Tesouro Direto: maior parte dos títulos públicos encerra fevereiro com alta dos prêmios

SÃO PAULO – Em meio ao estresse que tomou conta dos mercados no fim de fevereiro, diante do crescimento das preocupações dos efeitos do coronavírus sobre o crescimento global, a maior parte dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, disponíveis ou não para compra atualmente, encerraram o mês de fevereiro com leve alta dos prêmios.

O destaque do período ficou com papéis com retornos prefixados, como o Tesouro Prefixado com vencimento em 2022, cuja rentabilidade aumentou 0,56% no mês passado. Na direção oposta, alguns papéis com rendimentos atrelados à inflação tiveram perdas, com destaque para o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais com vencimento em 2050, com baixa de 2,26% em fevereiro.

No início do último mês, a taxa básica de juros foi reduzida pela quinta vez consecutiva, de 4,50% para 4,25% ao ano – o menor patamar da história. Embora as preocupações do impacto do coronavírus sobre a economia global tenham se intensificado, por ora, as expectativas apontam para juros estáveis ao longo do restante deste ano. Já para 2021, economistas consultados pelo Banco Central no relatório Focus reduziram a previsão para o aumento da Selic, de 6,0% para 5,75% ao ano em dezembro.

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Confira a seguir como se comportaram os títulos públicos disponíveis para novos investimentos em fevereiro, assim como no bimestre e em 12 meses. O único papel não considerado no levantamento foi o Tesouro Selic, dado que seu retorno segue a variação da Selic, portanto, sem grandes oscilações diárias.

Vale ainda lembrar que o Tesouro alterou o rol de papéis ofertados atualmente.

Entre os títulos prefixados, os com vencimento em 2022 e 2025 foram substituídos pelos com prazos em 2023 e 2026, enquanto o papel com juros semestrais e vencimento em 2029 deu lugar ao mesmo título com prazo em 2031.

Houve mudança ainda no grupo de papéis com retornos indexados à inflação. Caso do Tesouro IPCA+2024 e dos papéis com juros semestrais e vencimentos em 2026, 2035 e 2050, que foram trocados, respectivamente, pelo Tesouro IPCA+2026, e pelo Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2030, 2040 e 2055.

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Os preços dos papéis oscilam diariamente. Desta forma, o investidor só garante essas rentabilidades dos títulos públicos se decidir vender o papel hoje, portanto antes das respectivas datas de vencimento. Se preferir carregar os papéis até os prazos finais, o retorno do investidor vai respeitar as taxas e as condições contratadas no momento de aquisição dos títulos.

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Receita Federal recebe 1,16% das declarações do IR no 1º dia de entrega

No primeiro dia de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020, 372.493 contribuintes acertaram as contas com a Receita Federal. Esse é o número de documentos enviados das 8h, horário em que começou a entrega, até às 16h desta segunda-feira (2).

O total equivale a 1,16% das 32 milhões de declarações esperadas para este ano. O prazo de entrega vai até as 23h59 de 30 de abril. Quem declara no início do prazo tem prioridade para receber a restituição, caso não a preencham com erros e omissões. Pessoas com mais de 60 anos, com moléstias graves ou deficiência física também recebem a restituição primeiro.

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e na App Store, para o sistema operacional iOS.

A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Mudanças

As novidades para a entrega da declaração neste ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começará no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos.

Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos.

Obrigatoriedade

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50; quem pretende compensar prejuízos do ano-calendário 2016 ou posteriores ou quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

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Coronavírus impacta diretamente no comércio do mundo todo – Notícias da semana

#1 Coronavírus impacta diretamente no comércio do mundo todo

Roberto Azevêdo, diretor da Organização Mundial do Comércio, projetou que com a possível epidemia mundial haverá um impacto imenso em toda a economia do mundo.

“Os efeitos sobre a economia global provavelmente também serão substanciais e começarão a aparecer nos dados comerciais nas próximas semanas”, teria comentando Azevêdo em uma reunião em Genebra nesta segunda-feira.

Existe uma expectativa para que nas próximas reuniões negociações sobre agricultura, comércio de eletrônicos e subsídios a pesca sejam feitos com milhares de representantes do mundo todo.

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Com o coronavírus se expandido a cada dia que passa, muitas empresas e diversos eventos têm sido afetados diretamente, no mercado de games por exemplo, as empresas Microsoft e Sony estão sendo afetadas com a produção de seus novos consoles, Xbox Series X e PS5.

