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Ainda vale a pena investir no Tesouro para a reserva de emergência?

Dúvida do leitor: “Comecei há pouco tempo a fazer a minha reserva de emergência, com aplicações em títulos do Tesouro. A minha dúvida é: ainda vale a pena investir em títulos do Tesouro para compor a reserva de emergência?”

Resposta de André Chede, CFP®:

Prezado leitor,

A resposta é sim!

Nesse caso, o título indicado é o Tesouro Selic, uma vez que é corrigido com base nos juros básicos da economia. Os Títulos Prefixados e os em IPCA não são adequados por conta da oscilação de preço, que é maior quanto mais longo for o vencimento do título.

O propósito de compor uma reserva de emergência é usar o valor para necessidades inesperadas, como gastos com saúde, perda de emprego, entre
outros.

Então você deve buscar principalmente duas características nesse investimento:

– Segurança, pois é preciso proteger o valor contra riscos de oscilação e perda do capital;
– E liquidez para que o dinheiro esteja disponível sempre que você precisar.

Em relação à liquidez, vale lembrar que o pagamento do resgate do Tesouro Selic ocorre no dia seguinte à solicitação. Uma outra opção que pode ser considerada são os Fundos DI que têm taxas de administração baixas.

Naturalmente existe uma preocupação com a rentabilidade, ainda mais no cenário atual de juros baixo, mas não é o fator mais importante neste caso.

Devemos considerar principalmente três fatores para a escolha de um investimento: segurança, liquidez e retorno, sendo que você irá optar pelos
critérios que mais te interessam naquele momento.

Se você quer segurança e liquidez, deverá abrir mão de um maior potencial de retorno, ou se você quer mais retorno, provavelmente terá que renunciar à liquidez ou à segurança.

Uma dúvida comum é qual o valor necessário para deixar na reserva de emergência.

Não existe uma conta exata, até porque cada pessoa possui gastos e necessidades diferentes, mas existe uma ideia bastante difundida por planejadores financeiros é que a reserva deve ser equivalente a pelo menos seis vezes o seu gasto mensal. Então se o seu gasto mensal for de 3 mil reais, por exemplo, essa reserva deve ser de 18 mil reais.

A construção da reserva de emergência é uma das primeiras etapas de um planejamento financeiro inteligente.

Parabéns por ter dado esse importante passo, e boa sorte na construção do seu patrimônio.

André Chede é planejador financeiro pessoal e possui a certificação CFP® (Certified Financial Planner), concedida pela Planejar – Associação Brasileira de Planejadores Financeiros. Email: andreachede@uol.com.br

As respostas refletem as opiniões do autor, e não do site Exame ou da Planejar. O site e a Planejar não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.

Envie suas dúvidas sobre investimentos para seudinheiro_exame@abril.com.br.

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 120 milhões

São Paulo – A Mega-Sena, que está acumulada há 13 concursos, vai sortear neste sábado (15), o prêmio estimado em R$ 120 milhões.

As seis dezenas do concurso 2234 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, na cidade de São Paulo. O sorteio é aberto ao público.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Bolão

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Kapitalo, Verde e Navi: as estratégias por trás dos melhores fundos multimercado

fundos de investimento análise gráficos índices

SÃO PAULO – Ser referência na indústria de fundos brasileira não é tarefa para qualquer gestora. São poucas as que contam com profissionais renomados com longa experiência no mercado, que já viveram os altos e, principalmente, os baixos, e que fogem dos holofotes, ainda que as atenções sempre se voltem às suas movimentações.

A categoria de fundos multimercado ganhadores do ranking feito pelo InfoMoney em parceria com a escola de negócios Ibmec tem dois nomes de peso, ambos com um histórico de longa data: Kapitalo e Verde.

Com possibilidade de se expor a câmbio, juros e bolsa, no Brasil e no mercado internacional, o que leva os fundos das duas casas a se destacarem em um universo que conta com mais de 400 instituições financeiras com multimercados no país?

A terceira posição do ranking, por sua vez, destoa um pouco dos dois primeiros fundos por ser um produto long and short, portanto com foco em renda variável, com posições compradas (aposta na alta) e vendidas (aposta na queda).

O fundo Navi Long Short também é um conhecido de longa data do mercado, já que foi criado em 2010, quando integrava o leque de produtos da Kondor Investimentos.

