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Imposto de Renda 2020: de quais documentos você precisa para declarar

SÃO PAULO – Entregar a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física 2020 (DIRPF) no início do prazo permite que o contribuinte receba mais cedo a sua restituição, caso seja elegível. Por isso, o ideal é se organizar para ter todos os documentos em mãos o quanto antes.

Mesmo quem não tem restituição a receber deve se preparar para evitar imprevistos: caso algum documento tenha informações incorretas ou insuficientes, é possível corrigir a declaração antes do término do prazo, no fim de abril.

Vale lembrar que houve mudanças com relação à declaração de 2019: a partir de agora, é necessário informar o CPF de todos os dependentes, de qualquer idade. Por outro lado, não se faz mais necessário ter em mãos o GPS (Guia da Previdência Social) e cópia da carteira de trabalho de funcionários domésticos, já que a Receita não permite mais a dedução dos valores gastos com o INSS desses profissionais.

O InfoMoney separou a lista de documentos necessários para declarar o IR:

Declaração anterior

Para quem já declarou o IR antes, é importante ter em mãos o número da declaração de 2019, referente aos rendimentos de 2018. Em geral, o contribuinte tem uma versão salva no computador ou impressa. Caso não consiga acessar o documento, pode entrar em contato com a Receita Federal e solicitar uma cópia.

Identificação

Caso nunca tenha declarado, será necessário saber dados como número do CPF, do título de eleitor, dados residenciais e profissionais. Na opção pela declaração conjunta, também é necessário informar o CPF do cônjuge.

CPF de dependentes

Pela primeira vez, a Receita vai exigir em 2020 o CPF de dependentes de qualquer idade. Em 2019, a obrigatoriedade se limitava a dependentes a partir de 12 anos de idade. Para dependentes que ainda não possuam CPF, o documento deve ser solicitado junto à Caixa, Banco do Brasil ou Correios. Nascidos a partir de 2017 já trazem número do CPF na certidão de nascimento.

Informes de rendimentos

Todas as empresas em que o contribuinte trabalhou em 2019 devem fornecer os respectivos comprovantes de rendimentos – não apenas a empresa em que o contribuinte trabalha no momento da declaração.

Nestes documentos devem constar, além, dos rendimentos pagos ao longo do ano, o valor pago em impostos retidos na fonte, o INSS, o CNPJ da empresa e detalhes como gastos com plano de saúde e previdência, se for o caso.

O informe de rendimentos do cônjuge também deve estar em mãos quando a declaração for conjunta. O mesmo vale para dependentes que tenham renda.

Informes de instituições financeiras

Bancos e instituições financeiras também devem entregar informes de rendimentos aos correntistas. Saldo de conta corrente, poupança e eventuais investimentos feitos pelo banco estarão detalhados no documento.

O mesmo vale para corretoras: investimentos em Tesouro Direto e ações estarão detalhados no informe da corretora onde o contribuinte investe. Já os informes de fundos de investimentos e planos de previdência privada são fornecidos pelas instituições administradoras.

Quem comprou e vendeu ações ou fez outras operações com renda variável também deve ter em mãos os documentos de controle de compra e venda, com a apuração mensal de imposto, e as DARFs.

Recibos de despesas médicas e com educação

Deduções com despesas com saúde e educação podem baratear o imposto devido ou aumentar a restituição. Para aplicar essas despesas na declaração, é necessário ter em mãos os recibos, notas fiscais e boletos de pagamento referentes aos serviços. Nesses papéis, é necessário constar o CNPJ ou CPF de quem prestou o serviço, além dos dados do contribuinte (ou dependente).

Atenção: a Receita pode solicitar esses documentos por até cinco anos, então guarde tudo durante esse período.

No caso de educação, a Receita só aceita a dedução de despesas com escolas de ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação ou técnico. Não vale inserir na declaração cursos extracurriculares ou livres.

Documentos referentes a bens

Contribuintes que venderam carros, imóveis ou outros bens de valor no ano passado devem buscar contratos, escrituras, notas fiscais e outros recibos que correspondam à transação.

Para financiamentos, é preciso saber o nome do banco, o montante financiado, o valor da entrada e das prestações.

Se houve lucro na venda dos bens, é preciso preencher o programa de Canhos de Capital da Receita no mês seguinte ao negócio. Caso não tenha feito esse trâmite, regularize sua situação com a Receita.

Quem recebe aluguel por um imóvel deve preencher o Carnê-Leão mensalmente – o mesmo vale para outros valores recebidos de pessoas físicas sem recolhimento na fonte ou de fontes situadas no exterior. As informações desse programa podem ser importadas diretamente para o programa da Declaração do IRPF 2020.

Outros

Quem recebeu ou realizou pagamento de pensão alimentícia ou doação, recebeu herança, contratou empréstimos ou realizou consórcios deve ter os documentos referentes às operações em mãos na hora de preencher o programa do IR.

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O QUE É FOREX – Como ser um Trader de Forex!

imagem com a palavra forex

Devido a popularização nos últimos meses, o mercado Forex vem atraindo cada vez mais pessoas querendo aprender sobre o assunto, se você tem interesse pelo mercado saiba que é preciso ir com calma no começo e entender melhor como o mercado FX funciona.

O nome Forex vem do inglês (Foreign Exchange Market), esse nome significa mercado de câmbio, que foi criado em 1971 e desde então movimenta muito dinheiro todos os dias, diversas pessoas pensam em investir no negócio mas não tem ideia de como começar, se você tem interesse continue lendo.

