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Fundos cambiais ganham com crise em meio a fuga do capital estrangeiro

O ano de 2016 ajuda o investidor a entender a relação oposta entre a bolsa de valores e os fundos cambiais. Naquele ano, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff gerou otimismo no mercado com a formação de uma nova equipe econômica. A valorização acumulada do Ibovespa foi de 38,9%, a maior alta desde 2012.

No câmbio, o dólar caiu 17,7%, aos R$ 3,24, na primeira desvalorização da moeda estrangeira frente ao real desde 2010. Esse cenário resultou em perdas para os fundos cambiais: no ano do impeachment, entre os 38 maiores fundos dessa categoria abertos para cotistas, nenhum conseguiu rentabilidade positiva e as quedas variaram entre 15% e 20%.

Na atual crise econômica provocada pelo coronavírus, o comportamento é favorável aos fundos cambiais, que acumularam valorização média de 27,26% entre 2 de janeiro e 13 de abril – uma rentabilidade 33 vezes maior se comparada ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento exclusivo feito pela Magnetis Investimentos a pedido do E-Investidor.

De acordo com Marcelo Romero, diretor da Magnetis, a alta do dólar – e, consequentemente, dos fundos cambiais – no primeiro quadrimestre de 2020 foi motivada pela fuga de capital estrangeiro, que pressionou o real para baixo, e pela busca por ativos mais seguros para se proteger da crise, que é o caso de moedas fortes.

“Enquanto país emergente, temos a retirada de investimentos por conta da queda nos juros e aumento do risco-país, que provoca a desvalorização do real em comparação às outras moedas”, diz Romero. Em 2 de janeiro, o dólar estava cotado a R$ 4,02. Quatro meses depois, subiu 31%, para R$ 5,25.

Por isso, quem tinha fundos cambiais na carteira conseguiu reduzir as perdas na Bolsa. Enquanto o Ibovespa caía cerca de 36%, a rentabilidade dos fundos cambiais dava um salto quase na mesma proporção. Mas os especialistas alertam que é necessário cautela para entender as características desse produto antes de fazer a aplicação.

Como escolher. Em linhas gerais, os fundos cambiais investem, pelo menos, 80% da carteira em títulos atrelados a moedas estrangeiras fortes, principalmente o dólar. O objetivo é replicar o comportamento do câmbio: quando a moeda americana se valorizar, por exemplo, a rentabilidade desses fundos sobe – o mesmo acontece no movimento contrário.

A série histórica da rentabilidade média desse tipo de ativo reforça essa característica de reversão para um ponto de equilíbrio. Depois da queda em 2016 (-16,70%), houve uma pequena melhora em 2017 (3,73%), uma recuperação mais robusta em 2018 (18,68%), seguida de uma rentabilidade muito menor no ano passado (5,67%).

A volatilidade também tornaria esse tipo de fundo uma aplicação de risco, voltada para investidores com perfil moderado ou arrojado. “Da mesma forma que foi um bom investimento nos primeiro quatro meses do ano, ele pode ser uma péssima opção daqui para frente se a maré virar”, diz Emerson Marçal, coordenador do centro de macroeconomia aplicada da Fundação Getúlio Vargas.

Segundo Marçal, é difícil prever o comportamento do câmbio, principalmente em um momento de crise. Já para André Fernandes, head de produtos da Ágora Investimentos, a expectativa é a de queda do dólar, o que tornaria complicado para os fundos cambiais continuar entregando essa rentabilidade tão elevada até o fim de 2020. “Só se a crise continuar muito profunda e o real seguir se desvalorizando, mas não enxergamos isso”, afirma Fernandes.

O ponto fora da curva entre os fundos cambiais é o Trend Short Dólar FI Cambial, da XP Investimentos, que foi criado em dezembro de 2018 com o objetivo de capturar o então movimento positivo do mercado e apostar na queda da moeda americana e, consequentemente, na valorização do real e do Ibovespa.

Com a queda dos juros e o avanço da crise do coronavírus, a conjuntura se inverteu e o fundo foi o único, entre os 42 maiores fundos cambiais com dados disponíveis no quadrimestre, a registrar queda. E uma queda expressiva, de 22,13%.

