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Na busca por passagens aéreas baratas, temos de enfrentar máquinas

Você acredita que poderá facilmente encontrar os melhores preços de passagens aéreas e diárias de hotel para suas próximas férias ou sua viagem de negócios? Pense outra vez.

Os provedores de viagens agora usam software de inteligência artificial para alterar o preço de suas ofertas, às vezes dezenas de vezes por dia, para maximizar a receita. Para viajantes de negócios e lazer, o resultado é uma variação alucinante, em que as empresas de viagens quase sempre levam vantagem.

Tradicionalmente, hotéis e companhias aéreas precificavam suas ofertas dependendo dos períodos de pico de demanda, dos dados de vendas passadas e do número de reservas atuais. Hotéis individuais poderiam fazer mudanças se, por exemplo, estivessem mais vazios que o habitual em uma data próxima, e um preço mais baixo estimularia a demanda.

Agora, mudanças nos preços estão sendo feitas com muito mais frequência. A prática, chamada de “preço hiperdinâmico”, está pronta para um crescimento significativo, disse Angela Zutavern, diretora executiva da empresa de consultoria em tecnologia AlixPartners e autora de “The Mathematical Corporation: Where Machine Intelligence and Human Ingenuity Achieve the Impossible” (A Corporação Matemática: Onde a inteligência das máquinas e a engenhosidade humana alcançam o impossível, em tradução literal).

Os preços hiperdinâmicos levam em consideração muitos dados. Juntamente com informações históricas e sazonais, os novos sistemas de IA vasculham a web em busca de eventos globais, previsões meteorológicas, pesquisas no Google, postagens em redes sociais, horários e locais de eventos e outros fatores que poderiam afetar a demanda, disse Zutavern.

A cantora e rapper Lizzo acabou de anunciar uma turnê de shows? O sistema pode antecipar um aumento na demanda por hotéis das cidades em que ela vai se apresentar, aumentando suas diárias. Há um furacão nos noticiários? Os preços dos voos podem precisar baixar para atrair os viajantes a locais tropicais.

“Os sistemas dão aos hotéis e a outras empresas de viagens a capacidade de fazer mudanças mais frequentes e testar o impacto dessas mudanças de preços”, disse Zutavern.

De acordo com uma pesquisa do aplicativo de previsão do preço de passagens aéreas Hopper, com sede em Montreal, o valor médio de um voo doméstico nos EUA muda 17 vezes em apenas dois dias, enquanto os voos internacionais mudam doze vezes nesse período. Os preços em rotas de alto tráfego, como entre Nova York e Londres, podem mudar até 70 vezes ao longo de dois dias.

Theresa Van Greunen, vice-presidente assistente de comunicações corporativas da Aqua-Aston Hospitality, com sede no Havaí, disse que sua empresa gerencia hotéis afiliados à Marriott e à Hilton, e que cada um tem seu próprio sistema proprietário de preços dinâmicos. Também gerencia cerca de 40 hotéis independentes que usam o sistema de preços da Aqua-Aston. Todos empregam inteligência artificial.

“A IA nos dá maior compreensão de nossos dados e oportunidades de sermos mais ágeis”, disse ela, não apenas nos preços das diárias, mas sugerindo à administração hoteleira como precificar ofertas especiais e a quem enviar essas ofertas, com base no retorno financeiro esperado.

Esses tipos de informações são “especialmente importantes para operadoras menores que tentam competir com marcas globais gigantes”, disse ela.

Algumas empresas de viagens estão comprando firmas de tecnologia para ter acesso a novos recursos de preços. No outono passado, a Oyo Hotels and Homes, uma cadeia de hospitalidade da Índia, comprou a Danamica, empresa dinamarquesa de dados e preços dinâmicos.

Em resposta aos preços flutuantes, os departamentos de viagens corporativas que reservam viagens de negócios para seus funcionários começaram a desenvolver estratégias para pegar os preços mais baixos. No ano passado, a Egencia, plataforma de reservas de viagens corporativas da Expedia, introduziu um recurso que vasculha a internet em busca de preços de passagens aéreas que já foram compradas por meio de seu sistema. Se uma tarifa mais barata para o mesmo voo e classe de serviço for encontrada dentro de sete dias após a compra, o sistema automaticamente cancela e remarca o bilhete sem qualquer ação necessária do viajante ou da empresa do viajante.

A Egencia está lançando um recurso semelhante para diárias de hotel, que busca preços menores e refaz a reserva do quarto com o valor mais baixo. A empresa cobra uma pequena taxa dos clientes quando encontra e remarca valores mais baixos.

