Como negociar aluguéis na pandemia

O fechamento do comércio e serviços por conta da pandemia do coronavírus já fez muita gente perder renda ou o emprego. Mesmo com subsídios concedidos pelo governo, seja na forma do auxílio emergencial ou seguro-desemprego em caso de redução de salário e jornada, esses valores podem não ser suficientes para manter as contas em dia. Um gasto relevante que pode sofrer impacto nesse cenário é o aluguel.

Assim como outros tipos de despesas, como mensalidades escolares, o caminho é negociar descontos ou parcelar os valores durante a pandemia. Mas diferente da negociação de outras despesas, no aluguel quase sempre iremos lidar com outra pessoa, cujo orçamento também pode ter sido impactado na crise ou ter o aluguel como única fonte de renda.

Portanto, o cenário para a negociação é delicado. Por conta dessa característica o aluguel não é visto como uma relação de consumo, e é regido pela Lei do Inquilinato. A lei, em seu artigo 68, prevê que o contrato possa ser revisado. Contudo, deixa claro que o acordo deve satisfazer ambas as partes.

Veja abaixo dicas de advogados especialistas em relações contratuais para conseguir encontrar a melhor saída para a situação com o locatário:

1 – Vá para a negociação se de fato precisar

Antes de decidir negociar o valor mensal, é necessário avaliar se, de fato, você precisa reduzir o valor da despesa para continuar a pagar despesas básicas, como alimentação, água e luz. Sua renda foi reduzida em 25%, mas será que não é possível cortar outros gastos supérfluos para conseguir continuar a pagar o aluguel? Perdeu parte do salário, mas o seguro-desemprego deve ajudar? Então dificilmente o locador irá acatar um pedido de desconto do aluguel.

A tendência é que o proprietário do imóvel se sensibilize mais com casos de perda total de renda, ou um impacto relevante da perda de renda no orçamento, que não possa ser compensado de outra forma. “O aluguel, diferente de outros tipos de serviço, está sendo ainda mais usado agora, em tempo de isolamento. Então, seu valor só deve ser negociado caso a situação financeira seja realmente delicada. Senão a relação contratual fica desequilibrada”, diz Roseli Hernandes, diretora de locação da imobiliária Lello.

O locatário deve ser flexível e buscar entender a situação financeira do locador. Caso encontre resistência injustificada do locador em negociar, busque comprovar sua situação financeira e utilize argumentos que de fato apontem para a necessidade do pedido. Lembre também de seu histórico como bom pagador e ressalte que a situação é excepcional. “O locatário não deve se constranger em fazer o pedido. A crise não foi provocada por ele e não foi possível prevè-la”, diz Roseli.

2 – Busque alternativas ao desconto

O desconto concedido pelo locador não é suficiente? Sugira outras formas de pagamento. Por exemplo, diga que você poderá pagar 20% do valor enquanto durar o isolamento, mas que posteriormente esse valor será reposto de forma parcelada, durante um tempo determinado. É uma forma de alongar a dívida, diluindo o valor no futuro.

Nesses casos, caso o locador resolva cobrar juros ou mora, os valores não devem ultrapassar os previstos em contrato, em caso de atraso do pagamento.

3 – Peça intermediação da imobiliária

Teme que a negociação dos valores com o locador irá desgastar a relação contratual? Caso o contrato de aluguel tenha sido intermediado por uma imobiliária, busque ajuda dela.

Roseli, da Lello, aponta que, neste mês, a imobiliária recebeu mais de mil pedidos de revisão do aluguel de um total de 11 mim imóveis locados. “Geralmente, esses pedidos não existem. É uma situação excepcional mesmo”. A imobiliária orienta que a negociação seja amigável e geralmente o acordo é firmado. “Já conseguimos resolver 800 pedidos sem necessidade de as partes irem à Justiça. As pessoas estão dispostas a apoiar e ajudar.”.

