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Gestores recorrem a especialistas para prever impacto do coronavírus

(Bloomberg) — Acadêmicos da área de saúde, plataformas de monitoramento de número de mortes e até filmes de zumbi: essas não são fontes normais de informação para investidores que tentam avaliar riscos nos mercados. Mas estes não são tempos normais, pois o surto de coronavírus leva a uma busca não convencional de pistas sobre o que esperar de uma epidemia que se espalha rapidamente.

A maioria dos gestores de fundos simplesmente não tem modelos para rastrear o que ameaça se tornar uma pandemia global, levando investidores a recorrer a universidades, órgãos mundiais de saúde e até obras de ficção, ao mesmo tempo em que buscam segurança investindo em portos seguros como títulos de dívida e ouro.

A miríade de possíveis resultados – de uma pandemia global que matará milhões como a gripe espanhola de 1918 a uma recuperação em forma de V se a doença desaparecer – faz com que seguir fontes de dados tradicionais seja muito lento e limitado, deixando muitos estrategistas presos no caminho errado. Em vez disso, fundos recorrem a especialistas, semelhante à maneira como investidores consultaram pesquisadores e consultores políticos antes da tortuosa série de votações do Brexit no Reino Unido.

Painel da morte

Agora, investidores tentam gerenciar riscos e descobrir quanto da queda das ações e rali do títulos é razoável, dada a escalada de casos do vírus. Essa perspectiva já levou o rendimento dos títulos de longo prazo do Tesouro dos EUA para uma mínima histórica, o franco suíço à cotação mais alta desde 2015 em relação ao euro e o preço do ouro para o maior nível em sete anos.

A Unigestion monitora a propagação do vírus com dados do Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas da Universidade John Hopkins, que desenvolveu um painel de controle interativo que registra os casos por país, total de mortes e taxa de recuperação.

“Acompanhamos de perto a propagação do vírus fora da China, especialmente em países com alta densidade populacional e sistemas de saúde menos desenvolvidos”, afirmou Salman Baig, gestor de recursos da Unigestion. O modelo “Growth Nowcaster” da empresa de investimento não vê grande impacto no crescimento, pelo menos por enquanto.

E eis o X da questão. As previsões de estrategistas de mercado para este ano foram destruídas pelo vírus, mesmo antes de todos os efeitos serem refletidos nos dados econômicos. Na semana passada, o Société Générale enviou nota aos clientes para revisar as projeções para o euro, dizendo que as visões do banco “não tiveram um bom começo de ano”.

As estimativas para o impacto econômico do vírus variam muito. A Oxford Economics calcula que uma crise internacional da saúde pode ser suficiente para eliminar mais de US$ 1 trilhão do PIB global, enquanto o Fundo Monetário Internacional acredita que o vírus diminuirá em apenas 0,1% sua previsão de crescimento global de 3,3% para 2020.

Reação sem precedentes

A escala das tentativas dos governos de conter o vírus, como com bloqueios de cidades e restrições de viagens, é uma “reação extrema” que parece sem precedentes, dificultando a rapidez com que a economia global poderia se recuperar, disse Richard Lacaille, diretor de investimentos da State Street Global Advisors, em entrevista à Bloomberg Television.

Para o gestor de fundos da M&G, Wolfgang Bauer, que é PhD em química pela Universidade de Cambridge, vale a pena ser cauteloso em relação aos modelos adotados até agora, dada a natureza dispersa das informações disponíveis.

“A situação está evoluindo tão rápido que qualquer tentativa de avaliação precisa das implicações mais amplas é quase impossível, pois as margens de erro são muito altas”, disse.

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Feirão do Serasa começa amanhã e oferece desconto de até 98%

São Paulo – Os consumidores que voltaram do Carnaval endividados terão mais uma oportunidade para saldar suas dívidas. Começa amanhã (27), o Feirão Limpa Nome do Serasa Consumidor pela internet.

