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Fundo imobiliário com um único imóvel: cilada ou oportunidade?

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SÃO PAULO – Conhecidos no mercado imobiliário por serem mais arrojados devido à alta concentração de risco, os fundos imobiliários monoativos, isto é, que possuem um único imóvel na carteira, são muitas vezes descritos como cilada a investidores. Para aqueles mais experientes e com maior apetite a risco, porém, o investimento pode fazer sentido e gerar bons ganhos.

Essa é a visão de Rodrigo Cardoso, fundador do site Clube FII e convidado do programa “Fundos Imobiliários”, apresentado pelo professor do InfoMoney Arthur Vieira de Moraes.

Entre as principais justificativas, Cardoso destaca a maior especificidade do produto. Em outras palavras, o investidor consegue se expor a um ativo no qual acredita sem ficar refém de uma gestão ativa do gestor. A escolha, contudo, demanda um maior conhecimento e uma análise mais minuciosa por parte do investidor.

Em sua carteira pessoal de fundos imobiliários, o entrevistado conta que possui 25% alocados em ativos com um só imóvel, com o restante destinado a fundos que exigem gestão ativa.

Apesar de gostar dos monoativos, Cardoso alerta que se trata de uma aposta mais arriscada e que deve ser destinada a uma parcela menor do portfólio. Isso porque ela foge da diversificação, fundamental para mitigar risco. “Se você acertar o alvo, vai ter um ganho que não vai conseguir em outro tipo de fundo, mas, se errar, terá perdas extraordinárias”, afirma.

Confira a entrevista completa no vídeo acima.

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Resultado do Banco Inter evidencia desafios das fintechs e Morgan reitera venda para ação

SÃO PAULO – O Banco Inter (BIDI11) divulgou seus dados financeiros referentes ao quarto trimestre de 2019 e ao ano no final da última semana. Logo na sessão após o resultado, do dia 13 de fevereiro, as units do banco digital caíram 3,89% na B3.

O lucro líquido foi de R$ 25 milhões, um aumento de 112% em relação ao trimestre anterior e uma redução de 7% em relação ao ano anterior. O prejuízo operacional, excluindo negociação, foi de R$ 21 milhões, comparado a ganhos de R$ 2 milhões no terceiro trimestre de 2019 e R$ 21 milhões no quarto trimestre do ano anterior.

Conforme aponta em relatório o Morgan Stanley, o número foi muito pior do que a estimativa de R$ 13 milhões. “De fato, as operações bancárias de varejo da empresa não estão mais gerando lucros. O ROE [Retorno sobre o Patrimônio Líquido] foi de apenas 5%, abaixo dos 10% do ano passado”, avaliam em relatório os analistas Jorge Kuri, Jorge Echevarria e Eugenia Sanchez.

Os analistas do banco apontam que, excluindo o aumento ímpar e inesperado das negociações, os resultados operacionais sofreram uma grande queda.

“A companhia, novamente, e como tem sido o caso desde seu IPO, frustrou as expectativas do mercado por uma ampla margem”, destaca o Morgan.

Os analistas do banco americano possuem recomendação underweight – exposição abaixo da média do mercado – para as ações BIDI4, com preço-alvo de R$ 2,80, o que corresponde a um downside de 82,5% em relação ao fechamento de sexta-feira (14).

“A nossa tese de investimento se baseia nos desafios de execução que a empresa pode enfrentar ao tentar expandir os seus negócios”, apontam os analistas do Morgan.

O último trimestre evidenciou as preocupações, avaliam os analistas, uma vez que as receitas financeiras foram muito mais fracas do que o esperado, assim como as provisões para perdas com empréstimos e as despesas, que foram piores do que as estimativas.

As receitas por usuário ativo continuam diminuindo rapidamente (queda de 10% na base trimestral e 49% na base anual) e, assim, o centro das preocupações do Morgan com o banco, assim como com outras fintechs, está no modelo de negócios de oferecer contas correntes gratuitamente para atrair clientes e esperar vender produtos bancários sem possuir experiência ou histórico.

“É improvável que essas empresas gerem monetização significativa de clientes. Enquanto isso, em termos de valuation, os múltiplos da ação preferencial (BIDI4), de 115 vezes a relação entre preço e lucro esperado para 2020 e 5,3 vezes o preço sobre o book value (valor patrimonial) parece excessiva para um banco em que a monetização do cliente é mínima e o ROE é de apenas 5%”.

