Bolsa Família com final 9 recebe auxílio de R$ 600 nesta quarta-feira

Caixa paga, nesta quarta-feira, 29, a primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 9. No total, 1.920.953  pessoas recebem o benefício.

Na quinta-feira, 29, é a vez dos beneficiários do Bolsa Família com final 0 receberem o auxílio. Esse grupo é o último a receber os 600 reais referente a primeira parcela do auxílio emergencial.

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Entretanto, só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo programa, o auxílio emergencial será pago da mesma forma que o benefício do Bolsa Família, em nome do responsável familiar.

O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

Primeira parcela

Os beneficiários do Bolsa Família com final de identificação social de 1 a 8 já receberam a primeira parcela do auxílio emergencial. O pagamento teve início no dia 16 de abril.

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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As dicas de Gustavo Cerbasi sobre como investir na crise

Na visão do consultor financeiro Gustavo Cerbasi, é desafiador manter o cronograma de investimentos na crise provocada pela pandemia do novo coronavirus. Isso porque ninguém sabe ao certo o quanto ela vai durar.

O cenário afetou em maior ou menor grau  todos os brasileiros. Por exemplo, quem viu sua renda ir a zero com a paralisação do comércio e serviços tem pouco a fazer agora além de criar um orçamento “de guerra” e cortar o máximo de gastos que pode.

Contudo, para quem viu sua renda reduzir um pouco por conta de corte de salário ou jornada, ou quem pôde trabalhar de forma remota e manter a renda, é importante continuar a rotina de aplicações mensais.

Mas no que investir agora? Em live transmitida pelo BTG Digital, o consultor financeiro deu dicas sobre o que deve mudar na estratégia agora, e como aproveitar oportunidades conforme o perfil de risco. Confira:

Perfil conservador

Para quem não admite perdas e está assustado com o cenário atual, Cerbasi indica aplicar em CDBs que paguem um porcentual próximo ao CDI ou em fundos de renda fixa do tipo DI, especialmente aqueles nos quais a cota se desvalorizaram muito desde o início da crise.

“Esse movimento aconteceu apenas porque o governo emitiu títulos mais vantajosos no curto prazo. Mas isso não significa que esses fundos são ruins. Os ativos que carregam na carteira, como títulos públicos e privados, vão continuar a pagar o retorno aos investidores no vencimento. Nada mudou. Então, quem quer começar a aplicar agora pode aproveitar a recuperação do valor dessas cotas no médio prazo. Não é uma perda de valor definitiva”.

Perfil moderado

Já aplica em fundos multimercados? Para Cerbasi, você deve continuar a realizar aplicações ou começar, especialmente se a cota do fundo perdeu muito valor e o fundo tem bom histórico de desempenho em crises passadas.

Já no caso de aplicações ligadas a setores mais afetados pela pandemia, como fundos imobiliários, ações do setor de entretenimento, turismo e ligados à cadeia do petróleo, é hora de rever aplicações. “Fundos imobiliários, por exemplo, devem ser olhados com mais cuidado agora. Talvez não seja uma boa hora para investir em fundos de shopping, que estão cortando dividendos distribuídos aos cotistas, mas fundos de logística podem trazer bons rendimentos com o crescimento do e-commerce”.

Perfil arrojado

Para investidores com perfil agressivo, a dica é conter a euforia. “Usar a reserva de emergência para comprar ações na bolsa ou aproveitar oportunidades especulativas? Nem pensar. Não sabemos quando a quarentena vai acabar, e esse dinheiro pode ser necessário. É muito arriscado especular agora. Se houver crescimento, a retomada será lenta”.

Para quem investe em ações, Cerbasi aponta que não se deve fazer preço médio, mas sim analisar uma por uma, de forma individual. “Se atenha aos fundamentos: de que forma cada empresa é impactada pela crise, e como devem se recuperar”.

Issso porque mesmo setores defensivos, como bancos, não são à prova de problemas. “Há bancos com menor e maior capacidade de se adaptar ao cenário. Os com maior capacidade são mais defensivos agora. Já bancos muito expostos a operaçõescomo financiamento de veículos que diminuíram muito, têm mais dificuldade de adaptar e mobilizar capital para outros segmentos”.