4 – Formalize eventuais acordos

Chegou a um acordo com o locador? Igor Marchetti, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), recomenda que todo aditivo ao contrato seja formalizado e assinado por ambas as partes. “É importante colocar, nesse documento, que as condições serão válidas apenas durante a pandemia, já que não se sabe quando irá acabar, ou que o período seja determinado no documento”. 

Roseli, da Lello, acredita que no caso de parcelamento futuro dos valores também é necessário que o fiador assine o acordo. “Buscamos colher a assinatura dele também. Caso contrário, ele pode dizer que não sabia da negociação e se recusar a pagar os valores em caso de uma eventual inadimplência”. No caso de concessão de desconto, uma mensagem ou e-mail que aponta que o locador concorda com a diminuição dos valores já é suficiente, afirma a diretora.

5 – Não tem conversa? Busque a Justiça

Caso o inquilino não queira negociar os valores, a única saída para o locatário evitar juros, mora e, em último caso, o despejo, é entrar com uma ação revisional na Justiça, diz Marchetti, do Idec.

Apesar de costumar ter um trâmite mais rápido do que uma ação tradicional, a ação revisional dificilmente irá resolver a situação de forma imediata. Além disso, caberá ao juiz julgar se o pedido procede ou não.

Atualmente, existem projetos para evitar, durante a pandemia, despejos em caso de inadimplência. Mas, enquanto não forem aprovados, o despejo continua a ser algo que pode acontecer para quem não negociar e não conseguir pagar as parcelas em dia.

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iFood passa a aceitar vales refeição para pagamentos online no app

Os usuários do iFood poderão agora cadastrar seus cartões de vale refeição e alimentação para pagamentos online no app. A medida já é válida para as bandeiras Alelo, Sodexo e VR.

Atualmente, cerca de 8 milhões de pessoas em todo o país recebem vouchers refeição. Em meio à pandemia causada pelo covid-19, na qual muitos profissionais estão trabalhando remotamente de suas casas, a integração dos benefícios com a plataforma do iFood permitirá a utilização desses créditos, até então paralisados devido ao fechamento dos salões dos restaurantes .

A iniciativa compõe ainda o pacote de medidas adotadas pelo iFood para proteger seus clientes, entregadores e restaurantes parceiros, já que é por meio do pagamento online que os usuários do app podem optar por receber seus pedidos sem contato físico.

Nessa modalidade, os consumidores indicam onde o entregador deve deixar o pedido: no portão da casa/ prédio ou na portaria do prédio/ condomínio; se precisar combinar algum detalhe, ele pode entrar em contato direto com o entregador ou restaurante pelo chat do app.

A integração está disponível em toda a cidade de São Paulo para estabelecimentos que aceitam os vales. A expectativa é que nas próximas semanas a funcionalidade seja oferecida também às demais cidades do país.

Para cadastrar o vale refeição e/ou alimentação no app do iFood, basta que os usuários acessem a aba Perfil, cliquem em Pagamento, selecionem a opção Vale Refeição, e incluam os dados de seu cartão.

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Caixa libera pagamento dos R$ 600 para Bolsa Família com final 5

A Caixa inicia nesta quarta-feira, 23, o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 5. 

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo Bolsa Família, o auxílio emergencial será pago da mesma forma que o benefício do programa, em nome do responsável familiar.

O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

Já segunda e a terceira parcela do pagamento do auxílio emergencial para esse grupo será em 22 de maio e 23 de junho, respectivamente. Veja o calendário de pagamento abaixo:

Primeira parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
16 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
17 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
27 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
28 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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Veja as iniciativas que os bancos anunciaram para aliviar o bolso

Nas últimas semanas, os maiores bancos do país anunciaram diversas medidas para dar fôlego aos brasileiros, em meio ao caos econômico provocado pelo novo coronavírus. Foram tantos anúncios que alguma coisa pode ter passado batido. Por isso, EXAME compilou as iniciativas separadas por instituição que você confere abaixo.