O Que é Forex

Se você procura o que é Forex vamos explicar tudo nessa página, forex é um mercado de câmbio financeiro descentralizado, destinado à negociação de moedas internacionais de maneira integrada, esse mercado é muito grande, diariamente são cerca de 5 bilhões de dólares em negociações.

Multimilionários no mundo todo investem no Forex junto com empresas internacionais, bancos, governos e a tendência é que o número de investidores aumente cada vez mais.

A base desse tipo de investimento é a especulação financeira, o investidor analisa os possíveis cenários futuros para ativos e aplica dinheiro nos quais ele acredita, caso esteja correto a diferença do preço que será atingida no momento de compra e venda é o lucro como resultado da negociação.

Caso o mercado oscile de maneira contrária á especulação, as perdas serão proporcionais aos possíveis ganhos.

Como Funciona o Mercado Forex

Operar no Forex basicamente é a compra e venda de moedas, toda vez que você compra uma moeda automaticamente está vendendo outra, você negocia as moedas em pares pressupondo que o valor de uma delas irá cair ou subir em relação a outra por exemplo:

(USD/EUR) Dólar e Euro, toda vez que você vende dólar automaticamente compra Euro, nesse caso o Dólar é a moeda base e o Euro é a moeda cotada, isso quer dizer que você compra Euros usando Dólares, no caso você acredita na valorização do Dólar perante ao Euro.

Caso o Euro suba você compra Dólares usando Euros e ganha com a diferença, o valor será o câmbio atual e o lucro ou prejuízo será a oscilação do câmbio.

Quem está investindo não está comprando nem Dólar nem Euro e sim uma relação monetária de troca entre as moedas, ou seja, são derivativos de moedas ou contratos cujos ativos subjacentes são pares de moedas, o investidor é remunerado de acordo com a diferença entre a valorização dessas moedas.

O Funcionamento do mercado Forex é contínuo, os pregões funcionam por 24 horas por dia de segunda a sexta, durante esse tempo o mercado fica ativo e oferece milhões de Dólares para serem garimpados se forem interpretados da maneira correta, nos dias atuais é possível ganhar muito dinheiro com mercado FX.

Características do Mercado Forex

Liquidez – Esse mercado apresenta alta liquidez por conta dos 5 bilhões de dólares que são movimentados todos os dias, esse é o mercado com maior liquidez no mundo, ou seja, você pode comprar a divisa que quiser quando desejar desde que o mercado esteja aberto.

Descentralizado e Dinâmico – Qualquer trader pode investir de qualquer lugar do mundo.

Horário – Trading Forex opera em horários diferenciados, o mercado cambial fica disponível 24 horas por dia durante os 5 dias úteis da semana, atraindo cada vez mais traders.

Como Ganhar Dinheiro com Forex

pessoa ganhando dinheiro com forex

É possível ganhar dinheiro nesse mercado, tudo irá depender da margem que você usar para operar e o seu conhecimento.

Com uma alta margem você pode negociar um volume maior de dinheiro aplicando pouco, como a operação é liquidada pela diferença das valorizações da moeda, não é preciso que o investidor tenha todos os recursos envolvidos na operação.

Dentro do Forex é permitido que seja depositado um valor como margem para cobrir as variações diárias dos pares de moedas, essa margem deixa o investidor com maior poder para conseguir operar e com isso ele pode realizar grandes operações.

Como Ser Trader de Forex

Para começar é necessário se preparar, você precisará de uma conta em um banco nacional ou internacional, uma conta em uma corretora nacional ou internacional, pacotes de dados para verificar ativos para analisar, Softwares para analisar os ativos, dinheiro para fazer o pagamento das taxas e serviços.

Pesquisar a fundo sobre os aspectos para entender como funciona o mercado, compreender pontos cruciais do processo de operação, saber analisar e montar uma estratégia, etc.

Sem o preparo adequado é impossível de começar a operar da forma correta, mais algumas informações importantes para ser Trader de Forex, continue lendo.

No Brasil é proibido utilizar qualquer corretora brasileira para operar, porém você pode enviar seu dinheiro para o exterior e começar a operar Forex, outra dica importante é sempre se lembrar de realizar a declaração de ganhos de capital no exterior junto à Receita Federal.

Faça uma pesquisa de mercado e procure uma corretora de confiança para operar sem peso na consciência, separamos algumas corretoras para você começar o quanto antes, lembrando que é só uma sugestão, pesquise e procure por outras alternativas também.

FxPro – Não há academia de negociação, os Spreads são a partir de 0 pips, proteção contra saldo negativo e sem intervenção da mesa de negociação.

Activ Trades – As vantagens dessa corretora começam pelo aplicativo de celular atualizado e simples de ser usado, plataforma nova, programa de fidelidade, sem mesa de negociação e Meta Trader 4 e 5.

XTB – Apresenta vantagens começando pela proteção contra saldo negativo, eles também disponibilizam um e-book e vídeos de informação para auxiliar no mercado.

XM – Disponibilização de seminários gratuitos, nessa corretora você pode depositar o mínimo se desejar, 5$.

Para operar você precisa saber o que é Spread, essa é a comissão das corretoras que realizam operações, Spread é a diferença entre as duas taxas no mercado cambial.

Análise Técnica e Fundamentalista

Para operar com Forex é preciso aprender sobre análise técnica e análise fundamentalista.

