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Sorria, o dólar não para de subir

Quase toda semana falamos que este episódio é especial, e você caro ouvinte e leitor, já não deve creditar mais nisso. Mas nesse caso também é realidade.

Começamos nesta semana algo diferente, mas que vamos fazer sempre: o Macro Pickers.

Depois de 40 episódios você já deve ter entendido que a macroeconomia e seus indicadores são importantes para nossos stock pickers. Se eles estão sempre falando de PIB, Selic, curva de juros, é por que isso isso pesa, e muito, nas teses de investimentos em ações.

Por isso, pela primeira vez na história tivemos um episódio 100% macro, que na verdade inaugura nossa nova séria Macro Pickers, que deve ser mensal. Trouxemos dois “dinossauros” desse mercado: Mário Torós, que teve uma longa carreira no Santander, foi diretor do Banco Central e hoje é gestor na Ibiúna.

Completando a mesa, Júlio Fernandes, que tem 25 anos de mercado 13 no lendário BBM (spoiler alert) e gestor do XP Macro, desde 2016.

Eles deram uma verdadeira aula sobre os novos patamares do câmbio e sobre dois fatos que o Brasil está começando se acostumar: o dólar em alta, agora, não é uma má notícia; e o dólar em alta não quer mais dizer que a Bolsa vai cair.

É claro que, numa mesa cheia de macros, a Selic não deixaria de ser assunto. Os dois explicaram porque a taxa tende a permanecer baixa por mais tempo e por que é possível ainda ganhar dinheiro com ela.

E já que eles são macros, mas a casa é de stock pickers, não escaparam de dar também suas opiniões sobre a o que vai acontecer com a Bolsa: para Júlio, ainda dá para ganhar dinheiro, mas Torós não está tão otimista. É só ouvir para entender.

Apresentado por Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, e Renato Santiago, do InfoMoney, o Stock Pickers vai ao ar toda quinta-feira. Você pode seguir e escutar pelo Spotify, Spreaker, Deezer, iTunes e Google Podcasts.

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Comprovantes para Imposto de Renda devem ser enviados até sexta

As empresas e as instituições financeiras têm até sexta-feira (28) para enviar aos contribuintes os comprovantes de rendimentos referentes ao ano passado. Os informes são usados para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física 2020, cujo prazo de entrega começa na segunda-feira (2).

Os dados não precisam ser enviados pelos Correios. Os comprovantes podem ser mandados por e-mail, serem baixados na internet ou divulgados em aplicativos para dispositivos móveis. Os documentos de rendimento servem para a Receita Federal cruzar informações e verificar se o contribuinte preencheu dados errados ou sonegou imposto.

Os documentos fornecidos pelos empregadores devem conter os valores recebidos pelos contribuintes no ano anterior, assim como detalhar os valores descontados para a Previdência Social e o Imposto de Renda recolhido na fonte. Contribuições para a Previdência Complementar da empresa e aportes para o plano de saúde coletivo devem ser informados, caso existam.

Comprovantes do Imposto de Renda na internet

Os aposentados e os pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem pegar os comprovantes na internet. O documento está disponível na página Meu INSS ou no aplicativo de mesmo nome disponível para os sistemas Android e iOS. O segurado deve digitar a mesma senha para consultar os demais extratos. Caso não tenha senha, basta seguir os passos informados pelo site.

Planos de saúde individuais e fundos de pensão também são obrigados a fornecer os comprovantes, cujos dados serão usados para o contribuinte deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda. Os bancos e corretoras devem informar os valores de todas as contas correntes e de todos os investimentos. Caso o contribuinte tenha conta em mais de uma instituição, deve obter os comprovantes de todas elas.

Atraso e erros

Caso o contribuinte não receba os informes no prazo, deve procurar o setor de recursos humanos da empresa ou o gerente da instituição financeira. Se o atraso persistir, a Receita Federal pode ser acionada. Em caso de erros ou de divergência de dados, é necessário pedir um novo documento corrigido.

