Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 7 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (4) o prêmio estimado em R$ 7 milhões.

As dezenas do concurso 2.239 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também pelas redes sociais na internet: Facebook e Canal Caixa no Youtube.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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São Paulo é a cidade onde turistas mais usam pagamento eletrônico

São Paulo – Quanto mais cosmopolita a cidade, maiores as chances de os estabelecimentos comerciais aceitarem pagamentos eletrônicos. É por isso que São Paulo aparece no topo do ranking brasileiro do uso de cartões da bandeira Visa, seguido por Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, de acordo com levantamento realizado pela consultoria Visa Consulting & Analytics, que analisou dados de turistas locais.

Na capital paulista, os meios eletrônicos foram usados principalmente para alugar carros, reservar hotel e restaurantes e custear entretenimento. Já no Rio, o segmento de restaurantes lidera o volume de pagamentos com Visa por turistas brasileiros, seguido por hospedagem e aluguel de carros.

“Os dados mostram que o consumidor já compreende as opções e facilidades que o mercado de pagamentos tem apresentado. À medida que as cidades adotam o uso de pagamentos digitais, os impactos podem ter um efeito catalisador no desempenho econômico geral do município, como crescimento do PIB, dos empregos, salários e da produtividade”, comenta Rodrigo Santoro, diretor executivo da Visa Consulting & Analytics no Brasil.

Confira abaixo o ranking dos dez municípios onde mais foram utilizados pagamentos digitais Visa, de acordo com os dados transacionados pela rede Visanet:

  1. São Paulo – SP
  2. Rio de Janeiro-RJ
  3. Brasília – DF
  4. Belo Horizonte – MG
  5. Salvador -BA
  6. Fortaleza -CE
  7. Guarulhos -SP
  8. Porto Alegre -RS
  9. Recife -PE
  10. Curitiba -PR

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As ações mais recomendadas para março, segundo 20 corretoras

São Paulo –  As ações da Petrobras (PETR4) lideraram o ranking das recomendações de bancos, corretoras e casas de análise para março. Os papéis da estatal foram citados em 10 das 20 carteiras consultadas pela EXAME neste mês.

As ações da Lojas Renner (LREN3) ficaram na segunda posição, com nove indicações. Os papéis da JBS (JBSS3) completaram o pódio, com oito recomendações.

Em fevereiro, o Ibovespa fechou em queda de 8,43%. O mau desempenho do índice se deve ao surto de coronavírus em todo o mundo. Segundo analistas, o receio dos investidores está relacionado ao risco de uma pandemia até os impactos que a doença trará para principalmente para  economia chinesa e norte-america.

Entre as carteiras que participam do ranking todas apresentaram desempenho negativo. A carteira da Socopa foi a que teve a maior queda, com desvalorização de -14,33% e a da Quantitas, a menor, recuando -4,32%.

A cada mês, as casas consultadas enviam a EXAME um portfólio contendo 10 ações e seus respectivos pesos. Para saber quais foram as ações mais recomendadas no mês passado veja aqui.

Todas as carteiras terão a mesma quantidade de ações para permitir uma comparação de desempenho mais justa. Os papéis indicados no início de cada mês não poderão ser substituídos posteriormente – ou seja, não é permitido que haja trocas nas carteiras ao longo do mês.

Veja as ações mais indicadas para março, e na sequência, a carteira recomendada por cada casa de análise:

