Calcule quanto você recebe se sua empresa reduzir salário ou jornada

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) lançou uma calculadora de perda de rendimento que mostra quando o trabalhador receberá em caso de redução de salário e jornada ou de suspensão de contratos de trabalho, permitido na Medida Provisória 936. A calculadora está disponível aqui. 

Em caso de redução de jornada e de salário, a calculadora aponta três cenários: redução de 25%, de 50% e de 70%, segundo o acordo firmado entre o trabalhador e a empresa.

No caso da suspensão de trabalho, são dois cenários. O primeiro se o trabalhador era contratado por uma pequena empresa (que tem receita anual de até 4,8 milhões de reais) ou se trabalha em uma empresa maior (com receita anual superior a 4,8 milhões de reais).

A MP assinada pelo governo permite reduzir jornada de trabalho e salário por até 90 dias ou suspender contrato de trabalho por até 60 dias, em acordo individual escrito ou negociação coletiva.

Segundo o Ministério da Economia, mais de um milhão de trabalhadores já firmaram acordos da MP 936, que instaurou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Sindicato 

O Dieese orienta ao trabalhador que a participação do sindicato na negociação dos acordos é obrigatória em casos em que o salário seja acima de 3.135,00 reais (3 salários mínimos) e abaixo de  12.202,00 reais. Quem estiver em outras faixas salariais também podem ter acordos realizados por meio de negociação com o sindicato. 

O Dieese acrescenta ainda que o sindicato não participe da negociação, a entidade precisa ser informada sobre todo acordo individual firmado entre empregador e empregado.

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C6 Bank reduz juros para parcelamento de fatura do cartão 

O C6 Bank reduziu a taxa de juros do cartão de crédito neste período da pandemia do novo coronavírus. A instituição financeira oferece agora a possibilidade de o cliente parcelar sua fatura, em até 12 vezes, pagando juros de 2% ao mês.

A condição da redução vale para faturas com data de vencimento a partir de 1º de abril de 2020 e permanecerá em vigor até 31 de maio de 2020.

Economia em cada parcela

Na comparação com os juros anteriores, o parcelamento da fatura a uma taxa de 2% ao mês resulta em economia para o cliente que precisar recorrer a essa medida.

No caso de uma fatura de R$ 1 mil do cartão de crédito C6 (a modalidade de cartão isenta de anuidade), a economia no pagamento das 12 parcelas é de cerca de R$ 39 por parcela.

Já no caso de uma fatura de R$ 1 mil do cartão C6 Carbon ou do C6 Business a economia é de cerca de R$ 25 por parcela, considerando um parcelamento em 12 vezes.

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Essa simulação já considera que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) foi suspenso pelo governo neste período de pandemia.

Para pedir o parcelamento da fatura do cartão de crédito do C6 Bank, basta entrar em contato com o banco pelo chat disponível no app.

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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Bancos leiloam mais de 150 imóveis com descontos de até 70%

Os bancos Santander Brasil e Itaú Unibanco vão leiloar mais de 150 imóveis residenciais e comerciais com descontos de até 70% a partir desta quarta-feira (15). Os certames vão até o dia 29 e serão realizados em parceria com a Mega Leilões e a Frazão Leilões.

O leilão online do Santander Brasil acontecerá em duas datas – 15 e 24 de abril. São cerca de 140 imóveis localizados em Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Goiás, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Estão disponíveis casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais. Além da quitação à vista, o banco oferece a opção de financiamento de 80% do imóvel em até 420 vezes (taxa a partir de 7,99% a.a.) e também aceita outro imóvel como parte de pagamento. As negociações serão por meio de uma plataforma. Os itens comerciais possuem condições diferenciadas que podem ser acessadas no site oficial da leiloeira.

O leilão do Itaú Unibanco acontecerá no dia 29 de abril e conta com 47 imóveis residenciais em sua carteira. O banco oferecerá desconto de 10% para pagamento à vista e parcelamento do lance em até 78 vezes. São diversos imóveis espalhados por todo o Brasil, com destaque para os apartamentos localizados na Bahia, no Espírito Santo e Paraná.

No dia 24, a Frazão Leilões também será a responsável por leiloar imóveis do Santander localizados em mais de 60 cidades brasileiras

Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo são os nove estados brasileiros que contam com 90 lotes que devem ser leiloados, no próximo dia 24, às 11hs. Os imóveis contam com lances iniciais que vão de R$ 7.560,00 a R$ 1.463.805,00.

