XP lança resgate express, linha de crédito que permite antecipar resgate de fundos: saiba como funciona

SÃO PAULO – A XP lançou sua primeira linha de crédito neste mês: o “resgate express”. O produto permite antecipar o resgate de fundos de investimento que tenham carência.

Por exemplo: se o investidor tem recursos aplicados em fundos com prazo de resgate de 30 a 360 dias, mas precisa de capital antes disso, pode usar essa ferramenta para receber o dinheiro de forma imediata.

Para antecipações de até R$ 10 mil, o juro é apenas o CDI. Para valores superiores, a taxa é progressiva conforme os volumes, variando de CDI mais 0,4% a CDI mais 0,8% ao mês (além do IOF em todos os casos).

Uma combinação de fatores levou a XP a iniciar “a jornada” de sua estrutura de banco com esse produto, segundo Gustavo Pires, responsável pela área de fundos da XP. Uma parte expressiva dos recursos investidos por meio da plataforma da XP está em fundos, e essa linha de crédito pode dar conforto a quem busca produtos mais sofisticados, que geralmente têm uma liquidez reduzida.

“Numa emergência, ou mesmo se quiser aproveitar alguma oportunidade de mercado, o cliente tem acesso a recursos de forma rápida e com um custo baixo”, diz Pires, lembrando que a taxa de juros equivalente ao CDI é inferior ao custo de captação da XP.

Além disso, o resgate express pode facilitar a vida dos gestores. “Eles podem ter mandatos mais exóticos, carteiras menos líquidas. Acredito que gestores com fundos fechados podem voltar a avaliar abrir carteiras”, afirmou.

Por fim, essa linha de crédito tem baixo risco, já que o empréstimo é pago quando os recursos resgatados caem na conta. É possível antecipar até 60% do valor dos resgates de fundos de ações, 80% no caso dos multimercado e 90% na renda fixa.

Cartão de crédito

Os próximos produtos que devem ser lançados pela XP são cartões de crédito e débito, serviços de pagamento e empréstimos colateralizados (em que os investidores podem usar os recursos aplicados por meio da XP como garantia em operações de crédito).

Logo depois de a XP abrir capital na Nasdaq, em dezembro de 2019, Guilherme Benchimol, CEO da companhia, afirmou que um dos objetivos prioritários era ampliar a oferta de serviços financeiros para permitir que as pessoas cortem o “cordão umbilical” com os bancos.

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Após virada de rumo, taxas de títulos do Tesouro Direto passam a registrar queda

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, iniciaram o pregão desta sexta-feira em alta, em meio a novas preocupações com o coronavírus e diante da forte apreciação do dólar em relação ao real.

À tarde, contudo, houve uma inversão de rumo e os papéis passaram a registrar queda dos prêmios, da mesma forma como a moeda americana passou a cair.

No noticiário do dia, destaque para a divulgação do Índice Gerente de Compras (PMIs, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que sinalizou o enfraquecimento da economia. O PMI composto caiu de 53,3 pontos, em janeiro, para 49,6 pontos, em fevereiro, enquanto o PMI de serviços recuou de 53,4 para 49,4 pontos e o PMI industrial, de 51,9 para 50,8 pontos.

Mais cedo, o foco recaía sobre o coronavírus, dado que a Coreia do Sul informou que já registrou mais de 200 casos da doença no país. O surto também se espalhou para Israel, com o primeiro caso confirmado, e para cinco penitenciárias na China, duas delas na província de Hubei.

No Brasil, investidores têm cautela redobrada por conta do feriado do carnaval. Com o aumento da aversão a risco no exterior e com a Bolsa brasileira fechada para negociações na segunda e na terça-feira, a expectativa é de que muitos operadores zerem posições hoje para não serem pegos de surpresa com o noticiário internacional, sem poder mexer em suas carteiras.