Para pessoas físicas

Santander

– Prorroga parcelas de créditos de diversos produtos por até 60 dias de forma automática:

  • Prestações vencidas a partir de 16 de março serão postergadas, e o valor permanecerá inalterado
  • Clientes em dia com suas parcelas deverão pedir o adiamento pelo site www.santander.com.br/cuidar
  • Fatura do cartão com vencimento a partir de 15 de abril poderá ser dividida em até 24 vezes, com desconto de 50% na taxa e até 60 dias de carência, por meio dos apps Way, Santander ou internet banking
  • Santander Financiamentos permitirá, para os clientes que assim o desejarem, a prorrogação de dívidas para compra de veículos pelo seu aplicativo móvel ou no site www.santanderfinanciamentos.com.br

– Seguro de Vida com 40% de desconto e sem carência para profissionais da saúde;

– Programa Esfera concede 12% de desconto para compras online em farmácias parceiras do programa

  • Cliente ainda ganha o dobro de pontos em qualquer compra online

– Ampliação automática de 10% o limite do cartão de crédito de todos os clientes adimplentes

Banco do Brasil

– Oferece carência de 60 a 180 dias para pagamentos das primeiras parcelas em novas operações de crédito, além de prazos mais amplos de pagamentos que chegam a 72 meses no crédito automático e a 96 meses no crédito salário.

Desde a última quinta-feira, 9, o Banco do Brasil realizou dois lotes de pagamentos do auxílio emergencial para 709 mil clientes que já integram o Cadastro Único (CadÚnico) e mantêm conta corrente ou conta de poupança na instituição. 

Inclui a covid-19 na cobertura de morte dos seguros vida e prestamista, sem qualquer alteração nos custos para seus clientes, e adotou opção de “pula parcelas” para produtos do seu portfólio durante o período de maior impacto das medidas de contenção 

– Alterou o horário de atendimento de suas agências e passou a oferecer horário exclusivo para os idosos. O atendimento foi contingenciado, priorizando o atendimento de serviços essenciais e do público de maior risco.

Entre final de março e o início de abril, realizou 6,7 milhões de pagamentos a aposentados e pensionistas do INSS, no valor de 9 bilhões de reais, e a 506 mil beneficiários do Pasep, no valor de 488 milhões de reais.

Itaú

– Clientes adimplentes do Itaú Unibanco têm sido contatados por seus gerentes, além de contar com os diferentes canais de atendimento do banco, para viabilizar a prorrogação de parcelas de empréstimos e financiamentos em até 120 dias

Os prazos dos contratos de empréstimos também podem ser alongados para até seis anos

A prorrogação dos contratos está disponível para as linhas de empréstimo pessoal, cheque especial, crédito imobiliário, cartões de crédito e financiamento de veículos.

As condições são válidas para clientes que estiverem em dia e, durante o período, será mantida a mesma taxa de juros contratada, sem a cobrança de multa ou tarifas adicionais.

Bradesco

– É possível pedir prorrogação de parcelas vencidas, desde que o vencimento não ultrapasse 59 dias.

– Prorroga por até 60 dias o pagamento de parcelas dos empréstimos:

  • Crédito pessoal sem garantia (exceto antecipações e crédito universitário)
  • Crédito parcelado
  • Parcelamento de cheque especial
  • Reorganização financeira
  • Microcrédito produtivo orientado

Para empresas

Santander

Prorrogação do vencimento das parcelas de crédito pessoal e acordos, sem multa ou taxas extras. Condições são válidas a partir de 06/04/20, para parcelas com vencimento de 16/03/20 a 16/05/20 e é feito pelo Internet Banking. Para MPE, prorrogação pode ser feita automaticamente;

– Copiloto: empresa tem uma conta no Santander, tem acesso, sem custo nenhum, por três meses, uma plataforma para vendas online e que também oferece um sistema de gestão virtual para controlar o fluxo de caixa, vendas e muito mais. Depois desse período, fica 14,90 reais por mês;

– Para um dono de um pequeno negócio cuja sua loja, franquia ou restaurante estão fechados, há a linha de crédito em que você dá um imóvel como garantia, próprio ou de terceiros, e tem até 20 anos de prazo para pagar, com juro de 1% ao mês;

