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As pessoas mais felizes do mundo têm um problema de dívida

(Bloomberg) — As pessoas mais felizes do planeta vão receber ajuda para administrar as finanças.

Na Finlândia, que liderou o mais recente Relatório Mundial da Felicidade das Nações Unidas, o banco central está elaborando uma estratégia de alfabetização financeira para os cidadãos.

A ideia, concebida em um país que já supera grande parte do mundo rico no setor de educação, é descobrir se um pouco mais de perspicácia financeira ajudará finlandeses a se endividarem menos.

O endividamento das famílias finlandesas dobrou nas últimas duas décadas em um cenário de queda das taxas de juros e obsolescência gradual do dinheiro como forma de pagamento. A população da Finlândia, sede de empresas como Nokia e Rovio, criadora do famoso game Angry Birds, é conhecida pela maior habilidade em tecnologia do que a maioria. Mas a disposição de adotar pagamentos digitais em vez de dinheiro coincidiu com menos disciplina nos hábitos de consumo.

Agora, um recorde de 7% dos 5,5 milhões de cidadãos da Finlândia não conseguem pagar as contas, um aumento de 30% em relação aos últimos dez anos. Nos últimos anos, autoridades alertaram sobre o crescimento em particular do crédito ao consumidor.

Juha Pantzar, presidente da Guarantee Foundation, que ajuda pessoas muito endividadas a recuperarem o controle das finanças, diz que o fato de que “o dinheiro desapareceu” criou uma nova realidade que “obscurece a percepção de muitas pessoas sobre o dinheiro”.

“Muitas pessoas têm dificuldade em estimar onde o dinheiro é gasto, quanto terão no final do mês e quanto podem se dar ao luxo de pedir emprestado”, disse.

Há cerca de 20 anos, o dinheiro vivo era usado em 70% das transações de pagamento nas lojas, e os cartões representavam o restante. Agora, essas métricas mudaram: cartões, celulares e outros modos de pagamento digitais foram usados em mais de 80% das operações em 2018, de acordo com dados compilados pelo banco central.

Olli Rehn, o governador do Banco da Finlândia, diz: “Muitos consumidores já mudaram para o mundo digital” quando se trata de pagamentos. “As pessoas não têm mais as limitações físicas de orçamento que costumavam ter e isso dificulta a administração de suas finanças.”

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Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros?

moeda de R$ 1 notas de R$ 50 e R$ 100 real dinheiro

SÃO PAULO – A referência do mercado de juros no curto prazo é o CDI, taxa que acompanha a Selic. Mas em investimentos mais longos, que duram anos, décadas à frente, a baliza é outra. Nesses casos, os investidores se guiam pelas chamadas NTN-Bs.

Hoje chamados de Tesouro IPCA+, esses títulos públicos pagam uma taxa acima da inflação acumulada no período. É por isso que papéis desse tipo são utilizados para contratar ganhos por longos períodos, em que o risco inflacionário é maior. Atualmente, por exemplo, os prazos das NTN-Bs oferecidas pelo Tesouro chegam a trinta anos.

O ano passado, contudo, foi um exemplo de como esses papéis podem gerar ganhos expressivos no curto prazo. Em 2019, houve valorizações de até 58%, com a maior parte desse desempenho fruto de ganho de capital provocado pela marcação a mercado.

Isso porque os preços dos papéis sobem quando os juros diminuem – se os títulos são mantidos até o vencimento, porém, o rendimento recebido é aquele combinado no momento da compra. Desse modo, os fundos de inflação tiveram os melhores desempenhos entre os fundos de renda fixa de varejo em 2019. (Confira matéria completa aqui.)

Com base em dados da Economatica, o InfoMoney levantou os 50 fundos de renda fixa com maior retorno em 2019, entre os que perseguem o índice IMA-B (ou suas variações IMA-B5 e IMA-B5+), uma cesta de títulos públicos atrelados à inflação.

Em média, eles entregaram rentabilidade de 24,3% no ano passado. O fundo com maior retorno, Porto Seguro Inflação IMA-B 5+, registrou ganho de 31,3%.

Conforme se destacavam, os produtos recebiam aportes significativos: os 50 fundos registraram juntos captação líquida de R$ 16 bilhões em 2019. O patrimônio médio deles durante o ano totalizou R$ 50 bilhões.

