Carteira gráfica da XP troca três ações esta semana; confira a nova composição

Mão segura um celular e consulta um gráfico em frente a um painel de movimentação de ações em Bolsa

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 3 a 10 de abril, trocando quatro das cinco ações que compõem o portfolio.

Com isso, saíram da carteira Marcopolo (POMO4), Porto Seguro (PSSA3) e Ultrapar (UGPA3). No lugar dessas, entraram os papéis de Cogna (COGN3), BRF (BRFS3) e Yduqs (YDUQ3).

Gilberto Coelho, o Giba, analista da XP Investimentos responsável pela carteira, justificou as trocas dizendo que Cogna entra pela formação do padrão gráfico de harami de alta em um possível fundo com o Índice de Força Relativa (IFR) saindo do patamar de sobrevenda.

BRF, por sua vez, passou a fazer parte do portfolio porque consolidou um suporte no patamar dos R$ 14,17 e tem bastante chance de retomar a tendência de alta acima da média móvel de 21 dias.

Por fim, Yduqs entra por estar em região de fundo com o IFR divergindo para alta.

Desde o fim de dezembro, Giba passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana passada, a carteira Top Picks caiu 8,88%, ante uma queda de 5,3% do Ibovespa. Com isso, o portfolio agora recua 38,53% no ano, contra uma queda de 40,38% do benchmark.

As ações da Marcopolo tiveram o pior desempenho da carteira, desabando 15,91%, seguidas pelos papéis da Ultrapar, que despencaram 15,11%, enquanto SLC caiu 11,43%. Também caiu a Porto Seguro, contabilizando um recuo de 5,7%.

A única alta da carteira nos últimos cinco dias foi Vivo, que subiu 3,73%.

Confira, abaixo, as recomendações para esta semana:

Empresa Ticker Peso
Cogna COGN3 20%
SLC SLCE3 20%
BRF BRFS3 20%
Vivo VIVT4 20%
Yduqs YDUQ3 20%

 

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Benefício de R$ 600 será pago em 3 parcelas até o dia 29 de maio

O pagamento das três parcelas do auxílio de R$ 600 a trabalhadores informais, autônomos e MEIs, como forma de ajudá-los a enfrentar a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, serão feitos nos próximos 45 dias. É o que afirma o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

A previsão é de que recebam os valores primeiro os trabalhadores que têm conta poupança na Caixa e conta corrente no Banco do Brasil e estavam cadastrados no CadÚnico até o dia 20 de março. A prioridade será dada a eles por uma questão operacional, como aconteceu no saque imediato de FGTS. Para eles, a estimativa é que os pagamentos sejam feitos a partir de quinta-feira (9).

Quem tem conta em outros bancos receberá o crédito em um momento posterior. A primeira parcela do crédito deve ser feita a eles dia 14 de abril, terça-feira que vem, quando serão disponibilizadas as contas digitais.

A exceção serão os beneficiários do Bolsa-Família, para os quais o pagamento do benefício seguirá o calendário normal, que começa no dia 16 de abril.

Trabalhadores informais que não estavam cadastrados no CadÚnico também podem demorar um pouco mais para receber a primeira parcela do benefício, já que será necessário que o governo realize uma checagem para ver se o trabalhador se enquadra na medida. Para eles, o pagamento pode demorar mais cinco dias úteis a partir do dia 14. Ou seja, esses trabalhadores poderão receber o benefício apenas no dia 21.

Já a segunda parcela será depositada entre 27 de abril e 30 de abril a todos os trabalhadores. “Por conta do tamanho da operação, o pagamento da primeira parcela demorará mais. Mas a partir da segunda parcela a ideia é que todos recebam juntos e de forma rápida”, diz Guimarães, da Caixa.

Já do dia 26 a 29 de maio será paga a terceira parcela, também para todos os elegíveis.

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Tesouro Direto retoma negociações e taxas sobem em relação às apresentadas pela manhã

Várias notas de cem reais na mão de uma pessoa que não aparece na foto.

SÃO PAULO – O Tesouro Direto retomou suas operações na tarde desta segunda-feira (6), após a suspensão da plataforma de compra e venda de títulos públicos por cerca de uma hora.

Por volta das 16h45, as taxas passaram a subir em relação aos prêmios vistos nesta manhã, porém seguiram menores do que os juros oferecidos na tarde de sexta-feira (3).