Quando se trata de fundos cambiais, muitos esquecem a prerrogativa de que não se deve investir na alta. “As pessoas buscam esse investimento quando o dólar já está em um patamar elevado. Seria mais indicado ter investido antes desse pico”, diz Flávio Mattos, gerente executivo de fundos renda fixa e câmbio do Banco do Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Trabalhador que teve auxílio de R$ 600 negado poderá contestar análise

A Caixa Econômica informou que os trabalhadores informais que tiveram o pedido ao auxílio emergencial de R$ 600
negado poderão contestar a negativa, pedindo uma reanálise no aplicativo do banco. A plataforma foi atualizada para receber as solicitações.

Os trabalhadores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) poderão fazer um novo cadastramento. O banco disse que os processos em análise estão sendo atualizados com a respostas sobre a liberação ou não do dinheiro depois que a Dataprev analisou os pedidos e repassou as informações ao banco.

Segundo o vice-presidente de Varejo da Caixa, Paulo Henrique Ângelo, alguns problemas já foram detectados nas inscrições como: erros no cadastramento quando o trabalhador assinalou que era chefe de família, mas não inclui os membros, com informações sobre a data de nascimento e o CPF; ou incongruência e divergência de dados.

Ele destacou que algumas situações não permitirão o pagamento do auxílio, entre elas: o solicitante ter vínculo formal de emprego; ser servidor público; ou ter informado o CPF de uma pessoa já falecida.

“Além disso, o máximo de beneficiários por família é de dois membros, mesmo que o núcleo familiar seja formado por dez pessoas e todas sejam elegíveis. Só duas no máximo poderão receber”, informou o vice-presidente.

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Itaú permite prazo de pagamento de empréstimos em até seis anos

O Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira, 22, que criou um plano de suporte financeiro para clientes pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, desde meados de abril, os clientes adimplentes têm sido contatados para viabilizar a prorrogação de parcelas de empréstimos e financiamentos em até 120 dias no caso de pessoas físicas e em até 180 dias para pequenas e médias empresas. 

No caso dos empréstimos, os prazos de pagamento poderão ser alongados em até seis anos para clientes pessoas físicas e até cinco anos para PMEs. O prolongamento permite a redução das parcelas mensais com a mesma taxa de juros. 

Para clientes pessoa física, a prorrogação dos contratos está disponível para as linhas de empréstimo pessoal, cheque especial, crédito imobiliário, cartões de crédito e financiamento de veículos. 

No caso de pequenas e médias empresas, há a possibilidade de alongamento de prazo e carência de capital de giro, parcelamento das linhas de cheque especial e conta garantida. 

As condições são válidas para clientes que estiverem em dia e, durante o período, será mantida a mesma taxa de juros contratada, sem a cobrança de multa ou tarifas adicionais. Para as pessoas e empresas em atraso, o banco também preparou condições especiais e para renegociação de dívidas.

 Prorrogação de 60 dias

O Itaú informou ainda que mais de 600 mil contratos de clientes pessoa física e jurídica do banco  foram prorrogados pelos período de 60 dia, desde o anúncio de medidas de apoio pontuais, em meados de março. 

As novas condições do Pacote de Saúde Financeira já estão disponíveis tanto para clientes que ainda não solicitaram essa prorrogação, quanto para aqueles que já postergaram suas parcelas por dois meses e agora podem aumentar o período de carência. 

O processo pode ser feito por meio dos canais digitais, inclusive conversar com o gerente, evitando assim o descolamento até a agência física a fim de manter o distanciamento social indicado pelos órgãos competentes.

Todas as informações e condições sobre esse novo pacote de soluções estão disponíveis neste endereço https://www.itau.com.br/emprestimos-financiamentos.

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Sem risco inflacionário e com fiscal “comprometido”, economistas defendem juro baixo prolongado

Businessman using tape measure to measure the height of the percentage symbol

SÃO PAULO – A perspectiva de manutenção da taxa Selic em patamares baixos por maior período de tempo como estímulo à retomada da atividade vem ganhando cada vez mais adeptos no mercado. Economistas têm defendido que o Banco Central (BC) adote uma postura mais agressiva na condução da política monetária, sem se preocupar no momento com as implicações que a medida poderia ter na inflação, em meio a um novo cenário recessivo por conta da epidemia do coronavírus.