Tal entrada de recursos foi na contramão da indústria de renda fixa, que registrou saldo negativo de R$ 69,3 bilhões no ano passado, o pior resultado desde 2008.

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Do mesmo modo que gerou ganhos, contudo, a reprecificação dos títulos pode provocar perdas de magnitude semelhante.

Com a proximidade do fim do ciclo de corte de juros, muitos investidores começaram a embolsar os lucros com esses produtos. Em janeiro, houve mais resgates do que aplicações nos 50 fundos, deixando o saldo líquido negativo em R$ 1,4 bilhão.

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Para especialistas, um cenário negativo para os títulos atrelados à inflação não é provável em 2020. O ganho de capital, no entanto, não deve ser grande fonte de lucros.

Gilberto Kfouri, responsável por renda fixa e multimercados da BNP Paribas Asset Management, assinala que os grandes retornos gerados pelo movimento de cortes de juros já aconteceram. Desse modo, como o potencial de ganho é bem menor, os riscos se tornam mais significativos para esses produtos.

Ele destaca que, se em 2019, o IMA-B rendeu 23%, contra um CDI de 6%, o prêmio agora deve ser várias vezes menor. Enquanto investimentos atrelados ao CDI devem gerar um retorno na casa de 4% em 2020, aponta Kfouri, os fundos de inflação devem render por volta de 6,5% (inflação projetada acrescida das taxas pagas atualmente).

“Achamos que [o produto] ainda faz sentido, mas não veremos os desempenhos do ano passado, bem longe disso. Não vejo muito potencial de ganho com o fechamento das taxas”, afirma.

O cenário mais provável, afirma Kfouri, contempla, no máximo, mais um corte de 0,25 ponto da Selic, que ficaria estável até 2021. A partir de então se iniciaria uma normalização da política monetária, ou seja, os juros seriam elevados até uma taxa neutra, deixando de ficar em níveis estimulativos. Nesse caso, o cenário base é que os juros cheguem a no máximo 7% nos anos seguintes, diz.

Entre os riscos no caminho, Kfouri aponta um eventual desvio no rumo das reformas de cunho fiscal, bem como uma aceleração muito forte da atividade, que obrigaria o Banco Central a efetuar um aperto monetário mais intenso. Esse último risco é menor, avalia, ressaltando que uma atividade mais forte beneficiaria outras classes de ativos.

“Para o curto prazo, os dois riscos são baixos. Para o médio prazo, o risco de não se atingir uma estabilização fiscal é maior”, afirma, apontando que a proximidade do período eleitoral em 2022 adiciona mais incertezas.

Foco deve estar no longo prazo

Marcos Rechtman, gestor de renda fixa da Icatu Vanguarda, destaca que os fundos de inflação foram desenhados para horizontes de longo prazo, protegendo os investidores do avanço dos preços de maneira mais eficiente do que investimentos atrelados aos juros de curto prazo.

“O dinheiro para os próximos seis meses, a reserva de emergência, deve estar em CDI”, alerta. O horizonte ideal, avalia, é de pelo menos cinco anos nos fundos de inflação.

Ele explica ainda que a gestão nesses fundos não costuma ser ativa. O objetivo é seguir, com uma margem de ação pequena, os índices de referência. Assim, os gestores não propõem mudanças significativas no portfólio por antever um possível aumento das taxas de juros. Momentos de perda, portanto, são inevitáveis em produtos assim.

Em 2015, quando a Selic começou o ano a 11,75% e terminou a 14,25% ao ano, o IMA-B fechou com retorno de 8,9%, contra um CDI de 13,2%. “A ideia do fundo é permitir uma alocação dinâmica da carteira de acordo com o objetivo. Se um cenário é mais adverso, o investidor pode eventualmente aumentar sua parcela pós-fixada.”

Se 2020 ainda deve trazer retornos razoáveis, a perspectiva para esses fundos em 2021 já é pior, aponta Breno Martins, analista de renda fixa da Mongeral Aegon Investimentos. “O jogo no ano que vem é ver quando começa o outro ciclo e até onde ele vai”, diz. “Quando entrar em um ciclo de alta, os fundos vão trazer um retorno pior, até negativo.”

