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Liderança em tempos de quarentena – insights 7 e 8

Seguimos com a série “8 insights sobre Liderança em tempos de quarentena”, disponibilizada por aqui em texto e áudio. Hoje finalizamos a jornada, compartilhando os insights 7 e 8. Pra quem chegou por aqui agora e quer acompanhar os insights anteriores, aqui vão os links:

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-5 e 6

Escolhemos como inspiração inicial uma publicação de Mark Nevins na Forbes chamada “Leadership in the times of Covid-19” (Liderança em tempos de Covid-19) e à partir desse insight inicial, verticalizamos o assunto. 

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Ser mais humano, pensar de forma humana, expandir valores mais humanos. Essa é uma super orientação para o momento!

Por mais voltada ao resultado que seja a essência de sua organização, o momento agora pede um balanço mais harmonioso entre o quesito pessoas versus números”. Todos estão buscando obter os menores prejuízos possíveis no momento, isso é fato, mas o lado humano de sua gestão nunca esteve tão em cheque. As pessoas mais do que nunca vão querer ser tratadas como pessoas. Os limites entre o ser profissional e pessoal agora estão mais tênues. Estamos todos mais expostos, perdendo nossas máscaras profissionais, e isso é bom. As novas gerações, por exemplo, já percebem essas fronteiras como mais frágeis e vem pedindo, não só um maior balanço entre suas vidas profissionais e pessoais, como tem ingressado no mundo do trabalho de forma mais autêntica. 

Nesses tempos de quarentena, até os comentaristas dos maiores jornais televisionados do país estão transmitindo a notícia de dentro de suas casas, sujeitos às intempéries do cotidiano familiar. Todos estão mostrando seu lado mais humano, caseiro, pessoal. E o que estranhamos nas primeiras semanas, agora virou proximidade. O sentimento agora me sinto mais perto deles” já começou a imperar. E você, enquanto líder, não está separado desse novo contexto global. Dependendo de como encarar esse momento, pode gerar elos e alianças extremamente fortes com o seu time, passando por clientes e até investidores. Não tenha medo de se vulnerabilizar. Estamos todos, sem exceção, vulneráveis. 

A vulnerabilidade conecta, como mostra a pesquisadora Brené Brown que explodiu de visualizações em sua palestra – O poder da vulnerabilidade”, anos atrás no Ted Talks.

Além disso, várias correntes já vem mostrando o crescimento de novos conceitos de gestão, mais voltados para as pessoas do que ao resultado para os acionistas. Já falamos em insights anteriores sobre o expoente Simon Sinek em seu livro Líderes se servem por último”, acrescentamos agora mais uma referência; o livro com título no Brasil de Empresas Humanizadas, que traz uma grande pesquisa consolidada por 3 autores de peso sobre a humanização nas organizações. Vale muito a pena ler e refletir. Esses são estudos bastante sintonizados com o momento, e mostram que empresas que se preocupam de forma mais equânime com os seus stakeholders, tem uma alta lucratividade a longo prazo. Se sua empresa ainda não tem um viés mais humano, vale a pena buscar as prerrogativas que fazem de sua organização um ecossistema que se preocupa com todos seus stakeholders, ou melhor, toda a rede de pessoas dentro fora da sua organização – clientes, funcionários, fornecedores, comunidade e acionistas.

Outro ponto interessante: novos selos de validação para organizações mais voltadas ao bem que fazem ao mundo também vem se fortalecendo. Como é o caso da certificação das Empresas B. Esse selo é concedido as empresas e indústrias que contribuem com contrapartidas efetivas na construção de um mundo melhor. As Empresas B portanto, são consideradas as melhores empresas não do” mundo mas para” o mundo. Hoje já são mais de 3 mil organizações com esse selo ao redor do mundo. Vale a pena pesquisar.

O momento aponta para uma necessidade de revisão e mudança de paradigmas e está nas mãos dos líderes uma reorientação para um mundo onde as fronteiras estão diminuindo, o capitalismo se tornando cada vez mais consciente, a tecnologia nos aproximando. Um mundo onde a participação das organizações na construção de realidades mais sustentáveis e de um mundo menos desigual é cada vez mais observada. 

