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Categoria: Investimentos

Crédito privado: após turbulência em 2019, gestores defendem que o pior ficou para trás

SÃO PAULO – Passado um fim de ano um tanto quanto turbulento para o mercado de crédito privado, gestores começam 2020 com mais otimismo, defendendo que o pior não só ficou para trás, como trouxe, além de aprendizado, oportunidades.

No evento de melhores fundos do Brasil premiados pelo ranking InfoMoney-Ibmec 2020, os gestores dos fundos de crédito privado Pedro Sternick (AF Invest), Renato Jerusalmi (JGP) e Fausto Filho (XP) defenderam que o movimento de abertura dos spreads, isto é, de aumento das taxas e queda dos preços dos títulos, foi “100% técnico” e não passou de uma correção natural do mercado.

Segundo os gestores, a queda de rentabilidade ficou para trás e é tida até como saudável: “Ela mostrou para o investidor que [o crédito privado] não é uma classe prefixada, sem volatilidade, e que não deve ser utilizada como reserva de emergência”, disse o Sternick, da AF Invest.

Ele destacou que hoje as taxas oferecidas estão muito mais interessantes em relação ao risco das companhias do que estavam no primeiro semestre de 2019, e assinalou que ainda há espaço para captar bons retornos. Entre os motivos, Sternick citou a ausência dos bancos públicos e do BNDES no financiamento das companhias, que têm recorrido mais ao mercado de capitais.

“Estamos otimistas com esse funding disponível, com novas companhias acessando o mercado de capitais e com empresas sólidas, mas não tão tradicionais, que começam a enxergar [a classe] como fonte de captação para destravar investimento e até rolar suas dívidas.”

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Fausto Filho, da XP, também se disse otimista com o mercado de crédito privado e defendeu que o cenário positivo está “apenas no começo”, mesmo em um ambiente de juros baixos. Segundo ele, os ativos de crédito privado são uma alternativa interessante aos retornos cada vez mais comprimidos na renda fixa.

Com a Selic na mínima histórica, novas emissões e diferentes emissores, a expectativa de Jerusalmi, da JGP, é de que haja um aumento de duration das carteiras, isto é, do prazo médio mínimo do investimento. Será necessário, contudo, uma maior seletividade dos ativos para compor o portfólio.

Taxas de administração

Questionados sobre a possibilidade de redução das taxas de administração praticadas na indústria de fundos de investimento, em meio a um cenário de juros mais baixos, Jerusalmi, da JGP, argumentou que faz sentido cortar as taxas quando o fundo não consegue entregar alfa aos cotistas.

Ainda segundo ele, a taxa de administração tende a ser mais elevada à medida que o risco do fundo aumenta.

O argumento é compartilhado por Fausto Filho, da XP. “A Selic é importante, mas o spread de crédito nas emissões é mais ainda”, disse.

Sternick, contudo, da AF Invest, defendeu a redução das taxas e contou que a asset passou a cortar a de seus fundos na época de reprecificação dos prêmios, no ano passado.

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 20 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em Crédito privado: após turbulência em 2019, gestores defendem que o pior ficou para trás

ETFs: Por que olhar para eles em 2020

ETFs

Os ETfs (Exchange Traded Funds) são fundos de índices comercializados como ações. Esses fundos tendem a replicar índices, como o Ibovespa, por exemplo.

Apesar de existirem desde 2008 no Brasil, o crescimento pelo interesse dos investidores por ETFS é recente. De dezembro de 2018 para o mesmo período de 2019, mais que dobrou o número de investidores desses fundos na Bolsa brasileira.

Mas por que isso aconteceu?

De acordo com Carlos Takahashi, diretor-geral da BlackRock Brasil, três fatores contribuíram para o ano passado ter sido o melhor para os ETFs no país.

“Taxas de juros mais baixas, diversificação e novos canais de distribuição trouxeram o ETF para um novo patamar”, explica.

Takahashi ainda destaca as vantagens do produto. “´Primeiro que é transparente, porque é transacionado em ambiente de Bolsa. Segundo é que tem liquidez, uma liquidez como se fosse uma ação. Além disso, é acessível, os tickets são baixos”, complementa. (Conheça aqui cinco razões para você ter ETFs em seu portfólio)

E em 2020?