No mercado cambial, o Banco Central divulgou os dados de conta corrente de janeiro, com o registro de déficit de US$ 11,9 bilhões. A expectativa do mercado era de um déficit de US$ 11 bilhões, segundo mediana da Bloomberg. A moeda abriu os negócios novamente em alta, mas inverteu a direção após os dados divulgados nos Estados Unidos.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava um prêmio de 2,53% nesta tarde, ante 2,55% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,23 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.811,65.

Os papéis com vencimentos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,24%, ante 3,26% a.a. anteriormente.

A queda nas taxas também era encontrada nos títulos prefixados, caso do Tesouro Prefixado 2023, cujo retorno avançava cedia de 5,25% para 5,23% ao ano. Já o Tesouro Prefixado 2026 pagava 6,25% ao ano, ante 6,28% a.a. mais cedo.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Descubra a diferença entre desvalorização e rendimento negativo

rendimento negativo

Se você já se aventurou no mundo da renda variável, ou ao menos entende um pouco sobre o assunto, já sabe que a desvalorização de um ativo é algo bastante comum de acontecer. Mas, e rendimento negativo, você já ouviu falar?

Será que é a mesma coisa? Se você quer descobrir, continue lendo esse texto.

Pensando nos mais ansiosos, já respondemos de cara: NÃO, desvalorização e rendimento negativo não são a mesma coisa.

O que é desvalorização?

Quando pensamos na desvalorização de um ativo, nada mais é do que a perda de valor que ele sofre.

Por exemplo: vamos supor que você comprou uma ação a R$ 10,00, se uma semana depois ela passa a ser negociada por R$ 9,00, significa que essa ação sofreu uma desvalorização de 10% (bastante grande, inclusive).

Essa desvalorização pode acontecer por inúmeros motivos, mas, a grosso modo, podemos dizer que dois fatores são determinantes:

  1. O desempenho de uma empresa. Isto é, se ela gera lucro, se ela apresenta um crescimento constante, se o setor como um todo está em alta, entre outros fatores que refletem no desempenho da empresa.
  2. Oferta e demanda. Nesse quesito, como foi dito uma vez no Rico Matinal (relatório escrito pelos analistas da Rico, Thiago Salomão, Matheus Soares e Lucas Colazzo), o mercado de ações não é muito diferente do de bananas: Se tem muitas pessoas querendo vender e poucas querendo comprar, tanto o ativo quanto a banana irão se desvalorizar.

Agora que já está claro pra você o que é e como acontece a desvalorização de uma empresa, vamos ao que é rendimento negativo.

O que é rendimento negativo?

Rendimento negativo é quando a valorização, portanto, positiva, de algum produto é menor do que a inflação do país no período escolhido.

E com a Selic a 4,25% ao ano, isso está acontecendo com alguns investimentos de renda fixa. Dentre eles, a terrível poupança.

Para calcular o rendimento da poupança, basta fazer 70% do valor da selic + a Taxa Referencial, que hoje é praticamente zero.

Então, 70% de 4,25, temos um rendimento anual de apenas 2,97%.

Com a projeção do Relatório Focus de 17 de fevereiro para a inflação ao final do ano ser de 3,25%, percebemos que a poupança está, de fato, apresentando um rendimento negativo.

Para resumir, deixar o dinheiro na poupança faz com que você perca poder de compra, o que mostra o quão arcaico é esse investimento.

É quase o mesmo do que guardar dinheiro em um cofrinho ou embaixo do colchão.

Na Rico, você encontra opções tão seguras quanto a poupança e que rendem muito mais do que ela e do que a inflação. Abra sua conta e saiba mais.

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Messem Investimentos apresenta a InSummit 2020: evento exclusivo para investidores; Saiba como participar

InSummit 2020

Pela primeira vez, a Messem Investimentos, eleita o melhor escritório de investimentos do Brasil em 2019 pela XP Investimentos, realizará o evento InSummit, exclusivo para investidores em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O evento promete trazer um espaço para o público se conectar com outros investidores e assistir palestras com grandes nomes do mercado financeiro e do empreendedorismo.