A sociedade está de olho no propósito de marcas e empresas, e está fiscalizando se as ações estão coerentes com seus propósitos declarados. Muito já está mudando e seguirá em transformação. 

Seja o líder que gostaria de ter tido em um momento como esse. Vale a pena refletir sobre isso. Seus colaboradores esperam uma liderança mais humana, e de fato esperam que sua organização ajude na construção de um mundo que até meses atrás estava em transição, agora caminha para reestruturação.

 

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A pandemia provocada pelo coronavírus tem imposto demandas extraordinárias dentro e fora das empresas e está pondo à prova os líderes de empresas e organizações de todos os setores ao redor do mundo.[…] O que os líderes precisam durante uma crise não é um plano de resposta predefinido, mas sim comportamentos e mentalidades que os impeçam de reagir de maneira excessiva ou exagerada aos acontecimentos da véspera e os ajudem a olhar para o futuro.” Com essa reflexão da McKinsey & Company começamos nosso último insight. 

Interessante perceber o número de manifestações de consultorias, auditorias e das mais diversas organizações e mídias de peso buscando clarear e ajudar a liderança – em todos os níveis, em suas tomadas de decisão diante de um momento que é tão desafiador. 

Nossa relação com o tempo ao longo dessa pandemia foi se transformando aos poucos, e o que parecia no primeiríssimo momento que pudesse ser uma onda mais rápida, tem perdurado. Com isso, readaptações diárias precisam ser feitas.

Toda a infraestrutura dos negócios está pedindo readequação. Do home office à maneira de se comunicar, das preocupações do marketing, passando pela busca de novas agendas para o lançamento de produtos. A adaptação da rotina com os múltiplos parceiros, os desafios enormes do financeiro e da logística. Os cuidados com o time, as novas relações com os clientes e a posição institucional da companhia para a sociedade, entre muitos outros aspectos. 

Tudo requer um novo olhar e uma checagem tripla. A habilidade para controlar a direção do barco está sendo mais do que nunca demandada. E isso pede uma fina visão estratégica diante do ineditismo, misturada a uma grande dose de temperança e conhecimento. Conhecimento que se dá quando as lideranças estão em extrema sintonia com o ecossistema que estão dominando. Ter bons escudeiros ao redor também ajuda nas tomadas de decisão. A troca de experiências e visões com outros gestores é de grande valia.

A vida nos inseriu em um grande jogo que requer múltiplos planos, e um olhar de águia mostrando a hora certa de agir, reagir e mudar de rota se necessário. A flexibilidade hoje é um dos valores mais importantes na condução de qualquer tamanho de negócio. Flexibidade e ação são grandes pilares para o momento. 

A McKinsey, através dos sócios Gemma D’Auria e Aaron De Smet, autores do artigo “Liderança em (uma) crise: reagindo ao surto do coronavírus e a desafios futuros” – com o qual iniciamos esse último insight, trazem mais uma reflexão que vale ser destacada. Eles citam duas capacidades a serem desenvolvidas pela liderança no momento: a “calma deliberada” e o “otimismo contido”.

“A calma deliberada é a capacidade de desapegar-se de uma situação preocupante e de pensar com clareza sobre como enfrentá-la. É uma qualidade que costuma ser encontrada em pessoas judiciosas e bem equilibradas, mas nem por isso menos vigorosas. Outra qualidade importante é o otimismo contido, ou seja, a confiança combinada com realismo. É mais eficaz que os líderes transmitam confiança de que a organização encontrará um caminho para a difícil situação, mostrando que reconhecem a incerteza da crise e já começaram a enfrentá-la.” E emendam dizendo que isso é melhor do que transmitirem uma confiança excessiva, correndo o risco de perder a credibilidade.

Esses pontos reafirmam a importância da transparência e da verdade citadas por nós em insights anteriores. Os autores da McKinsey ainda afirmam que oferecer uma perspectiva otimista, mas realista, tem a capacidade de gerar efeitos poderosos tanto sobre os colaboradores como outros stakeholders, inspirando-os a apoiar a recuperação da empresa.