Em meio ao processo de corte de juros, que levou a Selic para a mínima histórica de 4,25%, e ao atual ciclo de alta das bolsas brasileira e americana, o investidor desavisado pode ter a impressão de que foi fácil bater o CDI nos últimos três anos. Os desafios, contudo, foram imensos. A seguir, gestores contam as dificuldades e comentam as oportunidades neste momento.

Trabalho de formiguinha

O Banco BBM (antes Banco da Bahia) formou alguns dos maiores nomes do mercado de gestão brasileira. Rogério Xavier e Beny Parnes, por exemplo, carregaram a experiência da casa para a SPX. Já Carlos Woelz e João Pinho, que chegaram a sócios diretores da instituição mineira, levaram sua parceria de 15 anos para fundar a Kapitalo, em 2009.

Hoje, com 75 pessoas, das quais 25 sócias, e cerca de R$ 22 bilhões sob gestão, a gestora preza por um modelo de sociedade menos hierárquico, com independência operacional, tomada de decisões por consenso e foco no produto. Na instituição, não existe a figura do CIO. “Queríamos fazer uma empresa que sobrevivesse ao Carlos e ao João”, diz Woelz.

De opiniões contundentes, o gestor desempenha papel ativo no dia a dia da casa e deixa claro que o bom desempenho não é feito de acertos de grande repercussão, mas, sim, de consistência. “O trabalho do gestor é de formiguinha, fruto de centenas de decisões tomadas. O gestor não é feito de grandes tacadas, é feito de muito trabalho.”

O fundo Kapitalo Zeta, lançado em 2010, teve valorização de 65% nos últimos três anos, ante um CDI da ordem de 24%.

Ainda que esteja cada vez mais conhecida pelo investidor de varejo, que precisa se contentar com um pequeno período de abertura do fundo para novas captações ao ano, o foco da Kapitalo sempre esteve mais concentrado no cliente de maior patrimônio, seja de family office, fundos de fundos ou private banking. “Captamos lentamente. Só 13% [dos investidores] vêm de plataforma”, afirma Woelz.

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Com quatro estratégias, a casa conta hoje com dois a quatro profissionais responsáveis por cada um dos 14 books. O Zeta ganhou nos últimos três anos principalmente com juros e bolsa local e internacional.

Segundo Woelz, a equipe começou a ficar mais otimista com o desempenho dos ativos antes do impeachment de Dilma Rousseff, de olho ainda em um ciclo econômico global favorável, com reflexo sobre a lucratividade das empresas.

Com acertos calculados e um pouco de sorte, como o gestor admite, a Kapitalo conseguiu colher os frutos nos últimos anos de uma alocação pautada pela cautela e por questionamentos com os novos rumos tomados pela economia mundial.

“Em 2019, tivemos muita dificuldade para montar risco, com insegurança com o crescimento global”, afirma. “O crescimento é baixo, mas está estabilizado. Uma retomada cíclica está sendo ensaiada e estamos com posições mais construtivas.”

Em sua última carta a cotistas do Zeta, referente a janeiro, a Kapitalo afirmou que, ainda que o surto de coronavírus tenda a ter impacto negativo sobre o nível de atividade no primeiro trimestre, a liquidez global permanece elevada e as condições para a recuperação econômica, favoráveis.

Em bolsas globais, a gestora seguiu com posição comprada em uma carteira de ações e reduziu posições compradas em índices. Já no Brasil, a Kapitalo diminuiu a posição liquidamente comprada em ações.

“No médio prazo, a alocação em Bolsa no Brasil é certa. Já o que o cliente pessoa física quer não é”, assinala Woelz, em meio a receios com relação a uma impaciência do pequeno investidor, que segue em um processo de maior alocação em renda variável.

Retornos nada óbvios

Com a segunda posição do ranking de melhores multimercados, o fundo Verde AM Scena Advisory tem Luiz Parreiras no comando da gestão, que segue os mesmos princípios da estratégia do lendário fundo Verde.

Criado por Luis Stuhlberger, o Verde tem um histórico de gestão invejável, com apenas três de 23 anos abaixo do CDI – 2008, 2014 e 2017.

Em 2018, enquanto o Scena rendeu 7,98%, o Verde teve ganho de 7,91%. Em 2019, a valorização do primeiro fundo foi de 13,97%, novamente bem próxima do retorno de 13,33% do Verde.