A análise fundamentalista analisa os fatores macroeconômicos e a técnica, seu objetivo é o estudo do preço e sua previsão para poder apostar caso valorize ou desvalorize, é importante saber realizar análises técnicas a partir dos gráficos e ferramentas que possibilitam a previsão.

Quando comprar e Quando vender?

Para chegar a conclusão de compra ou venda é necessário já entender sobre a análise técnica e a fundamentalista.

Definir o Trade System e Aplicar em uma Base de Dados

Conjunto de regras que você irá seguir, metodologias, metas, como será a entrada e a saída, qual o tamanho do capital investido, qual o suporte de perda, todos esses itens devem estar ajustados conforme seus objetivos.

Você poderá comprar uma estratégia se preferir ou definir a sua criando um trade system próprio.

Comece com Pouco

No início das operações no mercado Forex é indicado começar com pouco dinheiro para aprender aos poucos como tudo funciona e evitar a perda de uma alta quantia em dinheiro, com o passar do tempo caso se sinta confiante vá aumentando gradativamente o valor investido.

O Melhor Curso de Forex

trader dando curso de forex

Uma das melhores formas de se aprender gastando pouco é através de cursos, busque aprender com quem sabe e já ganhou muito dinheiro operando Forex, você conseguirá com o melhor curso do mercado, aprenda de vez tudo sobre e comece a faturar.

Alguns benefícios ao realizar o melhor curso de Forex.

  • Selecionar melhor corretora
  • Criar e analisar gráficos e tabelas
  • Posições longas e posições curtas e suas vantagens
  • Criar uma estratégia para operar

Informações sobre alavancagem, PIP, calcular as cotações das moedas, informações sobre eventos do mundo, diferenças das plataformas Forex dentre outros benefícios.

Através do curso você poderá assistir às aulas quando quiser no conforto de sua casa e aprenderá como fazer dinheiro operando Forex, todas as informações que você precisa para ganhar dinheiro nesse mercado que cresce cada vez mais.

Riscos do Mercado

Mercado volátil e perigoso, é necessário aprender sobre antes de investir altos valores, para se ter ideia é possível investir U$ 1.000 e operar com um lote de U$ 100 mil, esse é o poder de alavancagem de 100 vezes, isso pode significar altos ganhos como também altas perdas.

Todo investidor terá alguns resultados negativos em algumas de suas operações, por isso é importante sempre estudar o assunto e procurar melhorar sempre sempre calculando o risco e o retorno das operações e sempre operar com um “stop loss” e um limite estabelecido.

Pela alta volatilidade você nunca sabe quando um desastre está para acontecer, qualquer notícia e o indicador acaba alterando as moedas, a dica é que se realize pequenas operações de day trade, começando a operar com 2 a 5 milésimos de dólar.

Conclusão

Sem dúvidas a melhor alternativa é estudar sobre o mercado antes de se aventurar, entender os conceitos irá fazer você ganhar mais dinheiro e se arriscar menos, sem dúvidas um curso de qualidade é indicado pois dessa forma você estará por dentro de tudo o que rola no mercado além de ter acesso às melhores técnicas.

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Escritório fora do eixo Rio-São Paulo apresenta um dos melhores desempenhos da Monte Bravo

Monte Bravo Goiânia

Com um PIB de R$ 49 bilhões, Goiânia ocupa a 14º posição no ranking econômico nacional. A capital de Goiás está em segundo lugar em relação ao PIB do Centro-Oeste, ficando atrás apenas de Brasília*.

Uma cidade com enorme potencial para investidores, mas por não estar no eixo Rio-São Paulo, era deixada de lado pelos principais escritórios de investimentos. De olho nesse mercado, a Monte Bravo, umas das melhores empresas de assessoria do Brasil, buscou um time altamente qualificado para levar expertise para a região.

Felipe Carbonar foi o responsável por liderar essa equipe. Apesar de jovem, o head da Monte Bravo Goiânia tem enorme experiência no mercado financeiro. Entrou em um banco ainda como estagiário e chegou até gerente comercial responsável por toda gestão do segmento pessoa física do estado de Goiás.

No entanto, após ter bastante sucesso na instituição, resolveu correr atrás do próprio sonho. “Eu nunca poderia ser sócio do banco, mas eu sou sócio da Monte Bravo. Esse modelo de negócio foi o que mais me motivou a sair da instituição bancária. Eu poderia ser dono daquilo que eu estava participando”, comenta Felipe Carbonar.

Para formar a equipe, Carbonar convidou 12 gerentes de um banco, sendo seis homens e seis mulheres. “Foi a maior saída de gerentes desse banco ao mesmo tempo do estado de Goiás”, brinca.

“Eles não tinham limitação de crescimento financeiro e profissional. Eles também acreditaram nesse sonho”, complementa.

Atendimento no banheiro

Apesar de ter uma equipe bastante qualificada, a Monte Bravo Goiânia começou em um espaço bem pequeno — e o início se assemelha muito com a da XP. Ambas nasceram em uma sala de 25 metros quadrados.

“Não tinha nem cadeira para todo mundo. Tem um assessor que ligava para o cliente do banheiro, porque era onde tinha lugar para sentar”, conta Carbonar.

O perrengue passou e agora a empresa desfruta de um escritório de 200 metros quadrados para comportar os 40 assessores. A carteira também um ótimo desempenho.