Por outro lado, um dado destacado como positivo por analistas de mercado foi o fato do Inter ter batido a marca de 4,1 milhões de correntistas no fim de 2019, apresentando uma elevação de 180% em relação a 2018. Quando o assunto são os clientes ativos, o total foi de 2,3 milhões, alta de 169%. Na Plataforma Aberta Inter (PAI), de investimentos, o número de clientes ativos chegou a 425 mil, crescimento anual de 269%.

Conforme destaca o BTG Pactual, que reitera recomendação de compra para os ativos, embora ainda longe de atingir bons níveis de monetização, o quarto trimestre trouxe sinais de um potencial ponto de inflexão no custo de captação de novos clientes e quanto eles usam o produto do banco, aliviando algumas preocupações. Para o BTG, o momentum permanecerá positivo para o Banco Inter, principalmente em adições de contas e engajamento de clientes, mantendo assim a recomendação de compra para os ativos.

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Com foco em estratégia única de ações, fundo da Brasil Capital é destaque da década

SÃO PAULO – Não é tarefa simples se destacar em um ranking dos melhores fundos de ações do Brasil nos últimos três anos, período bastante generoso para a alocação em Bolsa, já que o Ibovespa praticamente dobrou de valor. Conseguir, então, marcar presença no grupo de campeões da década é um grande feito de apenas duas gestoras do país: Brasil Capital e Verde Asset. Ambas foram destacadas no ranking InfoMoney-Ibmec 2020, com seus fundos de ações e multimercado, respectivamente.

O Brasil Capital FIC FIA acumulou ganho de 140,5%, em três anos, e valorização da ordem de 500%, na década. Os resultados superam, e muito, as altas de 97,3% e 68,6% do Ibovespa, nos dois intervalos. Com isso, o fundo conquistou a terceira posição entre os melhores de ações em dez anos, em uma premiação que conta ainda com Atmos e AZ Quest.

Com o mercado acionário brasileiro em trajetória ascendente desde 2016, hoje parece fácil entender a importância de ter uma parte do patrimônio dedicada à Bolsa. Mas essa visão, que está longe de ser a realidade da maior parcela dos brasileiros, parecia um sonho ainda mais distante lá em 2008, quando a história da Brasil Capital começou.

Originalmente focada na gestão de recursos proprietários, a casa contou com o capital da família Ermírio de Moraes para dar a largada do fundo – um dos herdeiros do grupo Votorantim, José Eduardo Ermírio de Moraes, morto em um acidente aéreo em 2013, foi um dos fundadores da Brasil Capital.

Oito anos depois, em 2016, investidores “comuns”, pessoas físicas, começaram a ter acesso à carteira já bem conhecida de clientes institucionais brasileiros e estrangeiros e family offices.

O grande crescimento de cotistas, contudo, é ainda mais recente: aconteceu após as eleições de 2018, principalmente em 2019, conta Ary Zanetta, sócio e gestor da Brasil Capital.

Gestão coletiva

A gestora tem 16 pessoas na equipe, sendo dez sócias, e concentra as atenções em sua única estratégia “long only”. “Não existe uma ‘caixinha’ para cada gestor e, sim, uma cota única”, frisa Zanetta, que foi sócio do Credit Suisse Hedging Griffo antes da ida para a gestora.

Com uma equipe fã do megainvestidor Warren Buffett, um dos maiores defensores da filosofia do value investing, a gestão conta ainda com Andre Ribeiro, ex Fama, e Bruno Baptistella, também ex-Credit.

Leia mais:
Fundos de ações: O que os melhores gestores do Brasil têm em comum?
Kapitalo, Verde e Navi: as estratégias por trás dos melhores fundos multimercado

Para fazer parte da carteira, Zanetta deixa claro que a Brasil Capital analisa o modelo do negócio, assim como as pessoas que tocam a empresa e, é claro, o valuation. “Esses são os pilares para o investimento”, assinala o sócio, que lembra que mais da metade da receita da companhia precisa partir do Brasil para as ações comporem a carteira.