A renda fixa concentra a maior parte da alocação, que oscila numa faixa de 60% a 80%, enquanto as estratégias de ações long bias e multimercado global podem responder por 0% a 20% do portfólio.

Com R$ 1,7 bilhão sob gestão, o Scena Advisory foi criado em abril de 2017 e rende 32,3% desde o início, ante um CDI de 19,8% no período.

Embora os últimos três anos tenham sido bastante favoráveis para os investimentos no Brasil, Parreiras frisa que nada foi óbvio.

Em 2017, a economia vinha de uma recessão brutal, Donald Trump acabava de ser eleito presidente dos Estados Unidos e Jair Bolsonaro era apenas um “deputado folclórico”, diz. “Agora parece que foi tudo muito fácil, mas, ao longo do tempo, ganhamos dinheiro em tudo – dólar, juros, bolsa aqui e lá fora e alocação internacional. É normal isso? Não, é raro. Diria que é bem incomum”, frisa.

O sócio e gestor da estratégia multimercado e previdência na Verde Asset credita à antecipação da casa ao resultado das eleições presidenciais de 2018 o grande diferencial dos últimos anos. Em 2020, assim como a Kapitalo, o tom da casa é otimista, mas Parreiras sugere cuidadoso com o que já parece caro.

“Nossa alocação em Bolsa está maior que a média dos últimos anos, mas estável nos últimos seis meses. Preocupa ver sinais meio clássicos de exagero, de excessos em ativos de risco. É dever do gestor ser eternamente preocupado”, destaca. “O mercado não está desalinhado, mas as pessoas têm que aprender a respeitar o risco. Preocupa um pouco elas acharem que tudo é obvio.”

Rumo à primeira década

Se os dois primeiros fundos do ranking se destacam com atuações nos mais diferentes mercados, a terceira posição tem uma história particular. A Navi Capital foi lançada oficialmente em 2018, mas sua origem precede a data, já que a casa foi criada após “uma gestação de nove anos como equipe na Kondor Invest”.

O fundo Navi Long Short completa, portanto, dez anos de existência em 2020, com patrimônio de R$ 1,67 bilhão, do total de R$ 5,1 bilhões da gestora.

Com 12 sócios, dos quais sete egressos da Kondor, a gestora tem foco total em ações. Seu fundo long and short rendeu 41,6% nos últimos três anos e tem, em média, 20 ações compradas.

Na parte hedgeada, isto é, de proteção do portfólio, o fundo monta posições vendidas principalmente via índice futuro ou por meio de uma carteira pulverizada com cem ações líquidas.

Com maior dificuldade para encontrar bons papéis para shortear, Waldir Serafim, sócio fundador e co-CIO da Navi, aponta como destaques recentes da parte comprada Copasa (em 2017) e Lojas Americanas, Intermedica e Hapvida (em 2019).

Hoje, essa parte da carteira ainda conta com nomes como Petrobras, em meio a evolução de sua eficiência, e de utilities, como Equatorial, beneficiada pela queda dos juros. Bancos como o Itaú também têm lugar no portfólio comprado, ainda que Serafim assinale que, para as ações deslancharem, seja necessária a volta do investidor estrangeiro ao país.

Ainda que tenha um histórico curto como Navi, a gestora já tem planos para expandir a atuação.

“Temos vontade de ter novos produtos em outro mercado, como o de fundos imobiliários ou de dívida”, diz. “Estamos animados com o Brasil, tem muito espaço para andar, crescer e para oportunidades. Agora tem que fazer esse dinheiro do mercado de capitais se traduzir em investimentos.”

Conheça os gestores dos melhores fundos de investimentos do país e saiba o que eles recomendam para 2020: participe do Fórum Melhores Fundos 2020

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Os 10 destinos mais baratos para viajar em 2020

São Paulo – Brasileiros que queiram aproveitar os feriados de 2020 para viajar, sem gastar muito, devem optar por destinos como Buenos Aires, na Argentina; Montevidéu, no Uruguai; e Santiago, no Chile. Esses são os destinos mais baratos para 2020, segundo levantamento anual da agência de viagens  Kayak.

A categoria destaca os destinos que registram uma combinação de passagens aéreas e hospedagem baratas, com base no histórico de preços na plataforma nos últimos anos.

