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Com alta do câmbio, dólar turismo é vendido por R$ 4,70

São Paulo — Com a disparada do dólar comercial nesta quinta-feira, o dólar turismo é vendido por 4,70 reais em São Paulo, segundo o comparador de taxas MelhorCâmbio.com. Para compras em cartões pré-pagos, a cotação chega a R$ 4,93.

A alta do dólar frente ao real é reflexo do aumento dos temores sobre a expansão do coronavírus na China e no mundo. O aumento de casos confirmados na Europa e o primeiro no Brasil aumentam a aversão a risco e abalam o mercado.

Após o dólar comercial fechar em alta de 1,16% nesta quarta (26), cotado a 4,444 reais na venda, e atingir o maior valor nominal de sua história, a moeda americana opera em alta. Às 10h59, o dólar avançava 0,866% e era negociado por 4,4826 reais na venda.

O que fazer?

Para diminuir os prejuízos diante do cenário, quem pretende viajar e precisa comprar dólar deve continuar atento ao noticiário. Mas qual é a melhor hora para comprar a moeda?

Não é possível travar uma data de melhor compra, já que a moeda é flutuante. O ideal é deixar um dinheiro reservado para comprar a moeda aos poucos, assim o tíquete médio de compra diminui. 

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Clientes do Nubank poderão receber restituição do IR pela fintech

São Paulo – Os clientes do Nubank poderão receber a restituição do Imposto de Renda 2020 diretamente pela fintech. A novidade estará disponível a partir de segunda-feira (2), data que inicia o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2020.  Entretanto, vale destacar que as restituições começam a serem pagas no mês de maio, seguindo o cronograma de pagamento da Receita Federal.

A única exigência para o cadastro é que o CPF utilizado na declaração do Imposto de Renda seja o mesmo do titular da conta. O dinheiro restituído na conta do Nubank renderá automaticamente 100% do CDI com liquidez diária.

Como cadastrar

Para receber o dinheiro da restituição do IR na conta da Nubank, os interessados devem cadastrar a conta da fintech no programa gerador da declaração do Imposto de Renda. Depois de realizar a declaração do IR, vá na opção resumo da declaração no menu posicionado no lado esquerdo da tela.

Em seguida, clique em cálculo do imposto. Nesse momento, o contribuinte verá se possui ou não valores a serem restituídos. Se optar pela declaração simples do Imposto de Renda, o cálculo é feito automaticamente durante o preenchimento da declaração.

Se houver algum valor a ser restituído, é preciso preencher a seção “informações bancárias“. No campo banco, selecionar a opção “260 – Nu Pagamentos S.A.” – este é o código que identifica o Nubank. Em agência, informar somente o número 1.

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Coronavírus derruba Bolsa: o que fazer? Veja entrevista com o estrategista-chefe da XP

SÃO PAULO — Depois de dois dias fechada por causa do feriado de Carnaval, a Bolsa brasileira reabriu nesta quarta-feira (26) e registrou baixa de mais de 4% logo nos primeiros minutos de negociações. A queda era puxada pelos ativos mais importantes, como Petrobras (PETR4 ; PETR3), Vale (VALE3) e bancos, que registravam fortes perdas.

O movimentou seguiu os mercados internacionais, que derreteram nos últimos dois dias enquanto a B3 estava fechada. A tensão é com a escalada do surto de coronavírus fora da China, especialmente com o aumento no número de casos registrados na Itália.

Por aqui, o Brasil anunciou hoje o primeiro caso de paciente infectado pela doença Covid-19 no país — um senhor de 61 anos em São Paulo. Ele esteve na Itália neste mês, na região onde há mais registros de casos. Outros 20 pacientes brasileiros estão sob suspeita e sendo monitorados.

O InfoMoney entrevistou Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP Investimentos, para falar sobre o que você deve fazer em períodos de tensão nos mercados como agora, com o coronavírus. Segundo ele, o investidor deve ter cautela, não sair comprando ou vendendo ações sem pensar.

