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O Bitcoin se manteve estável. – Mercurius Report #12

Nessa semana o Bitcoin foi uma dos criptos que menos sofreu com o momento de retração do mercado, se observarmos entre os dez principais criptoativos do mercado. Todos esses ativos operaram no vermelho, em média –5%.

O que isso significa para o ativo?

A
dominância finalmente estabilizou

Assim como os demais indicadores, a dominância de mercado do
BTC também se consolidou nessa semana (abaixo dos 60%).

Essa estabilidade está ligada ao fato de que todo o mercado está em um momento de retração e, como era de se esperar, o Bitcoin foi um dos ativos que menos retraiu (apenas 0,81% contra a média de 5% entre as 10 maiores criptomoedas do mercado).

Um
otimismo que não é muito positivo

Já faz duas semanas que o Bitcoin se manteve na zona de
ganância extrema
, mesmo após a retração semanal de cerca de 1% do ativo (após
falhar na tentativa de romper os 12.000 USD).

Essa fase que deve ser interpretado com cautela pelos
investidores, pois os momentos de irracionalidade do mercado são precedidos de grandes
correções contrárias.

Podemos
ver reversão no gráfico semanal?

Sem dúvida é prematuro apostar em uma inversão de
tendência
. Entretanto, precisamos considerar essa possibilidade, embasados
principalmente no estocástico (stock).

O Estocástico consiste em um indicador de reversão, ou seja,
mostra quando o preço está sobrecomprado ou sobrevendido,
sugerindo descida ou subida, respectivamente.

No momento, o estocástico está sobrecomprado e suas linhas
estão se cruzando, indicando potencial de desvalorização.

Se
descer, onde comprar? Se subir, onde vender?

A partir da análise, podemos verificar que permanecemos em
uma tendência de alta, mas com algumas objeções.

As perguntas que ficam são: onde vamos parar se subirmos?
E se descermos?

As respostas para esses questionamentos podem ser encontradas
em Fibonacci e nos suportes e resistências. A próxima resistência relevante
está a 12950 USD, e coincide com o topo do canal, representando um bom
ponto para venda. Já os pontos de retração de Fibonacci estão dispostos até o
fundo do canal e podem ser boas regiões de compra.

100% em
menos de uma semana

Como havíamos comentado na análise exclusiva para
assinantes
, a Ethereum vem sofrendo com altas taxas de transação, o
que forçou o Tether (maior stablecoin da atualidade) a utilizar outras
redes que não a da Ethereum, para reduzir o seu custo de transação.

Como resultado, o Tether foi integrado na OmiseGO, o
que causou uma valorização de 100% no ativo em apenas uma semana.

Ficou interessado em saber ainda mais sobre o mercado?

Então baixe o Foxbit Report de forma gratuita.

E se quiser receber estudos semanais sobre o mercado de criptomoedas, além de uma análise de risco das principais exchanges do mercado, torne-se assinante da Bitcoin Starter.

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O que é Defi? E qual sua importância para o mercado?

O que é Defi? DeFi é uma sigla para a palavra Decentralized Finance e significa finanças descentralizadas. Ela parte da ideia de construir instrumentos financeiros no blockchain, de forma descentralizada e independente de empresas e governos.

Vamos falar mais sobre esse conceito,  suas principais aplicações, desafios e como você pode acompanhar as tendências desse mercado inovador.

Visão geral sobre DeFi:

A recriação  de serviços financeiros bancários sem centralização e intermediários tradicionais começou com o Bitcoin. Sem um organizador central para emissão de moeda, o bitcoin é o primeiro e grande exemplo DeFi.

Mas o conceito evoluiu, principalmente com o Ethereum e seus contratos inteligentes mais abrangentes e flexíveis que os encontrados no Bitcoin. Como resultado, uma série de aplicações, antes somente efetuadas no mercado financeiro tradicional e centralizado, começaram a surgir usando blockchain.

“O objetivo do DeFi é reconstruir o sistema bancário para todo o mundo desta forma aberta e sem permissão”, diz Alex Pack, sócio-gerente da Dragonfly Capital.

Usos e principais projetos DeFi

A reconstrução do sistema bancário abarca empréstimos via blockchain, corretoras, tokens sintéticos, sistemas de pagamentos, derivativos e uma miríade de produtos estão sendo desenvolvidos nesse novo ambiente. 