A Egencia também está introduzindo o Smart Mix, que analisa os dados dos viajantes de negócios para determinar suas preferências – voos matutinos versus noturnos de sua cidade natal, por exemplo, ou hospedagem em determinadas redes hoteleiras –, e combinando essas informações com as políticas de viagem de seus empregadores para sugerir voos e hospedagens apropriados.

Os consumidores individuais não podem competir com os recursos e o poder computacional das empresas de viagens, mas há algumas maneiras de melhorar suas chances de obter uma boa tarifa ou diária.

Gary Leff, fundador do blog de viagens View From the Wing, aconselha os viajantes a evitar reservar quartos de hotel que não permitem reembolsos ou alterações, mesmo que o preço seja ligeiramente menor que o de uma diária mais flexível. Ele recomenda que os viajantes verifiquem periodicamente taxas mais baixas no site do hotel ou em outros sites que o hotel possa cobrir. Membros de alguns grupos, como o AAA, podem muitas vezes obter uma diária tão baixa quanto as não reembolsáveis, e sem as restrições, disse ele.

Além disso, muitos agentes de viagens podem oferecer quartos de hotel e passagens aéreas com desconto, repassando vantagens que recebem por trabalhar com consolidadores que compram blocos de bilhetes e quartos de hotel com desconto.

A empresa responsável pelo aplicativo Hopper, que afirmou ter cerca de 45 milhões de clientes em 120 países, disse que analisou dez anos de preços de companhias aéreas, monitorou os preços dos hotéis em todo o mundo e rastreou o comportamento dos clientes para oferecer conselhos aos viajantes sobre o momento de reservar quartos de hotel, comprar passagens e conseguir rotas ideais. Além disso, sugere alternativas para economizar dinheiro.

O Hopper também analisa as interações dos clientes dentro de seu sistema para dar sugestões. Se, por exemplo, um grande número de viajantes que está monitorando o preço dos voos de Nova York para Roma também está monitorando as mesmas datas de Nova York para Milão, o sistema de recomendação de IA do Hopper pode sugerir Milão como um destino alternativo para todos os clientes que estão monitorando os preços de Roma, mesmo que não tenham pensado em voar para Milão. “Se há um número suficiente de pessoas fazendo isso, o sistema considera uma alternativa viável que os clientes podem querer”, disse Lalonde.

Os hotéis são mais propensos a exibir preços diferentes para o mesmo quarto em sites diferentes do que as companhias aéreas, disse ele, de modo que o Hopper monitora a web em busca de pacotes de hospedagem, vendas rápidas, preços disponíveis apenas para clientes em determinados locais e outras tarifas.

“Fazemos toda a busca”, disse Lalonde. A empresa recebe comissões pelas vendas que faz.

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Lançamentos e vendas de imóveis em SP crescem quase 50% em 2019

O mercado imobiliário da capital paulista confirmou o movimento de recuperação iniciado há cerca de dois anos e encerrou 2019 com recorde de lançamentos e vendas, de acordo com pesquisa divulgada, nesta quinta-feira (13), pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). O levantamento considera apenas os imóveis residenciais novos.

Os lançamentos no ano passado cresceram 49,6% em comparação com o ano anterior, totalizando 55,5 mil unidades. As vendas subiram 49,5% no mesmo período, chegando a 44,7 mil unidades. Tanto os lançamentos quanto as vendas foram os maiores já registrados desde 2004 na capital paulista.

Em 2016, o mercado havia registrado o recorde de baixa, com menor volume de lançamentos e vendas da série histórica, em decorrência da crise econômica nacional.

“Saímos do fundo do poço em 2016, melhoramos em 2017, tivemos crescimento significativo em 2018 e chegamos a uma expansão também relevante em 2019”, disse o economista-chefe do Secovi-SP Celso Petrucci.

Volume financeiro

Em termos de volume financeiro, os empreendimentos lançados em 2019 tem valor geral de vendas (VGV) avaliado em R$ 27,9 bilhões em 2019, 46,8% mais do que em 2018. Já as vendas efetivadas movimentaram R$ 22,3 bilhões, crescimento de 43,8%.

MCVM

A pesquisa mostrou que os empreendimentos do tipo ‘econômicos’, enquadrados no Minha Casa Minha Vida (MCMV), puxaram a expansão do mercado na cidade de São Paulo nos últimos anos, representando 49,2% das unidades lançadas em 2019, ante 43,9% em 2018, 36,6% em 2017 e 18,5% em 2016.

Estoques

Com a euforia em torno de crescimento do mercado imobiliário na cidade de São Paulo e a retomada dos lançamentos pelas incorporadoras, o estoque de imóveis residenciais disparou.