Para 2020, Takahashi está otimista. Ainda que histórico não garanta o desempenho futuro, o diretor-geral da BlackRock acredita que esse o cenário econômico desse ano continuará interessante para os fundos de índices.

“2019 foi um ano muito bom para a Bolsa e, por isso, os ETFs tiveram um retorno muito bom. BOVA11 teve retorno acima de 30% e o SMAL11, um retorno próximo de 60%. São retornos muito bons”, comenta.

Quer saber mais sobre ETFs?

Confira a entrevista do Carlos Takahashi, diretor-geral da BlackRock Brasil, no evento Onde Investir 2020.

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 20 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em ETFs: Por que olhar para eles em 2020

“O PIB não irá captar todo o ciclo de pujança do setor privado que vivemos hoje”, diz gestor da Verde Asset

Luiz Parreiras - Verde Asset (Foto: Flávio Santana/Biofoto)

SÃO PAULO – O ambiente interno favorável que conjuga o reformismo do Ministério da Economia com os juros mais baixos da história do Brasil não será totalmente captado pelo dado cheio do Produto Interno Bruto (PIB), disse Luiz Parreiras, gestor de estratégia multimercado da Verde Asset, nesta quarta-feira (19).

Para ele, há uma pujança no setor privado que acaba sendo ofuscada pelo menor investimento do governo. Parreiras falou durante o evento Melhores Fundos, do InfoMoney, que ocorre hoje em São Paulo.

“Temos uma visão otimista para Brasil nos últimos dois anos e estamos no primeiro ciclo de crescimento em décadas que é puxado pelo setor privado. A indústria de construção civil em São Paulo é o maior exemplo dessa pujança”, afirma.

Na avaliação do gestor, o juro baixo é transformacional para a realidade econômica brasileira. “Os juros altos que eram praticados até pouco tempo atrás sustentavam os grandes monopólios e oligopólios deste País”, comenta.

Na mesma linha, Felipe Campos, gestor da Navi Capital, aponta que os juros baixos fortalecem o setor financeiro e a construção, mas alerta para os riscos internacionais. “Não achamos que o Brasil vai dar errado, porém o ciclo externo já dá sinais de esgotamento”, destaca.

Um dos riscos citados é a eleição presidencial nos Estados Unidos. Luiz Parreiras disse que o candidato do Partido Democrata Bernie Sanders será um foco de volatilidade caso cresça nas pesquisas, mas não vê chance de ele vencer o atual presidente Donald Trump nas eleições gerais.

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“Bernie Sanders faz o PT parecer um partido de direita, mas acho que o Trump sai vitorioso em um confronto entre os dois e o mercado já se acostumou com ele.”

Desafios no Brasil

Carlos Woelz, gestor do Kapitalo, avaliou no evento que o resultado positivo do fundo vem da diversificação do risco, com uma escolha criteriosa dos ativos a serem investidos. Por outro lado, ele lembrou que nem sempre é possível ter ganhos. “Investimento é insistência. Você deve sempre questionar seu processo de investir. A solução para posições menos bem-sucedidas é uma redução gradual, não sair de uma vez”, defende, lembrando do investimento que seu fundo fez em câmbio.

Campos, por sua vez, entende que o principal desafio atualmente é que não é tão fácil fazer long & short no Brasil porque não existem ações o bastante para mantermos uma ação long e uma short na mesma estratégia.

Wolz, Parreiras e Campos foram os gestores dos melhores fundos multimercados de 2020. O Kapitalo Zeta ficou em primeiro lugar, seguido pelo Verde AM Scena Advisory e pelo Navi Long Short.

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Para gestores dos melhores fundos de ações do país, PIB mostrará se preços da Bolsa estão exagerados

Painel Ações melhores fundos

SÃO PAULO – Em um cenário de juros baixos, inflação ancorada e perspectivas positivas para a economia brasileira em 2020, gestores de fundos de ações seguem enxergando potencial de valorização para a Bolsa, mesmo após alta de 32% do Ibovespa em 2019. O otimismo, contudo, exige que o crescimento do PIB neste ano não decepcione.

Essa é a avaliação dos gestores de fundos de ações Cesar Paiva (Real Investor), Ary Zanetta (Brasil Capital) e Luis Felipe Amaral (Equitas), ganhadores do prêmio ranking InfoMoney-Ibmec 2020.