No relatório Focus, divulgado semanalmente pelo BC, a projeção para a taxa básica de juros ao fim de 2021 está em trajetória de queda há três semanas e se situa atualmente no patamar de 4,5% ao ano, ante uma expectativa de 5,25% há um mês.

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Para 2020, o Focus aponta a Selic em 3,25% ao fim do ano, com a perspectiva de mais um corte de meio ponto em maio.

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Na avaliação de instituições que defendem a Selic mais baixa por um período prolongado, como UBS, Garde e Mauá, o espaço fiscal do governo para combater a crise já está muito próximo do limite, restando o afrouxamento monetário como principal alternativa para suavizar o baque do coronavírus.

Para Rodrigo Azevedo, gestor da Ibiuna Investimentos e ex-diretor de política monetária do BC, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de maio, a tendência é termos um novo corte dos juros em 0,50 ponto percentual, renovando a mínima histórica para 3,25%.

E não deve parar por ai. “Vejo a Selic entre 2,5% a 3%”, disse Azevedo durante live do InfoMoney e da VRB, acrescentando que o patamar reduzido deve permanecer por muito tempo.

Segundo Azevedo, em um cenário em que o BC está para afrouxar ainda mais a política monetária, existe no momento certa distorção no mercado de juros futuros. “As apostas feitas pelos agentes na curva [de juros futuros] indica que o BC irá aumentar a taxa em cerca de 2,5 ponto percentual a partir de janeiro de 2021”, afirmou o gestor da Ibiuba. “Há um excesso de prêmio com a curva nesses patamares, o que indica uma oportunidade de curto prazo no mercado de juros.”

Desarranjo fiscal

Para Tony Volpon, economista-chefe do UBS no Brasil, as incertezas nos planos fiscal e político do Brasil no próximo ano dão respaldo para a expectativa de maior prêmio de risco em 2021.

Uma das dúvidas recai sobre um descontrole do endividamento. “A dívida deve subir em 10% do PIB neste ano, gasto que considero aceitável dado o quadro, mas o que acontece depois disso? Vai adicionar mais 10%, vamos ver uma trajetória de queda ou voltaremos a ter reformas?”, questiona.

A expectativa do UBS é de que a Selic caia para 3% ao ano em 2020 e se mantenha neste patamar ao longo do próximo ano para estimular a atividade, com uma inflação comportada, de 2,5%.

Em linha com Volpon, o economista-chefe da Garde, Daniel Weeks, enxerga na condução da política fiscal do país um dos maiores riscos no mercado no momento.

“Não existe espaço para nenhum tipo de motor fiscal para o ano que vem, uma vez que vamos chegar a uma relação dívida/PIB próxima de 90%”, diz Weeks, que também demonstra preocupação com a saída de Rodrigo Maia da presidência da Câmara a partir de 2021. “Por isso, vejo a queda dos juros como a única opção que resta para acelerar a economia”.

Autoridade questionada

A Garde prevê dois cortes da Selic em meio ponto percentual nas próximas reuniões do Copom, renovando a mínima para 2,75% ao ano.

“Há, contudo, uma probabilidade razoável de o BC ter de levar a Selic para mais perto de 2%”, diz Weeks, que não vê razões para a autoridade monetária manter o tom de cautela em seus discursos. “A realidade acabará se impondo e o BC certamente irá agir”, diz o economista, que defende a redução da taxa de juros para afrouxar minimamente as condições financeiras das empresas.

Alexandre Ázara, economista-chefe da Mauá, tem um raciocínio parecido. “Há um falso dilema de que os juros não podem cair porque o câmbio vai subir e pressionar a inflação”, afirma.

Os bancos centrais em diversos países estão zerando suas taxas para estimular a atividade, e aqui não teria por que ser muito diferente dado o tamanho do problema, diz Ázara. Ele prevê, entretanto, que a autoridade monetária acabe optando por uma estratégia mais conservadora.