A maior parte do ranking é composta por destinos na América Latina. A vantagem? Voos mais curtos e mais baratos em relação a outros destinos estrangeiros, o que faz com que seja possível visitá-los em um feriado prolongado.

Veja abaixo a lista dos destinos mais econômicos divulgada pelo Kayak:

Cidade Economia em relação à média de preços Antecedência ideal para a compra de passagem
Buenos Aires -55% 4 meses
Montevidéu -53% 3 meses
Santiago -49% 2 meses
Lima -33% 4 meses
Curitiba -30% 4 meses
Vitória -25% 4 meses
Bogotá -24% 2 meses
Belo Horizonte -22% 4 meses
Bariloche -20% 4 meses
Cartagena -18% 3 meses

As datas de viagem consideradas foram de 16/11/2018 a 15/11/2019.

Foram considerados os principais destinos de voo, entre os 100 mais pesquisados, com o menor custo médio geral de viagem.

A diferença percentual é baseada na comparação com o custo total da viagem na América do Sul para as datas de viagem e pesquisa indicadas.

O Kayak definiu uma “viagem” como “um voo de ida e volta + três noites em hotel”.

Os destinos incluem propriedades com 4 ou mais estrelas com base no número de propriedades disponíveis, ordenadas pelo resultado das pesquisas. Propriedades com menos de 4 estrelas foram excluídas da lista.

As pessoas mais felizes do mundo têm um problema de dívida

As pessoas mais felizes do planeta vão receber ajuda para administrar as finanças.

Na Finlândia, que liderou o mais recente Relatório Mundial da Felicidade das Nações Unidas, o banco central está elaborando uma estratégia de alfabetização financeira para os cidadãos.

A ideia, concebida em um país que já supera grande parte do mundo rico no setor de educação, é descobrir se um pouco mais de perspicácia financeira ajudará finlandeses a se endividarem menos.

O endividamento das famílias finlandesas dobrou nas últimas duas décadas em um cenário de queda das taxas de juros e obsolescência gradual do dinheiro como forma de pagamento. A população da Finlândia, sede de empresas como Nokia e Rovio, criadora do famoso game Angry Birds, é conhecida pela maior habilidade em tecnologia do que a maioria. Mas a disposição de adotar pagamentos digitais em vez de dinheiro coincidiu com menos disciplina nos hábitos de consumo.

Agora, um recorde de 7% dos 5,5 milhões de cidadãos da Finlândia não conseguem pagar as contas, um aumento de 30% em relação aos últimos dez anos. Nos últimos anos, autoridades alertaram sobre o crescimento em particular do crédito ao consumidor.

Juha Pantzar, presidente da Guarantee Foundation, que ajuda pessoas muito endividadas a recuperarem o controle das finanças, diz que o fato de que “o dinheiro desapareceu” criou uma nova realidade que “obscurece a percepção de muitas pessoas sobre o dinheiro”.

“Muitas pessoas têm dificuldade em estimar onde o dinheiro é gasto, quanto terão no final do mês e quanto podem se dar ao luxo de pedir emprestado”, disse.

Há cerca de 20 anos, o dinheiro vivo era usado em 70% das transações de pagamento nas lojas, e os cartões representavam o restante. Agora, essas métricas mudaram: cartões, celulares e outros modos de pagamento digitais foram usados em mais de 80% das operações em 2018, de acordo com dados compilados pelo banco central.

Olli Rehn, o governador do Banco da Finlândia, diz: “Muitos consumidores já mudaram para o mundo digital” quando se trata de pagamentos. “As pessoas não têm mais as limitações físicas de orçamento que costumavam ter e isso dificulta a administração de suas finanças.”

Banco do Brasil aprova remuneração de R$ 1,24 bilhão aos acionistas; saiba como aproveitar

SÃO PAULO – O Conselho Diretor do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 1,242 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) para seus acionistas. Isso corresponde a R$ 0,43577376318 por ação do banco. Os proventos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório do segundo semestre de 2019.

Para ter direito ao benefício, o investidor deve ter ações do Banco do Brasil em carteira no fechamento do pregão do dia 21 de fevereiro, que é a chamada “data-com”. A partir da sessão seguinte, dia 24 de fevereiro, os papéis do BB serão negociados “ex-dividendos”, ou seja, sem direito ao recebimento dos proventos.

O pagamento dos JCP será realizado no dia 5 de março deste ano.