Não é hora de sair do investimento

Uma dica serve para todos os tipos de investidores: não é hora de resgatar investimentos por conta de perdas, principalmente os que têm como objetivo o longo prazo, como fundos de previdência. “Caso ele seja balanceado, vai se recuperar ainda mais rápido da queda recente.

O mesmo vale para os fundos multimercados. “O gestor certamente já está se mobilizando e adequando a carteira para o novo cenário. As perdas devem ser reduzidas agora. Caso o investidor resgate sua cota, para onde vai correr? E ainda vai pagar imposto. A decisão exige muita cautela. É mais recomendável montar uma proteção contra perdas, por exemplo comprar e vender opções, do que vender a cota ou título”.

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Aliás, se a ansiedade com a carteira diante do cenário atual está alta, Cerbasi aponta que isso pode indicar que as aplicações financeiras não estao de acordo com o perfil de risco. “Nesse caso, vale readequar o risco a partir de agora e optar por aplicações menos arriscadas”.

Para quem continua em dúvida sobre onde colocar o dinheiro agora e se pode precisar dele no curto prazo, a dica é reforçar a reserva de emergência, Para esse objetivo, investir em títulos Tesouro Selic, que têm liquidez diária, continua sendo a melhor opção. “Esses títulos não são afetados pela crise”, conclui Cerbasi.

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Venda de imóveis será incentivada por juros baixos, diz setor imobiliário

A venda e compra de imóveis em todo o país deve retomar o ritmo de crescimento até o final do ano. Apesar do cenário ser ainda muito incerto em relação ao retorno da atividade econômica, especialistas do setor imobiliário se mostram otimistas e acreditam que a crise não deve penalizar fortemente o setor. 

Basilio Jafet, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), afirma que não ainda não é possível mensurar o impacto da pandemia de coronavírus (covid-19) no setor.

Mensalmente, o Secovi-SP divulga uma pesquisa sobre as vendas de novas unidades residenciais na capital paulista. Os dados de março ainda não foram apresentados, mas é esperado que o resultado seja bem inferior aos dados de janeiro e fevereiro deste ano. “A compra de um imóvel é uma enorme responsabilidade. As visitas as unidades caíram 70%, o que é super compreensível. Ninguém compra um imóvel sem poder visitar.” 

Se as visitas físicas caíram, a busca online por imóveis registraram um aumento expressivo. No Imovelweb, site de compra e aluguel de imóveis, houve um aumento na busca por imóveis de 68% nesta última semana de abril, frente ao mesmo período de março. 

Para Tiago Galdino, diretor financeiro do Imovelweb, este aumento não significa que negócio será fechado rapidamente, mas é um forte indicador no processo do ciclo da compra de um imóvel.  “Nas primeiras semanas de março, houve uma queda de 33% nas buscas de imóveis no portal porque ninguém saiba o que iria acontecer. Já em abril, nota-se um início de recuperação.” 

Juro e estoque baixos

A possível recuperação do setor imobiliário se deve principalmente pela taxa de juros estar no menor patamar da história. Com a Selic em 3,75% ao ano, as taxas do financiamento imobiliários variam de 6,5% ao ano até 8% ao ano nos grandes bancos, o que é considerado bem atrativo ao consumidor. 

A Caixa também anunciou uma carência de seis meses (180 dias) para o início do pagamento das prestações de financiamento de imóveis novos para todas as linhas de crédito habitacional do banco. “Quem está empregado e já pensava comprar o imóvel, a oportunidade é agora. Se a Selic subir, o juro do financiamento imobiliário sobe também”, acrescenta Galdino.

Somado a isso, atualmente, o mercado imobiliário apresenta um estoque baixo de imóveis. Em São Paulo, por exemplo, em fevereiro, o número de imóveis em estoque (aqueles que não foram vendidos até três anos após o lançamento) era de 30.750. Em dezembro do ano passado, o estoque era de 34.019. 

Com a oferta baixa de imóveis, a expectativa é que não haja queda no preço do metro quadrado, Além disso, Jafet acrescenta que incorporadoras estão capitalizadas e com menos dívidas. “Os lançamentos foram postergados e os custos que envolvem a construção de um imóvel subiram nos últimos dois anos.”

