Os 10 carros seminovos e usados que menos se desvalorizaram na pandemia

O HB20 (ano 2017) é o carro com menor índice de desvalorização no varejo de seminovos no País no primeiro semestre do ano. Segundo levantamento na plataforma Auto Avaliar, com base nas transações realizadas entre 3,5 mil concessionárias e 30 mil lojistas multimarcas, o valor de mercado do automóvel, mesmo em meio à crise econômica causada pela pandemia da covid-19, ficou quase estável entre janeiro de junho de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019.

No primeiro semestre do ano passado, o preço médio de comercialização do veículo foi de R$ 30.581, enquanto, neste ano, o valor ficou em R$ 30.545, uma variação de 0,1% no período. Os modelos 2016 e 2015 do HB20 aparecem logo abaixo na lista dos seminovos e usados que menos se desvalorizaram no período, com variação de preço de 0,5% e 0,8%, respectivamente.

Veja abaixo os 10 veículos seminovos e usados que menos perderam valor de mercado no semestre

Veículo Valor médio semestre 2019 (em R$) Valor médio semestre 2020 (em R$) Variação (em %)
HB20 2017 30.581 30.545 -0,1
HB20 2016 29.009 28.871 -0,5
HB20 2015 26.652 26.449 -0,8
HB20 2013 23.723 23.516 -0,9
Celta 2014 17.416 17.247 -1
HB20 2014 25.497 25.176 -1,3
Fiesta 2014 25.739 25.406 -1,3
Uno 2012 15.022 14.763 -1,7
Onix 2015 25.567 25.018 -2,1

Fonte: Auto Avaliar

Quanto a concessionária paga no usado

Para auxiliar os consumidores no momento da negociação de troca de um veículo usado por outro modelo, a Auto Avaliar e a Fundação Getúlio Vargas disponibilizam uma tabela de preços de veículos usados com valores praticados no varejo automotivo. São valores efetivos de transações realizadas entre consumidores e revendedores de veículos, seja na venda como na compra do bem.

O sistema traz recursos para consultas rápidas de preços, incluindo detalhes sobre o veículo que as demais tabelas do mercado não possuem, tais como preços de seminovos praticados em cada região do Brasil, opcionais do automóvel, quilometragem e outros itens. O acesso é gratuito.

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Dataprev reavalia 1,5 mi de pedidos de auxílio emergencial negados

A Dataprev informou que concluiu o processamento de 1,5 milhão de requerimentos de contestação do auxílio emergencial realizadas pelos cidadãos no aplicativo e portal da Caixa.  

Os dados serão homologados pelo Ministério da Cidadania e encaminhados ao banco. Desta maneira, nos próximos dias,  os trabalhadores terão o benefício liberado. Os aprovados receberão as cinco parcelas. 

Além disso, a Dataprev também concluiu, o processamento dos últimos requerimentos feitos entre 17 de junho e 2 de julho nos canais da Caixa. Esses pedidos também seguirão o mesmo procedimento de homologação, momento de validação das informações pela pasta responsável pela política pública.

Quarta parcela

Na próxima semana, terá  início o pagamento da quarta parcela. Os primeiros a receber são os beneficiários do Bolsa Família, no dia 20 de julho. O calendário segue calendário do programa e o Número de Identificação Social (NIS). Veja o calendário abaixo:

  • 20 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 1
  • 21 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 2
  • 22 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 3
  • 23 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 4
  • 24 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 5
  • 27 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 6
  • 28 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 7
  • 29 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 8
  • 30 de de julho, pagamento para final do número de indentificação social 9
  • 31 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 0

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Desconto de até 70% para pagamento de dívida tributária começa hoje

A partir desta quarta-feira (15),  pessoas físicas e jurídicas que tenham dívidas tributárias com a Administração Pública poderão quitar os débitos e obter descontos de até 70% nos  valores cobrados pela Procuradoria-Geral Federal.  A Advocacia-Geral da União (AGU) editou portaria no Diário Oficial da União do dia 9 de julho  para permitir a negociação.

