Carros com o mesmo preço (ou mais baratos) que o Chevrolet Onix Plus

São Paulo — O Chevrolet Onix Plus 2020 foi lançado em setembro do ano passado e, um mês após o seu lançamento, se tornou líder de vendas entre os veículos da categoria sedã. Para quem está em dúvida se deve ou não comprar o carro, um estudo da KBB Brasil apontou quais automóveis podem ser adquiridos por um valor igual ou mais barato que o da nova versão do Onix (R$ 66.290).

Segundo o estudo, o hatchback Volkswagen Polo Comfortline 200 1.0 12V TSI AT6 é o carro de menor valor, com 4% em queda. Em seguida e ofertado por um preço aproximado, o SUV médio JAC T40 1.5 16V MT Jetflex é avaliado por R$ 61.502 e desvaloriza em 5%.

Em relação a desvalorização, existem duas maneiras para calcular a perda de valor de um carro: a desvalorização e a depreciação. No primeiro caso, é considerado a comparação do preço atual de um veículo com os valores aplicados pelo mercado à mesma versão fabricada em anos anteriores.

Já na depreciação usa o valor do veículo 0 Km em um período determinado em relação a seu atual valor residual, sempre considerando o mesmo ano/modelo e sem o mesmo rigor de sua definição contábil. No estudo, a KBB considera o estudo o conceito de desvalorização. 

Confira o levantamento completo:

Marca/Modelo

Ano/modelo

Valor (Jan/2020)

Taxa de

Desvalorização

VOLKSWAGEN POLO COMFORTLINE 200 1.0 12V TSI AT6

2019

R$ 61.155

4%

JAC T40 1.5 16V MT JETFLEX

2020

R$ 61.502

5%

CAOA CHERY ARRIZO 5 RX 1.5 16V CVT

2020

R$ 61.525

7%

CAOA CHERY TIGGO 2 ACT 1.5 16V AT

2020

R$ 62.150

7%

VOLKSWAGEN VIRTUS COMFORTLINE 200 1.0 12V TSI AT6

2020

R$ 62.193

2%

PEUGEOT 208 GT THP 1.6 16V FLEXSTART

2019

R$ 62.275

6%

RENAULT DUSTER DYNAMIQUE 1.6 16V SCe

2020

R$ 62.348

11%

FORD KA+ SEDAN TITANIUM 1.5 12V AT6

2020

R$ 62.738

2%

FORD NEW ECOSPORT SE 1.5 12V

2020

R$ 62.900

3%

NISSAN SENTRA S N.GERACAO 2.0 16V CVT FLEXSTART

2018

R$ 63.328

3%

VOLKSWAGEN POLO HIGHLINE 200 1.0 12V TSI AT6

2019

R$ 63.787

3%

RENAULT DUSTER EXPRESSION 1.6 16V SCe CVT X-TRONIC

2020

R$ 63.848

10%

JEEP RENEGADE 1.8 16V AT6

2020

R$ 63.971

5%

NISSAN VERSA SL 1.6 16V CVT FLEXSTART

2020

R$ 64.149

2%

CAOA CHERY TIGGO 2 LOOK 1.5 16V AT

2020

R$ 64.274

8%

SUZUKI JIMNY 4ALL 4X4 1.3 DVVT 16V

2020

R$ 64.487

4%

FORD NEW ECOSPORT SE 1.5 12V

2020

R$ 64.530

3%

NISSAN KICKS S NAC 1.6 16V MT

2020

R$ 64.947

3%

SUZUKI JIMNY 4WORK 4X4 1.3 DVVT 16V

2020

R$ 65.094

2%

HONDA CITY PERSONAL 1.5 16V CVT

2020

R$ 65.265

3%

VOLKSWAGEN POLO HIGHLINE 200 1.0 12V TSI AT6

2019

R$ 65.560

3%

SUZUKI JIMNY 4WORK 4X4 1.3 DVVT 16V

2020

R$ 66.087

2%

 

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

Carteira gráfica da XP cai menos que o Ibovespa na semana e troca quase todas as ações

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 6 a 13 de março, trocando quatro das cinco ações que compõem o portfolio.