Vem comprar 

Para incentivar a venda no setor, construtoras e incorporadoras iniciaram uma operação nacional de estímulo à compra de imóveis. A campanha “Vem Morar”, articulada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) tem parceria com a Caixa e inclui tanto imóveis econômicos e unidades do programa Minha Casa Minha Vida quanto empreendimentos de alto padrão com desconto mínimo de 3.000 reais sobre o valor do imóvel.

A iniciativa terá duração inicial de 60 dias e visa não apenas preservar o emprego como, também, gerar novos postos de trabalho na construção civil durante a pandemia pelo novo coronavírus.

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Usuários relatam novo erro em app da Caixa para pedir auxílio emergencial

Muitos registros no Cadastro de Pessoa Física (CPF) vêm sendo recusados pela Caixa Econômica Federal no site e no aplicativo criados para inscrição no auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, oferecido aos trabalhadores informais em função da pandemia do novo coronavírus.

Segundo denúncias recebidas pelo GLOBO, a mensagem de que os CPFs já teriam sido utilizados aparecem tanto para quem tenta pela primeira vez se inscrever para ter o benefício quanto para quem já se cadastrou, mas recebeu a indicação do próprio sistema de que deveria repetir o procedimento.

Este último é o caso de Luciana Dutra, de 47 anos, microempreendedora do ramo de eventos e mãe de duas crianças, de 7 e 14 anos, que não recebem pensão do pai. Quando ela fez o cadastro pela primeira vez, no dia 7, não tinha os CPFs das filhas e não sabia que iria precisar dessa informação.

O pedido ficou em análise por bastante tempo e, no dia 24, segundo ela, apareceu uma mensagem dizendo que deveria refazer o cadastro para informar os CPFs delas.

– Fiz os CPFs pelos Correios e incluí os dados no aplicativo, recebendo o informe de que haviam sido cadastrados com sucesso. Deveria, então, aguardar cinco dias para a análise. Três dias depois, quando resolvi dar uma olhada no andamento, apareceu novamente a mensagem, pedindo para recadastrar. Refiz todo o procedimento, mas dessa vez, quando fui colocar os CPFs das crianças, o informe era de que elas já estavam inclusas em outro grupo familiar — conta Luciana.

A empreendedora lembra que tentou repetir o procedimento outras vezes e, lendo sempre o mesmo aviso, decidiu consultar o andamento do pedido já feito pelo seu CPF. Segundo ela, ao cosultar o sistema, apareceu a informação de que não havia cadastro no seu CPF.

– Ou seja, eliminaram o primeiro cadastro. Comecei de novo, e o (novo) cadastro somente seguiria adiante se eu não colocasse os CPFs das crianças e não marcasse a opção “chefe de família”. Tive que marcar a declaração de que não sou chefe de família. Para não ficar sem receber, dessa vez eu fiz o procedimento até o final, sem incluir minhas filhas. Ou seja, precisei abrir mão do direito de receber R$ 1.200 previstos na lei para conseguir receber R$ 600. Creio que o objetivo seja esse — avalia ela.

Por conta das proibições de aglomeração, as festas no Estado do Rio foram canceladas. Sem trabalho, Luciana não tem renda há mais de um mês. E tem contado com a ajuda de amigos e parentes para sustentar as duas filhas, que moram com ela em Teresópolis, na Região Serrana.

Erro ainda na primeira tentativa

O tradutor e revisor de legendas Carlos Eduardo da Silva, de 33 anos, encontrou problema semelhante na ferramenta da Caixa Econômica Federal. Mas a mensagem de que seu CPF já havia sido cadastrado apareceu ainda em sua primeira tentativa.

— Eu baixei o aplicativo, não tinha cadastrado nada antes, mas apareceu essa mensagem. Então, liguei para o 111 (serviço de atendimento ao cliente) e, quando digitei o CPF, ouvi uma mensagem de que eu tinha sido selecionado para receber o benefício. Como assim? Só pode ser uma fraude. Alguém usou meu CPF e cadastrou seu telefone, seus dados

O morador de Bonsucesso complementa:

— Não consigo também consultar no aplicativo o registro do meu CPF, pois não tenho uma senha. Eu não cheguei a cadastrar meu celular para receber o código que pedem, pois fui impedido antes dessa etapa.

Caixa não explica

Nas redes sociais, muitas outras pessoas reclamam da mesma situação. Procurada, a Caixa Econômica Federal não enviou posicionamento sobre o problema até o fechamento desta reportagem.