Na visão de Zanetta, da Brasil Capital, a Bolsa, no geral, não está cara. “Quando comparamos com o preço das ações em 2016, os preços estão mais convidativos”, disse durante o evento da premiação, em São Paulo.

Paiva, da Real Investor, vê oportunidades hoje no setor financeiro e em blue chips como Petrobras e Vale, com planos de negócios e preços “interessantes”. Mas discorda de Zanetta: o Ibovespa não está barato, diz.

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Com preços acima da média em alguns setores da Bolsa, como o de empresas do setor doméstico, Paiva afirma que o risco é não sobrar margem de segurança caso o crescimento da economia decepcione: “Está embutido no preço que o cenário vai dar certo e que, de fato agora, em 2020, o país volta a crescer”, diz. O gestor destaca ainda a importância das reformas, afirmando que, se não houver avanço, haverá uma frustração do mercado e a realização de lucro na Bolsa, levando à queda dos preços.

A opinião é compartilhada por Amaral, da Equitas: “É uma variável que tem que acontecer.”

Empresas voltadas ao setor doméstico

Um dos segmentos com preços mais esticados na Bolsa, segundo Amaral é o formado por empresas expostas à atividade doméstica. Os preços, contudo, são justificados e pautados em uma expectativa de crescimento da economia brasileira, diz.

O gestor lembra que, durante a crise financeira, essas companhias reagiram a uma queda do lucro com corte de custos e buscando eficiência.

Ele destaca que, justamente pela quantidade ainda limitada de empresas listadas na Bolsa, a concorrência dessas empresas acaba sendo menor, uma vez que competem, na maioria dos casos, com outras que não têm acesso a capital e que saíram muito fragilizadas da recessão brasileira. “Apesar da valorização das empresas domésticas, vemos o fundamento e uma tendência positiva”, diz.

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Tesouro Direto: confira as taxas de títulos públicos nesta quarta-feira

notas de 100 e 50 reais

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentavam queda na tarde desta quarta-feira (19).

No ambiente internacional, os mercados acompanham de perto os novos estímulos que o governo chinês deve conceder ainda hoje para ajudar a combater o surto do coronavírus. Nos Estados Unidos, o foco esteve sobre a ata da última reunião do Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc), realizada em fevereiro e que manteve os juros entre 1,5% e 1,75%. No documento, os dirigentes justificam a manutenção por entenderem que a política monetária atual está apropriada.

No Brasil, investidores seguem no aguardo pela bateria de resultados corporativos, com destaque para os números do quarto trimestre da Petrobras após o fechamento desta quarta-feira.

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• Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros?
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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava 2,54% ao ano, ante 2,56% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,16 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.808,40.

Os papéis com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,23%, ante 3,24% a.a. anteriormente.

Entre os títulos prefixados, o com vencimento em 2023 pagava 5,21% ao ano, ante 5,29% a.a. mais cedo, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado 2026 cedia de 6,24% para 6,19% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

Guias InfoMoney

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 20 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em Tesouro Direto: confira as taxas de títulos públicos nesta quarta-feira

Restrição de investimentos para mais endinheirados pode estar com os dias contados

SÃO PAULO – Em meio a um cenário de maior dificuldade na seleção de bons produtos de investimentos diante dos juros no piso histórico, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) está à frente de um projeto para que investidores tenham isonomia de tratamento ao escolherem suas aplicações financeiras.

A entidade quer excluir a restrição imposta a determinados ativos, de forma a ampliar o acesso do varejo a produtos hoje disponíveis apenas aos mais ricos.

A proposta, segundo a autarquia, é remover o “carimbo” de investidores qualificados e profissionais, estabelecidos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e determinados pelo patrimônio. Hoje, para ser considerado um qualificado, o investidor precisa ter mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras. Para ser enquadrado como profissional, o valor sobe para R$ 10 milhões.

“Não dá pra imaginar que apenas os mais ricos tenham acesso aos melhores produtos. O que a gente precisa se preocupar é com o conhecimento e com a informação; se for transparente e o investidor entender, não será um problema”, afirmou Luiz Sorge, vice-presidente da Anbima, em almoço com jornalistas, em São Paulo.

Inicialmente, o plano de mudar a classificação dos investidores está sendo discutido internamente, para depois ser enviado ao regulador.