Os interessados em participar devem se inscrever no site do Serasa Limpa Nome ou baixar o aplicativo do Serasa Consumidor até o dia 31 de março.

Entre as empresas participantes estão Itaú, Banco do Brasil, Santander, Recovery, Claro, Net, Embratel, Avon, Ativos, Anhanguera, CredSystem, Sky, Oi, DI Santinni, Ipanema, Nextel, Unopar, Hoepers, BMG, Digio, Porto Seguro, Tricard, Crefisa, Cartão confiança (D’avó), Unic, Fama, Pitágoras, SoroCred, Uniderp, Unime, Itau Card, Hipercard, ConectCer, Elmo, Tenda, Energisa, Banco Original, Banrisul, EDP. Todas irão oferecer oportunidades exclusivas, prazos de pagamentos diferenciados, além de descontos para a quitação das contas em atraso. Em muitos casos, os descontos podem chegar a 98%.

No último evento, realizado em novembro do ano passado, 4 milhões de acordos foram fechados, resultando em mais de 5 bilhões de reais em descontos concedidos.

Para incentivar os consumidores a limparem o nome, o Serasa Consumidor sorteará entre aqueles que pagaram os acordos à vista, um jantar com a cantora Daniela Mercury. Serão dois ganhadores que terão a chance de conhecê-la com tudo pago pela empresa e com direito a um acompanhante.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

“Não compre ou venda ações com base nas manchetes, o longo prazo não muda com o coronavírus”, diz Warren Buffett

SÃO PAULO — Diante do recente tombo das ações no mundo todo com o agravamento do surto de coronavírus fora da China, o megainvestidor Warren Buffett afirmou em entrevista à rede americana CNBC que o mercado não deve “comprar ou vender negócios com base em manchetes do dia.”

“A verdadeira questão é: as perspectivas de 10 ou 20 anos para as empresas americanas mudaram nas últimas 24 ou 48 horas? Não”, disse. “Nós compramos negócios para os próximos 20, 30 anos, sejam negócios completos ou parciais. O longo prazo não mudou com o coronavírus.”

“Você notará [uma recente queda] em muitas das empresas das quais temos participação, como American Express e Coca-Cola. Esses são negócios sólidos e você não compra ou vende seus negócios com base nas manchetes de hoje”, completou.

O dono do conglomerado Berkshire Hathaway não descartou, no entanto, que uma recente queda nos preços dos papéis possa abrir oportunidades de compra, desde que sejam negócios que você já tem em mente há algum tempo e quer comprá-los porque acredita em seu potencial.

“Se isso lhe der a chance de comprar algo que você gosta e você pode comprá-lo ainda mais barato, então é seu dia de sorte”, disse.

No último sábado, Buffett divulgou a tão aguardada carta anual do Berkshire Hathaway, que costuma ser lida com atenção pelos investidores que acompanham o bilionário.

No documento, Buffett disse que o desempenho das ações deve superar o dos títulos públicos nos próximos anos devido às baixas taxas de juros e impostos.

“Se algo próximo às taxas atuais deve prevalecer nas próximas décadas, e se as taxas de imposto corporativo também permanecerem próximas do baixo nível de negócios das empresas, é quase certo que as ações com o tempo terão um desempenho muito melhor do que os instrumentos de dívida de longo prazo e taxa fixa”, afirmou.

Buffett exaltou o bom desempenho do Berkshire em 2019, um conglomerado de aproximadamente US$ 566 bilhões e que investe em empresas de diferentes setores.

“Nossa montanha incomparável de capital, abundância de caixa e um fluxo enorme e diversificado de ganhos não relacionados a seguros nos permitem muito mais flexibilidade de investimento do que geralmente está disponível para outras empresas do setor”, escreveu.

A carta anual trouxe um balanço da Berkshire: a empresa reportou US$ 29 bilhões em receita líquida no quarto trimestre de 2019 e US$ 81,4 bilhões no acumulado de 2019. O lucro operacional caiu ligeiramente no ano passado em relação a 2018, para US$ 24 bilhões.