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INSS vai contratar 8,2 mil aposentados e militares para atendimento

O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (28) publica portaria que autoriza o Ministério da Economia e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a realizarem chamamento público para contratação temporária de 8.230 servidores federais civis aposentados e militares inativos. A iniciativa pretende reforçar o quadro de atendimento do INSS, que há meses tenta reduzir a enorme fila de pedidos por benefícios previdenciários.

“O prazo para publicação do chamamento público será de até seis meses, contado a partir da publicação desta portaria”, cita o texto assinado pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

Do total de contratações, 7.400 profissionais serão selecionados para atuar no INSS nas atividades de atendimento e serviços administrativos e de concessão e revisão de benefícios e demandas judiciais. Os demais serão contratados para as secretarias de Gestão e Desempenho de Pessoal e de Previdência do Ministério da Economia, com 290 e 520 profissionais, respectivamente. Os aposentados e militares a serem lotados nas duas secretarias também irão trabalhar em atividades ligadas à Previdência, como perícia médica, análises e processos de compensação financeira previdenciária.

A contratação temporária de servidores civis aposentados e militares da reserva para aliviar o déficit no atendimento do INSS foi adotada pelo governo depois de um longo processo de negociação, que envolveu a participação da equipe econômica e o Tribunal de Contas da União (TCU) e resultou na troca dos titulares do INSS e da Secretaria da Previdência.

A medida foi possível depois da edição de uma medida provisória que liberou a contratação dos servidores aposentados e da regulamentação de uma lei de 2019, o que permitiu o trabalho temporário de militar inativo para o desempenho de atividades de natureza civil na administração pública.

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Bolsa Família com final 8 recebe auxílio de R$ 600 nesta terça-feira

A Caixa inicia nesta terça-feira, 28, o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial no valor de 600 reais para as pessoas inscritas no Bolsa Família, cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 8. No total,1.917.991 pessoas recebem o benefício.

O pagamento do auxílio aos inscritos no Bolsa Família é feito automaticamente, ou seja, os beneficiários não precisaram se cadastrar no programa. Só recebe o auxílio emergencial se o valor for maior do que o creditado pelo Bolsa Família.

Para contemplados pelo Bolsa Família, o auxílio emergencial será pago da mesma forma que o benefício do programa, em nome do responsável familiar.

O valor poderá ser sacado pela família beneficiária com o Cartão Bolsa Família ou com o Cartão Cidadão nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nos terminais eletrônicos da Caixa. Se o benefício do Bolsa Família é pago por depósito em conta bancária, o auxílio também será depositado na mesma conta.

A segunda e a terceira parcela do pagamento do auxílio emergencial para esse grupo será em 27 de maio e 26 de junho, respectivamente. Veja o calendário de pagamento abaixo: 

Primeira parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
16 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
17 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
27 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
28 de abril de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de abril de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Segunda Parcela 

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
18 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
19 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
20 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
21 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
22 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
25 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
26 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
27 de maio de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
28 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
29 de maio de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

Terceira Parcela

Data de pagamento Beneficiários do Bolsa Família
17 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 1
18 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 2
19 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 3
22 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 4
23 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 5
24 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 6
25 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 7
26 de junho de 2020 pagamento para final do número de indentificação social 8
29 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 9
30 de junho de 2020 pagamento para final do número de identificação social 0

 

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Nascidos em março e abril podem sacar os R$ 600 nesta terça-feira

O saque do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, está disponível a partir desta terça-feira, 28, para os trabalhadores nascidos em março e abril. Hoje, o saque em espécie é para o beneficiário que recebeu o crédito do Auxílio Emergencial na Poupança Social Digital. O valor pode ser retirado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui. 

Para realizar o saque, é preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem, fazer o login, selecionar a opção “saque sem cartão” e informar o valor a ser retirado. O app vai gerar um código autorizador para saque, com validade de duas horas, que deve ser utilizado nos caixas eletrônicos, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Para acessar a funcionalidade do saque sem cartão, a Caixa liberou uma nova versão do aplicativo CAIXA Tem. A atualização já está disponível para download. Além da funcionalidade “saque sem cartão”, a nova versão do aplicativo também traz ampliação da capacidade de acessos simultâneos, disponibilizando uma previsão de atendimento aos usuários que não conseguirem acesso imediato nos horários de maior utilização.

