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Órgão regulador quer mais transparência nas taxas de corretagem de seguro

São Paulo — Hoje escondida em letras minúsculas em contratos de compra e venda, a taxa de corretagem paga na aquisição de um seguro deve ganhar mais transparência no Brasil.

Essa taxa varia conforme o tipo de seguro e pode chegar a 59% do valor pago – conforme observado nos contratos de garantia estendida, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Corretores contestam o percentual do seguro de garantia estendida pois alegam que esta modalidade é vendida apenas pelo comércio. No caso dos microsseguros, porém, a taxa chega a 39% e nos patrimoniais, a 30%.

Segundo uma regra aprovada na semana passada pela Susep, autarquia federal reguladora desse mercado, os valores embutidos nessas apólices deverão ser informados de maneira clara ao cliente. O objetivo das novas regras é um só: estimular a concorrência e baixar os preços. Os corretores, no entanto, discordam.

As comissões cobradas na contratação de seguro no Brasil estão acima do patamar de países desenvolvidos e até de vizinhos latino-americanos. Em média, a remuneração ao corretor de seguros equivale a 9,7% do valor da apólice por aqui, segundo a Susep. Nos Estados Unidos, essa fatia é de 3,6%; no Chile, de 7,8%.

Sem obrigação de registro

Os custos operacionais embutidos na compra de seguros também são altos, quando se observa a comparação internacional. As despesas chegam a 21% do valor dos seguros no Brasil, o suficiente para uma arrecadação de US$ 14 bilhões em 2017.

É uma proporção maior que a de Estados Unidos (13,7%) e Chile (14,8%). Para a Susep, por trás das discrepâncias está a falta de informação do consumidor.

“A ideia é que o cliente veja as comissões na compra de um seguro, da mesma maneira que vê as taxas de conveniência ao comprar passagens aéreas pela internet”, diz Rafael Scherre, diretor da Susep.

Ele argumenta que a transparência vai aumentar a concorrência e tem potencial de reduzir à metade os custos com corretagem.

A regra da Susep depende ainda de um aval do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão normativo ligado ao Ministério da Economia. Se for aprovada na próxima reunião dos conselheiros, prevista para março, a medida deve entrar em vigor até junho.

Em novembro, a Susep já havia interrompido o credenciamento de novos corretores, deixando a tarefa para o próprio mercado, sob a supervisão de associações de classe.

A depender da vontade do governo federal, a regra, além de informar de maneira mais clara aos clientes os custos da atividade, vai aumentar a concorrência entre os corretores. A obrigatoriedade do registro profissional desses profissionais junto à Susep foi abolida pela medida provisória da Carteira Verde e Amarela, de novembro do ano passado.

O texto abriu espaço para a chamada autorregulação do mercado.

Em vez de submeter-se à formação na Escola Nacional de Seguros, instituição financiada por associações de profissionais de seguros, e, na sequência, pedir licença na Susep, a ideia é que outras instituições de ensino possam cumprir essa função, e as próprias associações decidam quem está apto a trabalhar com seguros.

Profissionais criticam

A desregulamentação vem colocando a autarquia em rota de colisão com o resto do mercado. Para a Susep, as mudanças visam adequar o Brasil a boas práticas em sociedades com penetração alta de seguros, como Estados Unidos e Austrália. Na visão dos corretores, as novas regras devem precarizar a profissão e, a longo prazo, diminuir o interesse pela carreira.

“A venda de seguro requer uma boa formação. Hoje dá para garantir essa formação. No futuro, com essas mudanças, não há a mesma garantia”, afirma Boris Ber, vice-presidente do Sincor-SP, o sindicato dos corretores paulistas.

Para a advogada Márcia Cicarelli, sócia do escritório paulistano Demarest e especialista em seguros, as regras mais simples devem ampliar o comércio eletrônico desses serviços.

“Comprar seguro com corretor continuará a ser uma opção do cliente. A MP deve desenvolver a distribuição direta, como vendas on-line, por aplicativo e por contato direto do segurado com a seguradora”, diz Márcia, para quem os seguros devem ficar mais baratos porque a comissão, antes obrigatória, deverá ser exigida somente quando o consumidor quiser contratar com um profissional.