Com isso, saíram da carteira Itaú Unibanco (ITUB4), São Martinho (SMTO3), Ambev (ABEV3) e Lojas Americanas (LAME4). No lugar dessas, entraram os papéis de Banco do Brasil (BBAS3), CVC (CVCB3), Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e CCR (CCRO3).

Gilberto Coelho, o Giba, analista responsável pela carteira, disse que incluiu Banco do Brasil porque a ação atingiu um forte suporte na região dos R$ 40,00/R$ 42,00, com potencial de alta até os R$ 47,00. O Índice de Força Relativa (IFR) também favoreceria uma recuperação.

Já a ação da CVC formou um candle de alta, apresenta boa oportunidade pela análise das médias móveis e também é favorecida pelo IFR, com potencial de buscar os R$ 30,00.

GOAU4, por sua vez, bateu uma boa região de suportes em R$ 7,40, favorecendo a retomada dos R$ 8,70 ou então dos R$ 9,00. A média móvel de 200 dias favorece a alta.

Por fim, CCR testou a terceira retração pela projeção de Fibonacci na região dos R$ 14,00/R$ 14,50 e pode retomar os patamares de R$ 16,30 ou R$ 17,30.

Gilberto Coelho desde o fim de dezembro passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana, a carteira Top Picks caiu 2,3%, ante um recuo de 5,93% do Ibovespa. Com isso, o portfolio agora recua 5,25% no ano, ante queda de 15,98% do benchmark.

As ações de Lojas Americanas tiveram o pior desempenho da carteira, desabando 10,34%, enquanto Itaú caiu 6,63% e B3 teve baixa de 3,17%.

Ambev, por outro lado, subiu 5,36% e São Martinho teve ganhos de 3,25%.

Confira, abaixo, as recomendações para esta semana. Para investir nelas, clique aqui e abra uma conta gratuita na XP.

Empresa Ticker Peso
Banco do Brasil BBAS3 20%
CVC CVCB3 20%
Metalúrgica Gerdau GOAU4 20%
B3 B3SA3 20%
CCR CCRO3 20%

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Os melhores fundos de ações e multimercados de fevereiro e como estão investindo agora

SÃO PAULO – Apenas um em 114 fundos de ações escapou ileso do movimento global de aversão a risco que derrubou o mercado brasileiro em fevereiro e continua a pesar sobre investidores em março: o Forpus Ações.

Com valorização de 4% no mês, o fundo passou a liderar a lista dos melhores em 12 meses, com alta de 61%. Segundo colocado do levantamento, o fundo Hix Capital Institucional acumula rentabilidade positiva de 46,7% no mesmo intervalo.

Os dados fazem parte de levantamento elaborado pela XP com base em dados da Economatica. Em fevereiro, o Ibovespa teve queda de 8,43%, enquanto o CDI teve variação de 0,29%.

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A Forpus é uma gestora 100% focada em ações, com um único fundo. Segundo o sócio Luiz Nunes, com uma estratégia “top down”, que avalia primeiramente o cenário político e econômico para depois passar para a seleção de ações, as teses são baseadas em setores. Uma fatia de 130% da alocação é dedicada a posições compradas e 30%, a vendidas, com uma exposição líquida equivalente a 100%.

Dentre as apostas de valorização, as posições se voltam hoje a ações de empresas vinculadas à tese de retomada da economia brasileira: construção civil – com o maior peso –, utilidade pública (com ações de energia e saneamento, por exemplo), consumo/varejo e industrial.

Já na parte vendida do portfólio, as preocupações com o ritmo da economia global, eleições e coronavírus levaram a Forpus a se posicionar para a queda de papéis de empresas exportadoras, principalmente as ligadas a commodities metálicas (como Vale, Gerdau e Usiminas), além de Suzano. A exceção ficou com Petrobras e empresas de commodities agrícolas.

O que ajudou, contudo, o fundo a performar tão bem em fevereiro foi a estratégia voltada para defesa do chamado “tail risk”, o risco de cauda, tipo de risco associado à ocorrência de eventos considerados de baixa probabilidade. Uma parcela de 1,5% a 2% do fundo está sempre dedicada a prêmios de opções, para proteger o fundo de movimentos muito fortes em um cenário antagônico ao da carteira básica.

