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Os produtos que ficaram mais caros nos supermercados. E por que

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou nesta segunda-feira (27) uma nota explicando quais produtos subiram mais de preços na pandemia, e por quê. Parte dos reajustes, segundo a associação, foi afetada pela disparada do dólar.

No mês, chama atenção o aumento de preços em hortifruti. Em março, os preços subiram, em média, 2,38%. Os valores foram puxados pelos legumes, que aumentaram 6% em um mês. Tubérculos e ovos também registraram reajustes de mais de 4% no período. Na categoria de industrializados, alimentos prontos registram o maior reajuste: 2%. Em alimentação, o leite é o item que ficou mais caro: subiu 3,31%.

Veja abaixo a oscilação de preços dos principais tipos de produtos vendidos nos supermercados em março:

Inflação APAS em março de 2020APAS/Reprodução

No caso das carnes e arroz, a valorização da moeda americana ante o real impulsiona o aumento das exportações, segundo a associação. Quanto mais o país exporta, mais caros os produtos ficam para consumo interno.

Tanto na categoria leite e derivados como no caso do óleo de soja o preço do dólar impacta no preço dos insumos do setor, como embalagens. Segundo a APAS, o preço do leite na indústria, que chegou a aumentar 30%, já registra decréscimo em abril, entre 11% e 16%, e deve se normalizar nos próximos meses.

Pães, bolos, doces e chocolates também sofrem o impacto do aumento da cotação da moeda, já que o preço de seu principal insumo, o trigo, é cotado em dólares.

Já o alho e a cebola são produto geralmente importados, que ficam mais caros quando o dólar sobe. Artigos de higiene e limpeza contêm matérias primas dolarizadas, asim como a cerveja.

A associação argumenta que, em média, os preços não subiram muito na pandemia. Segundo índice de preços do segmento calculado pela FIPE, no mês os produtos vendidos em supermercados tiveram um aumento médio de 0,76%. Já no acumulado do ano, os preços subiram 1,40%, número menor do que o registrado em 2019, quando ficou em 3,30%. Colabora para o cenário agora a inflação baixa, causada pelo desaquecimento econômico do país.

Os preços cobrados pelos supermercadps passaram a ser monitorados pela Secretaria de Defesa do Consumidor após denúncias sobre preços abusivos. A APAS garante que, desde o início da pandemia, orienta seus associados a não aumentar a margem de lucro praticada antes da crise e apenas repassar os aumentos praticados pela indústria.

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5 coisas que você precisa saber para negociar moeda estrangeira no Brasil

Os contratos futuros de moedas por dólares são operados por investidores do mundo todo com dois objetivos. Um deles – o chamado hedge – tem como intuito proteger negociações (como compra e venda de serviços e produtos, como commodities) que possam ser afetadas por oscilações cambiais nos meses subsequentes ao acordo. Outro grupo de investidores faz especulação sobre o preço de uma determinada moeda em relação a outra com a expectativa de obter ganhos em uma data futura.

No Brasil, esse tipo de contrato vem batendo sucessivos recordes. Só em março deste ano, foram negociados na B3 uma média de 18.500 contratos por dia – um crescimento de 330% em relação à média negociada em 2019. A entrada de dois formadores de mercado (um banco e a Infinox Capital, corretora inglesa que atua como formadora de mercado há mais de 11 anos) vem contribuindo para esse aumento. Isso porque os market makers, como também são conhecidos, têm o papel de manter as ofertas durante a sessão de negociação, tornando o ambiente mais favorável para a compra e venda de ativos. “Os contratos futuros de moedas em dólares são relativamente novos para a B3 e, com a entrada de novos provedores de liquidez, o acesso aos preços pode ser melhorado”, explica Sam Chaney, head comercial da Infinox. A seguir, o executivo e outros especialistas esclarecem algumas dúvidas sobre este mercado.