A experiência contará com nomes como o economista Ricardo Amorim, que tem experiência de mais de 20 anos no mercado financeiro, além do empresário e um dos maiores investidores pessoa física da bolsa, Lirio Parisotto, com mais nomes a serem anunciados em breve.

A primeira edição da InSummit chega em um momento em que o mercado está se transformando, a economia começando a dar sinais de recuperação, e com a taxa de juros em seu patamar histórico, todo conhecimento fará diferença para o investidor continuar ganhando.

A renda fixa não oferece mais os retornos como quando a Selic estava em dois dígitos e a renda variável passa a oferecer as melhores oportunidades. Mas diversificar e escolher os investimentos adequados pode ser uma tarefa difícil sem entender o cenário atual.

Por isso, participar de um evento que permite o contato direto com outros investidores e nomes de importantes do mercado financeiro, é essencial para otimizar os lucros no atual cenário brasileiro.

Insummit 2020

Com mais de 15 mil clientes e R$ 8 bilhões sob custódia, a Messem é um escritório credenciado à XP Investimentos e está motivada em levar para o maior número de brasileiros acesso à informação financeira de qualidade.

Até por isso, a escolha da InSummit 2020 ser fora do eixo Rio-SP, que está acostumado a receber eventos desse porte.

A ideia é trazer para os investidores de Porto Alegre e região informação atual, relevante e de qualidade de pessoas que atuam diretamente com o mercado financeiro.

Palestrantes

Ricardo Amorim

Insummit 2020
Ricardo Amorim (Foto: Everton Rosa)

Economista, formado pela USP, é pós-graduado em Administração e Finanças Internacionais pela ESSEC de Paris.

Atua no mercado financeiro desde 1992, trabalhou em Nova York, Paris e São Paulo, sempre como economista e estrategista de investimentos.

Atualmente é um dos apresentadores do programa Manhattan Conection, na GloboNews, e colunista da Revista Istoé.

Amorim também ganhou o Prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças em 2017, 2018 e 2019.

Lírio Albino Parisotto

InSummit 2020
Lírio Albino Parisotto (Foto: Liz Vanin Parisotto)

Gaúcho de Nova Bassano, formou-se médico mas conquistou enorme sucesso como empresário e investidor em diversas áreas, através de sucessivas reinvenções.

Após uma trajetória sólida no competitivo varejo de eletroeletrônicos em Caxias do Sul, criou em 1988 a Videolar, empresa que de forma notória escreveu a história do mercado brasileiro de mídias, de início com o VHS, os áudio cassetes, os disquetes e logo com os CDs e DVDs.

Em 2003, Parisotto ergueu assim a primeira petroquímica da Região Norte para fabricar a resina poliestireno, de consumo próprio nos estojos de suas mídias e também para as empresas do Polo Industrial de Manaus.

Em 2014, comprou a petroquímica Innova, em Triunfo (RS), produtora do monômero estireno e do poliestireno.

Lírio Parisotto é conhecido como um investidor que busca o longo prazo e mira as empresas com altos dividendos.

É o único empreendedor da América Latina escolhido para figurar no livro The Billion Dollar Secret, de Rafael Badziag, junto a vinte mega empreendedores de todo o planeta.

Serviço

A InSummit 2020 acontece no dia 4 de abril, na Casa NXT, em Porto Alegre. Os ingressos começam a ser vendidos por a partir de R$ 399.

Para garantir o seu, clique aqui.

Data do evento: 04 de abril de 2020

Onde: Casa NTX, Av. das Indústrias, 1395 – Anchieta, Porto Alegre

Primeiro Lote: a partir de R$ 399

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Sorria, o dólar não para de subir

Quase toda semana falamos que este episódio é especial, e você caro ouvinte e leitor, já não deve creditar mais nisso. Mas nesse caso também é realidade.

Começamos nesta semana algo diferente, mas que vamos fazer sempre: o Macro Pickers.