As puts (opções de venda) dos índices americanos S&P 500 e Nasdaq compensaram a queda das ações, diz Nunes, mas a gestora segue com uma visão reticente em relação ao ambiente macroeconômico. “Vendemos a maioria das puts, mas seguimos com a preocupação com o mesmo fator de risco, que é a economia global, liderada pelos Estados Unidos”, diz, ressaltando a necessidade de buscar instrumentos de proteção mais baratos.

Por isso, a escolha agora recai sobre opções de venda de títulos públicos americanos (Treasuries) e de dólar em relação ao real. A gestora também comprou puts de Ibovespa, o que está contribuindo para o fundo no dia de hoje.

Neste pregão de disparada das tensões com a queda dos preços do petróleo, a Forpus informou que está realizando o lucro das proteções “mais gordas” e aproveitando para montar novas estruturas de hedge e para comprar lentamente ações.

Destaque entre os multimercados

A Forpus foi um caso isolado no grupo de fundos de ações, mas, entre os multimercados, mais de 40 fundos registraram alta em fevereiro.

Com valorização de nada menos que 18,5% em fevereiro, o fundo long biased da Versa foi o grande destaque de fevereiro. Luiz Fernando Alves Junior, gestor da Versa, conta que a casa montou uma grande proteção entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, que resultou no desempenho do mês.

A posição comprada em Bolsa brasileira foi neutralizada e o fundo passou a ficar vendido no índice acionário americano S&P 500.

“Com isso, ficamos bem mais defensivos, cautelosos, mas o atual nível de preço está mais atrativo. Estamos diminuindo as proteções. A ideia é começar a voltar para a ponta mais otimista do mercado por causa do nível de preços e por entendermos que este é um choque temporário”, diz o gestor, referindo tanto ao coronavírus quanto ao petróleo.

Leia também:
Ibovespa segue em queda de 10% na volta do circuit breaker; dólar atinge R$ 4,75
Petróleo pode cair para até US$ 20 o barril em meio à guerra de preços, projetam analistas

No caso da commodity, Alves Junior enxerga um efeito duplo, negativo para as empresas petroleiras, porém positivo para a economia, em termos de poder de compra. “A demanda é inelástica. A queda do petróleo é como um alívio do imposto para a economia, atua como um estimulo fiscal”, afirma.

Segundo o gestor, a Versa também havia neutralizado a posição nas ações da Petrobras na virada do mês. Agora, o foco recai sobre papéis de empresas mais vinculadas ao mercado interno, como de varejistas, construtoras e até bancos. “Estamos priorizando ações do mercado interno e deixando ações de commodities em stand by.”

Desempenho da indústria

Um total de 163 de 169 fundos multimercados teve desempenho melhor que a baixa de 8,43% do Ibovespa no mês e 37 superaram a variação do CDI. Em 12 meses, quando o índice sobe cerca de 9%, 66 fundos contam com resultados melhores e 140 batem o CDI.

Confira a seguir os dez melhores fundos multimercados em 12 meses até fevereiro, observando ainda seu desempenho no mês e a variação acumulada em até 36 meses. Retorno passado não é garantia de rentabilidade futura, mas é interessante analisar o desempenho histórico dos fundos para observar sua consistência.

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Dentre os fundos de ações, 25 de 114 fundos tiveram perdas maiores que 8,43% do Ibovespa em fevereiro. Já em 12 meses, 91 superam o índice.

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Para a análise, foram considerados fundos não exclusivos com a média do patrimônio líquido em 12 meses superior a R$ 100 milhões e mais de 99 cotistas, no fim de fevereiro. No caso dos fundos de ações, foram excluídos os setoriais, os indexados e os monoações e, dentre os multimercados, não foram considerados fundos de crédito privado. Fundos espelho também foram eliminados do estudo.

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Taxas de títulos do Tesouro Direto têm alta nesta segunda-feira

Várias notas de cem nas mãos de um homem

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto fecharam o pregão desta segunda-feira (9) em forte alta, em um ambiente de maior aversão a risco no exterior e no Brasil.

