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Auxílio de R$ 600: nascidos em fevereiro podem sacar 2ª parcela

A Caixa iniciou o pagamento em dinheiro da segunda parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais. Nesta segunda-feira, 1, os beneficiários do programa  nascidos em fevereiro podem sacar o dinheiro nas agências bancárias. 

Os recursos, que haviam sido antecipados para uso digital pelo aplicativo Caixa Tem, serão transferidos automaticamente para as contas informadas pelos beneficiários. 

O calendário de saque foi escalonado para evitar aglomerações nas agências dos bancos.

A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem nas agências durante o horário de funcionamento, de 8h às 14h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 14h, o atendimento continua até o último cliente.

Veja calendário abaixo: 

  • 30 de maio -podem sacar os nascidos em janeiro  
  • 1 de junho – podem sacar os nascidos em fevereiro 
  • 2 de junho – podem sacar os nascidos em março
  • 3 de junho – podem sacar os nascidos em abril
  • 4 de junho – podem sacar os nascidos em maio
  • 5 de junho – podem sacar os nascidos em junho
  • 6 de junho- podem sacar os nascidos em julho
  • 8 de junho – podem sacar os nascidos em agosto
  • 9 de junho – podem sacar os nascidos em setembro
  • 10 de junho – podem sacar os nascidos em outubro
  • 12 de junho – podem sacar os nascidos em novembro
  • 13 de junho  – podem sacar os nascidos em dezembro

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Acordo fixa prazo de 20 dias para análise de pedidos do auxílio de R$ 600

Após inúmeras reclamações pela demora na análise dos pedidos de auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, o governo federal fechou um acordo com a Caixa, a Dataprev e a Defensoria Pública da União para que essa avaliação seja feita num prazo de até 20 dias corridos.

Em redes sociais, usuários chegam a relatar espera superior a 40 dias para receber uma resposta da solicitação.

“A negociação tem abrangência nacional e pretende diminuir o número de ações judiciais relacionadas ao assunto, bem como facilitar o acesso ao benefício por milhões de brasileiros”, diz a Advocacia-Geral da União (AGU), uma das partes envolvidas no acordo, que incluiu também o Ministério da Cidadania, pasta responsável pela gestão da política.

O acordo também estabelece que a Caixa deve iniciar o pagamento dos benefícios aprovados em até três dias úteis contados a partir do recebimento dos recursos pela União. A data limite deve ser observada em “condições ordinárias e observados os limites das respectivas atribuições”, segundo sentença da Justiça Federal de Minas Gerais que homologou o acordo.

A conciliação foi celebrada nos autos de uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União (DPU) em Minas Gerais com o objetivo de responsabilizar a União, a Caixa e a Dataprev por suposta demora nos procedimentos de análise e concessão do auxílio.

A Caixa é quem faz a coleta dos dados, que são enviados à Dataprev para processamento e análise. A Dataprev faz todos os cruzamentos para verificar se o trabalhador que solicitou o benefício é elegível, ou seja, preenche todos os requisitos para a concessão. A resposta é então enviada à Caixa, que repassa a informação ao requerente e faz o pagamento, caso o auxílio tenha sido concedido.

Com a conciliação, a Defensoria Pública se comprometeu a abrir mão do pedido judicial de concessão automática do benefício caso a solicitação não fosse respondida no prazo requerido. Além disso, outros processos com pedido idêntico ao da ação devem ser extintos.

Segundo o Procurador-Chefe da União em Minas Gerais, Bráulio Lisboa Lopes, o acordo vai aperfeiçoar o pagamento do auxílio e assegurar maior transparência e segurança para os cidadãos.

“O acordo tem o potencial de reduzir litígios que envolvem o tema, contribuindo para a uniformização de procedimentos no território nacional e para a concretização das políticas públicas governamentais para o combate à covid-19”, avalia. O acordo foi negociado ao longo das últimas três semanas.