Em uma demonstração de que acredita no valor do conglomerado que possui, Buffett destacou que a Berkshire gastou US$ 5 bilhões em 2019 para recomprar ações de sua própria emissão.

Ele também reclamou que a Berkshire tem “um tesouro de US$ 128 bilhões” para gastar em grandes aquisições, mas que não encontrou grandes oportunidades para isso.

“O inconstante mercado de ações oferece oportunidades para comprarmos posições grandes, mas não controladoras, em empresas de capital aberto que atendem aos nossos padrões”, disse.

Atualmente, isso inclui uma participação de US$ 73 bilhões na Apple, US$ 33 bilhões em ações do Bank of America e US$ 22 bilhões em ações da gigante Coca-Cola.

O megainvestidor também comentou sobre a composição dos conselhos das empresas, os quais possuem poucas mulheres, na visão dele.

Sobre uma eventual saída dele do comando da Berkshire e um possível sucessor, Buffett manteve o suspense que já havia feito antes: disse que já tem um nome em mente, mas sem dar pistas sobre quem seria. O megainvestidor tem 89 anos.

Buffett reiterou que a Berkshire está “100% preparada” para o dia em que ele e seu parceiro de negócios de longa data, Charles T. Munger, 96 anos, deixarão a direção do conglomerado.

As razões, segundo ele, são que os investimentos da Berkshire são fortes e prudentes, os negócios da empresa são supervisionados por gerentes competentes e seus diretores restantes são confiáveis ​​para manter o curso da empresa na direção correta.

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Investir em ações é BEM mais simples que fazer slime

SÃO PAULO –  Conseguir rentabilidade proveniente dos seus investimentos é possível e, muitas vezes, mais simples do que a maioria pensa ser.

Neste novo episódio da série Mais Simples Que, a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães explica o passo a passo e os fundamentos necessário para investir em ações na Bolsa de Valores.

Ao comprar ações de alguma empresa na Bolsa, o investidor se torna sócio delas, o que dá direito de receber uma parte dos lucros da companhia ou permite ganhar dinheiro vendendo as ações por um preço maior que o praticado no momento da compra.

Para que o investidor invista seu dinheiro com segurança, é preciso fazer análises apuradas sobre a companhia e sua história, além de avaliar bem o preço das ações. É preciso, ainda, acompanhar a empresa bem de perto e conhecer mais sobre o mercado que está investindo.

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XP lança resgate express, linha de crédito que permite antecipar resgate de fundos: saiba como funciona

SÃO PAULO – A XP lançou sua primeira linha de crédito neste mês: o “resgate express”. O produto permite antecipar o resgate de fundos de investimento que tenham carência.

Por exemplo: se o investidor tem recursos aplicados em fundos com prazo de resgate de 30 a 360 dias, mas precisa de capital antes disso, pode usar essa ferramenta para receber o dinheiro de forma imediata.

Para antecipações de até R$ 10 mil, o juro é apenas o CDI. Para valores superiores, a taxa é progressiva conforme os volumes, variando de CDI mais 0,4% a CDI mais 0,8% ao mês (além do IOF em todos os casos).

Uma combinação de fatores levou a XP a iniciar “a jornada” de sua estrutura de banco com esse produto, segundo Gustavo Pires, responsável pela área de fundos da XP. Uma parte expressiva dos recursos investidos por meio da plataforma da XP está em fundos, e essa linha de crédito pode dar conforto a quem busca produtos mais sofisticados, que geralmente têm uma liquidez reduzida.

“Numa emergência, ou mesmo se quiser aproveitar alguma oportunidade de mercado, o cliente tem acesso a recursos de forma rápida e com um custo baixo”, diz Pires, lembrando que a taxa de juros equivalente ao CDI é inferior ao custo de captação da XP.