Ação Recomendações
Petrobras (PETR4) 10
Lojas Renner (LREN3) 9
JBS (JBSS3) 8
Itaú Unibanco (ITUB4) 7
Magazine Luiza (MGLU3) 6
Vale (VALE3) 6
Banco do Brasil (BBAS3) 6
Iguatemi (IGTA3) 5
Bradesco (BBDC4) 5
IRB Brasil (IRBR3) 5
Magazine Luiza (MGLU3) 5
Hapvida (HAPV3) 5
Pão de Açucar (PCAR4)) 4
Cyrela (CYRE3) 4
Taesa (TAEE11) 4
B3 (B3SA3) 4
Sanepar (SAPR11) 3
Raia Drogasil (RADL3) 3
Via Varejo (VVAR3) 3
Eztec (EZTC3) 3
Cogna (COGN3) 3
CVC (CVCB3) 3
Localiza (RENT3) 3
Multiplan (MULT3) 3
Weg (WEGE3)) 3
Estacio (YDUQS) 2
Equatorial (EQTL3) 2
Locamerica (LCAM3)) 2
Klabin (KLBN11) 2
Marfrig ((MRFG3) 2
MRV (MRVE3) 2
Lojas Americanas (LAME4) 2
Cosan (CSAN3) 2
Even (EVEN3) 2
Fleury (FLRY3) 2
Natura (NTCO3) 2
Movida (MOVI3) 2
B2W (BTOW3) 1
Eletrobras (ELET6) 1
Eletrobras (ELET3) 1
Energisa (ENGI11) 1
Totvs (TOTS3) 1
Trisul (TRIS3) 1
Ultrapar (UGPA3 1
BR Properties (BRPR3) 1
Minerva (BEEF3) 1
Tegma (TGMA3) 1
Unidas (LCAM3) 1
Arezzo  (ARZZ3) 1
Copel (CPLE6)  1
Ecorodovias (ECOR3) 1
CPFL Energia (CPFE3) 1
Randon (RAPT4) 1
BB Seguridade (BBSE3) 1
EDP Brasil (ENBR3) 1
Linx (LINX3) 1
Marcopolo (POMO4)) 1
Odontoprev (ODPV3) 1
Itaúsa (ITSA4) 1
Tenda (TEND3) 1
EFF Small11 1
Panvel ( (PNVL3) 1
Sinqia (SQIA3) 1
Petrobras (PETR3) 1

Veja o ranking das carteiras, por rentabilidade no mês:

Casa de análise Desempenho em fevereiro, em %
Quantitas -4,32%
MyCap -6,37%
BB Investimentos -6,66%
Elite -6,77%
Nova Futura -7,03%
Planner -7,88%
Toro -7,99%
Necton -8,37%
Ativa Investimentos -8,39%
Genial Investimentos -8,42%
Ágora Investimentos -8,50%
Modalmais -8,50%
XP Investimentos -8,60%
Guide -8,90%
Benndorf Research -9,87%
Terra -10,13%
Santander -11,10%
Rico -11,83%
Capital Research -12,70%
Socopa -14,33%


Ágora Investimentos

Desempenho em fevereiro: -8,5%
Ações incluídas: Sanepar e Energisa.
Ações retiradas: Randon e Vale.

Ação Peso, em %
B2W (BTOW3) 10
Eletrobras (ELET6) 10
JBS (JBSS3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Energisa (ENGI11) 10
Totvs (TOTS3) 10
Trisul (TRIS3) 10
Ultrapar (UGPA3) 10
Sanepar (SAPR11) 10

Ativa Investimentos

Desempenho em fevereiro: -8,39%
Ações incluídas: Equatorial, BR Properties, Locamerica.
Ações retiradas: ENBR3, Cyrela, Henring e JBS.

Ação Peso, em %
BR Properties (BRPR3) 10
Iguatemi (IGTA3) 10
Estacio (YDUQS) 10
Equatorial (EQTL3) 10
Itaú Unibanco (ITUB4) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Locamerica (LCAM3) 10
Pão de Açucar (PCAR4) 10
Petrobras (PETR4) 10
Vale (VALE3) 5

BB Investimentos

Desempenho em fevereiro: -6,66%
Ações Incluídas: Itaú Unibanco, Marfrig, MRV, Raia Drogasil.
Ações retiradas: Lojas Americanas, Movida, Petrobras, Tupy.

Ação Peso, em %
Bradesco (BBDC4) 10
Cyrela (CYRE3) 10
Itaú Unibanco (ITUB4) 10
Klabin (KLBN11) 10
Marfrig (MRFG3) 10
MRV (MRVE3) 10
Raia Drogasil (RADL3) 10
Sanepar (SAPR11) 10
Taesa (TAEE11) 10
Via Varejo (VVAR3) 10

Benndorf Research

Desempenho em fevereiro: -9,87%
Ações incluídas: Taesa, Bradesco, Lojas Americanas, Raia Drogasil,IRB Brasil e Cogna.
Ações retiradas: Hapvida, Vivara, Banco Inter, Iguatemi, Sinqia e Azul.

