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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 36 milhões

A Mega-Sena sorteia neste sábado (25) um prêmio estimado em R$ 36 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.255 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer loja lotérica credenciada pela Caixa em todo o país ou pela internet.

A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Metade dos fundos de shopping suspendeu remuneração aos cotistas

A flexibilização do distanciamento social permitiu que muitos brasileiros voltassem a circular pelos shoppings nessa semana. O regresso dos consumidores aos corredores de vitrines pode representar um alívio não apenas para o caixa dos lojistas, mas também para o dos fundos imobiliários (FIIs). Nas últimas semanas, 10 dos 20 FIIs que investem em shoppings anunciaram mudanças na remuneração dos cotistas. Em muitos casos, isso significa a suspensão da distribuição de rendimentos do fundo até que a situação seja normalizada.

“No primeiro momento, os fundos de shoppings devem ser os mais impactados”, disse Alessandro Vedrossi, sócio responsável pela área imobiliária da Valora Investimentos, que tem cerca de 600 milhões de reais em ativos imobiliários sob gestão, durante transmissão pela internet promovida pela Guide Investimentos. “Também me preocupa a possível renegociação de contratos de aluguel de escritórios, que potencialmente impactam fundos de tijolos, e de galpões. Vejo o mercado residencial como o último a ser impactado, mas que pode ter seus efeitos mais pulverizados ao longo do tempo”, acrescentou.

No ano, a trajetória do índice de fundos de investimento imobiliário (IFIX) – que agrupa 107 fundos negociados na bolsa – dá pistas de que os investidores levaram um grande susto com o avanço da pandemia do novo coronavírus, o que acabou penalizando o valor das cotas. O Ifix vinha sendo negociado com pequenas variações para cima e para baixo até o dia 10 de março, quando teve início uma queda abrupta. Em 18 de março, o indicador atingiu o patamar mais baixo do 2020, com uma retração acumulada de 57%. Desde então, pouco a pouco o índice tem recuperado a sua pontuação, apesar de ainda ser negociado com desconto de 19%.

Segundo Carlos Ferrari, sócio do escritório NFA Associados, especializado em todas as etapas do negócio imobiliário, o valor patrimonial dos shoppings (os ativos) dos fundos não caiu como o valor das cotas. “Mesmo que o fechamento das portas dure seis meses, esse período é imaterial frente aos 40 anos dos imóveis”, afirma. “Quando o valor patrimonial supera o valor de mercado, como no caso, vejo como oportunidade de investimento”, acrescenta.

Em janeiro, quando as cotas dos FIIs atingiram seu ponto mais alto, o valor de mercado dos fundos alcançou 107 bilhões de reais ante 90 bilhões de reais de valor patrimonial. “Em março, o valor de mercado chegou a ficar 25% abaixo do valor patrimonial, atingindo em determinados dias 70 bilhões de reais”, diz Ferrari. Os números consolidados referentes a abril só serão divulgados em maio pela B3.

Para quem pensa em investir em imóveis, é melhor comprar um fundo imobiliário”, diz Michael Viriato Araújo, doutor em otimização de carteiras de investimentos pela Universidade de São Paulo e sócio da Casa do Investidor, em entrevista da matéria da revista EXAME desta quinzena. 

É bom lembrar, no entanto, que se trata de um investimento que tem em sua natureza risco – afinal, é um ativo de renda variável – e pressupõe volatilidade. Por isso, antes de tomar qualquer decisão de investimento, o investidor precisa entender o seu perfil (se é mais moderado, conservador ou arrojado) e investir com base nisso.

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Caixa falha em resolver problemas em apps e central e reclamações explodem

Há pelo menos uma semana a Caixa falha em responder e solucionar problemas nos aplicativos do Caixa Tem e Caixa Habitação e também em sua central telefônica. De acordo com depoimentos no site Reclame Aqui, todos os canais estão fora do ar, o que faz com que quem deseje gerir o auxílio de R$ 600 pelo app ou solicitar a pausa no financiamento do imóvel não consiga concluir a operação.