 1. O que muda com a oferta de pares de moedas contra dólares?

Antes, a B3 disponibilizava apenas pares de moedas contra reais. O investidor que buscava ter a exposição da moeda contra o dólar tinha que operar dois contratos: o da moeda desejada contra reais e o contrato futuro de dólar contra reais para obter a exposição desejada. “Isso gerava riscos de execução e maior custo para os investidores”, explica Marcos Skistymas, superintendente de juros e moedas da B3.

2. Por que esse tipo de produto passou a atrair mais investidores?

Porque, por meio da atuação dos formadores de mercado, os investidores têm a tranquilidade de negociar os contratos de moedas estrangeiras contra dólares com mais liquidez, além da maior facilidade para entrar e sair de suas posições quando necessário a preços justos de mercado. “Ninguém quer entrar em um mercado sem liquidez. Vender abaixo do valor e comprar acima inibe qualquer um a operar. Com a entrada de market makers, esse mercado ganha muito mais solidez”, diz José Francisco de Matias, CEO da Arsenal Securities, empresa focada em oferecer soluções em hedge, trade e investimentos personalizados.

3. Qual a diferença entre contratos futuros e spot (CFDs)?

Os contratos spot fornecidos pelas corretoras internacionais não são negociados em um mercado centralizado. Além disso, os contratos futuros oferecem mais transparência e menos riscos, pois são negociados em um ambiente regulamentado (como é o caso da B3) e, por meio dele, todos os investidores negociam sob as mesmas condições.

4. Como ter acesso ao mercado futuro de moedas?

Qualquer brasileiro pode acessar os contratos futuros de moedas por dólares por meio de uma corretora local regulamentada pela CVM. “Isso significa que eles têm acesso agora ao mercado de maior liquidez do mundo sem ter que levar o seu dinheiro para fora do País. E isso tudo sob o marco regulatório de uma das maiores bolsas do mundo: a B3”, diz Chaney. Ele também explica que, para abrir uma negociação de futuros em moeda, o investidor deve ter um valor mínimo de margem em sua conta. Entre as especificações desse tipo de contrato estão tamanho, variação mínima e meses de vencimento.

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5. Quais as vantagens de negociar contratos futuros de moedas em dólar?

Entre as maiores vantagens desse tipo de produto está a liquidez (esse mercado movimenta uma média de US$ 5 trilhões por dia em todo o mundo). Segundo Chaney, diante da pandemia que o mundo enfrenta e a redução da liquidez de vários mercados, os contratos futuros de moedas em dólares têm sido vistos pelos investidores como uma oportunidade de aumentar a diversificação de portfólio. Matias destaca também a importância de quem faz uma exportação saber quanto irá receber. A preocupação deve ser a mesma do lado de quem compra. “Imagine quem fez uma dívida em dólares há seis meses e não pensou nisso. Hoje, a dívida é 25% maior”, alerta. “Muitas vezes a empresa investe em pessoas, em máquinas, mas deixa de lado a tecnologia de comercialização. Usem esse tipo de contrato e de ferramenta a favor dos negócios.”

Qualquer dúvida sobre o produto acesse: www.infinoxpro.com ou www.b3.com.br

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Como pedir o saque em dinheiro do auxílio de R$ 600

A partir desta segunda-feira (27), os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital da Caixa já têm a possibilidade de sacar a primeira parcela do benefício em dinheiro.

O saque pode ser realizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, de acordo com o mês de nascimento.

Na data prevista, conforme o calendário abaixo, os cidadãos terão uma opção habilitada no aplicativo Caixa Tem para gerar  um código autorizador de saque.

Confira o calendário:

27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro
28 de abril – nascidos em março e abril
29 de abril – nascidos em maio e junho
30 de abril – nascidos julho e agosto
04 de maio – nascidos em setembro e outubro
05 de maio – nascidos em novembro e dezembro

O calendário do saque em espécie foi instituído com o objetivo de evitar aglomerações nos pontos de atendimento, evitando o risco de contágio do novo coronavírus (Covid-19).