Utilizando o site DeFi Pulse, podemos ver os projetos mais usados pelos investidores. Abaixo, temos uma lista de projetos com maior quantidade de tokens em dólares travados nas aplicações.

Tabela DeFi Pulse

Um dos exemplos é o Maker Dao, uma plataforma de crédito descentralizado que suporta a stablecoin DAI – cujo valor tentar ficar indexado com o dólar usando contratos inteligentes.

Outro experimento é o DeFi Synthetix, uma plataforma de derivativos no Ethereum usada para criar ativos sintéticos, ou seja, ativos com valor indexado em ações, cotação do ouro e outros tokens no blockchain.

Desafios do DeFi

Há centenas de protocolos tentando os mais diversos usos para o blockchain. Contudo, é preciso tomar alguns cuidados antes de se aventurar em DeFis. 

Por ser um conceito novo, muitos investidores estão aportando grandes valores em projetos sem nenhuma auditoria de segurança ou até mesmo que não são descentralizados o suficiente. O que pode resultar na perda completa dos fundos.

A falta de descentralização é outro desafio de segurança enfrentado por diversos projetos, o que pode abrir portas para censura e problemas relacionados a finanças tradicionais. Antes de investir, pesquise e estudo o projeto para evitar perda de fundos ou resultados inesperados. 

A ideia de substituir serviços centralizados é muito bem-vinda, mas há ainda grandes desafios e as inovações no movimento DeFi prometem superá-los e dar mais descentralização e transparência para nosso sistema financeiro.

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Renda Fixa – O que é? Como funciona? Dá para investir com criptomoedas?

A renda fixa te dá mais segurança e uma certa previsibilidade de retorno, sendo um dos investimentos preferidos dos brasileiros. 

Então, como investir em renda fixa? O que é a renda fixa e como ela funciona? É retorno garantido? Vamos matar alguns mitos sobre renda fixa e te ensinar a investir até mesmo com criptomoedas.

O que você vai aprender aqui:

O que é renda fixa?

Renda fixa é o investimento no qual você sabe, antes mesmo de aplicar seu dinheiro, quais são as regras. Você geralmente empresta dinheiro para alguém e essa pessoa já te dá as condições baseadas em índices ou taxas pré-definidas.

Por exemplo, ao comprar um título de dívida bancário (CDB) você empresta esse dinheiro para um banco e ele promete uma rentabilidade baseada, geralmente, no Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI). Ou seja, mesmo sem ter uma taxa fixa, você já sabe as regras de antemão.

Quais são os tipos de renda fixa?

A renda fixa é um sub-tipo de investimento vasto e comporta de títulos do governo até criptomoedas. Vamos listar os principais produtos:

1. Títulos da Dívida Pública

Ao aplicar em títulos públicos você está emprestando seu dinheiro para o governo se financiar. Apesar de ser considerado o título mais seguro do mercado, não é incomum que governos declarem moratória e não paguem suas dívidas.

Na última década, por exemplo, tivemos o governo do Líbano, Argentina e Grécia pedindo para não pagar suas dívidas públicas. Há também um grande risco político, pois algumas vertentes acabam por pregar o fim da dívida pública, simplesmente não pagando.

Você pode fazer aplicações em diversos títulos públicos via Tesouro Direto e as opções são muitas. Há títulos pré-fixados  – cujos retornos você já sabe desde o começo quais serão e também, pós-fixados – atrelados a índices (como o Tesouro Selic) – e os títulos híbridos com valores atrelados à inflação somados a juros semestrais.

Apesar de ser um título do governo, o próprio governo não dá nenhuma garantia que ele será pago, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) não cobre os títulos da dívida. 

2. CDBs

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) são aplicações em títulos dos bancos. As instituições financeiras, assim como o governo faz com os títulos da dívida, levantam dinheiro por meio desse instrumento.

Qual o rendimento da renda fixa com o CDB? O rendimento do CDB vai depender de cada banco. Geralmente, os bancos maiores têm títulos pagando pouco, enquanto em bancos como Inter, Neon e NuBank, eles podem render até 100% ou mais do CDI.