Depois de 40 episódios você já deve ter entendido que a macroeconomia e seus indicadores são importantes para nossos stock pickers. Se eles estão sempre falando de PIB, Selic, curva de juros, é por que isso isso pesa, e muito, nas teses de investimentos em ações.

Por isso, pela primeira vez na história tivemos um episódio 100% macro, que na verdade inaugura nossa nova séria Macro Pickers, que deve ser mensal. Trouxemos dois “dinossauros” desse mercado: Mário Torós, que teve uma longa carreira no Santander, foi diretor do Banco Central e hoje é gestor na Ibiúna.

Completando a mesa, Júlio Fernandes, que tem 25 anos de mercado 13 no lendário BBM (spoiler alert) e gestor do XP Macro, desde 2016.

Eles deram uma verdadeira aula sobre os novos patamares do câmbio e sobre dois fatos que o Brasil está começando se acostumar: o dólar em alta, agora, não é uma má notícia; e o dólar em alta não quer mais dizer que a Bolsa vai cair.

É claro que, numa mesa cheia de macros, a Selic não deixaria de ser assunto. Os dois explicaram porque a taxa tende a permanecer baixa por mais tempo e por que é possível ainda ganhar dinheiro com ela.

E já que eles são macros, mas a casa é de stock pickers, não escaparam de dar também suas opiniões sobre a o que vai acontecer com a Bolsa: para Júlio, ainda dá para ganhar dinheiro, mas Torós não está tão otimista. É só ouvir para entender.

Apresentado por Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, e Renato Santiago, do InfoMoney, o Stock Pickers vai ao ar toda quinta-feira. Você pode seguir e escutar pelo Spotify, Spreaker, Deezer, iTunes e Google Podcasts.

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Bolsa não está barata, mas juro baixo dá tranquilidade para investir, defendem gestores

SÃO PAULO – Com valorização desde 2016 e um avanço de 32% do Ibovespa apenas em 2019, investidores se questionam cada vez mais se as ações negociadas na Bolsa já estão caras. Na avaliação de gestores, ainda que o principal índice da B3 negocie a múltiplos acima dos níveis históricos, o cenário atual de juros baixos e inflação sob controle justificam o investimento e ainda dão margem para ganhos adicionais.

“Apesar de os preços estarem em outro patamar, o juro baixo nos dá tranquilidade para seguir investindo em renda variável”, afirmou Ary Zanetta, gestor da Brasil Capital, durante o painel de premiação dos melhores fundos da década do Ranking InfoMoney-Ibmec 2020, em São Paulo.

Luiz Parreiras, gestor da estratégia multimercado e previdência da Verde Asset, contou que a gestora chegou a reduzir a posição em ações no começo do ano por conta de preço, mas que voltou a comprar agora em fevereiro. Após recuar 1,6% em janeiro, o Ibovespa operava até o dia 19 de fevereiro com alta de 0,8%.

“Vimos no final do ano passado um excesso de euforia; cases que funcionaram muito bem para a gente em 2018 e 2019 estavam chegando a preços onde não necessariamente eu precisava vender, mas que também não queria incrementar o capital”, assinalou Parreiras.

Em sua última carta a cotistas, de janeiro, a Verde apontou que o principal fundo da casa mantinha pouco mais de 20% do portfólio alocado em ações no Brasil.

Na última década, o fundo CSHG Verde FIC FIM teve ganhos de 274,2% – o melhor desempenho entre multimercados no período. A gestora também foi premiada pelo retorno de 32,3% do fundo Verde AM Scena Advisory FIC FIM em 36 meses.

Leia também:
Fundo Verde: a história do melhor multimercado da década
Para gestores dos melhores fundos de ações do país, PIB mostrará se preços da Bolsa estão exagerados

Segundo Zanetta, da Brasil Capital, que também foi premiado pelo desempenho do fundo Brasil Capital FIC FIA nos últimos três anos, os preços das ações negociadas em Bolsa estão hoje “mais convidativos” quando comparados a 2016.