Vale lembrar que ao contrário dos dividendos os juros sobre o capital próprio sofrem a incidência de uma alíquota de 15% de Imposto de Renda descontados no ato do pagamento.

Como aproveitar

O primeiro passo é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Lembre-se que quanto menores os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade, portanto dê preferência para corretoras que não cobram taxa pela corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

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Taxar dividendos sem compensação pode trazer situação ‘insustentável’ a alguns PJs, aponta especialista

SÃO PAULO – A tributação de dividendos distribuídos a acionistas de empresas voltou à pauta do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia deixou claro, durante evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro na última segunda-feira (10), que tem se reunido com outros deputados e senadores para discutir o tema em um modelo que inclua uma compensação às pessoas jurídicas para que não haja aumento de tributação nessa operação.

“Quando você tributa a pessoa jurídica e não tributa dividendos, se a pessoa for reinvestir acaba tributando novamente. Ele acaba passando para pessoa física e vai criando fundos. O sistema beneficia hoje esse movimento”, afirmou o presidente da Câmara, que não deixou claro como pretende e quanto irá reduzir a alíquota para PJ.

Para Fagner Souza, líder da área de tax da consutoria Mazars, não tem como a tributação de dividendos escapar das discussões atuais envolvendo a reforma tributária. Segundo o consultor, o Brasil é um dos únicos países do mundo que ainda não fazem esse tipo de taxação e, tributando o lucro, retira-se o ônus da empresa e permite-se ao empresário reinvestir a maior parte dos recursos.

“A causa de Rodrigo Maia é até nobre, pois permite que o lucro possa ser mais facilmente reinvestido. No Brasil, em que se tributa em 34% as pessoas jurídicas, movimentos apontam que essa carga deva descer para 25% e, eventualmente, se inclua uma alíquota sobre os dividendos, que é a única forma de não aumentar a carga tributaria”, explica.

O modelo atual, definido durante o governo Fernando Henrique Cardoso, evita a incidência de mais de um imposto durante o processo. O sistema tributa o lucro obtido por uma empresa e isenta quando essa empresa distribui o lucro em forma de dividendos aos seus acionistas e sócios, que declaram os valores recebidos como pessoa física, mas não pagam Imposto de Renda sobre eles. A tributação da PJ é de 34% e de até 27,5% para a pessoa física.

Já Gustavo Brigagão, presidente da Associação Brasileira de Direito Financeiro (ABDF) e sócio do escritório Brigagão, Duque Estrada Advogados, acredita que tributar essa circulação em dois momentos traz complexidade ao sistema, além de criar um cenário que dificulta ao investidor diversificar sua carteira.

“Você retira das mãos do investidor a possibilidade de decidir investir em outras empresas, porque as empresas vão começar a segurar esses valores para evitar essa segunda tributação. Quando tem isenção existe a circulação de riqueza”, explica Brigagão.

O advogado ainda acredita que a isenção ajudou na formalização da economia, porque incentivou a criação de pessoas jurídicas e, como desdobramento, houve a diminuição da informalidade e criação de novos postos de trabalhos. Em um cenário de tributação de dividendos, Brigagão crê que as pessoas não vão passar a pagar o tributo, mas sim encerrar suas pessoas jurídicas.

Mesmo com a nova proposta de Maia em criar uma compensação às pessoas jurídicas, o especialista salienta que a conta deve ser muito bem executada, porque a discussão da medida vem acompanhada do projeto de reforma tributária que pode gerar um aumento de 700% em tributos na categoria de serviços.

“Para alguns contribuintes médios que trabalham como PJ, a exemplo de arquitetos, contadores, médicos, se houver aumento efetivo de carga tributária a sobrevivência deles será insustentável. É preciso haver uma compensação de forma que o valor que a União recebe nos seus cofres públicos de pagamento de IR ou contribuição social por lucros não seja superior ao que ela recebe hoje em dia”, pontua.

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Tesouro Direto: confira as taxas dos títulos públicos nesta quinta-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam queda na tarde desta quinta-feira (13).

Um dia após anunciar sinais de desaceleração na propagação do coronavírus, o governo chinês informou pela manhã que os laboratórios mudaram o método de exames de diagnose e que o número de infectados voltou a subir, registrando 15.152 novos casos nas últimas 24 horas, com 254 mortes (o dobro em relação ao dia anterior), todos na província de Hubei. Agora, o total de infectados é 59.804, com 1.367 mortos na China.

