Por que o QuintoAndar é opção segura para aluguel de imóveis na pandemia

Na crise econômica gerada pelo coronavírus muitos trabalhadores tiveram de encarar uma perda de renda relevante. O contexto dá espaço para negociar aluguéis, mas o que fazer quando você obtém grande parte de sua renda de um único imóvel alugado?

Na imobiliária digital QuintoAndar, você não precisa ter dor de cabeça com isso. Os proprietários de imóveis na plataforma contam com uma proteção gratuita. Caso o inquilino não pague o aluguel por um mês ou um ano, a plataforma garante o pagamento dos valores em dia. Ou seja, o proprietário do imóvel sabe que não terá seu orçamento afetado ao longo do contrato.

Desde 2015, quando criou a proteção, o QuintoAndar pagou mais de R$ 200 milhões em aluguéis atrasados a proprietários. O programa da companhia, que tem mais de R$ 30 bilhões em ativos sob gestão, já beneficiou quase 20 mil proprietários nas cidades que atua.

Para situações atípicas, a imobiliária tem um seguro guarda-chuva, de quase R$ 1 bilhão, que protege seu negócio e permite que a companhia cumpra todos os compromissos. Mas até hoje essa apólice não precisou ser acionada.

“Esse foi um dos diferenciais que pensamos desde o começo do QuintoAndar e, agora mais do que nunca, fica claro que foi uma aposta acertada”, diz Gabriel Braga, co-fundador e CEO do QuintoAndar. “No modelo de fiador, o proprietário do imóvel pode demorar para obter a garantia, Às vezes, o fiador não é encontrado, a cobrança pode demorar a ser feita, tanto por via judicial como extrajudicial. No seguro fiança, o processo é mais rápido, tem seguradora apoiando, mas a inadimplência demora para ser caracterizada. Enquanto isso, o orçamento do proprietário do imóvel sofre o impacto”.

Ao se comprometer com o proprietário a cumprir com as obrigações dos inquilinos em todos os contratos de locação, a companhia tem como objetivo atrair clientes melhores.

Na outra ponta, todos os inquilinos passam por uma análise de crédito própria da imobliária, baseada em ferramentas de big data e inteligência artificial, antes de ingressar na plataforma.

Uma eventual negociação das parcelas atrasadas geralmente consiste em analisar o histórico de pagamento e oferecer postergação de pagamentos, geralmente utilizando meios de pagamento como o cartão de crédito.

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Trabalhadores relatam “sumiço” do FGTS pelas redes sociais

A Caixa liberou nesta segunda-feira, 20, o saque de até 1.045 reais para os trabalhadores nascidos no mês de abril. Neste primeiro momento, o crédito está disponível no aplicativo do Caixa Tem.  

Pelas redes sociais, os trabalhadores relataram problemas como “sumiço” dinheiro do fundo, longas filas de espera e erros de dados no cadastro. 

Em nota enviada à EXAME, a Caixa informou que o aplicativo apresentou intermitência no início da manhã devido ao grande volume de acessos simultâneos, mas já voltou a ficar estável. 

*matéria em atualização

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Os 10 carros seminovos e usados que mais se desvalorizaram na pandemia

O Volswagen Fox (ano 2009) é o carro com maior índice de desvalorização no varejo de seminovos no país no primeiro semestre do ano. Segundo levantamento na plataforma Auto Avaliar, com base nas transações realizadas entre 3,5 mil concessionárias e 30 mil lojistas multimarcas, o valor de mercado do automóvel, em meio à crise econômica causada pela pandemia da covid-19, caiu 14% em comparação com o mesmo período de 2019.

No primeiro semestre do ano passado, o preço médio de comercialização do veículo foi de R$ 12.847, enquanto, neste ano, o valor ficou em R$ 11.051. Os modelos Citroen C3 2008 e Peugeot 207 2011 aparecem logo abaixo na lista, com variação de preço de 13,40% e 13%, respectivamente.