As unidades na planta, em obras e recém-construídas somavam 34 mil unidades no fim de 2019, montante 52,4% maior do que no mesmo período de 2018, quando estava em 22,3 mil.

O estoque do fim de 2019 também chegou a um patamar 79,6% acima da média histórica na capital paulista, que é de 18,9 mil unidades, conforme dados do Secovi-SP.

A pesquisa mostrou também que 58,8% desse estoque correspondia a imóveis na planta, enquanto 37,5% estão em fase de obras. Apenas 3,7% são apartamentos prontos – que geram gastos de condomínio e manutenção para as construtoras.

“A oferta final de imóveis atingiu um pico, de fato. Mas nunca tivemos um trimestre com tantos lançamentos quanto no fim de 2019”, disse Petrucci, durante entrevista coletiva à imprensa.

Apesar da disparada no volume dos estoques, Petrucci afirmou que esse pico não representa um problema para as empresas. “Essa oferta não nos preocupa. Grande parte ainda está na planta ou em fase de construção. São poucos os imóveis prontos. O mercado está muito mais saudável do que anos atrás”, disse.

Ele afirmou ainda que a velocidade de vendas na capital paulista está em 57,9%. Na prática, o indicador mostra que foram vendidas 57,9% de todas as unidades disponíveis no mercado nos últimos 12 meses. A velocidade é superior que a dos últimos cinco anos, quando ficou abaixo de 50%.

Por que este pode ser o melhor momento para investir no setor hoteleiro no Brasil

SÃO PAULO – A crise vivida pelo mercado hoteleiro no Brasil, em um contexto de encolhimento da própria economia e após um ciclo de investimento muito forte no setor, pode estar ficando para trás.

Segundo Roland Bonadona, consultor do mercado hoteleiro com mais de 40 anos no grupo Accor, até 2014, a indústria brasileira estava em uma situação confortável, com uma taxa média de ocupação de 65%.

À medida que a economia entrava em uma crise, contudo, a situação foi piorando, com um contexto agravado pela realização de grandes eventos esportivos no país – Copa do Mundo e Olimpíadas –, que levaram a uma supercapacidade do setor.

Ao participar do mais novo podcast do InfoMoney, o “Banco Imobiliário”, Bonadona afirmou que o mercado hoteleiro adentrou o período de maior dificuldade na virada de 2014 para 2015.

“Praticamente por 24 meses, teve uma queda tremenda da demanda e da diária de hotéis. Nesse período, tivemos uma queda de 18% da taxa de ocupação dos hotéis e de 25% da diária corrigida pelo IPCA”, afirmou o executivo, apontando para uma perda de receita da ordem de 40%. “Foi um momento muito difícil e uma queda histórica.”

A reação, contudo, foi dura e o setor passou os dois últimos anos batalhando para retomar o patamar pré-crise. Hoje, o consultor assinala que a praça de São Paulo, por exemplo, já apresenta uma taxa de ocupação próxima de 70%, acima do nível antes de 2015.

O desafio, agora, é retomar as tarifas, mas o executivo francês, que chegou a comandar o grupo Accor em toda América, está otimista.

“Acredito que não tem melhor momento para investir na hotelaria, porque a demanda está de volta, a taxa de ocupação dos hotéis está subindo e os preços começam a se recuperar”, observou. “Os hotéis fizeram um trabalho de redução de custo importante. Vai ter uma recuperação das vendas e a oferta está absolutamente limitada.”

Para conferir a visão completa de Bonadona sobre o mercado hoteleiro e entender por que a situação está tão diferente no Brasil e no mundo, vale escutar o segundo episódio do “Banco Imobiliário”.

Apresentado por Marcelo Hannud, sócio especialista em mercado imobiliário da XP Asset, e por Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney, o podcast pode ser ouvido nas plataformas Apple Podcasts, Spotify, Deezer, Spreaker, Google Podcasts, Castbox e demais agregadores de podcast. Você ainda pode conferir o programa na íntegra em nosso canal no YouTube.

Com foco no mercado imobiliário, o podcast “Banco Imobiliário” conta com episódios semanais e com convidados que são figuras de peso no setor, como Walter Torre (WTorre), Carolina Burg (JFL Realty) e Giancarlo Nicastro (SiiLa Brasil).

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Três meses após reforma, INSS ainda não faz cálculo usando as novas regras

Rio e Brasília – Três meses após a entrada em vigor da reforma da Previdência – considerada a maior vitória política do governo -, o sistema de cálculo de benefícios do INSS ainda não foi atualizado com as novas regras de aposentadoria, o que deve demorar mais um mês, segundo a Dataprev.