O evento GDC também foi adiado na última semana, com diversas empresas comunicando sua retirada do evento por conta do coronavírus, os responsáveis pelo evento tomaram a decisão de adiar um dos principais eventos de games e tecnologia.

Você pode acompanhar a evolução do coronavírus ao redor do mundo aqui.

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/03/02/coronavirus-tera-impacto-substancial-no-comercio-diz-omc.ghtml

#2 UFC terá colecionáveis através da blockchain

O UFC se aliou recentemente a outras empresas como: Ubisoft, Warner Music Group e NBA, quando foi anunciada uma parceria com a Dapper Labs para a criação de colecionáveis através da Blockchain.

Esse “serviço” estará vinculado a plataforma Flow, que foi criada com o intuito de ajudar desenvolvedores que estejam vinculados a jogos de blockchain, tokens personalizado para artistas e figuras relacionadas ao esporte.

Após o acordo feito com uma das marcas mais conhecidas do mundo, os fãs poderão comprar, trocar e guardar colecionáveis de seus lutadores favoritos com o blockchain.

“O Flow facilita a qualquer desenvolvedor a criação de aplicativos, jogos e ativos digitais de blockchain para fortalecê-los. Trabalhando com o UFC, estamos mostrando o que é possível quando você dá a uma base de fãs engajada uma participação real no jogo que eles tanto amam, e nas comunidades das quais fazem parte”. Comentou Roham Gharegozlou, CEO da Dapper Labs.

Fonte: https://cointimes.com.br/ufc-adota-colecionaveis-por-blockchain/

#3 Homem mais rico da Rússia lança sua própria criptomoeda com aprovação do Banco Central.

Recentemente o Moscow Times divulgou que Vladimir Potanin, o homem mais rico da Rússia, está pretendendo ingressar no mercado de criptoativos lançando sua própria criptomoeda.

O criptoativo será um token com o intuito de permitir que a compra de metais, reservas de passagens aéreas e serviços turísticos sejam feitas relacionadas às empresas de Potanin.

A plataforma do token se chamará Atomyze, onde a aceleração de transações e a redução de papeladas diminua no país todo. Digitalizar diversos serviços é visto com bons olhos na Rússia.

O token não será exclusivo apenas para clientes russos, ela será integrada inicialmente nos EUA e na Suíça para empresas.

Fonte: https://guiadobitcoin.com.br/noticias/homem-mais-rico-da-russia-lanca-criptomoeda-com-aprovacao-do-banco-central/

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Home Equity como alternativa aos juros altos

home equity

A dificuldade em conseguir crédito já é bem conhecida no Brasil, tanto pelos juros altos quanto pela burocracia que envolve as operações de maior valor.

A expectativa de que a queda da Selic ao menor nível da história, hoje em 4,25% ao ano, reduzisse de forma substancial os juros cobrados não se concretizou.

O mercado acompanha a Selic menor, mas com reduções nos juros cobrados ao consumidor bem mais tímidos.

Dados divulgados pelo Banco Central (BC), no final de janeiro, comprovam a lenta transmissão dos cortes na Selic para os juros das operações de crédito.

Em dezembro do ano passado, as taxas nominais de sete das oito modalidades de crédito acompanhadas pelo BC caíram discretamente sobre mês anterior.

Linhas de crédito com juros altos

Nos produtos mais caros, o cheque especial e o cartão de crédito, a dívida mais que triplica em um ano, com a cobrança de taxas mensais de 12,68% (rotativo no cartão) e 12,30% no cheque.

Opções consideradas menos onerosas, como o crédito pessoal e o consignado, ainda assim pesam no bolso de quem já está com dificuldades financeiras.

Pela coleta de dados do BC, na média, os juros no crédito pessoal ficam em 5,71% por mês (ou 94,69% ao ano), e no consignado para o setor privado em 2,39% (32,75% em um ano).

Alternativa

Uma opção para quem precisa de um empréstimo pessoal, mas quer fugir de um custo tão alto, é o Home Equity, modalidade na qual um imóvel é dado em garantia.

O produto pelos juros menores e prazos maiores de pagamento vem ganhando espaço.

No ano passado, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, chegou a afirmar que, em 20 anos, o Home Equity irá representar 20% do PIB, contra os atuais 3%.