A gestora acompanha cerca de cem empresas brasileiras hoje, com um trabalho de pesquisa que se assemelha a uma investigação. Tanto que, há um ano e meio, foi criado o BC Labs, projeto executado por programadores e com foco em pesquisa, com o objetivo de facilitar o trabalho de análise e a tomada de decisões. “Nosso processo de pesquisa e análise nunca termina”, diz Zanetta.

Em 2017, Christian Klotz, ex-Fama e que estava até então na Jaguar Growth Investimentos, uniu-se à Brasil Capital, tendo como base São Paulo e Nova York. Isso porque seu foco está no atendimento de investidores estrangeiros, que respondem hoje por 10% da base, mas também em pesquisa de tecnologia.

Além do maior ingresso de clientes pessoas físicas no fundo, a Brasil Capital estreou, no ano passado, no segmento de previdência, com um fundo voltado para investidores qualificados e outro sem restrições.

Com um patrimônio de R$ 7 bilhões na gestora, o Brasil Capital FIC FIA está atualmente fechado para captação.

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Relatório gratuito de EXAME analisa opções de investimentos nesta década

São Paulo — A economia brasileira está entrando numa nova fase, com inéditos juros baixos, inflação sob controle, acesso mais fácil à educação financeira e pessoas buscando investimentos de maior risco para obter ganhos. EXAME analisa esse cenário no relatório “Os Estrondosos Anos 20”, que mostra oportunidades para você investir melhor seu dinheiro nesta década.

O estudo discute as perspectivas de valorização de ações. Também analisa alternativas de renda fixa e crédito privado que continuam sendo atraentes e examina as tendências em fundos de investimento. O relatório ainda alerta para fatos que podem ter momentâneo impacto na economia, como as eleições americanas e a epidemia de coronavírus.

Com esse relatório gratuito, EXAME inaugura sua nova área de estudos sobre o mercado financeiro. Essa área conta com um time de experientes especialistas do mercado que vão apontar as melhores opções de investimentos para você em relatórios exclusivos. É uma das muitas novidades que EXAME terá neste ano.

Baixe gratuitamente o relatório “Os Estrondosos Anos 20”

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BC propõe uso de mesmo imóvel como garantia para vários empréstimos

O Banco Central prepara uma proposta de mudança na legislação para permitir que um mesmo imóvel seja dado em garantia em mais de um financiamento, por instituições financeiras diferentes e prazos diversos. A taxa de juros desse empréstimos deve ser, inclusive, mais barata que a do crédito consignado, no qual a garantia é o salário do trabalhador.

Esse tipo de empréstimo é comum em vários países, mas no Brasil o imóvel quitado só pode garantir uma única operação. Ainda assim, essa modalidade de crédito, chamada pelos bancos de “home equity”, é de difícil acesso e o estoque de concessão não passa de R$ 10 bilhões.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o diretor de regulação do Banco Central, Otávio Damaso, antecipa pela primeira vez os planos da instituição para viabilizar a garantia “guarda-chuva”, como está sendo apelidada, com uso do imóvel.

Segundo ele, o avanço dessa modalidade faz parte da agenda do BC que pretende fomentar o crédito imobiliário no atual cenário de juros, que estão em patamares historicamente baixos. Por trás dessa estratégia, está a necessidade de dinamizar a atividade econômica ainda em lenta recuperação.

“O cenário macroeconômico não poderia ser mais propício para isso”, afirma.

Pelos cálculos do BC, a nova modalidade tem potencial de elevar o volume de concessões e reduzir as taxas de juros no mercado de crédito. Em um cenário conservador, o BC estima que um valor bruto de R$ 500 bilhões pode ser injetado no setor no longo prazo.

“É um uso eficiente de garantia que o brasileiro aciona pouco”, diz Damaso. Ele explica que, como a garantia é real, o financiamento é mais barato. “Ele se equipara, em muitos casos, ao financiamento imobiliário”, ressalta o diretor. O crédito imobiliário tem os prazos mais longos e os juros mais baratos do mercado.

Damaso explica que, com a garantia “guarda-chuva”, haverá mais competição entre as instituições pela concessão do financiamento. Hoje, essa garantia é dada somente ao banco que fez o primeiro financiamento. Se o cliente tiver interesse em ampliar o crédito com base na garantia do seu imóvel, o banco que deu o empréstimo tem mais poder para negociar a nova taxa.