Ação Peso, em %
Minerva Foods (BEEF3) 10
Taesa (TAEE11) 10
JBS (JBSS3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Bradesco (BBDC4) 10
Lojas Americanas (LCAM4) 10
Raia Drogasil (RADL3) 10
IRB Brasil (IRBR3) 10
Eztec (EZTC3) 10
Cogna (COGN3) 10

Capital Research

Desempenho em fevereiro: -12,7%
Ações incluídas: Equatorial e Fleury.
Ações excluídas: IRB Brasil e Engie.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 10
Cosan (CSAN3) 10
CVC (CVCB3) 10
Equatorial (EQTL3) 10
Even (EVEN3) 10
Iguatemi (IGTA3) 10
Fleury (FLRY3) 10
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Tegma (TGMA3) 10
Unidas (LCAM3) 10

Elite

Desempenho em fevereiro: -6,77%
Não houve alterações na carteira do mês.

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 10
Cyrela (CYRE3) 10
Itaú Unibanco (ITUB4) 10
Iguatemi (IGTA3) 10
IRB Brasil (IRBR3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Petrobras (PETR4) 10
Vale (VALE3) 10
Weg (WEGE3) 10

Genial Investimentos

Desempenho em fevereiro: -8,42%
Ações incluídas: Arezzo.
Ações retiradas: Yduq3.

Ação Peso, em %
Arezzo (ARZZ3) 10
Hapvida (HAPV3) 10
Multiplan (MULT3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Totvs (TOTS3) 10
Aliansce (ALSO3) 10
Petrorio (PRIO3) 10
Alpargatas (ALPA4) 10
Eztec (EZTC3) 10
Weg (WEGE3) 10

Guide

Desempenho em fevereiro: -8,90%
Ações incluídas: Natura.
Ações retiradas: Banco Inter.

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 10
Via Varejo (VVAR3) 10
Cosan (CSAN3) 10
Cyrela (CYRE3) 10
IRB Brasil (IRBR3) 10
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Natura (NTCO3) 10
Neoenergia (NEOE3) 10
Petrobras (PETR4) 10
JBS (JBSS3) 10

Modalmais

Desempenho em fevereiro: -8,5%
Ações incluídas: Itaú Unibanco, Raia Drogasil, Intermédica, Fleury, Hapvida, Bradesco, Cyrela, Omega, Taesa e JHSF Participações
Ações retiradas: B2W, BR Distribuidora, Cosan, JBS, Klabin, Lojas Marisa, Minerva, Petrorio, Vivara e Yduqs.

Ação Peso, em %
Itaú Unibanco (ITUB4) 15
Raia Drogasil (RADL3) 15
Intermédica (GNDI3) 15
Fleury (FLRY3) 15
Hapvida (HAPV3) 15
Bradesco (BBDC4) 5
Cyrela (CYRE3) 5
Omega Geração (OMGE3) 5
Taesa (TAEE11) 5
JHSF Participações (JHSF3) 5

MyCap

Desempenho em fevereiro: -6,37%
Ações incluídas: Petrobras, EDP Energia, Hypera, Pão de Açúcar, Telefônica Vivo, Raia Drogasil, Sanepar.
Ações retiradas: Hypermarcas, Neoenergia, Totvs, Magazine Luiza, Minerva, Trisul e Vale. 

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 10
Banco do Brasil (BBAS3) 10
Petrobras (PETR4) 10
EDP Brasil (ENBR3) 10
Hypera (HYPE3) 10
Pão de Açucar (PCAR4) 10
Telefônica Vivo (VIVT4 ) 10
Raia Drogasil (RADL3) 10
Sanepar (SAPR11 ) 10
Natura (NTCO3) 10

Necton

Desempenho em fevereiro: -8,37%
Ações incluídas: Lojas Renner.
Ações retiradas: Hermes Pardini.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 10
Even (EVEN3) 10
JBS (JBSS3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Movida (MOVI3) 10
Petrobras (PETR4) 10
Oi (OIBR3) 10
Transmissão Paulista (TRPL4) 10
Ishares Small Caps (SMAL11) 10
Vale (VALE3) 10

Nova Futura

Desempenho em fevereiro : -7,03%
Ações retiradas da carteira: JBS, Magazine Luiza, Via Varejo e Natura.
Ações incluídas da carteira: Itaú Unibanco, Porto Seguro, Raia Drogasil e Viva Varejo.

Ação Peso, em %
Engie (EGIE3) 10
Itaú Unibanco (ITUB4) 10
Klabin (KLBN11) 10
Locamerica (LCAM3) 10
Petrobras (PETR4) 10
Porto Seguro (PSSA3) 10
Raia Drogasil (RADL3) 10
Sabesp (SBSP3) 10
Telefônica Vivo (VIVT4) 10
Weg (WEGE3) 10

Planner

Desempenho em fevereiro: -7,88%
Ações retiradas da carteira: Vale, CSN, Notradame Intermédica e Petrobras.
Ações incluídas na carteira: Locaweb, Helbor, Engie e Hapvida.