A avaliação foi compartilhada por Alexandre Silverio, CIO da AZ Quest, que disse nunca ter vivido, em seus 25 anos de carreira, um momento em que a relação entre o múltiplo preço/lucro das companhias e a taxa de juros brasileira estivesse tão favorável.

“Esse juro baixo é transformacional para os negócios no Brasil, não só pra quem está investindo em ativos de risco, buscando fundos de ações e fundos imobiliários, mas para o empreendedor, que está tomando a decisão na economia real”, disse.

Ele destacou que empresas expostas à economia doméstica, como as de consumo, varejo e saúde, estão operando em níveis mais altos de preços, porém argumentou que o movimento de alta faz sentido, dadas as perspectivas de crescimento do lucro no longo prazo.

Silverio afirmou que as companhias, em especial as ligadas à atividade local, estão vivendo um ambiente de expansão de margens operacionais e geração de caixa, com uma rolagem de dívida a taxas de juros muito mais baixas, o que contribui para a redução das despesas financeiras. “Essa dupla alavancagem (operacional e financeira) vai fazer com que o lucro das companhias siga crescendo muito acima do PIB”, disse.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos sobem na tarde desta quinta-feira

Dinheiro na mão

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam alta na tarde desta quinta-feira (20), em meio a um ambiente externo mais conturbado.

Na China, a apreensão com o coronavírus estimulou o banco central a reduzir a taxa de juros do país em 10 pontos-base, de 4,15% para 4,05% ao ano.

A notícia, que impulsionou o desempenho de algumas bolsas asiáticas, como a de Xangai, foi rapidamente ofuscada pela atualização da Comissão Nacional de Saúde chinesa, que informou a morte de mais 114 pessoas. Agora, o número de óbitos chega a 2.118 na China continental, enquanto o número de pacientes contaminados está em 74.576.

O sentimento dos mercados de aversão a risco ficou ainda maior com a confirmação da morte de dois passageiros contaminados no cruzeiro Diamond Princess, no Japão, e da primeira morte pelo vírus notificada na Coreia do Sul.

No Brasil, investidores seguem de olho no cenário externo e monitoram a divulgação de indicadores domésticos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,22% em fevereiro na comparação mensal, em linha com a estimativa mediana em pesquisa Bloomberg. O resultado foi o menor para o mês desde o início do Plano Real, em 1994.

Já o índice de confiança do consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou queda de 2,6 pontos em fevereiro, para 87,8 pontos – o menor valor desde maio de 2019.

Em um momento de piora da confiança do consumidor, com um ritmo aquém do esperado da economia, o Banco Central anunciou a redução da alíquota do recolhimento do compulsório sobre depósitos a prazo de 31% para 25%, o que deve acarretar em uma liberação de R$ 49 bilhões a partir de março.

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Como os fundos de ações que mais renderam em 2018 se saíram em 2019

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava 5,26% ao ano, ante 5,23% a.a. na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 34,57 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 864,28.

O papel com juros semestrais e prazo em 2031, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,71%, ante 6,62% a.a. anteriormente, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado 2026 subia de 6,21% para 6,28% ao ano.

Entre os títulos com rendimento atrelado à inflação, a taxa avançava de 2,50% para 2,53% no Tesouro IPCA+2026, enquanto o papel com vencimento em 2035 pagava 3,22%, ante 3,19% a.a. mais cedo.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Menos de 1% dos brasileiros investe no mercado de ações. Como reverter esse cenário?

mercado de ações

O país tem apenas 1,1 milhão de pessoas físicas investindo na Bolsa de Valores, de acordo com a própria B3. Isso equivale a menos de 1% da população.

Nos Estados Unidos, por exemplo, mais da metade dos investidores da Bolsa é composta por pessoas físicas.

Afinal, por que os brasileiros não apostam mais no mercado financeiro?

Segundo Vinicius de Castro Scotta dos Passos, professor de Mercado de Capitais e Derivativos da PUC Minas, o mercado de ações é a forma mais democrática de empreender, pois permite que você seja sócio de grandes empresas.

