Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 3 milhões neste sábado

O concurso 2238 da Mega-Sena será realizado neste sábado, 29, em São Paulo, e pode pagar 3 milhões de reais a quem acertar as seis dezenas.

A aposta mínima custa 4,50 reais e pode ser feita até às 19h.

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos seis números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ficar rico, o apostador deve marcar de 6 a 15 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 4 ou 8 concursos consecutivos (Teimosinha).

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Game de investimentos pagará R$ 30 mil para melhores investidores

São Paulo – O buscador de investimentos Yubb  em parceria com a corretora Necton, está com inscrições abertas para uma competição de carteiras. Online e gratuita, a Quem Investe Melhor? permite que cada participante tenha acesso a uma carteira virtual e possa escolher em quais ações deseja investir. Ao final, quem mais valorizar sua carteira fictícia ganha prêmios em dinheiro. No total, serão distribuídos 30 mil reais.

A competição começa oficialmente em 9 de março e seguirá até o final do mês de maio. Mas já é possível cadastrar as carteiras. Poderá participar tanto quem já investe em ações quanto quem não tem experiência. Para quem já investe, é uma oportunidade de testar conhecimentos financeiros. Já para os iniciantes, é uma forma de entender como o mercado funciona e perder o medo.

Os interessados se inscrevem gratuitamente, montam suas carteiras online e o jogo calcula a rentabilidade. Cada pessoa pode escolher de uma a dez ações para aplicar na carteira, definindo a porcentagem de participação em cada ação. Somente estão disponíveis ações brasileiras listadas na bolsa de valores, a B3.

A ação conta com duas competições, buy and hold e trade, e cada participante pode jogar nas duas modalidades. Na buy and hold, o objetivo é criar uma carteira e mantê-la até o final da competição. Ou seja, a pessoa seleciona onde e como quer investir, não podendo alterar a carteira durante os três meses da competição. Serão premiados os três melhores investidores, que ganharão, respectivamente, 10 mil reais (1º lugar), 3 mil reais (2º lugar) e 2 mil reais (3º lugar).

Já no trade, é possível alterar a carteira todos os dias. O objetivo é premiar o melhor rendimento mensal, portanto, serão premiados vencedores em todos os meses da campanha. Cada ganhador receberá um prêmio no valor de 5 mil reais. No início de cada mês, a pontuação será zerada.

“Vivemos um período em que a renda variável e investimentos em ações estão em alta. Com a queda de juros dos últimos anos e menor rentabilidade de títulos de renda fixa, temos visto uma migração massiva de brasileiros para ações, com recorde do número de pessoas física na B3. Entretanto, as pessoas têm receios e inseguranças ao investir na bolsa. Por meio de um jogo, queremos fomentar a educação financeira”, detalha Bernardo Pascowitch, diretor da Yubb.

 

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Como comprar ações da Sinqia (SQIA3); passo a passo para investir

A Sinqia (SQIA3) é uma provedora de tecnologia financeira que tem chamado atenção dos investidores devido à sua ativa estratégia de aquisições e captação de recursos via mercado de capitais.

Se você é uma das pessoas interessadas em se tornar acionista da Sinqia, vale a pena conferir quais são os assuntos mais relevantes para o negócio e seu mercado antes de tomar uma decisão.

O que você deve saber antes de comprar

Fundada em 1996, a Sinqia conta com mais de 1,1 mil funcionários em escritórios localizados nas capitais de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Santa Catarina.

A empresa oferece quatro plataformas de softwares – Sinqia Bancos, Sinqia Fundos, Sinqia Previdência e Sinqia Consórcios – e duas de serviços, chamadas de Sinqia Outsourcing e Sinqia Consulting.

A receita líquida da companhia foi de R$ 142 milhões em 2018. Nos últimos anos, seu crescimento ocorreu principalmente por meio de compra de outras companhias. Desde 2005, foram 14 aquisições. A abertura de capital ocorreu em 2013, com a captação de R$ 39,7 milhões.