Ação Peso, em %
10
Hypera Farma (HYPE3) 10
Itaú Unibanco (ITUB4) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Engie (EGIE3) 10
Hapvida (HAPV3) 10
Sanepar (SAPR11) 10
SLC Agrícola (SLCE3) 10
Telefônica Vivo (VIVT4) 10
Helbor (HBOR3) 10
Locaweb (LWSA3)) 10

Quantitas

Desempenho em fevereiro: -4,32%
Ação retirada da carteira: CPFL.
Ação incluída na carteira: Eneva.

Ação Peso, em %
Guararapes (GUAR3) 17,50
Banco do Brasil (BBAS3) 10,00
Petrobras (PETR4) 10,00
Embraer (EMBR3) 10,00
Vale (VALE3) 10,00
Panvel (PNVL3) 10,00
Movida (MOVI3) 10,00
Cogna (COGN3) 7,50
Eletrobras (ELET3) 7,50
Eneva (ENEV3) 7,50

Rico

Desempenho em fevereiro : -11,83%
Ação retirada da carteira: B3 e IRB Brasil.
Ação incluída na carteira: Iguatemi e Hapvida.

Ação Peso, em %
Azul (AZUL4) 10
Iguatemi (IGTA3) 10
Intermédica (GNDI3) 10
Hapvida (HAPV3) 8
JBS (JBSS3) 12
Localiza (RENT3) 8
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Petrobras (PETR4) 12
Rumo (RAIL3) 12
Yduqs (YDUQ3) 8

Santander

Desempenho em fevereiro: -11,10%
Ações retiradas da carteira: Marfrig, Gerdau e SulAmérica.
Ações incluídas na carteira: Banco do Brasil, CPFL Energia e Eztec.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 10
Multiplan (MULT3) 10
Localiza (RENT3) 10
IRB Brasil (IRBR3) 10
Petrobras (PETR3) 10
Lojas Americanas (LAME4) 10
CPFL Energia (CPFE3) 10
Randon ( RAPT4) 10
JBS (JBSS3) 10
Eztec (EZTC3) 10

Socopa

Desempenho em fevereiro: -14,33%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 10
BB Seguridade (BBSE3) 10
Bradesco (BBDC4) 10
CVC Brasil (CVCB3) 10
EDP Energias Brasil (ENBR3) 10
Hapvida (HAPV3) 10
JBS (JBSS3) 10
Pão de Açúcar (PCAR4) 10
Petrobras (PETR4) 10
Vale (VALE3) 10

Terra

Desempenho em fevereiro: -10,13%
Ações retiradas da carteira: Gerdau.
Ações incluídas na carteira: Bradesco.

Ação Peso, em %
B3 (B3SA3) 10
Cogna (COGN3) 10
Bradesco (BBDC4) 10
Lojas Renner (LREN3) 10
Linx (LINX3) 10
Magazine Luiza (MGLU3) 10
Movida (MOVI3) 10
MRV (MRVE3) 10
Pão de Açúcar (PCAR4) 10
Petrobras (PETR4) 10

Toro

Desempenho em fevereiro: -7,99%
Não houve alteração na carteira.

Ação Peso, em %
CVC (CVCB3) 5
Ecorodovias (ECOR3) 10
Estácio (YDUQ3) 15
Itaúsa (ITSA4) 5
IRB (IRBR3) 15
Marcopolo (POMO4) 7,5
Multiplan (MULT3) 7,5
Odontoprev (ODPV3) 10
Taesa (TAEE11) 10
Tenda (TEND3) 15

XP Investimentos

Desempenho em fevereiro: -8,6%
Ações retiradas da carteira: Petrobras e Vivara.
Ações incluídas na carteira: Copel e Lojas Renner.

Ação Peso, em %
Banco do Brasil (BBAS3) 10
Cyrela (CYRE3) 10
Ecorodovias (ECOR3) 10
Iguatemi (IGTA3) 10
JBS (JBSS3) 10
Localiza (RENT3) 10
Copel (CPLE6) 10
Vale (VALE3) 10
Via Varejo (VVAR3) 10
Lojas Renner (LREN3) 10

 

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Receita Federal recebe 1,16% das declarações do IR no 1º dia de entrega

No primeiro dia de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020, 372.493 contribuintes acertaram as contas com a Receita Federal. Esse é o número de documentos enviados das 8h, horário em que começou a entrega, até às 16h desta segunda-feira (2).