Para realizar o saque, é preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem, fazer o login, selecionar a opção “saque sem cartão” e informar o valor a ser retirado.

O app vai gerar um código autorizador para saque, com validade de duas horas, que deve ser utilizado nos caixas eletrônicos, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Veja abaixo o passo a passo de como gerar o código:

Como sacar o auxílio emergencial em espécieCaixa/Reprodução

A Caixa ressalta que continua disponível a opção de utilização dos recursos creditados na Poupança Social Digital pelo aplicativo, para pagamento de boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como para transferências, entre outros serviços.

Nova versão do aplicativo

Para acessar a funcionalidade do saque sem cartão, a Caixa liberou uma nova versão do aplicativo Caixa Tem. A atualização já está disponível para download nas lojas de aplicativos Google Play (para aparelhos com sistema operacional Android) e App Store (para aparelhos com sistema operacional iOs).

Além da funcionalidade “saque sem cartão”, a nova versão do aplicativo também traz ampliação da capacidade de acessos simultâneos, disponibilizando uma previsão de atendimento aos usuários que não conseguirem acesso imediato nos horários de maior utilização.

Vale lembrar que o Caixa Tem está disponível exclusivamente para clientes da Poupança Social Digital. Os beneficiários do Bolsa Família, pessoas que já têm poupança na Caixa e correntistas de outros bancos não precisam baixar o app.

Beneficiários com poupança na Caixa e Bolsa Família

A Caixa esclarece que os beneficiários do Auxílio Emergencial que receberam o crédito em poupança da Caixa podem movimentar o valor digitalmente pelo Internet Banking ou mesmo utilizando o cartão de débito em suas compras.

Os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para receber o auxílio receberão o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular.

Segue o calendário dos próximos pagamentos para este público:

Segunda-feira (27):
• 1.921.061 pessoas – NIS final 7
Terça-feira (28):
• 1.917.991 pessoas – NIS final 8
Quarta-feira (29):
• 1.920.953 pessoas – NIS final 9
Quinta-feira (30):
• 1.918.047 pessoas – NIS final 0

Medidas para atendimento nas agências

Visando manter a segurança de clientes, funcionários e colaboradores, as agências das Caixa estão funcionando apenas com atendimento de serviços essenciais. Para manter o distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas, o fluxo de clientes está sendo controlado no interior das unidades; nas salas de autoatendimento, é permitida a entrada de uma ou duas pessoas por máquina, de acordo com o espaço físico disponível.

O banco também reforçou o protocolo de higienização das unidades priorizando a limpeza das superfícies de contato humano, portas de entrada, maçanetas e vidros do entorno, teclados dos terminais de autoatendimento, balcões de caixa,
torneiras e aparelhos sanitários com periodicidade mínima de seis vezes ao dia.

A Caixa adotou ainda medidas para reduzir as filas e facilitar o atendimento, como a abertura antecipada em duas horas de 1.102 agências pelo país, funcionando das 8h às 14h. Na última semana, houve funcionamento de quase 800 agências no feriado de 21 de abril e no sábado (25). Também estão sendo alocados mais de 2.800 vigilantes adicionais, bem como recepcionistas para reforçar orientação e atendimento ao público.]

Nas unidades lotéricas, os clientes também estão sendo orientados a manter distância mínima de um metro para o próximo da fila, como forma de contribuir para a contenção da pandemia.

Vale ressaltar que a prestação de informações sobre cadastro e pagamento do Auxílio Emergencial está disponível por meio do aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial, do site auxilio.caixa.gov.br e da central telefônica exclusiva 111.

Balanço

Desde 9 de abril, quando teve início o pagamento do Auxílio Emergencial do Governo Federal, a CAIXA já creditou o benefício para 39,1 milhões de pessoas, num total de R$ 27,7 bilhões. Dentre os inscritos pelo app/site, 15,2 milhões já
receberam o auxílio.