Na capital mineira, a casa localizada na rua Itapemirim é um dos destaques. O imóvel conta com dois dormitórios, uma vaga de garagem, um banheiro e 380m² de área de terreno. O lance inicial é de 699.300,00. Já no Rio de Janeiro, o apartamento que fica no bairro de Freguesia de Jacarepaguá está em evidência. O local conta com três vagas de garagem e 219 m² de área. Ele tem valor avaliado em R$ 2.170.000,00, mas o Banco Santander oferece lance inicial a partir de R$ 1.463.805,00.

Em São Paulo, um apartamento localizado no bairro Oratório e outro no Brás são bem interessantes pelo valor dos lances mínimos e, também, pelo tamanho dos imóveis. O lote que fica localizado na rua das Águias Reais, no Conjunto Residencial Sitio Oratório conta com 78m² de área total e tem lance inicial de R$ 133.245,00. Já o apartamento da avenida Celso Garcia tem 87m² e tem um valor avaliado em mais de R$ 300 mil, no qual o Banco Santander está leiloando com lance inicial de R$ 218.790,00.

Por medidas de segurança e seguindo as orientações do Ministério da Saúde, os leilões estão acontecendo de forma online.

Serviço

Evento: Leilão de Imóveis Santander Brasil
Data de início: 15/04 e 24/04
Horário: 15 horas
Quantidade de imóveis: 140
Mais informações

Leilão de Imóveis Itaú Unibanco
Data de início: 29/04
Horário: 15 horas
Quantidade de imóveis: 47
Mais informações

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Covid-19: Serasa ensina com gerar renda extra durante a quarentena

A orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para que as pessoas façam o isolamento social para evitar a propagação do novo coronavírus (covid-19) impactou financeiramente a vida de milhões de brasileiros. 

O governo já iniciou o pagamento do auxílio emergencial no valor de 600 reais para os trabalhadores informais, microempreendedores individuais e mães chefe de família. A expectativa é que 70 milhões sejam beneficiadas. 

Quem precisa aumentar a renda pode encontrar algumas soluções dentro de casa. O Serasa Ensina, braço do Serasa Consumidor, listou o que é possível fazer. Veja abaixo: 

Venda de objetos 

Separe objetos que você não utiliza e que estejam em bom estado. Anuncie em sites de vendas online, nas redes sociais (Facebook, Instagram e Whatsapp) e para os amigos próximos. 

Cozinhe e venda

Quem não sabe cozinhar ou não tem tempo devido ao ritmo puxado de trabalho mesmo dentro de casa acaba optando por pedir comida pelos aplicativos de delivery ou direto no restaurante. É uma opção que pode sair cara para o bolso e aí quem está precisando dinheiro pode entrar.  Veja qual é a sua especialidade gastronômica (doces, tortas, comida do dia a dia, bolos, pratos típicos). 

A ideia é produzir as refeições e vendê-las. Divulgue novamente nas redes sociais, grupos do condomínio, para amigos e família. É importante começar com uma quantidade mínima, conforme os pedidos forem chegando, para evitar o desperdício e prejuízo. E procure entregar perto de onde mora para não ter custos com a entrega e cobrar mais barato. Tenha cuidado ao sair de casa e cuide da sua saúde, como não entrar com sapato que foi para a rua dentro de casa, trocar a roupa ao chegar, lavar as mãos e usar máscara de proteção. Vale destacar que se na sua casa tiver caso confirmado ou suspeito de contaminação do novo coronavírus não prepare alimentos que serão consumidos por outras pessoas.

Trabalho à distância 

O período de isolamento social pode aumentar a demanda por trabalhos feitos à distância. Aproveite esse período e ocupe seu tempo para ganhar algum. Não precisa ter uma formação específica. Apenas seja bom naquilo que faz. E claro, procure oferecer algo que possa ser realizado diretamente da sua casa. Entre as possibilidades estão: artesanato; costura; elaboração de convites; aulas de idiomas aulas de reforço para as crianças que estão em férias antecipadas; edição de fotos e produção gráfica. 

Cuide do seu orçamento 

Independente da situação financeira é fundamental ter o orçamento na ponta do lápis. Corte gastos gastos desnecessários e saiba exatamente o valor que faltará para fechar as contas ao final do mês.

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STF suspende cobrança por cheque especial não utilizado

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes acolheu ação do Podemos e suspendeu a cobrança por cheque especial não utilizado.