No Brasil, o dólar subiu nos últimos quatro dias, encerrando o último pregão na maior cotação nominal desde o Plano Real, a R$ 4,35. Hoje, contudo, a moeda americana abriu em alta, mas inverteu o rumo, após leilão realizado pelo Banco Central.

Declarações dadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda repercutem sobre o mercado, em meio à sua defesa de que um dólar fortalecido é positivo para o país. “É melhor termos juros a 4% e câmbio a R$ 4,00, do que câmbio a R$ 1,80 e juros de 14%, nas alturas”, afirmou. “O câmbio não está nervoso, mudou para R$ 4,00. O modelo não é juro na lua e câmbio baixo, desindustrializando o Brasil”, acrescentou.

Em entrevista à GloboNews, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse também na quarta-feira que o câmbio não tem piorado as expectativas de inflação.

Entre os indicadores domésticos, após resultados decepcionantes da produção e do varejo em dezembro, o setor de serviços registrou queda de 0,4% no último mês de 2019 ante novembro. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde queda de 1,1% a avanço de 0,3%, com mediana negativa de 0,5%.

Na base anual, houve um crescimento de 1,6%, acima da mediana das expectativas, que apontava para avanço de 1,5%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo uma sequência de quatro anos sem crescimento.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava 2,56% ao ano, ante 2,58% ao ano na abertura do dia. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 56,05 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 2.802,87.

Os papéis com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, ofereciam um prêmio anual de 3,26%, ante 3,28% a.a. anteriormente.

Entre os papéis prefixados, o com vencimento em 2026 pagava 6,27% ao ano, ante 6,28% a.a. pela manhã, enquanto o retorno do Tesouro Prefixado com juros semestrais 2031 cedia de 6,64% para 6,61% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Como investir com a Selic a 4,25% ao ano?

Com a queda dos juros, produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos, e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic.

Nos últimos 12 meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA neste ano se confirme.

Além de os juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, a perspectiva de que eles voltem a subir colocam novo desafio para o aplicador brasileiro.

O InfoMoney conversou com especialistas do mercado financeiro para entender como o investidor deve se posicionar neste cenário. O consenso foi de que as aplicações deverão buscar horizontes mais longos e que, independentemente do perfil de risco do investidor, alguma parcela do portfólio deve estar alocada em ativos mais arriscados, de forma a garantir melhores rentabilidades. A matéria completa você confere aqui.

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Como comprar ações da Cogna Educação (COGN3); passo a passo para investir

A Cogna Educação (COGN3), conhecida até 2019 como Kroton, é uma empresa que tem atraído cada vez mais atenção dos investidores. Não é para menos: com receita líquida de R$ 5,5 bilhões em 2018, este é maior grupo privado de educação do Brasil.

Se você também tem interesse em comprar ações da companhia, confira alguns pontos relevantes sobre a empresa e seu mercado antes de tomar uma decisão.

O que você deve saber antes de comprar

A Cogna atende mais de 2,4 milhões de estudantes no Brasil, sendo 1 milhão de alunos atendidos diretamente e 1,4 milhão por meio de escolas e instituições parceiras. Sua atuação compreende desde a educação básica até o ensino superior, incluindo cursos de idiomas e materiais didáticos.

Depois de ter concentrado suas forças no ensino superior nos últimos anos, com a compra de várias faculdades – como Unopar e Anhanguera -, a companhia está ampliando sua atuação em outros mercados.

Embora o grupo exista há mais de 50 anos, o nome Cogna é recente. Até o final de 2019, a companhia se chamava Kroton. A mudança de nome ocorreu no contexto de uma reestruturação dos negócios.

O principal objetivo da mudança foi diversificar sua atuação, olhando além das faculdades e reforçando a prestação de serviços para outras empresas. Veja como todas as mudanças impactaram o valor de mercado da empresa nos últimos anos:

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Existem alguns fatores que exercem grande influência sobre os negócios da Cogna e devem ser acompanhados de perto pelos seus investidores. Confira quais são os principais:

Reestruturação de negócios

Quem deseja investir em COGN3 deve compreender que a empresa iniciou uma nova etapa depois da sua reestruturação. Com a mudança, o grupo Cogna passou a deter quatro marcas. Uma delas conservou o nome de origem – Kroton – e ficou responsável pelas atividades de ensino superior presencial e à distância; outra é a Saber, que consolida os serviços de educação para o ensino básico, cursos de idiomas e materiais didáticos para escolas públicas.