Atuando neste mercado, a CashMe vem ganhando espaço pelos juros menores e também pela menor burocracia na operação.

“Já somos muito mais rápidos do que a concorrência pela automação da maior parte dos processos, mas queremos avançar. Desde janeiro, testamos o registro do contrato e das documentações cartoriais de forma online e com ótimos resultados”, explica Thiago Vilela, Head de Operações da CashMe.

No projeto piloto, os registros da documentação em cartório saem em apenas 7 dias que, somados ao processo de avaliação de crédito e do imóvel, asseguram a liberação dos recursos entre 10 e 15 dias úteis.

“A ideia é migrar toda a operação para o registro online. A rapidez já é um dos nossos diferenciais, além dos juros muito menores”, comenta o executivo.

Na CashMe, os juros no crédito pessoal, com garantia do imóvel, partem de 0,99% ao mês mais correção pelo IPCA.

O percentual é menos da metade do cobrado por outra linha considerada uma das mais baratas, a do consignado que, na média, fica em 2,39% ao mês.

Outra dificuldade das linhas de crédito tradicionais é que quem tem o “nome sujo” não consegue ter acesso ao recurso ou, quando consegue, paga ainda mais caro.

Thiago Vilela, executivo da CashMe, explica que ter o nome citado no Serasa, por exemplo, não é um impeditivo na empresa, desde que o montante não comprometa a capacidade de tomar novo empréstimo.

Hoje mais de 90% das pessoas que procuram a CashMe já tiveram problemas de inadimplência.

Confira um comparativo entre as taxas de juros de alguns bancos e da CashMe

Instituição Juro ao mês Prestação Financiamento Total
CashMe* 0,99% R$ 1.272,67 R$ 63.633,50
Caixa 3,99% R$ 2.323,52 R$ 116.176,00
Safra 5,90% R$ 3.128,02 R$ 156.401,00
BB 5,99% R$ 3.167,79 R$ 158.399,50
Itaú 6,11% R$ 3.221,03 R$ 161.051,50
Bradesco 7,16% R$ 3.696,45 R$ 184.822,50
Santander 7,89% R$ 4.035,54 R$ 201.777,00
Fonte: Pesquisa Procon/SP – Fevereiro 2020 –
* Há também a correção mensal da prestação pelo IPCA

Vantagens do Home Equity

Além de uma taxa de juros de 0,99% e da rapidez na aprovação, outro diferencial no crédito oferecido pela CashMe é o prazo longo para pagar, de até 144 meses para empréstimos a partir de R$ 100 mil.

O limite do crédito é de até 60% do valor do imóvel dado em garantia.

Tanto pessoas físicas (PF) quanto jurídicas (PJ) podem solicitar o Home Equity.

O fato de um imóvel não estar quitado também não é um impeditivo.

“Claro que o saldo devedor não pode ser muito alto o que inviabilizaria a operação”, explica Vilela.

Para possibilitar a liberação do crédito, a CashMe quita o imóvel junto ao banco financiador e incorpora este valor nos recursos a serem emprestados.

Em número de clientes da CashMe, entre 30% e 35% são pessoas jurídicas.

Este grupo responde por algo próximo a 50% do volume de crédito liberado.

“Há muitos pequenos e médios empresários que utilizam os recursos do home equity para investir no negócio”, explica Vilela.

Ele ainda comenta que, em caso de inadimplência, a execução da garantia, ou seja, o leilão do imóvel, é a última alternativa a ser considerada.

A CashMe tem o que o executivo chama de “uma longa régua de cobrança”, ou seja, várias etapas anteriores a serem cumpridas antes de uma execução.

“Negociamos ao máximo e só depois de 3 ou 4 meses sem pagar é que iniciamos a cobrança, primeiro extrajudicial, depois judicial e se não tiver acordo partimos para a execução”, explica.

Mesmo neste caso, em que o imóvel vai a leilão, o cliente fica com o restante do dinheiro arrecadado, após o pagamento da dívida e dos custos do processo.

A meta da CashMe é fechar o ano com uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão, com crescimento de R$ 300 milhões em home equity simples, ou seja, PF ou PJ que dão garantias simples como imóvel, e mais R$ 200 milhões em operações mais complexas, normalmente PJ, que oferece garantias adicionais.