Em novembro, o governo decidiu limitar a 8% ao mês os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, mas permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal para oferecer o produto a seus clientes. A decisão leva em consideração a pandemia do coronavírus.

O ministro anota que estão presentes requisitos para conceder a liminar, “tendo em vista que a cobrança da tarifa, para os novos contratos, está em curso desde 6.1.2020 e, para os contratos antigos, entrará em vigor em 1º.6.2020 (perigo da demora)”.

“Por fim, considerando o atual cenário de pandemia, considero oportuno registrar que o Banco Central poderia atuar estrategicamente, seguindo a linha adotada por inúmeros países, mediante intervenção na economia, para estimular as transações bancárias e, de outro lado, desincentivar a circulação de dinheiro em papel físico, evitando propagação do “Covid-19″ (Sars-CoV-2), de forma a isentar temporariamente algumas tarifas de transferências e/ou pagamentos durante o período em que perdurarem as consequências socioeconômicas da moléstia”, escreve.

Na ação, o Podemos alega que o argumento utilizado pelo CMN de que a tarifa favoreceria a melhor concessão de limite pelas instituições financeiras e a utilização racional do cheque especial pelos clientes parte do pressuposto de que o poder público teria legitimidade para tutelar as escolhas individuais dos cidadãos, o que fere a dignidade da pessoa humana, o exercício da cidadania e o princípio da isonomia, pois não alcança as pessoas jurídicas.

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Acabou o dinheiro e já está negativado? Veja como tirar a corda do pescoço

Não é fácil pegar empréstimo durante uma recessão econômica. A situação fica ainda mais complicada quando se está negativado, ou seja, com nome sujo na praça por não ter quitado boletos ou dívidas até a data do vencimento. As soluções “mais fáceis” vêm atreladas a juros de quase 900% ao ano, e o resultado disso pode ser uma bola de neve sem fim. Para não cair nessa cilada, EXAME consultou Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros e autor do livro “Nome sujo pode ser a solução” para elaborar um passo a passo de como tirar a corda do pescoço.

A primeira dica é identificar por que você chegou ao ponto de ter que pegar mais um financiamento se já está com dívidas em atraso. É um problema pontual ou tem se repetido com certa frequência? A resposta a essa pergunta tem de vir acompanhada de um raio-x de todas as contas da família. Sim, é importante envolver as finanças dos membros mais próximos da família nesse processo.

Coloque no papel – ou na tela do celular – quanto vocês gastam com luz, telefone (celular inclusive), moradia (aqui inclui aluguel, condomínio, rateio de despesas do prédio), educação, saúde e alimentação. Também é importante identificar tudo o que é pago no cartão de crédito, no de débito e no dinheiro.

Feito isso, é hora de cortar gastos. O que não for essencial tem de ser eliminado ou, no mínimo, reduzido para conseguir sair da espiral de dívidas. Outro passo importante é renegociar valores. Por causa da redução de salários, demissões ou rescisão de contratos, muitos inquilinos têm conversado com os locadores a possibilidade de reduzir o valor dos alugueis. Há quem esteja conversando também com as escolas para tentar reduzir a mensalidade. O ideal é conseguir ajustar as contas à nova realidade mais apertada.

Os cinco maiores bancos têm oferecido a possibilidade de pausar duas ou três parcelas de financiamentos imobiliários ou da compra de carro, em alguns casos. Até o momento, Itaú Unibanco, Banco do Brasil Bradesco, Caixa e Santander renegociaram algo entre 140 bilhões e 150 bilhões de reais de um total de 200 bilhões de reais, em pedidos feitos com a crise da pandemia da covid-19Veja aqui como pausar a sua dívida.

O porcentual de famílias com dívidas em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 66,6% em abril, ante 66,2% em março, conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Se mesmo assim você ainda precisa pegar um financiamento, há dois cenários. O primeiro é se o crédito é para quitar uma dívida anterior. Neste caso, Domingos diz que isso não é recomendável. “Simplesmente não pague. Suspenda os pagamentos e espere o melhor momento para renegociar, quando bancos e financeiras fazem feirões e dão desconto de 70% a 90%.”

Agora, se a dívida for com um agiota, o especialista recomenda procurá-lo para explicar a situação e pedir mais prazo para pagar. “Também pode pedir redução dos juros, afinal, a taxa de juros básica do país caiu”, diz. “O agiota não quer quebrar, então, para ele, faz mais sentido receber menos do que não receber.” Então, se entrar em acordo, o melhor a fazer é poupar para honrar a dívida.