Em um ano, desde janeiro de 2019 quando teve a primeira operação, a Monte Bravo Goiânia passou a ter sob custódia R$ 500 milhões. “O valor é bem expressivo para um escritório que está fora das regiões Sul e Sudeste”, explica.

O desafio é triplicar essa meta “Queremos ter R$ 1,5 bilhão sob custódia só nessa praça”, diz o head da Monte Bravo Goiânia.

Felipe Carbonar é o head da Monte Bravo em Goiânia.

Monte Bravo

A Monte Bravo, filiada à XP Investimentos, completa 10 anos em 2020. Com grupo dedicado, possui R$ 7 bilhões sob custódia e mais de 7 mil clientes.

A empresa possui escritórios em São Paulo, Porto Alegre Rio de Janeiro, Goiânia, Belo Horizonte, Caxias do Sul e Santa Maria, e tem um time composto por mais de 200 profissionais.

Por quatro vezes foi eleito como o escritório com maior índice de NPS (Net Promoter Score), metodologia utilizada para avaliar a satisfação do cliente.

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Como montar sua primeira carteira de ações

SÃO PAULO – Em um ambiente de juros baixos, mesmo ao mais conservador dos investidores tem sido recomendado dedicar ao menos uma pequena parte do patrimônio à renda variável.

Em geral, essa diversificação da carteira começa pelos fundos de ações, com um gestor responsável pelo trabalho de selecionar os ativos, mas há quem tenha o desejo de fazer a escolha por conta própria, com um investimento direto em ações na Bolsa. Daí surge a dúvida: como começar? Há um valor mínimo para montar uma carteira? Qual o número ideal de ações e em qual tipo de empresa investir?

O ingresso no universo de ações passa primeiramente pela questão financeira, depende do bolso de cada um. Segundo especialistas ouvidos pelo InfoMoney, com algumas limitações, já é possível começar uma carteira com R$ 1 mil, mas o ideal seria ter ao menos R$ 5 mil. E a exposição também deve ser gradual, começando com uma faixa entre 5% e 10% do total dos investimentos.

“O tamanho dessa carteira varia. Tem gente que acha que a Bolsa é só para rico e não quer começar com R$ 1 mil. Mas, para esse investidor, tem o mercado fracionário [negociação de fração do lote padrão de ações]”, diz Raphael Figueredo, analista da Eleven Financial. O lote padrão costuma ter cem ações de uma empresa.

Luis Salles, analista-chefe da Guide Investimentos, recomenda começar com o mínimo de R$ 5 mil. Dessa forma, é possível fazer a escolha de papéis pensando em lotes inteiros e com uma diversificação mínima da carteira.

“Considero ter ao menos oito ativos. Dessa forma, o investidor consegue ficar exposto a setores diferentes, incluindo algumas ações que são boas pagadoras de dividendos”, afirma.

Dividendo é a parte do lucro que as empresas distribuem aos seus acionistas. Em geral, companhias mais maduras, que não precisam investir tanto, distribuem mais lucro. Mas, por estarem em um estágio mais avançado de operação, elas também têm menor potencial de crescimento, o que faz com que sejam menos voláteis, oferecendo um papel mais defensivo nas carteiras.

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Entre as ações com essa característica, Salles recomenda as da Engie, da Transmissão Paulista e da Itaúsa (holding dona do banco Itaú Unibanco), que estão no portfólio da corretora.

“Mas é importante ter uma noção do que está comprando e, para isso, é preciso ter alguma noção da parte financeira da empresa e do setor. Se for a ação de uma construtora, saber o que tem efeito sobre esse setor”, diz.

Esse conhecimento, segundo ele, é importante para evitar que o investidor venda as ações em um momento de maior estresse. O objetivo é que ele saiba avaliar se a queda está sendo causada só pela volatilidade do momento ou se ocorreu algo que possa mudar o cenário para essa empresa e, dessa forma, as expectativas de ganho.

Descarte o curto prazo

Esse investidor precisa também ter um horizonte de médio e longo prazo. Analistas veem um período de cinco anos como adequado para se ficar com um papel para que ele complete um ciclo de valorização. Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, lembra que esse horizonte mais longo é uma das razões para a diversificação da carteira.

“Se o investidor adota a estratégia de colocar tudo em um só papel e essa ação cai, isso vai tirá-lo do jogo e ele nunca mais vai querer voltar”, ressalta.

Salomão também defende valores de investimento maiores, acima de R$ 5 mil, para que a diversificação seja realizada, ressaltando que, no mercado fracionário, a liquidez pode ser menor (ou seja, com menos gente comprando e vendendo o ativo). Além disso, o valor do investimento ajuda a diluir os custos de corretagem, ainda que as corretoras ofereçam descontos, corretagem zero ou mesmo pacotes mensais conforme o volume de operações.

Segundo o analista da Rico, o ideal é ter entre oito e nove ações no portfólio, fazendo uma mescla entre as mais defensivas e as de maior potencial de ganho. Entre os papéis mais defensivos, ele recomenda os da B3 e as empresas do setor de energia, como Alupar, Energisa e Equatorial.

No grupo dos ativos com maior potencial de ganho, Salomão recomenda os papéis da Petrobras. Já entre as mais ligadas ao cenário de crescimento doméstico, o analista vê boas oportunidades em Intermédica e Azul.

Diversificação demais atrapalha?