Veja abaixo os 10 veículos seminovos e usados que mais perderam valor de mercado no semestre

Veículo Valor médio semestre 2019 (R$) Valor médio semestre 2020 (R$) Diferença
Volkswagen Fox 2009 – 1.0 MI 8V Flex 4P Manual 12.847 11.051 -14,00%
Citroen C3 2008 – 1.4 I GLX 8V FLEX 4P Manual 10.673 9.24 -13,40%
Peugeot 207 2011 – 1.4 XR 8V FLEX 4P Manual 12.615 10.977 -13,00%
Citroen C3 2011 – 1.4 I GLX 8V FLEX 4P Manual 14.368 12.519 -12,90%
Peugeot 207 2012 – 1.4 XR 8V FLEX 4P Manual 13.844 12.09 -12,70%
Citroen C3 2015 – 1.5 Tendance 8V FLEX 4P Manual 27.201 24.063 -11,50%
Hyundai Tucson 2015 – 2.0 MPFI GLS 16V 143CV 2WD FLEX 4P Automatico 37.911 33.555 -11,50%
Ford Fiesta 2013 – 1.0 Rocam Hatch 8V FLEX 4P Manual 16.677 14.796 -11,30%
Renault Sandero 2011 – 1.0 Expression 16V Flex 4P Manual 14.07 12.485 -11,30%
Chevrolet Cobalt 2012 – 1.4 SFI LTZ 8V FLEX 4P Manual 23.643 21.139 -10,60%

Fonte: Auto Avaliar

Quanto a concessionária paga no usado

Para auxiliar os consumidores no momento da negociação de troca de um veículo usado por outro modelo, a Auto Avaliar e a Fundação Getúlio Vargas disponibilizam uma tabela de preços de veículos usados com valores praticados no varejo automotivo. São valores efetivos de transações realizadas entre consumidores e revendedores de veículos, seja na venda como na compra do bem.

O sistema traz recursos para consultas rápidas de preços, incluindo detalhes sobre o veículo que as demais tabelas do mercado não possuem, tais como preços de seminovos praticados em cada região do Brasil, opcionais do automóvel, quilometragem e outros itens. O acesso é gratuito.

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Companhias aéreas dificultam a defesa dos direitos dos passageiros

Agora que as viagens aéreas vão voltando ao normal e as reservas de voos começam a aumentar, muita gente começa a notar novos termos legais nas letras miúdas dos contratos ao comprar passagens de avião.

Mais e mais empresas estão adicionando cláusulas que exigem que os passageiros resolvam disputas com a companhia aérea em arbitragem privada, e não em tribunal, e os impedem de iniciar ações coletivas ou de ingressar nelas.

No início de abril, a American Airlines atualizou seu contrato de transporte, um documento padrão do setor que descreve as responsabilidades legais de um portador de passagens e de uma companhia aérea, com uma renúncia de ação coletiva. A British Airways fez o mesmo no fim de maio, adicionando além disso um acordo de arbitragem vinculante nos termos e nas condições do Executive Club, seu programa de fidelidade, para residentes dos Estados Unidos e do Canadá. A British Airways notificou os membros por e-mail.

“O que a companhia aérea está dizendo é: se você tiver um problema conosco, a única maneira de resolvê-lo é em particular. Esse tipo de acordo geralmente é uma tentativa de evitar que as pessoas tenham uma maneira eficaz de desafiar uma empresa em um caso que possa ser uma violação legal”, disse Deborah Hensler, professora da Faculdade de Direito da Universidade Stanford.

Chegada da pandemia

O momento não parece coincidência. Companhias aéreas de todos os tamanhos estão sendo processadas por reter bilhões de dólares de passageiros cujos voos foram cancelados por causa da Covid-19. A American Airlines foi citada em uma ação coletiva em abril; outra semelhante foi movida contra a British Airways no início de maio. Também em abril, ações coletivas separadas, mas semelhantes, foram apresentadas contra as companhias aéreas de baixo custo Frontier Airlines e Spirit Airlines, ambas com cláusulas de “nenhuma ação coletiva” em seus contratos antes que o coronavírus fosse declarado uma pandemia.

Esses processos têm mais de 100 membros e pedem mais de US$ 5 milhões em reivindicações combinadas. Todos alegam que as companhias aéreas estão violando seus próprios contratos de transporte – o que geralmente garante o direito do passageiro a um reembolso em dinheiro quando o voo é cancelado – ou se esquivando de uma política do Departamento de Transportes que exige que as empresas concedam reembolso quando os voos para os, a partir dos ou dentro dos Estados Unidos são cancelados. Ou as duas coisas.