“O mercado ainda não tem dimensão sobre quanto o surto deve afetar a economia. As empresas já estão afirmando que seus lucros devem ser impactados, mas só saberemos com clareza mais para frente”, disse. O estrategista também enfatizou a importância de ter uma carteira diversificada neste momento.

Ferreira comentou ainda sobre como o ouro ganha destaque em momentos de tensão e o que pode acontecer com os fundos imobiliários neste cenário. Ele falou também sobre os setores que menos vão sentir impacto negativo na Bolsa do novo surto de coronavírus. Assista ao vídeo da entrevista completa acima.

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos têm alta nesta quarta-feira com maior aversão a risco

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, fecharam o pregão em alta nesta quarta-feira (26), volta de feriado, em meio a um clima de maior aversão a risco.

No holofote dos mercados, o coronavírus seguiu se espalhando, com novos casos confirmados fora da Ásia – na Espanha, Itália, Irã e o primeiro no Brasil. Em coletiva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a partir deste primeiro caso poderá ser avaliado como o vírus “se comportará em um país tropical”. “Vamos mapear para tentar entender o deslocamento do vírus”, disse.

O número total de pessoas contaminadas ultrapassou 81 mil nesta quarta-feira, a maior parte (78 mil) na China.

As preocupações com a escalada da epidemia, contudo, aumentaram e têm forte impacto sobre os mercados. Depois de dois dias de queda no exterior, a Bolsa brasileira encerrou os negócios no campo negativo.

Por aqui, o Ibovespa registrou queda de 7%, fechando o pregão aos 105.718 pontos, enquanto o dólar subiu 1,2%, cotado a R$ 4,4434 na compra e R$ 4,4441 na venda.

De olho no aumento das tensões, o Banco Central agiu mais uma vez para conter a alta do dólar e ofertou 10 mil contratos de swap cambial. Para amanhã, está agendada a oferta de mais 20 mil contratos.

Na agenda de indicadores domésticos, o relatório Focus, do Banco Central, voltou a mostrar queda nas projeções de alta para a inflação e para o PIB brasileiro.

Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa foi reduzida pela oitava semana consecutiva, desta vez de 3,22% para 3,20% em 2020. O mesmo aconteceu com as perspectivas para a expansão do PIB brasileiro, cuja mediana das projeções recuou pela segunda semana, agora de 2,23% para 2,20%.

Com relação à taxa básica de juros, o mercado espera que a Selic permaneça estável em 4,25% ao ano, em 2020, e suba para 6%, em 2021.

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No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava 5,34% ao ano, ante 5,32% a.a. no início das operações, às 14h O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 34,51 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 862,77.

O Tesouro Prefixado 2026, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,41%, ante 6,38% ao ano anteriormente.

A alta nas taxas também era encontrada nos títulos indexados à inflação, caso do Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2040, cujo retorno tinha leve alta de 3,36% para 3,37% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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Quais as vantagens do bitcoin em relação ao dinheiro?

Quando passamos a conhecer o bitcoin e a tecnologia blockchain por trás dela, é inevitável compararmos ao dinheiro fiduciário (dólar, euro, libra). E para te ajudar nessa comparação, fizemos uma lista de vantagens do bitcoin em relação ao dinheiro comum. 

1 – Facilidade nas negociações

Começar a negociar bitcoin é simples e não exige conhecimentos super técnicos de investimentos, como em outros ativos do mercado financeiro por exemplo, que necessita de conhecimento aprofundado de mercado e gráficos de valorização. 

2 – Um “dinheiro universal”

Enviar dinheiro para fora do país ou pagar uma despesa internacional costuma ser algo trabalhoso e muitas vezes com taxas caras. O bitcoin chegou para quebrar essas barreiras! É uma moeda universal, de fácil transferência e sem taxas de câmbio por exemplo, ou seja, do mesmo modo que você usa sua criptomoeda no Brasil, você pode usar na Ásia ou em qualquer lugar do mundo em que estiver. A maior vantagem é que sem ter que fazer câmbio, você não perde dinheiro na troca. 