Em 2019, foi a vez de fazer uma oferta subsequente (follow on) quase dez vezes maior que o IPO, com captação de R$ 362,7 milhões, para acelerar o ritmo de crescimento. Veja como todas as mudanças impactaram o valor de mercado da empresa:

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A distribuição de dividendos da companhia seguiu o seguinte padrão nos últimos anos:

Período Base Tipo de Provento Montante Bruto (R$) Por ação (bruto em R$)
2018 Dividendos 648.046,00 0,056265896
2017 JSCP 2.085.410,38 0,186060883
2016 JSCP 1.057.611,76 0,094532569
1S16 JSCP 1.256.404,84 0,112250132
2015 Dividendos 10.862,33 0,000970466
JSCP 1.133.579,97 0,101276672
2S15 JSCP 1.268.563,82 0,112477256
1S15 JSCP 1.310.891,58 0,115760162
2014 Dividendos 1.01.375,83 0,008949135
JSCP 2.977.454,24 0,262840171
2013 JSCP 1.783.791,13 0,153103251

(Fonte: RI da Sinqia)

Existem alguns fatores que exercem grande influência sobre os negócios da Sinqia e devem ser acompanhados de perto pelos seus investidores. Confira quais são os principais:

Mais aquisições à vista

A Sinqia cresceu bastante por meio de aquisições, e este continua a ser um assunto relevante para a companhia. Em 2019, a empresa tinha apenas 3,8% de participação de mercado, sinal de que o seu setor de atuação ainda é muito pulverizado e novas compras podem ocorrer.

Outro motivo para esperar mais movimentações é a entrada de recursos no caixa da empresa, que ocorreu por meio da nova oferta de ações em 2019. Este também é um indicador de que o apetite da Sinqia por aquisições continuará firme e forte nos próximos anos.

Isso pode ser uma estratégia positiva para a empresa, mas a compra de outras companhias também envolve vários riscos. Por isso, este assunto que deve ser acompanhado de perto por quem deseja se tornar um investidor da empresa.

Crescimento orgânico

Crescer de forma orgânica também faz parte dos planos da Sinqia, e este movimento pode ser monitorado pelos investidores por meio dos seus números trimestrais.

O plano da Sinqia é crescer organicamente da seguinte forma: uma vez que as compras de outras empresas trazem mais softwares e maior base de clientes, o objetivo é acelerar as atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação e melhorar o desempenho da área comercial, para tornar o crescimento orgânico mais robusto.

Mudanças constantes

Quem deseja ser acionista da Sinqia deve saber que o mercado em que a empresa atua – de softwares e serviços para o setor financeiro – é muito dinâmico e vive o efeito constante de inovações tecnológicas.

Estas mudanças podem impactar vários aspectos do negócio, como os canais de relacionamento com os clientes e o desenvolvimento de novos produtos. Para ser competitiva, a empresa precisa criar soluções para a demanda dos clientes e ser capaz de aperfeiçoar seus softwares e serviços com frequência.

Passo a passo para comprar

Se você ficou interessado em comprar ações da Sinqia, confira o passo a passo que deve seguir antes de tomar uma decisão.

1. Descubra qual é seu perfil de investidor

Investir em companhias abertas significa lidar com volatilidade todos os dias. Você pode estudar e compreender o negócio da empresa, mas o preço das ações vai oscilar ao sabor do mercado, e nem sempre a seu favor. Uma notícia negativa sobre a empresa ou um dia ruim para o mercado acionário pode ser o suficiente para derrubar o valor do papel.

A melhor forma de se proteger destas incertezas é só investir quando você puder ficar com a ação no longo prazo, esperando o momento certo para vender. Quem compra ações no curto prazo corre o risco de precisar vender a ação por um valor mais baixo do que comprou.

Por isso, antes de fazer uma compra, é recomendável refletir sobre o seu objetivo e avaliar por quanto tempo você pode deixar o dinheiro aplicado.

2. Fique de olho na empresa
Para ter mais segurança na hora de comprar ações da Sinqia, é importante ficar de olho nas notícias sobre a companhia e nos relatórios de análise feitos pelas corretoras e casas de análise.

