ou tenha o contrato suspenso pela empresa por causa do coronavírus, pode ter acesso ao pagamento. Cyrino explica que pessoas com até dez anos de contribuição mantêm a qualidade de segurado por 12 meses. Já as que contribuem por mais de dez anos, têm o “período de graça” válido por 24 meses, o dobro de tempo.

“Se a pessoa tiver depressão, por exemplo, marcar perícia e for constatado que ela está incapacitada de procurar outro emprego, poderá receber o auxílio.”

Mais uma hipótese é se a pessoa for demitida e ainda estiver gozando do seguro-desemprego ao dar entrada no benefício. Com esse requisito, ela poderá manter a qualidade de segurado por mais 12 meses, alcançando até, em determinados casos, 36 meses de “período de graça”.

Redução no salário vai afetar aposentadorias

A contribuição para o INSS também será afetada no caso de empregados que tiverem a jornada reduzida e, consequentemente, o salário também.

“A contribuição previdenciária efetuada pelo empregador passará a ser calculada sob o salário que receber. Isto gerará um recolhimento inferior ao que comumente é realizado, o que irá interferir no valor da futura aposentadoria”, explica a advogada Ludimila Bravin.

De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, caso o trabalhador passe a receber um valor inferior ao mínimo, deverá complementar a contribuição para que o tempo seja reconhecido para aposentadoria. Caso o salário se mantenha acima do mínimo, não poderá complementar, pois, em regra, não é permitido que o segurado obrigatório contribua ao mesmo tempo como facultativo.

O advogado Sinésio Cyrino sugere que, se tiver alguma renda extra durante o período, o contribuinte faça uma contribuição paralela, como autônomo. No entanto, é preciso ter provas do exercício da atividade:

“Tenho uma vizinha que teve a jornada reduzida e passou a fazer máscaras para vender. Ela pode, muito bem, fazer a contribuição complementar como contribuinte individual ou como microempreendedora individual. O contrato da máquina de cartão, que ela usa para vender os produtos, já seria uma prova.”

O professor de Direito Previdenciário da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fábio Souza, aconselha fazer a complementação da contribuição ainda neste ano:

“Aqueles que tiverem condições financeiras para complementar a contribuição ainda em 2020, devem fazê-lo, mantendo íntegra a cobertura previdenciária. Sendo inviável, providencie o agrupamento das contribuições, de modo a aproveitar, ao menos parcialmente, o tempo de contribuição.”

Caso o trabalhador volte a atuar na empresa de forma integral, não precisará fazer nenhum procedimento. Deve apenas deixar de pagar o carnê como autônomo.

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Confira o prêmio da Mega-Sena que será sorteado neste sábado

O sorteio da Mega-Sena, concurso 2.249, será realizado neste sábado, 04. Quem acertar as seis dezenas receberá 1,8 milhão de reais.

As informações são do site da Caixa Econômica Federal. O valor da aposta mínima é de 4,50 reais. As apostas poderão ser feitas em qualquer lotérica do país ou pela internet até as 19 horas.

A Caixa informa que continua a realizar normalmente os sorteios da Mega-Sena, Lotofácil, Quina, entre outros. Apenas os sorteios da Loteria Federal e da Loteca foram suspensos, devido a “restrições adotadas em todo o país por conta da pandemia do novo coronavírus”.

Outra alteração foi na data do sorteio da Dupla de Páscoa, que passou do dia 11 para o dia 25 de abril.

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Taxas de títulos públicos do Tesouro Direto acentuam o movimento de alta na tarde desta sexta-feira

SÃO PAULO – Em meio ao aumento de aversão a risco nos mercados mundiais, com dados econômicos fracos nos Estados Unidos e na Europa diante da pandemia de coronavírus, as taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto apresentam alta nesta sexta-feira (3), com um movimento acentuado nesta tarde.

Entre os títulos com retorno indexado à inflação, o juro do papel com vencimento em 2026 subia de 3,73%, ontem, para 3,85% ao ano, na tarde desta sexta-feira. Os papéis com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, pagavam 4,71% ao ano, ante 4,61% a.a. na quinta-feira (2).

Com relação aos papéis prefixados, o título com vencimento em 2026 oferecia um prêmio anual de 7,69%, ante 7,39% a.a. anteriormente, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais e prazo em 2031 avançava de 8,01% para 8,36% ao ano.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta sexta-feira (3):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Após número recorde de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na véspera, mercados repercutiram hoje o relatório de emprego no país, conhecido como “payroll“, referente a março, que veio pior do que o esperado.