Não sabemos ao certo quanto tempo esse contexto irá levar, mas a capacidade humana de reinvenção é imensa e todos vamos precisar buscar como conviver com os fatos e seguir avançando.

O importante é imaginar como a sua empresa quer ser lembrada depois que essa crise passar. Que marca você quer imprimir? Os questionamentos agora são de todas as ordens, estamos sendo desafiados a nos desconstruir e nos reconstruir. É bom sempre observar o que outras organizações estão fazendo para lidar com este momento. Exemplos positivos valem ouro.

Uma coisa é certa, quando estudamos a história da humanidade, percebemos que esse é apenas mais um evento sísmico. Muitos já ocorreram, até de formas mais drásticas e duradouras, mas de certa forma, foram esses grandes abalos que abriram caminho para a evolução humana. Como dizia Confúcio “Se queres prever o futuro, estuda o passado”. Ao fazermos isso, percebemos que o caminho evolutivo não segue uma linha reta, ele se desenha em espirais ascendentes, e muitas vezes, quando nossa percepção é de retrocesso, nas bordas do caos, as sementes de um novo momento já estão começando a se desenhar.

Essa pandemia que hoje envolve o globo, convoca a todos, sem exceção, para mudança e ação. Não importa o quanto você seja capaz de fazer, essa é a hora dos artífices que nos habitam se manifestarem para juntos construirmos o próximo capítulo da nossa história. Cabe a cada um se colocar à disposição dessa transformação que já caminha a passos largos.

Nossa jornada através desses insights foi de duas semanas, mas o tempo parece voar. Muito do que foi dito dias atrás já está em transformação. De fato, tudo muda o tempo todo no mundo, não é à toa que esse foi o nome do nosso primeiro insight. 

Nosso desejo é que possamos aprender e nos fortalecer com todo esse contexto, que possamos todos, pessoas físicas ou jurídicas estarmos abertos às transformações necessárias para saltarmos para uma nova época em nossa história. Que venham os aprendizados dessa época desafiadora, mas que sabemos, vai passar.

E trazemos um pensamento de Victor Hugo para finalizar nossa jornada:

“O futuro tem muitos nomes.

Para os fracos é o inalcançável.

Para os temerosos, o desconhecido.

Para os valentes é a oportunidade.”

Que assim seja!

Os textos foram escritos por Renata OrricoProdutora executiva e empreendedora da Enjoy Conteúdo e Luah Galvão – comunicadora 360º e colunista do blog “O que te motiva” no portal da Revista Exame.

Locução – Luah

Edição e produção dos áudios – Danilo España

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Bolsonaro: Caixa ampliará pausa do pagamento de financiamento imobiliário

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta quinta-feira que a Caixa Econômica Federal vai ampliar para quatro meses o período de pausa no pagamento das prestações dos financiamentos imobiliários do banco público por causa da pandemia de coronavírus.

Ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que 2,3 milhões de pessoas que têm financiamento com a Caixa pediram a pausa nos pagamentos, o que representaria cerca da metade dos contratos existentes hoje.

A pausa inicial estava prevista por três meses e, segundo Bolsonaro, o presidente do banco, Pedro Guimarães, concordou em ampliar por mais um mês.Segundo o presidente, “como regra, a Caixa permitiu atraso por até dois meses”, mas logo depois resolveu prorrogar por mais um mês esse prazo. No entanto, segundo pontuou o presidente, o período de três meses ainda poderia ser insuficiente para parte da população.

“Nessa prorrogação os 2,3 milhões, de um universo de 5 milhões, ou seja, o pessoal não têm dinheiro para pagar prestação da casa própria”, disse ele, anunciando logo em seguida uma nova ampliação de prazo.

“Pedro Guimarães, conversei com ele agora, em comum acordo, e ele diz que vai aumentar para quatro meses. Porque não adianta apenas prorrogar se o elemento que perdeu o emprego teve salário reduzido e não tem como pagar a prestação da casa própria”, afirmou Bolsonaro.