Luiz Guilherme Dias, sócio fundador da consultoria de análise de balanços Sabe Invest, aconselha que o ideal é aumentar os investimentos em Bolsa à medida que o iniciante for se acostumando com os riscos. Para ele, uma carteira inicial pode ter entre três e cinco ações, chegando no máximo a oito ou dez.

“É preciso diversificar, mas sem exageros. E escolher empresas em que gostaria de ser dono. Isso só dá para fazer se dedicando a estudar. Se não for para acompanhar e ser passivo, o melhor então é escolher um fundo de ações”, afirma.

Ele aconselha dedicar entre 1h e 1h30 por semana para estudar o básico do negócio da empresa: ver os resultados e entender o setor em que ela está inserida. Dias acrescenta ainda que essa avaliação deve ser feita tendo em vista o médio e longo prazo, ou seja, o que essa empresa irá fazer nos próximos cinco anos.

Diversificar, mas nem tanto, também é a recomendação de Eduardo Guimarães, especialista em ações da Levante Investimentos. Segundo ele, a teoria econômica mostra que uma carteira com um número elevado de ações tende a ter um resultado mais modesto que um portfólio mais restrito, por isso, o ideal seria não ter muito mais que sete ações na carteira.

“Quem tem muitas ações vai começar a ter um resultado mais próximo dos índices de referência, como o Ibovespa. Em uma gestão ativa, o ideal é ganhar acima do índice”, explica.

Para o iniciante, o especialista em ações da Levante recomenda que parte dessa carteira seja composta por empresas pagadoras de dividendos. Além das empresas do setor de energia, ele recomenda Itaúsa e o setor de saúde, representado pelos papéis da Qualicorp.

Quanto você topa perder?

Outra recomendação para o iniciante é avaliar o quanto se está disposto a perder. Isso não significa, no entanto, que o investidor deva operar com instrumentos de stop, quando a venda é feita de forma automática após atingir determinada queda.

Para Guimarães, o ideal é que a corretora escolhida pelo investidor tenha sistema de alertas quando a variação de preço da ação for muito grande. A partir disso, o investidor avalia se é o caso de vender (porque algum evento mudou a tese de investimentos da empresa) ou se o melhor é continuar porque é apenas um momento de maior volatilidade.

Vitor Miziara, da assessoria Criteria Investimentos, por sua vez, recomenda que, antes de partir para a compra de ações, o investidor avalie o comportamento dos papéis selecionados ao longo de determinado período, para ficar ciente de sua volatilidade e da reação do mercado em momentos de maior estresse.

“O investidor iniciante erra muito ao definir o seu perfil de risco e se assusta quando o mercado cai forte. Por isso, o ideal é começar com 5% ou no máximo 10% do total de seu patrimônio”, avalia.

Para Miziara, em meio à necessidade de migração para a renda fixa, um investidor de perfil moderado deve ter entre 25% e 30% dos seus investimentos em ações. No entanto, para o iniciante, ele recomenda que seja metade disso, chegando até 10% e, conforme for entendendo o mercado, aumente aos poucos essa exposição.

E não basta apenas começar. É preciso também persistir. Para Fernando Araújo, gestor da FCL Capital, é importante criar o hábito de fazer aportes regulares e fixos. “Essa disciplina todos os meses, ao longo de alguns anos, vai fazer a diferença lá na frente”, aconselha.

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XP promove evento de investimentos em Belo Horizonte

SÃO PAULO – A XP vai promover o evento de investimentos Expert Talks em Belo Horizonte, nos dias 3 e 4 de abril. O evento vai reunir importantes nomes da economia e da política do país, além de empreendedores e especialistas em investimentos.

Entre os palestrantes já confirmados, estão Guilherme Benchimol, CEO da XP, Marcos Troyjo, secretário especial de comércio exterior e assuntos internacionais do Ministério da Economia, Fábio Giambiagi, economista-chefe do BNDES, o filósofo Luiz Felipe Pondé e o navegador Amyr Klink.

Ao longo de dois dias, os participantes poderão acompanhar palestras com perspectivas para a política, a economia e os investimentos e aprender sobre finanças em workshops promovidos por educadores financeiros.

A Expert Talks é a versão regional da Expert, maior evento de investimentos do mundo, cuja última edição aconteceu em julho de 2019 em São Paulo e reuniu mais de 30 mil pessoas. Em novembro, Florianópolis sediou a primeira Expert Talks.

Como participar

A partir desta quarta-feira (12), os interessados em participar da Expert Talks poderão comprar seus ingressos clicando aqui. Clientes da XP têm 50% desconto.

Expert Talks Belo Horizonte
Quando: 3 e 4 de abril
Onde: Expo Minas – Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte (MG)
Mais informações: https://www.expertxp.com.br/bh/

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Como Ganhar Dinheiro na Internet – 42 Formas Comprovadas para Fazer Você Ganhar Muito Dinheiro

Uma das pesquisas mais feitas é: “como ganhar dinheiro na internet”. As pessoas querem melhorar de vida, ter liberdade financeira e de tempo, poder fazer tudo o que sempre sonharam. Neste artigo, você vai descobrir 42 formas para ganhar dinheiro online. Aproveite! Se você quer saber como ganhar dinheiro na internet, você acabou de encontrar […]

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Tesouro Direto: título paga a inflação mais 2,58% ao ano nesta quarta-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentaram leve alta na tarde desta quarta-feira (12).