A expectativa do mercado financeiro é que a taxa básica de juros suba para 6%, ao fim de 2021.

O economista chama a atenção para a baixa volatilidade dos retornos recentes na classe, que não deve ser entendida como natural. “A princípio, o cenário à frente não assusta tanto. Mas estamos trabalhando em níveis muito baixos [de volatilidade] e qualquer coisa acima disso já começa a fazer uma pressão.”

Martins afirma ainda que uma boa estimativa para a volatilidade dos produtos que seguem o IMA-B nos próximos anos fica em torno de 5%, tomando como base o histórico de oscilações. Como essa variação é maior quanto mais longos forem os títulos, fundos que buscam retornos do IMA-B5+ tendem a balançar mais.

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Bancos realizam leilões de 100 imóveis com descontos de até 70%

São Paulo – Durante o mês de fevereiro, os bancos Santander e Itaú Unibanco realizam leilões de imóveis. São cerca de 100 imóveis com descontos de até 70%.

Os imóveis estão localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco, Pará e Goiás.

 

O primeiro leilão é o do Santander no dia 19 de fevereiro. Entre os imóveis em destaques estão uma casa em Pernambuco a partir de R$ 43.313,00. Em São Paulo, o destaque é um lote no Parque dos Príncipes, área nobre da cidade, com desconto de mais de 40%.

O leilão do Itaú ocorre no dia 21 de fevereiro. O banco quitará débitos de condomínio e IPTU até a data do evento. Também haverá desconto de 10% para quem comprar o imóvel à vista.

Os leilões serão todos feitos tanto de forma online como presencial. Para a participação pela internet, o interessado deverá se habilitar no site da leiloeira Biasi Leilões (www.biasileiloes.com.br). Já para quem quiser participar pessoalmente, o auditório da Biasi Leilões fica na Avenida Fagundes Filho, 145 – conj. 22  na capital paulista.

Carteira gráfica da XP troca duas ações nesta semana; confira as mudanças

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou nesta segunda-feira (10) a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 7 a 14 de fevereiro, e a opção foi por trocar dois dos papéis do portfolio.

Saíram as ações de Minerva (BEEF3) e CCR (CCRO3), que perderam suportes importantes, e entraram São Martinho (SMTO3) e Suzano (SUZB3).

De acordo com Gilberto Coelho, o Giba, analista responsável pela carteira, a ação da São Martinho está acima da média móvel de 21 dias, projetando altas até os patamares de R$ 29,00 ou R$ 33,00. Os suportes do papel estão localizados nos níveis de R$ 24,84 e R$ 23,52, tornando-se bons pontos para o investidor colocar “stop loss“.

Já a ação da Suzano teria atingido boas regiões de suportes entre R$ 37,90 e R$ 35,88, favorecendo a busca de níveis de preços em R$ 42,00 ou R$ 45,30.

O analista desde o fim de dezembro passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana, a carteira Top Picks caiu 0,76%, ante uma alta de 0,86% do Ibovespa.

As ações da CCR tiveram as maiores perdas do portfolio, caindo 3,29%, enquanto Minerva caiu 2,93%. As outras ações da carteira registraram ganhos na semana. Itaú subiu 2,26%, Hapvida teve leves ganhos de 0,13% e Cogna valorizou em 0,52%.

Confira, abaixo, as recomendações para esta semana. Para investir nelas, clique aqui e abra uma conta gratuita na XP.

Empresa Ticker Peso
Itaú Unibanco ITUB4 20%
São Martinho SMTO3 20%
Suzano SUZB3 20%
Hapvida HAPV3 20%
Cogna COGN3 20%

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Tesouro Direto: confira as taxas dos títulos públicos; novos papéis passam a ser ofertados

SÃO PAULO – Os títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, operam sem direção definida nesta segunda-feira (10), quando novos títulos passam a ser ofertados pela plataforma.

Entre os destaques do dia, o relatório Focus, do Banco Central, mostrou uma queda na projeção para a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2020, de 3,40% para 3,25%, ficando estável em 3,75% para 2021.