O total equivale a 1,16% das 32 milhões de declarações esperadas para este ano. O prazo de entrega vai até as 23h59 de 30 de abril. Quem declara no início do prazo tem prioridade para receber a restituição, caso não a preencham com erros e omissões. Pessoas com mais de 60 anos, com moléstias graves ou deficiência física também recebem a restituição primeiro.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e na App Store, para o sistema operacional iOS.

A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Mudanças

As novidades para a entrega da declaração neste ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começará no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos.

Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos.

Obrigatoriedade

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; quem pretende compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores ou quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

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Venda de imóveis cresce 9,7% em 2019 no país

Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado nesta segunda (2) mostra que as vendas de imóveis residenciais cresceram 9,7% no país, em 2019, na comparação com o ano anterior. No total foram vendidas 130.434 unidades, contra 118.893 em 2018. Para a CBIC, o ano de 2020 projeta um crescimento parecido com o observado em 2019, em torno de 10%, melhor resultado anual dos últimos quatro anos.

A pesquisa, realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), analisou os dados de 90 municípios brasileiros. Os números mostram ainda que os lançamentos apresentaram uma alta de 15,4%, em 2019, somando 130.137 unidades. Em 2018, haviam sido lançadas 112.750 unidades.

Os dados do 4º trimestre de 2019 reforçam a tendência de aumento. No período, os lançamentos de imóveis cresceram 28,3% em relação ao 3º trimestre e 8,4% frente ao 4º trimestre de 2018.

 

As vendas de outubro, novembro e dezembro de 2019 também cresceram 13,9% quando comparadas à de julho, agosto e setembro do mesmo ano, e 9,7% frente ao mesmo período de 2018.

A Região Sudeste foi a que mais se destacou puxando a alta nas vendas e nos lançamentos no último trimestre de 2019, tanto em números absolutos, quanto relativos. No total, foram lançados 31.965 imóveis no período, contra 21.036 no trimestre anterior, uma alta de 52%.

Na comparação com o mesmo período do ano passado (30.093), a variação chegou a 6,2%. Houve também alta de 19,18% entre todos os lançamentos dos municípios pesquisados na região no resultado anual, entre 2018 (68.804) e 2019 (82.003).

A Região Sul registrou 9,15% mais lançamentos anuais, na comparação de 2018 (12.566) com 2019 (13.716) e também uma alta de 15,1% no 4º trimestre de 2019 em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano, e de 37,3% em comparação ao quarto trimestre de 2018.

“O Centro-Oeste lançou 42,18% mais imóveis em 2019 (10.671) que em 2018 (7.505), nos municípios analisados. A região também registrou variação positiva de 23,9% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2019 e de 0,5% entre os últimos trimestres de 2018 e 2019 (outubro, novembro e dezembro)”, informou a CBIC.

O Sudeste também se destacou nas vendas de imóveis. No quarto trimestre de 2019, foram 23.001 unidades habitacionais adquiridas, alta de 20,2% em relação ao terceiro trimestre (19.978 vendas) e de 8,6% na comparação com o quarto trimestre de 2018 (21.184).

O levantamento registrou também uma elevação de 19,33% entre todas as vendas dos municípios pesquisados na região, na comparação entre 2018 (62.375) e 2019 (74.435).

A Região Centro-Oeste também merece destaque. No quarto trimestre de 2019, as vendas cresceram 25,7% em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano e aumentaram 25,9% em relação ao quarto trimestre de 2018. Ao todo, a região vendeu 11,61 mais entre 2018 (9.925) e 2019 (11.078).

Na Região Sul, o comparativo de vendas entre 2018 (14.056) e 2019 (16.360) aponta alta de 16,39%, sendo que o quarto trimestre de 2019 somou 7,4% mais contratos que o terceiro trimestre do mesmo ano e 48,8% a mais que o quarto trimestre de 2018.

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Trigg lança cartão de crédito voltado para pré-adolescentes de 12 anos

São Paulo – Em vez do tradicional porquinho, o cartão de crédito pode ser a ferramenta usada para incentivar a educação financeira de pré-adolescentes. Ao menos, essa é a proposta da fintech Trigg que lança, nesta segunda-feira (2), um cartão adicional para dependentes a partir de 12 anos. Eles fazem as compras, mas o titular da conta é quem define o limite e o bloqueio do plástico.