Entre os papéis indexados à inflação, o com vencimento em 2026 pagava 3,82% ao ano, ante 3,73% a.a. nesta manhã e 3,85% a.a. na sexta-feira.

Os títulos com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, pagavam um juro real de 4,68% ao ano, ante 4,71% a.a. no pregão anterior. Mais cedo, o papel pagava uma taxa de 4,65% ao ano.

Com relação aos papéis prefixados, o juro do papel com vencimento em 2026 cedia de 7,69% para 7,50% ao ano nesta tarde, enquanto o Tesouro Prefixado com juros semestrais 2031 pagava 8,15%, ante 8,36% a.a. na sexta-feira.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta segunda-feira (6):

Fonte: Tesouro Direto

Selic mais baixa em 2020

Economistas consultados para o relatório Focus, do Banco Central, veem agora um corte de meio ponto percentual da Selic em maio, dos atuais 3,75% para 3,25% ao ano. Na semana anterior, a previsão era de redução para 3,50%. Para 2021, a projeção de alta para a Selic também foi revista para baixo, de 5,00% para 4,75% ao ano.

Com relação à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção de alta foi cortada pela quarta vez consecutiva, de 2,94% para 2,72%, em 2020, e de 3,57% para 3,50%, em 2021.

O mesmo aconteceu com as perspectivas para a expansão do PIB brasileiro, cuja mediana das projeções recuou pela oitava vez consecutiva, englobando uma visão mais pessimista. Agora, os economistas veem uma contração da economia brasileira de 1,18% neste ano, ante expectativa de retração de 0,48%. Não houve, porém, alterações para 2021, quando a atividade deverá crescer 2,50%.

Noticiário

Entre os destaques do dia, os mercados têm um sentimento de alívio com notícias de que as infecções e as mortes pelo coronavírus desaceleraram neste fim de semana na Espanha e na Itália, mostrando a eficácia das medidas de quarentena. A Itália registrou no domingo 525 mortes pela Covid-19, menor número diário de óbitos desde 19 de março, quando a epidemia explodiu na Lombardia.

Ainda no cenário externo, investidores têm grandes expectativas para um acordo entre a Rússia e a Arábia Saudita, apesar de a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que estava marcada para hoje, ter sido adiada.

No Brasil, na continuidade de medidas para minimizar os impactos da Covid-19, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na sexta-feira a chamada PEC do “orçamento de guerra” (PEC 10/20), que permite a separação do orçamento e dos gastos realizados para o combate à pandemia do orçamento geral da União.

O objetivo é criar um regime extraordinário para facilitar a execução do orçamento relacionado às medidas emergenciais, afastando possíveis problemas jurídicos para os servidores que processam as decisões sobre a execução orçamentária. Agora, o texto precisa ser votado pelo Senado.

Outra proposta do governo em meio à pandemia é a compra direta, pelo Banco Central, de carteiras de crédito e títulos das empresas, fazendo chegar à economia os recursos liberados por Brasília e evitar o “empoçamento” do dinheiro, permitindo aos empresários o acesso aos estímulos.

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Aplicativo para se cadastrar no benefício de R$ 600 já está disponível

Nesta terça-feira (7) já está disponível o aplicativo para trabalhadores informais se cadastrarem para receber o auxílio de 600 reais anunciado pelo governo como medida econômica contra o coronavírus.

Para se cadastrar basta acessar o site  ou  baixar o app Caixa Auxílio Emergencial para aparelhos com sistema operacional Android e aparelhos com sistema iOs, como iPhones.

Mas não é todo mundo que precisa fazer o cadastro. O aplicativo é destinado a trabalhadores informais que ainda não têm nenhum tipo de cadastro no sistema de programas sociais do governo. Ou seja, não estão cadastrados no Cadastro Único (CadÚnico) e não recebem o Bolsa-Família.

Quem já está no Cadastro Único do governo (CadÚnico) e quem já recebe o auxílio do Bolsa-Família não precisam baixar o aplicativo ou se cadastrar no site porque já têm os dados cadastrados no sistema do governo.

Se algum trabalhador já cadastrado no CadÚnico tentar se inscrever na plataforma do governo receberá uma mensagem dizendo que não há necessidade de finalizar a inscrição.

Depois de fazer o cadastro, o trabalhador pode acompanhar se vai receber o auxílio emergencial, consultando no próprio site ou APP.