Acompanhar a divulgação dos resultados trimestrais da empresa também é uma boa forma de ficar por dentro do que está acontecendo com o negócio. Outra prática recomendável é acompanhar o comportamento dos papéis diretamente pelo home broker.

3. Abra uma conta em uma corretora
Para comprar ou vender ações, é preciso ter uma conta em uma corretora. Existem mais de 80 instituições autorizadas pela B3. Verifique as taxas de corretagem, que são cobradas sempre que comprar ou vender uma ação – pode ser um valor fixo ou percentual sobre a operação.

Corretoras como a Clear não fazem essa cobrança. Quanto menor for esse custo, menor o impacto sobre o resultado das operações. Depois que a conta estiver aberta, envie dinheiro para a corretora por meio de uma transferência (TED ou DOC) a partir do seu banco.

Depois, acesse o home broker – sistema de negociação online – ou ligue para a mesa de operações e passe sua ordem. Nesse momento, você terá de informar quantas ações quer comprar e a que preço.

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Fundos imobiliários: queda desta 4ª feira abre oportunidade para compras, defendem especialistas

SÃO PAULO – A volta do feriado do carnaval não foi conturbada apenas para o mercado de ações. Investidores de fundos imobiliários também enfrentaram um pregão de perdas, com queda de 1,5% do Ifix, para 2.972 pontos. Na mínima do dia, logo após a abertura, às 13h, o índice chegou a recuar 2,5%.

Entre os fundos mais negociados do índice de fundos imobiliários, o XP Malls (XPML11) fechou com queda de 2,2%, o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) caiu 0,3% e o XP Log (XPLG11), que chegou a cair 5% na mínima do pregão, teve baixa de 0,08%.

Ainda que as preocupações com a extensão do coronavírus e seus efeitos sobre a economia estejam no centro das atenções, especialistas consultados ainda não veem razões para mudanças nos fundamentos de longo prazo e enxergam a queda como uma nova oportunidade para compra.

“Vínhamos analisando a composição de fundos que já estavam caindo e, com essa porta adicional, vemos uma ‘gordura’ para um retorno ainda melhor”, diz Rafael Selegatto, gestor da Iridium. A casa tem um fundo de recebíveis, composto majoritariamente por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). É permitido, contudo, que 30% da carteira seja alocada em um portfólio formado por outros fundos – fatia que tem aproveitado a queda no dia.

Entre os nomes com preços “interessantes”, o gestor cita o fundo de recebíveis imobiliários do Credit Suisse, o (HGCR11).

A avaliação do contexto atual é compartilhada por Renan Manda, analista de fundos imobiliários da XP, para quem a queda deste pregão pode levar alguns fundos a ficarem relativamente baratos. “Muita gente estava esperando uma porta de entrada para comprar cotas nos últimos meses. Os preços estão voltando a níveis de novembro, a dinâmica não mudou e os FIIs continuam super resilientes”, afirma.

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Para explicar a queda de hoje, Selegatto lembra o forte crescimento do mercado de FIIs no último ano, que atraiu diferentes tipos de investidores. Se por um lado a maior demanda gerou um positivo aumento de liquidez, por outro, aumentou a correlação do índice com o Ibovespa, avalia o gestor. “Em momentos de aversão a risco, o mercado de fundos imobiliários vai seguir o Ibovespa, mas sempre com uma volatilidade mais comportada”, afirma.

Impactos limitados e fundamentos inalterados

Na visão de Manda, ainda é muito cedo para ver um impacto relevante do coronavírus nos fundos imobiliários, dado o longo ciclo do setor, com contratos entre cinco e 15 anos, bem como por conta da exposição dos fundos a ativos locais.

“O principal risco é o de as pessoas não saírem de casa com receio do vírus, mas isso não vai fazer com que elas deixem de alugar escritórios ou não renovem os contratos de aluguel. O máximo que pode acontecer é atrasarem o pagamento ou postergarem a renegociação até baixar a poeira, mas são coisas muito marginais, que afetam o lado operacional”, diz.

O professor do InfoMoney Arthur Vieira de Moraes concorda: “Com exceção dos contratos atrelados à renda, não faz sentido os fundos com contratos atípicos e típicos, com empresa de alta qualidade de credito, caírem; elas não vão fechar as portas”.