Para viabilizar a ampliação do “home equity” no Brasil, o BC terá que fazer uma mudança na alienação fiduciária com garantia. Hoje, a legislação da alienação fiduciária não permite a garantia em mais de uma operação.

Desafio

Para Damaso, o desafio para o BC é fazer com que essa garantia possa servir para várias instituições financeiras. É como se o imóvel fosse fatiado em várias operações. Em vez de uma única dívida, serão várias delas, atreladas à mesma garantia.

Esse tipo de crédito é muito popular em outros países, onde existe a figura da segunda, da terceira hipoteca. Nesses casos, o proprietário não transfere a propriedade do imóvel para quem concedeu o crédito e pode pegar vários empréstimos com a mesma garantia. No caso brasileiro de alienação fiduciária, a figura jurídica é um pouco diferente da hipoteca. A dificuldade é permitir que essa propriedade transferida seja compartilhada com mais instituições financeiras e com segurança, para os casos e inadimplência.

“Estamos construindo o arcabouço jurídico para que se possa fazer essa primeira, segunda e terceira alienação com instituições diferentes”, diz.

No fim do ano passado, o BC já fez ajustes na legislação do “home equity” para facilitar a avaliação dos imóveis dados como garantia, sem a necessidade de vistoria de um perito.

O diretor explicou que hoje as instituições que oferecem crédito entre elas as fintechs (startups do sistema financeiro que estão em fase de expansão para concorrer com bancos), têm feito acompanhamento efetivo das transações imobiliárias e montam bancos de dados que permitem avaliar com precisão o valor efetivo do imóvel. Incrementar esse tipo de crédito é prioridade para o presidente do BC, Roberto Campos Neto, que repete em todos os seus discursos a importância desse crédito para ativar a retomada da economia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Carteira gráfica da XP dispara 4,5% na semana e troca duas ações; confira

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou nesta segunda-feira (17) a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 14 a 21 de fevereiro, e a opção foi por trocar dois dos papéis do portfolio.

Saíram as ações de Suzano (SUZB3) e Hapvida (HAPV3) e entraram IRB Brasil (IRBR3) e B3 (B3SA3).

De acordo com Gilberto Coelho, o Giba, analista responsável pela carteira, a ação do IRB entrou no lugar da Suzano porque esta formou um candle de reversão. Já IRB graficamente parece ter formado um fundo com o atingimento do suporte nos R$ 32,20. Tanto Índice de Força Relativa (IFR), quando o candle e o padrão de volume sugerem um repique de alta.

Já B3 entrou no lugar de Hapvida por esta última ter apresentado um engolfo de baixa. A B3 está em tendência de alta projetando ganhos até os níveis de R$ 50,85 ou R$ 55,70. Os suportes para colocar stop loss são R$ 47,40 e R$ 42,50.

O analista desde o fim de dezembro passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana, a carteira Top Picks subiu 4,5%, ante uma alta de 0,54% do Ibovespa. Em 2020, o portfolio tem alta de 6,36% contra queda de 1,92% do benchmark.

As ações da São Martinho foram as principais responsáveis pelos ganhos semanais, subindo 11,24%. Suzano, por sua vez, valorizou 5,77%, Cogna teve alta de 3,72%, Hapvida avançou 1,49% e Itaú teve leve desempenho positivo de 0,3%.

Confira, abaixo, as recomendações para esta semana. Para investir nelas, clique aqui e abra uma conta gratuita na XP.

Empresa Ticker Peso
Itaú Unibanco ITUB4 20%
São Martinho SMTO3 20%
IRB IRBR3 20%
B3 B3SA3 20%
Cogna COGN3 20%

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Revolução financeira: como as criptomoedas impactaram a economia?

Uma nova história se iniciou com a criação do bitcoin em 2009, surgindo assim um novo tipo de economia: criptomoedas, que chegaram trazendo tecnologia inovadora e revolucionária. Essas criptos tem como objetivo substituir o dinheiro tradicional, agilizar as transações em geral e inovar no modo com que o sistema financeiro trabalha de maneira complexa e com altas taxas.

Um dos maiores motivos que tornam os criptoativos revolucionários é que são descentralizados, ou seja, funcionam de maneira independente, sem intermédio de instituições e com o horário de funcionamento em tempo integral, 24 horas por dia 7 dias por semana, além de não ter barreiras entre pessoa física ou jurídica, nem entre países ou algo do tipo.