Se não receber os dados certos antes de 30 de abril, dia final de entrega da declaração, o contribuinte não deve perder o prazo e ser multado. É possível enviar uma versão preliminar da declaração e depois fazer uma declaração retificadora.

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Aumenta o endividamento de famílias de classe baixa no país

São Paulo – A maioria das famílias das classes C, D e E está endividada, e as dívidas têm aumentado. De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Plano CDE a pedido do Banco PAN, 16% das famílias com renda até 4.999 reais não tinham pendências financeiras há um ano mas passaram a ter, enquanto 19% tinham débitos e eles aumentaram no mesmo período. Por outro lado, 34% dos entrevistados conseguiram reduzir seus passivos, mas não zerá-los.

Cortar gastos supérfluos tem sido o jeito encontrado pelas famílias para driblar a falta de dinheiro no fim do mês. Despesas com alimentação fora de casa, lazer, compras de roupas e sapatos e até serviços de beleza estão na lista de itens excluídos.

“As famílias de baixa renda têm como meta comprar casa própria, quitar dívida e se formar na faculdade. Já aquelas com renda acima de 4.999 reais têm, entre seus objetivos, conquistar uma aposentadoria tranquila”, explica Pedro Poli Romero, superintendente de Banco Digital no PAN. Essa discrepância de propósitos mostra que as classes mais baixas têm dificuldade para fazer planejamento financeiro de longo prazo, o que não surpreende, afinal, estão lutando para resolver o curto prazo.

Até porque o desemprego é mais acentuado entre os mais pobres. De acordo com a pesquisa, enquanto 16% das classes C, D e E buscam emprego, apenas 5% das classes mais altas o fazem. Uma das explicações é a menor escolaridade em relação aos mais ricos. Enquanto apenas 30% daqueles com renda familiar até 4.999 reais se formaram na faculdade, o percentual sobe para 62% no caso das pessoas com renda acima desse valor.

Esse quadro tem reflexos até nos hábitos de consumo pela internet. De acordo com levantamento, 35% dos mais pobres não confiam ou não acham seguro fazer compras pela rede de computadores. Já 29% não possuem cartão de crédito, o que dificulta realizar esse tipo de transação.

No mundo físico, a situação não é tão mais fácil. Segundo 85% dos entrevistados das classes inferiores, eles já foram barrados pela porta giratória das agências e 25% foram vigiados de perto pelos seguranças dos bancos.

Isso ajuda a explicar a visão negativa dessas instituições. Para 49% dos entrevistados de baixa renda, os bancos abusam de seus clientes; já 29% deles acham que os bancos só concedem crédito para quem não precisa de dinheiro.

De fato, a oferta de crédito é mais limitada para o grupo de menor renda. Apenas 35% das classes C, D e E têm crédito pré-aprovado – principalmente de 1.000 a 8.000 reais – contra 54% das famílias com renda de mais de 4.999 reais que, em geral, têm mais de 8.000 reais disponíveis. E o crédito tomado é normalmente mais relacionado a emergências do que a gastos planejados – especialmente na menor renda.

 

 

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Bolsa não está barata, mas juro baixo dá tranquilidade para investir, defendem gestores

SÃO PAULO – Com valorização desde 2016 e um avanço de 32% do Ibovespa apenas em 2019, investidores se questionam cada vez mais se as ações negociadas na Bolsa já estão caras. Na avaliação de gestores, ainda que o principal índice da B3 negocie a múltiplos acima dos níveis históricos, o cenário atual de juros baixos e inflação sob controle justificam o investimento e ainda dão margem para ganhos adicionais.

“Apesar de os preços estarem em outro patamar, o juro baixo nos dá tranquilidade para seguir investindo em renda variável”, afirmou Ary Zanetta, gestor da Brasil Capital, durante o painel de premiação dos melhores fundos da década do Ranking InfoMoney-Ibmec 2020, em São Paulo.