“Pensando em experiências familiares, o cartão adicional foi criado para incentivar a educação financeira, dando poder de compra aos adolescentes que podem receber o cartão de seus pais para administrar a mesada, por exemplo. Já para os responsáveis, o cartão ajuda a controlar os gastos dos filhos”, explica Juliana Almeida, diretora de marketing da companhia, em nota.

Almeida explica que a novidade surgiu a partir dos dados pesquisados pela marca nas redes sociais. “Sistematicamente, fazemos pesquisas de mercado e checamos opiniões de usuários nas redes e notamos que muitos de nossos seguidores desejavam ter o cartão Trigg, mas não passavam pelas regras de aprovação. Foi então que surgiu a ideia de criar um modelo que pudesse atendê-los, estabelecendo um primeiro contato por meio de um cartão adicional”, avalia. 

O cliente da Trigg pode solicitar até três cartões adicionais, cujo valor da anuidade de cada é de 4,90 reais. Para enfeitar os cartões, os clientes podem escolher estampas dos personagens da DC Comics (Batman, Super-Homem, Mulher-Maravilha, Joker e Arlequina). Entre os benefícios oferecidos, estão o estorno (cashback) de até 1,3% e descontos de 20% em lojas parceiras. 

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Bancos disponibilizam linha de crédito para antecipar restituição do IR

São Paulo – É dada a largada da temporada de oferta de linhas de crédito para antecipar o valor da restituição do imposto de renda (IR) para clientes pessoas físicas. Os bancos participantes são Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Santander e Itaú.

No Bradesco, é possível antecipar 100% da restituição, e o valor mínimo é de 200 reais e o máximo, de 50 mil reais. O crédito deverá ser quitado em uma única parcela, de acordo com o recebimento da restituição do IR, e o prazo para pagamento é 30 de setembro de 2020. As taxas começam em 1,79% ao mês.

Os correntistas do BB também podem antecipar até 100% do valor a ser restituído, limitado a 20 mil reais. O pagamento é feito na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, em janeiro de 2021 (o que ocorrer primeiro). Os clientes que optarem pela contratação pelo aplicativo ou pela internet banking contam com taxas de juros menores em relação aos demais canais, a partir de 1,49% ao mês. As taxas variam de acordo com o perfil do cliente e o canal de contratação.

No Santander, também é possível antecipar até 100% do valor da restituição, e o cliente recebe o dinheiro na conta corrente no mesmo dia da contratação. Já o débito é efetuado na data de recebimento da restituição ou, caso o cliente não receba até o último lote, na data limite do produto (20 de dezembro). A linha estará disponível até 31 de outubro, e os clientes podem contratar via aplicativo, internet banking, central de atendimento ou em uma das agências. O valor mínimo para contratação é de 100 reais e as taxas partem de 1,69% ao mês.

Por sua vez, na Caixa, o limite de crédito disponibilizado é de até 75% do valor da restituição previsto na declaração do imposto de renda. A depender do resultado da avaliação de risco crédito, o cliente pode contratar até o último dia útil de setembro de 610 reais a 30.000 reais. O vencimento da operação ocorre na data da restituição, sendo que, para os casos em que o crédito não é efetuado pela Receita Federal, o contrato vence no último dia útil do ano corrente.

Já no Itaú, as ofertas começam amanhã (3) e vão até 31 de outubro. Os limites da antecipação vão de  200 reais a 5 mil reais para clientes Varejo e Uniclass e até 10 mil reais para clientes Personnalité. O débito acontece automaticamente na data em que o cliente recebe a restituição ou em 20 de dezembro, se o recurso não for recebido antes. As taxas de juros partem de 1,90% de acordo com o histórico do cliente com o banco. A contratação pode ser realizada tanto nas agências, como pelos canais digitais de atendimento, internet banking, aplicativos móveis, caixas eletrônicos e telefone.

13º salário

Os bancos também vão oferecer linha de financiamento para antecipar o 13º salário. No Bradesco, o pagamento acontece em parcela única, com vencimento até 18 de dezembro. As taxas começam em 1,79% ao mês.

Já no Itaú, clientes Varejo podem contratar valores entre  80 reais e 5 mil reais; enquanto os clientes Uniclass podem solicitar entre 80 reais e 10.000 reais e os Personnalité, de 80 reais a 15.000 reais. O pagamento do empréstimo acontece de forma automática no dia 20 de dezembro. As taxas de juros começam em 1,90%, de acordo com o histórico do cliente com o banco.