Para o analista da XP, se houvesse um impacto maior da contaminação no Brasil, os fundos de shopping center poderiam ser mais afetados por uma redução no número de clientes. Esse movimento, contudo, seria pontual, segundo ele, dado que os lojistas não fechariam as lojas por terem ficado alguns dias sem vender.

O segmento que poderia ser menos impactado e até se beneficiar com o aumento da epidemia no país seria o de galpões logísticos, diz. “Como os ativos ficam em regiões mais afastadas, se o fluxo cair e o varejo físico for afetado, quando as pessoas precisarem comprar algo, farão a compra online, o que respingaria na demanda por galpões.”

Apesar da queda do Ifix nesta quarta-feira e da baixa de 7% em 2020, o consenso é de otimismo, com os fundamentos da classe inalterados. “Vemos uma melhora na vacância na maior parte dos fundos, com espaço para valorização das cotas, e muita coisa que ainda não foi observada nos resultados dos fundos”, afirma Selegatto.

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Como funciona o livro de ofertas ou “order book”?

Se você vai negociar ações, derivativos ,etfs ou criptomoedas, você vai utilizar o order book, então é importante que entenda e saiba manusear corretamente.

O que é livro de ofertas?

Livro de ofertas é o nome dado à tela que mostra quantas ordens de compra e venda estão disponíveis naquele determinado momento e a que preço estão. Ele tem esse nome por parecer uma espécie de “livro aberto”. É um painel que traz uma série de funções inteligentes para que você faça as melhores escolhas na hora de negociar suas criptomoedas ou ações. 

Origem do nome

Não existiam computadores ou aparelhos eletrônicos antigamente, porém era necessário registrar de alguma forma as transações que aconteciam no mercado. Foi ai que surgiu o livro de ofertas, que era quando um profissional marcava em um caderno todos os interesses dos investidores.

Como funciona?

O livro de ofertas começa quando existem investidores que querem vender suas ações e outros que querem comprá-las. O ato de compra e venda desses valores variam de acordo com o que é ofertado de entrada e saída e a negociação é feito de maneira automatizada de acordo com o preço que você programou e assim que os valores e derem “match” a negociação é concluída.

O interessante do livro de ofertas é que você consegue acompanhar as negociações em tempo real o que auxilia na análise técnica das ações, vendo qual o melhor preço de compra e melhor preço de venda. 

Agora que você já sabe o que é e como funciona o livro de ofertas, aproveite para começar a negociar em nossa plataforma.

Para mais conteúdos educativos acompanhe nossas postagens do blog e as publicações em nossas redes sociais.

Boas negociações!

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Clientes do Banco Carrefour podem ver a fatura do cartão pelo WhatsApp

São Paulo – A entrega da fatura do cartão de crédito trilhou um caminho próprio. Começou pelos Correios, passou pelo e-mail, seguiu pelos aplicativos de bancos e, agora, chegou ao WhastApp. A novidade está sendo oferecida pelo Banco Carrefour a seus clientes, e cerca de 1 milhão deles já estão habilitados a requisitar o serviço.

“A expectativa é aumentar esse número nos próximos meses”, diz Carlos Mauad, presidente do Banco Carrefour. O banco reportou aumento de 21% na receita com cartões, no quarto trimestre, para 6,9 bilhões de reais. 

Segundo o executivo, os gastos mensais do cartão giram em torno de 1.000 reais e ele pode ser usado qualquer local credenciado com as bandeiras Visa e Mastercard. No entanto, nas compras realizadas dentro da rede Carrefour, que envolvem, além dos hipermercados, as lojas Carrefour Express, Bairro, Market, Drogarias, Postos e e-commerce, o cliente conta com benefícios, como descontos e parcelamento.

“Temos trabalhado intensamente para oferecer soluções financeiras e alternativas para os nossos clientes, permitindo que estejam cada vez mais incluídos digitalmente e saudáveis financeiramente. E neste planejamento estão iniciativas como esta de envio de fatura via WhatsApp”, diz.