A terceira frente de negócios é a Vasta Educação, marca que atua com prestação de serviços para escola de ensino básico a partir de um modelo de assinatura e produção de material didático. A quarta marca é a Platos, com prestação de serviços para outras instituições de ensino. O grupo pretende ainda atuar com investimentos em novas frentes por meio do braço Cogna Ventures.

Esta diversificação é um tema importante para os investidores da Cogna, pois o sucesso da estratégia impactará os resultados e o desempenho das suas ações.

Mudanças no radar

A criação de diferentes áreas de negócios da Cogna despertou no mercado uma expectativa de que a empresa poderá abrir capital das diferentes marcas no futuro. Não demorou muito para a Cogna confirmar, no final de 2019, que uma das opções em estudo é uma oferta inicial de ações (IPO) da Vasta Educação nos Estados Unidos. A Vasta é dona dos sistemas de ensino Anglo e pH e das editoras Saraiva, Ática e Scipione.

Aquisições de outras empresas também devem ficar no radar de quem deseja investir na Cogna. A companhia já afirmou, por exemplo, que a subsidiária Saber pretende crescer por meio de aquisições e por meio de abertura de novas unidades. A empresa possui apenas 1% de participação no mercado de gestão de escolas privadas e deu início a um novo ciclo de crescimento depois da reestruturação do grupo.

Influência da renda

Por ser uma empresa de ensino privado, a Cogna é impactada pelo comportamento da economia, pois quanto maior é a renda dos brasileiros, mais a demanda pelos seus produtos e serviços tende a crescer. Já em um cenário de crise econômica, seus negócios tendem a enfrentar maiores desafios.

Quem investe em COGN3 deve saber que o papel pode reagir de acordo com as expectativas do mercado em relação ao poder de consumo da população.

Passo a passo para comprar

Se você ficou interessado em comprar ações da Cogna, confira o passo a passo que deve seguir antes de tomar uma atitude.

1) Analise seu perfil de investidor
Colocar seu dinheiro em ações de empresas envolve uma boa dose de instabilidade, pois os papéis variam o tempo todo. Embora seja possível compreender a estratégia da empresa e ter algumas expectativas sobre o futuro, sempre existe a possibilidade de uma notícia inesperada corroer o valor das ações.

Quem tiver comprado o papel para vender no curto prazo pode se encontrar em uma situação difícil ao precisar vender a ação por um valor mais baixo. Uma forma mais segura de investir em ações é focar no longo prazo, deixando para vender somente no momento em que o preço estiver favorável.

Por isso, antes de fazer uma compra, pense em qual é o seu objetivo e avalie por quanto tempo você pode deixar o dinheiro aplicado. Quanto mais tempo, menores são os riscos de ficar exposto aos altos e baixos do mercado de ações.

2) Fique de olho na empresa
Para ter mais segurança de investir nas ações da Cogna Educação, uma dica importante é acompanhar as notícias sobre a companhia e os relatórios de análise feitos pelas corretoras e casas de análise.

Ler os últimos resultados trimestrais divulgados pela área de relações com investidores da empresa também é uma boa ferramenta para se familiarizar com o assunto. Outra prática recomendável é acompanhar o comportamento dos papéis diretamente pelo home broker.

3) Abra uma conta em uma corretora
Para comprar ou vender ações, é preciso ter uma conta em uma corretora. Existem mais de 80 instituições autorizadas pela B3. Verifique as taxas de corretagem, que são cobradas sempre que comprar ou vender uma ação – pode ser um valor fixo ou percentual sobre a operação.

Corretoras como a Clear não fazem essa cobrança. Quanto menor for esse custo, menor o impacto sobre o resultado das operações. Depois que a conta estiver aberta, envie dinheiro para a corretora por meio de uma transferência (TED ou DOC) a partir do seu banco.

Depois, acesse o home broker – sistema de negociação online – ou ligue para a mesa de operações e passe sua ordem. Nesse momento, você terá de informar quantas ações quer comprar e a que preço.

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Vipers, Vectors e ‘Vettes’: carros para investir em 2020

(Bloomberg) – O grande erro ao comprar um carro antigo é comprá-lo porque certamente será um bom investimento.