Os CDBs são cobertos pelo FGC em até R$250 mil por investidor. Entretanto, você paga Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva pelo tempo de aplicação.

3. Poupança

A poupança é um dos piores investimentos em renda fixa e mesmo assim é o mais usado pelos brasileiros. Talvez, devido praticidade e a falta de opções nos grandes bancos a poupança ainda é muito usada. 

Qual o rendimento da renda fixa com a poupança? O rendimento é calculado pela soma de 0,5% ao mês, mais a variação da Taxa Referencial (TR) se a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano. Já, se ela estiver abaixo, a rentabilidade será de 70% da Selic contando com a variação da TR.

Além disso, a rentabilidade só é adicionada à conta uma vez por mês, a famosa “data de aniversário”. Contudo, ela é assegurada pelo FGC em até R$250 mil em caso de dissolução do banco, apresentando então a mesma garantia de um CDB, por exemplo.

4. Debêntures

São títulos emitidos por empresas para levantar dinheiro, assim como os CDBs dos bancos e os Títulos de Dívida do governo.

Geralmente, as debêntures são títulos de longa duração. Isso acontece porque normalmente os valores são levantados para construção de grandes projetos ou expansão da empresa. O rendimento desse tipo de investimento pode variar dependendo da empresa. Existem títulos pós-fixado, híbridos e pré-fixados com prazos diversos.

Não há cobertura pelo FGC das debêntures. Também é cobrado Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva, a não ser em caso em títulos que envolvam obras isentas pelo governo federal.

5. Empréstimos de Criptomoedas

Assim como as debêntures ajudam as empresas a levantarem dinheiro, as criptomoedas seguem o mesmo passo, mas com as pessoas e mineradoras de bitcoin.

Muitas vezes, um investidor ou minerador de bitcoin não quer se desfazer de suas criptomoedas. Contudo, ele precisa de dinheiro fiat (real, dólar ou euro) para pagar contas ou fazer um investimento rápido. O que fazer? Ele utiliza o bitcoin como garantia e promete pagar uma pequena taxa de juros para quem emprestou. Dessa forma, se ele não pagar a dívida os bitcoins são liquidados.

Como resultado, o risco de perder o investimento em empréstimos de criptomoedas é baixo. Os riscos são inerentes às plataformas de empréstimos (hacks e bugs por exemplo). Claro, é uma modalidade pouco regulamentada, mas que está crescendo em conjunto com as próprias criptomoedas.

Saiba mais sobre essa modalidade com o vídeo abaixo da Mercurius Crypto:

Quanto rende a renda fixa?

O rendimento da renda fixa vai depender de qual produto e quais os riscos você quer tomar. Quanto maior risco e tempo investido maiores serão os retornos.

Devido a grande quantidade de produtos, há sites especializados em calcular as melhores taxas de rendimento de cada produto de renda fixa. Veja alguns:

Esses aplicativos vão te ajudar a escolher os melhores títulos e rendimentos. Assim você pode compará-los com aqueles oferecidos pelo seu banco.

Como investir em Renda Fixa?

O investimento em Renda Fixa pode ser feito através de bancos, corretoras ou outras plataformas de investimento. 

Já para quem quiser ter renda fixa por meio de empréstimos de criptomoedas, é preciso comprar criptoativos em exchanges como a Foxbit e fazer transferência para plataformas como a Nexo.

Pesquise as taxas antes de começar o investimento em renda fixa, é muito importante descobrir qual é o melhor local para comprar antes de aplicar o seu dinheiro.

Esperamos que esse post tenha te ajudado a conhecer mais sobre esse universo da renda fixa. Quer conhecer mais? O pessoal do Cointimes fez um podcast completo sobre o tema, entrevistando especialistas nesse tipo de investimento:

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O mercado está muito otimista – Mercurius Report #11

O mercado de criptomoedas está apresentando grandes movimentações, com uma visão extremamente positiva.

Esses movimentos estão muito ligados ao grande crescimento das DeFi,
e do excelente momento que o BTC está vivendo, superando os 12.000 USD em
diversas Exchanges (além de estar muito próximo de atingir sua alta histórica
no Brasil).

O MERCADO ESTÁ GANANCIOSO E MUITO OTIMISTA!