O presidente disse ainda que “o que está sobrando de dinheiro para ele (cidadão comum) está sendo para a comida”.

Nesta quinta-feira, Bolsonaro fez um forte apelo para que governadores reconsiderem as medidas de restrição por causa da pandemia do novo coronavírus. “Tem que reabrir. Nós vamos morrer de fome. A fome mata”, argumentou.

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Tenho 50% de Fies e pago o restante. Como faço a declaração no IR?

Pergunta: Tenho 50% de Fies e pago os outros 50%. Esse valor que pago faço depósito na Caixa que, por sua vez, repassa para faculdade. Não sei onde pego o recibo para declaração do imposto de renda, se na faculdade ou na Caixa.

Tendo em vista o seu financiamento ter sido obtido junto à Caixa, você pode emitir ou solicitar o Demonstrativo da Dívida diretamente na instituição financeira.

O crédito educativo obtido junto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), criado pelo Ministério da Educação, caracteriza-se como empréstimo oneroso; por conseguinte, a dívida deverá ser declarada na sua Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF), desde o ano da concessão do empréstimo até a conclusão de seu pagamento. A informação deverá constar na ficha “Dívidas e Ônus Reais” da sua DIRPF, com o código “12 – Sociedades de crédito, financiamento e investimento”, com os dados do financiamento inseridos na coluna ‘Discriminação’, tais como o número e data do contrato, prazo do financiamento, valor total da dívida e o saldo devedor. Adicionalmente, informe o valor total da dívida em 31 de dezembro de 2018 e 31 de dezembro de 2019, bem como o valor total pago no ano na coluna “Valor Pago em 2019”.

Ressalte-se, ainda, que os pagamentos efetuados ao Fies não são dedutíveis da base de cálculo do imposto de renda a título de despesas com instrução, por falta de previsão legal que autorize tal dedução; em sendo assim, tais pagamentos efetuados ao Fies não precisam ser declarados na ficha de “Pagamentos Efetuados”, deverão apenas ser abatidos da dívida ano a ano (conforme acima).

Os pagamentos das mensalidades à instituição de ensino, por outro lado, ainda que efetuados com recursos do crédito educativo, são dedutíveis na sua declaração de Imposto de Renda Pessoa Física como despesas com instrução (sujeito aos limites da legislação), enquanto estiver cursando a graduação; declare na ficha “Pagamentos Efetuados” com o código “1 –  “Instrução no Brasil” e insira os dados da instituição de ensino, CNPJ e o valor total pago em 2019, ainda que acima do limite de dedução. O limite anual individual para dedução de despesas com instrução no ano-calendário de 2019 é de 3.561,50 de reais.

*Helena Rippel Araujo é advogada especialista em estratégias societárias, sucessórias e tributação pela GVLaw/SP. Pós-graduada em direito de família e sucessões pela Escola Paulista de Magistratura de São Paulo. Atua no escritório nas áreas de Planejamento Sucessório e assessoria tributária às pessoas físicas.

* Samir Choaib é advogado e economista formado pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em direito tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). É sócio fundador do escritório Choaib, Paiva e Justo, Advogados Associados, especialista em imposto de renda de pessoas físicas e responsável pela área de planejamento sucessório do escritório. Durante anos, atuou como chairman da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos da Flórida (BACCF), em São Paulo.

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Preços abusivos: Procon-SP aplica R$ 3 milhões em multas na pandemia

Passados dois meses desde que a covid-19 foi reconhecida como calamidade pública pela Organização Mundial da Saúde, a Secretaria Extraordinária de Defesa do Consumidor e o Procon-SP aplicaram mais de três milhões em multas por práticas abusivas em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor.

Os setores que mais sofreram autuações foram as farmácias, que receberam multas em torno de 2 milhões e 300 mil reais, e os supermercados, multados em cerca de 800 mil reais. Foram no total 12 supermercados, 12 farmácias, oito revendedores de gás e mais dois estabelecimentos comerciais, um total de 34 fornecedores até agora.

