Investidor já pode negociar moeda estrangeira na B3

Com a contínua redução da taxa básica de juros da economia brasileira nos últimos anos – passou de 14%, em 2016, para 3,75% no último anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central neste mês –, a demanda de investidores por novas formas de diversificar sua carteira levou milhares deles a investir na bolsa de valores em busca de ganhos maiores do que a renda fixa, por exemplo.

Nesse período, a B3 ganhou musculatura e foi eleita a Bolsa de Valores do Ano pelo FOW Awards 2019, premiação do Global Investor Group, principal grupo de comunicação especializado na cobertura do mercado de capitais e derivativos do Reino Unido. Já os investidores cresceram em número e ganharam experiência e maturidade para buscar novos produtos para diversificar suas carteiras.

Pensando nesse público, a B3 elegeu, por meio de uma licitação no fim do ano passado, três formadores de mercado no Brasil, os chamados market makers, expressão em inglês para provedores de liquidez. São dois bancos e a Infinox Capital, corretora inglesa que atua como formadora de mercado há mais de 11 anos. Os investidores brasileiros poderão negociar os chamados Forex, ou FX, moedas internacionais em relação ao dólar americano, como GBPUSD, AUDUSD, NZDUSD, EURUSD, USDCAD, USDJPY, além dos pares escandinavos USDNOK e USDSEK, e também colocar posições nas procuradas Notas do Tesouro dos Estados Unidos de dez anos.

Suas operações envolvem a compra de uma moeda simultaneamente com a venda de outra. O investidor negocia as moedas em pares, especulando que o valor de uma delas vai subir ou cair em relação à outra.

“Nosso dever como formador de mercado de FX (futuros) no Brasil é oferecer liquidez em contratos de moedas e juros americanos – dez anos para o mercado brasileiro – e apoiar as corretoras locais com materiais, pesquisas e informações sobre o produto”, afirma Robert Berkeley, CEO da Infinox Capital. “Vamos atuar durante todo o pregão, garantindo baixos spreads para os mercados brasileiros em todos os produtos de pares de moedas em dólares e futuros em juros americanos”, completa.

Fluxo internacional deve voltar ao Brasil

Antes da formação desses contratos futuros na B3, esse tipo de negociação só podia ser realizado fora do Brasil e estava sujeito à regulamentação do país em que era contratado. Agora, o investidor nacional terá acesso ao produto por meio de qualquer corretora brasileira que atue com a B3 e estará menos sujeito aos riscos da flutuação do câmbio, por exemplo, no exterior e regulamentações offshore.

E não falta demanda. Segundo levantamento do Bank for International Settlements, diariamente são negociados 6,6 trilhões de dólares no mercado global de câmbio, o maior em volume e em liquidez no mundo.

Muitos brasileiros já estavam atentos ao produto quando ele ainda só era ofertado lá fora. Cálculos de corretoras europeias apontam que 50 000 brasileiros investem em Forex no exterior atualmente. E esse número já foi maior. Até 2011, eram 100 000 brasileiros apostando no produto lá fora. O objetivo, agora, é atrair todos esses investidores do varejo (pessoa física) para negociar o produto aqui no país em até dois anos.

Executivos da Infinox acreditam que o volume institucional demandado pelos fundos brasileiros deve subir exponencialmente no próximo ano, pois são instrumentos de alta demanda global e, agora, estão disponíveis localmente.

Em momentos de crise, como a que o mundo enfrenta agora com o coronavírus, todo o mercado fica mais volátil, e o produto FX se torna ainda mais atrativo para especuladores em geral ou grandes fundos que procuram ferramentas de hedge (proteção cambial, por exemplo). “Tivemos movimentos de 10% a 30% em negociações com moedas como libra, real, coroa norueguesa e sueca, entre outras”, afirma Jay K. Mawji, diretor da Infinox Capital.

“Estamos felizes em poder oferecer liquidez em contratos de FX e Treasuries para o mercado brasileiro. Os participantes do mercado nacional demandam produtos internacionais em sua bolsa de confiança e a Infinox vai oferecer liquidez de primeira linha em um dos mercados que mais crescem no mundo. Estamos observando uma demanda crescente e orgulhosos em oferecer essa nova classe de ativos em ambiente regulamentado da B3”, completa.

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Coronavírus: consumidor pode pedir cancelamento de serviços sem ônus

Diante das restrições impostas pelo novo coronavírus com a suspensão de aulas e o fechamento temporário de academias, muitos consumidores se perguntam como fica o pagamento das mensalidades. “A pandemia atual no mundo dos contratos é muito devastadora. Quase todos foram afetados”, afirmou João Pedro Biazi, advogado e mestre em Direito Civil pela Universidade de São Paulo (USP).

Segundo o Código de Defesa do Consumidor, é permitido ao cliente pedir o cancelamento dos serviços sem ônus em situações como a emergência atual que o Brasil enfrenta.

No caso das mensalidades escolares, se o colégio não pode prestar o serviço educacional temporariamente, ele não poderia cobrar a mensalidade. “Ao contrário das instituições que conseguiram rapidamente se adaptar às aulas online, algumas não têm estrutura para aulas remotas. É importante avaliar se existe ou não a impossibilidade da prestação dos serviços educacionais” disse Biazi.