Enquanto isso, a fila de espera para análise de pedidos de concessão de benefícios passa de 1,7 milhão, sendo 1,1 milhão acima do prazo máximo legal de 45 dias. E os pedidos feitos já segundo os critérios da reforma estão parados.

Um dos processos em espera é o da técnica de enfermagem Alice Fernandes do Nascimento, de 55 anos. Ela aguarda há quatro meses uma resposta ao pedido de pensão por morte após o falecimento de seu marido, em outubro do ano passado. Atualmente cumprindo aviso prévio, ela está endividada.

“Só não estou passando fome porque tenho ajuda de familiares e amigos. Estou endividada por causa das contas que meu marido pagava, como condomínio e IPTU. Eles (funcionários do INSS) já falam para a gente não ir lá (na agência), que é para acompanhar pelo site, mas está em análise e eu não tenho uma resposta”, lamenta Alice.

“Deveria estar preparado”

João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, ressalta que a aposentadoria, muitas vezes, garante a subsistência das famílias:

“Não se trata de um mero aborrecimento, e sim de pessoas que deixam de se alimentar ou de pagar as contas. O INSS deveria estar preparado, pois a aprovação da reforma não se deu do dia para a noite”.

O representante comercial Abraão Moreira, de 67 anos, espera há 14 meses a resposta a seu pedido de aposentadoria, ainda pelas regras antigas, apresentado em novembro de 2018. Ele já foi várias vezes à agência, sem sucesso.

O tempo médio de concessão de aposentadorias hoje está em 142 dias, mais que o triplo do prazo legal. Diante da crise no INSS, o governo propôs convocar 7 mil militares da reserva, depois a contratação emergencial de servidores aposentados do instituto, e demitiu o presidente do órgão.

Prevista para ser editada esta semana, a medida provisória (MP) que permitirá a contratação de servidores aposentados foi adiada. Segundo técnicos do governo,  as discussões estão travadas porque a equipe econômica quer a ampliar a contratação temporária de servidores aposentados para resolver crises de pessoal em qualquer área da administração pública.

Com isso, o decreto detalhando a contratação temporária sé deve sair depois do carnaval. Em março, o INSS lançará o edital de convocação para seus aposentados. Posteriormente, será divulgado outro edital, para os militares e servidores aposentados de qualquer carreira federal.

O INSS reconhece que houve acúmulo de requerimentos pendentes de análise, especialmente em 2018, durante a implantação do INSS Digital, que “ampliou significativamente o acesso dos segurados”. Antes, diz o órgão, havia demanda reprimida. Mas ressalta que esforços estão sendo feitos para agilizar a análise e que a fila caiu de 1,9 milhão, em dezembro, para 1,7 milhão no mês passado.

Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), lembra que o INSS recebe, em média, 750 mil novos requerimentos por mês, e só 20% das solicitações têm concessão automática. Para ela, facilitar o acesso é um avanço, mas o órgão deveria ter se estruturado para ter capacidade de responder ao aumento da demanda.

“O sistema informatizado tirou a fila das agências, mas criou uma espera virtual. Além disso, há ainda mais uma série de processos em fase de recurso com 3 ou 4 anos, sem solução”, alerta.

Segundo o INSS, todos os sistemas de concessão de benefícios têm de ser ajustados às novas regras, já que nenhum cálculo ou definição de valor é feito de forma manual.

Caixa inicia pagamento do PIS para nascidos em março e abril

São Paulo – A Caixa inicia nesta quinta-feira (13), o pagamento do Abono Salarial (Programa de Integração Social – PIS) calendário 2019/2020, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Os valores variam de 88 reais a 1.045 reais, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018.

Quem tem conta na Caixa com cadastro atualizado e movimentação receberam o crédito automático antecipado no dia 11.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e começaram em julho, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho de 2020.

São mais de 3,6 milhões de trabalhadores nascidos em março e abril, totalizando 2,7 bilhões de reais em recursos. O valor do benefício pode ser consultado no aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo atendimento 0800 726 0207.