Luiz Parreiras, gestor da estratégia multimercado e previdência da Verde Asset, contou que a gestora chegou a reduzir a posição em ações no começo do ano por conta de preço, mas que voltou a comprar agora em fevereiro. Após recuar 1,6% em janeiro, o Ibovespa operava até o dia 19 de fevereiro com alta de 0,8%.

“Vimos no final do ano passado um excesso de euforia; cases que funcionaram muito bem para a gente em 2018 e 2019 estavam chegando a preços onde não necessariamente eu precisava vender, mas que também não queria incrementar o capital”, assinalou Parreiras.

Em sua última carta a cotistas, de janeiro, a Verde apontou que o principal fundo da casa mantinha pouco mais de 20% do portfólio alocado em ações no Brasil.

Na última década, o fundo CSHG Verde FIC FIM teve ganhos de 274,2% – o melhor desempenho entre multimercados no período. A gestora também foi premiada pelo retorno de 32,3% do fundo Verde AM Scena Advisory FIC FIM em 36 meses.

Leia também:
Fundo Verde: a história do melhor multimercado da década
Para gestores dos melhores fundos de ações do país, PIB mostrará se preços da Bolsa estão exagerados

Segundo Zanetta, da Brasil Capital, que também foi premiado pelo desempenho do fundo Brasil Capital FIC FIA nos últimos três anos, os preços das ações negociadas em Bolsa estão hoje “mais convidativos” quando comparados a 2016.

A avaliação foi compartilhada por Alexandre Silverio, CIO da AZ Quest, que disse nunca ter vivido, em seus 25 anos de carreira, um momento em que a relação entre o múltiplo preço/lucro das companhias e a taxa de juros brasileira estivesse tão favorável.

“Esse juro baixo é transformacional para os negócios no Brasil, não só pra quem está investindo em ativos de risco, buscando fundos de ações e fundos imobiliários, mas para o empreendedor, que está tomando a decisão na economia real”, disse.

Ele destacou que empresas expostas à economia doméstica, como as de consumo, varejo e saúde, estão operando em níveis mais altos de preços, porém argumentou que o movimento de alta faz sentido, dadas as perspectivas de crescimento do lucro no longo prazo.

Silverio afirmou que as companhias, em especial as ligadas à atividade local, estão vivendo um ambiente de expansão de margens operacionais e geração de caixa, com uma rolagem de dívida a taxas de juros muito mais baixas, o que contribui para a redução das despesas financeiras. “Essa dupla alavancagem (operacional e financeira) vai fazer com que o lucro das companhias siga crescendo muito acima do PIB”, disse.

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Banco pode se recusar a reembolsar golpe no cartão durante Carnaval

São Paulo – O coordenador de produtos financeiros Haron Alcântara Pinheiro, 35 anos, não pensou que uma compra feita com cartão em um ambulante, durante um domingo na Avenida Paulista, pudesse dar tanta dor de cabeça. Ele não percebeu que seu cartão foi trocado após a compra.

Fraude comum entre as quadrilhas nos últimos anos, ao fazer o pagamento e receber o seu cartão de volta, o fraudador faz a troca do cartão do portador por um outro parecido e pode usá-lo, já que teve acesso à senha quando o número foi digitado na maquininha.

Para piorar, a bateria do celular de Haron logo acabou. Quando chegou em casa, uma hora e meia depois, verificou que tinha recebido mensagens de compras negadas pelo banco. Foi aí que percebeu que havia alguma coisa errada e ligou para o Itaú realizar o bloqueio.

Até aquele momento, Haron pensava que o prejuízo tinha sido um saque de 500 reais feito no caixa eletrônico, já que com a conta bloqueada, ele não podia mais acessá-la. Fez então um boletim de ocorrência e foi até uma agência do banco pedir o ressarcimento dos 500 reais. A operação foi feita.