Além disso, mesmo nas aulas remotas há uma diminuição do serviço oferecido. “As aulas online conseguem mitigar um pouco, mas a parcela total das atividades não será prestada, como aulas de laboratório e refeições”, afirmou ele. Quem perdeu parte da renda mensal em razão dos prejuízos econômicos pode entrar em contato com a direção da escola para pedir o abatimento desses custos.

Se o contrato não puder ser cumprido, o consumidor que não realizar o pagamento não poderá ter o nome incluído em cadastro de devedores.

Academias e cursos

A regra é semelhante para academias de ginástica. Quem pagou adiantado pode solicitar o reembolso compatível ao serviço que não chegou a utilizar ou ainda pedir para o contrato ser estendido, quando a situação for normalizada.

A possibilidade de encerramento de contrato anual sem o pagamento de multas é a mesma para cursos de idiomas, danças e pré-vestibulares, por exemplo. Segundo a Fundação Procon-SP, a solução de problemas em contratos deverá ser guiada “pelos princípios da boa-fé, razoabilidade, proporcionalidade e transparência, sendo imprescindíveis equilíbrio e bom senso”

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Com maior parte dos fundos imobiliários negociando com desconto, o que virou oportunidade?

SÃO PAULO – Embora estejam sofrendo menos que as ações, os fundos imobiliários também estão em um movimento de queda das cotas, refletindo o nervosismo do mercado com a crise da epidemia do coronavírus e seus reflexos sobre a economia. O movimento é bastante amplo, com todos os 108 fundos que fazem parte do Ifix, índice de referência do segmento, em baixa desde o dia 21 de fevereiro, véspera do estopim do pânico.

Ainda que a queda seja abrangente, as histórias dos fundos são diferentes. Enquanto o Ifix cai 24,6% nesse período até a última sexta-feira (20), os fundos tinham quedas de 4,7% a 47,2%. As distinções levam o mercado a considerar o movimento de venda exagerada para parte do segmento, o que pode se traduzir em oportunidades.

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Levantamento feito pelo InfoMoney com base em dados da Economatica mostra que, dos fundos que compõem o Ifix, 87% negociavam, em 20 de março, abaixo de seu valor patrimonial. Antes da crise, em 21 de fevereiro, a fatia que negociava com desconto era bem menor, de 15,7%.

O múltiplo P/VPA (preço em relação ao valor patrimonial por cota) é uma métrica de avaliação para saber se um fundo está caro (quando o resultado fica acima de 1) ou barato (abaixo de 1).

Por esse critério, fundos como General Shopping e Outlets (GSFI11), Edifício Galeria (EDGA11) e Europar (EURO11) estão entre os mais descontados do Ifix, com relação entre preço e valor patrimonial de 0,26, 0,42 e 0,44 vez, respectivamente.

Na ponta oposta, destaque para BB Progressivo II (BBPO11), com P/VPA de 1,27 vez, seguido pelos fundos Hospital da Criança (HCRI11) e Hospital Nossa Senhora de Lourdes (NSLU11), com relação de 1,22 e 1,15 vez, respectivamente.

No grupo dos 31 fundos imobiliários com participação acima de 1% sobre o Ifix, os menores múltiplos partiam do Vinci Shopping Center (VISC11), com P/VPA de 0,64 vez, seguido pelos fundos XP Malls (XPML11) e HSI Malls (HSML11), com relação entre preço e valor patrimonial de 0,72 e 0,74 respectivamente.

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“Os preços perderam qualquer relação com a racionalidade”, avalia Daniel Caldeira, sócio da Mogno Capital. Gestor do Mogno Fundo de Fundos (MGFF11), ele acredita que o movimento de desvalorização está em grande parte vinculado à necessidade de liquidez por parte dos investidores e também por zeragem de exposição devido a posições alavancadas nas carteiras, o que derrubou os preços.

Dentro do fundo da Mogno, Caldeira diz ter reduzido um pouco a exposição a shopping, um dos setores que mais preocupam nesta crise, mas sem grandes alterações no portfólio. Entre os fundos que enxerga como baratos, o gestor destaca o BC Fund, negociando hoje perto de R$ 80, bem abaixo dos R$ 116 do fim de 2019.

Caldeira menciona também o fundo de logística XPIN e, no grupo de fundos de recebíveis, tem preferência por aqueles de crédito alta qualidade de crédito, como Kinea Rendimentos imobiliários.

Em entrevista ao InfoMoney, Ricardo Almendra, CEO da gestora RBR, contou que estava aproveitando a queda dos preços para aumentar suas posições principalmente no setor de galpões logísticos, exposição que estava zerada desde dezembro.

“É um cenário para porta de entrada, com preço irracionalmente baixo”, afirma Rossano Nonino, sócio-diretor da Ouroinvest Real Estate. “Se pegarmos o valor dos FIIs e compararmos com o encontrado duas semanas atrás, muitos estão com metade do preço.”

Nonino lembra que, durante o período de 2013 a 2017, a oferta de novos escritórios em São Paulo, por exemplo, foi extremamente alta, com aumento de cerca de 50% do estoque, proveniente das construções dos anos anteriores.

Na época, contudo, a superoferta de imóvel, somada a uma Selic que praticamente duplicou (de 7,25% para 14,25% ao ano) e a dois anos de PIB negativo, também fez o Ifix recuar, conta. Entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014, por exemplo, o índice afundou 23,3%.