Além disso, o resgate express pode facilitar a vida dos gestores. “Eles podem ter mandatos mais exóticos, carteiras menos líquidas. Acredito que gestores com fundos fechados podem voltar a avaliar abrir carteiras”, afirmou.

Por fim, essa linha de crédito tem baixo risco, já que o empréstimo é pago quando os recursos resgatados caem na conta. É possível antecipar até 60% do valor dos resgates de fundos de ações, 80% no caso dos multimercado e 90% na renda fixa.

Cartão de crédito

Os próximos produtos que devem ser lançados pela XP são cartões de crédito e débito, serviços de pagamento e empréstimos colateralizados (em que os investidores podem usar os recursos aplicados por meio da XP como garantia em operações de crédito).

Logo depois de a XP abrir capital na Nasdaq, em dezembro de 2019, Guilherme Benchimol, CEO da companhia, afirmou que um dos objetivos prioritários era ampliar a oferta de serviços financeiros para permitir que as pessoas cortem o “cordão umbilical” com os bancos.

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Após virada de rumo, taxas de títulos do Tesouro Direto passam a registrar queda

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, iniciaram o pregão desta sexta-feira em alta, em meio a novas preocupações com o coronavírus e diante da forte apreciação do dólar em relação ao real.

À tarde, contudo, houve uma inversão de rumo e os papéis passaram a registrar queda dos prêmios, da mesma forma como a moeda americana passou a cair.

No noticiário do dia, destaque para a divulgação do Índice Gerente de Compras (PMIs, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que sinalizou o enfraquecimento da economia. O PMI composto caiu de 53,3 pontos, em janeiro, para 49,6 pontos, em fevereiro, enquanto o PMI de serviços recuou de 53,4 para 49,4 pontos e o PMI industrial, de 51,9 para 50,8 pontos.

Mais cedo, o foco recaía sobre o coronavírus, dado que a Coreia do Sul informou que já registrou mais de 200 casos da doença no país. O surto também se espalhou para Israel, com o primeiro caso confirmado, e para cinco penitenciárias na China, duas delas na província de Hubei.

No Brasil, investidores têm cautela redobrada por conta do feriado do carnaval. Com o aumento da aversão a risco no exterior e com a Bolsa brasileira fechada para negociações na segunda e na terça-feira, a expectativa é de que muitos operadores zerem posições hoje para não serem pegos de surpresa com o noticiário internacional, sem poder mexer em suas carteiras.

No mercado cambial, o Banco Central divulgou os dados de conta corrente de janeiro, com o registro de déficit de US$ 11,9 bilhões. A expectativa do mercado era de um déficit de US$ 11 bilhões, segundo mediana da Bloomberg. A moeda abriu os negócios novamente em alta, mas inverteu a direção após os dados divulgados nos Estados Unidos.

Leia também:
Crédito privado: após turbulência em 2019, gestores defendem que o pior ficou para trás
Como os fundos de ações que mais renderam em 2018 se saíram em 2019

No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava um prêmio de 2,53% nesta tarde, ante 2,55% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,23 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.811,65.

Os papéis com vencimentos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,24%, ante 3,26% a.a. anteriormente.

A queda nas taxas também era encontrada nos títulos prefixados, caso do Tesouro Prefixado 2023, cujo retorno avançava cedia de 5,25% para 5,23% ao ano. Já o Tesouro Prefixado 2026 pagava 6,25% ao ano, ante 6,28% a.a. mais cedo.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

Guias InfoMoney

Tesouro Direto  Tesouro Direto

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Descubra a diferença entre desvalorização e rendimento negativo

rendimento negativo

Se você já se aventurou no mundo da renda variável, ou ao menos entende um pouco sobre o assunto, já sabe que a desvalorização de um ativo é algo bastante comum de acontecer. Mas, e rendimento negativo, você já ouviu falar?

Será que é a mesma coisa? Se você quer descobrir, continue lendo esse texto.