O título prefixado com vencimento em 2023 pagava um prêmio de 5,36% ao ano nesta tarde, ante 5,05% no fechamento de sexta-feira. O investidor podia adquirir o título integralmente por R$ 863,73 ou aplicar uma quantia mínima de R$ 34,54 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação).

O prêmio pago pelo papel com juros semestrais e vencimento em 2031, por sua vez, subia de 6,95% para 7,36% ao ano.

Entre os títulos indexados à inflação, o retorno do papel com prazo em 2026 avançava de 2,57% para 2,83% ao ano, enquanto o com Tesouro IPCA+2015 pagava 3,65%, ante 3,37% a.a. anteriormente.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

Pela manhã, o programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet chegou a ficar suspenso por cerca de 30 minutos, diante da forte alta das taxas apresentada na abertura do dia.

O movimento seguiu o Ibovespa, que acionou o mecanismo de “circuit breaker” por volta das 10h20, após cair 10%, suspendendo as negociações de ativos também por meia hora.

Após a retomada, o principal benchmark da renda variável seguiu derretendo, encerrando o pregão aos 86.067 pontos, com queda de 12,2% – a pior baixa em 21 anos.

Em um dia de pânico para os mercados, as novas atuações do Banco Central no câmbio não conseguiram conter a alta da moeda americana, que fechou com valorização de 1,96%, a R$ 4,7251 na compra e a R$ 4,7256 na venda. No ano, o dólar avança 17,6%.

Mais cedo, o Banco Central afirmou que vai continuar a intervir no câmbio, mas de forma pontual, isto é, enquanto for necessário.

Um discurso do diretor de política monetária do BC, Bruno Serra, voltou, contudo, a reforçar que “o atual estágio do ciclo econômico segue recomendando cautela na condução da política monetária”.

A palavra “cautela” despertou novas dúvidas sobre a retomada do ciclo de cortes da Selic, que está no centro do debate do mercado por conta da desaceleração da economia mundial, em meio à escalada do coronavírus. Na semana passada, o Federal Reserve, banco central americano, ainda cortou os juros do país em reunião emergencial, o que alimentou a perspectiva de novo ajuste da Selic.

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Tesouro Direto: Negociação de títulos públicos é suspensa em meio à disparada das taxas

SÃO PAULO – Em meio ao pânico que se instaura no mercado nesta segunda-feira, o Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, suspendeu a negociação dos títulos públicos na manhã desta segunda-feira (9). Na abertura do dia, às 9h30, as taxas dos títulos públicos negociados apresentavam forte alta.

Em nota, o Tesouro Nacional informou que os preços e as taxas dos títulos públicos estão sendo atualizados e o programa deve ser normalizado por volta das 11h.

Diante da queda de 23% dos preços do barril do petróleo, o Ibovespa chegou a cair 10% e o mecanismo do “circuit breaker” foi acionado por volta das 10h20, suspendendo negociações de ativos por meia hora. O dólar avançava, há pouco, 3%, para R$ 3,7662.

O pano de fundo da disparada das tensões está no fracasso no acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Rússia para a redução na produção do petróleo, que levou a Arábia Saudita a anunciar descontos de 20% no preço do barril.

Com a maior queda da cotação desde a Guerra do Golfo, uma nova fonte de risco se instaura em uma economia mundial já abatida pelo coronavírus, epidemia que já afetou perto de 110 mil infectados em todo o mundo.

No Brasil, o relatório Focus do Banco Central mostrou hoje que o mercado financeiro vê agora um crescimento do PIB brasileiro abaixo de 2% neste ano e menor espaço para aumento da taxa básica de juros em 2021.

A expectativa para a expansão do PIB em 2020 foi reduzida de 2,17% para 1,99%. Para o próximo ano, contudo, a estimativa se manteve em um crescimento de 2,50%.

Ainda de acordo com o relatório, a previsão para a Selic foi revisada de 5,75% para 5,50% em 2021, mantendo-se estável em 4,25% a.a. neste ano até dezembro.

No grupo “Top 5 médio prazo”, formado pelos economistas que mais acertam as previsões, a Selic para o fim deste ano já é estimada em 3,50%, ante 4,25% anteriormente, enquanto a projeção para 2021 foi reduzida de 5,75% para 5,00% ao ano.