Além do envio de fatura, o cliente pode fazer consultas ao limite disponível, melhor dia para compras, entre outras informações. Para ter acesso, basta mandar uma mensagem pelo Whatsapp para o número 3004-2222.

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Comprar, vender ou manter: como gestores estão se posicionando na Bolsa nesta volta de feriado

SÃO PAULO – Em meio a um esperado tom de maior nervosismo nos mercados nesta quarta-feira, em reação à queda das bolsas internacionais durante os últimos dois dias, gestores brasileiros apresentam maior cautela com suas posições.

Em conversas com o InfoMoney, nenhum profissional disse enxergar, por ora, motivos para vendas exageradas na Bolsa, apesar das incertezas. Eles enxergam o movimento deste pregão como parte natural de uma correção, embalada, naturalmente, pelo crescimento dos casos de coronavírus fora da China.

Há quem prefira não alterar o portfólio, enquanto outros aproveitam o contexto para realocar parte das posições e uma parcela prefere destinar parte do caixa às compras. Os movimentos, contudo, se colocam como pontuais, sem alterações estruturais dos portfólios.

O último o caso é o da Mauá Capital, que está aproveitando a queda generalizada de preços para aumentar as posições em ações como Magazine Luiza, Via Varejo, NotreDame Intermédica e Natura.

“Estamos comprando um pouco, mas não é uma mudança estrutural. Estamos reforçando posições que já estavam em carteira”, diz Renato Ometto, sócio e gestor do fundo de ações.

O fundo tinha cerca de 5% de caixa e está destinando pouco menos da metade às compras. Ometto reforça, contudo, que deve manter as proteções do portfólio, montadas via opções de venda (put) de Ibovespa.

“É muito cedo para falar de consequências do coronavírus. Até semana passada, era dada pouca importância a essa questão. Tudo está meio no escuro e, para o Brasil, pesa um pouco mais o lado técnico.”

Ao destacar que empresas vinculadas a commodities sofrem mais dada a maior correlação com o mercado externo, o gestor ressaltou que pretende manter as posições nas ações de Petrobras e Suzano. Por enquanto, afirma Ometto, não dá para avaliar com precisão o efeito do vírus sobre o crescimento mundial.

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Impacto do coronavírus já é claro em indicadores preliminares da China

Wagner Salaverry, sócio responsável pela gestão da renda variável da Quantitas, está aproveitando o contexto para fazer mudanças no portfólio, estudando a venda de papéis da Petrobras e compra de ações mais ligadas ao mercado interno, como Guararapes, Riachuelo e Randon.

“O momento é difícil. Tomar decisões nessa hora e sair vendendo e fazendo caixa é uma atitude mais drástica”, diz.

Teste de paciência para o investidor

A expectativa é de que os mercados tenham um bom período de incertezas pela frente, ressalta Salaverry, o que vai demandar dos investidores de Bolsa maior paciência. “Não muda a sensação de recuperação da economia e das empresas; só vai ficar mais demorado para acontecer”, destaca o gestor.

Na visão de José Tovar, CEO da Truxt Investimentos, a queda dos mercados é fruto de uma combinação de fatores, com o mercado acionário americano em patamares de preços elevados, a confirmação da percepção de que o coronavírus não seria contido na Ásia e o fortalecimento do pré-candidato democrata à presidência americana Bernie Sanders.

“Quando o mercado está esticado, qualquer coisa vira certo pânico. E a bola da vez é o vírus”, diz Tovar, ressaltando que o movimento é tido como “normal” e um bom teste para o mercado doméstico. “Agora vamos ver se o investidor brasileiro de Bolsa tem mais horizonte de longo prazo.”

Embora a estratégia de ações tenda a sofrer o impacto da queda da Bolsa hoje, Tovar afirma que o fundo macro da Truxt zerou as posições em ações antes do carnaval e que o long bias vinha diminuindo a posição comprada, que chegou a 90% este ano, para um patamar entre 40% e 50% da carteira. “Estamos um pouco menos animados com o mercado que a média”, assinala.

A parte de hedge ainda pode conter uma parte dos danos, seja via exposição a ouro, com posição vendida no índice americano S&P 500 ou com posição tomada em juros.