“Acredito que o BC vai cortar mais 0,75 ponto percentual em maio, mas entendo que deveria ser muito mais”, complementa o especialista. “Tem que cair porque nunca vimos uma recessão desse tamanho, não em termos de duração, mas de intensidade.”

Segundo Rodrigo Mello, economista-chefe da Absolute, para que a meta de inflação em 2021 (3,75%) seja atingida após uma contração da ordem de 5% da atividade econômica, o Banco Central deveria levar a taxa básica de juros para um patamar “muito abaixo” de 2,5% ao ano.

Mas por conta de um receio da dinâmica das condições financeiras, Mello diz acreditar que o BC será mais conservador. “Eles vão testar. Achamos que, dada a incerteza, o BC não será tão agressivo e pare em 2,5% [em 2020].”

Falta de visibilidade

Um pouco mais cautelosa, a Claritas prevê, por ora, somente mais um corte de meio ponto percentual da Selic em maio. “Concordamos com o gradualismo que o BC tem adotado na condução da política monetária, já que o instrumento da Selic não pode ser enxergado de maneira isolada diante do grau de incerteza do cenário”, diz Marcela Rocha, economista-chefe da gestora.

Ainda não há como saber com clareza qual será o ritmo do fluxo de saída de capital de emergentes e seu impacto potencial no câmbio, o que impede uma postura mais assertiva neste momento, diz a economista, em defesa do tom moderado do BC em suas comunicações com o mercado. “Essa postura não significa que o BC não reconhece a importância da Selic, mas, sim, que a autoridade monetária busca ganhar algum tempo para entender as consequências da crise.”

Fora do consenso

Se toda unanimidade é de fato burra como dizia Nelson Rodrigues, nem todos são a favor da redução dos juros para enfrentar a crise. É o caso da SPX, gestora de Rogério Xavier.

De olho na fuga de capitais das economias emergentes, a asset não considera recomendáveis cortes adicionais da taxa Selic, apesar de reconhecer que o cenário é “claramente desinflacionário”. Baratear ainda mais o custo do dinheiro poderia trazer mais pressão para a moeda americana, gerando turbulências e possível desancoragem das expectativas de inflação, alerta a SPX.

“O choque atinge o país em situação fiscal e política frágeis. O estoque de dívida bruta pode terminar o ano acima de 90% do PIB. O Banco Central tem um cenário complexo à frente. De um lado, além da recessão, o cenário de inflação é benigno. Do outro, a piora fiscal, a fuga de capitais e a deterioração da curva longa imprimem aperto nas condições financeiras que cortes na Selic podem magnificar. O momento é de cautela”, destacou a gestora, em carta aos cotistas do multimercado SPX Nimitz referente a março.

De volta aos anos 80

Dado o ineditismo da crise, os economistas reconhecem dificuldades para fazer projeções, o que torna os cenários traçados bastante dissonantes. No UBS, considerando um cenário otimista, que englobaria uma reabertura da economia de maneira organizada, minimizando os danos da pandemia, o PIB teria uma retração de 2% neste ano.

No entanto, se fosse considerada uma contração da atividade na casa dos 8% em 2020, a situação fiscal ficaria insustentável, afirma Volpon. Neste cenário, diz, o Banco Central estaria enfrentando um domínio fiscal dos juros e a taxa Selic teria que pagar um prêmio.

“Se o BC é forçado pelo mercado a adicionar prêmio de risco, vira um estado de dominância fiscal e voltamos para os anos 80. Vai ter impacto na inflação, encurtamento da dívida e perdemos os ganhos do Plano Real”, afirma.

O grande debate que, segundo Volpon, deveria estar sendo feito, é sobre como e quando acontecerá a reabertura da economia, a velocidade e os setores prioritários, como anunciado em países como Alemanha e Dinamarca.

As estimativas do UBS estão alinhadas às do Credit Suisse, que também vê a taxa básica de juros em 3% a partir de junho até meados de 2021.

“Revisamos nossa estimativa para o IPCA de 2,7% para 2,2%, dada a expectativa que a contração da demanda doméstica terá um impacto mais forte do setor de serviços, mais sensível aos ciclos econômicos”, afirmou o banco suíço em relatório, no qual apontou que a inflação benigna abre espaço para corte adicional de juros.