Confira todas as datas:

Nascidos em Início dos pagamentos Crédito em conta
Agosto 15/08/2019 13/08/2019
Setembro 19/09/2019 17/09/2019
Outubro 17/10/2019 15/10/2019
Novembro 14/11/2019 12/11/2019
Dezembro 12/12/2019 10/12/2019
Janeiro 16/01/2020 14/01/2020
Fevereiro 13/02/2020 11/02/2020
Março 19/03/2020 17/03/2020
Abril 19/03/2020 17/03/2020

Novo valor

O valor do abono salarial foi reajustado de acordo com o novo valor do salário mínimo, conforme a tabela abaixo:

Proporção (meses trabalhados)

Valor Abono 2020 Salário R$ 1.045,00

1

R$ 88,00

2

R$ 175,00

3

R$ 262,00

4

R$ 349,00

5

R$ 436,00

6

R$ 523,00

7

R$ 610,00

8

R$ 697,00

9

R$ 784,00

10

R$ 871,00

11

R$ 958,00

12

R$ 1.045,00

Quem tem direito ao saque:

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.

É necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano base 2018.

Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento do banco.

Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco, apresentando o documento de identificação oficial com foto.

O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição Pasep e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

Confira os números sorteados no concurso 2.233 da Mega-Sena

São Paulo — A Caixa Econômica Federal sorteou, nesta quarta-feira (12), o concurso 2.233 da Mega-Sena. Nenhum apostador  acertou as seis dezenas e o prêmio acumulou.

Os números sorteados foram: 04 06 32 35 41 45.

Mesmo sem um ganhador do prêmio principal, 89 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 75.344,43 cada. Já na quadra, 8107 pessoas acertaram os números e levam R$ 1.181,63 cada uma.

O prêmio era estimado pela Caixa em R$ 105 milhões, e o sorteio foi realizado no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O sorteio do próximo concurso (2.234) acontece no sábado (15) e tem como estimativa pagar R$ 120 milhões a quem acertar os seis números.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, pela internet e também pelo aplicativo Loterias Caixa, para iPhone. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Mente sana in corpore sano

Postergamos muitas coisas na vida e descuidamos de várias outras, pois estamos sempre “ocupados demais” para cuidarmos do que nos é mais valioso. E a mais valiosa delas é a nossa saúde física e mental.

O corpo humano foi projetado para se movimentar com força, velocidade, agilidade e resistência.

Ninguém está falando que devamos ser todos atletas de alto desempenho, mas devemos, sim, encontrar um tipo de atividade que nos agrade e nos faça sentir bem, cultivar o hábito e incentivar a prática da atividade física desde cedo entre as crianças, ensinando-as que dessa forma estamos cuidando do nosso maior patrimônio: o nosso corpo e mente.

Uma das maiores ameaças à nossa saúde é o sedentarismo e, infelizmente, é na velhice que os impactos de uma vida sedentária são mais sentidos, já que com o envelhecimento perdemos também muitas dessas habilidades físicas e mentais.

A boa notícia é que para diminuir ou prevenir esses déficits, a prática de exercícios é uma das alternativas para quem pretende envelhecer com qualidade de vida.

Estudos clínicos confirmam que uma atividade aeróbica regular pode adicionar anos à vida das pessoas, prevenir doenças cardíacas, diabetes e reduzir as taxas de colesterol e pressão sanguínea. Portanto, não há desculpa para não começar a se exercitar ainda hoje. Calce um tênis e comece a caminhar na garagem de casa, dentro do condomínio, no quarteirão de casa, naquela esteira que você comprou e virou “cabideiro”.

Na minha família, tínhamos um médico cardiologista que nos dizia o seguinte: “Você não precisa gastar rios de dinheiro em academia para manter a sua saúde. Ande.“ E ele sempre complementava: “Os romanos conquistaram um império andando.” Acho que ele gostava de falar isso porque era italiano, mas faz sentido.

O ideal é que antes de iniciar qualquer atividade física você faça um check-up para verificar se está tudo certo com sua saúde e que receba orientações de um treinador, caso você opte por outro tipo de atividade que não seja apenas caminhar, para obter um mínimo de preparação para evitar lesões.

Modificar hábitos não é fácil, pois depende apenas de nós e nós temos uma tendência a não querermos sair da zona de conforto e arrumamos desculpas o tempo inteiro, mas busque uma inspiração onde quer que seja e descubra o que te move.

O que eu posso dizer depois de muito tempo sem praticar uma atividade física e ter retornado, inspirada por uma grande amiga e pelo meu futuro marido, é que praticar uma atividade física te coloca em contato com você, com seu corpo e seus pensamentos; é aquele momento de você com você mesmo, organizando as ideias, oxigenando o cérebro, colocando cada célula do seu corpo em movimento e se sentindo vivo.

Vida longa e próspera.

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Os melhores fundos de ações estão fechando, e agora?

SÃO PAULO – Depois de um boom nos últimos anos, os fundos de investimentos em ações estão fechando para captações, o que deve deixar diversos investidores órfãos na hora de decidir onde aplicar aquela renda extra.