“Mas isso ainda é uma percepção cultural e muitas pessoas têm receio de investir por falta de conhecimento e assessoria correta”, diz.

Porém, esse cenário pode estar prestes a sofrer uma virada.

Em tempos de Selic baixa, mais investidores se veem tentados a explorar o mercado de ações para conseguir rendimentos maiores.

“Com uma taxa de 14% vista há poucos anos, poucos investidores deixavam a renda fixa para se aventurar no mercado de ações. Mas agora passa a ser desconfortável deixar o dinheiro na poupança quando ele começa a render pouco em taxas de juros menores”, afirma Vinicius.

Por isso, essa pode ser uma boa hora para fazer um pé de meia e pensar em uma renda futura.

Para ajudar a compreender esse mundo das ações, a Clear Corretora é uma opção interessante e estruturada.

Ela é a primeira corretora a operar com taxa zero de corretagem para investir na Bolsa de Valores. Todos os produtos da empresa funcionam sem corretagem.

Segundo Rafael Ribeiro, analista de investimentos da Clear, é essencial desmistificar o mercado de ações para atrair mais adeptos.

“Nós temos uma estrutura com informações preparadas para ajudar desde o investidor inicial até os mais experientes”, diz.

Entre os diferenciais da Clear está o fechamento diário, material em que o investidor recebe um panorama dos acontecimentos do mercado e por meio dele consegue entender o que foi movimentado, quais as melhores estratégias de compra e venda e os próximos passos.

“Ajudamos o investidor traçando cenários para que ele possa tomar a melhor decisão”, diz Rafael.

O home broker, tela onde estão consolidadas todas as informações do investidor, também é um dos diferenciais da Clear.

“Fácil de mexer, extremamente intuitivo, e possibilita fazer todas as operações de forma prática e mais ágil”, afirma o analista.

Além disso, a Clear tem frentes de conteúdo para receber novos investidores como clientes e auxiliar parceiros antigos a consolidar ganhos maiores.

Há salas de análise focadas em ensinar a fazer day trade, com dicas de especialistas com três décadas de experiência no mercado, como montar tela, fazer análise de risco e importância da tomada de decisão rápida.

Também há um canal no Youtube com vídeos explicativos e fechamento diário. O blog da Clear é outro diferencial e traz conteúdo semanal com contextualização do mercado.

Outras frentes de conteúdo também estão disponíveis em plataformas como Facebook e Telegram. “Nosso foco é fazer uma parceria com o investidor e ajudá-lo a maximizar os ganhos com base em muita informação. Estamos preparados para atender de forma personalizada e ajudar na formação de novos investidores”, finaliza Rafael.

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Disclaimer: CONTEÚDO PATROCINADO CLEAR CORRETORA, que é uma marca da XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A . Este material foi elaborado pela CLEAR CORRETORA (“Clear”) e tem caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Os prazos, taxas e condições aqui contidas são meramente indicativas.

As informações contidas neste material foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis.

A Clear não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Os ativos, operações, fundos e/ou instrumentos financeiros discutidos neste material podem não ser adequados para todos os investidores. Os investidores devem obter orientação financeira independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar uma decisão de investimento.

A Clear não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas e se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste material ou seu conteúdo. Investimentos nos mercados financeiros e de capitais estão sujeitos a riscos de perda superior ao valor total do capital investido.
Para mais informações ligue para 4003-6245 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-887-9107 (demais localidades). Para clientes no exterior o contato é 55-11-4950-2199. Para reclamações, utilize o SAC 0800 77 40404. E se não ficar estiver satisfeito com a solução, favor entrar em contato com a Ouvidoria: 0800-200-5550. Para deficientes auditivos ou de fala favor ligar para 0800 771 0101 (todas as localidades).