O que são criptomoedas?

Criptomoedas são um meio de troca que se utilizam da tecnologia blockchain e da criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda, esse processo é chamado de mineração.  

Em outras palavras, nada mais são do que unidades monetárias virtuais (moedas digitais) que têm sido utilizadas em mercados específicos como troca de bens e serviços,  principalmente em ambientes virtuais.

Com a aceitação do mercado aumentando, elas estão saindo apenas do âmbito virtual para um mundo onde o dinheiro fiduciário domina, por exemplo, estabelecimentos como lojas físicas e compras de passagem para viagens.

Quais as vantagens de utilizar as criptomoedas?
  • Transferências bancárias rápidas e econômicas;
  • Remessas mais fáceis e frequentes;
  • Finanças mais seguras para usuários de baixa renda;
  • Maior poder e potencial para aplicativos de e-commerce;
  • Estabilidade em tempos incertos;
  • Dando poder de volta para as pessoas.

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Confira as novas contribuições de MEIs, autônomos e donas de casa ao INSS

Rio – A partir do salário de março (com pagamento em abril), mudarão as alíquotas de contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos. Por conta da reforma da Previdência, haverá percentuais diferentes para faixas salariais distintas. No entanto, quem não tiver um vínculo empregatício formal continuará podendo, como antes, se encaixar nas alíquotas de 5%, 11% e 20%.

A quantia paga mudará apenas por conta do novo salário mínimo, fixado em R$ 1.045. Mas, neste caso, o novo valor já será recolhido em março (referente ao rendimento de fevereiro). O EXTRA mostra, a seguir, como ficarão as parcelas.

Donas de casa, desempregados, estudantes bolsistas e outros perfis que contribuem com 5%, por exemplo, passarão a desembolsar R$ 52,25. O mesmo acontece com a contribuição mensal dos microempreendedores individuais, que é paga por meio da DAS.

Ainda há para os MEIs, no entanto, acréscimo de Imposto sobre Serviço (ISS), de R$ 5, e/ou de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de R$ 1, dependendo das atividades desempenhadas por eles. As guias poderão chegar a custar, portanto, R$ 58,25.

O contribuinte que escolhe a alíquota de 11%, para garantir um salário mínimo como benefício previdenciário, passará a pagar R$ 114,95. Já os que optam por calcular 20% sobre o salário pretendido no momento da aposentadoria ou do pagamento de benefícios de risco, deverá arcar com valor entre R$ 209 (para o mínimo) e R$ 1.220,20 (para o teto).

Aqueles com registro formal

Os empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos serão divididos desta forma: os que receberam salário até R$ 1.045 pagarão alíquota de 7,5%; para remunerados em R$ 1.045,01 a R$ 2.089,60, a alíquota será de 9%; os que ganham entre R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 pagarão 12%; e os contribuintes com salários entre R$ 3.134,41 e R$ 6.101,06 arcarão com 14%.

Veja como contribuir por conta própria

1. Descubra seu perfil

Quem quer contribuir, sem um vínculo empregatício formal, precisa entender em que categoria pode se encaixar: contribuinte individual ou segurado facultativo.

Contribuinte individual: Aquele que trabalha por conta própria (de forma autônoma) ou que presta serviços de natureza eventual a empresas, sem vínculo empregatício. Pode ser, por exemplo, um sacerdote, um síndico remunerado, um motorista de táxi, um vendedor ambulante, uma diarista, um pintor, um eletricista.

Segurado facultativos: Pessoa com mais de 16 anos, que não tem renda própria, mas decide contribuir para a Previdência Social. Pode ser uma dona de casa, um desempregado, um estudante bolsista, dentre outros perfis.

2. Escolha sua alíquota

– 5% sobre o salário mínimo (Ou seja, R$ 52,25)

Esta possibilidade é reservada a dois perfis principais: facultativo de baixa renda e Microempreendedor Individual (MEI). Garante todos os benefícios (como aposentadoria invalidez, auxílio-doença, auxílio-reclusão e salário-maternidade), exceto aposentadoria por contribuição.

Facultativo de baixa renda: Dona de casa que se dedica exclusivamente a esse trabalho e, portanto, não tem renda própria, sendo necessário também possuir renda familiar de até dois salários mínimos (Bolsa Família não entra para o cálculo) e estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com situação atualizada nos últimos dois anos. A inscrição é feita junto ao Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) do município.