A ação civil pública que resultou no acordo foi movida pelas defensoras públicas federais Carolina Godoy Leite Villaça e Sabrina Nunes Vieira e pelo defensor público federal Sérgio Armanelli Gibson.

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Auxílio de R$ 600 pode ser sacado a partir deste sábado

A Caixa inicia neste sábado, 30, o pagamento em dinheiro da segunda parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais. Desta maneira, todos os beneficiários do programa que receberam a primeira parcela até o dia 30 de abril poderão sacar o valor. 

Para evitar aglomerações nas agências da Caixa, o calendário do saque será escalonado. Neste sábado (30), podem sacar apenas os beneficiários nascidos em janeiro, cerca de 2,6 milhões de pessoas. A regra vale também para quem indicou contas de outros bancos para receber o auxílio. Confira abaixo o calendário completo:

  •  30 de maio -podem sacar os nascidos em janeiro  
  • 1 de junho – podem sacar os nascidos em fevereiro 
  • 2 de junho – podem sacar os nascidos em março
  • 3 de junho – podem sacar os nascidos em abril
  • 4 de junho – podem sacar os nascidos em maio
  • 5 de junho – podem sacar os nascidos em junho
  • 6 de junho- podem sacar os nascidos em julho
  • 8 de junho – podem sacar os nascidos em agosto
  • 9 de junho – podem sacar os nascidos em setembro
  • 10 de junho – podem sacar os nascidos em outubro
  • 12 de junho – podem sacar os nascidos em novembro
  • 13 de junho  – podem sacar os nascidos em dezembro

Para quem indicou contas de outros bancos ou para quem tem poupança na Caixa, os recursos serão transferidos automaticamente da poupança social. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem tem relacionamento, caso queiram sacar.  

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Agência aberta

Neste sábado, a Caixa abrirá 2.213 agências em todo o país das 8h às 12h para atendimento exclusivo do auxílio emergencial. A lista completa das unidades que vão abrir está aqui. 

O banco reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem nas agências durante o horário de funcionamento, de 8h às 12h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até o último cliente.

A Caixa destaca ainda que fechou parceria com cerca de 1.200 prefeituras em todo o país para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas. 

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Bancos leiloam 1464 imóveis com até 70% de desconto

O Banco do Brasil e o Santander colocam à venda 1464 imóveis com até 70% de desconto até o final do mês. Informações sobre as unidades estão disponíveis na plataforma www.seuimovelbb.com.br, lançada em abril como um canal para a venda de ativos que retornam ao banco a preços acessíveis; e www.santanderimoveis.com.br, ambas criadas em parceria com a empresa de tecnologia Resale.

As 724 unidades do BB estão localizadas em mais de 244 cidades em todo o Brasil. Serão vendidos casas e apartamentos, entre outros imóveis, cujos valores variam de R$ 10 mil a até R$ 3 milhões. A região do país com mais imóveis para venda é a sudeste (36%), onde o desconto médio é de 32%.

Os imóveis, que estão 100% quitados e não possuem dívidas a cargo do comprador, podem ser comprados à vista ou parcelados em até 4 vezes, sem juros. Para saber o que está à venda e qual a modalidade (leilão ou venda direta), o usuário deve acessar o site e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse, por região, tipo do imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

Já o Santander coloca à venda 740 imóveis no portal, com até 60% de desconto em todo o Brasil. Os imóveis estão divididos entre casas (48%), apartamentos (40%), entre outros e os valores variam de R$ 30.000 a até R$ 9.161.100. A região o País com mais imóveis para venda é a Sudeste, onde o desconto máximo é de 60%.

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Os imóveis estão 100% quitados e sem nenhum tipo de dívida para quem compra. Os leilões serão realizados com leiloeiros credenciados, entre eles a Frazão Leilões, Sold Leilões, Zukerman Leilões e Leiloei. Para ver os imóveis à venda, o usuário deve acessar a plataforma e e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse, por região, tipo do imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

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Investir em moedas estrangeiras durante a pandemia é um bom negócio?