Segundo a AGU, a medida permite aumentar a arrecadação do governo e facilitar os pagamentos pela negociação de créditos de pessoas físicas e jurídicas, considerados irrecuperáveis ou de difícil recuperação.

Entre as negociações de pagamento para pessoas jurídicas está a possibilidade de entrada de 5% do valor devido e o restante parcelado em até 84 vezes, com redução de 10%, ou o restante em parcela única com 50% de desconto no total da dívida.

Pessoas físicas podem dar entrada de 5% do valor da dívida e pagar o valor restante em parcela única, com 70% de desconto ou parcelado em 145 meses, com desconto de 10%.

As negociações podem ser iniciadas pelo devedor ou por meio da Procuradoria-Federal. As propostas individuais começam a valer hoje.

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Aposta de São Paulo acerta os seis números da Mega-Sena

Uma aposta de São Paulo (SP) acertou as seis dezenas do concurso 2.279 da Mega-Sena e levou o prêmio de R$  43.234.926,10. De acordo com informações divulgadas pela Caixa, foi feita uma aposta simples na Davos da Sorte Loterias, no bairro Sapopemba na zona leste de São Paulo.

O sorteio do concurso 2.279  foi realizado na noite dessa quarta-feira (24), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

Foram sorteadas as seguintes dezenas: 05 – 12 – 14 – 20 – 27 – 28.

A quina registrou 120 apostas vencedoras e cada uma vai pagar R$ 19.147,29. A quadra teve 6.212 ganhadores e cada um vai receber R$ 528,39.

O concurso 2.280, da Mega-Sena, será realizado na quinta-feira (16). A Caixa estima um prêmio de R$ 20 milhões.

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Pagamento da 4ª parcela do auxílio emergencial começa dia 20

O calendário de pagamento da quarta parcela do auxílio emergencial terá início na próxima semana. Os primeiros a receber o dinheiro são os beneficiários do Bolsa Família. 

Em nota enviada à EXAME, o Ministério da Cidadania explicou que o pagamento para o Bolsa Família segue o calendário regular do programa. 

O pagamento terá início no dia 20 de julho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS), final 1.  No dia seguinte será a vez do NIS final 2 e assim por diante até o NIS final 0. Veja abaixo: 

  • 20 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 1
  • 21 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 2
  • 22 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 3
  • 23 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 4
  • 24 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 5
  • 27 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 6
  • 28 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 7
  • 29 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 8
  • 30 de de julho, pagamento para final do número de indentificação social 9
  • 31 de julho, pagamento para final do número de indentificação social 0

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisam se cadastrar no programa. Entretanto, só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Fora do Bolsa Família 

Para os demais inscritos no programa do auxílio emergencial os calendários ainda serão divulgados.  Na terceira parcela, o Bolsa Família começou a receber 10 dias antes. A estratégia de espaçamento do pagamento feito pela Caixa visa evitar aglomerações nas agências bancárias. 

“Esclarecemos que a Caixa realiza os pagamentos conforme calendário definido pelo Ministério da Cidadania, gestor do benefício. As próximas parcelas aguardam a divulgação”, disse a Caixa em nota.

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Caixa vai ampliar suspensão do pagamento de prestações imobiliárias

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse, nesta terça-feira, em entrevista ao Gaúcha Atualidade, que o banco vai ampliar o prazo de pausa no pagamento das prestações dos financiamentos habitacionais. Por conta da pandemia do novo coronavírus e da crise econômica desencadeada, já era possível adiar por 120 dias, mas a tendência é que a suspensão passe a valer por seis meses.

“A Caixa nunca lucrou tanto e ajudou tanto a população. Esse é o equilíbrio entre ser um banco social e um banco que ganhe dinheiro para poder fazer uma pausa de seis meses que nenhum outro banco tem. Há uma conversa muito próxima de anúncio. Se a crise continua muito forte, vocês já sabem a resposta… vai aumentar a pausa” — afirmou Guimararães no programa.