O risco é o consumidor brasileiro, hoje pouco ciente do que levar em consideração na hora de escolher seguros, acabe comprando gato por lebre na mão de profissionais pouco confiáveis, diz Daniel Bortoletto, fundador da Regula Sinistros, start-up dedicada a otimizar custos de corretores às voltas com seguros requisitados por clientes.

“São raras as vezes que o cliente sabe o tamanho da cobertura e o que está embutido na apólice. É preciso haver uma intermediação para minimizar os conflitos entre as partes”, diz Bortoletto.

E-commerce estimula a mudança em galpões logísticos – e fundos imobiliários podem ganhar com isso

SÃO PAULO – Em um mercado cada vez mais competitivo para o e-commerce, o preço do produto, que era determinante para a finalização de uma compra online, passa a andar lado a lado com outros fatores, como o valor do frete e o prazo da entrega.

Neste cenário de imediatismo do consumidor, o mercado de logística também precisa se reinventar. Para se aprofundar no tema, o professor do InfoMoney Arthur Vieira de Moraes levou para o programa “Fundos Imobiliários” Ricardo Hirata, gerente de transações da consultoria imobiliária JLL.

Segundo ele, o mercado logístico no Brasil está passando por uma “metamorfose”, com os imóveis deixando de atuar apenas como um meio de campo entre as fábricas e as lojas físicas para servirem, principalmente, como um meio de distribuição direto para o consumidor final.

Hirata cita como exemplo os serviços de assinatura utilizados por marcas como Amazon e Lojas Americanas, em que o cliente paga uma taxa mensal para receber determinados produtos no prazo de um dia útil.

Desta forma, o desafio hoje não é ficar apenas próximo das capitais, mas dentro das cidades, de forma a encurtar o trajeto e o custo até o cliente. “Como é uma necessidade das varejistas, elas têm usado o que têm disponível. Muitas, por exemplo, usam o self-storage, mas, por eles não serem focados para o segmento, acabam cobrando um valor mais alto e são menos eficientes”, diz.

De acordo com Hirata, além do alto custo dos terrenos nas cidades, a grande dificuldade da inserção dos galpões nos centros reside na concorrência com escritórios e com o próprio varejo. Em São Paulo, a busca tem sido por espaços menores, de até mil metros quadrados.

Durante o programa, o executivo da JLL também falou sobre a construção de galpões logísticos de múltiplos andares nos Estados Unidos, de forma a utilizar melhor o espaço e aumentar a rentabilidade para os investidores. Confira a entrevista completa no vídeo acima.

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Tendência de valorização do bitcoin em 2020, o que será que vai acontecer pós halving?

Está chegando próximo ao halving do bitcoin, que acontecerá em maio/2020, e a dúvida que surge nesse momento é: O que acontece pós halving? Mas para isso primeiramente você tem que saber.

O halving ocorre a cada 210.000 blocos, aproximadamente a 4 anos, nele ocorre a redução do prêmio por bloco minerado, através do processo chamado de mineração. Hoje o prêmio está em 12,5 bitcoins por bloco e será de 6,25 bitcoins a partir do bloco 630.000.

Mineração é o processo de doar poder computacional para gerar blocos (lotes de transações) e receber uma recompensa em bitcoins cada vez que um bloco válido é encontrado.

O gráfico abaixo mostra o histórico de recompensas nos halvings nos anos anteriores. 

Na visão geral dos investidores e entusiastas o halving é considerado um evento que valoriza o bitcoin, pois conforme os eles vão acontecendo, é reduzido o prêmio por bloco minerado, o que causa uma enorme chance de valorização do criptomativo devido a escassez.

Quantos halvings de bitcoin já aconteceram anteriormente? 

Já houveram dois desde a criação do bitcoin, aconteceram em novembro de 2012 e julho de 2016, tem o espaço de tempo de quatro em quatro anos. Está programado para acontecer apenas 32 eventos de halvings no total, depois do último halving programado, todos os 21 milhões de bitcoins já terão sido descobertos.