Até às 14h desta segunda-feira (27), 48,4 milhões de cidadãos já se cadastraram para recebimento do benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 383 milhões de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 86 milhões de
ligações. O aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial soma 63,8 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, supera 52,7 milhões de downloads.

As últimas notícias da pandemia do novo coronavírus:

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Apenas 21% dos brasileiros tiveram educação financeira na infância

Lidar com dinheiro torna-se mais fácil quanto mais se tem familiaridade com o assunto. O problema é que apenas 21% dos brasileiros de classes A, B e C com acesso à internet tiveram educação financeira durante a infância, segundo pesquisa Ibope Inteligência encomendada pelo banco C6 Bank.

O levantamento mostra que 38% dos entrevistados aprenderam noções de educação financeira na adolescência (dos 12 aos 17 anos de idade), 27% tiveram contato com o tema na juventude (dos 12 aos 24 anos) e 14% só aprenderam finanças pessoais na fase adulta (acima dos 25 anos).

Ao observar os números segmentados, a conclusão a que se chega é que a classe C adquire noções básicas de educação financeira mais tardiamente, com apenas 19% dos entrevistados tendo o primeiro contato com o assunto ainda na infância. Nas classes A e B, esse percentual é de 36% e 22%, respectivamente. 

Além disso, a família tem um papel primordial na educação financeira dos filhos nas classes mais altas. Na classe A, o percentual de entrevistados que relatam ter aprendido finanças pessoais em casa, com pais e familiares, é de 57%. Já na classe C, essa fatia cai para 38%.

A boa notícia é que, embora a menor parte dos entrevistados tenha tido contato com noções financeiras básicas na infância, hoje a maioria dos brasileiros declara que trata do tema com as crianças da família. Quando em dificuldade financeira, por exemplo, 77% dos entrevistados que têm criança em casa dizem compartilhar a situação com os filhos, explicando por que será necessário economizar.

A pesquisa ouviu 2.000 brasileiros das classes A, B e C maiores de 16 anos, com acesso à internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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X ONE CASH – Invista em Traders e tenha Lucros!

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COMO FUNCIONA A X ONE CASH

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X one CASH faz arbitragem criptocurrency, com a ajuda de um algoritmo preciso, os comerciantes fazem transações com vários corretores ao redor do Mundo, comprando cryptocurrency de corretores que têm o menor custo, e vendendo onde ele paga mais.

A negociação pode ser realizada em uma bolsa online. Com a ajuda da análise gráfica de x one cash, os comerciantes podem determinar qual é a tendência do mercado, se ele vai subir ou cair, encomendas abertas a qualquer momento e com o direito destas transações pode obter um bom lucro.

VÍDEO DE APRESENTAÇÃO X ONE CASH

Veja abaixo como funciona a X One Cash com esta apresentação oficial:

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Os comerciantes podem ser negociados todas as segundas-feiras. X one cash transfere 80% dos lucros obtidos com as operações para as suas filiais. Nota: os lucros passados não garantem lucros futuros.

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Se você for tiver o título de EMPREENDEDOR ou BRONZE e indicou uma pessoa para a X One e ela comprou um pack 5010, você ganhará U$250 dólares de comissão (5%).

Com custo acessível, studios viram opção de investimento

O comportamento do consumidor está mudando e todas as frentes de varejo buscam compreender quais são as novas preferências para atrair clientes.

No segmento imobiliário não é diferente e os studios despontam como os queridinhos do momento.

Imóveis que aliam praticidade, conforto, versatilidade na planta, boa localização e custo acessível estão entre as preferências do público — e dos investidores desse segmento.

Prova disso é a crescente demanda por esse tipo de construção. Uma pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) mostrou que 58% dos novos apartamentos vendidos em São Paulo, em 2019, mediam menos de 45 metros quadrados.

Taxa de juros menor

Com a taxa de juros no menor patamar da história, os investidores buscam alternativas para diversificar os aportes em renda fixa.