Em um comunicado, um porta-voz da American Airlines declarou que a nova renúncia de ação coletiva visa “garantir que os clientes tenham um caminho para resolver disputas conosco, inclusive entrando com uma ação individual. Continuamos comprometidos a resolver os problemas de cada cliente quando surgem”.

A British Airways e a Frontier Airlines se recusaram a comentar seus acordos atualizados. Os e-mails da Spirit Airlines ficaram sem resposta.

“Essa questão surgiu com a pandemia – nunca houve esse tipo de cancelamento em massa de voos antes. Suspeitamos – mas não sabemos ao certo – que as mudanças no acordo do Executive Club foram em resposta ao nosso processo de tentar limitar possíveis reivindicações”, disse John Albanese, advogado da empresa Berger Montague, que moveu um processo contra a British Airways junto com a empresa Girard Sharp.

Em setembro passado, Stephen Ide, o principal queixoso no processo da British Airways, pagou cerca de US$ 700 por um voo de ida e volta Boston-Londres, que estava programado para o fim de março. A viagem, que levaria Ide e sua esposa à Escócia, era para comemorar seu 35º aniversário de casamento.

Então a pandemia do coronavírus chegou e os trabalhos de Ide como jornalista freelancer e motorista da Lyft pararam. O voo para Londres foi cancelado; quando ele telefonou para a companhia aérea para solicitar um reembolso, não conseguiu completar as ligações. Por fim, acabou aceitando o único alívio financeiro que encontrou on-line: um voucher.

Ide continuou a ligar para a companhia aérea na esperança de ter seu voucher convertido em um reembolso. Quando finalmente conseguiu falar com um agente, foi-lhe dito que isso não seria possível.

“Não voo muito; minha esposa e eu realmente não temos dinheiro para viajar com frequência. O preço das passagens era bom. Mas, quando cancelaram o voo e tive de pedir reembolso de todos os outros aspectos de nossa viagem, foi frustrante que a British Airways não fizesse isso”, afirmou Ide, de 60 anos, que mora em Norton, Massachusetts.

Canais limitados para soluções individuais

Assim como os contratos de telefonia celular, os das companhias aéreas são de adesão – também conhecidos como “pegar ou largar”. Os passageiros não podem negociar individualmente os termos ou eliminar determinadas seções antes de comprar uma passagem de avião ou de se inscrever em um programa de pontos.

É extremamente difícil para os indivíduos processar companhias aéreas nos Estados Unidos, mesmo em tribunais de pequenas causas. Ações coletivas, que representam um grande número de pessoas com queixas semelhantes, estão entre as únicas ferramentas disponíveis aos consumidores para obter restituição financeira das companhias aéreas.

“A porta do tribunal não está bloqueada, mas as companhias aéreas estão isentas de leis estaduais e locais, que representam a grande maioria das leis de consumo. Portanto, mesmo que seu problema viole uma regulamentação, isso não lhe dá nenhum alívio individual. Isso significa apenas que a companhia aérea pode ser multada ou advertida”, explicou Paul Hudson, presidente da FlyersRights.org, uma organização sem fins lucrativos de defesa do consumidor de companhias aéreas.

As penalidades viriam do Departamento de Federal Transportes, que tem uma Divisão de Proteção ao Consumidor de Aviação para acompanhar queixas oficiais contra companhias aéreas nacionais e estrangeiras. De acordo com um relatório de maio, 45 reclamações relacionadas a reembolsos foram apresentadas contra a British Airways entre janeiro e março; ela foi uma das nove (de cerca de 50) transportadoras internacionais com mais de 40 reclamações. As 163 reclamações da American Airlines fizeram dela a segunda companhia aérea doméstica com maior número de queixas na questão do reembolso (depois das 653 da United Airlines).

Algumas ações coletivas contra companhias aéreas foram bem-sucedidas. Em 2018, a British Airways fez um acordo em uma delas por causa de sobretaxas de combustível, finalmente devolvendo milhões de dólares e Avios – sua moeda de pontos – aos passageiros qualificados.

É muito cedo para dizer se as novas cláusulas da American Airlines e da British Airways, se contestadas, serão mantidas no tribunal e como influenciarão as ações coletivas existentes, que estão nos estágios iniciais de processos que podem durar anos. Mas Albanese afirmou que os tribunais geralmente relutam em aceitar renúncias de ações coletivas e disposições de arbitragem que foram adotadas em resposta a litígios pendentes.