As perspectivas para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foram preservadas, indicando crescimento de 2,30% da economia neste ano e de 2,50%, em 2021. Com relação aos juros, o mercado manteve sua projeção de Selic em 4,25% para este ano, e de 6,00% para o ano que vem.

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No ambiente externo, investidores seguiram monitorando os impactos do coronavírus, com a notícia de que a China adiou o retorno das empresas por conta da epidemia. Já chegou a 40,2 mil o número de pessoas infectadas e a 908 o total de mortos.

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2026 oferecia um prêmio anual de 6,34%, ante 6,36% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 34,83 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 696,79.

Nos papéis indexados à inflação, a taxa não sofreu alterações nos títulos com vencimentos em 2035 e 2045, que pagavam 3,31% ao ano. Já o retorno do Tesouro IPCA+2026 cedia de 2,65% para 2,63% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Tesouro passa a contar com novos papéis

A partir desta segunda-feira, novos títulos públicos passaram a constar na plataforma do Tesouro Direto, em substituição a papéis com prazos mais curtos de vencimento.

Entre os títulos prefixados, os com vencimento em 2022 e 2025 foram substituídos pelos com prazos em 2023 e 2026, enquanto o papel com juros semestrais e vencimento em 2029 deu lugar ao mesmo título com prazo em 2031.

Houve mudança ainda no grupo de papéis com retornos indexados à inflação. Caso do Tesouro IPCA+2024 e dos papéis com juros semestrais e vencimentos em 2026, 2035 e 2050, que foram trocados, respectivamente, pelo Tesouro IPCA+2026, e pelo Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2030, 2040 e 2055.

Como investir com a Selic a 4,25% ao ano?

Com a queda dos juros, produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos, e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic.

Nos últimos 12 meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA neste ano se confirme.

Além de os juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, a perspectiva de que eles voltem a subir colocam novo desafio para o aplicador brasileiro.

O InfoMoney conversou com especialistas do mercado financeiro para entender como o investidor deve se posicionar neste cenário. O consenso foi de que as aplicações deverão buscar horizontes mais longos e que, independentemente do perfil de risco do investidor, alguma parcela do portfólio deve estar alocada em ativos mais arriscados, de forma a garantir melhores rentabilidades. A matéria completa você confere aqui.

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Abacates são o novo carvão para fundos de hedge que perseguem caixa sustentável

Abacateiro

(Bloomberg) — À medida que clientes se preparam para recompensar e punir gestores de recursos por suas credenciais ecológicas, mais hedge funds começam a tomar medidas concretas: desde plantar abacateiros até vender ativos de carvão. Tem sido uma rápida mudança de opinião: há pouco mais de um ano, menos de 4 em cada 10 hedge funds consideravam que fatores ambientais, sociais e de governança, conhecidos pela sigla ESG em inglês, estavam ganhando importância.

Mas rivais que incorporaram questões ESG agora registram entradas recordes, enquanto investidores influentes ameaçam demitir gestores que não reduzem seus riscos climáticos. Com isso, hedge funds enfrentam a perspectiva de perder seus próprios clientes em um setor que registra uma rápida saída de recursos em meio a uma série de promessas verdes de empresas como TCI Fund Management e Algebris Investments.

“Independentemente se alguém vê isso como jogada de marketing ou como um esforço mais genuíno para mitigar seu impacto ambiental, o resultado é inquestionavelmente positivo”, disse Adam Jones, sócio da consultoria de investimentos Albert E. Sharp. É “algo que nosso processo de investimento procura identificar em um gestor de fundos”.

Colocar hedge funds e clima na mesma frase normalmente gera sarcasmo em um setor conhecido por suas motivações de lucro sem compromissos. Mas com US$ 3 trilhões em ativos, capacidade de fazer apostas contra ações e exigir mudanças nas carteiras de investimentos, esses fundos têm grande poder para influenciar poluidores ou apoiar empresas verdes.

O líder atual do grupo é Chris Hohn. Quando o chefe do TCI realizou seu encontro anual com investidores em meados do ano passado no hotel Mandarin Oriental, em Nova York, uma pista da futura estratégia da temida empresa ativista foi oferecida no menu: um banquete de guloseimas veganas e nem uma fatia de carne à vista.