Segundo Guilherme Sallum Nahas, diretor da Diálogo Engenharia, o preço médio de um studio de 20 metros quadrados da empresa é de R$ 200 mil.

“O valor da locação de um imóvel desse porte é de aproximadamente R$ 1,2 mil por mês. Uma rentabilidade muito acima da renda fixa, por exemplo”, diz.

O executivo da Diálogo Engenharia, empresa com 33 anos de mercado e mais de 11 mil unidades entregues, afirma que a maior parte dos compradores de studio são investidores. “O custo é acessível e o retorno é rápido”, diz.

O sucesso nas vendas desse tipo de imóvel já foi comprovado pela Diálogo Engenharia.

O empreendimento residencial Walk SP no Butantã, lançado em 2018, foi inteiro comercializado em apenas quatro horas. “Foram 188 unidades em uma torre única e uma grata surpresa”, diz Guilherme.

Entre as particularidades do empreendimento estavam o aproveitamento de águas pluviais, bicicletário, lavanderia e estrutura de lazer com piscina adulto no rooftop, salão de festas e churrasqueira.

Com base na experiência que foi um sucesso, a construtora aposta no formato em um momento de taxa básica de juros baixa, bancos reduzindo os índices de financiamento imobiliário e os preços dos imóveis caindo.

Motivações do consumidor

“Também estamos observando a preocupação do consumidor com sustentabilidade, praticidade, localização e sofisticação. Esse tipo de imóvel contempla todas essas frentes. Estamos prontos para atender esses desejos”, afirma Guilherme.

No portfólio da construtora está o Linea Studios com obras iniciadas, ao lado da estação Carrão do metrô.

Com  24 metros quadrados e a partir de R$ 199 mil, o empreendimento aposta em frentes para tornar a rotina dos moradores mais fácil e produtiva. No local há lavanderia, espaço coworking, fitness e salão de festas em um bairro repleto de opções.

Outras opções de Studios já em construção são o Blem Studios, a 200m do metrô Belém e o Praça Studios a 200m do Shopping Metrô Tatuapé.

Além disso, a Diálogo Engenharia prepara o breve lançamento do Smart Studios Belém, a apenas duas quadras do Metrô Belém e 5 minutos do Shopping Boulevard Tatuapé.

O residencial tem plantas bem planejadas a partir de 21 metros quadrados, torre independente e área de lazer como poucas vistas na Zona Leste de São Paulo.

“Seja para investir ou para morar, os studios são ótimas opções e devem ganhar cada vez mais espaço no mercado imobiliário”, diz Guilherme.

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Mercado de crédito privado esboça recuperação, após fortes perdas de março

Juros

SÃO PAULO – Investidores de fundos de crédito privado têm experimentado um novo teste de fogo ao patrimônio alocado em renda fixa. Depois da perda registrada nas cotas no fim de 2019, a crise desencadeada pela epidemia de coronavírus voltou a pressionar as taxas e atingiu em cheio o mercado.

Dados da JGP apontam resgates de R$ 17,5 bilhões na indústria de fundos de crédito em 2020 até o dia 16 de abril, equivalente a cerca de 21% dos fundos locais dedicados a essa classe de ativos. Dos resgates acumulados no período, 70% estiveram concentrados em fundos com carência inferior a cinco dias, reduzindo sua participação na indústria de fundos dedicados a crédito de 43%, em dezembro de 2019, para 38%, em abril.

A derrocada dos mercados financeiros com a epidemia do coronavírus levou a uma forte reprecificação no mercado de títulos privados a partir de uma pressão vendedora com investidores em busca de liquidez, gerando forte queda dos preços em março. Fundos de crédito com prazos de resgate mais curtos tiveram perdas expressivas.