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Recado de Stuhlberger aos pessimistas com a Bolsa: quando houver melhor visibilidade, os preços serão outros

SÃO PAULO – A injeção sem precedentes de liquidez nas economias para suavizar o impacto da pandemia do coronavírus pode, no longo prazo, levar a uma perda no valor do dinheiro.

Para Luis Stuhlberger, gestor do Verde, um dos fundos multimercado mais longevos e rentáveis do país, é possível que, no futuro, o mundo viva um “grande plano Collor”.

De toda forma, para se proteger desse risco, o gestor acredita que a melhor estratégia seja construir um portfólio com ações de empresas de alta qualidade, com capacidade para atravessar crises e eventos disruptivos com maior resiliência que a média do mercado.

E atualmente, em meio à crise provocada pelo coronavírus, a Bolsa americana é uma boa alternativa.

O governo dos Estados Unidos irá injetar cerca de US$ 1,4 trilhão na economia no enfrentamento à pandemia, seja na compra de títulos corporativos pelo Federal Reserve (banco central do país) ou via auxílio direto para os desempregados.

“A escala dos estímulos é absolutamente sem precedentes”, afirmou o gestor numa live promovida pela XP Investimentos neste sábado (assista aqui).

O estímulo cavalar foi citado pelo gestor ao justificar seu otimismo com o desempenho do S&P 500. “A recuperação da economia americana nos períodos pós-crise em geral tem sempre sido melhor do que se imagina”, disse o gestor.

O próprio Stuhlberger reconheceu que, após ter se recuperado nas últimas semanas, o S&P 500 no nível atual, com uma queda acumulada no ano de aproximadamente 11%, pode já não parecer tão barato, especialmente em meio às incertezas que cercam a pandemia e as medidas de combate a ela.

“A questão é que, quando tivemos uma visibilidade melhor do cenário, os preços não serão esses.”

Durante sua apresentação, o gestor apresentou uma série de dados indicando que as empresas americanas foram as que registraram os maiores níveis de retomada após a crise de 2008 em comparação com companhias de outros países.

Para ele, não deve ser diferente dessa vez. “Uma transformação digital está sendo tremendamente acelerada por conta da crise, e isso passa pelas grandes empresas de tecnologia americanas”, afirmou.

Em relação ao dólar, o fundador da Verde afirmou que os modelos indicam que o patamar justo do câmbio seria algo ao redor de R$ 4,65.

A forte e veloz queda da Selic é o que, na avaliação de Stuhlberger, tem provocado o desequilíbrio atual.

Ações no Brasil

Segundo Luiz Parreiras, gestor dos fundos multimercado da Verde que também participou da live, a correção sofrida pelo mercado acionário brasileiro permitiu que a gestora comprasse a preços muito atraentes ações de empresas “de altíssima qualidade, que já passaram por inúmeras crises e vão passar por várias pela frente”.

Parreiras citou a Localiza como uma empresa que vinha sendo acompanhada há algum tempo pela casa, e que até então não estava no portfólio por estar cara, mas que agora passou a estar.

Também fazem parte da carteira de ações da asset companhias como Mercado Livre, Magazine Luiza, BR Distribuidora e Equatorial. Empresas do ramo de saúde como Intermédica, Hapvida e Sul América também constam na carteira do fundo.

“Diria que continuo otimista, porque, se não estivesse, teria menos posições na Bolsa local do que tenho”, disse Stuhlberger.

Parreiras afirmou ainda que a carteira de ações da Verde está menos defensiva do que já esteve até pouco tempo atrás. “As empresas podem perder lucro em seis meses ou um ano, mas o valor delas está no longo prazo.”

O problema fiscal do país, e como o governo e o Congresso vão lidar com ele passada a crise, além da falta de convergência entre os Poderes, foram citados por Stuhlberger durante sua fala sobre a Bolsa brasileira, sinalizando os principais riscos em seu radar para o mercado local.

Erros e lições na crise

Stuhlberger lembrou que, quando a crise do coronavírus chegou ao mercado brasileiro, logo depois do carnaval, pegou a Verde com uma carteira de investimentos otimista em relação ao Brasil, com cerca de 30% da carteira na Bolsa local.