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Petrobras aprova distribuir R$ 1,7 bilhão em dividendos para as ações ordinárias; saiba como aproveitar

Edifício da Petrobras

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3; PETR4) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 1,7 bilhão em dividendos para as ações ordinárias, o que corresponde a R$ 0,233649 para cada papel, enquanto R$ 2,5 milhões serão distribuídos para as ações preferenciais, em torno de R$ 0,000449 por papel. A proposta de remuneração aos acionistas será encaminhada para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas em 22 de abril.

A “data-com” dos proventos será também no dia 22 de abril, de modo que o investidor precisará ter as ações em carteira no fechamento do pregão dessa data para ter direito ao benefício. A partir do dia 23 as ações passam a ser negociadas “ex-dividendos”, ou seja, sem o direito aos proventos.

O pagamento dos valores será realizado em 20 de maio.

Com mais esses proventos, o valor total distribuído pela Petrobras a seus acionistas referente ao exercício de 2019 será de R$ 10,6 bilhões, equivalente a R$ 0,73 por ação ordinária e R$ 0,92 por ação preferencial em circulação. Confira como foi o resultado da companhia em 2019 clicando aqui.  

Como aproveitar

O primeiro passo é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Lembre-se que quanto menores os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

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Gestores dizem por que ainda há muito espaço para o mercado de fundos imobiliários crescer no Brasil

*Matéria atualizada às 9h25 (horário de Brasília) do dia 20 de fevereiro para correção de informações. 

SÃO PAULO – Apesar da correção recente no mercado, o momento atual é de bastante demanda por fundos imobiliários. E ainda há muito espaço para crescimento no setor, segundo aponta Fernando Crestana, gestor do BTG Pactual.

“Existem 630 mil cotistas de FIIs no Brasil hoje, o que é somente 0,3% da população, enquanto nos EUA esse indicador representa 25%. Alem disso, a industria de FII listados aqui soma cerca de 1% do nosso [Produto Interno Bruto] PIB, enquanto a media global dessa relacao FII (REIT) frente aos PIB é de 2,5%”, afirmou durante o evento Melhores Fundos, do InfoMoney.”, afirmou durante o evento Melhores Fundos, do InfoMoney.

Em 2019, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) subiu 36%, o que colaborou para aumentar o interesse dos investidores por esse tipo de ativo. Contudo, neste ano, o índice enfrenta uma forte correção, caindo 5,4% até o fechamento do pregão de 18 de fevereiro.

Para Crestana, é impressionante como a demanda por esses fundos evoluiu desde 2014, tendência que vem se acelerando junto com o ciclo de cortes na taxa Selic pelo Banco Central, que reduziu a rentabilidade dos títulos de renda fixa como CDBs no mercado brasileiro.

O gestor destacou também que a discussão sobre taxação de dividendos ainda está em um estágio muito inicial e não é algo que tire o sono dos gestores, de modo que a mudança legislativa mais relevante para o setor seria a da tributação das vendas de cotas por fundos de fundos. “Hoje, todos pagam 20% do lucro obtido nessas vendas”, lembrou, dizendo esperar que isso seja revisto.

Já Rafael Selegatto, gestor da Iridium, contou que espera um aumento no volume de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) por empresas que nunca entraram no mercado de capitais tanto por desconhecimento tanto por conta das condições menos favoráveis dos últimos anos, e que pretendem entrar agora.

Outro setor que pode ganhar espaço nos fundos imobiliários é o de shoppings, especialidade de Rodrigo Coelho, gestor da Vinci Partners.

“Os shoppings podem se tornar grandes centros de distribuição no Brasil. Hoje, o varejo no País integra e-commerce e loja física, de forma que os shoppings estão em posição estratégia para se protegerem de uma invasão de empresas como a Amazon”, explicou.

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Crestana, Selegatto e Coelho foram os gestores dos melhores fundos imobiliários de 2020. O Iridium Recebíveis Imobiliários ficou em primeiro lugar, seguido pelo Vinci Shopping Centers e pelo BTG Pactual Fundo de Fundos.

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