O app já recebeu mais de 600 mil inscrições. A estimativa é de que 15 milhões de brasileiros realizem o cadastramento apenas hoje. Até quinta-feira, a previsão é de que hajam 40 milhões de cadastros. O governo estima que hajam entre 15 milhões e 25 milhões de trabalhadores elegíveis ao benefício no país.

Pagamentos em 45 dias

“Se tudo correr bem esperamos que na quinta-feira essas pessoas estarão recebendo o valor”, diz o ministro da Cidadania Onix Lorenzoni, em coletiva realizada hoje em Brasília. Primeiramente irão receber o valor trabalhadores que têm conta poupança na Caixa.

A segunda parcela será feita já em 27 de abril, dependendo da data de aniversário. Será um processo similar ao saque imediato do FGTS.

A ideia é encerrar abril com duas parcelas pagas tanto para trabalhadores informais fora do CadÚnico como para trabalhadores que já estão cadastrados no CadÚnico. Nos próximos 45 dias, o objetivo é que sejam feitos os três pagamentos previstos na medida.

Conta digital

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, aponta que cerca de 10 milhões de trabalhadores ainda não têm conta no banco e poderão usufruir de uma conta digital gratuita para receber as três parcelas do benefício.

Após o app de cadastro, a Caixa irá lançar uma segunda ferramenta para que os trabalhadores possam gerenciar o dinheiro que receberem por meio de uma conta digital.

Transferências, DOCS, pagar contas poderão ser feitos pela conta digital online. A ideia é que as pessoas não precisem sair de casa e evitem aglomerações nos bancos para impedir a disseminação do novo coronavírus.

Cuidado com fraudes

O governo aponta que já derrubou diversos sites de fraudadores que buscam enganar os trabalhadores. É importante que os trabalhadores só façam o cadastro pelo aplicativo e site oficial da Caixa.

 

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Veja o calendário do pagamento do abono salarial do PIS/Pasep 2020

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT) divulgou o pagamento do Abono Salarial (Programa de Integração Social – PIS) calendário 2020/2021.

Os valores variam de 88 reais a 1.045 reais, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2019. Quem tem conta na Caixa com cadastro atualizado e movimentação receberam o crédito automático antecipado.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e começaram em julho, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2020/2021 é 30 de junho de 2021.

Confira todas as datas:

Nascidos em Recebem a partir de Recebem até
Julho 16 de julho de 2020 30 de junho de 2021
Agosto 18 de agosto de 2020 30 de junho de 2021
Setembro 15 de setembro de 2020 30 de junho de 2021
Outubro 14 de outubro de 2020 30 de junho de 2021
Novembro 17 de novembro de 2020 30 de junho de 2021
Dezembro 15 de dezembro de 2020 30 de junho de 2021
Janeiro 19 de janeiro de 2021 30 de junho de 2021
Fevereiro 19 de janeiro de 2021 30 de junho de 2021
Março 11 de fevereiro de 2021 30 de junho de 2021
Abril 11 de fevereiro de 2021 30 de junho de 2021
Maio 17 de março de 2021 30 de junho de 2021
Junho 17 de março de 2021 30 de junho de 2021

Quem tem direito ao saque

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. É necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano base 2019.

O saque do valor é feito nas agências da Caixa. Vale destacar, que com a pandemia de coronavírus, a orientação é que os trabalhadores evitem ao máximo aglomeração nas agência. Como o pagamento só começará em julho, não adianta ir antes na agência.

Em julho, os primeiros trabalhadores que têm direito ao saque, devem apresentar um documento oficial. Quem possui Cartão do Cidadão ativo, pode ainda retirar o dinheiro no caixa eletrônico da Caixa, em uma casa lotérica ou em um ponto de atendimento Caixa Aqui. Correntistas ativos da Caixa recebem o crédito automático antecipado.

Servidores públicos

O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição Pasep e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil. Veja o calendário:

Final da inscrição Recebem a partir de Recebem até
0 16 de julho de 2020 30 de junho de 2021
1 18 de agosto de 2020 30 de junho de 2021
2 15 de setembro de 2020 30 de junho de 2021
3 14 de outubro de 2020 30 de junho de 2021
4 17 de novembro de 2020 30 de junho de 2021
5 19 de janeiro de 2021 30 de junho de 2021
6 e 7 11 de fevereiro de 2021 30 de junho de 2021
8 e 9 17 de março de 2021 30 de junho de 2021

 

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Bitcoin acumula alta de 31% e supera crise de 2020

Quando falamos de recuperação em uma crise, como a que estamos vivendo hoje, vemos que o Bitcoin superou todos as expectativas e os números realmente mostram isso.