Pensando nos mais ansiosos, já respondemos de cara: NÃO, desvalorização e rendimento negativo não são a mesma coisa.

O que é desvalorização?

Quando pensamos na desvalorização de um ativo, nada mais é do que a perda de valor que ele sofre.

Por exemplo: vamos supor que você comprou uma ação a R$ 10,00, se uma semana depois ela passa a ser negociada por R$ 9,00, significa que essa ação sofreu uma desvalorização de 10% (bastante grande, inclusive).

Essa desvalorização pode acontecer por inúmeros motivos, mas, a grosso modo, podemos dizer que dois fatores são determinantes:

  1. O desempenho de uma empresa. Isto é, se ela gera lucro, se ela apresenta um crescimento constante, se o setor como um todo está em alta, entre outros fatores que refletem no desempenho da empresa.
  2. Oferta e demanda. Nesse quesito, como foi dito uma vez no Rico Matinal (relatório escrito pelos analistas da Rico, Thiago Salomão, Matheus Soares e Lucas Colazzo), o mercado de ações não é muito diferente do de bananas: Se tem muitas pessoas querendo vender e poucas querendo comprar, tanto o ativo quanto a banana irão se desvalorizar.

Agora que já está claro pra você o que é e como acontece a desvalorização de uma empresa, vamos ao que é rendimento negativo.

O que é rendimento negativo?

Rendimento negativo é quando a valorização, portanto, positiva, de algum produto é menor do que a inflação do país no período escolhido.

E com a Selic a 4,25% ao ano, isso está acontecendo com alguns investimentos de renda fixa. Dentre eles, a terrível poupança.

Para calcular o rendimento da poupança, basta fazer 70% do valor da selic + a Taxa Referencial, que hoje é praticamente zero.

Então, 70% de 4,25, temos um rendimento anual de apenas 2,97%.

Com a projeção do Relatório Focus de 17 de fevereiro para a inflação ao final do ano ser de 3,25%, percebemos que a poupança está, de fato, apresentando um rendimento negativo.

Para resumir, deixar o dinheiro na poupança faz com que você perca poder de compra, o que mostra o quão arcaico é esse investimento.

É quase o mesmo do que guardar dinheiro em um cofrinho ou embaixo do colchão.

Na Rico, você encontra opções tão seguras quanto a poupança e que rendem muito mais do que ela e do que a inflação. Abra sua conta e saiba mais.

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Messem Investimentos apresenta a InSummit 2020: evento exclusivo para investidores; Saiba como participar

InSummit 2020

Pela primeira vez, a Messem Investimentos, eleita o melhor escritório de investimentos do Brasil em 2019 pela XP Investimentos, realizará o evento InSummit, exclusivo para investidores em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O evento promete trazer um espaço para o público se conectar com outros investidores e assistir palestras com grandes nomes do mercado financeiro e do empreendedorismo.

A experiência contará com nomes como o economista Ricardo Amorim, que tem experiência de mais de 20 anos no mercado financeiro, além do empresário e um dos maiores investidores pessoa física da bolsa, Lirio Parisotto, com mais nomes a serem anunciados em breve.

A primeira edição da InSummit chega em um momento em que o mercado está se transformando, a economia começando a dar sinais de recuperação, e com a taxa de juros em seu patamar histórico, todo conhecimento fará diferença para o investidor continuar ganhando.

A renda fixa não oferece mais os retornos como quando a Selic estava em dois dígitos e a renda variável passa a oferecer as melhores oportunidades. Mas diversificar e escolher os investimentos adequados pode ser uma tarefa difícil sem entender o cenário atual.

Por isso, participar de um evento que permite o contato direto com outros investidores e nomes de importantes do mercado financeiro, é essencial para otimizar os lucros no atual cenário brasileiro.

Insummit 2020

Com mais de 15 mil clientes e R$ 8 bilhões sob custódia, a Messem é um escritório credenciado à XP Investimentos e está motivada em levar para o maior número de brasileiros acesso à informação financeira de qualidade.