O Bitcoin se manteve estável essa semana, com uma pequena valorização nos últimos sete dias (de cerca de 0,9%). Entretanto, o mercado permanece em estado de ganância extrema, o que mostra uma confiança irracional no ativo nesse momento, que ainda não definiu sua próxima tendência de mercado.

Muito cuidado com o positivismo que está acontecendo no
mercado de criptoativos. É muito importante entender os fundamentos que estão
por trás da rede. Esse entendimento também te protegerá de momentos de
altíssima especulação.

CUIDADO COM O HYPE

YAM Finance, um protocolo DeFi lançado na terça (que em poucos dias
havia acumulado mais de 60 milhões de dólares de valor de mercado), era
considerado uma das principais promessas em termos de DeFi, mas perdeu
99% do seu valor
de mercado em menos de um dia.

Essa perda se deu por conta de uma falha em seu sistema, o
que deixou milhares de investidores no prejuízo. Nosso recado: cuidado com o
Hype das DeFi, ainda estamos observando um mercado novo e em desenvolvimento.

Isso vale para qualquer outro criptoativo, em especial os mais
recentes. Nosso mercado ainda é experimental de certa forma, e é importante
entender as suas limitações no curto prazo.

A ETH está sofrendo bastante com as altas taxas de transação na rede, graças ao boom das DeFi e das stablecoins, evidenciando a grande demanda pela Blockchain da Ethereum bem como sua falta de escalabilidade, no curto prazo, para suportar o uso intenso de sua rede.

O BITCOIN EM CONSTANTE QUEDA

Calma, o Bitcoin não está caindo em relação ao preço, mas em relação
à sua dominância frente ao mercado, devido ao grande Hype das DeFi e altcoins.

Enquanto o BTC se comportou de forma lateralizada nessas últimas
semanas, ETH e XRP apresentaram ganhos de 8% e 4%,
respectivamente, e reduziram a dominância de mercado do BTC abaixo dos
59%, o menor valor dos últimos 12 meses.

A PERGUNTA DE 12 MIL DOLÁRES

Com toda essa situação, apenas uma dúvida permanece: o que irá
acontecer com o mercado?

Para você chegar nessa resposta, conte com o Mercurius Report #11 para te ajudar.

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Ethereum 2.0 – O que é? Quando será lançada e como comprar?

O Ethereum 2.0 será uma reestruturação da maior plataforma de contratos inteligentes do mundo, o Ethereum. Muitas mudanças serão feitas e algumas podem te ajudar a rentabilizar o Ethereum que você tem parado.

Quais são os pontos positivos e negativos do Ethereum 2.0? Quais as mudanças? E o roadmap? Vamos falar sobre tudo isso e esclarecer as principais dúvidas.

Tudo sobre o Ethereum 2.0:

  • O que é o Ethereum 2.0?
  • Quais as diferenças entre o Ethereum e o Ethereum 2.0?
  • Quando será lançado o Ethereum 2.0? E o roadmap?
  • Como comprar o Ethereum 2.0? E o que esperar?

O que é o Ethereum 2.0?

O Ethereum 2.0 é a próxima grande atualização de protocolo que está sendo desenvolvida para melhorar o uso da rede, trazendo mais escalabilidade e facilidade de desenvolvimento.

Quais as diferenças entre o Ethereum e o Ethereum 2.0?

As diferenças entre o Ethereum e o Ethereum 2.0 são muitas, dentre elas temos:

  • Mudança do algoritmo de consenso; 
  • Remodelação da estrutura da rede;
  • Modificação da política monetária.

Vamos falar detalhadamente sobre cada uma, então acompanha a gente até o final para tirar todas suas dúvidas.

Mudança no consenso da rede:

A primeira e maior mudança vista pelos usuários será na forma com que o Ethereum valida os blocos no blockchain. 

Atualmente, os blocos do Ethereum são mineradoras por Prova-de-Trabalho (PoW), ou seja, é necessário grande poder computacional para incluir blocos na rede. Com a atualização do Ethereum 2.0 completa, a situação mudará e os blocos serão validados por “Prova de Quantidade” (PoS), bastando que o usuário tenha a quantidade de 32 ETH e habilidades técnicas para montar um servidor que ajude a rede.