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Declaração do IR começa hoje. Veja se é melhor entregar agora ou depois

São Paulo – A entrega da declaração do Imposto de Renda 2020 começa nesta segunda-feira (2) e termina em 30 de abril.

Quem recebeu rendimentos tributáveis iguais ou superiores a 28.559,70 no ano passado é obrigado a declarar, entre outros contribuintes. Quem caiu na malha fina deve declarar normalmente.

Quanto mais cedo o contribuinte enviar as informações à Receita Federal, maiores são as chances de receber a restituição do imposto nos primeiros lotes. A Receita vai pagar a restituição do IR 2020 em cinco lotes, entre 29 de maio e 30 de setembro. 

Idosos e pessoas com alguma deficiência física, mental ou com doença grave têm prioridade para receber a restituição no primeiro lote, em maio.

Os demais contribuintes que quiserem receber o dinheiro já no segundo lote, em junho, devem correr para entregar a declaração nos primeiros dias. Já quem deixar para prestar as contas na última semana, perto de 30 de abril, será em setembro. 

Quem deixar para declarar o IR nos últimos dias receberá a restituição mais tarde. A vantagem é que o valor será corrigido pela Selic, taxa básica de juros, que ultimamente está no seu menor patamar histórico, em 4,25% ao ano. 

Se você não tem dívidas, pode ser mais vantajoso receber logo a restituição e investir o dinheiro em aplicações que podem dar retornos mais altos do que a taxa básica de juros. 

Quem tem dívidas também deve declarar o IR no início para receber a restituição nos primeiros lotes e amortizá-las ou quitá-las, como aconselham planejadores financeiros.

Por outro lado, quem tem pouco controle financeiro pode declarar o IR nos últimos dias, para receber a restituição no final do ano e usá-la para quitar gastos como IPTU, IPVA e seguro do carro.

Vale lembrar que mesmo quem entrega a declaração no início do prazo pode receber a restituição no último lote, se a Receita fizer uma apuração mais cuidadosa. Por isso, é muito importante preencher as informações completas, com atenção.

Quem quer ser restituído nos primeiros lotes deve redobrar o cuidado ao preencher a declaração nos próximos dias. Isso porque, se precisar enviar uma declaração retificadora para corrigir erros, perderá o lugar na fila da restituição, mesmo que tenha enviado o documento nos primeiros dias do prazo.

Para quem tem imposto a pagar, a data de entrega da declaração não faz diferença, já que o contribuinte não recebe a restituição. Quem não tem dinheiro a receber é obrigado a quitar o imposto devido em cota única ou em até oito parcelas. A primeira parcela deve ser paga até o prazo final da entrega da declaração, no dia 30 de abril.

Como enviar a declaração do IR 2020

Para preencher e enviar a declaração, o primeiro passo é reunir todos os comprovantes e documentos necessários, como o informe de rendimentos do empregador, o informe de rendimento dos bancos e o comprovante de rendimento ou pagamento de aluguéis. 

O segundo passo é acessar o site da Receita Federal e fazer o download do programa gerador. Com o programa instalado, você deve escolher entre importar dados da declaração do ano anterior ou preencher uma do zero. Se já declarou Imposto de Renda, é melhor usar como base a declaração do ano anterior e fazer uma lista das mudanças necessárias.

Em seguida, você deve escolher o tipo de declaração que vai fazer. Escolha a opção “Declaração de Ajuste Anual” e inclua seu nome e CPF.

As etapas de preenchimento da declaração são divididas em fichas, exibidas na barra esquerda do programa.Você pode preencher todas as fichas nas telas seguintes para, somente no final, escolher entre os modelos simplificado ou completo.

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Imposto de Renda 2020: saiba quais documentos você precisa ter em mãos

São Paulo — O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda referente ao ano de 2019 começa nesta segunda-feira (2) e termina em 30 de abril. Os contribuintes devem baixar o programa — que já está disponível para download — e preencher com as informações sobre os rendimentos e os impostos pagos no ano anterior.

Para isso, são necessários diversos documentos e comprovantes, que são usados pela Receita Federal para cruzar informações e avaliar se houve ou não sonegação de impostos.

Quem entregou a declaração no ano passado, deve ter no computador um arquivo salvo com algumas informações já gravadas, como dados pessoais próprios e dos dependentes.