Contudo, quando sua conta foi desbloqueada, ele se deparou com dois gastos, feitos em um curto espaço de tempo, nos valores de 4,8 mil reais e 5,2 mil reais. “Fiquei três dias sem acesso à minha conta e o banco não me informou sobre essas transações, que saem muito do meu perfil. Só uso o cartão para pagar quantias pequenas”.

Quando Haron procurou o banco, ouviu como resposta que o valor de 10 mil reais, aproximadamente, não é reembolsável. Procurado, o Itaú Unibanco informa que o caso foi apurado internamente e que está em contato com o cliente para a sua resolução.

Cliente é protegido, mas negligência pode atrapalhar indenização

Segundo o Procon-SP, conforme o Código de Defesa do Consumidor, o banco é obrigado a indenizar o cliente em caso de fraudes. Contudo, é necessário analisar caso a caso. Caso o banco comprove que o cliente foi negligente, pode se recusar a ressarcir o dinheiro.

Pode ser o caso, por exemplo, de compras feitas sem a devida observação do valor inserido na maquininha. Com a chancela do consumidor, é mais difícil ressarcir o valor nesses casos. Contudo, o banco ainda pode ser responsabilizado porque faz parte do serviço de segurança da instituição financeira reconhecer e bloquear transações que saiam do perfil de compra do cliente. Portanto, nesses casos, vale a pena o consumidor buscar ajuda do Procon, reclamar ao Banco Central. Caso nada surta efeito, a recomendação é procurar um juizado de pequenas causas.

Questionados pela reportagem, os grandes bancos não respondem em quais situações podem se recusar a ressarcir o cliente.

O Santander apenas responde, em nota, que indica ao cliente verificar o valor da compra antes de digitar a senha e confirmar o pagamento e também olhar com atenção o cartão devolvido pelo comerciante. Em caso de perda ou roubo do cartão, a comunicação à Central de Atendimento deve ser imediata. O cliente também pode cancelar o cartão por meio do app Way.

Já a Caixa informa que quando o cliente contesta uma ou mais transações, avalia cada caso. Comprovada a fraude, efetua o ressarcimento dos valores. O banco informa que sua área de segurança realiza o monitoramento e mapeamento da atuação de quadrilhas especializadas, em colaboração com os órgãos de Segurança Pública competentes.

O Itaú informa que irá realizar operações de conscientização durante o carnaval como forma de reforçar a prevenção a golpes comuns durante a festa. Para ajudar o público a se proteger contra golpes direcionados a cartões que possuem a funcionalidade de pagamentos por aproximação, o banco mapeou alguns usuários nas redes sociais para distribuir um porta-cartões com tecnologia que bloqueia a função e impede a ação de criminosos.

Tome cuidado nas ruas

Com a aglomeração de pessoas em blocos, o folião deve redobrar a atenção para evitar golpes. Além de prestar atenção no cartão devolvido pelo comerciante, se o cartão cair por algum motivo e alguém se apressar em recolhê-lo, confirme se o plástico devolvido é o seu.

A Visa indica que, se necessário, o folião use um celular, relógios ou pulseiras para realizar as transações. Atualmente, quase todas as maquininhas já aceitam esse tipo de transação por aproximação. Dessa forma, é possível deixar o cartão protegido em casa e o meio de pagamento não sai da mão, evitando que vendedores troquem o cartão em um momento de distração

A transação é segura porque só é liberada com a autenticação do portador do cartão cadastrado. Você pode usar a biometria disponível no aparelho (digital ou autenticação facial, por íris), ou até mesmo digitar uma senha numérica cadastrada no celular para aprovar a transação.

A bandeira de cartões recomenda ainda mais um fator de proteção, como cadastrar a confirmação da compra para ser avisado por e-mail ou sms, no momento em que ela é feita. Assim é possível controlar gastos e ser avisado em caso de uma compra indevida.