Com a mudança, ainda em estudo, o “suitability”, isto é, o perfil de risco do investidor, seria utilizado como norte para definir a alocação do investidor, determinando quais os percentuais mais adequados para as diferentes classes de ativos, seguindo o grau de aceitação de risco e não mais o volume financeiro.

Definido por cada instituição financeira, o suitability varia de acordo com o investidor. Por isso, a ideia é criar classificações intermediárias aos tradicionais “conservador”, “moderado” e “arrojado”, de forma a encaixar melhor as alocações aos objetivos de cada um.

“Estamos pensando mais no investidor do que no bolso dele. Se você não tem recurso, não significa que não tem conhecimento, que não tem propensão a tomar um pouco mais de risco do que aquele que tem mais recursos e é superconservador”, diz Carlos André, vice-presidente da Anbima.

Zeca Doherty, superintendente geral da Anbima, conta que mundo afora o uso da classificação do investidor pelo perfil de risco tem crescido e virado tendência. Na Europa, o uso é majoritário, enquanto, nos Estados Unidos, o mercado ainda mescla com a qualificação do investidor.

Os americanos, contudo, também estão mudando, com iniciativas para permitir que os fundos de private equity, hoje disponíveis apenas aos qualificados, possam ser acessados pelo varejo, diz Doherty.

Na avaliação de Sorge, o brasileiro ainda possui uma visão muito limitada, por questão histórica e cultural, do que é risco, ao contrário de países mais maduros, que há tempos estão expostos a um cenário de juros baixos. “No suitability, você tem um peso grande também nos objetivos. E quando você põe peso no objetivo, se ficar 100% na renda fixa, pode estar tomando um grande risco em não atingi-lo”, destaca.

Mudança na regulamentação de ofertas inicias de ações

Outra proposta que está sendo discutida pela Anbima, mas que já foi enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), é a unificação das ofertas públicas pelas instruções normativas nº 400 e nº 476 da CVM. Enquanto a primeira se refere às ofertas abertas ao público em geral, a segunda é restrita a investidores profissionais.

Segundo a Anbima, as emissões hoje classificadas como nº 476 seriam ofertadas inicialmente a investidores profissionais, mas, no prazo de um ano, estariam disponíveis também aos qualificados e depois, ao varejo.

José Eduardo Laloni, diretor da Anbima, destaca que 2019 foi marcado por operações do tipo follow on, com grande volume da venda do setor público na Bolsa. Ao todo, foram 21. A expectativa, contudo, é de que a maior força este ano parta dos IPOs, com um número mais elevado de empresas e setores na B3.

O crescimento da economia também deve puxar uma maior demanda de empresas por financiamentos, por meio do mercado de capitais, diz. “Queremos ver um aumento no volume de emissões e ofertas com diversidade, tanto nos mercados de renda variável quanto no de renda fixa”, diz.

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 19 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em Restrição de investimentos para mais endinheirados pode estar com os dias contados

Fundo Verde: a história do melhor multimercado da década

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SÃO PAULO – Toda vez que a gestora publica uma carta, investidores prestam atenção. A qualquer declaração pública feita, o mercado analisa se o tom está mais otimista ou pessimista com relação ao Brasil e ao mundo. Se há uma chance de reabertura do fundo, investidores se alvoroçam.

A gestora em questão é a Verde Asset, do lendário fundo de mesmo nome, com um histórico para lá de invejável na indústria brasileira. Não à toa, o fundo CSHG Verde FIC Multimercado lidera o ranking InfoMoney-Ibmec 2020 na década e a gestora também marca presença na premiação de multimercado referente aos três últimos anos.

Sob a gestão do renomado Luis Stuhlberger, o CSHG Verde, que investe 100% dos recursos no fundo master, acumula ganhos de 274% em dez anos, ante um CDI de 154% no período e uma valorização da ordem de 68% do Ibovespa.

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O Verde foi criado em 1997. Em 23 anos, só perdeu para seu referencial em três deles. Com isso, acumulava, até o fim de 2019, um retorno de nada menos que 17.893%, contra um CDI de 2.161,12%.

Fechado para novas captações, há quem pense que o Verde sempre foi um produto dirigido apenas aos investidores mais afortunados, mas o início foi justamente o oposto. “O Verde começou com R$ 5 mil [de aporte mínimo]. Não nascemos no mundo dos clientes de alto patrimônio”, conta Luiz Parreiras, sócio da Verde e braço direito de Stuhlberger.