Até por isso, a escolha da InSummit 2020 ser fora do eixo Rio-SP, que está acostumado a receber eventos desse porte.

A ideia é trazer para os investidores de Porto Alegre e região informação atual, relevante e de qualidade de pessoas que atuam diretamente com o mercado financeiro.

Palestrantes

Ricardo Amorim

Insummit 2020
Ricardo Amorim (Foto: Everton Rosa)

Economista, formado pela USP, é pós-graduado em Administração e Finanças Internacionais pela ESSEC de Paris.

Atua no mercado financeiro desde 1992, trabalhou em Nova York, Paris e São Paulo, sempre como economista e estrategista de investimentos.

Atualmente é um dos apresentadores do programa Manhattan Conection, na GloboNews, e colunista da Revista Istoé.

Amorim também ganhou o Prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças em 2017, 2018 e 2019.

Lírio Albino Parisotto

InSummit 2020
Lírio Albino Parisotto (Foto: Liz Vanin Parisotto)

Gaúcho de Nova Bassano, formou-se médico mas conquistou enorme sucesso como empresário e investidor em diversas áreas, através de sucessivas reinvenções.

Após uma trajetória sólida no competitivo varejo de eletroeletrônicos em Caxias do Sul, criou em 1988 a Videolar, empresa que de forma notória escreveu a história do mercado brasileiro de mídias, de início com o VHS, os áudio cassetes, os disquetes e logo com os CDs e DVDs.

Em 2003, Parisotto ergueu assim a primeira petroquímica da Região Norte para fabricar a resina poliestireno, de consumo próprio nos estojos de suas mídias e também para as empresas do Polo Industrial de Manaus.

Em 2014, comprou a petroquímica Innova, em Triunfo (RS), produtora do monômero estireno e do poliestireno.

Lírio Parisotto é conhecido como um investidor que busca o longo prazo e mira as empresas com altos dividendos.

É o único empreendedor da América Latina escolhido para figurar no livro The Billion Dollar Secret, de Rafael Badziag, junto a vinte mega empreendedores de todo o planeta.

Serviço

A InSummit 2020 acontece no dia 4 de abril, na Casa NXT, em Porto Alegre. Os ingressos começam a ser vendidos por a partir de R$ 399.

Para garantir o seu, clique aqui.

Data do evento: 04 de abril de 2020

Onde: Casa NTX, Av. das Indústrias, 1395 – Anchieta, Porto Alegre

Primeiro Lote: a partir de R$ 399

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Juliana Mendonça – Foxbit Indica

Você quer aprender sobre o mercado financeiro, mas não aprende em nenhum lugar? Separamos mais um Foxbit Indica para você!

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Juliana Mendonça em seu canal do Youtube

Julia Mendonça possui um dos principais canais de finanças do país com dicas em como investir, maneiras de descomplicar um dos assuntos mais complexos, onde investir e porque.

Além de trazer vídeos com explicações de fácil entendimento, ela é colunista no UOL economia com o quadro descomplica, integrou o elenco de: O Aprendiz e em suas redes sociais mantém seu público atento com o que acontece de mais importante no mundo das finanças.

Muitos elogios são feitos ao seu canal pela variedade de temas que são explicados de maneira simples e prática, fazendo você se interessar pelo assunto!

Curtiu? Toda semana trazemos indicações de livros, filmes, podcasts, artigos ou séries sobre o mercado financeiro para você se educar e informar de maneiras diferentes.

Siga nossas redes sociais e não perca as indicações semanais!

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Cinco respostas para suas dúvidas sobre a Bolsa na crise do coronavírus

Fechada desde sexta-feira por causa do Carnaval, a Bolsa de Valores brasileira B3 reabre às 13h hoje. A expectativa dos analistas é que as ações sofram uma forte queda por causa da epidemia do coronavírus, que está se espalhando pelo mundo. Leia a seguir cinco respostas para as perguntas que estão martelando na cabeça do investidor em renda variável neste momento:

 

Por que a Bolsa de Valores cai com a epidemia de coronavírus?