Para prevenir roubos e furtos de cartões, o consumidor deve utilizar ainda bolsas que fiquem mais à frente e próximas ao corpo, como doleiras e pochetes. Também é recomendado não deixar senhas expostas, tanto em anotações na carteira, em bolsas ou em bloco de notas no celular.

É desnecessário também levar toda a carteira à festa. Nesse momento, levar um cartão, no máximo dois para uma contingência, além de um documento com foto é uma boa forma de se prevenir.

O que fazer em caso de problemas

No caso de perda ou roubo é indicado que o cliente comunique o mais rápido possível ao banco, para que não tenha prejuízos, como saques da conta ou o uso do limite do cartão de crédito, e também faça um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima o quanto antes.

Para evitar problemas, é indicado fazer uma lista de telefones úteis para esses casos. Na Caixa, por exemplo, para bloquear o cartão Múltiplo, além de ligar para a central de atendimento de cartões também é necessário ligar para outro número para bloquear o cartão de débito.

No caso do cartão cadastrado no celular, é necessário que o portador entre primeiro em contato com a operadora de celular para cancelar a linha e também faça a comunicação para os emissores dos cartões que ele tem cadastrado naquele aparelho, para que os bancos possam tomar as medidas necessárias e realizar o bloqueio de tokens e credenciais.

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Mitos e verdades sobre o bitcoin

Não dá para negar que o bitcoin está cada vez mais tomando espaço no mercado financeiro, ele pode ser um ativo relativamente novo, mas pelo “pouco” tempo que ele existe já inovou e mudou a vida de muitas pessoas. Entretanto, tudo que é novo causa receio e não é diferente com o bitcoin, que de tempos em tempos gera algum tipo de burburinho. E para tirar suas dúvidas vamos esclarecer aqui 9 mitos e verdades sobre o bitcoin.   

1 – Bitcoin é legal?

Verdade – Não existe qualquer proibição a respeito de negociação de criptomoedas. É permitido, comprar, vender ou acumular criptomoedas, entre tantas transações possíveis, tratam-se de atividades legais. Inclusive não está isento de tributação, pois, embora esse tipo de moeda não tenha uma regularização específica no Brasil, é preciso declarar no imposto de renda de acordo com a Receita Federal.

2 – Governos podem destruir o bitcoin?

Mito – O bitcoin é uma moeda descentralizada, independente de bancos centrais, governos ou de instituições financeiras, ou seja, nenhum país ou organização tem poder para fazer o criptoativo parar de funcionar.

3 – Bitcoin é seguro?

Verdade – O bitcoin funciona com base na tecnologia blockchain, que é uma cadeia de informações/blocos onde as transações são criptografadas, como se fosse um grande “livro contábil” que são registrados os valores que são enviados e recebidos. Além da criptografia que garante a segurança das transações e dados, a blockchain ainda é pública, o que significa que todas as pessoas podem ter acessos as transações e auditá-las, reduzindo o risco de fraudes ou falha humana.  

4 – Bitcoin é uma moeda criminosa?

Mito – Como qualquer bem de valor, por exemplo o dinheiro fiduciário (dólar, euro, real) ou ouro, o bitcoin é visado por criminosos, principalmente por ser de fácil uso, mas como a blockchain registra todas as transações, é possível rastreá-las.

5 – Posso ganhar dinheiro com bitcoin? 

Verdade – Se você for atrás de conhecimento e saber analisar o momento do mercado, aprender fazer a leitura de gráficos, é possível ganhar dinheiro com bitcoin sim, na compra e venda do criptoativo ou através da valorização do mesmo, por ser um criptoativo volátil. Mas para isso você tem que se dedicar, como tudo na vida e entender esse vasto mundo da criptoeconomia. No mercado existem falsas promessas, esquemas de pirâmides prometendo ganhos exorbitantes e sem risco. Fique atento!