Ainda que a origem possa ter sido mais humilde que o imaginado, é fato que a Verde, assim como grande parte das gestoras brasileiras, tem notado um crescimento da base de cotistas pessoas físicas apenas no cenário mais recente, a partir do ingresso em plataformas.

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Diante da consistência de resultados, a demanda sempre supera a oferta no caso de possibilidade de ingresso no fundo lendário. Não à toa, em 2014, o Verde foi obrigado a fazer um movimento inverso ao desejado e devolveu R$ 7 bilhões aos cotistas. O tamanho ainda pouco expressivo do mercado brasileiro à época e a dificuldade em manobrar o patrimônio pesaram sobre aquela decisão, a primeira do tipo no Brasil.

Os anos passaram e a gestora chegou a reabrir o fundo para captações em 2018 e, desde então, se mostra confortável com o tamanho administrado. Hoje, a Verde está entre as 20 maiores gestoras do Brasil, com um patrimônio de R$ 45,6 bilhões no fim de 2019.

Fama de pessimistas

Outra lenda formada em torno do Verde e contestada por Parreiras diz respeito à fama de pessimista com relação à Bolsa. O fundo tinha uma alocação média de 30% em ações de 2003 a 2011. “A percepção de que éramos mais pessimistas começou em 2012 e durou até 2017”, diz o gestor.

Naquele período, a exposição caiu para a média de 5% e, de 2014 a 2016, a Verde ficou quase zerada em ações e teve seu grande teste, apostando numa inversão negativa de rumo da economia brasileira. “Enfrentamos o desafio de estarmos certos, mas talvez um pouco cedo”, lembra Parreiras. “2014 foi um ano muito doloroso, tínhamos uma aposta de que o mercado bateria no muro.”

Naquele ano, o fundo Verde rendeu 8,80%, portanto abaixo do CDI (10,81%), mas, em 2015, ganhou mais de 28%, ante a variação do benchmark da ordem de 13%.

A montagem de posições na Bolsa brasileira só foi retomada em 2017, com a maior dificuldade em capturar ganhos no exterior. Hoje, o Verde destina cerca de 20% para Bolsa no Brasil e apenas 2%, ao exterior.

Mesmo com a pequena exposição em ações no mercado externo, foi justamente a alocação no exterior a responsável pelos maiores ganhos do Verde na última década. Desde a saída de Artur Wichmann da gestão de ações globais da Verde, no ano passado, a estratégia está sendo comandada pelos analistas formados em sua equipe.

Embora a história da Verde Asset tenha começado em 2015, Stuhlberger e Parreiras trabalham juntos há quase 20 anos. Parreiras iniciou sua carreira em 2002 na Hedging-Griffo, cujo controle foi comprado pelo Credit Suisse em 2007, e desenvolveu sua experiência dentro da gestão do fundo Verde.

Com mais experiência de casa, Stuhlberger começou a carreira na Hedging-Griffo em 1981. Passados 11 anos, estruturou e implementou a área de gestão de fundos e, em 1997, lançou o Verde. “Trabalhamos juntos e temos nuances de diferenças. A alocação das classes de ativos e o jeito que vemos o Brasil é o mesmo”, diz Parreiras.

Hoje a Verde conta com 65 pessoas na equipe, das quais 40 na gestão.

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 19 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em Fundo Verde: a história do melhor multimercado da década

Fundo imobiliário, o prédio mais alto de São Paulo e estações de metrô: os novos planos da WTorre

SÃO PAULO – A criação de um fundo imobiliário para reunir seus ativos, a idealização do novo prédio mais alto de São Paulo, a entrada no segmento de estações de metrô e a participação em PPPs de iluminação pública. Esses são apenas alguns dos planos de curto e médio prazos mencionados por Walter Torre Júnior, fundador do grupo WTorre, no mais novo episódio do podcast “Banco Imobiliário”.

Com um leque extenso e bastante conhecido de atuação no mercado brasileiro, a WTorre, que se lançou há alguns anos no universo esportivo e de grandes eventos com o Allianz Parque, pretende entrar em diferentes áreas de operação.