Porque a gripe pode fazer os consumidores se trancar em casa com medo de pegar a doença e as empesas, suspender suas atividades. Esse movimento gera um efeito cascata na economia, que se desacelera. Assim, as companhias abertas têm menos lucros para distribuir aos seus acionistas. É muito difícil prever a magnitude da redução dos dividendos, por isso, na dúvida, alguns investidores preferem se livrar dos seus papeis e correr para alguma aplicação tida como mais segura, como os títulos de renda fixa.


O que eu devo fazer com a minha carteira de ações neste momento?

O pânico é um péssimo conselheiro. A maior parte dos especialistas em mercado de ações recomenda aos investidores que não tomem nenhuma atitude no calor da situação, por medo. Uma vez que se vende os papeis em queda, não dá mais para recuperar o prejuízo. Mas, caso a crise se mostre menos grave do que o que parece a princípio e a Bolsa se recupere, quem fica com as ações evita essa perda. O investimento em ações deve sempre ser realizado pensando no longo prazo, então operações que consideram apenas a tendência do dia ou da semana devem ser evitadas.


Como as empresas brasileiras podem sofrer com a crise do coronavírus?

As primeiras vítimas do surto devem ser as companhias aéreas, porque muitos turistas ou viajantes a negócios devem diminuir os deslocamentos pelo temor de contaminação. As empresas brasileiras têm muitos acordos de compartilhamento de voos com estrangeiras, das quais várias já suspenderem rotas para a China, que é até o momento o país mais afetado. Depois, vêm as produtoras de matérias-primas, como as mineradoras e as petroleiras, cujos produtos têm preços definidos de acordo com a demanda internacional e ficam, assim, mais sujeitas à desaceleração da atividade em outras regiões do mundo. Apesar de ter grandes exportadoras, o Brasil ainda é um país considerado fechado para o comércio internacional, então os demais setores tendem a sofrer um pouco menos. Ontem à noite, o Ministério da Saúde confirmou que o primeiro teste de um paciente internado em um hospital de São Paulo deu positivo para o coronavírus. O resultado do exame de confirmação deve sair na manhã de hoje. Se a epidemia se espalhar pelo país, a economia local pode ser mais afetada.


Por que alguns analistas dizem que a baixa das ações pode ser uma boa oportunidade de compra?

Porque existe uma diferença de graus de sofrimento das empresas com a crise. As empresas aéreas tendem a sentir mais o impacto de um surto de gripe, enquanto as farmacêuticas podem lucrar, por exemplo. Porém, em um primeiro momento, por causa das incertezas do alcance da epidemia, muitos acionistas entram em pânico, querem sair correndo da Bolsa e vendem todos os seus papeis indiscriminadamente. A diferença de visões sobre as consequências das turbulências faz com que outros investidores queiram comprar essas ações – no mercado, toda vez que alguém vende um papel, alguém necessariamente tem que comprar. E quem está na ponta compradora pode pechinchar e pagar um preço mais baixo pelo papel que lhe interessa, mirando o longo prazo.

O que eu faço se achar que a crise vai ser grave e não quiser correr mais o risco da Bolsa?

Venda os papeis – consciente de que, dependendo do preço que pagou por eles, pode ter perdas – e coloque o dinheiro em uma aplicação conservadora, como a poupança ou títulos do Tesouro Nacional. Em momentos de turbulência e incerteza, é recomendado também dobrar o cuidado com papeis de renda fixa de empresas. Esse tipo de investimento, que é, a grosso modo, como uma nota promissória emitida pelas empresas, é considerado de menor risco, mas não de zero risco – afinal, algumas companhias podem sofrer muito com o surto e deixar de pagar as suas dívidas.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

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