– Parcelamento da fatura do cartão de crédito em até 24 vezes com 50% de desconto nos juros e até dois meses para começar a pagar;

– Aumento em 10% o limite de cartão de crédito;

– Capital de giro com três meses de carência;

– Clientes MEIs podem ser isentados do pagamento da cobrança da tarifa de pacote de serviços e realizar TEDs e DOCs gratuitamente por até dois meses, utilizando esse valor como crédito para o pagamento de contas de concessionárias (energia, água, telefonia etc) em débito automático e DDA. As medidas visam dar liquidez ao empreendedor neste momento de redução da atividade econômica, permitindo também uma melhor gestão do orçamento e de seus pagamentos. O período de contratações vai até 24/05;

Para solicitar o empréstimo no Santander, é necessário cumprir alguns requisitos:

  • Ter a folha de pagamento no banco;
  • CNPJ ativo e apto mediante consulta na Receita Federal;
  • Nenhuma dívida ativa junto ao INSS;
  • Em dia ou com atraso de até 30 dias no Santander;
  • Acesso ao Internet Banking Empresarial com o ID ativo. Caso seja necessário, o cliente pode ativar o seu ID acessando a Central de Atendimento Empresarial. Não há necessidade de se descolar até uma agência.

A contratação deve ser feita pelo Internet Banking Empresarial, na aba Empréstimo e Recebíveis. A linha emergencial é válida para o pagamento de até duas folhas salariais, mas cada uma deve ser contratada em uma operação específica. Importante reforçar que as empresas que realizam pagamento em mais de uma data devem concentrar em um dia somente. O financiamento é limitado a dois salários mínimos líquidos por trabalhador por mês, ou seja, 2.090 reais.

Banco do Brasil

Para as micro e pequenas empresas, o desembolso de recursos novos nos últimos 30 dias totalizou R$ 4,82 bilhões, principalmente para linhas de antecipação de recebíveis e de capital de giro. Mais de 91 mil micros e pequenas empresas foram atendidas com soluções de crédito no período. O Banco também passou a oferecer carência de até 90 dias para o início dos pagamentos de operações de capital de giro.

Para as médias e grandes empresas, com faturamento entre R$ 40 milhões e R$ 1 bilhão por ano, o desembolso totalizou R$ 21,62 bilhões. O desembolso para esse segmento foi motivado por aumento na demanda por recursos para capital de giro, por empresas que atuam em setores mais atingidos pela retração da atividade econômica, ou para investimentos, por empresas que buscaram ampliar sua atividade para atender a aumento imediato da demanda. Já no que diz respeito as linhas ACC/ACE, voltadas ao comércio exterior, o desembolso totalizou R$ 5,9 bilhões.

Itaú

– Prorrogação de parcelas de empréstimos e financiamentos em até 180 dias para pequenas e médias empresas

Os prazos dos contratos de empréstimos também podem ser alongados para até 5 anos para PMEs, reduzindo assim o valor das parcelas mensais e mantendo as mesmas taxas de juros. O banco ainda irá ofertar crédito adicional para empresas, com taxas reduzidas e flexibilização de garantias.

No caso de pequenas e médias empresas, há a possibilidade de alongamento de prazo e carência de capital de giro, parcelamento das linhas de cheque especial e conta garantida. As condições são válidas para clientes que estiverem em dia e, durante o período, será mantida a mesma taxa de juros contratada, sem a cobrança de multa ou tarifas adicionais.

Bradesco

– Prorrogação em até 60 dias do pagamento de parcelas dos empréstimos:

  • Capital de giro sem garantia/avalista
  • Giro fácil ou empresarial
  • CDC outros bens – serviços
  • Reorganização financeira
  • Microcrédito produtivo orientado

Para prorrogar o pagamento, precisa estar com as parcelas em dia ou com atraso de até 59 dias.

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Confira os números sorteados no concurso 2.254 da Mega-Sena

Ninguém acertou os seis números do jogo da Mega-Sena sorteado pela Caixa nesta quarta-feira (22).