“O mercado perdeu a referência. Ativos de qualidades diferentes estão sendo negociados a níveis parecidos”, disse André Fadul, gestor do Credit Agricole, durante live promovida pela XP Investimentos no dia 13 de abril, citando como exemplo papéis emitidos pelo Bradesco, que negociavam a cerca de 105% do CDI antes da crise, e registraram um salto para quase 200% do benchmark nas últimas semanas.

Em abril, contudo, o mercado começa a apontar para uma recuperação.

Após registrar queda de 4,9% em março, o Índice de Debêntures atreladas aos juros DI (IDA-DI) – que mede o comportamento de uma carteira de debêntures indexadas ao CDI e é calculado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) – cai 1,2%, neste mês.

O Idex-CDI, índice de debêntures calculado pela JGP que leva em consideração debêntures líquidas, indexadas ao CDI e com critérios mínimos de negociabilidade no mercado secundário, já sobe 2,7% neste mês, após queda de 7,7%, em março.

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Gestores de fundos de crédito privado vêm desde o início da crise apontando para a expectativa de recuperação do mercado, após movimento tido como “irracional”, que levou as taxas de títulos “high grade” (maior qualidade de crédito) a níveis bem acima da normalidade.

Na visão da JGP, a recuperação de preços reflete a atração de compradores marginais e a expectativa de atuação direta do Banco Central após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do “Orçamento de Guerra”.

Entre as medidas, o Banco Central foi autorizado a comprar dívidas de empresas (na forma de debêntures, carteiras de créditos e CDBs, por exemplo) durante a crise, de forma secundária, isto é, comprando os papéis de bancos e fundos de investimentos, não diretamente das empresas. Pela PEC, o BC também poderá comprar e vender títulos do Tesouro Nacional em mercados secundários.

Em relatório, a JGP assinala que o IDA-DI parece atrasado em termos de recuperação comparado ao Idex-CDI, calculado a partir de preços executáveis de compra de debêntures no mercado secundário.

“As cotas dos fundos são calculadas a partir dos preços indicativos Anbima e também podem estar refletindo de forma mais lenta a recuperação do mercado de crédito local. Atualmente, poucas corretoras têm concentrado as ordens de compra e venda de debêntures. Acreditamos que, com mais corretoras novamente contribuindo para formação de preços, a amostra indicativa da Anbima voltará a mostrar melhor aderência aos preços de mercado secundário”, destacou a gestora.

A gestora Sparta também diz acreditar que o movimento de fechamento de spreads de crédito, isto é, de redução das taxas, já começou. “Alguns títulos que conseguimos comprar a mais de CDI +4% agora estão saindo no patamar de CDI +3%. As cotas devem começar a refletir essa melhora em breve”, afirmou a casa, a clientes.

A atuação do Banco Central também é vista com boas olhos e como indutora da normalização das taxas do mercado. Ainda que a retomada não deva ser linear, a gestora disse ter a expectativa de que o retorno para os próximos 12 meses possa ser maior que CDI +5%.

Oportunidades

Em termos de alocação, a JGP ressalta ainda enxergar oportunidades em títulos de grandes empresas que sofreram na primeira onda de vendas forçadas, ainda que a execução tenha se tornado um componente mais crítico para aquisições de títulos em mercados secundário.

E uma segunda onda de oportunidades poderá surgir em grandes empresas de setores mais expostos ao lockdown, diz a gestora, como restaurantes, companhias de turismo e locadoras de veículos. “Para essas empresas, nossa estratégia consiste em estudar profundamente o potencial de retomada de negócios para emissores cujos títulos estão em posse de investidores que precisam vender a preços muito descontados”, afirmou a JGP.

A Quasar tem aproveitado o aumento dos prêmios para comprar bons ativos a preços que não condizem com o risco de crédito. “Compramos Arteris com taxa de 5%”, disse o gestor Carlos Maggioli, durante live promovida pela XP no dia 13 de abril.