Hoje, o cenário é outro, diz, sem superoferta de imóveis e com um CDI sem perspectiva de subir para dois dígitos no médio prazo. “Quando analisamos o contexto, não faz sentido o índice cair 30% como vemos agora”, afirma. E completa: “O que temos visto é muito investidor de primeira viagem que decidiu sair no primeiro sinal de turbulência sem entender o que fazer”.

Os últimos dados da B3 indicam que, em janeiro, havia 715 mil investidores pessoas físicas de fundos imobiliários, um crescimento exponencial em relação aos 205 mil cotistas do fim de 2018.

Shoppings: oportunidade ou hora de vender?

Na avaliação de Nonino, as quedas no Ifix não são motivo para pânico, mas para oportunidade, especialmente no segmento de shopping centers.

“Mesmo que a vacância fique alta nos próximos anos, não faz sentido a cota cair pela metade. Vai ter efeito de ausência de receita, vacância, mas o que tenho visto é shoppings dispostos a dar carência de aluguel para os lojistas, não risco de perda de inquilino”, afirma.

Em um cenário ainda nebuloso, contudo, a XP preferiu diminuir a participação no segmento de shoppings e aumentou o peso em papéis mais defensivos, de menor risco e menor volatilidade, caso dos fundos de recebíveis.

Em atualização extraordinária feita no último dia 18, a XP optou por retirar da carteira os fundos Vinci Shopping Centers, HSI Malls e Malls Brasil Plural, deixando apenas o XP Malls entre os recomendados do setor.

“Apesar de termos uma visão positiva para a performance dos portfólios no médio e longo prazo, estamos reduzindo o peso de FIIs de shopping centers em nossa carteira e adotando um posicionamento mais conservador no curto prazo”, escreveu Renan Manda, analista de fundos imobiliários da XP.

Na Eleven Financial Research, a equipe de ações atualizou a recomendação de compra para neutra de Iguatemi (IGTA3), Multiplan (MULT3) e Aliansce (ALSO3).

Em relatório, a equipe destacou como principais impactos uma renegociação com lojistas, a queda no faturamento e uma redução da taxa de ocupação. “Até que o cenário esteja menos opaco, mantenha distância dos ativos de shopping”, escreveu o time de análise. (Leia mais aqui)

Cuidado com as promoções

Embora as oportunidades pareçam pipocar em momentos de crise e de preços deprimidos, Marcos Baroni, especialista em fundos imobiliários da Suno Research, alerta para a dificuldade de precificação dos ativos em um cenário ainda muito incerto.

“Ninguém consegue saber onde a queda vai parar, porque não se sabe os desdobramentos do coronavírus sobre a economia. Não é possível saber quais empresas vão sobreviver nem quanto tempo vai demorar para sairmos da recessão”, diz.

Por mais que enxergue uma melhora no longo prazo, Baroni questiona qual será o preço a ser pago por isso. “Meu maior receio é de que o fim da crise resulte em uma crise de crédito. Hoje não é possível avaliar, mas, se acontecer, tudo terá que ser renegociado”, afirma.

Com relação aos dividendos, Nonino, da Ouroinvest, afirma que é natural que os inquilinos peçam um respiro de curto prazo, o que deve afetar os dividendos que seriam pagos no segundo semestre deste ano.

Ele lembra que os fundos imobiliários precisam dividir semestralmente 95% do resultado, mas que não têm obrigação de pagar caso não tenham caixa.

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RBR e Mogno se unem para doar parte da receita de gestão para organização social

SÃO PAULO – As gestoras RBR Asset Management e Mogno Capital decidiram capitanear uma campanha para doação de uma parte da receita obtida com a gestão de fundos imobiliários para organizações sociais.

Desde dezembro, quando foi realizado o IPO do fundo RBR Properties (RBRP11), do qual a Mogno é investidora, a RBR passou a doar 1% da receita gerada pela taxa de gestão para o Instituto Sol, uma ONG voltada para projetos sociais na área de educação.

A receita pertenceria à gestora, sem impacto sobre os cotistas do fundo, observa Ricardo Almendra, CEO da RBR. A proposta, agora, é que a iniciativa ganhe corpo no mercado financeiro.

“Começou pelo RBR Properties, mas a ideia é, ao longo da vida da RBR, termos todos os nossos fundos fazendo alguma doação para algum instituto ou causa na qual a gente acredite e acompanhe. Vai ser parte da nossa cultura, um planejamento estratégico de longo prazo para implantar na RBR”, diz Almendra.

Segundo ele, a doação não tem data para acabar, dada a natureza do fundo, que é listado e de prazo indeterminado.

Daniel Caldeira, sócio da Mogno, complementa que a destinação de uma receita por meio de um veículo fechado gera uma estabilidade interessante para o Instituto Sol e outras organizações, no futuro.

Instituição privada, sem fins lucrativos, o Instituto Sol foi fundado com o objetivo de oferecer oportunidades para que jovens de baixa renda possam ter acesso a ensino de qualidade, mentores e orientadores.

A organização seleciona, anualmente, jovens que estejam cursando o nono ano do ensino fundamental na rede pública e que queiram e tenham potencial para ingressar em uma das melhores escolas particulares de São Paulo.

O ciclo de apoio começa na preparação para o ingresso no ensino médio e segue durante o ensino superior até a entrada no mercado de trabalho.