As dezenas sorteadas no concurso 2.254 foram: 04 09 24 44 47 56.

Mesmo sem um ganhador do prêmio principal, 55 apostas acertaram os números da quina e vão receber R$ 31.749,26 cada uma. Além disso, a quadra também foi sorteada para 3561 apostas, que vão levar R$ 700,52 cada.

O sorteio foi realizado no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O próximo concurso (2.255) será sorteado no sábado (25) e tem como estimativa pagar R$ 36 milhões a quem acertar os seis números.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, pela internet e também pelo aplicativo Loterias Caixa, para iPhone. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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Caixa paga hoje mais de 4 milhões de benefícios de R$ 600 fora do CadÚnico

Mais de 5 milhões de brasileiros recebem nesta quarta-feira o equivalente a mais de 4,3 bilhões de reais, referente à segunda parcela de auxílio emergencial. O lote de beneficiários elegíveis ao auxílio foi enviado no último domingo pela Dataprev e contempla 1,2 milhão de beneficiários do CadÚnico e 4,1 milhões cadastrados via aplicativo da Caixa / Auxílio Emergencial e site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial é um benefício financeiro destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

O benefício no valor de 600 reais será pago por três meses, para até duas pessoas da mesma família. Para as famílias em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente será de 1.200 reais.

Quem estava no Cadastro Único até o dia 20 de março e atende as regras do programa receberá sem precisar se cadastrar no site da Caixa. Já os que não estavam cadastrados, mas têm direito ao auxílio poderão se cadastrar no site auxilio.caixa.gov.br ou pelo aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial. Depois de fazer o cadastro, a pessoa pode acompanhar se vai receber o auxílio emergencial, consultando o próprio site ou aplicativo.

A quem se destina?

Para ter acesso ao auxílio emergencial, a pessoa deve cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Não ter emprego formal. O programa é destinado a trabalhadores autônomos;
  • Não ser beneficiário de outros programas como benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família;
  • Ter renda familiar per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (3.135 reais);
  • Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de 28.559,70 reais;
  • Estar desempregado ou exercer as seguintes atividades exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI) ou ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)

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    Supermercados prometem evitar preços abusivos na pandemia

    A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) formalizou a assinatura de Protocolo de Cooperação com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para troca de informações e controle de práticas abusivas nos preços em razão da pandemia do coronavírus (covid-19).

    No protocolo foi estabelecido a adoção pelo setor de regras de compliance e autorregulação quanto às cobranças abusivas dos fornecedores, e a definição em conjunto dos produtos prioritários para análise em relação à pandemia.

    No início da pandemia, preços de itens básicos chegaram a ser reajustados em até 70%, segundo a Associação Paulista de Supermercados (APAS). Os produtos que apresentaram elevação de preços foram batata, feijão, leite, cebola, alho e arroz.

    O acordo de cooperação também inclui a realização de reuniões semanais entre a Senacon e a Abras para observar o comportamento do mercado e a situação vivenciada pelo consumidor, além de ações de conscientização direcionadas ao segmento supermercadista, por meio das 27 associações estaduais afiliadas à Abras, para adesão a plataforma do “consumidor.gov.br” e acesso aos cursos oferecidos pela Escola Nacional do Consumidor.

    A Senacon se propôs ainda trabalhar para que ações administrativas prejudiciais ao abastecimento dos produtos essenciais à população brasileira, como bloqueios de rodovias a requisições de produtos promovidas por autoridades públicas, entre outros, sejam discutidos e levados ao conhecimento do Comitê de Crise do governo federal.

    O acordo estará em vigor por 60 dias, podendo ser prorrogado, e não acarretará repasse de recursos financeiros entre as partes.

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    Bancos alertam para golpe do auxílio emergencial de R$ 600

    A Febraban alerta para golpes relacionados ao auxílio emergencial de R$ 600 fo. Segundo a associação dos bancos, foram criados dezenas de aplicativos falsos relacionados ao benefício criado pelo governo federal. Os golpistas se aproveitam da necessidade de as pessoas se cadastrarem no app da Caixa para receber o benefício para roubar a informações sigilosas.