A criptomoeda que tinha caído para menos de R$25 mil agora está sendo negociada na Foxbit por R$ 38 mil*.

Em outras palavras o Bitcoin subiu 52% desde às duas últimas grandes quedas, uma no começo de março (06/03) e outra no dia 11/03.

No gráfico acima podemos ver a queda do Bitcoin e sua recuperação até hoje.

Mas o que isso significa para quem comprou ou deixou de comprar bitcoin?

Quem comprou R$ 1.000,00 em bitcoin quando o preço se aproximou da queda máxima em março hoje tem R$~1520,00. É um bom dinheiro, não é mesmo?

Ibovespa x Bitcoin

Se compararmos o desempenho do bitcoin com o Ibovespa veremos que o criptoativo está se recuperando muito mais rápido e já teve uma alta de aproximadamente 31% desde o começo do ano.

Enquanto isso, o Ibovespa acumula uma queda de 36,69% no mesmo período de tempo.

Entretanto, diferente do Ibovespa, as perspectivas do bitcoin parecem mais positivas ainda. Conforme análise feita no Cointimes, o halving do Bitcoin pode impulsionar o preço da criptomoeda se o histórico se mantiver.

O Bitcoin ainda precisa subir cerca de 9,52% para voltar ao patamar de R$40 mil – anterior ao da crise. Contudo, a resposta no preço do criptoativo foi rápida e mostra certa resiliência do bitcoin mesmo em cenários caóticos. Enquanto isso, o Ibovespa ainda precisa subir 34,3% para retornar aos 100 mil pontos.

E aí, vai começar a comprar bitcoin hoje ou vai deixar para depois?

Que tal começar a fazer trades de bitcoin pelo seu celular? Conheça o aplicativo da Foxbit, disponível para Android e iOS.

*Preço de R$38mil na cotação do dia 06/04/2020 às 16h53.

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Quais trabalhadores devem receber primeiro o benefício de R$ 600

O ministro da Cidadania Ônix Lorenzoni disse nesta segunda-feira (6) que os primeiros trabalhadores a receber o benefício de R$ 600, a partir desta terça-feira (7) serão os cadastrados no CadÚnico até o dia 20 de março e que tenham conta na Caixa ou no Banco do Brasil.
Estão incluídos no CadÚnico todos os brasileiros que recebem algum benefício do governo. O auxílio será disponibilizado durante três meses para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia do Covid-19.
Posteriormente, a partir de quarta-feira (8) os pagamentos começarão a ser feitos a trabalhadores cadastrados no CadÚnico que tenham conta em outros bancos.
A data limite para inserção de dados no Cadastro Único foi o dia 20 de março. Agora, o sistema está suspenso para ajustes tecnológicos, pois a quantidade de acessos nos últimos dias se multiplicou, passando de sete mil para mais de 200 mil por dia.
Quem se inscreveu já está garantido no sistema para receber o auxílio emergencial. Quem ainda não se inscreveu deve aguardar a disponibilização de um aplicativo pela Caixa, a partir de amanhã, 7 de abril, e realizar o cadastro.
A partir de quarta-feira, 8, também devem começar a receber o benefício os trabalhadores informais, os microempreendedores individuais (MEI) e os contribuintes individuais do INSS que se enquadram na lei mas não fazem parte do CadÚnico.
Para identificá-los, já que não estão cadastrados em programas sociais, o governo federal lança nesta terça-feira (7) um aplicativo. Esses trabalhadores deverão acessá-lo e se cadastrar para garantir o pagamento do benefício a partir de quarta-feira (8).

Por fim, a partir do dia 16 de abril, quem recebe o Bolsa-Família e se enquadra nas exigências da lei passará a receber o benefício emergencial no lugar do benefício do Bolsa-Família, caso o valor seja maior.

Tanto os beneficiários do Programa Bolsa Família e as pessoas que estão registradas no Cadastro Único do governo federal não precisam baixar o aplicativo. O pagamento para essas pessoas será realizado automaticamente.