Durante períodos de instabilidade econômica, como a que o mundo enfrenta por conta da pandemia causada pelo coronavírus, investidores e instituições financeiras acabam encontrando, em investimentos que ofereçam liquidez maior, uma oportunidade para diversificar seu portfólio. Entre esses produtos estão os chamados contratos futuros de moedas por dólares (FX). Negociados na B3, eles usam pares de moedas para proteger o investidor de oscilações (caso ele tenha, por exemplo, um pagamento a fazer ou receber em data futura). Esse tipo de operação é usado também como forma de especular quanto pode valer a moeda em um prazo pré-estipulado. “No mercado de moedas, a volatilidade aumenta significativamente diante de eventos como o que estamos vivendo”, explica Victor Hugo Cotoski, responsável pela expansão dos produtos na Infinox, corretora inglesa que atua como formadora de mercado há mais de 11 anos. 

O executivo destaca que, durante a pandemia, o Dollar Index (índice que mede o peso da moeda norte-americana no mundo) disparou quase 15%. “Algumas moedas se desvalorizaram mais, outras menos. O real, por exemplo, já perdeu cerca de 40% de valor em relação ao dólar americano este ano”, destaca Cotoski. Isso faz com que, em momentos de incerteza, a moeda norte-americana se torne a mais procurada pelos investidores. “Quem percebeu, logo no início, que a crise afetaria mercados emergentes e apostou nessas moedas contra o dólar ganhou dinheiro”, diz Alex Lima, sócio da gestora de investimentos V8 Capital. “O dólar está em um patamar que não se imaginava e já se vislumbra um cenário no qual ele subirá ainda mais em relação ao real. Ou seja, apostar na força do dólar global tem sido uma boa estratégia”, diz ele.

Comportamento das moedas

Assim que a pandemia começou a se propagar, muitos investidores partiram para a compra de moedas fortes, como o dólar, contra as que sofrem mais com o impacto de crises mundiais, como é o caso do peso mexicano. Uma das maiores exportadoras de petróleo do mundo, a Noruega, é mais um país que sente os efeitos da queda da demanda da commodity. “Em poucos dias, a coroa norueguesa se desvalorizou quase 25% em relação ao dólar”, destaca Sam Chaney, head de global business development da Infinox Capital. Já o iene japonês faz parte da lista de “ativos de refúgio” por se tratar de uma moeda líquida, em um país com inflação controlada e taxas de juros negativas. Quem acompanha o mercado percebeu não só como essas moedas têm se comportado, como também a facilidade de se investir nesse tipo de produto no Brasil. Isso se deve, entre outras medidas, à entrada de provedores de liquidez, como a Infinox, no mercado. “Agora, qualquer brasileiro pode comprar ou vender moedas, como a coroa norueguesa, o iene japonês e a libra esterlina, contra o dólar americano, por exemplo, diretamente na B3”, afirma o executivo. 

Por aqui, os contratos futuros de moedas vêm batendo sucessivos recordes. Só em março deste ano, foram negociados na B3 uma média de aproximadamente 18 000 contratos por dia – um crescimento de 330% em relação à média negociada em 2019. “Acreditamos que, nos próximos dois ou três anos, o Brasil se tornará um dos maiores mercados para esse tipo de operação”, diz Cotoski. Segundo ele, investidores que antes procuravam por esse tipo de produto no exterior devem retornar ao país. E o volume não é pequeno. Segundo a B3, cerca de 18 bilhões de dólares são negociados todos os dias no mercado futuro de minidólar. “Para se ter uma ideia, na bolsa de Chicago, apenas a negociação do par – EURUSD – apresenta um volume 100 vezes maior”, destaca Cotoski. Conhecedor do mercado, Lima faz uma ressalva: “É importante ter conhecimento sobre os contratos e sua liquidez para escolher um instrumento que realmente faça sentido. Mas, sem dúvida, esse tipo de operação seguirá crescendo no Brasil”.