Agora, se o cenário é que você ficou desempregado e precisa pegar dinheiro emprestado para montar um pequeno negócio para ter renda, então, Domingos é a favor de tomar o empréstimo. Mas recomenda fazer a conta de quanto vai pagar de juros e comparar com o potencial de vendas do novo negócio.

O problema é que, em geral, as financeiras que costumam emprestar para negativados cobram juros exorbitantes, que chegam a quase 900% ao ano. Por isso, pegar dinheiro com amigos e parentes pode sair mais barato – desde que você pague, é claro, caso contrário, pode custar uma amizade. Se nenhum tiver condições de ajudar, a indicação é procurar financeiras e bancos que oferecem as melhores condições. “Se você tiver um bem para dar de garantia [e ele não estiver alienado], as condições do financiamento, em geral, são melhores”, explica Domingos.

Existem várias financeiras e startups hoje que oferecem crédito pessoal para pessoas que já estão negativadas. Mas, para não cair em uma operação fraudulenta, uma opção é usar a plataforma do birô de crédito Serasa eCred. Basta se cadastrar e enviar os dados pedidos. Em seguida, o pedido será avaliado pela empresa que você solicitar crédito conforme as políticas para aprovar ou não o pedido.

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Fintech oferece crédito até R$ 1.000 para MEIs com juros de 1%

Em meio à pandemia de coronavírus, a fintech Mutual emprestará até 1.000 reais aos microempreendedores individuais e trabalhadores autônomos cobrando uma taxa de juros de 1% ao mês. O crédito disponível é P2P (crédito entre pessoas) e a Mutual faz a intermediação. 

A campanha, denominada de Invista no Pequeno, lançada nesta terça-feira, 13, visa incentivar as pessoas e fundos de investimentos a emprestarem dinheiro a esses trabalhadores informais com condições especiais. A expectativa é que sejam emprestados 20 milhões de reais. 

Os interessados em pedir um empréstimo devem se cadastrar no aplicativo da Mutual e solicitar o crédito. A primeira parcela do pagamento será em 90 dias. É importante preencher a documentação exigida, como número de MEI, para comprovação da atividade exercida. A aprovação ocorre em até cinco dias. 

Em entrevista a Exame, Victor Fernandes, um dos fundadores da Mutual, explicou que a comissão da plataforma foi zerada e desta maneira a fintech não terá lucro sobre serviço. “Abrimos em caráter excepcional. É um momento difícil para conseguir crédito no mercado. O crédito fica retraído e a inadimplência aumenta, o que dificulta, principalmente, para os pequenos.” 

Qualquer pessoa pode usar o aplicativo para emprestar dinheiro ao emprendedores inclusive um amigo, familiar ou conhecido. O pequeno investidor poderá escolher também um empreendedor de um determinado setor, como MEIs do setor de beleza, transporte, entre outros. Quem empresta dinheiro também terá um retorno de 1% após 90 dias.

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MP 936: Como o governo vai pagar trabalhadores com jornada reduzida?

Mais de 1 milhão de trabalhadores já firmaram acordos para redução de salário e jornada ou de suspensão de contratos de trabalho durante a pandemia do novo coronavírus, segundo informações do Ministério da Economia. As negociações estão se dando no âmbito da MP 936, que instaurou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

A medida definiu que o empregador poderá, através de acordos individuais ou coletivos com seus empregados, reduzir jornada de trabalho e salário por até 90 dias ou suspender contrato de trabalho por até 60 dias. Nessa modalidade, os empregados afetados têm parte da renda restituída, como se fosse uma parcela do seguro-desemprego. 

Com os acordos sendo feitos, uma série de dúvidas tem surgido nos trabalhadores. A EXAME compilou algumas das respostas a seguir:

Quando será feito o pagamento da primeira parcela do benefício?

Seja com redução de jornada ou suspensão de contrato, a primeira parcela do benefício será paga em até 30 dias a partir da data de celebração do acordo coletivo ou individual.

Para isso, o empregador deve cumprir, obrigatoriamente, o prazo de 10 dias para comunicação ao Ministério da Economia por meio do site da Secretaria de Trabalho e Emprego. Somente após esse procedimento os valores serão liberados.

Onde o dinheiro será depositado?