As multas são aplicadas por meio de processo administrativo e todas as empresas têm o direito à defesa, conforme previsão legal.

Fiscalização

O Procon-SP fiscalizou nos últimos 40 dias 2.933 farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos de 188 cidades do Estado de São Paulo. Deste total, 90% dos locais – 2.651 estabelecimentos – foram notificados a apresentarem notas fiscais de venda ao consumidor e de também de compra no caso de fornecedores de álcool em gel e máscaras, como forma de verificar eventual aumento abusivo e sem justa causa.

O aumento injustificado de preços está em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor e os fornecedores flagrados na prática são multados.

Denúncias e reclamações

O consumidor pode denunciar tanto no site Procon-SP como nas redes sociais, os estabelecimentos que estão se aproveitando da pandemia para obter lucros abusivos.

Já foram registradas mais de duas mil e quinhentas denúncias de preços abusivos de álcool em gel e outros itens por meio das redes sociais do órgão. De março até 11 de maio, houve um aumento de 950% nos relatos de preços abusivos (de 247 denúncias em 16/3 para 2.595 em 11/5).

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Mais de quatorze mil consumidores procuraram a instituição em razão da Covid-19. São pedidos de orientação, dúvidas, denúncias e reclamações.

O Procon-SP promove a intermediação de conflitos apresentados pelos consumidores, dá orientações para a população e realiza reuniões com empresas de diversos setores para solucionar as reclamações.

Como denunciar e reclamar

O Procon disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via site, aplicativo – disponível para android e iOS – ou via redes sociais, marcando @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.

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Mega-Sena acumula e próximo sorteio vai pagar R$ 100 milhões

Nenhum apostador acertou os seis números da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira (13) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

Os números sorteados no concurso 2.261 foram: 07 – 23 – 26 – 27 – 29 – 51.

O valor a ser pago estimado pela Caixa era de R$ 90 milhões. Como o prêmio máximo acumulou, o próximo valor de R$ 100 milhões.

Apesar de ninguém ter acertados os seis números, a quina teve 141 apostas ganhadoras, no valor de R$ 36.059,08. Já a quadra, paga a quem acertou quatro número, teve 10.502 apostas ganhadoras, a R$ 691,61.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$4,50.

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Bancos leiloam 515 imóveis com até 70% de desconto

Pelo menos cinco bancos leiloam 515 imóveis neste mês, com desconto de até 70%. As propriedades oferecidas são casas, apartamentos, terrenos, galpões, áreas rurais e prédios comerciais, ocupados e desocupados.

Os bens estão localizados em todo o Brasil, com oportunidades nos seguintes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Tocantins, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí e Pernambuco.

É possível encontrar 337 lotes de diversos bancos, como Bradesco, Inter, Pan, Santander e Safra. O pagamento pode ser à vista ou parcelado, dependendo do imóvel escolhido.

O maior desconto é concedido em um apartamento de 71,82 metros quadrados em Salvador (BA), no bairro Rio Vermelho. Com dois quartos, uma suíte e vaga na garagem, o valor de mercado da unidade é de 530.439,41 reais, mas será leiloada no dia 22 por 154.864,42 reais, ou seja, com um desconto de 71%.

Já o desconto médio oferecido pelos imóveis é de cerca de 20%. É o caso de um apartamento no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), com 57,71 metros quadrados e dois dormitórios. O valor de mercado da unidade é de 433.633,27 reais e será leiloada no dia 20 por 34.906,62 reais.

Para participar da negociação e ofertar lances nos imóveis, os interessados devem se cadastrar no site da Zukerman Leilões, ler atentamente o edital do lote desejado e se habilitar para o leilão. Depois de habilitado, basta dar os lances no imóvel.

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Caderneta de poupança cresce na pandemia: isso faz sentido?

Caderneta de poupança cresce na pandemia - notas de real brasileiro

Não há dúvida de que a caderneta de poupança é o investimento mais popular do Brasil, mesmo que hoje seu retorno não consiga ser tão interessante a ponto de colocá-la como um investimento de verdade (vamos falar disso adiante).