3 – Um dinheiro protegido

Por ser uma uma moeda digital, o governo ou instituições financeiras não têm acesso e não podem manipular, congelar ou controlar o seu dinheiro, ou seja, você é o seu próprio banco e tem total controle sobre ele.

4 – Informações de transferências/pagamentos seguras

Fazer uma compra na internet pode ser algo arriscado, pois suas informações de dados pessoais e confidenciais estão suscetíveis a serem roubadas. Já com o bitcoin as informações ficam criptografadas e apesar de ser um livro contábil público que são registrados informações de transações de enviados e recebidos, o que é mostrado é seu endereço bitcoin que são códigos de chave pública.

5 – Proteção contra a inflação 

O bitcoin, diferente do dinheiro, tem uma quantidade máxima a ser atingido que foi programado pelo próprio protocolo quando foi escrito por Satoshi Nakamoto. Já o dinheiro fiduciário (dólar, euro, real), é controlado por um banco central de acordo com as políticas monetárias atuais, o que já causou a criação desenfreada de muitas notas impressas ocasionando perda do poder de compra. Como podemos ver o exemplo da hiperinflação da Venezuela.

Por isso a diversificação em sua carteira de investimentos é importante, pois cada ativo tem suas particularidades, vantagens e desvantagens. É essencial que você conheça o tipo de investimento que você vai entrar, sabendo dos riscos que ele possa oferecer ao seu dinheiro.

Em nosso blog e redes sociais, temos várias dicas sobre o mundo dos criptoativos e investimentos. Acompanhe para se manter por dentro dessa revolução financeira. 

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ETFs de ouro registram período recorde de entradas

(Bloomberg) — Investidores globais acumulam cada vez mais ativos em ouro diante da propagação do surto de coronavírus e da redução do apetite por risco.

O investimento global em ouro atrelado a fundos de índice (ETFs) registrou o maior aumento em mais de um mês na terça-feira, enquanto as ações despencaram. Foi o 25º dia consecutivo de entradas, um recorde. Em 2.624,7 toneladas, as posições subiram para nível recorde.

Depois do salto de 18% no ano passado, o ouro deu seguimento ao rali em 2020, e os preços atingiram o nível mais alto desde 2013. O ativo, considerado um porto seguro, foi favorecido devido à propagação do vírus fora da China, o que ameaça causar uma pandemia e crescimento mais lento.

O Goldman Sachs disse que, se o impacto do surto se estender para o segundo trimestre, os preços do metal poderão atingir US$ 1.850 a onça. O ouro spot foi cotado a US$ 1.689,31 na segunda-feira.

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Se o coronavírus causar uma pandemia, uma recessão global é provável, de acordo com Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics. As chances desse resultado agora estão em 40%, acima dos 20%, disse em relatório.

A ameaça de desaceleração prolongada do crescimento devido ao impacto do vírus pode manter a demanda por ouro em alta, segundo o Morgan Stanley. Mais entradas são esperadas em ETFs enquanto as taxas de juros reais permanecerem negativas, disse o banco em relatório.

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Mega-Sena acumulada sorteia hoje prêmio de R$ 200 milhões

A Mega-Sena acumulou mais uma vez e agora pode pagar prêmio estimado em R$ 200 milhões. O sorteio das dezenas do concurso 2.237 será realizado nesta quinta-feira, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Titetê, na cidade de São Paulo.

O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também nas redes sociais: no Facebook e no canal Caixa no Youtube. Esta é a 16ª vez consecutiva que o prêmio acumula, novo recorde de sequência de acumuladas para a modalidade.

O prêmio de R$ 200 milhões é o terceiro maior da história da Mega-Sena em concursos regulares, sem contar a Mega da Virada.

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render quase R$ 518 mil todo mês. Se preferir aplicar o dinheiro em bens, o ganhador poderá comprar 40 coberturas de luxo, de 500 metros quadrados, no bairro de Copacabana, na cidade do Rio Janeiro.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Pesquisa da Proteste indica os seguros residenciais mais baratos

São Paulo – Com um custo anual médio em torno de 456,55 reais, o seguro residencial é uma opção acessível que minimiza grandes transtornos.