Pela manhã, as taxas recuaram em meio à divulgação de novos dados de atividade abaixo do esperado.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo nacional registraram leve retração de 0,1% em dezembro de 2019 ante novembro, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas.

O resultado ficou abaixo da estimativa de economistas consultados pela Bloomberg, que era de alta de 0,2%. Em 2019, o setor cresceu 1,8% e fechou o terceiro ano consecutivo de taxas positivas: 2,1%, em 2017, e 2,3%, em 2018.

Leia também:
Fundos de inflação: Como ficarão os retornos após o fim dos cortes de juros?
Epidemia do coronavírus é risco relevante para atividade global, aponta SPX

No ambiente externo, os mercados tiveram um dia alívio diante de sinais de que a propagação do coronavírus está desacelerando e de que a economia mundial poderá superar o impacto da doença.

Dados oficiais mostram que 2.015 novos casos de coronavírus foram relatados na China nas últimas 24 horas, número que diminuiu pelo segundo dia seguido. Com isso, o total de infecções alcançou 44,6 mil. Já o número de vítimas fatais aumentou para 1.113.

Em entrevista à Reuters, o epidemiologista chinês Zhong Nanshan, responsável por combater o vírus da Sars em 2003, previu que o surto do novo coronavírus deverá atingir seu pico entre a metade e o fim deste mês e terminar em abril.

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2026 pagava um prêmio de 6,23% ao ano, ante 6,22% a.a. na abertura do dia, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais e prazo em 2031 subia de 6,56% para 6,58% ao ano.

Entre os papéis indexados à inflação, o Tesouro IPCA+2026 oferecia um prêmio anual de 2,58%, ante 2,56% a.a. anteriormente.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Como investir com a Selic a 4,25% ao ano?

Com a queda dos juros, produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos, e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic.

Nos últimos 12 meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA neste ano se confirme.

Além de os juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, a perspectiva de que eles voltem a subir colocam novo desafio para o aplicador brasileiro.

O InfoMoney conversou com especialistas do mercado financeiro para entender como o investidor deve se posicionar neste cenário. O consenso foi de que as aplicações deverão buscar horizontes mais longos e que, independentemente do perfil de risco do investidor, alguma parcela do portfólio deve estar alocada em ativos mais arriscados, de forma a garantir melhores rentabilidades. A matéria completa você confere aqui.

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Caixa quer juro de crédito imobiliário prefixado entre 8% e 9% ao ano

Uma mão segurando uma casa para simbolizar a compra de um imóvel

A Caixa Econômica Federal já bateu o martelo quanto aos juros que serão cobrados na nova modalidade de crédito imobiliário, sem correção, conforme apurou o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. As taxas mínimas devem começar entre 8% e 9% ao ano e o banco da habitação mira, de acordo com fontes próximas à instituição, bater a marca dos R$ 10 bilhões em empréstimos na linha prefixada para a compra da casa própria no primeiro ano de operação.

O lançamento do crédito imobiliário sem correção ocorrerá na próxima semana, em cerimônia no Palácio do Planalto. Deve contar com a presença do presidente Jair Bolsonaro, em evento similar ao do anúncio do financiamento com lastro no índice de inflação, o IPCA, realizado em agosto de 2019.

O evento, que estava previsto para março, foi antecipado por causa do processo de abertura de capital da Caixa Seguridade, holding de seguros do banco. Há um mantra nos corredores da instituição: foco no IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês).

Nesse primeiro ano de governo, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e Bolsonaro estreitaram relações. O executivo passou a acompanhar o presidente em viagens e também em algumas das tradicionais “lives” de Bolsonaro, feitas às quintas-feiras.

O foco da Caixa, conforme fontes, é mostrar que o banco tem “segurança” e “tranquilidade” para lançar a nova modalidade de crédito imobiliário, uma aposta para ampliar esse tipo de crédito no País. Com o lançamento, a Caixa passa a oferecer a seus clientes três modalidades de crédito imobiliário: taxa referencial (TR) mais juros; com lastro no IPCA e sem correção. A ideia do banco, conforme uma fonte, é oferecer taxas diferenciadas conforme os prazos da linha prefixada. Os financiamentos de 20 anos, por exemplo, terão juros serão mais atrativos do que os empréstimos de 30 anos.

Ofensiva.

O lançamento do crédito imobiliário sem correção é também mais uma ofensiva da atual gestão da Caixa de confrontar a linha tradicional, que cobra juros mais TR. O presidente do banco tem chamado a atenção para o tema de forma recorrente. Ele diz que a TR está zerada, mas que isso pode mudar, o que representaria um risco para os bancos.

Durante evento no fim de janeiro, o presidente da Caixa confirmou que a perspectiva do banco é de que os juros da modalidade prefixada ficassem abaixo de 10% ao ano. Disse ainda que, embora a oferta do banco compreenda prazos mais longos, a expectativa era a de que o prazo médio ficasse ao redor dos 8,5 anos.

Entre os bancos privados, o crédito prefixado é visto com mais bons olhos do que o com lastro no IPCA. Questionado pela reportagem, o Bradesco informou que estuda a nova modalidade. Já o Itaú Unibanco afirmou que não tem planos de operá-la no curto prazo, mas que está sempre atento aos movimentos do mercado.

“O crédito imobiliário prefixado desperta mais interesse que o IPCA porque é mais seguro aos clientes. O risco é da curva de juros, que fica com o banco e a tesouraria tem como controlar, ao menos no cenário atual”, diz o executivo de um grande banco, na condição de anonimato.