Qualquer colecionador que se preze (e com alguma experiência) saberá que essa premissa é a única maneira infalível de “perder” dinheiro.

Em vez disso, compre o que você gosta. Dessa forma, se (quando) o mercado para sua aquisição preciosa estiver em baixa, pelo menos você ainda terá um carro que gostaria de ver e – talvez – dirigir.

Mas é claro que não podemos resistir a tentar enganar o sistema e obter o melhor dos dois mundos: comprar algo emocionante e memorável que também valorize ao longo do tempo.

Com esse objetivo, elaboramos uma lista com carros dignos de colecionadores a serem considerados em 2020. Todos são adoráveis e, com um pouco de sorte, também podem dar algum lucro.

Dodge Viper GTS
Anos a considerar: 1996-2002

Sobre o carro: com o rugido V10 da Chrysler, motor de 450 cavalos de potência e estilo louco de Detroit, o cupê prestou homenagem aos cupês Daytona Cobra da década de 1960.

Por que comprá-lo: Um número crescente de Vipers de baixa quilometragem começou a aparecer em leilões nos últimos cinco anos, com preços médios para um modelo em excelente estado atingindo cerca de US$ 53,6 mil, segundo a Hagerty, seguradora de automóveis antigos. Ainda estão disponíveis muitos bons modelos de US$ 30 mil a US$ 40 mil. É muito carro pelo dinheiro. A Hagerty incluiu o modelo em sua “Bull List” para 2020.

Porsche 996
Anos a considerar: 1997-2006

Sobre o carro: O nome “996” é a designação interna do modelo 911 fabricado de 1997 a 2006. O cupê de duas portas veio com uma transmissão manual opcional de seis velocidades e tração em todas ou nas rodas traseiras, dependendo da variante.

Por que comprá-lo: Um 911 incrivelmente rápido e equilibrado, o 996 é especial porque foi o primeiro Porsche 911 refrigerado a água, mas foi ridicularizado por causa dos faróis de “ovo frito” e pelos rumores (em grande parte infundados) do IMS (eixo intermediário) apresentar problemas embaixo do capô. Um modelo em excelente estado pode ser adquirido por US$ 20 mil a US$ 40 mil, mas os preços estão subindo rapidamente.

Chevrolet Corvette
Ano a considerar: 1967

Sobre o carro: Os primeiros Chevrolet Corvette Sting Rays foram um grande sucesso com invenções como faróis ocultos, frente pontuda e janela traseira. Além disso, o motor V8 fabricado pela Chevrolet veio com até 430 cavalos de potência; a velocidade máxima variava entre 189-241 quilômetros por hora e zero a 96 km/h de 9,1 a 5,8 segundos, dependendo do tamanho do motor. Também havia muitas opções: a transmissão era manual com três velocidades ou opcional de quatro velocidades ou automática.

Por que comprá-lo: Os modelos básicos desde os primeiros anos (1963/64) estão sendo vendidos por preços mais altos do que os mais amados de 1967 ultimamente, o que significa que você pode entrar no 67 por bem menos de US$ 100 mil. Portanto, se não quiser gastar os US$ 150 mil necessários para comprar um 63 ou o agora famoso 66, o Corvette 67 é a opção. Apenas 8.504 unidades do modelo 67 foram fabricados. Você também pode comprar o novo C8 Corvette. O primeiro “Vette” de motor intermediário por menos de US$ 80 mil tem um preço acessível por tamanha potência e desempenho.

Vector M12
Anos a considerar: 1996-1999

Sobre o carro: A marca Vector passou por muitas entidades e mudou de mãos várias vezes em seus 30 anos de história, mas a empresa foi fundada em Wilmington, Califórnia, por Gerald Weigert e, posteriormente, dirigida por Jack McCormack. O sistema de transmissão do Vector M12 era um design V12 de 5,7 litros, avaliado em 492 cavalos de potência. O motor é montado no meio com uma caixa manual de cinco marchas que aciona as rodas traseiras. Os tempos de zero a 96 km/hsão da ordem de 4,4 segundos.

Por que comprá-lo: É raro (menos de 30 Vectors foram fabricados e apenas 18 Vector M12) e impressionante, com elementos estilísticos da Lamborghini e carros em forma de cunha das décadas de 1960 e 1970.

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