Para sanar essa dúvida, os analistas Renato Breia e Luiz Felippo explicam quais são as alternativas mais atrativas para o investidor no atual cenário.

Assista ao vivo no Analistas sem Censura desta terça-feira (11). O programa vai ao ar todas as terças às 15h (horário de Brasília).

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Caixa reduz juros de crédito imobiliário para pessoa jurídica

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira, 12, a redução das taxas de juros cobradas em financiamentos imobiliários voltados para empresas. De acordo com a instituição a taxa mínima do crédito imobiliário para pessoas jurídicas passará de 9,25% para 6,50% ao ano, mais a taxa referencial.

Esta taxa vale para clientes que já possuem relacionamento com o banco.

No caso das instituições que não possuem relacionamento com a Caixa, a taxa mínima passou de 13,25% para 11,75% ao ano, mais a TR. O prazo da construção é de até 36 meses em todos os casos. Já o prazo de carência é de 36 meses.

Além de reduzir as taxas nos contratos indexados à TR, a Caixa anunciou o lançamento de financiamentos indexados ao IPCA – o índice oficial de inflação – e o CDI.

Estes indexadores estarão disponíveis para os produtos “Apoio à Produção” e “Plano Empresa da Construção Civil”.

O Apoio à Produção permite o financiamento do custo total da obra, além de possibilitar aos clientes pessoa física o financiamento para aquisição de sua unidade desde o início da construção do empreendimento. A linha é mais conhecida como “Imóvel na Planta”.

Já o “Plano Empresa da Construção Civil”, também chamada de “Plano Empresário”, é voltado para empresas que querem produzir imóveis. “Na Caixa, essa modalidade permite o financiamento de clientes pessoa física a partir da execução de 80% do empreendimento”, informou a Caixa por meio de nota.

A modalidade de IPCA mais TR terá taxa mínima de 3,79% ao ano para empresas com relacionamento com o banco e de 7,80% para aqueles sem relacionamento.

No caso do CDI, a modalidade CDI mais cupom cambial terá taxa mínima de 1,48% para empresas com relação com a Caixa e de 5,40% para aquelas sem relacionamento. Na modalidade constituída apenas por porcentual do CDI, a taxa será de 119% para quem tem relação com o banco e de 194% para quem não tem.

“Os novos indexadores possibilitam ao cliente da construção civil mais acesso ao crédito voltado para a produção imobiliária”, afirmou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, por meio da nota. “As consequências dessas medidas serão a retomada dos lançamentos de empreendimentos, geração de emprego, renda e acesso a moradia”, acrescentou.

Fundos imobiliários: as indicações de analistas para investir em fevereiro

SÃO PAULO – Depois da forte valorização de 36% em 2019, os fundos imobiliários estrearam este ano no vermelho, com uma queda de 3,8% do Ifix em janeiro. Entre os FIIs que compõem o portfólio do índice, as cotas oscilaram de -32,9%, no TRX Edifícios Corporativos, para +20,5%, no Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos no mês.

Apesar do susto em investidores, especialistas consultados pelo InfoMoney seguem confiantes no segmento e avaliam que a baixa foi apenas uma correção de preços, sem mudanças nos fundamentos e no otimismo com a classe.

“O movimento visto nos quatro últimos meses de 2019 foi bem atípico. É natural que tenha uma correção; é saudável e coloca os preços em um patamar mais próximo da economia real”, afirma o professor Marcos Baroni, da Suno Research.

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A opinião é compartilhada pelo professor do InfoMoney Arthur Viera de Moraes, para quem a queda não significa uma nova tendência, apenas uma realização de lucros. Vale lembrar que, em dezembro, o Ifix subiu 10,6%.

Renan Manda, da XP Investimentos, destaca que a correção oferece oportunidades para rebalanceamento de carteiras e pontos de entrada mais atrativos.

Hoje, 67% dos investidores de FIIs investem há menos de um ano na Bolsa e, portanto, vivenciaram apenas o momento de forte alta dos FIIs. Agora, com a onda vendedora, esses investidores tendem a se espantar, diz Baroni.

Outro fato que tem pesado sobre as cotas de fundos imobiliários, segundo ele, é a discussão da reforma tributária, que pode resultar em uma eventual tributação dos dividendos de FIIs, hoje isentos para investidores pessoas físicas.

Apesar disso, o cenário para novas emissões continua atrativo, diz Baroni, com gestores buscando cada vez mais capitalizações por acreditarem no potencial de alta do mercado imobiliário.