“Esse é o preço de um ativo duplo B de risco muito maior”, acrescentou o profissional, que demonstra otimismo com as perspectivas para os ativos de maior risco do mercado. “Quando a crise passar, os investidores terão de retomar o movimento de diversificação da carteira em um mundo com muita liquidez e juros próximos de zero ou negativos”, ponderou.

De toda forma, como reflexo da crise, Maggioli prevê algumas mudanças na forma de atuação da Quasar em nome da prudência, como aumentar os níveis de caixa dos fundos de liquidez mais curta. “Carregamos em média 25% de caixa nos fundos e talvez tenhamos de elevar para níveis entre 30% a 40%”, afirmou o gestor.

Leia mais:
Indústria de fundos de crédito no Brasil tem resgates recordes
Como o mercado de crédito privado tem se comportado na crise e onde estão as melhores oportunidades? JGP responde

Orientação para investidores

Ainda que a recuperação possa estar tendo início, cabe ao investidor tomar alguns cuidados daqui para frente. Embora considere que há boas oportunidades com a abertura recente de taxas, Guilherme Anversa, sócio e gestor da XP Advisory, disse em entrevista ao InfoMoney no último dia 13 que não estava aumentando sua exposição ao nicho agora.

“Ainda temos alguma preocupação quanto à liquidez desses ativos”, afirmou. Ele ressaltou, no entanto, que a atuação prevista do Banco Central na compra de ativos deveria contribuir para a normalização da situação no setor.

Em teleconferência realizada pelo escritório de agentes autônomos InvestSmart, no dia 24 de março, Paulo Corchaki, CEO e fundador da Trafalgar Investimentos, destacou ser perigoso apostar em fundos com liquidez diária. “Ao mesmo tempo que dá o conforto de poder resgatar a qualquer momento, vai ser o primeiro fundo que todo mundo vai resgatar se houver uma piora do cenário.”

Segundo ele, neste cenário de grandes incertezas, é preferível escolher um fundo com uma regra de liquidez que proteja o investidor, como D+30. “Se o objetivo é de longo prazo, prefira fundos com menor liquidez. E se comprar crédito diretamente, o ideal é carregar até o vencimento”, afirmou.

Em termos de retorno, por mais que bancos pequenos possam emitir papéis com taxas adicionais de 1% a 2% do CDI, Carlo Moratelli, diretor da gestora de patrimônio More Invest, sugere que o investidor prefira emissões de grandes bancos, que também podem oferecer prêmio. “É melhor escolher de bancos maiores e mais sólidos. Ao contrário de 2008, hoje eles não estão alavancados.”

O trabalho de escolha, contudo, deveria ficar a encargo de um gestor profissional, alerta. Isso porque, dado o cenário incerto e a dificuldade de prever o futuro da liquidez desses ativos, o investidor pessoa física poderia errar a mão ao tentar investir diretamente. Na avaliação de Moratelli, se a pessoa deseja investir por conta própria, o melhor é via títulos públicos. “Se o Tesouro está oferecendo prêmio, não tem porque correr risco em crédito.”

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Mercado fracionário é a solução para o investidor iniciante na Bolsa em tempos de coronavírus; conheça as vantagens

Mão segura um celular e consulta um gráfico em frente a um painel de movimentação de ações em Bolsa - mercado fracionário

O Brasil atravessa um momento turbulento: os efeitos econômicos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus, estão latentes nos mercados.

Para o investidor que está começando a aplicar na Bolsa agora o momento pode parecer uma cena de filme de terror com perdas e mais perdas.

No entanto, há alternativas que podem auxiliar a entrada na bolsa de valores e o investimento em ações mesmo durante a pandemia.

Mercado fracionário

O mercado fracionário é uma ótima alternativa para quem quer aplicar em bolsa, mas não quer arriscar muito. Nesse cenário, é possível comprar pequenas quantidades de ações e surfar nas ondas de alta mesmo com menos dinheiro investido.