Para receber o dinheiro, o empregado deve indicar ao empregador uma conta corrente, ou conta poupança, em que seja o titular. É proibido o pagamento a contas de terceiros.

Caso não seja informada uma conta, ou haja erros, o pagamento será feito em uma conta digital aberta pelo Ministério da Economia, em nome do trabalhador, junto ao Banco do Brasil ou à Caixa Econômica.

Quais documentos o trabalhador deve enviar à empresa?

Como a medida é voltada para profissionais contratados via CLT, os empregados que aceitarem o acordo devem apenas informar o representante da empresa sobre seus dados bancários.

Como o governo vai compensar as perdas?

A reposição garantida pelo governo será calculada sobre o seguro-desemprego a que o empregado teria direito caso fosse demitido. O valor total pago no mês não pode ser menor que o salário mínimo (R$ 1.045).

No caso da redução de jornada, será proporcional ao tamanho do corte salarial. Assim, quem tiver uma perda salarial de 50% terá direito a um benefício equivalente a 50% do valor do seguro.

Caso ocorra a suspensão total de contratos, o governo se compromete a pagar 100% do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito, caso a empresa tenha faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Grandes empresas, com faturamento maior que esse, terão que se comprometer a bancar ao menos 30% do salário do funcionário afastado. Nesse caso, o governo entra com um complemento de 70% do seguro-desemprego.

O dinheiro sairá do seguro-desemprego?

Não. O recebimento do benefício não será descontado do seguro-desemprego que o trabalhador tiver direito em caso de demissão.

Quais garantias o trabalhador terá?

O trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo tempo depois que o acordo acabar. Caso o empregador não cumpra, ele terá que pagar todos os direitos do trabalhador, já previstos em lei, além de multas.

(Com informações da Agência O Globo)

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Veja opções de contas gratuitas para receber o auxílio de R$ 600

Quem não tem conta em banco e irá receber o auxílio emergencial pela conta poupança social da Caixa tem mais opções de contas gratuitas para gerenciar o dinheiro no mercado. Geralmente elas são oferecidas por bancos médios e fintechs.

Alguns bancos digitais passaram a até mesmo oferecer benefícios temporários para captar o público que precisa receber o auxílio. É o caso do banco Original e da Acesso.

Clientes do banco Original que receberem o auxílio em sua conta corrente e recebem mais R$ 60 de dinheiro de volta na conta, sem nenhum custo adicional. Para receber este valor, os correntistas que tiverem direito ao auxilio devem cadastrar a sua conta do Original na hora de acessar o aplicativo Auxilio Emergencial ou site.

Por conta da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, o banco está oferecendo empréstimos pessoais com carência de 90 dias; taxa zero para pagamento de boleto no cartão de crédito; redução de juros para o parcelamento voluntário do cartão de crédito; prazo de 90 dias para pagamento de parcela de renegociação de dívidas; e prazo de 90 dias para parcelamento de saldo de contratos.

Já a Acesso permite criar uma conta digital em minutos para receber o auxílio emergencial, que pode ser utilizada para fazer compras ou pagar as contas. Durante o período do pagamento das parcelas a conta oferecida pela Acesso.

O Acesso Bank é uma conta digital gratuita sem tarifa de manutenção, mas também oferecerá, durante 90 dias, TED ilimitado sem tarifas. Posteriormente, a empresa vai avaliar a viabilidade e a necessidade de deixar mais tempo ou pensar em uma nova estratégia em relação a valores.

A partir desta semana a Caixa irá abrir milhões de poupanças sociais digitais, pelas quais trabalhadores autônomos, informais e MEIs que não têm conta nos bancos federais e nem nos privados poderão receber o auxílio emergencial de R$ 600. Em um segundo momento, essas contas serão também disponibilizadas a 14 milhões de beneficiários do Bolsa-Família.

As contas poupanças sociais da Caixa serão abertas de forma automática para os trabalhadores informais, MEIs e autônomos elegíveis ao benefício. A conta não terá tarifa de manutenção, mas isentará de tarifa apenas três transferências por mês, via DOC ou TED, e apenas por 90 dias, ou seja, pouco depois do término do pagamento.

A conta não emitirá cartão físico e poderá ser acessada por meio do app Caixa Tem, um aplicativo que consome pouca memória do celular (3mb). Pelo app será possível consultar saldo da conta e extrato, pagar boletos de serviços básicos (água, luz, gás) e consultar benefícios, como Bolsa-Família, FGTS, abono salarial e seguro-desemprego. O cadastro será simplificado e cada operação será realizada como se fosse uma conversa. Graças a um acordo com as operadoras de telefonia o app não consumirá dados do plano de internet do celular por 60 dias.