Em outra frente, afirma uma fonte, o presidente da Caixa também defende, nos bastidores, que os juros da linha TR caiam mais, considerando o atual patamar dos juros básicos no País, a Selic. A taxa sofreu um novo corte na semana passada, caindo para o nível histórico de 4,25% ao ano.

Com a ofensiva nos juros, a Caixa retomou, no ano passado, o posto de líder no crédito imobiliário com recursos da poupança (SBPE), ao conceder R$ 26,6 bilhões em 2019, em comparação a R$ 13,3 bilhões no exercício anterior, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Assim, desbancou, o concorrente Bradesco – líder em 2018, com cerca de R$ 17,9 bilhões, seguido por Itaú Unibanco, com R$ 16,7 bilhões.

Procurada, a Caixa não comentou. Disse que as taxas da modalidade prefixada ainda estão sendo fechadas.

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Trafegar pela Dutra ficará 20% mais barato, diz ministro

São Paulo — O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse nesta quinta-feira (13) que a nova concessão da Dutra, via de ligação entre Rio e São Paulo, deve baratear em “pelo menos 20%” o custo para trafegar pela região com redução dos valores no pedágio. Hoje os motoristas pagam por volta de R$ 60 no trajeto entre as duas metrópoles. A ideia é baixar isso para menos de R$ 50.

“Estamos falando de mais de R$ 30 bilhões em investimentos e com tarifa 20% menor, com a possibilidade de pagar ainda menos”, disse Freitas na Fiesp, a federação das indústrias paulistas, em evento a empresários e políticos das regiões lindeiras à rodovia.

O contrato atual da Via Dutra, administrada pela CCR desde 1995, vence em março de 2021. A previsão é que o leilão da via seja realizado em dezembro deste ano. O novo administrador deverá ficar com a via por 30 anos.

O novo contrato prevê inovações para as concessões rodoviárias brasileiras. Entre eles está a cobrança eletrônica com “tags”, adesivos no vidro dianteiro dos carros com transmissão automática das informações do veículo. A tecnologia vai permitir a cobrança proporcional ao trecho rodado na via – o chamado free flow.

A futura concessionária da Dutra deverá construir novas pistas na Serra das Araras, trecho entre os municípios de Piraí e Paracambi, uma demanda antiga por causa de congestionamentos e acidentes.

Em 30 anos de contrato da futura concessionária, estão previstos R$ 17 bilhões de investimentos, mais R$ 8,9 bilhões para a manutenção da via.

Além da Dutra, o novo dono da via terá sob responsabilidade 196 quilômetros da Rio-Santos entre os municípios de Itaguaí (RJ) e Ubatuba (SP).

Em fevereiro, o governo do Rio de Janeiro sugeriu mudanças no projeto de concessão apresentado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, órgão federal responsável pelas regras do leilão.

Entre as sugestões está a melhoria de toda a pavimentação e sinalização da Rio-Santos já no primeiro ano da concessão. Outro pedido é que a duplicação dos 17 quilômetros entre Itacuruçá e Mangaratiba, incluindo os túneis que cortam a região, inicialmente prevista para o quinto ano de concessão, seja adiantada para o segundo ano de obras.

Vendas de carros elétricos e híbridos no Brasil cresce 320%. E a culpa é da Toyota

Toyota RAV4 Hybrid

Novo Toyota Corolla
(divulgação)

Caros leitores, digníssimas leitoras: um dos temas que já abordamos por aqui é o processo de “eletrificação” ao qual a indústria automotiva vem passando. Processo que está cada vez mais forte na Europa e agora vem crescendo por aqui em terra tupiniquim – nós já publicamos um relato a respeito aqui.

Mas, como anda esse mercado?

Em janeiro tivemos quase 1,6 mil carros (elétricos e/ou híbridos) comercializados no Brasil. O que representou um crescimento de 320% sobre janeiro do ano passado, quando tivemos míseros 373 carros vendidos.

OK, pode parecer quase nada, mas isso representa quase 1% de todos os carros vendidos no país nesse período. Para fazermos uma análise mais justa, esses tipos de veículos venderam mais que, por exemplo, vendeu a: Peugeot, ou Mitsubishi + Audi, ou BMW + M. Benz, ou Kia + Volvo + Land Rover. Aqui fica a seu critério a escolha de comparação.

Parece que o mundo automotivo (150 anos depois) vem redescobrindo a eletrificação dos veículos.

Mas o que vem motivando esse crescimento por esse tipo de veículo aqui no Brasil?

Bem, o grande culpado (por este crescimento) no mercado brasileiro, tem nome e sobrenome: Toyota

O problema da Toyota é que eles não sabem brincar… quando eles decidem fazer as suas “toyotices”, sobra quase nada para os demais.

O mercado cresceu 320%. Mas o crescimento da Toyota com esses veículos foi de “apenas” 622% (de 172 carros para 1.242); a Volvo cresceu 225%; BMW subiu 31% e a Renault, que vem colocando o seu Zoe como carro de aplicativo elétrico, só 10,5% de evolução.

Isso implica em afirmar que, neste ano, a Toyota detém 80% neste mercado. Viu só? É a Toyota fazendo as suas “toyotices”!

Para complementar, dos 1.242 carros híbridos da Toyota, 48% foram do RAV4; 51% do Corolla e apenas 1% do Prius, o pioneiro.