O ex-santista, que se diz hoje um palmeirense roxo, também planeja estender o modelo da arena, que deve contar com até 4 milhões de visitantes em 2020, para outras praças. Os planos abrangem ainda estrear na área de estações de metrô ou rodoviárias, inicialmente em São Paulo.

“Estamos criando um produto especifico para isso”, afirmou Torre Júnior. “Vamos entrar em um segmento nessa linha com bastante tecnologia, bastante precisão, acho que vai dar certo.”

Também deve partir do grupo a construção da maior torre de São Paulo, equivalente a um prédio “tradicional” com 75 andares.

A pleno vapor depois de uma temporada difícil na vida pessoal e profissional, que chegou a envolver citação na Operação Lava-Jato, o grupo WTorre avalia hoje estruturar parte dos ativos em um fundo imobiliário, mas descarta uma listagem em Bolsa. “Não faríamos uma abertura de capital completa”, disse o fundador.

Passado x futuro

Com uma história que remonta a 1981, quando nasceu como uma construtora, Torre Júnior já passou por diferentes ciclos econômicos, que tiveram impactos distintos sobre seus negócios.

No podcast, o empresário conta como começou os negócios em um escritório montado dentro de um ônibus, de forma que pudesse visitar a cada dia uma obra diferente. O foco inicial estava em projetos de armazéns industriais para locação.

Mais tarde, seus ativos deram origem aos primeiros Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) do Brasil. “Houve épocas em que tínhamos, no mesmo ano, 14 líderes mundiais, cada um em seu segmento, como inquilinos.”

No programa, o fundador do grupo WTorre fala ainda de temas como sucessão dos negócios, das diferentes operações do grupo, comenta a acusação de envolvimento na Lava-Jato – o pior momento da empresa – e conta duas curiosas histórias envolvendo as negociações da atual Torre Santander, em São Paulo, com a diretoria do banco e uma visita aos Emirados Árabes.

Apresentado por Marcelo Hannud, sócio especialista em mercado imobiliário da XP Asset, e por Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney, o “Banco Imobiliário” pode ser ouvido nas plataformas Apple Podcasts, Spotify, Deezer, Spreaker, Google Podcasts, Castbox e demais agregadores de podcast. Você ainda pode conferir o programa na íntegra em nosso canal no YouTube.

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Depois do estresse de 2019, chegou a hora dos fundos de crédito privado?

Calculadora e notas real

SÃO PAULO – Assim como no mercado das debêntures, os fundos de crédito privado também assustaram investidores no ano passado com as fortes quedas na marcação a mercado.

É sobre as perspectivas para esse tipo de investimento que os analistas da Nord Research, Marx Gonçalves e Luiz Felippo falarão no Analistas Sem Censura desta terça-feira (18).

O programa é exibido ao vivo no IMTV todas as terças-feiras às 15h (horário de Brasília).

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Com Bolsa mais cara, Mobius poderá reduzir exposição ao Brasil; Argentina está no foco

SÃO PAULO – Figurinha tarimbada no carnaval brasileiro, o “maior show da Terra”, em suas palavras, o guru dos mercados emergentes está de volta ao país. Em uma breve passagem por São Paulo para seguir rumo ao Rio de Janeiro, onde ficará cinco dias, Mark Mobius indicou que segue otimista com a economia brasileira, embora mais cauteloso com o mercado acionário.

Em entrevista ao InfoMoney na manhã desta terça-feira, o gestor, que tem residência oficial em Singapura, ainda descartou preocupações com a epidemia do coronavírus e disse que pretende, inclusive, expandir a atuação na China. Outro mercado que está no centro de suas atenções é o da nossa vizinha, a Argentina.

O veterano investidor, que comanda a própria gestora depois de 30 anos na Franklim Templeton, disse que está atento ao nível de preço das ações brasileiras e descartou a possibilidade de aumentar a exposição em Bolsa, no curto prazo. Pelo contrário.

“Sentimos que havia algumas oportunidades no Brasil e agora estamos reavaliando; o mercado subiu muito. Estamos considerando vender um pouco ou manter o que tivermos em vez de comprar mais, porque as ações subiram muito”, afirmou.

Apesar de dados recentes da atividade brasileira terem decepcionado o mercado, Mobius segue confiante e enxerga sinais de recuperação do país, ainda que alerte que as mudanças podem tomar certo tempo, possivelmente anos.