Veja abaixo as contas digitais gratuitas oferecidas no mercado e compare o que oferecem com os benefícios da conta poupança social oferecida pela Caixa. As informações foram retiradas do comparador de contas digitais da Foregon:

Caixa – Conta Poupança Social

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não informa
Cartão físico: não oferece
Benefícios temporários: isenção de até 3 transferências mensais via DOC/TED. Não informa tarifa caso esse limite seja ultrapassado. App não consome dados do celular por 60 dias
Diferenciais: aplicativo que consome pouca memória (3 mb) e abertura automática

Original – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem. Após um ano, pagamento de mensalidade de R$ 12,90
Tarifa para transferências: Iimitada e gratuita no 1º ano. Depois, cobra R$ 8,90 por operação
Tarifa para saque: Grátis e ilimitada no 1º ano. Depois, cobra R$ 1,90 por operação
Cartão físico: débito, para saques e pagamentos, e de crédito sujeito a aprovação
Benefícios temporários: cashback de R$ 60 reais para quem receber o auxílio pela conta. O dinheiro de volta é pago no depósito da primeira parcela.
Diferenciais: isenção de tarifas durante um ano

Acesso – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não informa
Tarifa para transferências: Isenção pelos próximos 90 dias. Não informa taxa posterior
Cartão físico: não informa
Benefícios temporários: isenção para transferências ilimitadas por 90 dias

Neon – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: Primeiro saque grátis. Depois, R$ 6,90 por operação
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: de débito, para saques e pagamentos; e cartão de crédito sujeito a aprovação
Benefícios temporários: não informa

C6 Bank – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não cobra
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: débito para saques e pagamentos e cartão de crédito sujeito a aprovação

Agibank – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: até 4 sem tarifas. Depois, cobra R$ 6,90 por operação
Tarifa para transferências: até 4 sem tarifas. Depois, cobra R$ 1,90 por operação
Cartão físico: de débito para saques e pagamentos e cartão de crédito sujeito a aprovação

Banco Inter – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não cobra
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: débito para saques e pagamentos e cartão de crédito sujeito a aprovação
Benefícios temporários: não informa
Diferenciais: isenção total de tarifas sem tempo determinado

BS2 – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não cobra
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: não tem

Conta Fácil BB

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: 1º saque grátis. Depois, cobra R$ 2,70 por operação
Tarifa para transferências: não cobra caso operação seja feita via celular
Cartão físico: débito para saques e pagamentos
Benefícios temporários: não informa
Diferenciais: oferece linhas de crédito

meu_BMG

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não cobra. Podem ser feitos em agências do BMG ou em caixas 24h
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: débito para saques e pagamentos e cartão de crédito sem anuidade
Diferenciais: permite realizar investimentos

Ame – Conta Digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: não cobra
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: débito para saques e pagamentos
Diferenciais: oferece dinheiro de volta na conta em compras

Nuconta – Conta digital

Tarifa de abertura: não tem
Tarifa de manutenção: não tem
Tarifa para saque: R$ 6,90 por operação
Tarifa para transferências: não cobra
Cartão físico: débito para saques e pagamentos e cartão de crédito sem anuidade
Benefícios temporários: não informa
Diferenciais: investimento automático do dinheiro parado na conta

Fonte: Comparador de contas digitais da Foregon

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Fluxo de caixa imediato e gestão fiscal em tempos de corona

O cenário está desenhado. Enfrentamos a pandemia de Covid-19, a saúde mundial está abalada e, consequentemente, vamos de encontro a uma economia fragilizada, que já encarou três circuit breakers – o mecanismo raramente utilizado na Bolsa de Valores para proteger os investidores – em um único dia.  

O desafio para a maioria das empresas, apesar de nada simples, é não deixar que o pânico e as incertezas abalem de maneira definitiva os negócios. Para muitas delas, o objetivo ainda inclui continuar crescendo e lucrando. Por aqui, essa tarefa fica ainda mais complicada. Afinal, o Brasil possui um sistema tributário dinâmico, com mudanças na legislação acontecendo rapidamente e uma agenda de reformas correndo no Congresso que traz dúvidas aos empresários. 