O que aconteceu no último halving

Como mostra o gráfico abaixo, devido o bitcoin ser um criptoativo com um limite máximo a ser atingido, ou seja, finito, um dia ficará escasso e usando o exemplo do ouro, o que é escasso tem muito valor. Analisando os halvings dos anos anteriores o seu valor aumentou de forma considerável, como a lei da oferta e demanda exige.

Aproveite para negociar seus bitcoins antes do halving, e não deixe de seguir nossas redes sociais e acompanhe nosso blog para mais conteúdos educativos.

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FGV premia XP como melhor plataforma digital do varejo

SÃO PAULO – O prêmio Melhor Banco para Investir 2019 (MBI), promovido pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), em parceria com a Factual Consult e a Revista IstoÉ Dinheiro, elegeu a XP Investimentos como melhor Plataforma Digital de Varejo pelo segundo ano consecutivo. Os prêmio geral do ranking, que premia, além de plataformas, bancos, ficou com o Itaú Unibanco.

O levantamento avalia desempenho dos produtos oferecidos e qualidade dos serviços prestados pelas maiores instituições financeiras do Brasil. A plataforma da XP conquistou nota máxima em dois quesitos: “diversidade de fundos”, “desempenho dos fundos” e “taxa administrativa”.

Dentre os critérios avaliados pela instituição estão taxas de administração dos fundos, média de investimentos iniciais, número de reclamações das instituições segundo o Banco Central e custos de pacotes. Já a qualidade do atendimento é mensurada por meio de avaliações dos clientes. Desempenho e diversidade correspondem a 40% da nota final.

Para Gustavo Pires, diretor de fundos de investimentos da XP, vencer o prêmio corrobora uma estratégia que a empresa tem desde o início das operações, que é a criação de um marketplace com os melhores produtos do mercado para todos os perfis de investidores, do mais conservador ao mais agressivo.

Com mais de 500 fundos divididos entre cerca de 130 gestores, a plataforma da XP não tem intenção de trazer todos os produtos do mercado. “Não queremos uma quantidade enorme de fundos só por ter. A XP não persegue um ranking de plataforma que tem mais fundos”, diz Pires.

Um processo de seleção minucioso, que leva em conta os processos, os produtos, a performance e a partnership (pessoas que formam o fundo), vem trazendo resultados satisfatórios neste aspecto. “Na última década, vários fundos passaram por eventos bastante negativos – alguns deles chegaram a quebrar. Nenhum desses eventos de larga magnitude ocorreu com a XP”, comemora o executivo.

Resgate Express

Visando a longevidade do cliente, a XP lançará para sua base de mais de um milhão de pessoas uma ferramenta de crédito chamada Resgate Express, por meio da qual os cotistas de fundos podem antecipar resgates de parte dos seus saldos pagando juros muito próximos ao CDI: condições que nenhuma outra empresa oferece no mercado.

Para Pires, esse diferencial permite ao cliente montar um portfólio de acordo com suas necessidades e, consequentemente, melhora o relacionamento com a empresa. “Estamos ultrapassando novas fronteiras”, diz.

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Taxa mínima do crédito imobiliário da Caixa para PJ passará para 6,50% mais TR

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira, 12, a redução das taxas de juros cobradas em financiamentos imobiliários voltados para empresas. De acordo com a instituição, a taxa mínima do crédito imobiliário para pessoas jurídicas passará de 9,00% para 6,50% ao ano, mais a taxa referencial.

Esta taxa vale para clientes que já possuem relacionamento com o banco.

No caso das instituições que não possuem relacionamento com a Caixa, a taxa mínima passou de 13,25% para 11,75% ao ano, mais a TR. O prazo da construção é de até 36 meses em todos os casos. Já o prazo de carência é de 36 meses.

Além de reduzir as taxas nos contratos indexados à TR, a Caixa anunciou o lançamento de financiamentos indexados ao IPCA – o índice oficial de inflação – e o CDI.

Estes indexadores estarão disponíveis para os produtos “Apoio à Produção” e “Plano Empresa da Construção Civil”.