‘A fidelidade deveria ser recompensada’

Os passageiros frequentes que usam pontos divulgam uma teoria própria: a British Airways pode estar se preparando para mudar o valor do Avios e para uma retaliação. Programas de fidelidade mudam a cada dois anos, e as companhias aéreas podem fazer ajustes à vontade, incluindo quantos pontos são necessários para comprar uma passagem. A British Airways se recusou a comentar se essas medidas estão em andamento.

Embora a capacidade de ganhar e gastar pontos não seja um direito legal, Alex Miller, o fundador do Upgraded Points, um site de viagens, disse que os passageiros frequentes estão de olho no comportamento das companhias aéreas durante a pandemia.

“O e-mail foi mandado e é essencialmente uma perda de 100 por cento para o consumidor – isso coloca mais poder em suas mãos. Esses deveriam ser programas de fidelidade, e a fidelidade deveria ser recompensada”, observou Miller a respeito do aviso enviado pela British Airways.

Ainda não se sabe se os novos termos vão afetar a decisão (ou não) de reservar um voo. Miller acredita que preços, rotas e horários continuarão a ser os aspectos mais importantes.

E como a British Airways anunciou suas cláusulas de ação coletiva e arbitragem cerca de duas semanas antes de anunciar a mudança que os membros do programa de fidelidade estavam realmente esperando – uma extensão do status de elite –, a notícia incomodou até mesmo os clientes mais fiéis.

Samir Kumar, de 42 anos, membro do Executive Club Gold, que mora em Menlo Park, na Califórnia, disse: “A Alaska Airlines e a Hyatt estenderam meu status de elite até 2022. A British Airways não disse uma palavra sobre o que faria, e então o primeiro e-mail que recebemos é sobre ação coletiva e arbitragem vinculante. É muito insensível, se você quer saber.”

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Pedidos de empréstimos crescem para reforma de imóveis

Os empréstimos consignados aumentaram durante o período de isolamento social. As pessoas têm tomado crédito para realizarem melhorias na casa em que moram.

Uma pesquisa realizada pela fintech Paketá Crédito apontou que antes da pandemia de coronavírus, o investimento em reformas e em melhorias nas moradias representava 10% do total dos pedidos de empréstimo feitos na plataforma da fintech. Na quarentena, as solicitações para esse fim, que engloba reforma de imóveis, pequenos reparos e compra de mobília, saltou para 37%, um aumento de 270%.

O valor médio dos empréstimos também subiu. Antes da pandemia, a média era de 3.000 reais. Atualmente, subiu para 7.000 reais. “O crescimento da concessão de crédito para reformas e manutenção residencial está relacionada ao fato de as pessoas permanecerem mais tempo em casa. Com a adoção do home office por muitas empresas, elas querem ter um ambiente agradável para trabalhar”, explica Fabian Valverde, CEO da Paketá Crédito. 

Dívidas 

O levantamento apontou também que o principal motivo pelos quais os trabalhadores recorrem ao empréstimo consignado ainda é para quitar dívidas. Entretanto, houve uma queda nos pedidos. Antes da pandemia, 55% dos empréstimos tinham essa finalidade, contra 42% atualmente. 

Outro motivo que os trabalhadores têm tomado crédito é com a finalidade de ajudar os familiares, com 17%. “Isso pode ser explicado pelo aumento do desemprego e a redução da jornada de trabalho que ocasionou a queda na renda de muitas famílias. Com isso, quem tem acesso ao consignado privado encontrou nele uma saída para manter os gastos na casa ou mesmo para ajudar um parente”, finaliza Valverde. 

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Especialistas dão dicas sobre onde investir US$ 10 mil agora

Lance um dardo. Em termos de estratégias de investimento, existem piores maneiras para avançar hoje em dia.

Mas a maioria das estratégias de investimento se baseia em encontrar ordem no caos, destilar dados em temas investíveis, mantendo uma disciplina. Pelo menos, é isso que estrategistas de mercado, gestores de fundos e consultores de investimentos tentam fazer: contar uma história tão convincente que literalmente a compraremos.

O analista de ETF da Bloomberg Intelligence, Eric Balchunas, dá sugestões de fundos de índice que oferecem maneiras de investir sobre temas apresentados por nossos panelistas.