Entre os comprovantes necessários estão o CPF de dependentes, os informes de rendimento das empresas e das contas bancárias, além de recibos de serviços médicos ou de educação. Confira a lista completa:

CPF dos dependentes

Desde a declaração do IR do ano passado, passou a ser obrigatória a inclusão do CPF dos dependentes de qualquer idade. Em casos de dependentes que ainda não possuem o Cadastro de Pessoa Física, o documento pode ser emitido nas agências do Banco do Brasil, da Caixa ou dos Correios. As certidões de nascimentos recentes já vêm com o número do documento.

Informes de rendimentos e extratos

O contribuinte também vai precisar dos dados que estão nos informes de rendimentos. O documento é emitido tanto pelas empresas — apontando os valores recebidos e o imposto pago durante o ano — como pelos bancos e por corretoras de investimentos.

As instituições tiveram até a última sexta-feira (28) para enviar as informações aos funcionários e clientes. O documento disponibilizado pelas empresas contém informações como rendimentos tributáveis (que inclui salário e 13º salário), e a contribuição feita ao INSS.

Também é informado o valor do Imposto de Renda já retido na fonte, além dos rendimentos isentos de tributação e gastos com planos de saúde e odontológicos.

Quem é aposentado pode retirar o extrato do INSS no Portal Meu INSS, ou então em uma agência do órgão. Para a retirada presencial é necessário fazer um agendamento prévio online.

Comprovantes de rendimento e aluguéis

Para quem paga ou recebe aluguel é possível conseguir os documentos com os valores anuais através das imobiliárias. Caso o pagamento seja feito direto para o dono do imóvel, a comprovação é feita com recibos de depósitos ou transferências bancárias.

Gastos com saúde e educação

Os gastos com saúde e educação também são dedutíveis no Imposto de Renda. Para comprovar o valor, o contribuinte precisa guardar os recibos dos serviços contratados.

Serão exigidos o nome do prestador, o valor e o CPF ou CNPJ. Entram na lista gastos com médicos, dentistas e outros profissionais da área da saúde, além de exames, internações e convênios.

Na educação, a Receita aceita gastos com escolas de ensino fundamental ou médico, assim como faculdades, universidades, pós-graduação ou ensino técnico. Os recibos também devem conter o nome e o CNPJ do prestador de serviço, e o contribuinte deverá informar o valor gasto.

Compra e venda de bens

Também deve ser informado à Receita Federal qualquer compra ou venda de bens como carros e imóveis. Para comprovar a operação, o contribuinte precisará do contrato de compra e venda, além de escritura e nota fiscal ou recibo.

Se o negócio foi feito por meio de um financiamento, devem ser descritos na declaração de bens informações como nome do banco, número do contrato, valor total financiado, valor de entrada e das prestações.

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Cliente do BB pode pagar contas com pontos fidelidade, sem usar dinheiro

Pagar impostos e contas domésticas sem gastar dinheiro, consumindo pontos de programa de fidelidade em vez de desembolsar reais. Inédita no país, a solução foi lançada pelo Banco do Brasil (BB).

Desde esta semana/semana passada, o cliente pode usar pontos do programa de relacionamento da instituição financeira para quitar contas de água, de luz, de telefone e de televisão por assinatura, além de pagar tributos. O cliente não paga taxas nem tarifas para realizar a transação.

O serviço representa mais uma etapa na evolução dos programas de fidelidade. Inicialmente restritos a companhias aéreas, esses serviços se difundiram ao longo dos últimos dez anos. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), a troca de pontos migrou primeiramente para as compras online, depois para o varejo físico.

Nos últimos anos, os bancos passaram a permitir que os clientes usassem pontos para restituir valores debitados em conta-corrente. A pontuação varia conforme os gastos em estabelecimentos parceiros dos programas e geralmente é atrelada à cotação do dólar e ao tipo de cartão de crédito. Cada dólar gasto pelo cliente é revertido em determinado número de pontos, que varia conforme a bandeira e a categoria do cartão.

Pelas estatísticas mais recentes da Abemf, o mercado de empresas de fidelidade movimentou R$ 3,7 bilhões no primeiro semestre do ano passado. O valor representa alta de 12,7% em relação ao mesmo período de 2018. O percentual de pontos expirados, que não podem mais ser trocados, caiu de 19,8% no segundo trimestre de 2018 para 17,4% no mesmo trimestre de 2019.

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