O auxílio emergencial e a pausa no financiamento fazem com que as reclamações sobre o banco crescessem quase 10 vezes desde o dia 17 de março. Naquele período, 85 reclamações foram registradas no Reclame Aqui. Nesta quinta-feira (23), foram mais de 700, a maioria sobre a pausa para financiamentos e o auxílio emergencial.

Os aplicativos são a única forma de solicitar a pausa no financiamento de imóvel e gerenciar o auxílio emergencial recebido por meio da conta poupança social da Caixa, no caso de trabalhadores sem conta em banco.

A Caixa prometeu que a pausa do financiamento será feita de forma retroativa a partir do pedido, mas se não há como registrar o pedido, as prestações vão vencer e o cliente do banco não terá outro recurso a não ser pagar o valor. No caso do auxílio emergencial, trabalhadores que já estão em grande situação de vulnerabilidade, ainda que tenham recebido o valor, não conseguem acessar o dinheiro.

Em live feita pelo Valor Econômico, perguntado sobre falhas no app, o presidente da Caixa Pedro Guimarães foi evasivo. “Estamos constantemente realizando upgrades”. O presidente disse que o banco está melhorando e pediu desculpas, mas nunca houve uma operação tão grande feita pela instituição financeira. “Até a semana que vem iremos pagar 45 milhões de brasileiros”.

Veja abaixo a evolução das reclamações sobre a Caixa no site Reclame Aqui.

Data Total Auxílio emergencial Pausa no financiamento
17-Mar 85 0 1
18-Mar 76 0 1
19-Mar 90 0 5
20-Mar 106 0 14
21-Mar 54 0 5
22-Mar 32 0 1
23-Mar 186 0 37
24-Mar 185 0 50
25-Mar 150 0 34
26-Mar 194 0 70
27-Mar 210 0 65
28-Mar 85 0 24
29-Mar 63 0 10
30-Mar 301 0 117
31-Mar 287 0 79
01-abr 275 1 86
02-abr 290 2 67
03-abr 226 0 46
04-abr 79 0 10
05-abr 37 0 8
06-abr 249 0 44
07-abr 291 28 41
08-abr 236 17 33
09-abr 283 23 23
10-abr 169 26 10
11-abr 86 14 10
12-abr 61 9 11
13-abr 333 30 41
14-abr 385 34 47
15-abr 337 44 47
16-abr 361 58 44
17-abr 365 82 53
18-abr 210 70 8
19-abr 105 34 11
20-abr 595 171 58
21-abr 700 262 27
22-abr 885 290 82
23-abr 784 347 51

No app Caixa Habitação, quem escolhe o botão para pausar o financiamento de imóveis por 90 dias é redirecionado para uma página que não completa o processo.

A central telefônica parece estar funcionando. Mas a cada momento que a opção de falar com um atendente é escolhida, a ligação é automaticamente desligada.

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Procurada, a Caixa não mandou um posicionamento até a publicação da reportagem, nem deu perspectiva de quando os problemas serão resolvidos.

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Itaú dá 50% de desconto em restaurantes após pandemia

Para reforçar o apoio a um dos setores mais afetados pelas medidas de isolamento para conter a covid-19, a Credicard lançou o Menu da Boa Causa – ação que vai beneficiar, inicialmente, mais de 40 restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro.

Assim como o movimento Apoie um Restaurante, no qual a iniciativa se inspira, a ideia é ajudar a arrecadar capital para abastecer o fluxo de caixa desses estabelecimentos mediante a venda antecipada de vales para o cliente final. A venda dos vouchers vai até 17 de maio de 2020, para uso até o fim deste ano.

Nas próximas semanas, a ação deve ser ampliada. Donos de restaurantes que também queiram participar podem preencher um formulário no site menudaboacausa.com.br para que possam ser incluídos na iniciativa.