Russ Koesterich
Gestor, BlackRock Global Allocation Fund

Siga o fluxo

Mesmo quando a pandemia for controlada, é provável que o desemprego e poupança permaneçam elevados, e o investimento em valor – onde você se concentra em ativos baratos, vistos como barganhas relativas – provavelmente enfrentará dificuldades. O estilo do investimento em valor normalmente funciona no fundo do poço, porque investidores antecipam uma forte recuperação com base na demanda reprimida. Atualmente, as circunstâncias são muito diferentes, com muita incerteza e uma recuperação que deve ser desigual.

Mas o investimento de momentum – ou seguindo uma tendência de mercado existente – deve prosperar, pois se beneficia da reação da política à volatilidade: mais liquidez. Historicamente, o rápido crescimento da liquidez favoreceu o momentum, particularmente em comparação com estratégias como o investimento em valor.

Embora seja difícil prever o impacto a longo prazo da pandemia de Covid-19, não é difícil imaginar uma aceleração das tendências que já eram evidentes antes da crise: comércio eletrônico, computação em nuvem, redes sociais e mais tempo e dinheiro gastos online.

A maioria dos portfólios ou fundos de momentum são overweight em setores que não são muito afetados por fatores de curto prazo: tecnologia e cada vez mais saúde, especificamente biotecnologia. Na medida em que esses segmentos são mais protegidos e, em alguns casos, se beneficiam de mudanças estruturais de longo prazo, isso pode favorecer ainda mais o estilo.

Terri Spath
Diretora de investimentos, Sierra Mutual Funds

Entre em um conversível

O Federal Reserve disse que fará o que for preciso, provocando uma corrida ao mercado acionário. A pergunta mais comum que fazemos recentemente é por que o S&P 500 se recuperou aos níveis de janeiro de 2020 quando há retração da economia, milhões estão desempregados e as taxas de inadimplência estão subindo. Os dados econômicos são ruins, mas o Fed proclamou que as impressoras estão a todo vapor e prontas para uma onda de compras.

A desconexão apresenta uma tempestade perfeita. O forte retorno nos últimos meses aumenta a probabilidade de volatilidade e fortes perdas no futuro. Para se defender, vemos os fundos de títulos conversíveis como um bom lugar para investir US$ 10 mil agora. São títulos que podem ser convertidos em ações a um preço específico.

Historicamente, os conversíveis oferecem sensibilidade de capital na alta ao mesmo tempo em que amortecem o risco na queda, pagando renda. Obter exposição através de um fundo mútuo oferece diversificação bem como acesso a alfa potencial criado pelo gestor. Recomendamos várias oportunidades no universo dos títulos conversíveis. As principais opções são os fundos Columbia Convertible Securities (PACIX) e Calamos Convertible (CCVIX). Há também um ETF iShares Convertible (ICVT) para investidores que preferem usar ETFs.

Ian Harnett
Estrategista-chefe de investimentos, Absolute Strategy Research

Jogue o novo regime de políticas

A forte recuperação desde 23 de março pode tentar alguns investidores a pensar que o mundo está retornando rapidamente às normas anteriores. Achamos isso improvável. A recessão causada pela Covid-19 provocou níveis sem precedentes de intervenções de políticas.

Sugerimos que investidores reduzam a ponderação em ações dos EUA pela primeira vez em três anos e meio – e se tornem overweight na zona do euro. Existem várias razões. Os EUA enfrentam uma segunda onda de Covid-19, que pode limitar a recuperação no segundo semestre, enquanto a zona do euro está se recuperando. Além disso, os valuations nos EUA estão mais altos em relação ao resto do mundo do que estavam no auge da bolha da tecnologia.

Estamos overweight em tecnologia e melhoramos a recomendação para bancos. Tecnologia e bancos também são os principais fatores de crescimento versus valor e, após o desempenho superior de expansão nos últimos anos, estamos mudando nosso viés para qualidade e valor. Até vermos mais evidências de uma recuperação global, ou o dólar americano mais fraco, continuamos underweight em ações de mercados emergentes, preferindo o Japão como hedge contra EUA e riscos de insolvência global se a crise de Covid-19 persistir em 2021.