Talvez na mensagem mais clara do setor para gerências e conselhos, Hohn pressiona empresas de seu portfólio a reduzirem emissões ou sofrerem as consequências. Com US$ 30 bilhões em ativos sob gestão, ele também pediu a demissão de gestores que não pressionam empresas a reduzirem a pegada de carbono. Hohn chegou a doar 200 mil libras (US$ 260,4 mil) ao movimento climático radical Extinction Rebellion.

Embora alguns colegas de Hohn ainda não tenham adotado uma linha tão dura, alguns vão na mesma direção. A londrina Algebris, de Davide Serra, com US$ 12,5 bilhões em ativos, está plantando 25 mil pés de eucalipto, manga, laranja, abacate e mamão em vilarejos da Tanzânia para compensar sua pegada de carbono, se unindo a programas semelhantes do Fórum Econômico Mundial e influenciadores do YouTube.

“Investir é nossa missão e ESG é nossa alma”, escreveu Serra aos clientes enquanto anunciava os planos para combater as mudanças climáticas no mês passado.

A Lyxor Asset Management, com sede em Paris, que administra quase 170 bilhões de euros (US$ 188 bilhões) em investimentos e oferece estratégias de hedge funds, está saindo de empresas muito expostas ao carvão térmico. Até agora, a empresa vendeu ativos de cerca de 350 milhões de euros. A AQR Capital Management, de Cliff Asness, administra US$ 10 bilhões em carteiras de baixo carbono, enquanto mais de 80% de seus US$ 186 bilhões em ativos usam sinais de trading relacionados ao ESG.

A Man Group, maior empresa de hedge fund de capital aberto do mundo, tem uma política de usar energia renovável em seus edifícios sempre que possível. Cerca de 75% de seus funcionários trabalham nesses escritórios. A Winton, firma de investimento quantitativo do bilionário David Harding, está ajudando a apoiar empresas em estágio inicial que desenvolvem tecnologias renováveis de ponta, como fusão nuclear e energia solar.

Alguns dos maiores hedge funds do mundo, como Millennium Management, Renaissance Technologies e Marshall Wace, não quiseram comentar quando perguntados sobre suas iniciativas ESG. O maior de todos, Bridgewater Associates, não respondeu aos pedidos de comentários.

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Receita do Atmos, melhor fundo de ações da década: não errar, em vez de acertar na mosca

SÃO PAULO – Há certas palavras proibidas na Atmos Capital, gestora carioca criada em 2009. Uma delas é “convicção”. Fundadores da casa, Bruno Levacov e Lucas Bielawski são não-convictos com orgulho: eles raramente perseguem “a” grande aposta.

A lógica é que a dúvida permanente em relação às próprias decisões de investimento afasta a rigidez e abre espaço para a flexibilidade nos investimentos, dando margem para que possam mudar de ideia sem peso na consciência. Gerar bons resultados ao longo do tempo, afinal, depende menos de fazer algo brilhante – e mais de não fazer nada estúpido, defendem.

Esse mantra, incomum em um ambiente competitivo como o mercado financeiro, conduziu a gestora a um feito e tanto: o Atmos Ações, principal fundo da casa, foi eleito o melhor fundo de ações da década pelo ranking InfoMoney-Ibmec 2020, com um retorno acumulado de 647,44%, quase dez vezes maior que o do Ibovespa no mesmo período.

A filosofia da Atmos de evitar riscos desproporcionais se reflete em alguns marcos conquistados pelo fundo. Historicamente, por exemplo, os maiores impactos negativos causados por maus investimentos não passaram de 2% da carteira. Das duas, uma: ou a equipe de gestores opta por papéis considerados mais seguros, ou compra uma posição pequena quando as ações envolvem um nível de risco maior.

A Atmos se tornou conhecida nos últimos anos por não se apegar a teses de investimento como se estivessem escritas em pedra. Entre 2013 e 2015, a Bolsa brasileira teve três anos de desempenho sofrível. O fundo, por sua vez, valorizou dois dígitos em todos eles. A estratégia foi mudar o foco. Embora normalmente permaneçam comprados em ações o tempo todo, os gestores não se encabularam ao buscar instrumentos alternativos durante o pior da crise.