“Mesmo com a crise, o número de CPFs na bolsa aumentou 37% neste ano. E o perfil da B3 não são bilionários. Eles têm cerca de R$ 20 mil para investir. Pensando em aplicar R$ 10 mil em renda variável, é pouco para ter uma carteira muito diversificada. Por isso, comprar um pacote de 100 ações, que é o padrão, por R$ 35 sai caro para esse investidor”, explica Beatriz Aguillar, do Papo de Bolsa.

No entanto, quem começa comprando essa mesma ação no mercado fracionário pode adquirir 10 ações, por exemplo. E consegue diversificar mais sua carteira.

Assim, o mercado fracionário se torna um caminho possível em um momento difícil.

“Ao invés de um lote padrão de 100 ações, o investidor pode comprar 25 ações em um mês, mais 50 em outros e assim por diante. E, ainda, consegue manter um fluxo de caixa nesse período. Passando de 100 ações, o investidor já pode vender o combo no mercado tradicional, mas para comprar de pouco em pouco tem que ser no fracionário. Tudo pode ser feito no próprio home broker”, explica Aguillar.

É verdade que o mercado fracionário tem uma liquidez menor, já que são menos pessoas negociando. Aguillar também alerta que, por vezes, o preço da ação é levemente diferente. “Se no tradicional é R$ 7, no fracionário é R$ 7,05. Mas ações do mercado fracionário também pagam dividendos, que são proporcionais à quantidade adquirida”, diz.

Cautela

Mesmo para quem já opera, o mercado fracionário pode ser uma opção.

“É uma boa para entrar aos poucos. Tenho R$ 50 mil para investir hoje, mas com a pandemia, por exemplo, só cai. Posso comprar parte hoje e deixar para comprar mais na semana que vem. É uma forma de participar do mercado sem apostar muito.

Segundo ela, ela mesma usa o fracionário pra rebalancear o portfólio. “Eu tenho 10 ações, cada uma com 10% de peso. Mas elas caíram para 8% de participação dado o momento que estamos passando. Por exemplo, para voltar para os 10% preciso comprar 542 ações. Vou no home broker compro 500 no comum e 42 ações no fracionário”, exemplifica.

Mas Beatriz lembra: “só vale a pena quando os custos operacionais são reduzidos. Não adianta economizar 1.000, mas gastar com corretagem e emolumentos caros. Se não, mata a rentabilidade só com os custos. Essa é a principal vantagem da Clear Corretora, que não cobra taxa de corretagem e o investidor só paga as taxas da B3”, explica.

Ter uma conta em uma corretora que não cobra algumas taxas é uma grande vantagem. “Por exemplo: o investidor gasta R$ 10 em uma ordem de compra do mercado fracionário. E a ação custa R$ 7. Essa operação não compensa. Só o custo de aquisição é R$ 17. É prejuízo, já que o investidor vai precisar que a ação suba 120% para cobrir o custo”, explica Beatriz.

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Bolsa Família com final 7 recebe auxílio de R$ 600 nesta segunda-feira

A Caixa inicia nesta segunda-feira, 27, o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 7. 

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo Bolsa Família, o auxílio emergencial será pago da mesma forma que o benefício do programa, em nome do responsável familiar.

O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

A segunda e a terceira parcela do pagamento do auxílio emergencial para esse grupo será em 26 de maio e 25 de junho, respectivamente. Veja o calendário de pagamento abaixo:

Primeira parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
16 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
17 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
27 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
28 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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Confira o resultado do concurso 2.255 da Mega-Sena

Nenhum apostador acertou os seis números da Mega-sena sorteados nesse sábado (25) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

Os números sorteados no concurso 2.255 foram: 15 – 20 – 39 – 41 – 49 – 57.

Na quina, 25 apostadores ganharam R$ 93.534,52. Os 2.144 ganhadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.558,07.

A estimativa de prêmio do próximo concurso é de R$ 42 milhões para quem acertar as seis dezenas da Mega-sena. O concurso 2.256 será na quarta(29).

As apostas na Mega-sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$4,50.

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