Segundo as novas regras criadas em 2012, a caderneta de poupança passou a render o equivalente a 70% da Taxa Selic, que baixou recentemente para 3% ao ano. Assim, a rentabilidade da poupança atualmente é de 2,1% ao ano.

Para muitas famílias, a poupança é sinônimo de liquidez e facilidade de acesso ao dinheiro. Assim, ao se anteciparem frente à emergência da realidade, muitos brasileiros acabam mantendo mais recursos na poupança, tirando de outras aplicações.

Já leu esse livro? “Quebre a Caixa, Fure a Bolha” (clique)

Caderneta de poupança cresce na pandemia

Em abril, a caderneta de poupança recebeu milhares de novos aplicadores e recursos. Os brasileiros depositaram nada menos que R$ 215,36 bilhões na poupança, sacando R$ 184,9 bilhões. A captação líquida, diferença entre o dinheiro novo que chegou e o que foi resgatado, foi de R$ 30,46 bilhões – a maior desde 1995.

Considere que durante todo o ano de 2019, a poupança angariou R$ 13,33 bilhões. Só em abril de 2020, captou mais de duas vezes o total do ano passado. O total aplicado na poupança por todos os brasileiros alcançou R$ 881,66 bilhões, um recorde. Dados como estes são sempre divulgados pelo Banco Central, mas o que será que podemos aprender com eles?

Não preciso lembrar que estamos em um momento único no mundo, com uma desaceleração econômica abrupta por conta da necessidade de isolamento social e cuidados com a pandemia do coronavírus.

Faz sentido crescer tanto assim a captação de um dos piores investimentos do país? Sim. Não. Mais ou menos. Qualquer resposta pode ser trabalhada para “explicar” o que aconteceu (e continua acontecendo). Vamos palpitar um pouco juntos?

Caderneta de poupança inchou com o auxílio emergencial?

Um acontecimento óbvio que parece ter relação direta com o aumento da captação é o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial, parte de um programa de transferência de renda e apoio para profissionais liberais, autônomos e pessoas vulneráveis.

O dinheiro do auxílio foi depositado em uma poupança, e muitos brasileiros ainda não bancarizados não tiveram como sacar o dinheiro ou mesmo usá-lo para pagamento de contas no dia a dia.

Segundo informações oficiais da Caixa Econômica Federal do dia 30/04, 50 milhões de brasileiros receberam em abril o equivalente a R$ 35,5 bilhões. Como o pagamento acaba acontecendo ao longo do mês, dá pra imaginar que uma parte do total ficou represada na poupança enquanto a maior parte foi realmente retirada/utilizada, dada a realidade financeira das famílias afetadas.

Caderneta de poupança cresceu já que gastamos menos?

Outro pensamento que faz sentido, mas que talvez não seja condizente com um volume tão expressivo de dinheiro, é o de que pessoas que mantiveram maior isolamento e estão trabalhando de casa puderam economizar e guardar parte destas economias.

Em um momento tão complicado, é desejável mesmo que tenhamos a consciência de que guardar dinheiro faz muita diferença, mas será que a poupança é a melhor alternativa para isso? Ela é a mais conhecida e acessível, mas é sempre bom lembrar que existem alternativas.

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Caderneta de poupança ficou mais interessante que outras aplicações?

Uma coisa interessante aconteceu em março de 2020: a poupança teve ganho real (acima da inflação), algo que não acontecia desde novembro de 2019. A rentabilidade foi de 0,21%, enquanto o IPCA (medido pelo IBGE) ficou em 0,07%. Nos últimos 12 meses, no entanto, o IPCA está em 3,30%, bem acima dos 2,1% de retorno anual da poupança.

Em meio a um cenário de altíssima volatilidade na renda variável, com o mercado de ações reagindo de forma muito tensa a toda e qualquer novidade em relação à pandemia e nossa situação política (sempre um capítulo à parte), muitos investidores acabaram rebalanceando suas carteiras e procurando algo mais seguro e previsível.

