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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos sobem com aversão ao risco no exterior

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam alta no início dos negócios desta terça-feira (21).

No ambiente externo, o clima é de aversão ao risco com a confirmação do governo chinês do “Vírus de Wuhan”, que já matou três pessoas e contaminou mais 200. Também na Ásia, a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota de Hong Kong de Aa2 para Aa3, por conta dos protestos que já duram mais de seis meses.

Nos Estados Unidos, o Senado começa hoje a julgar se o presidente Donald Trump será ou não afastado do cargo. O processo de impeachment foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim do ano passado e se baseia na acusação de que o presidente americano tenha cometido abuso de autoridade ao pedir ao presidente eleito da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que investigasse seu adversário político, Joe Biden, do Partido Democrata.

Por aqui, investidores acompanham as falas do ministro da Economia Paulo Guedes, que discursa no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Na segunda-feira (20), Guedes reforçou que o dólar alto e os juros baixos são o novo normal e que as reformas serão aprofundadas neste ano.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2024 pagava 2,42% ao ano, ante 2,37% a.a. na abertura de segunda-feira (20). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 59,16 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação), ou adquirir o título integralmente por R$ 2.958,07.

Os papéis com vencimentos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,49%, ante 3,44% ao ano anteriormente.

Entre os títulos prefixados, o com prazo em 2025 pagava 6,41% ao ano, ante 6,38% a.a. na véspera. Já o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais 2029 avançava de 6,74% para 6,80% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Brasil sobe no ranking e é o quarto principal destino de investimentos no mundo em 2019

Com a ajuda do programa de privatização de empresas federais, o Brasil subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019. Segundo relatório divulgado hoje (20) pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil recebeu US$ 75 bilhões em investimentos externos no ano passado, contra US$ 60 bilhões em 2018.

Os três primeiros lugares do ranking de destino de investimentos ficaram com os Estados Unidos, com US$ 251 bilhões no ano passado; a China, com US$ 140 bilhões, e Cingapura, com US$ 110 bilhões. Os US$ 75 bilhões que chegaram ao Brasil equivalem a mais da metade dos US$ 119 bilhões que a América do Sul recebeu no ano passado.

Segundo o relatório, parte da alta dos investimentos externos no Brasil ocorreu, em parte, por causa do programa de privatizações, que se concentrou na venda de subsidiárias de estatais e de participações acionárias do governo em empresas privadas.

“O Brasil registrou aumento de 26%, para US$ 75 bilhões, parcialmente impulsionado pelo programa de privatizações lançado em julho como parte dos esforços da administração para acelerar a economia. A primeira dessas privatizações envolveu uma companhia de distribuição de gás – Transportadora Associada de Gás – comprada por um consórcio de investidores liderado pela francesa Engie por quase US$ 8,7 bilhões”, destacou o levantamento.

Para este ano, o relatório diz que o país deverá continuar a receber investimentos externos por causa da continuidade do programa de privatizações. “Em 2020, os desinvestimentos em subsidiárias de companhias estatais deverão ganhar força; a privatização de grandes companhias como a Eletrobras, a maior empresa elétrica da América Latina, e da Telebras devem provavelmente atrair muito mais investimentos estrangeiros diretos”, acrescenta o documento.

Além das privatizações, o relatório cita os projetos relacionados ao meio ambiente como fatores que ajudarão a elevar os investimentos estrangeiros no Brasil neste ano. “Dados preliminares sobre os investimentos na área verde anunciados no país corroboram essa perspectiva, com o valor dos projetos mais que dobrando, na comparação com 2018, especialmente na energia renovável e na indústria automotiva”, ressalta a Unctad.

O presidente Jair Bolsonaro comentou o resultado do estudo. Na rede social Twitter, ele postou que o quarto lugar obtido pelo Brasil representa a volta da confiança no país.