“Não acho que estava errado”, afirmou. “A Bolsa não estava barata, mas havia expectativa de crescimento, fizemos reformas importantes, com inflação e juros baixos.”

A primeira leitura do time da asset em relação aos riscos trazidos pelo coronavírus se mostrou errada, reconheceu o gestor. A hipotética vantagem que o Brasil teria pelo clima tropical se mostrou bem menos eficiente do que os prognósticos apontavam inicialmente, assim como a própria velocidade e abrangência na propagação do vírus.

“Tendências econômicas são lentas, e de certa forma previsíveis”, afirmou o gestor, citando posicionamentos que se mostraram acertados da asset antes da eclosão de crises na virada dos anos 2000.

“Essa [crise do coronavírus] não era previsível, e assim como em 2008 entramos de forma errada, o que nos obrigou a uma introspecção para lidar com a adversidade.”

Ao encerrar sua apresentação, Stuhlberger procurou deixar uma mensagem positiva aos investidores. “Não há crise que nunca acabe”, afirmou o gestor, que acrescentou se sentir privilegiado por ter tido contato próximo com duas pessoas que se infectaram com o coronavírus e ter escapado ileso.

“A única coisa que destrói é a guerra”, disse ele. Questionado se não estamos em guerra, Stuhlberger afirmou que o mundo inteiro está unido em uma guerra contra o coronavírus, e não com países brigando entre si.

“Essa união me dá certo otimismo que isso vai acabar algum dia.”

O gestor disse também que não gostaria de estar na pele de governantes que precisam decidir entre priorizar a economia ou a saúde neste momento. “Trata-se literalmente de uma escolha de Sofia, são decisões duras, e não há lado certo ou errado.”

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Isolado em Durban, Mobius recomenda investimento em ações, apesar do risco de queda adicional dos mercados

SÃO PAULO – Para um gestor que passa grande parte do ano – se não a maior parcela dele – viajando pelo mundo para estar em contato direto com investidores dos mais diferentes mercados, o isolamento imposto pela crise do coronavírus tem levado a mudanças drásticas no estilo de vida.

Mark Mobius, que fundou a Mobius Capital Partners em 2018 após três décadas na Franklin Templeton, está sentindo de perto o efeito da quarentena. Após passagem pelo Brasil em fevereiro, onde marcou sua habitual presença nos festejos do carnaval, o executivo viajou para a Cidade do Cabo e, na sequência, para Durban, ambas na África do Sul, de onde não conseguiu mais sair.

Na última cidade desde o início de março, Mobius conversou por telefone com o InfoMoney e contou que está tentando diariamente encontrar um voo para Singapura, onde fica sua residência. Segundo o gestor, as ruas de Durban estão vazias e só é possível ir a farmácias e mercados para comprar alimentos. No hotel, os hóspedes não têm acesso à piscina e, assim como no Brasil, não é possível ir às praias.

Frustrado com a situação, Mobius não tem expectativa de conseguir sair do país pelo menos até terça-feira (21). Embora afirme que entenda as razões dos bloqueios impostos durante a epidemia de Covid-19, o gestor teceu críticas à política de isolamento, por conta do impacto sobre a economia e os efeitos especialmente sobre pequenas e médias empresas.

“Acho que não é bom para as empresas, mas claro que posso entender a razão. Acham que ajuda a interromper o contágio, mas o que acontece depois de três ou quatro semanas, qual o impacto no fim do dia? É para isso que devemos olhar.”

O gestor avalia que, embora as medidas governamentais implementadas até o momento tenham peso em termos de volume financeiro, não estão chegando na ponta. “Em outras palavras, em vez de dar empréstimos baratos, seria melhor gastar mais dinheiro em teste, levando as pessoas de volta ao trabalho com tratamento, melhor atendimento. Esta é a chave, especialmente para pessoas de menor renda”, defende.

Reviravolta?

Para Mobius, o mundo vive hoje o meio da crise e há possibilidade de nova reviravolta nos mercados. A eventualidade de novos sustos pelo caminho, contudo, não deve conter o ímpeto dos investidores de comprar ações baratas. “Ninguém sabe qual vai ser o piso. No fim do dia, é preciso aproveitar as oportunidades quando elas aparecem”, diz.