    Segundo a associação dos bancos, a mistura de medo da doença e a confusão trazida pelo excesso de fontes de informação criam o ambiente perfeito para a ação dos golpistas.

     

     

    A Febraban reforça a importância de manter uma postura vigilante para evitar cair em um desses golpes. “Desconsiderar qualquer informação que não esteja nos canais oficiais dos governos e empresas é um bom caminho”.

    Em caso de dúvida sobre a veracidade de uma mensagem ou conteúdo, interrompa a operação e entre em contato com o SAC do prestador do serviço ou vendedor do produto para confirmar se aquilo é real.

    Orientações

    Para reduzir os riscos de ser vítima de golpistas, a Febraban destaca as seguintes orientações:

    O site oficial para se cadastrar para receber o auxílio emergencial é https://auxilio.caixa.gov.br;

    O cadastramento para receber o auxílio emergencial também pode ser realizado pelo app especifico da Caixa, que deve ser baixado apenas na loja oficial de aplicativos do sistema operacional do seu dispositivo (Android e iOs)

    Não repasse seus dados para nenhuma pessoa intermediar a concessão do auxílio emergencial. Apenas a Caixa avalia e confirma quem é elegível ao benefício e eles não procuram as pessoas ou usam serviços de terceiros

    Sempre baixar qualquer aplicativo apenas da loja oficial do sistema operacional do seu dispositivo;

    O banco não liga nem encaminha links por SMS, WhatsApp ou e-mail pedindo atualização dos dados, sincronização de token ou desbloqueio de cartão

    Não clique em nenhum link. Digite, no navegador, o endereço eletrônico do banco ou da loja em que pretende realizar a transação ou compra;

    O banco não entra em contato para pedir cadastro de favorecido, transferências, transações para testes ou estorno de valores nem desbloqueio de cartão

    O banco não entra em contato para dizer que sua conta será bloqueada por falta de atualização cadastral

    Também não envia ninguém em sua casa para retirar seu cartão, notebook, computador, tablet, celular ou o chip dele como também não entra em contato para pedir atualização ou sincronismo de token

    Fique atento a links encurtados e desconhecidos por sms ou e-mail. Não clique nem informe seus dados

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    Assessoria private atrai clientes de bancos tradicionais

    No primeiro vídeo da série “Origem – Histórias Que Inspiram”, sobre os Assessores de Investimentos BTG Pactual, você vai conhecer um pouco mais sobre a Venice Investimentos. Quando decidiram deixar para trás cargos executivos em grandes bancos tradicionais, os quatro sócios da empresa sabiam que estavam abdicando de salários altos, bônus polpudos e uma carreira promissora comprovada pela trajetória bem-sucedida no mercado financeiro (atendiam um seleto grupo de clientes com mais de R$ 8 bilhões em carteira). Mas o ímpeto de colocar em prática o sonho antigo de ter o próprio negócio falou mais alto. “Sair da zona de conforto não é fácil, mas sabíamos que deixar nossos empregos para empreender nos daria oportunidade de atuar com muito mais autonomia”, diz Marcelo Teixeira Meneses, um dos sócios da empresa.

    Contratado no ano passado pelo BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, a Venice vem fazer parte de um movimento já bastante consolidado em mercados mais maduros, como o norte-americano. Enquanto se estima que nos Estados Unidos os bancos sejam responsáveis pela custódia de menos de 10% dos investimentos, no Brasil esse índice ainda gira em torno de 90%. “Em mercados desenvolvidos, as plataformas abertas de investimento já têm muita notoriedade. Por aqui, acreditamos que esse movimento se intensifique já nos próximos anos”, diz Pedro Mota, sócio-diretor da Venice e responsável pela expansão da companhia.