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Anbima: Brasileiro vê melhora econômica em 2020 e aponta juros baixos como estímulo para investir

SÃO PAULO – Aprovada a reforma da Previdência e com os juros no menor patamar histórico, a maioria dos brasileiros acredita em uma melhora da economia em 2020, ainda que o otimismo esteja menor que em 2019, e vê a queda da Selic como principal estímulo para aumentar seus investimentos. É o que mostra um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) encomendado ao Datafolha.

Apesar de 62% dos entrevistados terem expectativas positivas para o rumo da economia brasileira em 2020, o otimismo é menor do que o visto em 2019, quando 74% disseram esperar por uma recuperação.

Ainda de acordo com a pesquisa, a parcela da população que espera uma piora econômica neste ano subiu de 14%, em 2019, para 21%. Já o grupo dos que não estimam mudanças cresceu de 12% para 17% da amostra.

Entre os homens, 66% acreditam que a economia terá melhor desempenho este ano, ante 57% das mulheres. Quando divididos por região, 71% dos moradores do norte e centro-oeste têm boas expectativas. No nordeste são 62%; no sudeste, 61%; enquanto no sul, 60% dos entrevistados estão confiantes.

Juros baixos impulsionam investimentos

Questionados sobre as intenções de investir em 2020, 48% dos entrevistados disseram que a redução da taxa básica de juros é o principal fator de estímulo às aplicações financeiras.

O risco de desemprego aparece em segundo lugar, assinalado por 37% das pessoas, ao mesmo tempo em que é tido como principal fator entre os riscos que diminuem a propensão a aplicações financeiras. Já a reforma da Previdência motiva 36% da população a investir, de olho na aposentadoria.

“O contexto econômico deve ser levado em conta ao se fazer qualquer tipo de investimento. Os juros baixos, por exemplo, trazem a necessidade de diversificar as aplicações. A reforma da Previdência, por sua vez, acende um alerta sobre como se preparar para aposentadoria”, disse Ana Leoni, superintendente de educação e informações técnicas da Anbima, em nota.

A pesquisa da Anbima foi feita com 3.433 pessoas economicamente ativas, inativas que possuem renda e aposentados, de 149 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Ibovespa renova máxima histórica e dólar bate maior patamar de fechamento desde 4 de dezembro

SÃO PAULO – O Ibovespa fechou com leve alta nesta segunda-feira (20), mas mesmo assim atingiu sua máxima histórica, ao superar os 118.573 pontos do fechamento de 2 de dezembro. Hoje, o dia teve volatilidade incrementada por conta do vencimento de opções. O exercício de opções sobre ações movimentou mais de R$ 12,69 bilhões, sendo que as opções de compra da Ambev (ABEV3) foram as mais negociadas.

Principal driver da sessão, as falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, derrubaram o real. O ministro disse novamente que o dólar alto e os juros baixos são o novo normal e que as reformas serão aprofundadas este ano. Com isso, o mercado testa novos patamares da moeda, o que se soma ao fortalecimento das posições de hedge (proteção) de quem está comprado em Bolsa.

O Ibovespa subiu 0,32% a 118.861 pontos com volume financeiro negociado de R$ 28,469 bilhões.

Enquanto isso, o dólar comercial avançou 0,59% a R$ 4,1875 na compra e a R$ 4,1892 na venda, maior patamar de fechamento desde 4 de dezembro, quando o câmbio atingiu R$ 4,2087. O dólar futuro com vencimento em fevereiro tinha alta de 0,72% a R$ 4,195.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe dois pontos-base a 5,07%, o DI para janeiro de 2023 tem alta de dois pontos-base 5,66% e o DI para janeiro de 2025 avança também dois ponto-base a 6,38%.

Já na Europa, as bolsas caíram enquanto os investidores esperam por uma nova bateria de resultados desta semana e os desdobramentos do Fórum Econômico Mundial de Davos.

Hoje é dia do feriado de Martin Luther King (com as bolsas americanas fechadas e, portanto, a liquidez reduzida também na B3) nos Estados Unidos e o presidente americano Donald Trump afirmou que os produtores agrícolas do país podem ficar tranquilos que o acordo comercial com a China levará a grandes compras de produtos dos EUA.