Com maior foco no longo prazo, uma parte dos gestores assinala que o momento demanda um monitoramento, sem necessidade de mudanças imediatas.

“O momento é de incerteza em função de um evento passageiro. Já estávamos bem comprados antes e não estamos fazendo nada”, diz Luis Felipe Teixeira do Amaral, fundador e gestor da Equitas, ressaltando enxergar com naturalidade ajustes de 10% a 15% em contextos como o atual.

Também com foco no longo prazo, a Brasil Capital adota postura semelhante. “Para que nosso posicionamento sofra uma alteração absurda, as perspectivas têm que se alterar de forma muito relevante. Dado o grande foco dos nossos investimentos em empresas mais ligadas ao mercado interno, não devemos fazer nenhuma alteração no portfólio”, diz André Ribeiro, sócio gestor da casa.

O fundo de ações da Brasil Capital tem 7% de caixa e, segundo Ribeiro, será feita uma análise caso a caso das ações para que alguma compra faça sentido. Empresas cíclicas globais começam a ficar em patamares de preços “bastante interessantes”, assinala, diante de estímulos a serem adotados pelos governos.

“O cenário só ratifica os juros baixos por um longo período de tempo. Para empresas do mercado interno, é super benigno em temos de crescimento de lucro. No caso das que mais sofrem, como de commodities, precisamos entender como vai ser a reação dos governos para que a atividade volte ao patamar anterior.”

Ribeiro avalia ainda como oportuna a recente divulgação da carta anual do megainvestidor Warren Buffett, reforçando o foco no longo prazo. “O momento demanda cuidado e é possível aproveitar algumas distorções quando elas surgem.”

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Novas alíquotas da Previdência entram em vigor domingo

As novas alíquotas aprovadas na reforma da Previdência entram em vigor no próximo domingo (1º). Assim, as novas alíquotas de contribuição começam a ser aplicadas sobre o salário de março, pago geralmente em abril.

No Regime Geral de Previdência Social (RGPS), as novas alíquotas valerão para contribuintes empregados, inclusive para empregados domésticos, e para trabalhadores avulsos. Não haverá mudança, contudo, para os trabalhadores autônomos (contribuintes individuais), como prestadores de serviços a empresas e para os segurados facultativos.

Segundo a Secretaria de Previdência, as alíquotas progressivas incidirão sobre cada faixa de remuneração, de forma semelhante ao cálculo do Imposto de Renda.

 

Como a incidência da contribuição será por faixas de renda, é preciso fazer um cálculo para saber qual será a alíquota efetiva. Quem recebe um salário mínimo por mês, por exemplo, terá alíquota de 7,5%. Já um trabalhador que ganha o teto do Regime Geral, também conhecido como o teto do INSS – atualmente R$ 6.101,06 –, pagará uma alíquota efetiva total de 11,69%, resultado da soma das diferentes alíquotas que incidirão sobre cada faixa da remuneração.

O governo disponibiliza na internet uma calculadora da alíquota efetiva, que mostra quanto era descontado do salário antes da reforma e quanto será deduzido com a entrada em vigor das novas regras.

Sem alteração

De acordo com a Secretaria de Previdência, contribuintes individuais e facultativos continuarão pagando as alíquotas atualmente existentes, cuja alíquota-base é de 20%, para salários de contribuição superiores ao salário mínimo.

Para salários de contribuição igual ao valor do salário mínimo, deverá ser observado:

I – para o contribuinte individual que trabalhe por conta própria, sem relação de trabalho com empresa ou equiparado e o segurado facultativo, o recolhimento poderá ser mediante aplicação de alíquota de 11% sobre o valor do salário mínimo;

II – para o microempreendedor individual e para o segurado facultativo sem renda própria que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que pertencente a família de baixa renda inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o recolhimento deverá ser feito mediante a aplicação de alíquota de 5% sobre o valor do salário mínimo;

III – o contribuinte individual que presta serviço a empresa ou equiparado terá retido pela empresa o percentual de 11% sobre o valor recebido pelo serviço prestado e estará obrigado a complementar, diretamente, a contribuição até o valor mínimo mensal do salário de contribuição, quando as remunerações recebidas no mês, por serviços prestados a empresas, forem inferiores ao salário mínimo.