Leia também:
Maior parte dos títulos públicos encerra fevereiro com alta dos prêmios
Efeito coronavírus: mercado está pronto para novos cortes da Selic em 2020

Mais cedo, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava um prêmio de 5,29% ao ano nesta manhã, ante 5,05% na tarde de sexta-feira (6). O Tesouro Prefixado 2026, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,66%, ante 6,34% ao ano anteriormente.

Entre os títulos indexados à inflação, o retorno do papel com prazo em 2026 avançava de 2,57% para 2,74% ao ano, enquanto o Tesouro IPCA+2035 pagava 3,51%, ante 3,37% a.a. na sexta-feira.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos antes da suspensão das negociações:

Fonte: Tesouro Direto

Entenda a suspensão

As suspensões das operações têm como objetivo garantir que as transações sejam sempre realizadas a taxas justas, alinhadas às taxas praticadas no mercado secundário.

Quando se verifica forte volatilidade no mercado, com aumentos ou quedas bruscas nos preços dos títulos públicos, o Tesouro Direto suspende temporariamente as vendas e compras para evitar que o investidor feche transações a um preço que possa ficar rapidamente defasado.

Uma vez restabelecida a normalidade, o programa do governo federal retoma as suas operações com preços alinhados ao mercado.

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Mercado não está preparado para o coronavírus e é hora de começar a se preocupar de fato, diz gestor veterano

gráfico de ações e índices em queda

(Bloomberg) — Os mercados não estão preparados para a gravidade das consequências da propagação global do coronavírus, e a turbulência apenas começou, segundo um gestor cujo portfólio mostra desempenho superior ao de seus pares.

O alerta foi feito por Mike Riddell, gestor da Allianz Global Investors, que administra US$ 4,7 bilhões para a empresa. “A velocidade da reprecificação do mercado obviamente foi drástica, no entanto, os mercados passaram de não precificar risco algum para um risco moderado”, disse Riddell em entrevista por telefone. “Onde achamos que os mercados ainda podem se mover é na volatilidade.”

O Strategic Bond Fund de Riddell, que ele administra com Kacper Brzezniak, superou 98% de seus pares no mês passado, quando os mercados tiveram de lidar com rendimentos de títulos em recordes de baixa, perdas nos mercados acionários, maior volatilidade do mercado de câmbio e reduções dos juros inesperadas de bancos centrais, como o corte de emergência do Federal Reserve. A demanda por títulos do Tesouro dos EUA continuou alta na sexta-feira, e os rendimentos dos títulos de 30 e 10 anos caíram para um novo recorde.

O gestor da Allianz, com sede em Londres, já se preparava para uma oscilação dos mercados há alguns meses e acha que a recente precificação ainda é muito moderada. Ele usa opções para apostar em mais oscilações cambiais e também se posicionou para uma queda liderada pelos rendimentos de curto prazo nos EUA, pois vê chance significativa de o Fed reduzir as taxas de juros para quase zero.

“Se os dados globais realmente piorarem nas próximas semanas e meses, investidores perceberão que os bancos centrais não podem curar o coronavírus, e mercados como moedas e títulos corporativos ainda podem passar por uma correção”, disse Riddell.

A volatilidade implícita de um ano do euro-dólar, que subiu no final de fevereiro para o nível mais alto desde meados de 2019, recuou no início desta semana. No entanto, o indicador subiu na sexta-feira para níveis acima da média do ano passado, em torno de 6%. Riddell disse que o posicionamento para maiores oscilações cambiais por meio de opções estava incrivelmente barato em janeiro.

Embora o gestor tenha reduzido algumas dessas apostas, coma a visão de que a zona do euro já está em recessão, ele espera que a volatilidade cambial seja “duas vezes maior” caso a situação piore. Apesar dos rendimentos dos títulos dos EUA e do Reino Unido estarem perto de um recorde de baixa, Riddell não vê isso como piso e tem uma “grande” posição em “inclinadores” de curvas dos EUA por meio de swaps e futuros.