Faça uma simulação abaixo:



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Apesar de queda dos fundos imobiliários em janeiro, número de investidores sobe 13%

SÃO PAULO – A queda de 3,8% do Ifix, índice que acompanha os principais fundos imobiliários, em janeiro não impediu a classe de ganhar novos investidores. Muito pelo contrário. Atribuída a uma correção depois de fortes ganhos no último ano, especialmente em dezembro, quando o Ifix, subiu 10,6%, a baixa não afetou o número de investidores, que cresceu 13% no período.

Segundo dados divulgados pela B3 nesta sexta-feira (28), 82,4 mil pessoas ingressaram no mercado de fundos imobiliários listados em Bolsa em janeiro, levando o número de investidores pessoas físicas para 715 mil.

Com isso, investidores pessoas físicas são responsáveis hoje por 73,3% do volume negociado pelos FIIs na B3 e por 77% do estoque. Os investidores institucionais aparecem em segundo lugar, com cerca de 22% do volume.

Após um número recorde de ofertas públicas em 2019, a indústria de fundos imobiliários começou o ano com oito ofertas, que responderam por um volume financeiro de R$ 2,4 bilhões. Até janeiro, os FIIs com cotas negociadas em Bolsa somavam 226.

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Já o patrimônio líquido da classe cresceu de R$ 88,3 bilhões, em dezembro, para R$ 91,6 bilhões, no último mês, enquanto o valor de mercado aumentou de R$ 101 bilhões para R$ 108 bilhões.

Queda não altera fundamentos

Após cinco anos seguidos de alta, o Ifix acumula queda da ordem de 7,3% em 2020. O aumento da aversão a risco visto nesta semana, em função da escalada das preocupações com o coronavírus, intensificou o movimento.

Ainda que as preocupações com a epidemia e seus efeitos sobre a economia estejam no centro das atenções, especialistas consultados pelo InfoMoney ainda não veem razões para mudanças nos fundamentos de longo prazo e enxergam a queda como uma nova oportunidade para compra.

“Muita gente estava esperando uma porta de entrada para comprar cotas nos últimos meses. Os preços estão voltando a níveis de novembro, a dinâmica não mudou e os FIIs continuam super resilientes”, afirmou Renan Manda, analista de fundos imobiliários da XP.

Para Manda, se houvesse um impacto maior da contaminação no Brasil, os fundos de shopping center poderiam ser mais afetados por uma redução no número de clientes, enquanto que fundos de galpões logísticos seriam mais resilientes, dado um cenário de aumento da demanda pelo e-commerce.

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Venda de imóveis cresce 9,7% em 2019 no país

Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado nesta segunda (2) mostra que as vendas de imóveis residenciais cresceram 9,7% no país, em 2019, na comparação com o ano anterior. No total foram vendidas 130.434 unidades, contra 118.893 em 2018. Para a CBIC, o ano de 2020 projeta um crescimento parecido com o observado em 2019, em torno de 10%, melhor resultado anual dos últimos quatro anos.

A pesquisa, realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), analisou os dados de 90 municípios brasileiros. Os números mostram ainda que os lançamentos apresentaram uma alta de 15,4%, em 2019, somando 130.137 unidades. Em 2018, haviam sido lançadas 112.750 unidades.

Os dados do 4º trimestre de 2019 reforçam a tendência de aumento. No período, os lançamentos de imóveis cresceram 28,3% em relação ao 3º trimestre e 8,4% frente ao 4º trimestre de 2018.

 

As vendas de outubro, novembro e dezembro de 2019 também cresceram 13,9% quando comparadas à de julho, agosto e setembro do mesmo ano, e 9,7% frente ao mesmo período de 2018.

A Região Sudeste foi a que mais se destacou puxando a alta nas vendas e nos lançamentos no último trimestre de 2019, tanto em números absolutos, quanto relativos. No total, foram lançados 31.965 imóveis no período, contra 21.036 no trimestre anterior, uma alta de 52%.

Na comparação com o mesmo período do ano passado (30.093), a variação chegou a 6,2%. Houve também alta de 19,18% entre todos os lançamentos dos municípios pesquisados na região no resultado anual, entre 2018 (68.804) e 2019 (82.003).

A Região Sul registrou 9,15% mais lançamentos anuais, na comparação de 2018 (12.566) com 2019 (13.716) e também uma alta de 15,1% no 4º trimestre de 2019 em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano, e de 37,3% em comparação ao quarto trimestre de 2018.