Almendra, que está no conselho do Instituto Sol, conta que a ONG assiste hoje 30 jovens e pretende alcançar o número de 100. “Acompanhamos o jovem por um ciclo de oito a nove anos, o que inclui ensino médio, faculdade e curso preparatório, se necessário. Ajudamos na partes pedagógica e psicológica, com educação vocacional, saúde e transporte.”

Associação de gestoras

Paralelamente, as duas gestoras estão promovendo uma iniciativa para formar uma associação que congregue gestores de fundos imobiliários.

RBR e Mogno pretendem liderar a agregação e convidar cerca de 20 gestores para que a associação possa discutir pautas que julgarem relevantes para a indústria e atuar em conjunto em ações de impacto social.

Entre as iniciativas, estará a proposta de que outros associados abracem a causa por meio de doações de parte da taxa de gestão para instituições de finalidades sociais. “A associação estará aberta para todos do setor terem um fórum para discutir nossas prioridades”, assinala Caldeira.

Entre os pleitos atuais, estão as discussões sobre o papel do gestor e do administrador dentro de um fundo. Almendra destaca que o primeiro deveria ganhar importância na estrutura. Temas como a concentração em cada ativo dentro de um fundo imobiliário, tributação sobre ganho de capital e a possibilidade de operar vendido em FIIs também respondem pelas principais demandas de discussões.

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Como investir em um contexto de crise? Gestor da Claritas responde

SÃO PAULO – Com uma crise que tende a durar mais tempo do que o previsto originalmente, como o investidor deve ser posicionar? A renda fixa já oferece oportunidades? Vale a pena começar a voltar à Bolsa ou ainda é cedo para arriscar? Como reequilibrar a carteira no contexto atual?

Essas e outras questões serão respondidas hoje por Damont Carvalho, gestor de fundos macro da Claritas Investimentos, em uma transmissão ao vivo pelo Instagram do InfoMoney às 15h. Carvalho é um dos responsáveis pela gestão do fundo multimercado Total Return.

A live faz parte da campanha InfoMoney Orienta, que tem o objetivo de ajudar você a se planejar e investir melhor durante a crise. Para receber todo o conteúdo da campanha, cadastre-se aqui. E envie sua pergunta pelo Twitter ou Instagram, marcando a #InfoMoney Orienta.

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Nubank vai pagar compras de iFood e consultas para clientes

O banco digital Nubank criou um fundo de 20 milhões de reais para apoiar seus clientes durante a crise do coronavírus. Os recursos vêm da verba de marketing da fintech e de outros ganhos de eficiência e custearão atendimento médico e psicológico remoto via vídeo, pedidos de supermercados e farmácias, entre outros serviços.

Para isso, fechou parcerias com empresas como o Hospital Sírio-Libanês, o aplicativo de atendimento psicológico Zenclub, as empresas de delivery iFood e Rappi, e o aplicativo de produtos de pet shop Zee.Dog.

A iniciativa funciona assim: o cliente entra em contato com o banco, explica sua necessidade, e o Nubank direciona o cliente para um parceiro da iniciativa, na medida do possível.

Segundo o Nubank, sua equipe de atendimento está sendo treinada para ouvir as necessidades dos clientes e buscar formas de auxiliá-los. Os contatos podem ser feitos via telefone, chat e e-mail. As solicitações sobre os produtos do Nubank seguem sendo respondidas normalmente.

O Sírio-Libanês disponibilizou mil atendimentos em sua plataforma de teleorientação médica para os clientes da fintech. O banco vai usar parte da verba do fundo para continuar oferecendo o serviço de forma gratuita, através de vouchers para agendar uma consulta virtual na plataforma do hospital.

A parceria com a plataforma de atendimento psicológico Zenclub funcionará de forma semelhante. De acordo com a situação, a fintech vai disponibilizar vouchers para que seus clientes utilizem uma consulta na plataforma sem custo.

O Zee.Dog vai oferecer 20% de desconto para clientes da fintech na primeira compra pelo app. O Nubank custeará mais atendimentos médicos e itens para os pets, com vouchers de até 100 reais de desconto em compras no app, que funciona apenas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Já a parceria com iFood e Rappi funcionará via créditos que poderão ser usados para entregas de comida ou outras compras. “Todo o valor da compra e entrega serão pagos pelo Nubank”, diz o banco. A fintech também vai auxiliar clientes que não tenham familiaridade com os aplicativos para que garantir que o pedido seja feito. É possível ter mais informações sobre as parcerias aqui.

A empresa afirma ainda que está adotando medidas para minimizar os impactos do coronavírus na vida financeira de seus clientes. Casos relativos a empréstimo pessoal e pagamento da fatura estão sendo avaliados através dos canais de atendimento.

 

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Coronavírus e renda fixa: qual é o impacto nos investimentos?

SÃO PAULO – Em meio à crise causada pela pandemia de coronavírus, a redução da taxa Selic para 3,75% ao ano deixou os investidores de renda fixa cheios de dúvidas. Ainda vale a pena apostar nesse tipo de instrumento? Que tendências devem se materializar daqui por diante? Quais as chances de os juros básicos da economia caírem ainda mais?