Segundo ele, a decisão de aumentar o prazo de suspensão dos pagamentos já foi tomada e aprovada internamene. Mas o anúncio oficial ainda depende de uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro, embora, segundo o próprio, a etapa não seja necessária.

Inicialmente, a Caixa pausou os pagamentos de financimentos habitacionais por dois meses. Mas o prazo foi aumentado para três e quatro meses, posteriormente.

“A quem tiver qualquer dificuldade, sugerimos pausar, pois você vai pagar zero. Quem não tiver dificuldade, não pause, pois a pausa é uma postergação do pagamento. Você não vai pagar tudo de uma vez após a pausa. Vai colocar esses quatro meses de pausa no tempo que resta de financiamento. Na maioria das vezes, aumenta até R$ 50, muito pouco” — orienta o presidente da Caixa.

Entre 5,5 milhões de famílias que possuem crédito imobiliário com Caixa, 2,4 milhões aderiram à suspensão de pagamento das prestações. A medida faz parte de um pacote maior de decisões, tomadas também para aliviar o setor de construção civil.

“Tomamos uma série de medidas para (ajudar) esse segmento, que é crucial para o Brasil. Além dessa pausa (nos pagamentos dos financiamentos), realizamos a oferta de uma carência de seis meses para novas aquisições. Mais de 31 mil empreendimentos já foram incluídos. Estamos fazendo o financiamento das custas de cartório e despesa de ITBI, o que chega a 5% do total do custo (da compra de um imóvel). E o registro de escrituras para contratos de pessoas físicas em imóveis foi agilizado: de 45 dias para 4 dias. Então, além de reduzir custo e aumentar prazo pra pagar, estamos melhorando o processo”.

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Leilão de carros do Santander tem Camaro a partir de R$ 72 mil

O Santander realiza na próxima semana, 21 de julho, um leilão de carros recuperados de financiamento do banco. O leilão terá carros populares e veículos executivos com lances iniciais a partir de 4.400 reais. 

Entre os modelos estão o Camaro 2 SS 2013/2014, com lance inicial de 72.300 reais e o Audi A4 1.8T, com lance inicial a partir de 20.800 reais.

Na categoria de carros populares,  os destaques  são  KWID Zen 1.0 MT 2019/2020, que tem lance inicial de 17.400 reais, e o HB20 1.0M Comfort 2017/2018, com lance inicial de 20.100 reais. Entre as motos, o destaque fica para o lote 30 com a Yamaha MT 03 ABS 2017/2018, com lance inicial a partir de 14.500 reais.

Os interessados em participar do Leilão de veículos recuperados de financiamento do Banco Santander, realizado pela Sato Leilões, devem ser maiores de idade, e se cadastrar no site do leiloeiro para ofertar lances pelo link: https://www.satoleiloes.com.br/leilao/index/leilao_id/4857

A transmissão do  vivo do leilão será realizada pelo site e canal do YouTube da Sato Leilões.

Por conta da pandemia, a leiloeira disponibilizou fotos detalhadas dos itens e também vídeos para avaliar o estado de cada um dos bens anunciados no edital, já que as visitas ao pátio estão fechadas.

Quem arrematar o carro terá opção de pedir para que entreguem o carro no endereço solicitado. O serviço foi denominado de Car Delivery para a entrega do bem arrematado.

“Incluímos o Car Delivery, um serviço para todo o Brasil, em que os arrematantes podem optar para que os bens sejam entregues na porta de suas casas, com todo conforto, segurança e mantendo todas as regras de higiene e distanciamento social”, explica Antonio Hissao Sato Junior, especialista e leiloeiro público oficial.

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Confira pagamentos e tributos adiados ou suspensos durante pandemia

Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), foram parcelados para depois.