Saque escalonado 

O saque em dinheiro está escalonado visando evitar aglomerações nas agências e lotéricas. Na segunda-feira, 27, o dia de saque era dos trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Veja o calendário abaixo: 

27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro

28 de abril – nascidos em março e abril

29 de abril – nascidos em maio e junho

30 de abril – nascidos julho e agosto

04 de maio – nascidos em setembro e outubro

05 de maio – nascidos em novembro e dezembro

Outros bancos 

O calendário acima são apenas para os trabalhadores que tiveram a Poupança Digital aberta automaticamente pela Caixa. Quem optou por receber o auxílio emergencial em outro banco ou na conta já existente na Caixa pode fazer o quanto antes.

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Os produtos que ficaram mais caros nos supermercados. E por que

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou nesta segunda-feira (27) uma nota explicando quais produtos subiram mais de preços na pandemia, e por quê. Parte dos reajustes, segundo a associação, foi afetada pela disparada do dólar.

No mês, chama atenção o aumento de preços em hortifruti. Em março, os preços subiram, em média, 2,38%. Os valores foram puxados pelos legumes, que aumentaram 6% em um mês. Tubérculos e ovos também registraram reajustes de mais de 4% no período. Na categoria de industrializados, alimentos prontos registram o maior reajuste: 2%. Em alimentação, o leite é o item que ficou mais caro: subiu 3,31%.

Veja abaixo a oscilação de preços dos principais tipos de produtos vendidos nos supermercados em março:

Inflação APAS em março de 2020APAS/Reprodução

No caso das carnes e arroz, a valorização da moeda americana ante o real impulsiona o aumento das exportações, segundo a associação. Quanto mais o país exporta, mais caros os produtos ficam para consumo interno.

Tanto na categoria leite e derivados como no caso do óleo de soja o preço do dólar impacta no preço dos insumos do setor, como embalagens. Segundo a APAS, o preço do leite na indústria, que chegou a aumentar 30%, já registra decréscimo em abril, entre 11% e 16%, e deve se normalizar nos próximos meses.

Pães, bolos, doces e chocolates também sofrem o impacto do aumento da cotação da moeda, já que o preço de seu principal insumo, o trigo, é cotado em dólares.

Já o alho e a cebola são produto geralmente importados, que ficam mais caros quando o dólar sobe. Artigos de higiene e limpeza contêm matérias primas dolarizadas, asim como a cerveja.

A associação argumenta que, em média, os preços não subiram muito na pandemia. Segundo índice de preços do segmento calculado pela FIPE, no mês os produtos vendidos em supermercados tiveram um aumento médio de 0,76%. Já no acumulado do ano, os preços subiram 1,40%, número menor do que o registrado em 2019, quando ficou em 3,30%. Colabora para o cenário agora a inflação baixa, causada pelo desaquecimento econômico do país.

Os preços cobrados pelos supermercadps passaram a ser monitorados pela Secretaria de Defesa do Consumidor após denúncias sobre preços abusivos. A APAS garante que, desde o início da pandemia, orienta seus associados a não aumentar a margem de lucro praticada antes da crise e apenas repassar os aumentos praticados pela indústria.

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5 coisas que você precisa saber para negociar moeda estrangeira no Brasil

Os contratos futuros de moedas por dólares são operados por investidores do mundo todo com dois objetivos. Um deles – o chamado hedge – tem como intuito proteger negociações (como compra e venda de serviços e produtos, como commodities) que possam ser afetadas por oscilações cambiais nos meses subsequentes ao acordo. Outro grupo de investidores faz especulação sobre o preço de uma determinada moeda em relação a outra com a expectativa de obter ganhos em uma data futura.

No Brasil, esse tipo de contrato vem batendo sucessivos recordes. Só em março deste ano, foram negociados na B3 uma média de 18.500 contratos por dia – um crescimento de 330% em relação à média negociada em 2019. A entrada de dois formadores de mercado (um banco e a Infinox Capital, corretora inglesa que atua como formadora de mercado há mais de 11 anos) vem contribuindo para esse aumento. Isso porque os market makers, como também são conhecidos, têm o papel de manter as ofertas durante a sessão de negociação, tornando o ambiente mais favorável para a compra e venda de ativos. “Os contratos futuros de moedas em dólares são relativamente novos para a B3 e, com a entrada de novos provedores de liquidez, o acesso aos preços pode ser melhorado”, explica Sam Chaney, head comercial da Infinox. A seguir, o executivo e outros especialistas esclarecem algumas dúvidas sobre este mercado.