“Além de beneficiar dezenas de restaurantes neste cenário complicado, estamos viabilizando a contribuição do consumidor final. O momento é de somar esforços e facilitar o apoio para quem quer ajudar”, afirma Priscilla Ciolli, superintendente da Credicard. “Estamos falando de um setor que, sem dúvida, impulsiona a economia e tem alto potencial para gerar engajamento entre nossos clientes – afinal, a alimentação fora de casa representa uma das maiores despesas no orçamento mensal de muitos deles”, diz a executiva.

Os interessados em contribuir devem acessar o site e adquirir um vale de R$ 50 para consumo futuro no estabelecimento de sua preferência, e a Credicard dobra o valor do voucher. Ou seja, quando normalizado o funcionamento do comércio, os participantes da ação terão direito ao consumo de R$ 100, mesmo tendo pagado metade pelo voucher – e o restaurante receberá os R$ 100 antecipadamente. Serão 3 mil vouchers disponíveis, na condição de 1 por CPF.

Menu da Boa Causa
Site: menudaboacausa.com.br
Preço do voucher: R$ 50 (dá direito ao dobro do valor em consumo)
Vendas até: 17/5/2020
Validade dos vouchers: 31/12/2020

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Taxas de títulos do Tesouro Direto têm alta nesta quinta-feira

doenças graves

SÃO PAULO – Com um aumento de aversão a risco no mercado, que repercute o noticiário político brasileiro, as taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto apresentam alta na tarde desta quinta-feira (23).

Entre os papéis com retorno atrelado à inflação, o com vencimento em 2026 pagava 3,03% ao ano, ante 2,91% a.a. na tarde de quarta-feira (22). Os títulos com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 4,14%, ante 4,07% a.a. anteriormente.

Com relação aos papéis prefixados, o título com vencimento em 2023 pagava 4,54% ao ano, ante 4,23% a.a. ontem, enquanto o prêmio do Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 2031 avançava de 7,19% para 7,38% ao ano.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta quinta-feira (23):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

No Brasil, a atenção dos investidores recai nesta tarde sobre a notícia do jornal Folha de S. Paulo de que o ministro da Justiça, Sergio Moro, teria pedido demissão. Segundo a reportagem, o pedido fora feito após Moro ser informado pelo presidente Jair Bolsonaro de que pretende trocar a diretoria-geral da Polícia Federal, hoje ocupada por Maurício Valeixo.

Antes da matéria, os mercados repercutiam a notícia do Financial Times citando documentos publicados acidentalmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de que o antiviral Remdesivir não melhorou a condição dos pacientes nem reduziu o patógeno do coronavírus na corrente sanguínea.

Em resposta ao jornal britânico, a farmacêutica americana Gilead afirmou que o documento vazado tinha “caracterizações inadequadas do estudo”. “Os resultados do estudo são inconclusivos, embora as tendências nos dados sugiram um potencial benefício do Remdesivir, principalmente entre pacientes tratados no início da doença”, informou.

Pela manhã, os mercados acompanharam a divulgação dos dados de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, que somaram 4,427 milhões na semana passada, levemente abaixo da expectativa mediana dos economistas do mercado financeiro compilada no consenso Bloomberg, que apontava para 4,5 milhões de pedidos.

Assim, apesar de uma redução de mais de 800 mil pedidos em relação às semanas anteriores, as perdas de empregos nas últimas semanas já superaram todos os ganhos desde a crise financeira de 2008.

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Kinea: Setor de tecnologia nos EUA já é “óbvio demais” e é preciso cuidado ao investir

Financial Data Analysis Graph Over One Hundred American Dollar Bill

SÃO PAULO – Com uma parcela dos investidores aproveitando a queda dos ativos para ampliar suas posições em renda variável, principalmente na bolsa americana, setores como o de tecnologia, que tem estado na mira do mercado, podem já ser “óbvios demais” no momento atual. Essa é a avaliação de Ruy Alves, gestor da Kinea Asset.