O economista Alan Ghani, consultor de investimentos e articulista do InfoMoney, respondeu as perguntas enviadas nesta semana pelos leitores pela campanha #InfoMoneyOrienta. Muitas dúvidas eram sobre a variação das taxas e dos preços dos papéis de renda fixa disponíveis no mercado. Ghani explica que o prêmio de risco de aplicações como títulos públicos aumentou e, por isso, as taxas de juros oferecidas subiram.

“O prêmio de risco envolve a percepção do mercado sobre o risco de crédito, que aumenta porque a situação fiscal do país, em uma crise como a atual, piora”, explica. Mas ele também decorre do risco de liquidez, que cresce quando todo mundo procura ter dinheiro em espécie, e de mercado, decorrente da grande volatilidade hoje presente.

Por que meu investimento em títulos de inflação está negativo?

A alta dos juros nos papéis prefixados e atrelados à inflação agradou os investidores fãs do Tesouro Direto, mas muitos deles não entenderam por que seus extratos agora apresentam um valor menor para os papéis que já tinham adquirido anteriormente. O economista explica que existe uma relação inversa entre as taxas de juros atuais e os preços dos títulos públicos comprados no passado.

“Suponha que você comprou uma NTN-B [Tesouro IPCA+] que pagava juros de 4% ao ano mais IPCA. Esse é o ganho que foi garantido até o vencimento do papel, todo ano”, diz. Se seis meses depois o mesmo título, com o mesmo vencimento, estiver oferecendo juros de 3% ao ano mais IPCA, o papel mais antigo estará em vantagem – por ter uma taxa mais atrativa. Assim, quando os juros caem, o preço dos papéis antigos sobe, já que a remuneração deles é melhor.

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O contrário, no entanto, também é verdadeiro. Se os títulos que ofereciam 4% de repente passam a pagar 6% mais IPCA, os títulos antigos se tornam menos interessantes em termos de remuneração – e, por isso, perdem valor. Foi exatamente o que aconteceu no momento atual.

O que fazer com a renda fixa agora então?

A renda fixa, explica Ghani, oferece algo muito atraente para os investidores: uma rentabilidade combinada desde o início. “E isso ninguém tira de você, se permanecer na aplicação até o vencimento. Por isso, quem tem títulos prefixados ou atrelados à inflação e sentiu o peso da volatilidade dos últimos dias não deve fazer absolutamente nada, porque já tem rentabilidade garantida até o vencimento. Na pior das hipóteses, você vai ter o ganho contratado.”

É diferente de uma ação, que pode valer praticamente nada quando a empresa emissora vai à falência, por exemplo. Quando a situação com o coronavírus começar a ser resolvida, segundo Ghani, vai ser possível perceber um recuo das taxas de juros – e quem tiver comprado papéis agora que elas ainda estão altas poderá embolsar ganhos ainda maiores.

Quem tem títulos prefixados antigos terá ganhos se vender após a queda da Selic?

Ghani destaca que a queda da Selic já está precificada nas taxas oferecidas pelos títulos públicos. Como elas subiram nos últimos dias em relação aos últimos meses, o economista explica que quem vender papéis antigos hoje embolsará o ganho verificado nos preços em função desse movimento.

Comprei títulos indexados ao IPCA na turbulência, contando com os ganhos da marcação a mercado. Então por que as taxas não baixaram com a queda da Selic?

As taxas, segundo Ghani, ainda refletem muito mais o prêmio de risco dos papéis do que os movimentos do governo em relação à Selic. “Pode ter certeza de que, quando a situação normalizar, as taxas irão cair”, diz.

É hora de comprar papéis prefixados?

Ghani prefere títulos indexados à inflação a papéis com retornos prefixados ou que acompanhem a variação da taxa básica de juros, como o Tesouro Selic. “Não iria de prefixados agora, porque pode haver uma questão inflacionária no longo prazo, e a NTN-B protege disso”, diz.

Mas o economista não descarta as LFTs (Tesouro Selic) por completo. “Em períodos de crise, para quem acha que pode precisar resgatar o dinheiro antes do vencimento, a LFT é um papel que não desvaloriza”, afirma.

As NTN-Bs, por outro lado, embora estejam oferecendo taxas muito atrativas, podem dar prejuízo a quem precisar do dinheiro antes da hora. “Eu mesmo tenho 10% da minha carteira investidos em LFTs”, explica o economista, ressaltando que se trata de sua reserva de emergência. Ela pode ser acionada inclusive para fazer outros investimentos – se o mercado acionário ficar muito barato, por que não aproveitar a liquidez da LFT para resgatá-las e usar o dinheiro na bolsa?, indaga Ghani.

O risco dos títulos de inflação é muito maior do que o dos prefixados?

Existem duas variáveis envolvidas nesse caso: vencimento e taxa. Os títulos de inflação normalmente são muito longos – vencem em 10, 20 ou até 30 anos. E esse é um elemento que traz volatilidade aos papéis, porque as incertezas no longo prazo são maiores.

Já os títulos prefixados são mais curtos, mas sofrem um efeito maior da variação das taxas, que costuma ser mais intensa. Há épocas em que um elemento predomina sobre o outro. “Não é uma pergunta com uma resposta pronta. Mas, via de regra, para uma mesma variação da taxa de juros, os títulos de inflação tendem a subir ou a cair mais, por conta do seu prazo mais longo”, afirma Ghani.

Devo sacar o dinheiro investido no Tesouro Direto?