O Apoio à Produção permite o financiamento do custo total da obra, além de possibilitar aos clientes pessoa física o financiamento para aquisição de sua unidade desde o início da construção do empreendimento. A linha é mais conhecida como “Imóvel na Planta”.

Já o “Plano Empresa da Construção Civil”, também chamada de “Plano Empresário”, é voltado para empresas que querem produzir imóveis. “Na Caixa, essa modalidade permite o financiamento de clientes pessoa física a partir da execução de 80% do empreendimento”, informou a Caixa por meio de nota.

A modalidade de IPCA mais TR terá taxa mínima de 3,79% ao ano para empresas com relacionamento com o banco e de 7,80% para aqueles sem relacionamento.

No caso do CDI, a modalidade CDI mais cupom cambial terá taxa mínima de 1,48% para empresas com relação com a Caixa e de 5,40% para aquelas sem relacionamento. Na modalidade constituída apenas por porcentual do CDI, a taxa será de 119% para quem tem relação com o banco e de 194% para quem não tem.

“Os novos indexadores possibilitam ao cliente da construção civil mais acesso ao crédito voltado para a produção imobiliária”, afirmou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, por meio da nota. “As consequências dessas medidas serão a retomada dos lançamentos de empreendimentos, geração de emprego, renda e acesso a moradia”, acrescentou.

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Receita paga hoje R$ 297 milhões em restituição do IR de 2008 a 2019

A Receita Federal paga hoje (17) o lote residual de restituição multiexercício do Imposto sobre a Renda Pessoa Física (IRPF), referente aos exercícios de 2008 a 2019. O crédito bancário será feito para 116.188 contribuintes, somando mais de R$ 297 milhões.

Desse total, R$ 133,467 milhões serão liberados para os contribuintes com preferência no recebimento: 2.851 idosos acima de 80 anos, 14.541 entre 60 e 79 anos, 1.838 com alguma deficiência física, mental ou doença grave e 6.052 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve o crédito liberado, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, com entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IR e à situação cadastral no Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Com o aplicativo, é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Brasil e Paraguai assinam acordo de livre comércio automotivo

O Brasil e o Paraguai assinaram, hoje (11), o acordo de livre comércio automotivo. Pelo acordo, as peças e os veículos vendidos pelos dois países terão tarifas mínimas ou zeradas, mas o intervalo para o livre comércio variará entre os dois países.

Os produtos automotivos paraguaios, peças e veículos, terão livre comércio imediato no Brasil. Os produtos brasileiros, no entanto, serão taxados em até 2% no Paraguai. As tarifas cairão gradualmente, por meio da aplicação de margens de preferências, até a liberação total do comércio no fim de 2022.

O acordo havia sido firmado em dezembro, na reunião de Cúpula do Mercosul, em Bento Gonçalves (RS). No entanto, só foi oficializado hoje (11). Esse foi o último de uma série de acordos de revisão do comércio automotivo entre o Brasil e os países do Mercosul. O país assinou acordos semelhantes com a Argentina, no ano passado, e o Uruguai, em 2015.

Acordo

Pelo acordo com o Paraguai, o comércio será liberado mais rapidamente do que com a Argentina, que prevê o livre comércio automotivo apenas a partir de 2029. Assinado em 2015, o acordo com o Uruguai eliminou as cotas de comercialização e permitiu a exportação sem imposto de todos os automóveis com mínimo de conteúdo regional sendo 55% de conteúdo fabricado no Mercosul para os carros vendidos pelo Brasil e 50% para os vendidos pelo Uruguai.

As condições valem por tempo indeterminado ou até que todo o setor automotivo se adapte ao regime geral do Mercosul, que prevê tarifa externa comum (TEC) em 11 níveis tarifários, cujas alíquotas variam de 0% a 20%, com escalonamento. Insumos têm alíquotas mais baixas e produtos com maior grau de elaboração, alíquotas maiores.

Segundo os ministérios da Economia e das Relações Exteriores, o comércio de produtos automotivos entre Brasil e Paraguai é baixo, mas tem crescido consideravelmente na última década, principalmente por causa das exportações brasileiras de automóveis e das importações brasileiras de autopeças (principalmente de chicotes elétricos). No ano passado, o Brasil exportou US$ 415 milhões para o Paraguai e importou US$ 235 milhões em produtos automotivos.