Remodelação da rede

Em vez da ideia de ser um computador único descentralizado para o mundo, o Ethereum terá uma estrutura de diversos “mini-computadores” integrados em uma rede principal. A rede será separada em shards. 

Mas o que é o sharding?

É o termo que descende da ciência da computação e significa o particionamento de um banco de dados em múltiplas máquinas. Quando se trata de blockchain, em termos simples, o sharding significa fracionar a rede de uma criptomoeda em vários blockchains interligados.

Modificação na política monetária:

A política monetária do Ethereum também mudará completamente. Nas primeiras fases do Ethereum 2.0 teremos duas redes separadas gerando recompensas tanto para quem minera via Prova de Trabalho, quanto para quem valida os blocos via Prova de Quantidade.

Isso significa que teremos os mesmos 2 Ethers por bloco na mineração, somados a uma quantidade variável de Ether gerado na cadeia com PoS. Isso ocorrerá até o Ethereum comum se integrar no Ethereum 2.0 (veja mais abaixo sobre as fases do upgrade).

A tabela a seguir mostra a quantidade de Ether que será criada na cadeia de PoS. Os valores são determinados de acordo com a quantidade de validadores, a ideia é que haja incentivo suficiente para que os usuários migrem para a nova versão.

Quando será lançado o Ethereum 2.0? E o roadmap?

Desde o lançamento do Ethereum em 2015 já é discutido uma atualização do protocolo que pudesse aumentar a capacidade de transações na rede.

Frontie, Homestead e Metropolis foram as primeiras épocas e atualizações do ETH, agora entraremos na Serenity com o Ethereum 2.0.

A Serenity será dividida em sub-atualizações que explicaremos em detalhe nos próximos tópicos.

Fase 0 da Serenity: A vinda dos validadores

Implementará a “Beacon Chain” que terá a Prova de Quantidade (Proof of Stake) e permitirá transacionar o ether da cadeia antiga para a nova.

Inicialmente, o Ethereum 2.0 será lançado sem a possibilidade de enviar transações, criar smart contracts ou até mesmo guardar dados dos usuários. Simplesmente será uma cadeia de testes para validar e coordenar o funcionamento dos validadores.

As transações continuarão acontecendo normalmente no “Ethereum 1.0” e não será permitido o envio de ether de volta ao Ethereum assim que ele for transferido para a beacon chain.

Fase 1: O esperado sharding

Desde que a beacon chain esteja funcionando perfeitamente, teremos o lançamento da funcionalidade principal de escalabilidade, o sharding.

Cada um desses blockchains será um shard, inicialmente teremos 64 deles, com a possibilidade de ampliação futura. A beacon chain servirá como uma ponte entre os shards. Nessa fase, os usuários só poderão transacionar ether sem contatos inteligentes.

Fase 1,5 e 2: O retorno dos aplicativos descentralizados (Dapps)

Na fase 1,5 teremos a integração do Ethereum com o Ethereum 2.0, ele será um dos 64 shards. É na fase 1,5 que será declarado o fim da Prova de Trabalho e o gráfico de Ether gerado ficará dessa forma:

Já na frase 2 teremos a entrada de Dapps para todos os shards, isso significa que os smart contracts serão habilitados novamente.

Novas linguagens de programação, além da Solidity, serão adicionadas ao desenvolvimento dos Dapps.

Fase 3: Os retoques finais

Essa é a fase menos definida do novo Ethereum. De acordo com Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, essa será a hora de adicionar novas funcionalidades como mais shards, ZK- Starks (para melhorar a privacidade da rede) e outras tecnologias que ainda estão sendo desenvolvidas.

Quanto tempo até a finalização do Ethereum 2.0?

Segundo Buterin, o desenvolvimento deste roadmap poderá durar de 5 a 10 anos para ser completamente concluído. Espera-se que cada fase dure entre 6 e 8 meses, contudo, o time de desenvolvimento da criptomoeda ficou famoso por atrasar prazos nos últimos anos.

Onde comprar o Ethereum 2.0? 

A ideia de ter duas redes separadas e com diferentes tokens pode resultar na diferença de preço do Ether travado no Ethereum 2.0 do Ether na cadeia de PoW. Por isso, podemos esperar até mesmo o surgimento de mercados negociando títulos de Ether na cadeia 2.0 por Ether na cadeia principal.