 1. O que muda com a oferta de pares de moedas contra dólares?

Antes, a B3 disponibilizava apenas pares de moedas contra reais. O investidor que buscava ter a exposição da moeda contra o dólar tinha que operar dois contratos: o da moeda desejada contra reais e o contrato futuro de dólar contra reais para obter a exposição desejada. “Isso gerava riscos de execução e maior custo para os investidores”, explica Marcos Skistymas, superintendente de juros e moedas da B3.

2. Por que esse tipo de produto passou a atrair mais investidores?

Porque, por meio da atuação dos formadores de mercado, os investidores têm a tranquilidade de negociar os contratos de moedas estrangeiras contra dólares com mais liquidez, além da maior facilidade para entrar e sair de suas posições quando necessário a preços justos de mercado. “Ninguém quer entrar em um mercado sem liquidez. Vender abaixo do valor e comprar acima inibe qualquer um a operar. Com a entrada de market makers, esse mercado ganha muito mais solidez”, diz José Francisco de Matias, CEO da Arsenal Securities, empresa focada em oferecer soluções em hedge, trade e investimentos personalizados.

3. Qual a diferença entre contratos futuros e spot (CFDs)?

Os contratos spot fornecidos pelas corretoras internacionais não são negociados em um mercado centralizado. Além disso, os contratos futuros oferecem mais transparência e menos riscos, pois são negociados em um ambiente regulamentado (como é o caso da B3) e, por meio dele, todos os investidores negociam sob as mesmas condições.

4. Como ter acesso ao mercado futuro de moedas?

Qualquer brasileiro pode acessar os contratos futuros de moedas por dólares por meio de uma corretora local regulamentada pela CVM. “Isso significa que eles têm acesso agora ao mercado de maior liquidez do mundo sem ter que levar o seu dinheiro para fora do País. E isso tudo sob o marco regulatório de uma das maiores bolsas do mundo: a B3”, diz Chaney. Ele também explica que, para abrir uma negociação de futuros em moeda, o investidor deve ter um valor mínimo de margem em sua conta. Entre as especificações desse tipo de contrato estão tamanho, variação mínima e meses de vencimento.

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5. Quais as vantagens de negociar contratos futuros de moedas em dólar?

Entre as maiores vantagens desse tipo de produto está a liquidez (esse mercado movimenta uma média de US$ 5 trilhões por dia em todo o mundo). Segundo Chaney, diante da pandemia que o mundo enfrenta e a redução da liquidez de vários mercados, os contratos futuros de moedas em dólares têm sido vistos pelos investidores como uma oportunidade de aumentar a diversificação de portfólio. Matias destaca também a importância de quem faz uma exportação saber quanto irá receber. A preocupação deve ser a mesma do lado de quem compra. “Imagine quem fez uma dívida em dólares há seis meses e não pensou nisso. Hoje, a dívida é 25% maior”, alerta. “Muitas vezes a empresa investe em pessoas, em máquinas, mas deixa de lado a tecnologia de comercialização. Usem esse tipo de contrato e de ferramenta a favor dos negócios.”

Qualquer dúvida sobre o produto acesse: www.infinoxpro.com ou www.b3.com.br

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Como pedir o saque em dinheiro do auxílio de R$ 600

A partir desta segunda-feira (27), os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital da Caixa já têm a possibilidade de sacar a primeira parcela do benefício em dinheiro.

O saque pode ser realizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, de acordo com o mês de nascimento.

Na data prevista, conforme o calendário abaixo, os cidadãos terão uma opção habilitada no aplicativo Caixa Tem para gerar  um código autorizador de saque.

Confira o calendário:

27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro
28 de abril – nascidos em março e abril
29 de abril – nascidos em maio e junho
30 de abril – nascidos julho e agosto
04 de maio – nascidos em setembro e outubro
05 de maio – nascidos em novembro e dezembro

O calendário do saque em espécie foi instituído com o objetivo de evitar aglomerações nos pontos de atendimento, evitando o risco de contágio do novo coronavírus (Covid-19).