Nesse período, investiram em títulos públicos de longo prazo atrelados à inflação. Alocaram parte do patrimônio em dólares. Compraram bonds no mercado internacional, e abriram até uma pequena exposição em ações globais. Mantiveram-se dentro dos limites da regulação, que obriga fundos de ações a investir pelo menos dois terços do patrimônio em ações de fato. Com o terço que sobrou, no entanto, fizeram combinações para reduzir as chances de perda – e com elas, acabaram ganhando bastante dinheiro.

Adotar esse tipo de proteção, é claro, teve seus custos. Enquanto o Ibovespa avançou 39% em 2016, o Atmos ganhou 26%. Em 2017, o placar foi de 27% a 21%, também em favor do Ibovespa.

Investimentos de valor

“A Atmos segue a escola do value investing. Os gestores procuram ações de empresas não tão óbvias e que, por isso, sejam menos visadas”, diz um analista de fundos. “Eles olham menos para o cenário macroeconômico e mais para os detalhes de cada papel. Com isso, não se deixam influenciar pelos grandes movimentos ao tomar suas decisões de investimentos.”

A origem dos fundadores ajuda a entender esse ponto. Levacov veio da Investidor Profissional, uma das primeiras gestoras de fundos do país. Bielawski era da Gávea Investimentos. Seus primeiros sócios também trabalharam nas mesmas casas.

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Hoje, com um total de 10 sócios, a Atmos é a oitava maior gestora de fundos de ações do país, com quase R$ 9 bilhões sob gestão, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Cerca de dois terços desse patrimônio foi formado somente pela valorização dos investimentos. A captação de recursos responde por um terço, já que o fundo da casa está fechado para novos investidores há anos. Sempre operando uma só carteira, a Atmos é monoproduto por opção. “Quanto mais nosso sucesso depende de um só produto, mais chances de entregarmos um bom desempenho e mais leal nossa relação com os cotistas”, diz Levacov.

O fundo campeão tem uma carteira formada por cerca de 20 papéis. Eles raramente estão focados em um segmento específico da economia. Nos últimos dois anos, algumas das posições com melhor desempenho foram em ações de Alpargatas, Eneva e Equatorial Energia. Já tiveram também papéis da Cielo, da Lojas Renner e da Localiza.

“Em comum, são empresas mais ligadas ao desempenho da economia doméstica. A Atmos sobressaiu com ações de consumo e varejo, evitando as que pudessem sofrer o impacto dos preços das commodities ou de uma mudança estrutural de mercado, como as estatais”, afirma o analista de fundos.

Nova economia

Recentemente, o tema a que os gestores têm dedicado mais tempo de estudo é a “nova economia”, jovens empresas de base tecnológica com modelos de negócio muito distintos dos tradicionais grandes nomes da Bolsa. Em um ajuste de velas “tímido”, como diz sua mais recente carta a investidores, a Atmos tem hoje cerca de 10% do portfólio alocado em empresas como Stone, Mercado Livre e Banco Inter.

Não é um movimento trivial para um fundo como o Atmos, tão focado em equilibrar retorno e risco. Mas, na visão dos gestores, “ter um portfólio concentrado em declinantes incumbentes geradores de caixa, mesmo que estes estejam incrivelmente descontados, pode ser a verdadeira antítese da proteção de patrimônio”, como defendem na carta aos investidores. “Para complementar, a atual abundância de capital resulta na atribuição de múltiplos estratosféricos aos negócios maduros com algum crescimento, justamente quando estão mais próximos de serem disruptados.”

Conheça os gestores dos melhores fundos de investimentos do país e saiba o que eles recomendam para 2020: participe do Fórum Melhores Fundos 2020

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Caixa inicia na quinta pagamento do PIS para nascidos em março e abril

A Caixa inicia na próxima quinta-feira (13) o pagamento do Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS) calendário 2019/2020, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Os beneficiários com conta individual na instituição, cadastro atualizado e movimentação, o crédito está sendo feito nesta terça (11).

Segundo a Caixa, receberão o abono mais de 3,6 milhões de trabalhadores, totalizando R$ 2,7 bilhões em recursos injetados na economia. Os valores variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do beneficiário e tiveram início em julho de 2019, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho deste ano.

O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento ao Cidadão, no telefone 0800 726 0207.

O banco disponibilizará cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário.