    Na opinião dele, é natural que as pessoas busquem cada vez mais plataformas de investimento para não dependerem apenas de um único banco. Os principais clientes da Venice são empresários que venderam as suas empresas. “Esse é um momento extremamente importante tanto para o empresário como para a família. Por isso, buscamos, junto com a área de Wealth Planning do BTG Pactual, uma solução que atenda o perfil de cada investidor e que esteja alinhada a um planejamento patrimonial, fiscal e sucessório”, diz Cristyano Mello, sócio-fundador da Venice Investimentos.

    Private de verdade

    Com o contrato firmado com o BTG Pactual, a Venice reforça sua atuação em todo o território e passa a ter acesso não só a uma das plataformas abertas mais robustas do mercado como também a produtos com menores custos, fundos exclusivos e análises de research feitas por equipes premiadas em serviços de wealth management. “Contar com toda a estrutura do BTG Pactual faz com que tenhamos acesso a mais de 140 gestores de fundos de investimentos e às melhores soluções do mercado financeiro. Com isso, entregamos, de fato, uma experiência Private Bank para nossos clientes”, garante Pedro Mota.

    A experiência de mais de 20 anos de cada um dos sócios em bancos tradicionais faz com que eles sigam uma outra premissa: a de manter uma carteira enxuta para que o atendimento seja cada vez mais próximo e exclusivo. “Os gerentes que atuam com público de alta renda chegam a atender 700 clientes e trabalham com outros produtos, como seguro, crédito e capitalização”, explica Pedro Mota. E mesmo quando o assunto é Private Bank, diz ele, este número vem aumentando. “As carteiras têm, em média, de 120 a 200 clientes, o que torna o atendimento cada vez mais massificado e, consequentemente, mais distante”. O executivo afirma que, em momentos de crise como a que o País enfrenta, a proximidade com o cliente se torna ainda mais importante. “A inteligência do banco somada à experiência dos profissionais que fazem a gestão e a distribuição dos investimentos permite que a gente saiba exatamente como agir em momentos de volatilidade”, explica. “É por este motivo que o nosso foco não está nos produtos, mas sim nos clientes”, completa João Paulo Mota, sócio-fundador da Venice.

    Descubra a origem dos assessores do BTG Pactual.

    A próxima história pode ser a sua. Saiba mais.

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    Pagamento do licenciamento do carro deve ser feito pela internet

    O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) informa que o serviço de licenciamento de veículos eletrônico com entrega via Correios estão funcionando normalmente, mesmo durante o período de suspensão do atendimento presencial por conta da pandemia do novo coronavírus.

    O licenciamento via Correios (ou eletrônico) permite ao cidadão realizar o pagamento da taxa pelo banco e receber o documento no endereço cadastrado no Detran.SP. A taxa pelo serviço de entrega é de R$ 11.

    Para pagamentos feitos durante o horário comercial, em até 48 horas a versão digital do licenciamento já estará disponível no aplicativo “Carteira Digital de Trânsito – CDT”.

    O calendário começou este mês para veículo de passageiros, ônibus, reboque e semirreboque com placa final 1.

    Veja abaixo o calendário do licenciamento 2020 em São Paulo:

    Calendário Licenciamento 2020Detran-SP/Divulgação

    CRLVe Digital

    Desde dezembro, o Detran.SP disponibilizou no Estado o CRLVe, que é uma versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo, com o mesmo valor jurídico do documento impresso. Sua obtenção pelos motoristas é opcional.

    O documento poderá ser obtido no aplicativo “Carteira Digital de Trânsito – CDT” do Denatran disponível para telefone celular com sistema operacional Android e iOS. Nesta ferramenta estarão disponíveis os licenciamentos de 2019 e 2020. Após o download do aplicativo, siga as orientações do tutorial do Denatran para incluir o CRLV Digital

    Para verificar se o CRLV Digital está disponível para download no aplicativo, consulte o serviço online “Pesquisa de débitos e restrições” no portal do Detran.SP. Basta verno campo “Licenciamento digital” a informação sobre a disponibilidade do CRLV Digital no aplicativo.

    Para obter o CRLV Digital será necessário o cadastro no portal de serviços do Denatran, pois este acesso será solicitado no aplicativo.

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