Devido a essas alterações, muitas companhias acabam pagando impostos sem necessidade – o que se torna ainda mais perigoso atualmente. É nesse cenário, desenhado como uma verdadeira colcha de retalhos fiscais, que a Tributarie, empresa especializada em compliance financeiro e jurídico, atua como uma consultoria especializada. “Nosso negócio é justamente ajudar as empresas a aumentar sua receita, reduzindo custo, tempo e riscos envolvidos no atendimento às exigências do Fisco, consequentemente levando ao fluxo de caixa imediato e aumentando o lucro. De maneira resumida, nosso papel é identificar oportunidades”, explica Wander Brugnara, CEO da Tributarie

O dia a dia das pequenas e médias empresas

Além de oferecer soluções completas a órgãos públicos e empresas privadas, a Tributarie tem como clientes companhias de diferentes portes e em todos os regimes de tributação: simples nacional, lucro real e presumido. Apesar disso, suas soluções acabam sendo ainda mais interessantes para os empreendimentos de pequeno e médio porte – aqueles que não costumam ter uma assessoria e um planejamento fiscal e, sem parametrização e compliance fiscal, cometem erros que podem trazer prejuízos a longo prazo. Para Brugnara, são essas companhias que mais precisam corrigir e auditar os arquivos enviados para a Receita Federal, minimizando surpresas não gratas. “A Tributarie ajuda nesse processo. Identifica se a empresa em questão vem recolhendo de forma correta e traça o melhor planejamento tributário”, complementa.

Na prática, a Tributarie realiza uma revisão tributária para reaver impostos que seus clientes pagaram indevidamente, com a possibilidade de recuperar valores dos últimos cinco anos. Com um software próprio e altos investimentos em tecnologia de Business Intelligence (BI) e de parametrização, a consultoria elabora um relatório com os valores que essa empresa pode receber de volta por meio de compensação ou restituição. O programa, criado pela Tributarie, faz análise de 14 000 dados por minuto, cruzando informações junto à Receita referentes a substituição tributária, PIS/Cofins monofásico e erros de folha de pagamento. “Justamente por isso que conseguimos andar na contramão da crise. Mesmo nesse cenário, identificamos oportunidades e trazemos resultados financeiros para as empresas com ajuda do BI, um instrumento fundamental no processo de gestão, que faz com que a busca de lucratividade em relação à carga tributária seja uma ótima alternativa para driblar o momento atual”, avalia Brugnara.  

Oportunidades na crise

Acostumados com essa consultoria empresarial agressiva e sempre pensando no mercado de expansão, o Grupo Brugnara, que também representa a Tributarie, juntou sua expertise de mais de 20 anos e lançou o Time Avançado de Recuperação de Empresas (Tare). “A ideia já existia e foi acelerada. O Tare já nasce grande, com parcerias estratégicas, fundos de investimentos e know how para ajudar empresas a gerir seu negócio durante a crise, reestruturar contratos, negociar com credores e fazer seu planejamento tributário da melhor maneira possível”, explica Brugnara. 

O Tare trabalha na consultoria, aconselhamento e implantações de planos e ideias para reestruturação e recuperação de empresas em dificuldades, com rapidez e segurança, tudo para buscar o crescimento saudável. Entre suas soluções estão recuperação de empresas, suporte empresarial, otimização de processos, entre outras. Saiba mais sobre o Tare clicando aqui.

Mais uma chance de ganhar dinheiro, mesmo trabalhando de casa

A Tributarie trabalha no sistema de franquias desde 2016 e faz parte da Associação  Brasileira de Franchising (ABF). Durante o processo de venda, o franqueado é uma espécie de representante comercial que fica responsável por lidar com o cliente, enquanto a parte técnica e burocrática fica toda com a equipe interna de auditoria e suporte da Tributarie.

Quem possui carteira de cliente na Tributarie tem uma grande oportunidade nas mãos, afinal, o mercado tributário é extremamente rentável, e a legislação tributária no Brasil faz com que esse mercado não acabe.

A Tributarie realiza todo o trabalho técnico por meio dos seus mais de 200 colaboradores e auditores especializados, e seus representantes atuam comercialmente, oferecendo as soluções. Por isso a Tributarie é uma excelente opção para atuar no modelo de home office – você pode entrar em contato com seus clientes e oferecer as soluções diretamente da sua casa. É um negócio que tem alta rentabilidade e excelente retorno em épocas de crise.

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