O benefício de R$ 600 poderá ser recebido por até dois integrantes da mesma família. É destinado a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas que estão na condição de trabalhadores informais, seja empregado, autônomo ou desempregado de qualquer natureza, inclusive o intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único até 20/03/2020. O texto também compreende os microempreendedores individuais (MEI) e os contribuintes individuais da Previdência Social.
Mas é necessário cumprir algumas exigências: terão direito ao valor apenas os trabalhadores cuja família tenha renda mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135). A pessoa também não pode ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70.

Como será feito o pagamento

Além do aplicativo, haverá um site e uma central telefônica para o cadastro dos trabalhadores informais fora da base de dados do governo.

O pagamento será feito em uma conta digital e gratuita, sem taxas para movimentação. Haverá um segundo aplicativo para realizar o pagamento. Será uma conta poupança digital.

Quem não tiver como acessar o aplicativo de pagamento receberá um TED para qualquer banco, também de graça. O saque poderá ser feito nos terminais de atendimento eletrônico, em lotéricas e nas agências dos bancos públicos federais.

A Caixa tem mais de 25 mil pontos de venda, sendo quatro mil agências e 13 mil lotéricas com grande capilaridade e que abrem, inclusive, aos sábados. No entanto, o objetivo é realizar os pagamentos digitais, para evitar aglomerações nesses locais e, como consequência, a disseminação do novo coronavírus.

O banco espera, portanto, realizar milhões de pagamentos automáticos, direto na conta, gratuita e quenpode ser movimentada por aplicativo.

Não vá até as agências

O governo reitera o pedido para que as pessoas não procurem neste momento as agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil nem se dirijam aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

Cuidado com golpes

O governo também faz um alerta contra as sites falsos foram criados e disseminados pelo aplicativo WhatsApp para tentar obter dados dos beneficiários. O recado é não fornecer dados para qualquer pessoa ou site que fale em nome do benefício.

Veja abaixo as principais regras para recebimento do benefício:

Quem tem direito ao benefício?

1. Trabalhadores que cumpram uma das condições:
a) Ser microempreendedor individual (MEI)
b) Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS)
c) Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único – quem não estiver cadastrado poderá fazer uma autodeclaração por meio de aplicativo que estará disponível nesta terça-feira, 7 de abril
d) Ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020

2. Ter mais de 18 anos

3. Família com renda mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135)

4. Não ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70

Quantas pessoas podem ser beneficiadas por família?

No máximo duas pessoas por família podem receber o auxílio emergencial de R$ 600. As mães chefes de família têm direito a receber o benefício em dobro, ou seja, R$ 1.200.

Quando posso sacar o benefício?

Após a sanção do Projeto de Lei, na última quarta-feira, 1º de abril, e a edição de Medida Provisória com a garantia dos recursos extraordinários de R$ 98,2 bilhões, na quinta-feira, falta o Governo Federal publicar um decreto para regulamentar o funcionamento do auxílio emergencial, o que acontecerá nesta semana.

Onde posso sacar o benefício?

Conforme a lei aprovada, quando estiver regulamentado, o benefício será pago nas agências dos bancos públicos federais, em terminais de atendimento eletrônico e em lotéricas.

Como deve proceder quem não tem Cadastro Único no governo federal?

A pessoa que se encaixa no perfil para receber o auxílio emergencial e não estiver no Cadastro Único poderá fazer uma autodeclaração por meio de aplicativo que estará disponível na terça-feira, 7 de abril.

Sou beneficiário do Bolsa Família. Posso receber o auxílio emergencial?

Sim, caso o auxílio emergencial seja mais vantajoso que o valor recebido no programa Bolsa Família. Como os integrantes do Bolsa Família já estão no Cadastro Único, não será necessário pedir a alteração do benefício.

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IP Capital tem reduzido exposição ao varejo e eliminado negócios expostos a turismo na crise

SÃO PAULO – Em carta enviada a cotistas para abordar o desempenho dos fundos de ações no primeiro trimestre, a IP Capital Partners disse ter feito alguns ajustes nas carteiras para atender a três critérios de empresas. São eles sobreviver, dado o profundo impacto econômico esperado; adaptar a operação rapidamente a uma nova realidade; e ganhar força perante os competidores, em particular pela aceleração de tendências já existentes.

“Acreditamos que o momento atual favoreça ainda mais os negócios que preferimos e nos quais investimos. São empresas sólidas, com dominância competitiva, posição financeira folgada e ventos seculares nas costas”, afirmou a gestora.