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INSS alerta sobre novo golpe por telefone

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alerta sobre um novo golpe na praça durante à pandemia. Segurados do INSS têm recebido ligações de pessoas que passam por atendentes da central 135 (canal oficial de atendimento) e solicitam dados pessoais ou número do benefício.

A orientação do INSS é que os segurados não confirmem os dados. Vale destacar que o INSS, quando entra em contato, não pede este tipo de informação. “Caso receba uma ligação solicitando dados pessoais e informação do benefício, o cidadão deve encerrar imediatamente a ligação e entrar em contato com a Central do INSS pelo telefone 135.”

Na última semana, o INSS começou a entrar em contato com aqueles que precisam cumprir exigências, por meio de ligações da Central 135 ou SMS, com as orientações sobre como proceder para o envio de documentação. O segurado será informado da pendência no requerimento para poder fazer o envio da documentação pelo Meu INSS (site ou aplicativo).

Abertura das agências

O atendimento presencial nas agências do INSS  voltará no dia 3 de agosto. Na primeira fase de reabertura, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com 6 horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com horário agendado pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). 

Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remoto, como realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.

Segundo o INSS, a reabertura gradual irá considerar as especificidades de cada uma das 1.525 agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva.

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FGTS de até R$ 1.045 é liberado para os nascidos em abril

A Caixa libera nesta segunda-feira, 20, o crédito do FGTS emergencial, de até R$ 1.045, para os nascidos em abril. 

O pagamento será realizado por meio de crédito em conta poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. A conta é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. 

A movimentação do valor do saque emergencial poderá, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo, evitando o deslocamento até as agências. 

Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code. O trabalhador também poderá realizar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral.

O saque só será permitido para os nascidos em abril a partir do dia 5 de setembro. 

Veja os calendários abaixo:  

Crédito em conta

  • Nascidos em janeiro: 29 de junho
  • Nascidos em fevereiro: 6 de julho
  • Nascidos em março: 13 de julho
  • Nascidos em abril: 20 de julho
  • Nascidos em maio: 27 de maio
  • Nascidos em junho: 3 de agosto
  • Nascidos em julho: 10 de agosto 
  • Nascidos em agosto: 24 de agosto
  • Nascidos em setembro: 31 de agosto
  • Nascidos em outubro: 8 de setembro
  • Nascidos em novembro: 14 de setembro
  • Nascidos em dezembro: 21 de setembro

Disponível para saque e transferência 

  • Nascidos em janeiro: 25 de julho
  • Nascidos em fevereiro: 8 de agosto
  • Nascidos em março: 22 de agosto
  • Nascidos em abril: 5 de setembro
  • Nascidos em maio: 19 de setembro
  • Nascidos em junho: 3 de outubro
  • Nascidos em julho: 17 de outubro
  • Nascidos em agosto: 17 de outubro
  • Nascidos em setembro: 31 de outubro
  • Nascidos em outubro: 31 de outubro
  • Nascidos em novembro: 14 de novembro
  • Nascidos em dezembro: 14 de novembro 

Não quer receber o FGTS?

Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, o trabalhador poderá solicitar que o valor retorne ao fundo. Os valores retornarão à conta do FGTS devidamente corrigidos, sem prejuízo ao trabalhador. A solicitação não pode ser desfeita.

Caso não haja movimentação na conta poupança social digital até 30 de novembro, o valor será devolvido à conta FGTS com a devida remuneração do período, sem nenhum prejuízo ao trabalhador. Se após esse prazo o trabalhador decidir fazer o saque emergencial poderá solicitar pelo app FGTS até 31 de dezembro.

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Mega-sena acumula e prêmio vai a R$ 29 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-sena sorteadas nesse sábado (18) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Os números sorteados no Concurso 2.281 foram 14, 27, 35, 40, 50 e 55.

A quina teve 43 acertadores e cada um vai receber o prêmio de R$ 52.989,08. Os 2.462 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.322,11. A estimativa de prêmio do próximo concurso, na quarta-feira (22), é de R$ 29 milhões.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

 

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Mega-Sena pode pagar hoje prêmio de R$ 24 milhões

O concurso 2281 da Mega-Sena, a ser realizado neste sábado (18), poderá pagar um prêmio estimado em R$ 24 milhões a quem acertar as seis dezenas.

O sorteio será feito a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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