Em alguns casos, também é possível renegociar. Graças a resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os principais bancos estão negociando a prorrogação de dívidas. Os agricultores e pecuaristas também poderão pedir o adiamento de parcelas do crédito rural.

Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda estão isentos de contas de luz por 150 dias em todo o país. Em alguns casos, a Justiça tentou agir. No início de abril, liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso, mas a decisão foi revertida dias depois.

Alguns acordos já expiraram, como o acerto entre Agência Nacional de Saúde (ANS) e algumas operadoras para que os planos não interrompessem o atendimento a pacientes inadimplentes até o fim de junho. Outras medidas foram renovadas, como a proibição de cortes de luz, prorrogada até o fim de julho pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

 

Pagamentos adiados

Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. O Congresso aprovou uma lei que suspende o pagamento da dívida dos estados com a União de março a dezembro e autoriza os governos locais a renegociarem débitos com bancos públicos e organismos internacionais.

Confira as principais medidas temporárias para aliviar o bolso em tempos de crise:

Empresas

•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.

•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.

•        Parcelamento, em até 12 vezes, de multas administrativas aplicadas a fornecedores do governo federal.

•        Antecipação de crédito para empresas fornecedoras da União, de estados e de municípios, com uso de contratos administrativos como garantia.

•        Prorrogação, até 13 de agosto, da validade das Certidões Negativas de Débitos (CND) e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa (CPEND). Prorrogadas por 90 dias no fim de março, certidões tiveram prazo estendido pela segunda vez por causa da pandemia.

Micro e pequenas empresas

•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.

•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

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Microempreendedores individuais (MEI)

•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

Pessoas físicas

•       O cronograma de restituições do Imposto de Renda, de maio a setembro, está mantido. Prazo da declaração, que acabaria em 30 de abril, foi adiado por dois meses e acabou no fim de junho.

IMPOSTO DE RENDA, Declaração IRPF 2019

Empresas e pessoas físicas

•        Suspensão, por 180 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a outubro, injetando R$ 14 bilhões na economia. Medida acabaria no fim de junho, mas foi prorrogada por 90 dias.

•        Suspensão, até 31 de julho, de procedimentos de cobrança e de intimação pela Receita Federal. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida em um mês.

•        Prorrogação das parcelas de renegociações com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) que venceriam em maio, junho e julho. Vencimento foi estendido para agosto, outubro e dezembro, respectivamente.

Empresas e empregadores domésticos

•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.

doméstica

Compra de materiais médicos

•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar

•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19

Contas de luz

•        Proibição de cortes de energia de consumidores inadimplentes até 31 de julho. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

•       Consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia até o fim de agosto. Medida acabaria no fim de junho, mas foi prorrogada por 60 dias. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 1,5 bilhão de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Contas de telefone

•        Apesar de liminar da Justiça Federal em São Paulo ter proibido o corte de serviço de clientes com contas em atraso, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recorreu e conseguiu reverter a decisão. Os clientes de telefonia continuarão a ter a linha cortada caso deixem de pagar as contas. Segundo o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador Mairan Maia, as operadoras precisam de recursos para manterem a infraestrutura e financiarem a crescente demanda por serviços de telecomunicação durante a pandemia”, afirmou, no texto.

Dívidas em bancos

•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.

•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.

•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.

Financiamentos imobiliários da Caixa

•        Caixa Econômica Federal ampliou, de 90 para 120 dias, a pausa nos contratos de financiamento habitacional para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido três meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para quatro meses.

•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 120 dias.

•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 120 dias.

•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Entrega de 528 novas moradias do programa de habitação de interesse social do Governo Federal, em São Sebastião, Distrito Federal

Fies

•        Congresso aprovou suspensão de pagamentos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até o fim do ano. Primeira versão da lei sobre o tema, sancionada em maio, isentava os financiamentos apenas durante a pandemia.

Produtores rurais

•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.

Inscritos na Dívida Ativa da União

•        Devedores impactados pela pandemia podem pedir parcelamento especial de dívidas com a União. Adesão vai até 31 de dezembro.