6 – É fácil ter bitcoin?

Verdade – Você pode obter bitcoin a partir de pequenas frações, não é necessário comprar o ativo inteiro. Na foxbit você pode começar a negociar a partir de R$ 20,00 de maneira fácil e intuitiva.

7 – O Bitcoin é um esquema de pirâmide?

Mito – Um esquema de pirâmide consiste em capturar novos membros para entrar no negócio e o dinheiro se acumular para sustentar os ganhos dos mais antigos. O bitcoin por sua vez, trata-se de um criptoativo com quantidade finita e valor volátil que pode ser negociada de qualquer lugar do mundo. Apesar de usarem o bitcoin em pirâmides para atrair visualização, ele em si não é uma.   

Para investir com segurança em criptomoedas, é importante estudar sobre o mercado, avaliar riscos e procurar por uma plataforma segura, que ajude a tirar dúvidas sobre o assunto.

8 – Bitcoin é anônimo?

Mito – As transações na rede blockchain podem ser visualizadas e pesquisadas na internet, cada transação na blockchain é feita com um pseudônimo denominado chave pública, essa chave é o endereço da carteira bitcoin do usuário, que fica no livro de registros da rede blockchain. Exemplo, de: 17SkEw2md5avVNyYgj6RiXuQKNwkXaxFyQ para: 13TETb2WMr58mexBaNq1jmXV1J7Abk2tE2.

9 – O bitcoin é realmente escasso?

Verdade – Não é só escasso como tem uma quantidade máxima de bitcoin a ser atingido. O que torna o bitcoin um ativo diferente dos outros, utilizado como reserva de valor ou de moedas fiduciárias (dólar,euro,real) que podem ser impressos a vontade pelo governo, causando inflação, é que possui uma quantidade prevista de emissão de 21 milhões de bitcoins.

Agora que você já está mais por dentro dos mitos e verdades do bitcoin, aproveite para começar a negociar em nossa plataforma e para mais conteúdos educativos como esse, acesse nosso blog e nos siga em nossas redes sociais

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Quatro ex-deputados federais acertam bolão e dividem a quinta da Mega-Sena

Brasília — Quatro ex-deputados federais e um ex-prefeito acertaram cinco números do concurso 2.235 da Mega-Sena, na quarta-feira, e ganharam R$ 312 mil. Eles vão dividir o prêmio entre os oito apostadores do bolão e, tirando os impostos, cada um ficará com R$ 28 mil. Ninguém acertou os seis números do sorteio e o prêmio de R$ 170 milhões acumulou.

As dezenas sorteadas na última quarta-feira foram 14, 18, 30, 35, 55 e 57. No bolão, os ex-parlamentares marcaram o número 52 e a dezena sorteada foi 55. Os sortudos farão nova aposta para o sorteio de sábado, que poderá pagar R$ 190 milhões ao vencedor.

Em setembro do ano passado, um bolão de funcionários da liderança do PT na Câmara dos Deputados ganhou R$ 120 milhões do concurso 2.189 da Mega-Sena. Cada um recebeu R$ 2,4 milhões. Segundo a Caixa, a aposta ganhadora – que não tem o número 13 por partido – era um bolão com 49 cotas. As dezenas sorteadas foram: 04 – 11 -16 – 22 – 29 – 33.

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Depois da Caixa, bancos privados preparam crédito imobiliário prefixado

Os bancos Bradesco e Santander estudam lançar linhas de crédito imobiliário com juros prefixados, na esteira do anúncio feito nesta quinta-feira, 20, pela Caixa Econômica Federal, apurou o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. Diferentemente da modalidade com lastro no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no prefixado os concorrentes privados já mostram apetite: entendem que há mais segurança para emprestar sem o risco da inflação.

A Caixa anunciou o crédito imobiliário prefixado com taxas entre 8% e 9,5% ao ano para clientes do banco, como antecipou na semana passada o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. A meta da instituição é liberar R$ 10 bilhões no primeiro ano da medida.