Por valores a partir de 72,27 reais por ano, dá para evitar prejuízos com um imóvel, no bairro do Recreio, na cidade do Rio de Janeiro, segundo pesquisa da associação de consumidores Proteste.

Contudo, o consumidor não deve buscar apenas preço baixo. É necessário contratar um seguro de acordo com necessidades para não acabar pagando por coberturas que não são utilizadas.

Caso o consumidor opte pela escolha certa e a mais em conta do teste, a Mapfre (R$ 557,27), em vez de a mais cara, a Itaú (R$ 3.179,85), vai poupar 2.662,58 reais ao ano no perfil prédio e conteúdo.

O levantamento analisou um total de 198 apólices, levando em conta seis cenários com três perfis distintos: prédio, conteúdo e prédio mais conteúdo. Para chegar ao resultado, a Proteste solicitou aos corretores cotações do mercado e buscou informações em sites, telefones e e-mails. Também foram avaliadas coberturas adicionais.

Foram enviados questionário para as 11 maiores seguradoras. No entanto, a associação recebeu respostas de apenas oito: Bradesco Seguros, HDI Seguros, Itaú Seguros, Mapfre, Porto Seguro, Sompo, Sul América e Zurich Seguros

Tipos de seguros

O seguro residencial pode ser contratado pelo proprietário que mora no imóvel, pelo dono que não reside, mas aluga, e por quem é somente inquilino. Há três tipos de modalidade de contratação: imóvel, conteúdo e imóvel mais conteúdo.

Para proprietários que não moram no imóvel, por exemplo, a cobertura do prédio já é satisfatória. Para inquilinos, a melhor alternativa é optar pela contratação apenas do conteúdo, exceto se o contrato de locação prevê que o locatário seja responsável pela contratação do seguro para o prédio.

Nem todas as todas as seguradoras cobrem somente conteúdo ou prédio. Por isso, é necessário que o consumidor leia atentamente seu contrato.

Cobertura básica

A cobertura de Incêndio, Raio e Explosão (IRE) é a básica para conseguir contratar qualquer outra cobertura adicional. Ela garante, em geral, a indenização dos prejuízos causados por incêndio (algumas seguradoras ainda cobrem danos de um incêndio causado por um tumulto), queda de raio dentro do terreno segurado e explosão.

A maioria das seguradoras se destacaram com conceito “muito bom” na cobertura básica. Elas oferecem cobertura de 100% do que a associação solicitou e não cobram franquia nem limite mínimo de indenização, que ocorre quando um sinistro e o valor dos prejuízos têm que ser, no mínimo, o estipulado pela seguradora para cada cobertura.

Alagamento

A oferta para alagamento é pequena. As únicas seguradoras aceitáveis foram a HDI (riscos de transbordamento de rios e trombas d’água e chuvas) e a Zurich (transbordamento de rios e rupturas de encanamento). Os outros resultados foram ruins.

Vendavais e chuvas

Já na cobertura contra vendavais e chuvas de granizo, os resultados não foram tão positivos. Nenhuma seguradora recebeu conceito superior a “aceitável”. De forma semelhante, para danos elétricos, sete seguradoras se mostraram aceitáveis, enquanto as demais foram consideradas ruins.

Furtos e roubos

Em relação a furto e roubo, as seguradoras se saíram bem e muito bem. Mas furtos simples, quando há apenas o desaparecimento do bem, não são cobertos. Quem tem uma casa de veraneio, deve ficar atento: há seguradoras que não oferecem a cobertura ou limitam a um valor muito baixo.

Desmoronamento

Algumas seguradoras não cobrem o desmoronamento causado por tremor de terra e terremoto, mas outras incluem essa ocorrência na apólice, deixando de fora desabamentos de revestimentos, marquises, telhas, acabamentos, entre outros.

Nesse critério, apenas a Bradesco e a Itaú receberam “muito bom”. Em contrapartida, as seguradoras Allianz, Liberty e Tókio Marine não oferecem a cobertura.