Se a resposta à pergunta “preciso do dinheiro agora?” for não, o investidor não deve sacar os recursos. “Não mude de posicionamento, mantenha seu papel. Seu retorno está garantido até o vencimento, e uma hora as coisas vão normalizar. Não faça nada agora”, recomenda o economista.

Minha reserva de emergência está aplicada em títulos prefixados. Não devo resgatar? A melhor opção para a reserva de emergência é a LFT?

Na visão de Ghani, a reserva de emergência deve ser aplicada em títulos pós-fixados. Ao contrário dos prefixados e dos títulos de inflação, eles não garantem uma taxa já acertada desde o momento do investimento. Em vez disso, oferecem como rendimento a Selic.

Se a taxa básica de juros estiver em 10% ao ano, é o que vão pagar naquele período. Se cair para 5% anuais, é o que passarão a pagar dali por diante. Por causa desse mecanismo, eles não sofrem no preço o impacto da alta ou da queda dos juros.

“A reserva de emergência deve estar onde você tem uma rentabilidade sem muito risco de perda. É LFT, fundo DI, CDB pós-fixado com liquidez”, explica o economista. “Você só quer juros para remunerar e não deixar o dinheiro totalmente parado, para poder contar com ele a qualquer momento sem risco.” Se os valores foram aplicados em títulos prefixados, um resgate no momento atual possivelmente acarretará perdas.

A LFT rende mais que do que uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário) que pague 100% do CDI?

Não, diz Ghani, já que as LCIs são isentas da cobrança de Imposto de Renda, o que não é o caso das LFTs. Uma equivalência entre os dois papéis exigiria que o investimento tributado pagasse em torno de 115% do CDI. O detalhe das LCIs é outro: liquidez. A LCI pode não ter liquidez diária como a LFT, além de ter uma carência mínima de resgate de três meses.

A Selic pode cair ainda mais?

Na visão de Ghani, a Selic pode sofrer novas reduções, sim. Embora algumas pessoas questionem o risco da volta da inflação, diante de juros tão baixos, o economista não enxerga esse cenário.

“Essa crise é de demanda e de oferta, pega as duas pontas. As pessoas não conseguem consumir porque não estão saindo de casa, e também não podem ir trabalhar por restrições impostas. É algo inédito, e muito difícil de abrir espaço para inflação”, explica.

Pode, sim, haver aumentos pontuais nos preços de alguns produtos por escassez – como álcool gel. Mas não uma situação generalizada. “Tem espaço para Selic cair mais até porque o motivo da queda agora não é controle inflacionário, e, sim, evitar uma crise no sistema financeiro”. Ghani afirma, resaltando que não espera a Selic abaixo de 3% ao ano.

Daqui a um ano, a Selic deve ter subido novamente?

Para Ghani, é difícil imaginar a taxa básica voltando a subir em um prazo de um ano. “Talvez em um horizonte um pouco mais longo, sim. Mas é precisa registrar uma recuperação maior antes disso. Talvez daqui a três ou quatro anos”.

O título Tesouro Selic ainda será uma boa opção com o novo corte previsto? Qual a melhor alternativa desse momento para investir em renda fixa?

Sim, principalmente para manter a reserva de emergência. O Tesouro Selic, diz Ghani, tem sido uma boa opção porque, diferentemente dos prefixados e papéis atrelados à inflação, não desvaloriza com a oscilação das taxas.

“Quem comprou Tesouro Selic no passado, ganhou juros de 14,25%, por exemplo, durante o período em que os juros estavam nesse patamar. Depois que a Selic caiu, passou a ganhar um pouco menos daquele momento em diante. É o que vai acontecer novamente agora com os cortes”, explica.

O importante a lembrar é que a remuneração total desse título, que é pós-fixado, é a média acumulada de todas as taxas desde a sua compra. “Mesmo com juros menores agora, vale a pena. Fica a lição: não dá para pensar só em remuneração, é preciso pensar também em risco e em volatilidade. O Tesouro Selic reduz a sensibilidade da carteira.”

Pensando em investimentos com prazos mais longos, Ghani reafirma que uma das melhores opções no momento são os títulos de inflação. Além de oferecerem taxas muito atrativas agora, eles protegem o dinheiro do risco de inflação no futuro de longo prazo. “Há pouco tempo, tínhamos saudade de ver taxas tão elevadas e um ganho tão fácil no Tesouro Direto.”

E os CDBs, valem a pena neste momento? Há risco de os bancos quebrarem?

Ghani diz que prefere títulos públicos aos CDBs prefixados, porque no Tesouro Direto é possível vender os papéis antes do vencimento se o investidor precisar ou se encontrar uma boa oportunidade de ganho devido à variação das taxas. “Já os CDBs pós-fixados podem ser interessantes, desde que paguem um belo percentual do CDI e o investidor puder esperar até o vencimento”, sugere o economista.

Alguns CDBs pós-fixados estão, de fato, oferecendo uma remuneração muito alta – em alguns casos, de até 180% do CDI. A dúvida é se os bancos emissores irão sobreviver à crise. Segundo Ghani, a tendência é de que o Banco Central e as autoridades monetárias no mundo inteiro injetem muito dinheiro no mercado nos próximos tempos, justamente para não haver um colapso financeiro. O principal, nesse caso, é verificar a liquidez do papel. “Muitas vezes, as operações com as melhores taxas não têm liquidez”, explica o economista.