•        Suspensão, até 31 de julho, de procedimentos de cobrança e de intimação pela PGFN. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida em um mês.

Estados devedores da União

•        Congresso aprovou suspensão dos débitos dos estados com o governo federal e com bancos públicos de março a dezembro. A medida injetará R$ 35 bilhões nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.

•        A nova lei também autoriza a renegociação de débitos dos estados e dos municípios com bancos públicos e organismos internacionais, deixando de pagar R$ 24 bilhões.

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Após reajustes de 100%, Enel pede para usuário medir consumo de luz

Após receber uma multa de R$ 10 milhões do Procon-SP por ter reajustado, em alguns casos, em até 100% as contas de luz culpando a pandemia, a distribuidora de energia elétrica Enel enviou um e-mail a clientes nesta terça-feira, 14, pedindo para que realizem a autoleitura do medidor de instalação.

Será uma forma de evitar que a conta de energia seja faturada pela média de consumo ou custo de disponibilidade enquanto durar a pandemia do coronavírus.

Apesar de assegurar que eventuais valores a mais serão devolvidos aos clientes de forma automática no futuro, a conta da média de consumo feita pela distribuidora gerou críticas. Em alguns casos, usuários que pagavam R$ 90 por mês se depararam com um valor de R$ 190. Ou seja, passaram a pagar o dobro pelo consumo. O Procon-SP realizou uma auditoria em todas as contas que registraram reajustes de mais de 30% antes de aplicar a multa.

Cada cliente tem uma data específica para realizar a autoleitura. A empresa pede para que cada usuário identifique o período no campo “Próxima Leitura” da conta.

Passo a passo

Primeiro, o usuário precisa anotar os números mostrados no medidor. Caso more em prédio e não saiba onde fica a sala de medidores, a Enel recomenda conversar com o zelador ou síndico.

Depois, é necessário baixar o aplicativo Enel São Paulo no celular, fazer login, clicar em “Serviços”; “Autoleitura” e depois em “Envio da Leitura”. Em seguida basta preencher os campos, informando a autoleitura, e clicar em enviar os dados.

A leitura informada será avaliada pela distribuidora e o usuário saberá se foi aceita assim que receber a sua conta de energia. Também é possível informar a leitura por meio do site da Enel São Paulo.

 

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Bradesco se une à OLX para oferecer financiamento de imóveis 100% digital

As pessoas que adquirirem um imóvel novo ou usado pela plataforma OLX poderão fazer um financiamento imobiliário 100% digital no Bradesco. A OLX e o Bradesco assinaram uma parceria exclusiva, e todo o processo de compra do imóvel – desde a simulação do empréstimo até o envio de proposta – será feito de forma online.

Cerca de 25% dos potenciais compradores de imóveis no Brasil fazem suas buscas na OLX. São mais de 1 milhão de pessoas que acessam todos os dias a plataforma em busca de apartamentos, casas ou escritórios. Com a parceria com o Bradesco, projeta-se um incremento mensal de aproximadamente 20% no volume de negócios de crédito imobiliário. 

“Conseguimos integrar os sistemas do Banco e da OLX via APIs, o que possibilitou trazer benefícios como segurança de dados e facilidade no envio de documentos, tudo de forma muito prática, o que dará maior agilidade na contratação”, afirma Octavio de Lazari Jr, Presidente do Bradesco, em nota.

Segundo Marcelo Dadian, diretor de imóveis da OLX, o mercado imobiliário está se recuperando e este é um bom momento para investir na compra de um imóvel, pois a taxa de juros está baixa. “A iniciativa com o Bradesco visa proporcionar uma melhor experiência para as pessoas que agora podem fazer a simulação de financiamento 100% online com agilidade, conforto e segurança de qualquer lugar e em qualquer hora”, diz o executivo. A jornada para o financiamento imobiliário será lançada nas próximas semanas.

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