Responsabilidade civil

A Proteste considera importante a cobertura adicional chamada de responsabilidade civil familiar, ou seja, quando o segurado é condenado pela Justiça por causar, sem intenção, danos a outras pessoas. Nesta cobertura todas as seguradoras se saíram muito bem.

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Ibovespa deve abrir em forte queda e circuit breaker volta a ser assunto nas mesas, diz analista gráfico da XP

ATUALIZAÇÃO: Ibovespa cai 5% na volta do feriado com elevação de temores sobre coronavírus; dólar vai a R$ 4,41

SÃO PAULO – O Ibovespa deve abrir em forte queda nesta quarta-feira (26), volta do Carnaval para os mercados brasileiros. Durante o feriado, o Dow Jones Brazil Titans 20 ADR, que compila o desempenho dos 20 ADRs brasileiros (na prática, as ações de empresas brasileiras negociadas nos Estados Unidos) mais líquidos teve queda de 4,81% na segunda-feira e baixa de 1,99% na terça, acumulando um recuo de 6,71% em apenas duas sessões por conta da proliferação do coronavírus.

Desse modo, a expectativa dos investidores é de que a sessão desta quarta seja marcada por um movimento de ajuste brusco do nosso mercado aos dois pregões internacionais durante os quais não houve negociação na B3.

De uma perspectiva de análise técnica, o analista Giba Coelho, da XP Investimentos, entende que a abertura será marcada por uma correção acompanhando os desempenhos dos ADRs de blue chips no feriado, em especial Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3).

“Penso em quedas [do Ibovespa] entre 3% e 8% com mediana em torno de 5%”, afirma. Giba conta que já começam a surgir nas mesas rumores de que a B3 pode acionar circuit breaker, quando a Bolsa suspende negociações de ativos por meia hora após uma baixa de 10% no Ibovespa.

Já o Credit Suisse destacou em nota, com base no desempenho dos ADRs no Carnaval, que a queda estimada para o benchmark na abertura é de 3,28%, a 109.952 pontos.

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Se o recurso do circuit breaker for acionado, uma vez reaberto o pregão, se houver uma oscilação negativa de até 15%, a interrupção se dá por mais uma hora. Voltando a funcionar, com queda de 20%, ocorre suspensão dos negócios por prazo a ser definido pela Bolsa. Nessa hipótese, a decisão deverá ser comunicada ao mercado. De qualquer forma, na última meia hora de pregão, as negociações acontecerão.

Contudo, Giba Coelho destaca que esse cenário mais apocalíptico está bem longe do seu cenário-base. “Vai corrigir e pode ter pânico nos primeiros momentos, mas é possível que haja até mesmo oportunidades de compra perto do fim do pregão.”

Giba aponta que o Ibovespa vem com sinais de realização desde as últimas semanas, com o Índice de Força Relativa (IFR) favorecendo novas baixas rumo ao teste da Linha de Tendência de Alta (LTA) dos 109 mil pontos. “Caso perca a LTA, o índice poderia buscar suportes na região dos 100 mil pontos”, avalia.

Para ele, o Ibovespa volta a atrair compras na região dos 100 mil pontos e retomaria o sinal de alta no rompimento das resistências dos 115.600 pontos e 119.600 pontos.

Já o Winfut tem suporte em 112.825 que deve ser perdido na abertura do pregão mirando os próximos suportes em 109.000 / 107.000 ou 102.000. Retomaria o sinal de alta acima dos 117.220 ou 120.820.

O Wdoh20 está em tendência de alta e deve superar a resistência nos 4.406,50 projetando teste de resistências em 4.500 ou 5.100. Tem suportes em 4.304 e 3.991. O IFR sobrecomprado só favorecerá realização em caso de fechamento negativo.

O Giba Coelho faz análises de ações todas as terças no grupo de Telegram do InfoMoney.

Análise técnica

Chamada de análise gráfica por alguns, ela parte do pressuposto de que tudo o que pode ser medido acerca do desempenho futuro de uma ação já está precificado.