Agora, se você quiser virar um validador no Ethereum 2.0, precisará de 32 Ethers travados na nova cadeia. 

O futuro do Ethereum

Apesar dos avanços, é importante notar que muitos dos pontos da atualização ainda não foram decididos. Por exemplo, não sabemos como ocorrerá a transmissão entre shards e como ocorrerá a inclusão do Ethereum 1.0 no Ethereum 2.0.

Será uma jornada longa e arriscada, é a primeira vez que um projeto dessa envergadura adotará uma mudança tão radical de estrutura no espaço das criptomoedas. O risco é enorme de algo dar errado, assim como as recompensas deverão ser grandes se tudo ocorrer bem.

Mas lembre-se: “nunca invista mais do que você pode perder” e esteja ciente que o Ethereum 2.0 é um grande experimento envolvendo novas tecnologias, dezenas de desenvolvedores e empresas.

Esse é um guia inicial para o Ethereum 2.0, quem quiser se aprofundar pode verificar as fontes usadas para criação do artigo:

https://consensys.net/blog/blockchain-explained/the-roadmap-to-serenity-2/

https://docs.ethhub.io/ethereum-roadmap/ethereum-2.0/eth-2.0-economics/

ETHEREUM 2.0: HOW IT WORKSAND WHY IT MATTERS by Coindesk

https://medium.com/nearprotocol/the-authoritative-guide-to-blockchain-sharding-part-1-1b53ed31e060

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Você está animado como BTC? – Mercurius Report #10

Se você está animado com o Bitcoin, é bom ter um pouco de cuidado, o mercado está muito ganancioso.

Um dos indicadores que nós mais observamos no mercado é o índice
de medo e ganância.
Em especial, quando o sentimento do mercado apresenta
uma grande alteração e, efetivamente, foi o que ocorreu.

O índice atingiu a ganância extrema, apontando que os investidores de criptomoedas estão começando a investir de forma irracional no Bitcoin. O que é uma excelente oportunidade para grandes players realizarem seus lucros, dado que o BTC valorizou 30% nos últimos trinta dias.

Medo e ganância do
mercado

Caso você esteja muito animado com o mercado, tome cuidado.
Você pode ser surpreendido com uma retração do Bitcoin, visto que, dentro
do horizonte semanal, é muito plausível vermos uma retração no BTC.

Precisamos ficar atentos, pois nem sempre a indicação de sobrecompra
no
estocástico
leva à desvalorização repentina. Por exemplo, em 2019 tivemos uma subida de
preço acentuada mesmo com o estocástico a níveis altos.

Volume
Semanal

BTC/USD (coinbase)
| Visualização semanal

Outro fato interessante de ser observado é o volume
crescente
do Bitcoin no gráfico semanal.

Volume de trading
na Coinbase (7 dias)

Como o volume semanal cresceu de forma consistente, se ele
se estabilizar, isso finalmente reduz o risco de manipulação de mercado.

Com a diminuição desse risco, os indicadores técnicos e
fundamentalistas tendem a ter mais efetividade e o mercado tende a se comportar
de uma forma menos volátil.

Podemos ter uma visualização mais positiva em relação ao
Bitcoin, visto que, no horizonte mensal, a tendência é de alta.

BTC/USD (coinbase)
| Visualização mensal

Enfrentamos somente duas objeções para uma subida e
consolidação na região dos 15000 USD: a resistência de momento dos 12000 USD,
e os volumes decrescentes desde 2018.

Caso tenhamos uma subida sem volume, ou formemos topo na
resistência, podemos acumular perdas dentro do canal de alta.

Vale lembrar que o fundo do canal está na faixa dos 7000
USD.

Quer saber mais sobre essa perspectiva?

Então baixe nosso report semanal!

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Não existe apenas Bitcoin – Mercurius Report Julho

O mercado de criptomoedas não é só pagamentos

O mercado de criptomoedas possui 83% do seu MarketCap em ativos que possuem a finalidade de serem meios de pagamento (BTC,BCH,XRP e outros).

Apenas 17% desse Marketcap abrange outras necessidades, tais como smart contracts, protocolos de Lending e DEX (exchanges descentralizadas).

Como você sabe, não são apenas os meios de pagamento que necessitam de descentralização. 