“O Centro-Oeste lançou 42,18% mais imóveis em 2019 (10.671) que em 2018 (7.505), nos municípios analisados. A região também registrou variação positiva de 23,9% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2019 e de 0,5% entre os últimos trimestres de 2018 e 2019 (outubro, novembro e dezembro)”, informou a CBIC.

O Sudeste também se destacou nas vendas de imóveis. No quarto trimestre de 2019, foram 23.001 unidades habitacionais adquiridas, alta de 20,2% em relação ao terceiro trimestre (19.978 vendas) e de 8,6% na comparação com o quarto trimestre de 2018 (21.184).

O levantamento registrou também uma elevação de 19,33% entre todas as vendas dos municípios pesquisados na região, na comparação entre 2018 (62.375) e 2019 (74.435).

A Região Centro-Oeste também merece destaque. No quarto trimestre de 2019, as vendas cresceram 25,7% em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano e aumentaram 25,9% em relação ao quarto trimestre de 2018. Ao todo, a região vendeu 11,61 mais entre 2018 (9.925) e 2019 (11.078).

Na Região Sul, o comparativo de vendas entre 2018 (14.056) e 2019 (16.360) aponta alta de 16,39%, sendo que o quarto trimestre de 2019 somou 7,4% mais contratos que o terceiro trimestre do mesmo ano e 48,8% a mais que o quarto trimestre de 2018.

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Trigg lança cartão de crédito voltado para pré-adolescentes de 12 anos

São Paulo – Em vez do tradicional porquinho, o cartão de crédito pode ser a ferramenta usada para incentivar a educação financeira de pré-adolescentes. Ao menos, essa é a proposta da fintech Trigg que lança, nesta segunda-feira (2), um cartão adicional para dependentes a partir de 12 anos. Eles fazem as compras, mas o titular da conta é quem define o limite e o bloqueio do plástico.

“Pensando em experiências familiares, o cartão adicional foi criado para incentivar a educação financeira, dando poder de compra aos adolescentes que podem receber o cartão de seus pais para administrar a mesada, por exemplo. Já para os responsáveis, o cartão ajuda a controlar os gastos dos filhos”, explica Juliana Almeida, diretora de marketing da companhia, em nota.

Almeida explica que a novidade surgiu a partir dos dados pesquisados pela marca nas redes sociais. “Sistematicamente, fazemos pesquisas de mercado e checamos opiniões de usuários nas redes e notamos que muitos de nossos seguidores desejavam ter o cartão Trigg, mas não passavam pelas regras de aprovação. Foi então que surgiu a ideia de criar um modelo que pudesse atendê-los, estabelecendo um primeiro contato por meio de um cartão adicional”, avalia. 

O cliente da Trigg pode solicitar até três cartões adicionais, cujo valor da anuidade de cada é de 4,90 reais. Para enfeitar os cartões, os clientes podem escolher estampas dos personagens da DC Comics (Batman, Super-Homem, Mulher-Maravilha, Joker e Arlequina). Entre os benefícios oferecidos, estão o estorno (cashback) de até 1,3% e descontos de 20% em lojas parceiras. 

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Quero investir em Fundos Imobiliários. Por onde começo?

Fundos Imobiliários

Com uma valorização de 36% em 2019, os fundos de investimentos imobiliários entraram de vez no radar dos brasileiros. Segundo dados da B3, a classe de ativos contava com 632.643 investidores no final do ano, mais do que o dobro de um ano antes.

De acordo com o professor do InfoMoney e especialista em FIIs Arthur Vieira de Moraes, esse aumento do interesse por FIIs pode ser explicado por uma série de fatores.

“É um movimento estrutural bastante baseado na queda de juros e no aumento do mercado, ou seja, no aumento no número de emissões e no número de fundos imobiliários“, afirma, acrescentando que o aumento de investidores no setor não o torna menos vantajoso. Nos Estados Unidos, mais de 80 milhões de pessoas já investem nessa classe de ativos.

Os Fundos de Investimentos Imobiliários são regularizados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e, basicamente, são administrados por gestores que investem o dinheiro dos cotistas em imóveis de diversos segmentos e em ativos com lastro em imóveis.

Segundo Arthur, o mais comum é que cada fundo seja especializado em um tipo de ativo, como shoppings, galpões logísticos, hotéis, entre outros.