Quem tem direito

Pode receber o benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano base 2018.

Como os produtos do Nubank podem ajudar a controlar as suas finanças, segundo 5 clientes

Nubank - Cliente Luana
A Luana se rendeu à facilidade do Nubank para gerenciar seu dinheiro.

Faz dois anos que Luana Gardin é cliente do cartão de crédito Nubank.

No entanto, foi quando ela resolveu correr atrás do próprio sonho, que a fintech se tornou uma parceira decisiva. Experiente advogada trabalhista, Luana decidiu trocar as audiências pelos tratamentos naturais.  

Agora, como naturopata, ela fez uma Nuconta, a conta do Nubank,  por conta das facilidades. “Antes eu tinha um salário, era o mesmo valor todo mês, mas agora esse montante varia. Por isso, eu preciso ter um controle financeiro melhor. Com a conta do Nubank, eu consigo separar o valor que eu preciso para pagar meus gastos fixos”, conta. 

A função “Guardar Dinheiro” da conta digital do Nubank permite reservar uma parte dos valores depositados em uma área separada do saldo para o dia a dia. Com essa funcionalidade,o cliente ganha  mais controle para organizar as suas finanças e pode usar  a NuConta tanto para gastos como para reservas – sem medo de confundir as quantias. 

Todo dinheiro depositado na NuConta, rende mais do que a poupança, a 100% do CDI, e tem liquidez diária.  

Além dessas funções, Luana está bastante satisfeita com a isenção de tarifas. “Eu posso fazer transferências ilimitadas sem cobranças, sem contar que não tem tarifa de manutenção”, conta. A fintech estima que, por mês, cada cliente economize o equivalente a R$ 40 com os serviços gratuitos que a conta do Nubank oferece. 

Fã do serviço da fintechLuana  também tem o cartão com a função débito habilitada. Segundo a jovem, a NuConta oferece ainda uma série de funções úteis que não estão disponíveis em outras instituições financeiras.  

Um exemplo é a função Cobrar Amigos, que permite que usuários da conta do Nubank enviem para qualquer pessoa todos os dados necessários para uma transferência.

Basta entrar na conta, clicar em Cobrar e digitar o valor. Em instantes, o app exibe uma página com um código QR com os dados para transferência, incluindo o valor a ser pago. 

Clientes da NuConta só precisam clicar no link compartilhado para acessar uma página direto no app com todas as informações da transferência, que deve ser confirmada com senha.

Também é possível escanear o código QR diretamente na sessão de Transferências dentro do aplicativo do Nubank. Transferência dentro do app. 

Nação Roxa  

Recentemente o Nubank chegou a marca de 20 milhões de clientes.

Para festejar o marco, a fintech criou a Nação Roxa, uma nação sem fronteiras, sem burocracia e que não cobra tarifas abusivas.

Entre os 20 milhões de cidadãos roxos está a engenheira eletrônica Patrícia Nedina Gonçalves de Mesquita.

Ela é uma das cidadãs que proclama a liberdade e a falta de burocracia, e está  satisfeita com o Nubank. “Eu já fiquei meia hora explicando a uma amiga que ela PRECISAVA de um roxinho (cartão de crédito do Nubank)”, brinca Patrícia.  

A engenharia tem cartão de crédito, NuConta e o Rewards, programa de pontos do cartão de crédito Nubank. “Um amigo me falou sobre o Nubank Rewards e achei fantástico”, conta.  

O programa de benefícios Nubank é diferente dos programas de cartões de crédito tradicionais. Pelo aplicativo, o cliente pode acompanhar o acúmulo de pontos, que são creditados instantaneamente (cada R$1 em compras corresponde a 1 ponto), sem a necessidade de esperar o fechamento da fatura. Os pontos também nunca expiram e os clientes podem decidir o melhor momento para usá-los.  

O Nubank Rewards é um serviço opcional e com custo de R$19 ao mês ou R$190 ao ano.  

Patrícia também tem elogios para os outros serviços. “Eu gosto de tudo no Nubank. No cartão de crédito, o melhor mesmo é controlar meu limite pelo aplicativo. Na NuConta, são os TEDs gratuitos”, complementa.

Nubank - Cliente Débora
A Débora usa a função de antecipar as parcelas para conseguir desconto mesmo quando a loja não dá.