Entre os indicadores, o Relatório Focus do Banco Central mostrou uma revisão para cima nas projeções do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, saindo de 2,3% para 2,31%. Para 2021 manteve-se estável em 2,5% a previsão do PIB.

Acerca do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa caiu de 3,58% para 3,56% em 2020 e ficou estável em 3,75% em 2021.

O câmbio foi elevado de R$ 4,04 para R$ 4,05 em 2020 e manteve-se em R$ 4,00 em 2021. Enquanto isso, a Selic foi mantida em 4,5% para 2020 e em 6,25% para 2021.

Ainda no radar, a economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gita Gopinath, disse nesta segunda-feira que o cenário da economia mundial permanece desaquecido neste início de 2020.

O FMI revisou hoje suas projeções de crescimento para a economia mundial em 2019 e 2020. Em 2019, a economia mundial deve ter crescido 2,9% (a projeção anterior era de 3%); para 2020, o Fundo agora prevê um crescimento de 3,3%, ante 3,4% da estimativa anterior, informa a CNBC News.

Dados da Alemanha

Entre os destaques da agenda econômica, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 0,1% em dezembro de 2019 ante novembro, segundo dados publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

Na comparação anual, porém, o PPI alemão teve queda de 0,2% em dezembro. Excluindo-se custos de energia, que podem mostrar volatilidade, o PPI alemão avançou 0,2% em dezembro ante o mês anterior e registrou acréscimo de 0,4% no confronto anual. No ano passado, o PPI da Alemanha teve aumento médio de 1,1% em relação a 2018, informou a Destatis.

Guedes em Davos

Paulo Guedes, ministro da Economia, e sua equipe participam em Davos, na Suíça, do Fórum Econômico Mundial. A missão será mostrar que o Brasil mudou de cara em 2019, saindo do que classificou de “abismo fiscal” para um período de recuperação econômica, com inflação e juros baixo. Nesse cenário, “vender” o Brasil como o melhor destino no mundo para investimentos ganhou relevância.

Além de Davos, Guedes deve reforçar sua agenda internacional nos próximos meses, o que não aconteceu no ano passado quando ele cancelou muitas viagens e não aceitou convites para sair do País.

Para atrair o olhar dos estrangeiros, a equipe econômica pretende explorar também a perspectiva de acelerar a sua entrada como membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), depois do apoio dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à candidatura brasileira.

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Um ano após a sua primeira participação no fórum, o ministro vai levar a mensagem de que o Brasil aprofundará as reformas em 2020, está corrigindo erros e começou a entregar a agenda de medidas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro.

Ainda sobre o ministro, em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, do Poder360, Guedes voltou a dizer que o dólar alto e os juros baixos são o “novo normal” e que o país vai aprofundar as reformas este ano. O Ministério da Economia projeta expansão de 2,4% do PIB em 2020, mas Guedes disse que, com reformas, em 2020, o Brasil pode estar crescendo 4% ao ano. Contudo, as expectativas para o crescimento podem ser abaladas em caso de descontinuidade das mudanças.

Noticiário corporativo

A Petrobras anunciou que iniciará a fase vinculante para a venda de ativos no Uruguai nas próximas semanas. A Marfrig, por sua vez, concluiu a liquidação antecipada das notas sênior de 2023. A Ânima aprovou a oferta primária de pelo menos 22,5 milhões de ações ON.

Já a Taesa aprovou a emissão de R$ 300 milhões  em debêntures, enquanto a Eneva aprovou a emissão de R$ 600 milhões em debêntures.

Maiores altas

Ativo Variação % Valor (R$)
BTOW3 5.52905 75.2
YDUQ3 3.66 51.83
GGBR4 3.33797 22.29
GOAU4 3.07102 10.74
RADL3 3.03423 119.19

Maiores baixas

Ativo Variação % Valor (R$)
BBDC4 -2.14386 34.69
ITUB4 -2.11792 34.2
SUZB3 -1.89584 42.95
CIEL3 -1.79806 7.1
TIMP3 -1.58878 16.29

(Com Agência Brasil, Agência Estado e Bloomberg)

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