“O investidor que quer investir pelos próximos cinco anos provavelmente vai acabar com o dinheiro na Nasdaq, em tecnologia, porque não tem juros no mundo, e onde não tem juros, não é área fácil navegar. Mas é só tomar cuidado, porque o investimento é muito claro hoje e muita gente colocou o dinheiro ali sem pensar”, disse Alves, em live promovida pela XP nesta quarta-feira (22).

O gestor conta que tem posições em empresas americanas de tecnologia, mas que se preocupa com a quantidade de investidores que embarcam na tese sem ter conhecimento e acabam causando distorções de preço. “É o famoso turista, que nunca esteve naquele setor, mas entra porque ficou atraente no momento”, brincou.

Segundo ele, diferentemente do segmento de saúde, um de seus preferidos, o de tecnologia tem relação com a economia real. Ao fazer, portanto, um investimento que reflita o desempenho do índice Nasdaq, o investidor estará exposto a empresas como Google e Facebook, mas também a Intel e IBM, que têm sido afetadas pela crise. “O setor de tecnologia é visto por investidores como infalível em relação à economia, e ele não é. Se a economia continuar ruim, ele vai sair prejudicado.”

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Gestores de fundos multimercado começam a migrar apostas para Bolsa americana

Com muitos investidores correndo para os mesmos ativos, Alves conta que prefere buscar segmentos com menor posicionamento e bons fundamentos. É o caso, segundo ele, dos setores de saúde e utilities.

Em saúde, sem revelar nomes, Alves destacou oportunidades em papéis de grandes farmacêuticas, bem como de biotecnologia e de empresas de seguro saúde nos EUA. Independentemente do coronavírus, a avaliação é de que, conforme a população envelheça, maiores serão as oportunidades. Além disso, ele espera que mais dinheiro vá para este mercado nos próximos cinco anos.

Já em utilities, o gestor apontou para companhias com um dividend yield (retorno com dividendos) na casa dos 3% e um crescimento de lucro entre 4% e 5%. “O Japão não tem juros desde 2000 e talvez, desta vez, os EUA não tenham mais juros no próximo ciclo econômico. Nesse processo, tentando encontrar ativos que gerem retornos superiores, que não vai se encontrar na renda fixa, utilities é bastante interessante”, afirmou.

Antes de investir, o gestor da Kinea ressalta que o investidor deve se fazer algumas perguntas: por que está investindo naquele ativo? Qual a percepção do mercado sobre ele e como ela pode mudar? Se mudar, como o investidor vai se sentir a respeito? “Tem que tomar um cuidado especial, porque muitas [empresas] que vemos hoje podemos não ver nos próximos meses.”

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INSS começa a pagar hoje 13º salário de aposentados e pensionistas

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa hoje  a pagar hoje (24) o 13º de aposentados e pensionistas. O depósito da primeira parte desse abono anual será realizado no período de 24 de abril a 8 de maio.

Para aqueles que recebem um salário mínimo, o depósito da antecipação será feito entre os dias 24 de abril e 8 de maio, de acordo com o número final do benefício, sem levar em conta o dígito verificador. Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados entre 4 e 8 de maio.

Em todo o país, 35,6 milhões de pessoas receberão o benefício de abril. O INSS injetará na economia R$ 71,7 bilhões. E 30,7 milhões de beneficiários receberão a primeira parcela do 13º, o equivalente a R$ 23,7 bilhões.

Por lei, pode receber direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Na hipótese de cessação programada do benefício, prevista antes de 31 de dezembro de 2020, será pago o valor proporcional do abono anual ao beneficiário.

Aqueles que recebem benefícios assistenciais – Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Renda Mensal Vitalícia (RMV) – não têm direito ao abono anual.

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Bolsa Família com final 6 recebe auxílio de R$ 600 nesta sexta-feira

A Caixa inicia nesta sexta-feira, 24, o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 6. 

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo Bolsa Família, o auxílio emergencial será pago da mesma forma que o benefício do programa, em nome do responsável familiar.