Mobius tem promovido algumas mudanças no portfólio desde o início da crise, com trocas de ações com teses que já não o entusiasmavam por papéis que estavam caros, de empresas bem avaliadas.

E o que tem seguido à risca pela gestora é aconselhado também para investidores.

“Compre ações agora das quais você goste e possa segurar por um longo período. E mantenha certo dinheiro em caixa, caso o mercado caia mais, para que possa voltar comprar.”

Mak Mobius, fundador da Mobius Capital

Um dos ativos no centro das atenções nesta crise, o ouro segue defendido por Mobius, que recomenda que as pessoas tenham ao menos 10% do patrimônio no metal.

Fleury na carteira

No Brasil, até a crise, a gestora já tinha as ações de Kroton e Lojas Americanas na carteira, e Mobius estava de olho nos papéis da Fleury, que agora também fazem parte do portfólio.

O país segue com o terceiro maior peso do portfólio, atrás de China e Índia. As mudanças em termos regionais também têm sido pontuais e graduais.

Há dois meses, as ações brasileiras respondiam por 18% da carteira da Mobius Capital, enquanto China concentrava cerca de 25% dos recursos e Índia, 20%. Mercados como os da Turquia, Polônia, Coreia e Taiwan também estavam nas preferências da gestora.

A queda dos preços do petróleo é tida como muito positiva para a maior parte dos mercados emergentes, foco dos fundos da Mobius Capital, especialmente para importadores como China e Índia, diz o fundador da gestora.

A Argentina, por sua vez, que estava nos planos de Mobius antes da derrocada dos mercados por conta do coronavírus, foi colocada em uma situação de maior alerta, dadas as incertezas neste novo contexto.

“Estamos esperando para ver qual vai ser o próximo passo para Argentina, acho que será mais difícil para o país. A boa notícia é que, como resultado dessa crise, talvez algumas das reformas necessárias sejam implementadas.”

Estruturada em 2018, a Mobius Capital tem dois fundos, com um deles sediado em Luxemburgo e ofertado a investidores no Brasil.

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Caixa libera pagamento dos R$ 600 para Bolsa Família com final 4

A Caixa inicia nesta quarta-feira, 22, o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 4. 

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo Bolsa Família, o Auxílio Emergencial será pago da mesma forma que o benefício do programa, em nome do responsável familiar. O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

Já segunda e a terceira parcela do pagamento do auxílio emergencial para esse grupo será em 21 de maio e 22 de junho, respectivamente. Veja o calendário de pagamento abaixo:

Primeira parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
16 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
17 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
27 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
28 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio estimado em R$ 24 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (22) um prêmio estimado em R$ 24 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.254 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Márcio Appel, da Adam: medo e pessimismo ajudam a “criar riqueza” no longo prazo

SÃO PAULO – O gestor Márcio Appel e os cotistas de seus fundos viveram dois anos de estranhamento. Em 2018 e 2019, os principais fundos da Adam, gestora fundada por ele em 2015, renderam menos que o CDI.

Enquanto a Bolsa bombava e concorrentes atraíam investidores entregando rendimentos invejáveis, Appel ia ficando para trás – assim como sua visão pessimista sobre o futuro dos mercados.

Até que veio a crise. E aí Appel descolou. Os fundos da Adam estão entre os que tiveram os melhores desempenhos em meio à pandemia do coronavírus.

O principal deles, o multimercado Adam Macro, rendeu 1% em março, auge do pânico nos mercados. No acumulado do ano, a rentabilidade está em 4%.

Como referência, o índice IHFA da Anbima, que é a média de uma cesta de fundos multimercados, caiu 6,24% em março e 7,19% no ano.

No primeiro episódio do podcast Outliers, Appel conta o que analisa ao tomar decisões de investimento e o que aprendeu ao passar por diferentes crises desde os anos 1990, quando começou a trabalhar no mercado financeiro.

Hoje, ele diz ter duas regras que “ajudam a criar riqueza por 30 anos”. Uma delas é acreditar que “as coisas sempre podem piorar muito”. A outra é ter medo quando acham que tudo está bem.