Os favoritos para fevereiro

Levantamento feito pelo InfoMoney com oito casas de análise mostra que, assim como nos dois meses anteriores, a preferência dos analistas para fevereiro recai sobre fundos com exposição à retomada do consumo, com destaque para o segmento de shopping centers, com quatro nomes, e logística, com três.

Com juros no menor patamar histórico, expectativa de retomada da atividade econômica e recuperação da confiança do consumidor, analistas do BB Investimentos, BTG Pactual, Guide, Itaú BBA, Mirae Asset, Necton, Santander Corretora e XP veem um impulso do setor privado, que deve estimular a procura de empresas por novas áreas de escritórios, galpões logísticos e shopping centers.

Entre as novidades na carteira deste mês estão os fundos XP Log, CSHG Logística, que haviam saído da seleção em janeiro, e GGR Covepi, com duas recomendações cada. Deixaram o portfólio Allianza Trust Renda, CSHG Recebíveis Imobiliários e Valora RE III.

Compilada mensalmente, a carteira de fundos imobiliários conta com dez ativos. Para critério de desempate, são selecionados aqueles com os maiores volumes médios negociados nos últimos 12 meses, com base em dados da provedora de informações financeiras Economatica.

Os 10 fundos imobiliários mais recomendados para fevereiro:

Fundo Ticker Recomendações Retorno em janeiro Retorno em 12 meses*
XP Malls XPML11 4 0,8% 41%
HSI Malls HSML11 4 -3%
Vinci Shopping Center VISC11 3 -1,4% 41,8%
CSHG Real Estate HGRE11 3 0,6% 51,4%
Hedge Brasil Shopping HGBS11 3 -3,1% 31,9%
BTG Corporate Office BRCR11 3 -1,9% 32,9%
XP Log XPLG11 2 -10,8% 48,9%
CSHG Logística HGLG11 2 -6,8% 44,5%
BTG Pactual Fundos de Fundos BCFF11 2 0,7% 36,7%
GGR Covepi GGRC11 2 -6,6% 12,6%
Ifix -3,8% 27,7%

*Até 31 de janeiro. A rentabilidade leva em consideração o reinvestimento dos dividendos.

Fontes: Corretoras e Economatica

XP Malls (XPML11)

Empatado em primeiro lugar com outro fundo de shopping centers, o FII da XP ficou entre os mais recomendados para o mês, com quatro menções.

Na avaliação de Fernando Pardo, analista de fundos imobiliários da Mirae Asset, o segmento tende a se beneficiar do cenário de juros baixos e de uma retomada mais consistente da economia e do emprego. “O XP Malls é um fundo multiativo que está sempre comprando e vendendo participações em ativos que criam valor para o cotista”, diz.

A visão é compartilhada pela Santander Corretora, que também destaca a gestão ativa e uma diversificação do fundo, com níveis de vacância e inadimplência controlados. O portfólio é formado por 13 shoppings distribuídos em nove cidades e seis estados brasileiros.

HSI Malls (HSML11)

Também com quatro recomendações para fevereiro, o fundo de shopping centers gerido pela Hemisfério Sul Investimentos é novidade na carteira da XP.

A inclusão deve-se, segundo os analistas, à segunda emissão de cotas do fundo, que contará com a participação majoritária de cinco shopping centers em seu portfólio. “Vemos potencial para a expansão da sua rentabilidade após a alocação completa dos recursos levantados nas ofertas, o que deve ocorrer no curto prazo”, escrevem.

Já o BTG Pactual destaca o portfólio diversificado e de qualidade do FII, a exposição ao segmento de shopping centers e a experiência do time de gestão. A carteira, segundo o time de análise, é constituída por três shoppings maduros e muito bem posicionados em regiões “adensadas e voltadas ao perfil de consumidor de classe B”, com baixa taxa de inadimplência.

Vinci Shopping Centers (VISC11)

Reforçando a preferência das casas de análise por nomes expostos à retomada da atividade doméstica, o fundo imobiliário da Vinci Partners ficou entre os favoritos para o mês, com três menções.

O portfólio diversificado do produto em temos de localização dos imóveis, área bruta locável, percentual de participação nos empreendimentos, perfil de consumidor e administrador de shoppings estão entre as justificativas para a recomendação pelo BB Investimentos.

Já a XP destaca o exemplo de resiliência do segmento durante a recessão e traz a carteira diversificada do VISC11, com imóveis localizados nos grandes centros de consumo do país.

CSHG Real Estate (HGRE11)

Com três recomendações para fevereiro, o fundo de escritórios do Credit Suisse tem atualmente participação em 22 empreendimentos distintos, a grande maioria (90%) concentrada no estado de São Paulo.