Planejamento financeiro 

Para a analista de tráfego e performance Débora Beatriz, a escolha pelo Nubank foi porque ela queria ter um melhor controle financeiro. “Com o cartão de crédito do Nubank, eu consigo definir qual é o meu limite pelo aplicativo”, comenta. 

Além disso, Débora também utiliza a função Antecipar Parcelas. “É ótimo. Se uma loja não me dá desconto à vista, eu parcelo com o cartão de crédito Nubank. Depois, entro no aplicativo, antecipo quantas parcelas eu quero e ainda tenho desconto”, complementa.  

A função “Antecipar Parcela”, desenvolvida em resposta a uma alta demanda dos clientes, permite que o consumidor tenha desconto em compras parceladas. O usuário poderá fazer uma simulação para conferir o desconto oferecido e o número de prestações antecipadas. Assim que o processo for confirmado, o desconto já será adicionado em sua fatura.  

Débora também elogia a opção de acessar os gastos e o gráfico de compras que aparecem no próprio aplicativo do Nubank. “É bem interessante porque ele me mostra em que setor eu estou gastando mais, se é alimentação, transporte …”, conta. 

O viajante 

O jornalista Carlos Eduardo Banhos é cliente Nubank há menos de seis meses, mas já está satisfeito. Viajante assíduo, na primeira viagem que fez com o roxinho, ele usou o aplicativo para liberar o cartão de crédito para compras internacionais. 

“Esse aviso foi super simples. Eu nem precisei detalhar o destino ou período”, conta. O próprio sistema do Nubank já entende essas informações a partir dos padrões de compra de cada cliente. 

Carlos também assinou o Rewards. “Fiz as contas e percebi que pelo valor que eu gasto no cartão de crédito, eu seria bastante beneficiado, já que há a opção de apagar as compras da fatura usando pontos”, complementa.  

Nubank - Cliente Larissa
A Larissa gosta da segurança de usar a versão virtual do roxinho para compras online.

Segurança 

A designer Larissa Castilho também usa o cartão de crédito Nubank, além de ter a NuConta. “Gosto bastante da opção do cartão virtual. Me sinto mais segura ao fazer compras, principalmente em sites internacionais”, conta. 

O cartão virtual funciona como um segundo cartão, conectado à mesma fatura e limite, mas com número e código de segurança diferentes. É possível bloquear e desbloquear o cartão sempre que quiser. 

Outra função que Larissa usa bastante é opção de realizar compras por aproximação (contactless), em que basta aproximar o cartão da maquininha para finalizar a transação, que pode ser no débito ou no crédito.  

A designer afirma que o fato de poder colocar dinheiro na conta do Nubank por meio de boletos de depósito é algo muito útil. “Assim eu consigo transferir o valor de uma conta que eu tenho em outro banco sem ter que pagar uma taxa”, comenta.  

Campeão no atendimento 

Já deu para perceber que algumas facilidades dos produtos Nubank são quase unanimidade. Porém, tem algo que é imbatível: o atendimento 

Em todos os depoimentos, os clientes elogiaram a atenção dada pela empresa.  

“Precisei usar duas vezes o atendimento. As duas foram pelo chat e tudo foi resolvido facilmente”, conta Luana Gardin. 

Você também quer ter essas experiências? Abra sua conta do Nubank e solicite seu cartão de crédito aqui. 

 

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Publicada portaria que reajusta benefícios do INSS

São Paulo — Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão reajustados, em 4,48%, a partir de 1º de janeiro de 2020. Com isso, a partir de 1º de fevereiro de 2020, o salário de benefício e o salário de contribuição não poderão ser inferiores a R$ 1.045,00 nem superiores a R$ 6.101,06.

O reajuste atinge as pensões especiais pagas às vítimas da síndrome da talidomida, às pessoas atingidas pela hanseníase e aos benefícios de prestação continuada pagos pelo INSS correspondentes a aposentadorias, auxílio-doença e pensão por morte.

Portaria

A portaria que trata dos reajustes dos benefícios do INSS está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (11).

Ela prevê ainda que o valor da cota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade, a partir de 1º de janeiro de 2020, é de R$ 48,62 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.425,56.

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