No último mês, a economia americana perdeu 701 mil postos de trabalho, muito acima das expectativas feitas pelo levantamento da Bloomberg, que estimava a destruição de 100 mil vagas no período. Este foi o primeiro declínio de criação de vagas desde 2010.

A taxa de desemprego na maior economia do mundo subiu para 4,4%, ante dado anterior de 3,5%. A expectativa no consenso Bloomberg era de que o desemprego subisse a 3,8%.

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Ainda no exterior, dados fracos da zona do euro reforçaram o efeito recessivo do coronavírus sobre as economias. O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) despencou de 51,6 pontos, em fevereiro, para 29,7 pontos, em março. Os dados indicaram a maior contração da atividade econômica em 20 anos na Itália, Espanha e França, justamente os três países mais atingidos pela pandemia no continente.

Hoje, o rali dos preços do petróleo continuou, em meio à expectativa por um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+), após a Arábia Saudita convocar uma reunião para discutir a crise no mercado.

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As ações que pagam dividendos mais indicadas para abril

As ações da Telefônica Vivo (VIVT4) lideram as recomendações de corretoras para  abril entre as boas pagadoras de dividendos. Os papéis da companhia foram indicados por 8 das 16 carteiras consultadas pelo site EXAME.

Segundo os analistas, em meio ao cenário atual, a companhia está bem posicionada para se adaptar às novas dinâmicas do setor. Eles destacam também a boa capacidade de geração de fluxo de caixa que permite realizar os necessários investimentos em fibra ótica e 4 /4.5G, que serão os principais geradores de receita da empresa no futuro.

Por fim, a empresa deve se beneficiar com a flexibilização da Lei de Teles e os ganhos de eficiência gerados pelos investimentos em tecnologia, com isso, a Telefônica que é excelente pagadora de dividendos, alcançará patamares ainda melhores no futuro.

Outro destaque entre as ações boas pagadoras de dividendos está a Taesa (TAEE11) mencionada em 7 das carteiras analisadas. Os analistas seguem otimistas acreditando que a companhia oferece maior previsibilidade em seus resultados, considerando sua atuação no mercado de transmissão de energia elétrica no Brasil (com receitas baseadas em contratos pré-estabelecidos). Além das units da companhia se beneficiarem dos juros mais baixos. Além disso, a Taesa pode se beneficiar de investimentos no setor, podendo entrar em novos projetos ou aproveitar oportunidades de fusões e aquisições para acelerar seu crescimento.

Ação Recomendações
Telefônica Vivo (VIVT4) 8
Taesa (TAEE11) 7
Itaú Unibanco (ITUB4) 6
Engie Brasil (EGIE3) 5
Banco do Brasil (BBSA3) 5
Transmissão Paulista (TRPL4) 5
BB Seguridade (BBSE3) 4
Itaúsa (ITSA4) 4
Sanepar (SAPR11) 3
B3 ( B3SA3) 3
Sanepar (SAPR11) 3
Bradesco (BBDC4) 3
CPFL (CPFE3) 3
Cyrela (CYRE3) 2
EDP Energia (ENBR3) 2
AES Tiete (TIET11) 2
Vale (VALE3) 2
Hypera Pharma (HYPE3) 1
Tenda (TEND3) 1
TIM (TIMP3) 1
Neoenergia (NEOE3) 1
IRB Brasil (IRBR3) 1
Petrobras Distribuidora (BRDT3) 1
Cemig (CMIG4) 1
Porto Seguro (PSSA3) 1
Odontoprev (ODPV3) 1
Alupar (ALUP11) 1
Tupy (TUPY3) 1
Copel (CPLE6) 1
Sabesp (SBSP3) 1

 

Ativa

Desempenho em março: -30,45%
Ações incluídas: Telefônica Vivo e BB Seguridade.
Ações retiradas: Iguatemi e Cyrela.

Ação Peso, em %
Itaú Unibanco (ITUB4) 20
Hypera Pharma (HYPE3) 20
Engie Brasil (EGIE3) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20
BB Seguridade (BBSE3) 20

Ágora

Desempenho em março: -25,7%
Ações incluídas: Itaú (ITUB4)
Ações retiradas: Energisa (ENGI11).