Qualquer dúvida sobre o produto: www.infinoxpro.com ou www.b3.com.br

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Pagamento da 2ª parcela dos R$ 600 para Bolsa Família termina nesta sexta 

A Caixa finaliza nesta sexta-feira, 29, o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para o Bolsa Família.

Os últimos beneficiários a receber o dinheiro são as pessoas inscritas no programa, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 0. 

A estimativa é que 9,5 milhões pessoas receberam o benefício. O pagamento da terceira parcela será no mês de junho. Veja abaixo: 

  • Final do NIS 1 –  pagamento  dia 17 de junho 
  • Final do NIS 2 – pagamento  dia 18 de junho 
  • Final do NIS 3 – pagamento dia 19 de junho 
  • Final do NIS 4 – pagamento  dia 22 de junho 
  • Final do NIS 5 –  pagamento dia 23 de junho 
  • Final do NIS 6  – pagamento dia 24 de junho 
  • Final do NIS 7 – pagamento  dia 25 de junho 
  • Final do NIS  8 – pagamento dia 26 de junho 
  • Final do NIS 9 – pagamento  dia 29 de junho 
  • Final do NIS 0 – pagamento  dia 30 de junho 

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O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Entretanto, só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

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Receita paga R$ 2 bilhões no primeiro lote do IR nesta sexta-feira

A Receita Federal paga nesta sexta-feira, 29, a partir das 9 horas, o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2020. O pagamento será para 901.077 contribuintes e totaliza 2 bilhões de reais.

É a primeira vez da história que o pagamento acontece no mês de maio e antes do prazo final da entrega da declaração, que encerra no dia 30 de junho. Historicamente, o primeiro lote de restituição era pago no mês de junho. Este primeiro lote contempla contribuintes que tem prioridade legal, sendo 133.171 contribuintes idosos acima de 80 anos, 710.275 contribuintes entre 60 e 79 anos e 57.631 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

A restituição fica disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Como consultar

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Balanço 

Até a tarde da última quinta-feira, a Receita recebeu 16.017.000 declarações do IR. De acordo com o supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, a expectativa é de que 32 milhões de contribuintes entreguem declaração neste ano.

O prazo de entrega da declaração é de 2 de março até 30 de junho e que o vencimento da cotas também foi prorrogado. A primeira cota vence no dia 30 de junho de 2020, enquanto as demais vencem no último dia útil dos meses subsequentes.

As mudanças anunciadas visam evitar aglomerações de contribuintes no atendimento da RFB, bem como em empresas ou instituições financeiras, de modo a contribuir com o esforço para diminuir a propagação do coronavírus (covid-19).

Quem deve declarar 

Está obrigado a declarar o Imposto de Renda 2020 quem recebeu rendimentos tributáveis em 2019 em valores superiores a R$ 28.559,70 ou ganhou mais de 40 mil reais em rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte no ano, como indenizações trabalhistas ou rendimento de poupança.

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Caixa finaliza pagamento da 1ª parcela dos R$ 600 para mais de 8 milhões

A Caixa finaliza nesta sexta-feira, 29, o pagamento do auxílio emergencial para os trabalhadores que tiveram o pedido aprovado pelo Dataprev nas últimas semanas. Neste lote estão mais de 8 milhões de trabalhadores, que juntos receberam um total de 5,3 bilhões de reais. 

O lote foi pago de forma escalonada, de acordo com a data de nascimento do trabalhador, visando evitar aglomerações nas agências bancárias. 

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Os últimos a receberem são os nascidos no mês de dezembro. Os trabalhadores poderão receber o dinheiro nas contas indicadas ou sacá-lo. 

  • 9 de maio – nascidos em janeiro
  • 20 de maio – nascidos em fevereiro
  • 21 de maio – nascidos em março
  • 22 de maio – nascidos em abril
  • 23 de maio – nascidos em maio/junho/julho
  • 25 de maio – nascidos em agosto
  • 26 de maio – nascidos em setembro
  • 27 de maio – nascidos em outubro
  • 28 de maio – nascidos em novembro
  • 29 de maio – nascidos em dezembro

As datas de liberação da segunda parcela do benefício ainda serão divulgadas pelo Ministério da Cidadania.