Some a isso mais dois fatores: 1) muitos fundos de renda fixa ofereceram rentabilidade negativa em março e abril por conta da marcação a mercado dos títulos públicos; e 2) vários fundos de crédito privado (debêntures) também tiveram retorno negativo em março.

Clique e confira nosso vídeo!

Conclusão

Parece que a poupança, velha conhecida de todos, (re)apareceu quase que como um oásis. Sabemos, na verdade, que não é bem assim, mas nestes momentos o investidor sempre pensa que é melhor garantir pouquinho que correr o risco de perder ainda mais. Modo sobrevivência ativado.

Tudo que eu levantei neste texto pode ser facilmente refutado e até mesmo distorcido. O apaixonado pela calmaria da poupança pode dizer que estou enaltecendo a caderneta e que devemos aplicar nela. Não estou e não disse isso.

O apaixonado pelo risco pode dizer que o ideal é fazer exatamente o oposto, ou seja, aproveitar que todo mundo está fugindo dos ativos com mais volatilidade para comprar mais ações e negociar na bolsa de valores. Será mesmo?

Eu fiz a ressalva de que a resposta para a captação recorde de abril de 2020 seria cheia de pitacos. Algumas coisas até fazem sentido, mas em se tratando de dinheiro, educação financeira e tomada de decisões, sempre há mais complexidade do que as aparências mostram. Você concorda?

Foto: Pixabay

—— Este artigo foi escrito por Conrado Navarro. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

Senado aprova projeto que suspende pagamento do Fies até dezembro

O Senado aprovou, na noite da última terça-feira, 12, o projeto de lei que suspende temporariamente o pagamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no período de calamidade pública. A proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara. 

O projeto beneficia estudantes que estão em dia com as prestações do financiamento ou com parcelas em atraso por, no máximo, 180 dias, suspendam os pagamentos durante o período de vigência do estado de calamidade pública, até 31 de dezembro. 

O Fies é o programa de financiamento estudantil para cursos superiores particulares. O financiamento pode ser a juros zero para estudantes com renda familiar de até três salários mínimos ou com taxas mais baixas para famílias renda de até cinco salários mínimos.

O projeto também inclui na lei médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde com seis meses de trabalho no atendimento a infectados pelo coronavírus (covid-19) entre as categorias aptas a receber abatimentos nas parcelas do Fies.

Segundo o texto, o Fies poderá abater, mensalmente, 1% do saldo devedor consolidado, incluídos os juros devidos no período e independentemente da data de contratação do financiamento. O Fies também pode abater até 50% do valor mensal devido ao Fies por esses profissionais.

Atualmente, o primeiro abatimento é concedido a médico integrante de equipe de saúde da família oficialmente cadastrada ou médico militar das Forças Armadas, com atuação em áreas e regiões com carência e dificuldade de retenção desse profissional, e a professor graduado em licenciatura e em efetivo exercício na rede pública de educação básica com jornada de, no mínimo, 20 horas semanais. O segundo benefício é concedido somente aos médicos.

Diferentes contratos

O texto aprovado considera às particularidades dos vários tipos de contrato do Fies. Para os contratos firmados até 2017, estão suspensos por dois meses os pagamentos dos juros, da amortização do saldo devedor, de parcelas refinanciadas de débitos antigos no âmbito do Fies e de multas por atraso de pagamento durante os períodos de utilização, de carência e de amortização do financiamento.

Para os contratos firmados de 2018 em diante, o projeto estabelece que os estudantes estarão dispensados de pagar, temporariamente, multas aos bancos por atraso no pagamento, amortização do saldo devedor e prestações de parcelamentos anteriores. Por meio de emenda de Plenário, nos contratos firmados a partir de 2018 fica facultada a suspensão do contrato pelo financiado caso a matrícula não seja efetivada.

Quanto aos financiamentos com base no Programa Fies (P-Fies), que não têm regras preestabelecidas, sendo negociadas pelos estudantes, pelas mantenedoras das faculdades e pelos bancos, o aluno poderá contar com suspensão dos pagamentos, por 60 dias, prorrogáveis por igual período, da amortização do saldo devedor, de eventuais juros incidentes, de parcelas oriundas de renegociações de contratos e de multas eventualmente devidas pelos estudantes beneficiários por atraso.