O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

Já segunda e a terceira parcela do pagamento do auxílio emergencial para esse grupo será em 25 de maio e 24 de junho, respectivamente. Veja o calendário de pagamento abaixo:

Primeira parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
16 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
17 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
27 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
28 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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Caixa paga auxílio de R$ 600 para 1,9 milhão de trabalhadores nesta sexta

A Caixa Econômica Federal vai creditar na noite desta sexta-feira R$ 1,2 bilhão referente à primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 para 1,9 milhão de trabalhadores informais, que fizeram o cadastro no aplicativo e site do banco. Os recursos estarão disponíveis no sábado.

Segundo a Caixa, o Ministério da Cidadania repassou uma verba que vai permitir mais esse pagamento.

Quem não tiver conta em banco, vai receber o crédito em uma conta poupança digital. Neste caso, será preciso esperar até a segunda-feira para sacar o dinheiro nas agências da Caixa e na rede de lotéricos. As retiradas poderão ser feitas entre os dias 27 deste mês e 5 de maio, de acordo com o mês de nascimento.

Desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento do auxílio, a Caixa já creditou o benefício para 33,2 milhões de pessoas, num total de R$ 23,5 bilhões.

Dentre os inscritos pelo aplicativo e site, 13,1 milhões já receberam o benefício. Com o crédito a ser feito na noite desta sexta-feira, serão beneficiados 15 milhões de trabalhadores informais.

Nesta semana, o Senado aprovou projeto que amplia categorias que vão receber o auxílio emergencial de R$ 600, desde que atendam os critérios de renda. O texto também prevê a extensão da ajuda a mães adolescentes solteiras – antes era preciso ter ao menos 18 anos – e pais solteiros, que como as mães chefes de família, receberão R$ 1,2 mil.

Veja o cronograma do saque em espécie nos terminais eletrônicos da Caixa e na rede de lotéricos:

27 de abril

  • Nascidos em janeiro e fevereiro

28 de abril

  • Nascidos em março e abril

29 de abril

  • Nascidos em maio e junho

30 de abril

  • Nascidos julho e agosto

04 de maio

  • Nascidos em setembro e outubro

05 de maio

  • Nascidos em novembro e dezembro

O pagamentos do auxílio para os s beneficiários do Bolsa Família continua em andamento e grupo de famílias vai receber o dinheiro nesta sexta-feira. Veja o calendário:

Sexta-feira (24):

  • NIS final 6 (1,919 milhão de pessoas)

Segunda-feira (27):

  • NIS final 7 (1,921 milhão de pessoas)

Terça-feira (28):

  • NIS final 8 (1,917 milhão de pessoas)

Quarta-feira (29):

  • NIS final 9 (1,920 milhão de pessoas)

Quinta-feira (30):

  • NIS final 0 (1,920 milhão de pessoas)

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Como negociar aluguéis na pandemia

O fechamento do comércio e serviços por conta da pandemia do coronavírus já fez muita gente perder renda ou o emprego. Mesmo com subsídios concedidos pelo governo, seja na forma do auxílio emergencial ou seguro-desemprego em caso de redução de salário e jornada, esses valores podem não ser suficientes para manter as contas em dia. Um gasto relevante que pode sofrer impacto nesse cenário é o aluguel.

Assim como outros tipos de despesas, como mensalidades escolares, o caminho é negociar descontos ou parcelar os valores durante a pandemia. Mas diferente da negociação de outras despesas, no aluguel quase sempre iremos lidar com outra pessoa, cujo orçamento também pode ter sido impactado na crise ou ter o aluguel como única fonte de renda.

Portanto, o cenário para a negociação é delicado. Por conta dessa característica o aluguel não é visto como uma relação de consumo, e é regido pela Lei do Inquilinato. A lei, em seu artigo 68, prevê que o contrato possa ser revisado. Contudo, deixa claro que o acordo deve satisfazer ambas as partes.