“Tudo o que você faz com um imóvel também é possível fazer com um fundo. Por exemplo, se você gosta de comprar imóveis residenciais usados para reformar e vendê-los, com certeza existe um fundo especializado nesse tipo de investimento”, afirma Arthur.

Ao comprar uma cota de um fundo imobiliário, o investidor adquire uma participação no patrimônio do fundo e passa a receber parte dos lucros dele. Por isso, é muito importante conhecer bem o nicho de um fundo antes de investir seu patrimônio nele.

“Quando você compra um imóvel, você não avalia sua localização, seu potencial de valorização e diversos outros fatores que podem interferir no retorno do seu investimento? Com fundos, a lógica é exatamente a mesma. É preciso estudar bastante o ativo antes de determinar se ele fará parte da sua carteira ou não”, diz Arthur.

Primeiros passos

De acordo com o especialista, antes mesmo de procurar por um fundo, é importante que o investidor tenha consciência de qual é seu objetivo com aquele investimento. “Você precisa saber onde quer chegar para procurar fundos que tenham um propósito alinhado com o seu”, afirma.

Feito isso, o próximo passo é fazer um raio X do FII que você está pensando em comprar. “É importante saber quem administra o fundo, qual o tamanho do patrimônio dele, qual o setor a que ele pertence, entre outras coisas. Essas informações são facilmente encontradas no site da B3, dos administradores de fundos e nos portais de notícias especializados no setor”, diz.

E se engana quem pensa que é preciso de muito para começar a investir no segmento. Segundo Arthur, a maioria dos fundos listados na B3 é negociada por valores próximos a R$ 100,00 por cota.

“Isso permite que você comece devagar, vá aprendendo na prática e ganhando confiança até que se sinta confortável para investir mais”, sugere.

“É importante observar algumas características antes de investir e buscar sempre diversificar. Não se baseie apenas pelos rendimentos ou pelos fundos mais rentáveis, tenha foco no que mais importa, que é o patrimônio do fundo”, aconselha.

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Bancos disponibilizam linha de crédito para antecipar restituição do IR

São Paulo – É dada a largada da temporada de oferta de linhas de crédito para antecipar o valor da restituição do imposto de renda (IR) para clientes pessoas físicas. Os bancos participantes são Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Santander e Itaú.

No Bradesco, é possível antecipar 100% da restituição, e o valor mínimo é de 200 reais e o máximo, de 50 mil reais. O crédito deverá ser quitado em uma única parcela, de acordo com o recebimento da restituição do IR, e o prazo para pagamento é 30 de setembro de 2020. As taxas começam em 1,79% ao mês.

Os correntistas do BB também podem antecipar até 100% do valor a ser restituído, limitado a 20 mil reais. O pagamento é feito na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, em janeiro de 2021 (o que ocorrer primeiro). Os clientes que optarem pela contratação pelo aplicativo ou pela internet banking contam com taxas de juros menores em relação aos demais canais, a partir de 1,49% ao mês. As taxas variam de acordo com o perfil do cliente e o canal de contratação.

No Santander, também é possível antecipar até 100% do valor da restituição, e o cliente recebe o dinheiro na conta corrente no mesmo dia da contratação. Já o débito é efetuado na data de recebimento da restituição ou, caso o cliente não receba até o último lote, na data limite do produto (20 de dezembro). A linha estará disponível até 31 de outubro, e os clientes podem contratar via aplicativo, internet banking, central de atendimento ou em uma das agências. O valor mínimo para contratação é de 100 reais e as taxas partem de 1,69% ao mês.

Por sua vez, na Caixa, o limite de crédito disponibilizado é de até 75% do valor da restituição previsto na declaração do imposto de renda. A depender do resultado da avaliação de risco crédito, o cliente pode contratar até o último dia útil de setembro de 610 reais a 30.000 reais. O vencimento da operação ocorre na data da restituição, sendo que, para os casos em que o crédito não é efetuado pela Receita Federal, o contrato vence no último dia útil do ano corrente.