“Para a pessoa física, o crédito imobiliário com lastro no IPCA gera risco. Já na modalidade com juros prefixados gera segurança. Faz mais sentido”, diz o diretor de um grande banco, na condição de anonimato.

Na prática, o crédito imobiliário sem correção não é uma novidade. Há menos de dez anos, os bancos lançaram a alternativa amparados na queda dos juros básicos no País. No entanto, como o movimento não foi consistente e as taxas voltaram a subir, essas instituições se viram obrigadas a acabar com as linhas, sob o risco de descasamento do funding (quanto os bancos pagam para captar) com financiamentos de longo prazo, que chegam a 30 anos como é o caso do imobiliário.

“A aceitação do crédito prefixado não é muito grande. É a modalidade mais cara, mas é a mais segura de todas. Não tem risco”, diz outro executivo de banco.

O maior interesse dos bancos privados pelo financiamento prefixado sinaliza que a Caixa deve ter concorrentes rapidamente. O cenário difere do crédito imobiliário com lastro no índice de inflação, o IPCA. Por ora, o único que se arriscou entre os grandes concorrentes foi o Banco do Brasil, que lançou em dezembro a modalidade. “Há sinais de que a inflação será mais alta no ano que vem, com ritmo de crescimento do País mais acelerado. Aí tem o risco de bater na inadimplência”, diz a fonte.

Os bancos privados chegaram a estudar o crédito com IPCA, mas até agora não se inclinaram a investir no produto. A leitura é de que há mais risco para o mutuário e, portanto, a modalidade deve se restringir ao público de alta renda, que teria recursos em um eventual repique da inflação.

Quanto ao lançamento da modalidade com juro prefixado, o BB diz que constantemente estuda oportunidades em linha com a concorrência, buscando atender às necessidades dos clientes.

O Itaú Unibanco informou que “está sempre atento aos movimentos do mercado e estuda todas as possibilidades para oferecer produtos e serviços que beneficiem os clientes”. Com relação às modalidades de IPCA e sem correção, o banco diz que não tem planos de operar no curto prazo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos sobem na tarde desta quinta-feira

Dinheiro na mão

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam alta na tarde desta quinta-feira (20), em meio a um ambiente externo mais conturbado.

Na China, a apreensão com o coronavírus estimulou o banco central a reduzir a taxa de juros do país em 10 pontos-base, de 4,15% para 4,05% ao ano.

A notícia, que impulsionou o desempenho de algumas bolsas asiáticas, como a de Xangai, foi rapidamente ofuscada pela atualização da Comissão Nacional de Saúde chinesa, que informou a morte de mais 114 pessoas. Agora, o número de óbitos chega a 2.118 na China continental, enquanto o número de pacientes contaminados está em 74.576.

O sentimento dos mercados de aversão a risco ficou ainda maior com a confirmação da morte de dois passageiros contaminados no cruzeiro Diamond Princess, no Japão, e da primeira morte pelo vírus notificada na Coreia do Sul.

No Brasil, investidores seguem de olho no cenário externo e monitoram a divulgação de indicadores domésticos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,22% em fevereiro na comparação mensal, em linha com a estimativa mediana em pesquisa Bloomberg. O resultado foi o menor para o mês desde o início do Plano Real, em 1994.

Já o índice de confiança do consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou queda de 2,6 pontos em fevereiro, para 87,8 pontos – o menor valor desde maio de 2019.

Em um momento de piora da confiança do consumidor, com um ritmo aquém do esperado da economia, o Banco Central anunciou a redução da alíquota do recolhimento do compulsório sobre depósitos a prazo de 31% para 25%, o que deve acarretar em uma liberação de R$ 49 bilhões a partir de março.