Veja abaixo dicas de advogados especialistas em relações contratuais para conseguir encontrar a melhor saída para a situação com o locatário:

1 – Vá para a negociação se de fato precisar

Antes de decidir negociar o valor mensal, é necessário avaliar se, de fato, você precisa reduzir o valor da despesa para continuar a pagar despesas básicas, como alimentação, água e luz. Sua renda foi reduzida em 25%, mas será que não é possível cortar outros gastos supérfluos para conseguir continuar a pagar o aluguel? Perdeu parte do salário, mas o seguro-desemprego deve ajudar? Então dificilmente o locador irá acatar um pedido de desconto do aluguel.

A tendência é que o proprietário do imóvel se sensibilize mais com casos de perda total de renda, ou um impacto relevante da perda de renda no orçamento, que não possa ser compensado de outra forma. “O aluguel, diferente de outros tipos de serviço, está sendo ainda mais usado agora, em tempo de isolamento. Então, seu valor só deve ser negociado caso a situação financeira seja realmente delicada. Senão a relação contratual fica desequilibrada”, diz Roseli Hernandes, diretora de locação da imobiliária Lello.

O locatário deve ser flexível e buscar entender a situação financeira do locador. Caso encontre resistência injustificada do locador em negociar, busque comprovar sua situação financeira e utilize argumentos que de fato apontem para a necessidade do pedido. Lembre também de seu histórico como bom pagador e ressalte que a situação é excepcional. “O locatário não deve se constranger em fazer o pedido. A crise não foi provocada por ele e não foi possível prevè-la”, diz Roseli.

2 – Busque alternativas ao desconto

O desconto concedido pelo locador não é suficiente? Sugira outras formas de pagamento. Por exemplo, diga que você poderá pagar 20% do valor enquanto durar o isolamento, mas que posteriormente esse valor será reposto de forma parcelada, durante um tempo determinado. É uma forma de alongar a dívida, diluindo o valor no futuro.

Nesses casos, caso o locador resolva cobrar juros ou mora, os valores não devem ultrapassar os previstos em contrato, em caso de atraso do pagamento.

3 – Peça intermediação da imobiliária

Teme que a negociação dos valores com o locador irá desgastar a relação contratual? Caso o contrato de aluguel tenha sido intermediado por uma imobiliária, busque ajuda dela.

Roseli, da Lello, aponta que, neste mês, a imobiliária recebeu mais de mil pedidos de revisão do aluguel de um total de 11 mim imóveis locados. “Geralmente, esses pedidos não existem. É uma situação excepcional mesmo”. A imobiliária orienta que a negociação seja amigável e geralmente o acordo é firmado. “Já conseguimos resolver 800 pedidos sem necessidade de as partes irem à Justiça. As pessoas estão dispostas a apoiar e ajudar.”.

4 – Formalize eventuais acordos

Chegou a um acordo com o locador? Igor Marchetti, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), recomenda que todo aditivo ao contrato seja formalizado e assinado por ambas as partes. “É importante colocar, nesse documento, que as condições serão válidas apenas durante a pandemia, já que não se sabe quando irá acabar, ou que o período seja determinado no documento”. 

Roseli, da Lello, acredita que no caso de parcelamento futuro dos valores também é necessário que o fiador assine o acordo. “Buscamos colher a assinatura dele também. Caso contrário, ele pode dizer que não sabia da negociação e se recusar a pagar os valores em caso de uma eventual inadimplência”. No caso de concessão de desconto, uma mensagem ou e-mail que aponta que o locador concorda com a diminuição dos valores já é suficiente, afirma a diretora.

5 – Não tem conversa? Busque a Justiça

Caso o inquilino não queira negociar os valores, a única saída para o locatário evitar juros, mora e, em último caso, o despejo, é entrar com uma ação revisional na Justiça, diz Marchetti, do Idec.

Apesar de costumar ter um trâmite mais rápido do que uma ação tradicional, a ação revisional dificilmente irá resolver a situação de forma imediata. Além disso, caberá ao juiz julgar se o pedido procede ou não.

Atualmente, existem projetos para evitar, durante a pandemia, despejos em caso de inadimplência. Mas, enquanto não forem aprovados, o despejo continua a ser algo que pode acontecer para quem não negociar e não conseguir pagar as parcelas em dia.

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