Microempreendedor Individual (MEI): Pessoa que trabalha por conta própria (a lista de atividades que permitem essa classificação está no http://www.portaldoempreendedor.gov.br) e que se legaliza como pequeno empresário. Também são requisitos faturar, no máximo, R$ 81 mil por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter, no máximo, um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

– 11% sobre o salário mínimo

Ou seja, R$ 114,95

Pode aderir o contribuinte individual ou o facultativo que não preste serviço nem tenha relação de emprego com pessoa jurídica (empresa). O segurado, neste caso, só pode contribuir com valor calculado sobre o salário mínimo e, portanto, terá o piso nacional como benefício previdenciário. Neste caso, também são garantidos todos os benefícios, exceto aposentadoria por tempo de contribuição.

– 20% sobre o salário de contribuição

Ou seja, de R$ 209 (baseado no salário mínimo) a R$ 1.220,20 (referente ao teto, de R$ 5.839,45)

O indivíduo deve pagar o valor da alíquota multiplicada pelo salário pretendido no momento da aposentadoria ou do pagamento de benefícios de risco. Os recolhimentos efetuados neste plano servem também para requerer todos os tipos de aposentadoria, além dos outros benefícios.

Comece a pagar

– Quem paga sobre o valor de um salário mínimo também pode realizar pagamentos trimestrais, contribuindo com a taxa mensal multiplicada por três e preenchendo o campo “competência” da guia de recolhimento, obedecendo aos trimestres civis.

– Há códigos de contribuição para enquadrar cada perfil de segurado (individual ou facultativo), de acordo com o plano de contribuição (normal ou simplificado) e a periodicidade de pagamento (mensal ou trimestral). Por isso, é importante checar no site do INSS (www.inss.gov.br) o código correspondente às suas escolhas e preencher a guia de recolhimento corretamente.

– A guia pode ser gerada por meio do site do INSS ou comprando um carnê em papelaria e preenchendo-o manualmente.

– Apenas no caso de Microempreendedor Individual, a guia, chamada de DAS-MEI, é gerada no próprio Portal do Empreendedor.

E se quiser mudar?

– O contribuinte individual e o facultativo que pagam o INSS por meio do plano normal de contribuição (alíquota de 20%) podem, a qualquer momento, optar pelo pagamento no plano simplificado (alíquota de 11%), bastando alterar o código na guia de recolhimento.

– A mesma situação se aplica ao que estiver recolhendo no plano simplificado e quiser voltar para o plano normal.

– Se o contribuinte aderir ao plano simplificado, de alíquota 5% ou 11%, mas posteriormente quiser contar com recolhimentos maiores, deverá ser feita a complementação dos pagamentos para os valores referentes à alíquota de 20%. A agência da Previdência Social aplicará ainda juros moratórios.

Como funcionam alguns benefícios?

– Auxílio-doença

É um benefício por incapacidade devido ao segurado do INSS que comprove, em perícia médica, estar temporariamente incapaz para o trabalho em decorrência de doença ou acidente. Para requerer o direito, é necessário ter 12 contribuições mensais, com algumas exceções para doenças profissionais, acidentes de trabalho e acidentes de qualquer natureza ou causa.

– Pensão por morte urbana

É um benefício destinado aos dependentes (cônjuge, companheiro, filhos e enteados menores de 21 anos ou inválidos) de beneficiário que era aposentado ou trabalhador que exercia sua atividade no perímetro urbano. A duração dos pagamentos será variável conforme o número de contribuições feitas pela vítima e do tempo de união com o dependente ou idade, por exemplo.

– Salário-maternidade urbano

É um benefício devido a uma pessoa que se afaste de sua atividade, por motivo de nascimento de filho, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. A duração do benefício depende do motivo que deu origem: 120 dias no caso de parto; 120 dias no caso de adoção; 120 dias, no caso de natimorto; 14 dias, no caso de aborto espontâneo ou previstos em lei (como estupro ou risco de vida para a mãe), a critério médico.

Para requerer o direito, é necessário ter dez meses de contribuição, no caso do contribuinte individual (que trabalha por conta própria), facultativo e segurado especial (rural). O desempregado precisa comprovar que é segurado do INSS e, conforme o caso, cumprir carência de dez meses trabalhados.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos recuam nesta segunda-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam queda na tarde desta segunda-feira (17), com alívio no cenário externo e após revisão para baixo nas expectativas para o PIB brasileiro e para a inflação em 2020.