Sem ser Fies 

Quem não faz parte do Fies poderá renegociar as mensalidades com as faculdades. O Procon-SP emitiu uma nota técnica orientando as instituições de ensino superior. 

Segundo o Procon, as faculdades deverão  disponibilizar, no mínimo, um canal de atendimento ao consumidor para tratar das questões financeiras e comunicar a existência desse canal a todos os seus consumidores. Além disso, os consumidores têm direito à agilidade no atendimento de suas demandas, bem como à análise de sua situação contratual de inadimplência, devendo a instituição negociar alternativa. 

As instituições de ensino não pode se recusar a responder o pedido de agendamento da reunião de negociação, devendo informar uma data para a negociação no prazo máximo de 15 dias corridos a contar do pedido de atendimento. Devido à pandemia, a reunião poderá ser realizada de forma virtual remota. Somado a isso, as faculdade não podem exigir documentos  como pré-condição para agendar a negociação. A exigência será interpretada como recusa em negociar. 

A recusa no agendamento da data para a negociação ou a ausência de resposta sobre essa data decorridos 15 dias da solicitação, sem justa causa, caracteriza prática abusiva.

Durante a negociação as partes poderão exigir somente os documentos estritamente necessários que comprovem a falta de condição de pagamento, vedada a exigência de documentação coberta pelo sigilo bancário ou fiscal. 

Na hipótese de inexistência de acordo sem justificativa por parte da instituição de ensino superior, o Procon-SP poderá instaurar procedimento administrativo para apurar prática abusiva prevista no Código de Defesa do Consumidor. 

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Equipe econômica avalia prorrogar pagamento do auxílio emergencial

O governo já estuda ampliar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais para além dos três meses inicialmente previstos, admitem integrantes da equipe econômica. Há dois caminhos em estudo para que isso seja feito. Um deles é prorrogar o benefício por um período de dois a três meses. O outro seria criar um programa de
renda básica a ser implementado passado o pico da pandemia de coronavírus.

Na terça-feira, o Ministério da Economia negou que medidas como o auxílio emergencial tenham “vindo para ficar”, como admitiu o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, esta semana. Fontes do governo, porém, reconhecem que a pasta está sendo pressionada a estender o benefício e torná-lo permanente.

No caso da prorrogação do pagamento dos R$ 600 por mais um ou dois meses, a justificativa é que há um elevado grau de incerteza sobre o momento em que a atividade econômica voltará à normalidade. Já a possibilidade de criação de uma renda básica para depois do auge da pandemia não é consenso no Ministério da Economia.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Mega-Sena pode pagar hoje até R$ 90 milhões

O sorteio da Mega-Sena desta quarta-feira (13) pode pagar até R$ 90 milhões em prêmio a quem acertar as seis dezenas do concurso 2261.

Ocorre às 20h, no Espaço Loterias Caixa na capital paulista, e pode ser acompanhado pelas redes sociais: no Facebook e pelo Canal Caixa no YouTube.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 4,50. É possível marcar de seis a 15 dezenas no volante de apostas e, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances acertar mais dezenas. As apostas podem ser feitas em lotéricas ou pela internet.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis. Também é possível deixar que o sistema escolha os números para o apostador (Surpresinha) ou ainda concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

Quina de São João

Continua aberto o prazo para apostas na Quina de São João, que será sorteada em 27 de junho tem prêmio inicial estimado em R$ 140 milhões.

O concurso especial, que sorteia cinco dezenas, chega à sua 10ª edição neste ano. A Quina de São João não acumula e, caso não haja apostas que acertem as cinco dezenas, o prêmio será dividido entre quem acertar quatro dezenas. Se ninguém acertar as quatro dezenas, o prêmio é dividido entre os que acertarem três dezenas e assim por diante.

Para apostar na Quina de São João é preciso marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante. O preço de uma aposta simples, com cinco números, é de R$ 2.

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