“Antes de uma crise, o mercado, normalmente, está espetacular. Mas o fato de os níveis de preço estarem especialmente altos torna o mercado frágil.”

Sabendo disso, afirma, “não é preciso acertar o motivo da crise” para ganhar dinheiro.

O episódio foi gravado antes da derrocada dos mercados provocada pela pandemia, e é interessante notar como ele já estava mais pessimista que a média.

Na conversa, Appel também conta como começou a carreira, comenta a captação recorde da Adam no início, fala sobre sua fama de arrogante e detalha o processo de investimento da gestora.

Apresentado por Samuel Ponsoni, analista de fundos da XP, o podcast Outliers vai trazer, a partir de agora, entrevistas com os principais mais renomados gestores de fundos do país.

Numa linguagem direta e acessível, os episódios vão mostrar como esses profissionais pensam, o que analisam antes de investir e quais foram seus grandes acertos e erros ao longo da carreira.

“Ouvindo mais sobre a história e os processos de investimento desses gestores, as pessoas terão mais subsídios para tomar melhores decisões sobre seu dinheiro”, diz Ponsoni.

É possível seguir e escutar os episódios de Outliers pelo Spotify, Deezer, Spreaker e demais agregadores de podcast.

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Aplicativos e central telefônica da Caixa ficam fora do ar

O aplicativo Caixa Tem, que permite acessar o auxílio de R$ 600 nas contas poupanças sociais, o app Caixa Habitação, único modo de pedir pausa do financiamento do imóvel, e a central telefônica da Caixa estão inoperantes nesta segunda-feira (20).

Os problemas começaram na sexta-feira (17), de acordo com depoimentos de clientes no site ReclameAqui.

Nesta segunda-feira o banco irá depositar a primeira parcela do auxílio emergencial para 4,2 milhões de trabalhadores via conta poupança social. Contudo, o valor só pode ser acessado pelo aplicativo, que não está funcionando.

No app Caixa Habitação, quem escolhe o botão para pausar o financiamento de imóveis por 90 dias é redirecionado para uma página que não completa o processo.

A central telefônica parece estar funcionando. Mas a cada momento que a opção de falar com um atendente é escolhida, após cerca de 8 minutos de espera a ligação é automaticamente desligada.

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Procurada, a Caixa não mandou um posicionamento até a publicação da reportagem, nem deu perspectiva de quando os problemas serão resolvidos.

Veja abaixo o depoimento de alguns clientes do banco no site Reclame Aqui:

Incompetência

“Meu auxílio foi aprovado dia 17 verificado as 08h50 da manhã… Desde então a aplicativo Caixa Tem não funciona, gera vários tipos de erros e até o momento não consegui ter acesso ao meu dinheiro… Também entro em contato por telefone mas a ligação é derrubada, ou espero e ninguém me atende”.

Caixa Tem

“Já baixei e desinstalei o Caixa Tem inúmeras vezes. Agora o sistema do aplicativo está informando que o site esta indisponível. Meu auxilio já foi liberado desde o dia 14 e até o momento, eu não consegui transferir o dinheiro para outra conta. Eu só consegui entra uma vez no aplicativo que foi no domingo passado. Já não sei o que fazer para obter ajuda”.

App Caixa Tem não funciona

“Como colocam para receber um auxílio emergencial por meio que não funciona ? Meu dinheiro está disponível mas não consigo transferir porque o app não carrega e está com erro. Se é emergencial deveriam regularizar isso  Entendo a demanda, mas desde o dia 15? Hoje é dia 20 e nada do app funcionar?”

Enganação

“Tem mais de três dias que tento entrar na Caixa tem, mas é impossível, Realmente para que isso ? Só para enganar o povo”.

Nenhum telefone é atendido

“Estou há mais de dois dias úteis tentando contato via telefone com as agências da Caixa Federal (Campo Bom, Novo Hamburgo e via 0800) sem êxito. Idependente do horário, nunca atendem. Sou grupo de risco e preciso informações sobre o saque do Seguro-Desemprego, data limite e melhor horário por questões de segurança. Mandei e-mail semana passada para vários endereços eletrônicos que tenho relacionados à Caixa, inclusive o da ouvidoria, e ninguém responde”.

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