Ação Peso, em %
Itaú Unibanco (ITUB4) 20
Taesa (TAEE11) 20
Tenda (TEND3) 20
TIM (TIMP3) 20
Sanepar (SAPR11) 20

Elite Investimentos

Desempenho em março: -19,52%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
BB Seguridade (BBSE3) 20
Itaúsa (ITSA4) 20
Itaú Unibanco (ITUB4) 20
Taesa (TAEE11) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20

Guide Investimentos

Desempenho em março: -50,34%
Ações excluídas: Itaúsa e BR Distribuidora.
Ações incluídas: Cyrela e IRB Brasil.

Ação Peso, em %
Neoenergia (NEOE3) 20
B3 ( B3SA3) 20
Cyrela (CYRE3) 20
IRB Brasil (IRBR3) 20
Sanepar (SAPR11) 20

Genial

Desempenho em março: -30,74%
Ações incluídas: Bradesco, Banco do Brasil e Cyrela.
Ações retiradas: Wiz, Br Distribuidora e Banrisul.

Ação Peso, em %
Bradesco (BBDC4) 20
Banco do Brasil (BBSA3) 20
Cyrela (CYRE3) 20
BB Seguridade (BBSE3) 20
Itaú Unibanco (ITUB4) 20

Modalmais

Desempenho em março: -25,7%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
Itaúsa (ITSA4) 20
Banco do Brasil (BBASE3) 20
Taesa (TAEE11) 20
Petrobras Distribuidora (BRDT3) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 2020

Mycap

Desempenho em março: -22,81%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
Itaú Unibanco (ITUB4) 20
Cemig (CMIG4) 20
B3 (B3SA3) 20
EDP Energia (ENBR3) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20

Necton

Desempenho em março: -24,74%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 20
CPFL (CPFE3) 20
EDP Energia (ENBR3) 20
Porto Seguro (PSSA3) 20
Odontoprev (ODPV3) 20

Nova Futura

Desempenho em março: -15,09%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
BB Seguridade (BBSE3) 20
Engie (EGIE3) 20
Taesa (TAEE11) 20
Transmissão Paulista (TRPL4) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20

Planner

Desempenho em fevereiro: -28,8%.
Ações incluídas: Alupar e Telefonica Vivo.
Ações retiradas: Arezzo e Banrisul.

Ação Peso, em %
AES Tiete (TIET11) 20
Alupar (ALUP11) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20
Engie (EGIE3) 20
Tupy (TUPY3) 20

Quantitas

Desempenho em março: -28,78%.
Ações incluídas: Taesa e Itaú Unibanco.
Ações retiradas: Eletrobras e Embraer.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 20
CPFL Energia (CPFE3) 20
Taesa (TAEE11) 20
Itaú Unibanco (ITUB4) 20
Vale (VALE3) 20

Rico

Desempenho em março: -28,79%.
Ações incluídas: Engie e Vale.
Ações retiradas: BR Distribuidora e MRV.

Ação Peso, em %
Engie (EGIE3) 20
Transmissão Paulista (TRPL4) 20
Copel (CPLE6) 20
Itaúsa (ITSA4) 20
Vale (VALE3) 20

Santander

Desempenho em março: -33,96%
Ação incluída: Engie.
Ação excluída: IRB Brasil.

Ação Peso, em %
BR Distribuidora (BRDT3) 20
Engie (EGIE3) 20
CPFL Energia (CPFE3) 20
Itaúsa (ITSA4) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20

Terra

Desempenho em março: -18,60%
Ação incluída: AES Tiete e Engie.
Ação retirada: Cesp e Cteep.

Ação Peso, em %
AES Tietê (TIET11) 20
Bradesco (BBDC4) 20
Cesp (CESP6) 20
Transmissão Paulista (TRPL4) 20
Telefônica Vivo (VIVT4) 20

Toro

Desempenho em março:- 23,15%
Ação incluída: Transmissão Paulista.
Ação retirada: Suzano.

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 20
Bradesco (BBDC4) 20
Sabesp (SBSP3) 20
Transmissão Paulista (TRPL4) 20
Taesa (TAEE11) 20

XP Investimentos

Desempenho em março: -22,1%.
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
AES Tietê (TIET11) 20
Banco do Brasil (BBAS3) 20
Transmissão Paulista (TRPL4) 20
Sanepar (SAPR11) 20
Taesa (TAEE11) 20

 

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