Papéis privados, como debêntures e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), podem ser boas alternativas?

No geral, o principal a avaliar são as operações dos emissores dos papéis privados. É preciso estimar se há um risco real de quebra ou não. “Se forem empresas muito bem avaliadas, pode ser. Tem de ter rating AAA, tem de ser empresa sólida”, diz Ghani.

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XP te ajuda a se informar para tomar decisões com tranquilidade

conteúdos xp

Quando mais você se informa, melhor você decide. Neste momento de incertezas e inseguranças, conte com os conteúdos da XP.

Antes distante de boa parte dos brasileiros, o mundo dos investimentos tem ganhado destaque em todos os noticiários, principalmente por conta dos impactos do coronavírus.

Por isso, a XP intensificou a sua produção de conteúdos e análises para que se tornar uma fonte de segurança e tranquilidade para você.

Nesse momento de muitas incertezas, é essencial que as pessoas se informem para tomar as melhores decisões.

Como investir bem neste momento de incertezas

Investir bem não quer dizer que você tenha que sair comprando ações na bolsa de valores ou que tenha que vender seus ativos porque estão registrando queda.

Para evitar que essas informações causem pânico e gerem mais perdas aos investidores que já fazem aplicações, a XP está focada em produzir os melhores conteúdos.

O objetivo é sanar as dúvidas dos investidores, explicar os impactos da crise sobre os investimentos e ajudar na tomada de decisão.

Vivemos um momento delicado e que exige muita atenção. Afinal, os mercados do mundo inteiro estão sofrendo os efeitos da crise gerada pelo coronavírus. Saber o que fazer (ou não fazer) agora é fundamental.

Por isso, a XP segue na missão de democratizar o mundo dos investimentos para que cada vez mais brasileiros continuem tendo acesso aos melhores ativos, mas principalmente às melhores informações.

É nos momentos de adversidades e incertezas que surge a oportunidade de reforçar a missão. Estar próximo dos clientes e ajudá-los a investir bem é o principal foco agora.

Não se trata apenas de ser uma marca especialista em investimentos. A XP vive e respira para garantir que os clientes tenham acesso às melhores oportunidades.

Agora mais do que nunca a meta é levar informação de qualidade e confiança para que você possa tomar a melhor decisão sobre o seu dinheiro.

Tenha ao seu lado as análises e comentários dos nossos especialistas, como o economista Marcos Ross, a especialista de ações Betina Roxo e o estrategista-chefe da XP, Fernando Ferreira.

A ideia é que todos possam entender qual é o cenário da economia global. Mas mais do que isso, é explicar que o desespero nestas horas precisa passar longe dos investimentos.

Explicar conceitos, analisar cenários e acalmar investidores é o que tem movido nossos analistas. Queremos que os investidores evitem erros comuns como o uso da reserva de emergência em renda variável (principalmente neste cenário de volatilidade) e a falta de planejamento dos investimentos (quais são seus prazos e planos para o futuro?).

Quando mais você se informa, melhor você decide

Não importa se você começou a investir ontem ou se está no mercado há muito tempo. Nunca é fácil passar por um momento turbulento como o das últimas semanas.

Coronavírus, dólar subindo, bolsa caindo, crise no setor do petróleo…

Com tanta coisa para gerar insegurança, queremos reforçar nosso compromisso de continuar trabalhando incansavelmente, em contato com nossa rede de pessoas, empresas e mercados para levar todo esse conteúdo para você poder se informar, esclarecer dúvidas e tomar decisões com mais tranquilidade.

Já produzimos e compartilhamos conteúdos diariamente nos nossos canais. Mas agora vamos intensificar e facilitar o seu acesso a tudo isso.

O nosso Morning Call, por exemplo, agora está disponível no Spotify em agregadores de podcasts, na Alexa (a assistente virtual da Amazon) e também será um programa diário nas rádios CBN e Band News.

Também teremos relatórios especiais e lives para tratar dos temas que você quer e precisa saber em tempo real, todos os dias.

Sejam quais forem suas dúvidas sobre o que está acontecendo na economia, estaremos ao seu lado para esclarecê-las.

O momento é difícil, mas já vivemos crises parecidas no passado e sempre com muita disciplina, humildade e serenidade, saímos de cada uma delas mais fortes do que entramos.

Nosso comprometimento com vocês e com nosso propósito é de longo prazo e estaremos aqui agora e depois, quando tudo acalmar.

Acesse a página de conteúdos da XP e fique bem informado sobre tudo o que impacta sua vida e seus investimentos.

 

Disclaimer: CONTEÚDO PATROCINADO XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A. Este material foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S/A (“XP Investimentos” ou “XP”) e tem caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Os prazos, taxas e condições aqui contidas são meramente indicativas. As informações contidas neste material foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis. A XP Investimentos não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Os ativos, operações, fundos e/ou instrumentos financeiros discutidos neste material podem não ser adequados para todos os investidores. Os investidores devem obter orientação financeira independente, com base em suas características pessoais, antes de tomar uma decisão de investimento. A XP Investimentos não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas e se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste material ou seu conteúdo. Investimentos nos mercados financeiros e de capitais estão sujeitos a riscos de perda superior ao valor total do capital investido. A XP Investimentos se coloca à disposição para clientes que desejam obter informações, tirar dúvidas ou fazer reclamações por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). O contato do SAC é o telefone 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. Para maiores informações sobre produtos, tabelas de custos operacionais e política de cobrança, favor acessar o nosso site: http://www.xpi.com.br.