Existem diversos outros setores em que a tecnologia

Blockchain poderia agregar e muito. Então, você que é amante da liberdade assim como eu, também deve pensar que a revolução do Bitcoin deveria se estender para mais setores, certo? 

Se a resposta for sim, tenho certeza que a Ethereum terá muito valor para você, nesse report mensal eu irei te explicar o motivo, até por que, se a humanidade procura por grandes soluções envolvendo a descentralização, não faz sentido 83% do valor do mercado de criptomoedas estar concentrado apenas em soluções de meios de pagamento.

Ethereum chegando forte

Atualmente, a Ethereum possui cerca de 43 bilhões de dólares de MarketCap e se valorizou quase 200% desde o início de 2020.

Esse crescimento repentino fez com que os investidores apresentassem o seguinte questionamento: “por que a Ethereum se valorizou tanto em 2020?”.

A resposta está relacionada com algo que você está vivendo agora: COVID-19.

Sim, provavelmente a Ethereum foi um dos ativos que mais se beneficiou pela pandemia. A crise global criou a necessidade por dois grandes segmentos no mercado de criptoativos: stablecoins (devido à busca por liquidez do mercado) e crédito (causando o Boom das defis). E você sabe onde se concentram as principais aplicações nesses dois segmentos?

Na Blockchain da Ethereum.

O Marketcap das duas maiores stablecoins da atualidade (USDT e USDC) era de menos de 1 bilhão de dólares há um ano atrás.

Como o COVID-19, esse valor cresceu mais de 600% chegando a 7 bilhões de dólares atualmente.

Relatório mensal completo

O assunto não para por aí, quer ler tudo na íntegra? Você pode baixar o relatório completo no link abaixo e entender melhor esse novo momento das criptomoedas em meio a pandemia.

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Bitcoin em busca dos R$76.000 e tem 71% de chegar lá!

Esses últimos dias estão sendo ótimo para quem está comprado no Bitcoin. A criptomoeda acordou e voltou a valorizar do jeito que a gente gosta de ver.

Com a capitalização de USD 216 Bilhões e uma dominância de 60% frente às outras criptomoedas, desde o dia 22 de julho o Bitcoin entrou em uma nova corrida e valorizou 32% em 16 dias. 

Mas o que tudo indica, ele não para por aí.

Foxbit Convida Bo Williams #25

Em nossa live semanal, que acontece ao vivo no nosso Youtube com o Mestre Phicube Bo Williams nas segundas e quintas, ele analisou o preço do Bitcoin e trouxe ótimas notícias do ponto de vista técnico da análise.

De acordo com Bo, nesse momento estamos em uma Onda 3 dessa valorização. 

Explicando um pouco as ondas:

  • A primeira onda começou dia 12 de março com uma mudança de direção para uma nova tendência.
  • A segunda começou dia 9 de maio e foi até 18 de junho, quando ela começou uma correção e testou o suporte nos R$46.260.
  • A terceira, a que estamos agora, começou no dia 19 de junho e vai testar um novo topo.

Com o método PhiCube, Bo apontou que o preço está se mantendo em cima da linha dourada, que traz um indicativo muito forte para análise de uma tendência de alta. 

Próximos alvos do Bitcoin de acordo com o Phicube

Os alvos da “Onda 3” são proporcionais a “Onda 1” e de acordo com a análise, os próximos alvos são ótimas expectativas.

  • Primeira linha aponta para os R$76.100,34.
  • Segunda linha R$84.328,72
  • Terceira linha R$ 94.787,21
  • Quarta linha R$108.091,03

A primeira linha vai ser uma grande decisão para o preço do Bitcoin e de acordo com o Bo,  tem 71% de chance de chegar nessa primeira linha.

Um belo momento não é mesmo? 

Veja a LIVE completa abaixo e não deixe de acompanhar as próximas. As lives acontecem toda segunda e quinta-feira, às 16h, no Youtube da Foxbit.

Vamos acompanhando e trazendo mais informações toda semana com as lives junto com o Bo!

Disclaimer: Isso não é uma indicação de compra e os resultados podem variar de pessoa a pessoa.