Leia também:
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Como os fundos de ações que mais renderam em 2018 se saíram em 2019

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava 5,26% ao ano, ante 5,23% a.a. na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 34,57 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 864,28.

O papel com juros semestrais e prazo em 2031, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,71%, ante 6,62% a.a. anteriormente, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado 2026 subia de 6,21% para 6,28% ao ano.

Entre os títulos com rendimento atrelado à inflação, a taxa avançava de 2,50% para 2,53% no Tesouro IPCA+2026, enquanto o papel com vencimento em 2035 pagava 3,22%, ante 3,19% a.a. mais cedo.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Menos de 1% dos brasileiros investe no mercado de ações. Como reverter esse cenário?

mercado de ações

O país tem apenas 1,1 milhão de pessoas físicas investindo na Bolsa de Valores, de acordo com a própria B3. Isso equivale a menos de 1% da população.

Nos Estados Unidos, por exemplo, mais da metade dos investidores da Bolsa é composta por pessoas físicas.

Afinal, por que os brasileiros não apostam mais no mercado financeiro?

Segundo Vinicius de Castro Scotta dos Passos, professor de Mercado de Capitais e Derivativos da PUC Minas, o mercado de ações é a forma mais democrática de empreender, pois permite que você seja sócio de grandes empresas.

“Mas isso ainda é uma percepção cultural e muitas pessoas têm receio de investir por falta de conhecimento e assessoria correta”, diz.

Porém, esse cenário pode estar prestes a sofrer uma virada.

Em tempos de Selic baixa, mais investidores se veem tentados a explorar o mercado de ações para conseguir rendimentos maiores.

“Com uma taxa de 14% vista há poucos anos, poucos investidores deixavam a renda fixa para se aventurar no mercado de ações. Mas agora passa a ser desconfortável deixar o dinheiro na poupança quando ele começa a render pouco em taxas de juros menores”, afirma Vinicius.

Por isso, essa pode ser uma boa hora para fazer um pé de meia e pensar em uma renda futura.

Para ajudar a compreender esse mundo das ações, a Clear Corretora é uma opção interessante e estruturada.

Ela é a primeira corretora a operar com taxa zero de corretagem para investir na Bolsa de Valores. Todos os produtos da empresa funcionam sem corretagem.

Segundo Rafael Ribeiro, analista de investimentos da Clear, é essencial desmistificar o mercado de ações para atrair mais adeptos.

“Nós temos uma estrutura com informações preparadas para ajudar desde o investidor inicial até os mais experientes”, diz.

Entre os diferenciais da Clear está o fechamento diário, material em que o investidor recebe um panorama dos acontecimentos do mercado e por meio dele consegue entender o que foi movimentado, quais as melhores estratégias de compra e venda e os próximos passos.

“Ajudamos o investidor traçando cenários para que ele possa tomar a melhor decisão”, diz Rafael.

O home broker, tela onde estão consolidadas todas as informações do investidor, também é um dos diferenciais da Clear.

“Fácil de mexer, extremamente intuitivo, e possibilita fazer todas as operações de forma prática e mais ágil”, afirma o analista.

Além disso, a Clear tem frentes de conteúdo para receber novos investidores como clientes e auxiliar parceiros antigos a consolidar ganhos maiores.

Há salas de análise focadas em ensinar a fazer day trade, com dicas de especialistas com três décadas de experiência no mercado, como montar tela, fazer análise de risco e importância da tomada de decisão rápida.

Também há um canal no Youtube com vídeos explicativos e fechamento diário. O blog da Clear é outro diferencial e traz conteúdo semanal com contextualização do mercado.

Outras frentes de conteúdo também estão disponíveis em plataformas como Facebook e Telegram. “Nosso foco é fazer uma parceria com o investidor e ajudá-lo a maximizar os ganhos com base em muita informação. Estamos preparados para atender de forma personalizada e ajudar na formação de novos investidores”, finaliza Rafael.

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As informações contidas neste material foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis.

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