Para realizar o saque, é preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem, fazer o login, selecionar a opção “saque sem cartão” e informar o valor a ser retirado.

O app vai gerar um código autorizador para saque, com validade de duas horas, que deve ser utilizado nos caixas eletrônicos, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Veja abaixo o passo a passo de como gerar o código:

Como sacar o auxílio emergencial em espécieCaixa/Reprodução

A Caixa ressalta que continua disponível a opção de utilização dos recursos creditados na Poupança Social Digital pelo aplicativo, para pagamento de boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como para transferências, entre outros serviços.

Nova versão do aplicativo

Para acessar a funcionalidade do saque sem cartão, a Caixa liberou uma nova versão do aplicativo Caixa Tem. A atualização já está disponível para download nas lojas de aplicativos Google Play (para aparelhos com sistema operacional Android) e App Store (para aparelhos com sistema operacional iOs).

Além da funcionalidade “saque sem cartão”, a nova versão do aplicativo também traz ampliação da capacidade de acessos simultâneos, disponibilizando uma previsão de atendimento aos usuários que não conseguirem acesso imediato nos horários de maior utilização.

Vale lembrar que o Caixa Tem está disponível exclusivamente para clientes da Poupança Social Digital. Os beneficiários do Bolsa Família, pessoas que já têm poupança na Caixa e correntistas de outros bancos não precisam baixar o app.

Beneficiários com poupança na Caixa e Bolsa Família

A Caixa esclarece que os beneficiários do Auxílio Emergencial que receberam o crédito em poupança da Caixa podem movimentar o valor digitalmente pelo Internet Banking ou mesmo utilizando o cartão de débito em suas compras.

Os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para receber o auxílio receberão o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular.

Segue o calendário dos próximos pagamentos para este público:

Segunda-feira (27):
• 1.921.061 pessoas – NIS final 7
Terça-feira (28):
• 1.917.991 pessoas – NIS final 8
Quarta-feira (29):
• 1.920.953 pessoas – NIS final 9
Quinta-feira (30):
• 1.918.047 pessoas – NIS final 0

Medidas para atendimento nas agências

Visando manter a segurança de clientes, funcionários e colaboradores, as agências das Caixa estão funcionando apenas com atendimento de serviços essenciais. Para manter o distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas, o fluxo de clientes está sendo controlado no interior das unidades; nas salas de autoatendimento, é permitida a entrada de uma ou duas pessoas por máquina, de acordo com o espaço físico disponível.

O banco também reforçou o protocolo de higienização das unidades priorizando a limpeza das superfícies de contato humano, portas de entrada, maçanetas e vidros do entorno, teclados dos terminais de autoatendimento, balcões de caixa,
torneiras e aparelhos sanitários com periodicidade mínima de seis vezes ao dia.

A Caixa adotou ainda medidas para reduzir as filas e facilitar o atendimento, como a abertura antecipada em duas horas de 1.102 agências pelo país, funcionando das 8h às 14h. Na última semana, houve funcionamento de quase 800 agências no feriado de 21 de abril e no sábado (25). Também estão sendo alocados mais de 2.800 vigilantes adicionais, bem como recepcionistas para reforçar orientação e atendimento ao público.]

Nas unidades lotéricas, os clientes também estão sendo orientados a manter distância mínima de um metro para o próximo da fila, como forma de contribuir para a contenção da pandemia.

Vale ressaltar que a prestação de informações sobre cadastro e pagamento do Auxílio Emergencial está disponível por meio do aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial, do site auxilio.caixa.gov.br e da central telefônica exclusiva 111.

Balanço

Desde 9 de abril, quando teve início o pagamento do Auxílio Emergencial do Governo Federal, a CAIXA já creditou o benefício para 39,1 milhões de pessoas, num total de R$ 27,7 bilhões. Dentre os inscritos pelo app/site, 15,2 milhões já
receberam o auxílio.

Até às 14h desta segunda-feira (27), 48,4 milhões de cidadãos já se cadastraram para recebimento do benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 383 milhões de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 86 milhões de
ligações. O aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial soma 63,8 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, supera 52,7 milhões de downloads.

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Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

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