Desse modo, os movimentos diários do papel teriam um componente muito maior de percepção psicológica dos investidores sobre se está caro ou barato, subiu demais ou caiu demais, do que de fundamentos.

As operações em análise técnica, então, são guiadas a partir de um estudo do gráfico do preço da ação, verificando quais patamares de preço geralmente atraem vendas (resistências) e quais outros atraem compras (suportes).

Outras ferramentas da análise técnica incluem o Índice de Força Relativa (IFR), que cruza dados de preço de fechamento com volume negociado de ações, projeção de Fibinacci e análise de médias móveis.

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De empresa familiar à listagem na Bolsa: conheça quem está por trás da Mitre Realty

Mitre

SÃO PAULO – Primeira empresa a estrear na Bolsa em 2020, a Mitre Realty (MTRE3) está com a operação a pleno vapor, em um ano de expectativa de maior retomada do mercado imobiliário. Liderada por Fabrício Mitre, a construtora e incorporadora tem origem familiar – o CEO representa a terceira geração.

Ao participar do quarto episódio do podcast “Banco Imobiliário”, o executivo contou um pouco de sua trajetória profissional, explicou as áreas de atuação do grupo, os novos projetos, como enxerga o mercado no momento atual e como avalia os fundos imobiliários. A gravação do programa aconteceu antes da listagem das ações da empresa na B3.

Com foco nos segmentos de média e alta renda em São Paulo, a Mitre tem duas linhas de imóveis: Raízes e Haus. A primeira marca é voltada à média renda em bairros de menor concorrência, enquanto a segunda se volta ao público de alta renda em localidades mais nobres da capital paulista.

Embora a história da companhia tenha começado há cerca de 60 anos, Mitre, de 35 anos, não começou sua carreira no grupo, fundado por seu avô. O engenheiro iniciou sua trajetória no mercado financeiro e, após alguns anos de experiências, decidiu assumir os negócios da família em 2008.

“Vi que minha família tinha uma joia na mão naquele momento de mercado claramente promissor”, conta o CEO, ressaltando que decidiu ingressar na empresa para profissionalizar os negócios e poder levar a Mitre para outro patamar.

O ano da estreia, contudo, passou longe do marasmo. Mitre lembra que o primeiro lançamento da empresa ocorreu em setembro de 2008, no fim de semana seguinte à quebra do banco americano Lehman Brothers. “Tinha tudo para dar errado.”

E o mercado brasileiro também sentiu o baque da crise financeira, com uma queda do patamar de vendas de 32 mil a 35 mil unidades, de 2007 a 2014, para 18 mil, em 2015, assinalou Mitre.

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Os anos para lá de desafiadores, contudo, parecem estar ficando para trás, beneficiados pela dinâmica atual de juros no piso histórico. “A dinâmica microeconômica de oferta e procura na capital é claramente favorável a uma retomada de preços que a gente já tem visto no mercado”, afirmou. “Sem dúvida, a gente está num ponto de inflexão, de um novo ciclo que começa.”

A Mitre levantou R$ 1,18 bilhão em sua abertura de capital, montante a ser destinado para a compra de terrenos e para o pagamento de custos de construção e despesas operacionais.

No episódio do “Banco Imobiliário” desta semana, Mitre abordou o mercado residencial e os fundos imobiliários que tendem a explorar cada vez mais esse nicho. “É uma grande opção que o investidor vai ter daqui para frente.”

Outro ponto de atenção recai sobre ativos de residência estudantil. O grupo Mitre opera nesse segmento por meio da Share Student Living, joint venture feita com a RedStone Residential.

Só na Grande São Paulo, contou, há 950 mil estudantes, dos quais 30% de fora, o que dá o tom do potencial desse mercado.

Apresentado por Marcelo Hannud, sócio especialista em mercado imobiliário da XP Asset, e por Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney, o “Banco Imobiliário” pode ser ouvido nas plataformas Apple Podcasts, Spotify, Spreaker, Google Podcasts, Castbox e demais agregadores de podcast. Você ainda pode conferir o programa na íntegra em nosso canal no YouTube.

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