 

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Magalu e Méliuz fazem parceria e vão dar cashback em compras online

Quem fizer compras na loja online do Magazine Luiza poderá receber até 3,5% do valor gasto de volta na sexta-feira, 29. Para isso, os clientes precisam iniciar a compra por meio do site ou do aplicativo da Méliuz, empresa de cashback (termo em inglês para estorno) que já devolveu mais de 140 milhões de reais aos brasileiros desde 2011.

Mas não é só a varejista que vai participar do Dia do Cashback que é comemorado amanhã. Participam da campanha a Dell (que vai dar 10% de cashback), Centauro (15%), O Boticário (10%), Adidas (7%), Acer (5%), Seculus (15%), Natura (8%), Carrefour (5%), Marisa (10%), Huddies (17,5%), Reserva (14,5%), Capodarte (7%) e Renner (15%).

Após a confirmação da compra, o cashback é creditado no extrato do Méliuz e, ao atingir 20 reais de saldo, o consumidor pode solicitar o resgate do valor para sua conta corrente ou poupança. O serviço é gratuito.

Os usuários também serão recompensado com até 30% de cashback na compra de bebidas como gin, vodca e uísque e podem receber até 40% de volta em produtos da Nissin, feitas em qualquer loja física, online ou via delivery. Neste caso, o dinheiro de volta é validado por meio do QR Code ou da chave de acesso presentes na nota fiscal emitida no momento da compra.

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Beneficiários dos R$ 600 podem usá-lo em maquininhas, diz Caixa

A Caixa Econômica Federal anunciou que os beneficiários do auxílio emergencial já podem utilizar os recursos em pagamentos de compras em maquininhas de cartão a partir desta quinta-feira, 28. Participam do projeto, conforme o presidente do banco, Pedro Guimarães, todos as adquirentes que conseguiram preparar sua operação e ainda a bandeira de cartões Elo.

A Coluna do Broadcast antecipou com exclusividade, no dia 19 de abril, que a Caixa trabalhava no projeto em conjunto com Cielo, de Bradesco e Banco do Brasil, Rede, do Itaú Unibanco, e Getnet, do Santander Brasil.

“Abrimos a possibilidade de pagamentos em supermercados, lanchonetes, redes de farmácias, em qualquer lugar via o celular”, explicou Guimarães, em coletiva de imprensa, no período da tarde desta quinta-feira.

Mais de três milhões de estabelecimentos físicos já estão aptos a receberem pagamentos nas maquininhas com recursos do auxílio emergencial de R$ 600,00.

As transações serão feitas por meio da tecnologia QR Code, os quadradinhos que se popularizaram durante a pandemia, e o cartão de débito virtual de cada usuário.

Para que os recursos do auxílio emergencial possam ser utilizados em compras nas maquininhas de cartão, as contas poupanças, abertas pela Caixa para pagamento do benefício, foram transformadas em carteiras digitais.

Não será preciso colocar senha para efetuar as transações. O pagamento será feito por meio da leitura do QR Code com o celular e os beneficiários poderão acompanhar os gastos em seu extrato no aplicativo Caixa Tem. Os recursos serão debitados das contas por meio do cartão de débito.

O presidente da Caixa disse que a novidade, a qual chamou de ‘revolução’, ajudará a reduzir a ida dos beneficiários às agências do banco. “Será muito melhor para todos os brasileiros e vai permitir redução das idas nas agências porque os beneficiários poderão gastar sem precisar tirar dinheiro”, avaliou.

De acordo com Guimarães, a primeira parcela do auxílio emergencial já foi paga a 57,9 mi de pessoas, em um total de R$ 40,8 bilhões. Quando acrescida ainda a segunda parcela, esse valor chega a R$ 74,6 bilhões.

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