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Confira as picapes mais baratas do mercado brasileiro

São Paulo – Pensando em comprar uma picape? Para ajudar o consumidor a tomar a decisão, a Kelley Blue Book (KBB) Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, levantou quais são os modelos de cabine simples e cabine dupla mais baratos do mercado brasileiro.

De acordo com a análise, as picapes de cabine simples com o menor valor do mercado são fabricadas pelas montadoras Fiat, Volkswagen e Chevrolet. Com 50 mil reais é possível adquirir uma Fiat Strada CS Working 1.4 8V e Volkswagen Saveiro CS Robust G6 1.6 8V, segundo a Faixa de Preço KBB™.

Em relação às picapes com cabine dupla, os carros citados podem ser encontrados por menos de 100 mil reais, acompanhados do Chevrolet Montana LS 1.4 8V Eco e Volkswagen Amarok CS S 4X4 2.0 140CV TDi.

O estudo considera o preço sugerido pela fabricante – de acordo com a tabela divulgada por cada marca -, o Preço KBB™ , que é a referência média da Faixa de Preço KBB™.

A Faixa de Preço KBB™ de veículos 0KM, a qual faz parte do Preço KBB™, informa ao consumidor o valor transacionado do automóvel nas concessionárias, ou seja, os preços que, de fato, estão sendo praticados no mercado de veículos novos.

O intervalo de preço apontado por este método corresponde a mais de 90% das transações e tem como objetivo de auxiliar os consumidores a garantir o melhor negócio. Os preços de carros e comerciais leves novos são automaticamente ajustados de acordo com a região do País.

Confira abaixo a relação das picapes cabine simples e cabine dupla mais baratas do mercado:

Cabine Simples

Marca/Modelo Ano-modelo Preço KBB 0 KM Faixa de Preço KBB 0 KM Preço sugerido de fábrica 0 KM
FIAT STRADA CS WORKING 1.4 8V 2020 R$ 49.546 R$ 49.281 a R$ 49.811 R$ 52.990
VOLKSWAGEN SAVEIRO CS ROBUST G6 1.6 2021 R$ 49.961 R$ 49.430 a R$ 50.492 R$ 53.150
CHEVROLET MONTANA LS 1.4 8V ECO 2020 R$ 53.476 R$ 52.913 a R$ 54.038 R$ 56.290

Cabine Dupla

Marca/Modelo Ano-modelo Preço KBB 0 KM Faixa de Preço KBB 0 KM Preço sugerido de fábrica 0 KM
FIAT STRADA CS WORKING 1.4 8V 2021 R$ 60.610 R$ 59.616 a R$ 61.603 R$ 66.240
VOLKSWAGEN SAVEIRO CS ROBUST G6 1.6 8V 2021 R$ 64.221 R$ 63.888 a R$ 64.554 R$ 66.550
CHEVROLET MONTANA LS 1.4 8V ECO 2020 R$ 67.881 R$ 67.151 a R$ 68.611 R$ 72.990
VOLKSWAGEN AMAROK CS S 4X4 2.0 140CV Tdi 2020 R$ 88.341 R$ 87.391 a R$ 89.291 R$ 94.990

 

Confira o resultado do concurso 2234 da Mega-Sena

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2234 da Mega-Sena sorteadas na noite de ontem (15). A estimativa de prêmio para o próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira (19), é de R$ 170 milhões.

Os números sorteados foram: 04 – 21 – 27 – 29 – 42 – 47.

As apostas para o concurso 2235 da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h de quarta-feira (19) em qualquer casa lotérica. Também é possível fazer apostas por meio do site Loterias Online da Caixa. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50.

Como investidores comuns estão usando estratégias de tesourarias de bancos para criar uma renda extra

Em um cenário de taxa de juros cada vez mais baixa, encontrar um investimento que ofereça o potencial de retorno da renda variável, mas com os riscos mais reduzidos de aplicações mais conservadoras parece um sonho muito distante para boa parte dos brasileiros. No entanto, segundo o analista e matemático Su Choung Weio risco assumido no mercado pode ser administrado se o investidor comum usar o tempo a seu favor a partir das estratégias de operações estruturadas com opções. 