Sobre a falta de confiança de parcela dos investidores estrangeiros, o gestor avalia que eles costumam perder as melhores oportunidades ao entrarem tardiamente no mercado, quando os preços já estão caros.

“Você vai ver muita gente se dando conta de que o Brasil está se recuperando e vai vir”, disse Mobius, destacando que a perspectiva de longo prazo é muito favorável para o país. “Estou mais otimista com a economia, mas o mercado está mais caro. Está com uma boa performance, provavelmente vai continuar bem, mas com correção ao longo do caminho.”

Uma nova ação de saúde

Com a última vinda do fundador da Mobius Capital ao Brasil em setembro, a gestora segue com as ações da Lojas Americanas e da Kroton na carteira. No primeiro caso, o gestor disse que a empresa está bem posicionada especialmente no segmento de comércio eletrônico, diante de sua capilaridade no país. “Não será tão fácil para Amazon e outras competirem [no Brasil]”, pontuou.

No que se refere à companhia de educação, apesar das mudanças pelas quais o setor vem passando nos últimos anos, Mobius enxerga uma demanda ainda aquecida e a necessidade de atenção por parte do governo. “Acho que o mercado tem consciência de que, a menos que o Brasil melhore os padrões de educação, será difícil para o país crescer.”

O portfólio poderá contar ainda com uma novidade, já que o setor de saúde tende a ter, em breve, um lugar na carteira de Mobius, por meio das ações da Fleury. Da mesma forma que a temática educacional segue em pauta, o gestor enxerga uma demanda crescente por serviços médicos, favorecida pelo crescimento de renda da população.

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As ações brasileiras respondem hoje por 18% da carteira da Mobius Capital, um pouco acima dos 15% de setembro, e a ideia é reduzir a fatia. A China segue com a maior posição do portfólio, com cerca de 25% dos recursos, seguida pela Índia, com, 20%. Mercados como os da Turquia, Polônia, Coreia e Taiwan estão na sequência entre os principais para a gestora.

Sem grandes preocupações com a extensão do coronavírus sobre os mercados, o guru dos emergentes estuda aumentar a exposição chinesa, tema de sua discussão matinal antes da conversa com o InfoMoney. “Analisamos comprar mais na China. Estamos avaliando o impacto especialmente no setor alimentício, já que temos investimentos em companhias de fast food.”

De olho na Argentina

Estruturada em 2018, a Mobius Capital tem dois fundos, com um deles sediado em Luxemburgo e ofertado a investidores no Brasil. A gestora administra um patrimônio de US$ 180 milhões.

Além dos planos de aumentar a alocação na China, outro país está nos planos da gestora no momento: a Argentina. De olho na forte queda do mercado acionário em meio à surpresa com a últimas eleições presidenciais, Mobius enxerga a proximidade com o Brasil como um aspecto positivo sobre a Argentina, com as políticas reformistas do governo de Jair Bolsonaro atuando como um “exemplo” a ser seguido pelo novo presidente argentino, Alberto Fernández.

“Fernández parece ser um peronista, mas não é. Acho que ele é um político muito prático, que só está barganhando, tentando conseguir o melhor negócio para a Argentina, então acho que há oportunidades no país”, afirmou Mobius. Ele próprio, inclusive, disse já ter comprado um ETF de ações argentinas para seu próprio portfólio.

Alerta de crash

Ainda que o coronavírus esteja ditando as preocupações dos investidores no curto prazo, o principal risco para os mercados neste ano, na avaliação do gestor, corresponde às eleições presidenciais americanas, mais especificamente a uma derrota de Donald Trump. “Você vai ver uma virada imediata no mercado americano, pode até haver um crash”, disse Mobius, que também disse monitorar a guerra comercial com a China, atualmente mais “adormecida”.

Com mais de 80 anos de idade e um número superior a 50 visitas ao Brasil, Mobius esteve nas últimas semanas nos Estados Unidos, na Argentina e no Chile, e segue agora para a África do Sul, Dubai e, finalmente, Singapura, em uma viagem com duração aproximada de dois meses.

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Avatar de DesconhecidoAutor Unick ForexPublicado em 19 de fevereiro de 2020Categorias InvestimentosDeixe um comentário em Com Bolsa mais cara, Mobius poderá reduzir exposição ao Brasil; Argentina está no foco

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