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Bancos restringem atendimento e têm horários diferenciados

Diante do avanço do coronavírus, bancos decidem restringir o acesso de clientes às agências, que terão abertura em horários diferenciados. É uma forma de proteger funcionários e os próprios clientes do contágio do vírus.

A rede de agências do Bradesco começou a funcionar nesta terça-feira (24) em horário diferenciado de atendimento. O horário de atendimento será entre 10h e 14h para o público em geral. Para aposentados e pensionistas do INSS, o atendimento começa uma hora antes e, nos dias de pagamento desse público, a abertura das agências acontecerá com duas horas de antecedência, ou seja, às 8h.

Os funcionários do banco também estão orientados a organizarem o atendimento nas agências e nas salas de autoatendimento de forma a evitar concentração de pessoas no interior dos ambientes, preservando a recomendação de manter distância mínima de 1,5 metro entre elas.

A entrada nas agências será escalonada. Poderão entrar de 5 em 5 ou de 10 em 10 pessoas, dependendo do tamanho de cada agência. O Bradesco redimensionou ainda o atendimento em um sistema de rodízio, no qual os funcionários se revezam em turnos semanais.

A Caixa informa que dividiu sua força de trabalho de forma a garantir o atendimento aos clientes via WhatsApp, por empregados em trabalho remoto, e nas agências aos que procurarem os serviços essenciais, como os pagamentos sem cartão e senha de Benefícios do INSS, Seguro Desemprego/Defeso, Bolsa Família, Abono Salarial e FGTS, além do desbloqueio de cartão e senha de contas e o abastecimento e processamento de depósitos realizados nas máquinas de autoatendimento.

Para isso, estabeleceu a partir desta segunda-feira (23) a proporção de 70% dos empregados das agências em trabalho  remoto, com revezamento periódico por escala, excluindo-se do rodízio os empregados integrantes do grupo de risco definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O Itaú Unibanco está limitando o fluxo de clientes nas agências, estabelecendo o atendimento simultâneo a, no máximo, 10 pessoas em cada unidade, que estão sendo instruídas pelos funcionários a manter entre si a distância mínima de um metro.

Adicionalmente, estuda reduzir o horário de funcionamento das unidades e prestar atendimento aos aposentados e pensionistas em horário exclusivo nos próximos dias.

A partir desta terça-feira o Santander Brasil irá interromper as atividades em parte de suas agências nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, locais com maior número de casos registrados de COVID-19. O horário de funcionamento das agências abertas em todo o País será reduzido em duas horas, das 10h às 14h.

As medidas também incluem o escalonamento do acesso de clientes ao interior das agências, em grupos de 10 a 20 pessoas por vez, conforme o tamanho da loja, de forma a garantir uma distância mínima de um metro entre todos.

Além disso, as agências com maior concentração de pensionistas e clientes idosos poderão adotar um horário exclusivo para o atendimento dessa população mais vulnerável à doença, das 9h às 10h.

Parte dos funcionários das agências que serão fechadas entrarão em férias coletivas por 15 dias e, após esse período, está previsto um rodízio com outras unidades, de forma a manter o atendimento ao público das duas capitais.

Medidas de higiene

O Itaú diz que reforçou o protocolo de limpeza e o uso de antissépticos adequados para eliminar o vírus nas agências. O banco pede a clientes que lembrem de higienizar as mãos após o uso de caixas eletrônicos, de maquininhas de pagamento e de manuseio de dinheiro em espécie.

A Caixa também diz ter adotado uma série de procedimentos de higiene, como aumentar a frequência das rotinas de limpeza na rede de agências, e terminais de autotendimento, além de disponibilizar álcool em gel em suas dependências.

Prioridade devem ser os canais digitais

O Bradesco tem intensificado a comunicação com os seus clientes para que priorizem a utilização dos canais digitais para realizar suas operações com o banco. Produtos e serviços disponibilizados pelo Banco podem ser acessados por meio destes canais – celular, internet, equipamentos de autoatendimento e Fone Fácil. O Itaú reforça a orientação para que os clientes usem os canais digitais para efetuar operações.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Ao vivo: Gestor comenta os efeitos da crise do coronavírus sobre os fundos imobiliários

SÃO PAULO – O avanço das preocupações com a epidemia do coronavírus, com forte impacto sobre ass ações negociadas na Bolsa, também tem se refletindo sobre os fundos imobiliários, ainda que, por ora, em menor escala. No ano, o Ibovespa afunda 42%, enquanto o Ifix, índice que acompanha os principais FIIs, cai 28,8%.

Com a redução na circulação de pessoas e o fechamento de shopping centers e do comércio em geral, alguns investidores têm optado pela espera de um cenário mais claro para operar, enquanto outros têm ido às compras.

Para comentar os efeitos do coronavírus na classe de ativos, o head de distribuição da XP, Giancarlo Gentiluomo, fará um bate-papo nesta segunda-feira (23) com o gestor da VBI Real Estate, Rodrigo Abbud.

Acompanhe a transmissão ao vivo no vídeo acima.

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