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O Bitcoin voltou ao normal – Mercurius Report #09

Brincadeiras à parte, o Bitcoin voltou a se comportar da
forma que ele sempre se apresentou historicamente, com muita volatilidade.

Tal movimento era algo que há quase dois meses não era
observado. Entretanto, após sair da região dos 9.500 USD e atingir quase 12.000
USD em cerca de uma semana, o ativo teve uma queda de quase 1.000 USD em apenas
um único dia.

Toda essa movimentação fez com que o mercado ficasse
extremamente otimista, saindo da zona de neutralidade (que estava há
quase duas semanas), e atingindo índices de ganância extrema, o que é um
péssimo indicativo para o ativo no curto prazo, dado que, historicamente, em
momentos e ganância extrema do mercado, sempre existe uma tendência de duras
correções no preço do ativo.

Tal movimento não vai de acordo com a visualização semanal
do Bitcoin (na perspectiva de análise técnica), com o preço do ativo formando
um fundo na faixa entre 9212,87 e 9005 USD.

O movimento se assemelha com o que vimos em janeiro de 2018,
julho de 2019 e agosto de 2019, que pressupõe formação de topo na região
dos 11.500 USD, podendo atingir até os 12.000 USD.

Mas temos um sinal vermelho para o Bitcoin, ou talvez
um sinal verde para as demais criptomoedas do mercado. Apesar da subida no
gráfico semanal de 25%, a dominância do BTC em relação aos outros criptoativos caiu
5,36%
. O que infere uma menor utilização do Bitcoin se comparado a outras
moedas, inferindo em uma desvalorização.

Porém é necessário considerar, por outro lado, que a
utilização de Stablecoins tem crescido bastante recentemente, e talvez a queda
na dominância se deva não à menor utilização do Bitcoin, mas ao crescimento
de outros ativos.

Ficou curioso para saber mais?

Então baixe o Report Mercurius Foxbit #09 e fique por
dentro de tudo que ocorreu no mercado. Ah, e caso queira receber conteúdos
diários sobre o mercado, entre para
o nosso telegram.

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O Bitcoin ultrapassa os 11.000 USD – Mercurius Report #08

Além do bitcoin, tem outra cripto que você deveria estar de olho.

Enquanto a tensão entre o EUA e a China voltou a existir,
com o fechamento de embaixadas chinesas e americanas e acusações de espionagem
de ambos os lados, o mercado das criptomoedas teve uma excelente semana
e passou a marca dos 300 bilhões de dólares em termos de MarketCap.

Parte dessa marca foi de responsabilidade do Bitcoin, que
teve um excelente final de semana e superou os 11.000 USD. Com isso, o
sentimento do mercado, que estava neutro há mais de 2 meses, mudou
completamente e os investidores estão começando a ficar gananciosos até
demais…

É muito importante lembrar que, apesar da grande valorização
do ativo, o volume do mercado permanece baixo (na média) e isso significa que
ainda há um risco real de manipulação e movimentações improváveis.

Isso tudo é reforçado pela análise técnica no longo prazo:

Houve a formação de um fundo na faixa entre 6424,02 e
3858 USD, segurando entre 10428 e 9445,83. O movimento se assemelha com o que
vimos em março de 2018. Ele pressupõe suporte de reversão entre 6928,5 e 6450.

O BTC está testando a LTB chave e o topo do canal de baixa
aumentando a probabilidade de descida. Além disso, há uma divergência de alta
entre os topos de janeiro e maio de 2020, pressupondo descida subsequente. Do
lado positivo, o volume de subida é crescente e o descida decrescente. O que
indica força para os touros.

Mas apesar de tudo isso, o destaque do mês, sem dúvidas, é a
Ethereum.

O ativo chegou a ultrapassar a faixa dos 370 USD (em algumas
corretoras) e registrou o seu maior preço em 2020 após o anúncio do início da
fase de testes da plataforma 2.0, que deve ter início em agosto desse ano.

Essa ação mostrou que o mercado está muito positivo com o
ativo que já estava sendo destacado tanto pelo crescimento das Defis quanto as
Stablecoins em sua Blockchain.

E foi o ativo que mais teve ênfase em nosso relatório
semanal.

Então se você que se atualizar do mercado e ainda saber tudo sobre a versão 2.0 do ETH, baixe o Report dessa semana no botão abaixo.

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