A Secretaria destaca que o segurado, inclusive aquele com deficiência, que contribua mediante aplicação das alíquotas de 11% ou 5% e pretenda contar o respectivo tempo de contribuição para fins da aposentadoria por tempo de contribuição transitória ou para contagem recíproca do tempo correspondente em outro regime, deverá complementar a contribuição mensal sobre a diferença entre o percentual pago e o de 20%, com os devidos acréscimos legais.

Individuais e facultativos

O contribuinte individual é aquele que trabalha por conta própria (de forma autônoma) ou que presta serviços de natureza eventual a empresas, sem vínculo empregatício. São considerados contribuintes individuais, dentre outros, os sacerdotes, os diretores que recebem remuneração decorrente de atividade em empresa urbana ou rural, os síndicos remunerados, os motoristas de táxi e de aplicativos, os vendedores ambulantes, as diaristas, os pintores, os eletricistas e os associados de cooperativas de trabalho.

O contribuinte facultativo é a pessoa com mais de 16 anos que não possui renda própria, mas decide contribuir para a Previdência Social. São donas de casa, síndicos de condomínio não-remunerados, desempregados, presidiários não-remunerados e estudantes bolsistas, por exemplo.

Servidores da União

As novas alíquotas valerão também para os servidores públicos vinculados ao Regime Próprio da Previdência Social (RPPS) da União. No RPPS da União, contudo, as alíquotas progressivas não se limitarão ao teto do RGPS, pois haverá novas alíquotas incidindo também sobre as faixas salariais que ultrapassem o teto.

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Correntistas de classe C gastam R$ 30, em média, com tarifas bancárias

São Paulo – Você sabe quanto paga para usar os serviços do seu banco? Parece uma pergunta boba, mas muitas pessoas não sabem ou só se lembram do valor do pacote da conta corrente. Percebendo isso, os executivos da fintech de finanças pessoais CrediGO decidiram acrescentar uma funcionalidade ao aplicativo que mostra quanto cada um desembolsa por mês com as instituições financeiras. São tarifas de transferência (TED e DOC), anuidade do cartão de crédito, seguro do cartão, além da manutenção de conta.

Isso é possível, pois a CrediGO tem conexão com os principais bancos do país, como Itaú, Bradesco, Caixa, Banco do Brasil, Santander, Inter e Nubank. Segundo levantamento com os 200 mil usuários da fintech, a média de gastos com bancos por mês é de 30 reais.

“A maioria dos bancarizados acaba pagando tarifas bancárias que não sabiam que estavam pagando. Falta transparência por parte dos bancos”, afirma Bruno Chan, fundador da CrediGO.

O cliente da fintech pode ver o total por mês, separado por banco ou categoria. “A pessoa de renda alta paga menos tarifas que as de renda baixa, que é o público do nosso aplicativo.”

A saída, segundo Chan, é negociar com a sua instituição ou usar os bancos digitais a seu favor. Inter e Nubank, por exemplo, não cobram por alguns serviços e a conta é gratuita.

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Mega-Sena: duas apostas levam prêmio de R$ 200 milhões

São Paulo — A Caixa Econômica Federal sorteou, nesta quinta-feira (27), o concurso 2.237 da Mega-Sena. Dois apostadores acertaram as seis dezenas e vão levar o prêmio de R$ 105.826.358,87 cada um.

Os números sorteados foram: 11 20 27 28 53 60.

Além dos ganhadores do prêmio principal, 263 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 44.509,85 cada. Já na quadra, 15054 pessoas acertaram os números e levam R$ 1.110,86 cada uma.

O prêmio era estimado pela Caixa em R$ 200 milhões, e o sorteio foi realizado no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

O sorteio do próximo concurso (2.238) acontece no sábado (29) e tem como estimativa pagar R$ 3 milhões a quem acertar os seis números.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, pela internet e também pelo aplicativo Loterias Caixa, para iPhone. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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