“Mesmo que não fiquemos histéricos sobre o impacto do vírus na saúde, isso não significa que o mercado e o impacto econômico ficarão restritos”, afirmou.

“É a quarentena e essencialmente a paralisação de grandes partes da economia global que causam danos significativos ao mercado econômico e financeiro”, disse Riddell. “Minha tese básica é que as coisas vão piorar muito a partir de agora.”

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O que é descentralização: um passo rumo ao futuro

Desde a sua criação em 2009 o bitcoin se destacou muito em relação a outras moedas já existentes, além do seu pioneirismo e inovação em um sistema financeiro e de pagamentos, é um criptoativo descentralizado, o que muda completamente a visão que temos de moedas fiduciárias (dólar, euro, real), sistemas bancários, grandes organizações financeiras e até o modo como lhe damos com nosso dinheiro.

Hoje vamos te explicar o que é descentralização, pois é através disso que passamos a ser dono do nosso próprio dinheiro. 

O que é descentralização?

Segundo a wikipédia: “A descentralização caracteriza-se quando um poder antes absoluto, passa a ser repartido”. Por exemplo, o dinheiro fiduciário (dólar, euro, real) é controlado por um banco central, então é algo centralizado.  

Com o surgimento do bitcoin, nasce uma criptomoeda administrada pelos próprios usuários por meio de uma rede segura, que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana e trabalha de forma descentralizada. 

O que isso quer dizer?

O Bitcoin, funciona através de uma rede de pessoas, que não necessita de  nenhuma autoridade monetária central, como um banco central por exemplo, para emitir as moedas e manter a rede em funcionamento.

 Por ser uma rede descentralizada, você se torna dono do seu próprio dinheiro, não dependendo de grandes corporações ou do governo para movimentá-lo, cobrar altas taxas ou colocar limites de tempo entre transações. Você é o mais livre possível para poder trabalhar com o seu dinheiro, sem interrupções.     

Porque a descentralização é importante?

Como já dissemos, com ela você tem a liberdade e autoridade do seu próprio dinheiro, tendo a autonomia para agir, a descentralização te proporciona isso, o que difere comparado ao dinheiro fiduciário (dólar, euro, real), que pode ter taxas altas, limite de tempo de transferências e valor e depender de grandes organizações financeiras e bancárias.  

Para mais conteúdos educativos como esse, acesse nosso blog e siga nossas redes sociais.

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Países europeus reconhecem bitcoin como moeda – Notícias da semana

#1 Países europeus reconhecem bitcoin como moeda.

Nesta semana foi divulgada a aprovação e o reconhecimento do bitcoin como moeda para fins transacionais, em dois países do continente europeu: Alemanha e França.

O Tribunal Comercial de Nanterre e a Autoridade Federal de Supervisão Financeira (BaFin) esperam que com o reconhecimento da moeda a segurança jurídica das transações de Bitcoin melhore e seu volume e liquidez aumente em grande escala.

“As criptomoedas (bitcoin, por exemplo) tornaram-se equivalentes aos meios legais de pagamento, na medida em que as chamadas moedas virtuais dos envolvidos na transação foram aceitas como meios alternativos de pagamento contratual e imediato”, diz o documento emitido pelo governo alemão.

Ao contrário da França que usará as criptomoedas como formas de transacionar com mais segurança, o governo alemão não emitirá nenhuma moeda digital, apenas aprovou o uso legal das criptos.

Ainda assim, isso representa a evolução das criptos nos países europeus, com a regularização e a aprovação do governo, a força das criptomoedas só tende a aumentar e ficar mais comum a cada ano que passa.

Fontes: https://cointimes.com.br/franca-agora-legalmente-reconhece-bitcoin-como-moeda/

https://portaldobitcoin.com/alemanha-reconhece-bitcoin-e-outras-criptomoedas-como-instrumentos-financeiros/

#2 Caixa eletrônico de bitcoin é inaugurado na Nigéria

Recentemente a Nigéria ganhou o seu primeiro caixa eletrônico de bitcoin, ela se encontra em Lagos, uma das principais forças econômicas do país.