Operações estruturadas são estratégias de mercado que combinam dois ou mais ativos. Esse tipo de operação permite que os investidores montem uma espécie de estrutura dentro da bolsa de valores, que ajuda a maximizar o retorno da aplicação, com um mínimo de risco”, explica Su, acrescentando que costuma operar com opções por entender o derivativo como um instrumento de redução dos riscos operacionais.  

Opções de ações são uma espécie de contrato de direito sobre um ativo, que oferece a possibilidade de comprá-lo ou vendê-lo por um valor e uma data pré-determinados. Segundo a própria B3, o mercado de opções foi criado para mitigar os riscos de oscilação do preço, de forma a oferecer um mecanismo de proteção ao mercado contra possíveis variações.   

Com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, que incluem a passagem por tesourarias de 3 bancos centrais, Su desenvolveu estratégias que possibilitam ao investidor extrair uma renda extra da bolsa de valores todos os meses.    

“Nas tesourarias de bancos, os profissionais não compram ações e ficam lá esperando para ver o quanto elas valorizam. Eles também não ficam arriscando milhões em palpites, eles precisam conseguir bons resultados e arriscando o mínimo possível. Por isso, eles vão para as operações estruturadas”, conta Su, acrescentando que suas estratégias usam a mesma lógica operacional dos bancos 

Segundo o matemático, um bom exemplo de operação estruturada realizada dentro da bolsa de valores é a trava horizontal de linha, que consiste na compra de uma call (opção de compra) com vencimento mais longo, e na venda de outra call com vencimento mais curto, ambas com o mesmo strike (preço de exercício).  

“Considerando que o ativo da PETR4 está sendo negociado a R$ 30,00, se comprarmos a PETRB30 (com vencimento em fevereiro) por R$ 1,40 e vendermos a PETRA30 (vencimento em janeiro) por R$ 1,00, a diferença será de R$ 0,40. Se o ativo continuar próximo dos R$ 30,00, o desgaste da A30 é maior do que o da B30, o que gera ganhos com a passagem do tempo”, explica o matemático 

E são diversos os investidores que estão se beneficiando dessas estratégias. “Hoje, fiz minha primeira rolagem da THL K305-A301 e peguei R$ 0,52 de lucro [por opção]. Muito bom! Nunca tive um retorno  deste!”, compartilhou Adener Rocha, em uma publicação na comunidade de alunos de Su.

“Montei uma THL/P perfeita e rolei logo em seguida com R$ 0,404 de lucro. Nem estou acreditando, acho que conseguir aprender!!”, comentou Marcos Vinicius na mesma comunidade.

De acordo com o matemáticohá momentos em que realizar alavancagem com opções é uma boa movimentação. No entanto, é preciso realizar uma alavancagem estratégica com operações estruturadas, que é feita de forma cautelosa e, geralmente, envolvendo um pequeno percentual do patrimônio do investidor, o que diminui consideravelmente o risco de quebra. 

“Para você assumir risco de ganho, você também precisa assumir risco de perda e, na maioria das vezes, esses riscos não são proporcionais. Você precisa encontrar um ponto específico de entrada, no qual sua possibilidade de ganho seja maior do que sua possibilidade de perda”, explica Su. 

Grande parte das estratégias com operações estruturadas de Su são baseadas no estudo do preço do ativo e do tempo para o vencimento das opções. Entre os diferenciais de suas abordagens, o matemático destaca o fato da operação não exigir um acompanhamento contínuo, mas apenas uma supervisão semanal.

“Você pode usufruir melhor do seu tempo e deixar que o próprio tempo faça o seu trabalho na operação”, afirma Su.

Quer conhecer mais sobre as estratégias de operações estruturadas com opções do professor Su? Clique aqui e assista gratuitamente à série O Segredo das Tesourarias dos Bancos. Nela, Su explica os pilares de suas estratégias e conta como você pode investir em renda variável, mas com risco administrado.

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