A IP tem procurado eliminar da carteira desde o fim de janeiro negócios expostos a turismo e reduzindo a exposição ao varejo. “Os portfólios já estavam posicionados em negócios capazes de suportar choques fortes e tirar proveito deles. Além disso, carregamos proteções (dólar, ouro e put spreads no S&P) que, além de amortecerem o impacto, nos deram fôlego para aumentar a exposição à medida que novas oportunidades surgiram.”

No primeiro trimestre de 2020, as cotas do IP-Participações e do IP-Value Hedge tiveram quedas de 13,9% e 10,7%, respectivamente, ante uma desvalorização da ordem de 37% do Ibovespa e de 20% do S&P 500 (nesse último caso, em dólares, incluindo o reinvestimento de dividendos).

Desde meados de 2019, a gestora conta ter vendido gradualmente investimentos em algumas empresas brasileiras por negociarem a preços muito elevados. Dessa forma, ao fim de fevereiro de 2020, apenas 23% da carteira do IP-Participações e 5% da carteira do IP-Value Hedge estavam em negócios no Brasil.

“Com a queda, diversos negócios que admiramos começaram a ser oferecidos novamente a preços atraentes, mesmo considerando o impacto relevante da crise atual. Estamos aproveitando a oportunidade para comprá-los.”

Fundada em 1988, a gestora destacou ainda que essa não é a primeira e não será a última crise pela qual passa, e disse que o evento apresenta diversas oportunidades. “Combinando cautela, seletividade e disciplina, será mais um período de volatilidade que deve potencializar os resultados de longo prazo.”

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Zerados em Bolsa, aplicados em juros e dólar: a receita dos fundos multimercado da Vinland para enfrentar a crise

Foto conceitual do COVID-19 (novo coronavírus) e globo terrestre, feita em estúdio

SÃO PAULO – A quarta-feira de cinzas marcou o início do dramático bear market que engoliu os Bolsas mundiais. No Brasil, o Ibovespa caiu quase 40% desde então, mas, naquele 26 de fevereiro, ninguém podia prever o que viria em seguida: nem o pânico nos mercados, muito menos as quarentenas em série e a explosão dos casos de coronavírus pelo mundo.

Para a equipe da gestora Vinland, havia incertezas demais no cenário. “Vimos que era um evento muito difícil de ser compreendido e mensurado”, diz James Oliveira, sócio da Vinland.

Diante disso, a decisão foi zerar os investimentos em ações nos fundos multimercado, privilegiar as aplicações em renda fixa com prazo curto e ficar “comprado” em dólar (ou seja, investir para ganhar com uma valorização da moeda americana).

“Zeramos para limpar a cabeça e tentar analisar um pouco mais friamente o que estava acontecendo”, diz Oliveira.

As mudanças no portfólio feitas no início da crise se mantiveram. “Estamos carregando essas posições até hoje”, completa.

Para o gestor, a volatilidade nos mercados vai continuar “por um tempo razoável”, porque ainda não se sabe quando – nem como – haverá um alívio na quarentena, já que os casos de coronavírus continuam aumentando.

“Estamos mantendo uma gestão bastante ativa, explorando a volatilidade, mas sem vontade de nos antecipar e montar grandes posições estruturais”, afirma.

“Existe uma chance boa de que a Bolsa suba no longo prazo”, diz Oliveira. “Mas o curto prazo deve ser conturbado, então preferimos buscar um timing melhor para investir.”

Previsão de juros em 3%

Em março, o multimercado Macro da Vinland teve um retorno de 1,4%, enquanto o Macro Plus, que corre um risco maior, rendeu 2,4%. Em 12 meses, a rentabilidade está em 11,9% e 20,2%, respectivamente.

Um investimento que garantiu o bom desempenho dos fundos no último ano foi a aposta na queda dos juros no Brasil e no México – a gestora mantém a perspectiva de cortes adicionais das taxas nos dois países porque a inflação está baixa e as economias devem sofrer com a pandemis do coronavírus.

Em relação ao Brasil, a previsão da casa é que a inflação ficará abaixo de 2% neste ano e o PIB terá uma contração de 3%, o que abre espaço para que a taxa Selic caia para 3% nos próximos meses (hoje, a taxa está em 3,75%).

“Pelo modelo de metas de inflação, o Banco Central brasileiro poderia baixar a Selic para 2%. Mas mantemos nossa previsão em 3% porque o BC está sendo muito conservador, mesmo com a inflacao abaixo da meta e o PIB negativo pela frente”, afirma o gestor.

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