A máquina vem trazendo bastante repercussão para o país africano, principalmente após a divulgação de um vídeo publicado no Youtube, onde um usuário levou cerca de um minuto para realizar uma transação.

Outro vídeo bastante repercutido foi de um usuário no Instagram, mostrando uma transação sendo feito em bitcoin e sacando o saldo em dinheiro.

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O caixa eletrônico batizado de “BTM” pela Blockstale, entrou em operação em dezembro, mas foi lançado ainda em novembro de 2019. O próprio governo nigeriano teria dito que um dos principais motivos para não haver um investimento maior, é a falta de segurança.

Daniel Adekunle, diretor da Blockstale, disse que o valor para cada “BTM” irá depender da localização e da infraestrutura do país, mas o valor não deve ultrapassar os US$16 mil.

Fonte: https://portaldobitcoin.com/nigeria-ganha-primeiro-caixa-eletronico-de-bitcoin/

#3 Queda do petróleo é boa para os consumidores, diz Trump

O homem mais poderoso do mundo, Donald Trump, nesta segunda-feira afirmou em seu Twitter, que um possível debate entre Arábia Saudita e a Rússia é o motivo para a queda vista nos preços do petróleo, e isso seria bom para os consumidores.

“A Arábia Saudita e a Rússia estão discutindo por causa do preço e do fluxo do petróleo. Isso, e as notícias falsas, são o motivo para a queda dos mercados!”, disse Trump através de seu perfil.

Parece que a segunda-feira vem sendo conturbada para consumidores e investidores, enquanto o preço do dólar aumenta sem parar, os preços internacionais do petróleo e a bolsa de valores desabam no começo desta semana.

A queda do valor do petróleo foi tão alta que chegou a cair cerca de 31% na variação do tipo Brent, algo que não acontecia desde a Guerra do Golfo (1990 e 1991).

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/03/09/queda-do-petroleo-e-boa-para-os-consumidores-diz-trump.ghtml

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XP promove 13 horas de lives comandadas por mulheres

Na próxima segunda-feira (09), a Assessoria Live será comandada por mulheres. Serão 13 horas — uma hora a mais que o normal — com gestoras, assessoras e executivas discutindo sobre novas perspectivas para a economia global e o cenário de investimentos.

O propósito da Live especial Dia das Mulheres é promover conversas que valorizem tantas as mulheres investidoras como as que fazem parte do time da XP. Ao todo, 25 especialistas vão participar durante o dia.

A Live começa às 08h e se encerra às 20h. Para participar, clique aqui.

Confira a programação:

08h00 – Abertura – Ana Laura Magalhães e Betina Roxo

09h00 – Morning Call – Rachel de Sá e Sara Delfim (Dahlia)

10h00 – Juliane Tiburcio e Júlia Torres

11h00 – Amanda Blanco e Raphaela Oliveira

12h00 – Mariana Braga e Adriana Dupita (Bloomberg)

13h00 – Viviane Dias e Isabella Godoy

14h00 – Ana Chede, Amanda Holzer e Gabriela Monteiro (RV)

15h00 – Fernanda Buratto e Bruna Magalhães

16h00 – Claudia Deberaldine e Marcela Rocha (Claritas)

17h00 – Carol Schmitt, Juliana Benvenuto e Bruna Almeida (RV)

18h00 – Juliana Rocha e Luanna Tavares

19h00 – Mariana Braga e Juliana Muncinelli

20h00 – Encerramento – Spiti – Luciana Seabra, Carol Oliveira (fundos), Cristiane (bolsa) e Francine (Global)

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ANS suspende temporariamente venda de 14 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 14 planos de saúde de cinco operadoras, em todo o país, devido a reclamações feitas pelos usuários no quarto trimestre de 2019. Esses planos atendem a 62.704 beneficiários que não serão afetados.

A proibição da venda começa a valer no próximo dia 13. Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora durante o período de monitoramento realizado pela ANS.

A medida, divulgada nesta segunda-feira (9), faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS também divulgou hoje a lista de planos que poderão voltar a ser comercializados. Nesse ciclo, 28 planos de 11 operadoras tiveram a venda liberada por meio do monitoramento.

Este artigo foi publicado primeiro no site https://https://exame.abril.com.br/

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