Entre as justificativas que sustentam a recomendação, os analistas do Itaú BBA destacam a gestão ativa do fundo e a elevada exposição a São Paulo, com três imóveis recém-adquiridos na capital paulista, para o qual antecipam uma redução mais rápida de vacância e aumento no valor do aluguel médio.

Hedge Brasil Shopping (HGBS11)

Na avaliação do Itaú BBA, o HGBS11 é uma boa opção para o investidor ganhar exposição à retomada da atividade econômica e do consumo. De acordo com o time de análise, o principal shopping do fundo, o Penha, vem passando por um importante processo de revitalização e reposicionamento, o que deve refletir em um aumento no fluxo de pessoas, veículos e geração de receita.

Entre os principais catalisadores de desempenho, o Itaú destaca a última captação do fundo, no valor de R$ 757 milhões, que pode destravar valor para os cotistas a partir de aquisições atrativas.

BTG Corporate Office (BRCR11)

Negociado na Bolsa desde 2010, o fundo do BTG Pactual tem como objetivo investir em escritórios localizados em grandes centros comerciais.

O fundo é novidade no portfólio recomendado pelo BB Investimentos para este mês, que destaca a reavaliação semestral do portfólio feita em dezembro passado, que gerou uma valorização de R$ 86,5 milhões no valor dos ativos, um aumento de 4,5% em relação à avaliação anterior.

XP Log (XPLG11)

Do segmento de galpões logísticos, o XP Log possui seus ativos majoritariamente concentrados no Estado de São Paulo. Atualmente, a carteira do fundo é composta por 15 imóveis, dos quais dois estão em construção.

Entre os destaques, a equipe do BTG Pactual chama atenção para a terceira emissão de cotas do fundo, em setembro de 2019, com captação de R$ 828 milhões – o que permitiu ao fundo alcançar um patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão.

“A oferta, além de impulsionar o tamanho do fundo, diversificou seu passivo, aumentou sua liquidez e pulverizou sua carteira de ativos, mitigando tanto o risco de vacância quanto de crédito”, escrevem os analistas, em relatório.

O BTG destacou ainda a aquisição de bons ativos a um cap rate médio (taxa de rentabilidade) atrativo, de 9,3% ao ano – acima do que o fundo operava.

CSHG Logística (HGLG11)

Na avaliação da XP, que incluiu os papéis do HGLG11 no portfólio deste mês, o fundo possui potencial de crescimento dada sua alta diversificação, com 14 imóveis localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina, e baixa taxa de vacância.

A expectativa, segundo a XP, é de que o pagamento de dividendos no curto prazo seja positivamente impactado pelo reconhecimento de aluguéis devidos de meses anteriores.

BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11)

De acordo com a Guide, que mantém há pelo menos quatro meses sua recomendação de compra para o fundo, a estratégia de ganho de capital com o investimento no fundo tem sido positiva, com valorização de 36,7% das cotas em 12 meses, assim como os rendimentos recebidos dos fundos imobiliários que o FOF possui em sua carteira. A gestão ativa do fundo também agrada os analistas.

Na Mirae, a recomendação é pautada pela equipe de gestão do fundo, que está “sempre buscando as melhores oportunidades, agregando valor aos cotistas”.

Com patrimônio líquido de R$ 1,25 bilhão e quase 90% do portfólio alocado em fundos, o BCFF11 está entre os premiados do ranking de melhores fundos InfoMoney-Ibmec 2020. Nos últimos dois anos, o FII teve valorização de 64,2%, ante alta de 43,6% do Ifix. Segundo Fernando Crestana, um dos criadores do fundo e sócio da área imobiliária do BTG Pactual, o fundo pretende concluir, em março, sua nona emissão, que deve levantar R$ 600 milhões. Conheça a estratégia completa do fundo do BTG Pactual aqui.

GGR Covepi (GGRC11)

Com um portfólio composto por oito galpões logísticos e sete imóveis industriais, o GGR Covepi possui todos os seus contratos atípicos e mais de 43% da receita contratada com vencimento após 2030 – o que, segundo a Necton, oferece uma “ótima” previsibilidade de receita para os cotistas.

Na avaliação da equipe de análise, um dos destaques do fundo é a posição significativa de caixa, o que indica que novas aquisições podem ocorrer nos próximos meses. “Enxergamos que o GGRC11 possa entregar bons dividendos, sendo uma ótima opção para geração de fluxo de renda mensal, por conta da alta previsibilidade de receitas”, diz a Necton, em relatório.

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