Já no Itaú, as ofertas começam amanhã (3) e vão até 31 de outubro. Os limites da antecipação vão de  200 reais a 5 mil reais para clientes Varejo e Uniclass e até 10 mil reais para clientes Personnalité. O débito acontece automaticamente na data em que o cliente recebe a restituição ou em 20 de dezembro, se o recurso não for recebido antes. As taxas de juros partem de 1,90% de acordo com o histórico do cliente com o banco. A contratação pode ser realizada tanto nas agências, como pelos canais digitais de atendimento, internet banking, aplicativos móveis, caixas eletrônicos e telefone.

13º salário

Os bancos também vão oferecer linha de financiamento para antecipar o 13º salário. No Bradesco, o pagamento acontece em parcela única, com vencimento até 18 de dezembro. As taxas começam em 1,79% ao mês.

Já no Itaú, clientes Varejo podem contratar valores entre  80 reais e 5 mil reais; enquanto os clientes Uniclass podem solicitar entre 80 reais e 10.000 reais e os Personnalité, de 80 reais a 15.000 reais. O pagamento do empréstimo acontece de forma automática no dia 20 de dezembro. As taxas de juros começam em 1,90%, de acordo com o histórico do cliente com o banco.

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Os 5 projetos mais interessantes sobre blockchain

Se você conhece o bitcoin, sabe da inovação que ele já trouxe e ainda trará para o mundo tecnológico, e com esse sucesso muitas empresas ficam de olho na tecnologia por trás dele, a rede blockchain. Vamos listar para vocês os 5 projetos mais interessantes sobre blockchain e explicar um pouco sobre cada um deles. 

Mas antes, é ideal que você saiba o que é blockchain. Vamos lá?

O que é Blockchain?

A tecnologia blockchain nada mais é do que um livro de razão pública (ou livro contábil) que faz o registro de uma transação de moeda virtual (a mais popular delas é o Bitcoin), de forma que esse registro seja confiável e imutável.

Sendo assim, a blockchain registra informações como: a quantia de bitcoins (ou outras moedas) transacionadas, quem enviou, quem recebeu, quando essa transação foi feita e em qual lugar do livro ela está registrada. Isso mostra que a transparência é um dos principais atributos da blockchain.

Agora que você já entendeu o que é a rede Blockchain, está na hora de saber os projetos interessantes baseados nessa tecnologia. 

Bitcoin

O bitcoin não é só uma criptomoeda, é um projeto com uma filosofia de liberdade financeira, uma moeda digital descentralizada que não necessita de terceiros para funcionar. Isso significa que você não depende de bancos, grandes corporações ou governos para movimentar o seu dinheiro, ou seja, o dinheiro é realmente seu.

Foi a primeira criptomoeda do mundo e está há um tempo no mercado, com uma tendência gigante de crescimento, ela é baseada em uma rede descentralizada extremamente segura chamada blockchain criada por Satoshi Nakamoto. 

Cos.tv

A Contentos, uma empresa totalmente online com conteúdo digital, lançou globalmente a plataforma Cos.tv que é uma rede social de vídeos que funciona com base na tecnologia blockchain. A empresa conta que a proposta é que a tecnologia ofereça mais transparência e rastreabilidade na relação com influenciadores digitais, anunciantes e usuários, não esquecendo da garantia de direitos autorais dos vídeos para o produtor de conteúdo. 

Hacken
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Esse projeto visa uma gama de serviços em segurança cibernética, melhorando a proteção das empresas que operam na internet, devido a crescente taxa de cibercrime no mundo. A empresa faz isso com uma plataforma descentralizada de recompensas de bugs, onde as empresas expõem seus produtos ou sistemas para “hackers do bem” atacarem e verificarem as falhas e fraquezas e bugs encontrados. 

PassOn
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Como o próprio site diz, a PassOn é uma plataforma que traz um novo padrão digital. Ela cria um infraestrutura sistêmica, a fim de trazer às heranças para o mundo digital e torná-la acessível a todos de maneira muito mais simples e eficiente, fazendo com que as heranças sejam diretamente transferidos para os beneficiários. 

A$H

É um aplicativo de investimento voltado para os millennials, mais conhecidos como geração “Y”, que são os nascidos entre o período da década de 80 até o começo dos anos 2000, que é a geração que desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos, os millennials presenciaram e ajudaram a desenvolver na verdade, uma das maiores revoluções na história da humanidade: a internet. Esse app permite investimentos em ativos digitais por meio de smartphones e oferece gamificação ( usar os processos e dinâmicas dos jogos para engajar pessoas e resolver problemas), além de recursos sociais. 

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