Após uma série de dados fracos sobre o comportamento da economia brasileira em dezembro, o mercado reduziu a projeção para o crescimento do PIB de 2,30% para 2,23%, em 2020, mantendo a expectativa de expansão inalterada em 2,50%, para 2021. Os dados constam do relatório Focus, do Banco Central.

Já as projeções para a inflação foram rebaixadas pela sétima vez consecutiva, de 3,25% para 3,22% em 2020, ficando estável em 3,75% para 2021.

Com relação à taxa básica de juros, os economistas seguem projetando que a Selic permaneça estável em 4,25% ao ano, em 2020, e suba para 6%, em 2021, sem alterações em relação às estimativas anteriores.

No cenário externo, com as bolsas fechadas nos Estados Unidos por conta de feriado nacional, as atenções se seguiram voltadas para a China, com novas tentativas do governo chinês de limitar o impacto do coronavírus sobre os mercados, via estímulos bilionários, com redução de juros de linha de crédito, subsídio para assistência médica e incentivos fiscais.

A atualização dos números da epidemia nesta segunda-feira mostra que 70 mil pessoas foram infectadas pelo coronavírus, com 1.700 mortos.

Leia também:
Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros?
Como os fundos de ações que mais renderam em 2018 se saíram em 2019

No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava 2,48% ao ano, ante 2,49% a.a. na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,36 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.818,22.

Os papéis com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,19%, ante 3,21% ao ano anteriormente.

Entre os títulos prefixados, o com vencimento em 2023 pagava 5,25% ao ano, ante 5,29% a.a. na sexta-feira, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado 2026 cedia de 6,19% para 6,16% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Caixa lança ferramenta para saque digital do FGTS

Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou, nesta segunda-feira, que lançou uma ferramenta digital possibilitando o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para todas as modalidades previstas em lei. A novidade possibilita que o saque seja realizado integralmente pelo aplicativo do FGTS.

A atualização do aplicativo gratuito já está disponível para dispositivos Android. A nova versão para IOS será lançada nos próximos dias.

Com a nova ferramenta, o banco espera reduzir a demanda de atendimento nas agências e facilitar o acesso de trabalhadores também às novas modalidades de saque, como o imediato e aniversário. Somente no saque imediato, em que o trabalhador pode retirar R$ 500 ou R$ 998 das contas ativas ou inativas, cerca 37 milhões de trabalhadores ainda não sacaram R$ 15,1 bilhões. O prazo para retirar o dinheiro termina no dia 31 de março.

Ao solicitar o saque do FGTS pelo APP, o trabalhador poderá indicar uma conta da Caixa ou de outra instituição financeira para receber os valores, sem nenhum custo. O trabalhador também poderá consultar os valores de seu FGTS já liberados para saque, fazer upload de documentos e acompanhar as etapas entre a solicitação e a liberação dos valores para o saque.

O APP FGTS permite ainda consultar o saldo e o extrato das contas do FGTS, fazer a opção pela sistemática de saque-aniversário, efetuar o cadastramento do serviço SMS, além de apresentar uma seção com as dúvidas mais frequentes.

– A partir de agora, o trabalhador não necessita ir a um ponto de atendimento físico para sacar seu recurso do FGTS – informou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Saque imediato e aniversário

Até o dia 14 de fevereiro, já foram pagos mais de R$ 27,5 bilhões do saque imediato do FGTS para cerca de 59 milhões de trabalhadores. A Caixa atendeu cerca de 62% dos 96 milhões de trabalhadores contemplados e já liberou aproximadamente 65% dos R$ 42,6 bilhões inicialmente previstos.

Até o dia 14 de fevereiro, mais de 2,3 milhões de trabalhadores optaram pelo saque-aniversário, que permite a retirada de parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, no mês do seu aniversário. O trabalhador que fizer esta opção não poderá retirar o saldo do fundo de garantia após a demissão ou rescisão do contrato de trabalho sem justa causa.

A opção pela sistemática de saque é voluntária e pode ser realizada nos seguintes canais: APP FGTS, fgts.caixa.gov.br, internet banking ou agências.

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