E aí, para facilitar a vida de vocês, nós tivemos a ousadia de pedir para os japoneses da Toyota emprestarem os seus carros híbridos para darmos uma bisolhada neles. Logicamente que não esperávamos que eles tivessem a ousadia de emprestar; afinal de contas, os orientais – em geral – possuem uma certa aversão ao risco (e quer risco maior do que emprestar um carro para o estagiário?).

Mas eles emprestaram!

A nossa epopéia

Ela já começou com a retirada do veículo, que tinha que ser feita na fábrica, em São Bernardo do Campo. A Bike do Itaú, que uso, não chega até lá.

Resolvido isso, me preparei devidamente para fazer a retirada. Como todo “ser humano”, nós tínhamos os nossos “pré-conceitos” sobre a marca. A primeira é que a Toyota é “carro de tiozão” (neste caso, corri atrás de um pulôver – padrão tio Sukita – e já havia decorado todas as piadas clássicas …é PAVÊ ou PA CUMÊ?); a segunda é que – para mim – os carros da Toyota sempre me lembravam o Leônidas:

Esparta Sparta

Afinal de contas, requinte e Toyota não cabiam na mesma frase. E a fama de carro “espartano” é bem forte na marca.

Aí vem a Toyota, dando uma bofetada na cara do estagiário.

Toyota RAV4 Hybrid

Voltando ao carro. Esse novo RAV-4 não tem nada a ver com as antigas gerações do carro. Ou seja, esqueça tudo o que você tinha visto sobre o RAV-4. Isso aqui, amiguinhos, é um novo carro!

O RAV-4 é um SUV “parrudo” (não igual aos outros SUV “compactos”), com cara de invocado. Se você tinha os mesmos pré-conceitos que eu, fique sabendo que a mudança foi brutal: a beleza do veículo é tanta que ele conseguiu deixar o estagiário até mais bonito.

Toyota RAV4 Hybrid

Mas, apesar de tudo, a Toyota consegue dar as suas “deslizadas”. Afinal de contas, colocar uma televisão de tubo com CD player (quem hoje em dia usa CD? Só faltou colocar a disqueteira no porta-malas), nos faz lembrar que até as “musas inspiradoras” (Toyota) fazem o número 2.

Toyota RAV4 Hybrid

A grande sacada da Toyota é ela não estar comercializando um carro 100% elétrico ou um híbrido plug-in (os veículos híbridos plug-in serão o tema do próximo post); mas um carro com motor a combustão (a gasolina, de 2,5 litros) trabalhando em conjunto com três motores elétricos que carregam suas baterias por conta própria, seja através do motor ou usando o sistema de frenagem.

Toyota RAV4 Hybrid

O que isso quer dizer? Que os 4 motores combinados podem gerar uma potencia máxima de 222 cavalos. Só de você pensar em “vou pisar no acelerador do carro”, o carro já foi…

Outra análise feita é que, se você pensar em segurança, ele tem de tudo e mais um pouco. O que mais utilizamos foi o sistema PCS do veículo (Pre-Crash System), ou seja, se você for bater o carro, ele te avisa com alerta sonoro (bem alto) e visual, além de fazer uma frenagem automática. E funciona mesmo. Com a gente ele funcionou umas três vezes (vai ver que foi por isso que eles tiveram a coragem de emprestar o carro).

A nossa dúvida foi que: com um motor a gasolina de 2,5 litros, o carro tenderia a ser meio beberrão… grande engano. Rodamos com ele 632 km (60% estrada e 40% cidade), e o devolvemos com mais de ¼ do tanque de combustível. Ou seja, ele faz 900 km de boa!

Dando continuidade à nossa saga, pegamos o Corolla híbrido.

Toyota Corolla Hybrid

O que temos para falar do Corolla? Nada! Um carro que existe desde 1966, com mais de 40 milhões de unidades vendidas no mundo inteiro, deve ter lá suas qualidades. Essa 12º geração só serviu para melhorar o que era excelente.

No Brasil, o segmento de sedãs médios é composto basicamente por Corolla, Chevrolet Cruze, Honda Civic, VW Jetta, Nissan Sentra e Audi A3 Sedan. Neste contexto, 50% do que é vendido é de Corolla, enquanto os outros cinco disputam os 50% restantes. O Corolla está anos luz à frente dos concorrentes, tanto que consegue vender mais que o dobro do segundo colocado (Cruze).

Mas qual foi a grande sacada aqui? A Toyota fez o híbrido perfeito! Diferentemente do RAV4, o motor a combustão do Corolla é flex (o que ainda faz sentido em São Paulo e sua fartura de etanol).

Rodamos um pouco mais com o Corolla do que com o RAV4. Foram 852 Km, grande parte na cidade, e o ponteiro de combustível quase não baixou! Quando pegamos o carro, a autonomia apontada passava dos 1,1 mil km.

Toyota Corolla Hybrid

E, para não me alongar mais na história, qual o resultado disso tudo?

Que a Toyota, mais uma vez, fez uma “toyotice”. Ela soltou no mercado brasileiro dois carros híbridos excelentes, sendo um deles flex (e que já era o sedã médio mais vendido há séculos).

Não existe, no curto prazo, algum “grande concorrente” para ela; vai nadar de braçadas neste nicho de carros híbridos por um bom tempo; e quando finalmente chegar algum concorrente pra valer, ela provavelmente já estará posicionada para lançar uma nova geração dos seus veículos.

Os japas são demais!

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